sábado, 24 de dezembro de 2011

Imigraçom, arma do capitalismo

por Christian Bouchet

A denúncia mais lúcida que puidem ler, estes derradeiros meses, da política favorável à imigraçom, seguida, dende umha quarentena de anos, polos governos do estado francês, de direita ou de esquerda, nom saiu da esfera "nacionalista". Muito ao contrário, descobri-na num sitio web “de esquerda “, o do semanário Marianne.

Baixo o título “Imigraçom: por qué o empresariado sempre quer mais?” , o contribuidor anónimo da versom em linha deste jornal, nom vacila em escrever que a imigraçom é umha arma do grande empresariado para “pagar aos asalariados sempre menos” .

Esta explicaçom seria algo banal baixo a minha pluma, mas é, ao meu modo de ver, todo um acontecimento que se atope baixo a de um jornalista chamado de "esquerda". Isto demostra que alguns deles abrem os olhos por fim, ainda que seja tarde.

O mesmo artigo merece umha atenta leitura, e da-nos numerosas muniçons para o combate político diário.
Depois de ter lembrado que o presidente Pompidou reconheceu, pouco antes da sua morte, que abrira as portas da imigraçom em no estado francês a petiçom dos grandes patronos, desejosos de poder goçar dumha mam de obra numerosa, dócil e barata, ademais de reduzir os ardores reivindicativos dos trabalhadores do estado francês, entom mais sindicados que actualmente, o jornalista de Marianne exclama que “corenta anos mais tarde, nada semelha ter mudado” . E insiste no feito de que “as chamadas à imigraçom venhem sempre polo mesmo lado, e sempre polas mesmas razons”. A única diferença que sinala é que as cousas empioran e que todas as profissons estám agora concernidas, incluido aquelas que demandam longos estudos como os ingenheiros ou os informáticos.

O artigo insiste seguidamente no feito de que os informes da Comisom Europeia, do Medef ou do Business Europe (o Medef europeu) nom deixarom dende faze várias décadas de apelar à petiçom de cada vez mais imigraçom. O mesmo ocorre com o informe Attali de 2008, pedido por Nicolás Sarkozy, quem entre as 300 medidas que preconiça reclama umha aceleraçom da imigraçom.

Mais interessante ainda, o periodista de Marianne da-nos acesso a extractos do informe de finais de 2009 do Conselho de análise económica (umha estructura que informa ao Primeiro ministro em matéria económica, é dizer o seu estatuto oficial!), titulado “Imigraçom, calificaçons e mercado do trabalho” . Este informe explica primeiro que na economia, a noçom de “penúria” da mam de obra num sector de actividade determinado de trabalhadores extrangeiros nom tem sentido num período de desemprego, engadindo que o “facto de que alguns nativos rejeitam certos tipos de emprego simplesmente pode significar que os trabalhadores tenhem melhores oportunidades antes que ocupar estes empregos, e disso que os salários correspondentes deviam aumentar para que foram enchidos”. Dito claramente, umha penúria de mam de obra forma-se quando um sector oferece-nos os salários julgados suficientes para voltar-se atractivo. Neste caso, em lugar de aumentar as remuneraçons, o empresariado pom toda a sua interesse em criar umha penúria, que colmará indo a outro lugar a por umha mam de obra disposta a aceitar salarios menores. É a conclusom à qual o informe chega sem ambiguidade: “no caso do mercado do trabalho, isto significa que no sítio da imigraçom poderia-se contemplar umha subida do salário dos menos qualificados”.
Todo isto confirma-nos nas teses que defendemos neste sítio web dende faze muitos anos. Isto confirma-nos também o papel de auxiliares dos grandes empresariados das diversas organizaçons esquerdalhas e mendicantes que militam para facilitar a entrada e a acolhida dos imigrados no nosso país. Polo mesmo, isto permite-nos comprender e explicar claramente por que Sarkozy ou Besson, nesta matéria, jamais faram nada sobor o fundo – é dizer contra a imigraçom – e contentaram-se com actuar sobre a forma, por exemplo legislando sobre o burka ou denunciando a poligámia.

E quanto a nós, este artigo deve devolvernos a os nossos fundamentos: a luita contra a imigraçom e nom contra o Mundialismo, o combate contra o mal que nos roe e nom contra as suas manifestaçons accesórias. Os que nom o comprenderam e se deixaram levar na deriva islamófoba, chegaram a ser os colegas da direita, dos esquerdalhos e os mendicantes progressistas. Como esses, sejam os parvos úteis do grande capital, do Medef e do sistema Sarkozy.

Remate-mos com isto...



LEMBRA QUE É MUITO BONITO TER UM CACHORRINHO NA CASA, MAS LEMBRA QUE ELES MEDRAM. ELES ESTAM CONNOSCO QUANDO MAIS NINGUÉM ESTÁ E QUE NOM SOM COMO OS JOGUETES QUE A GENTE COMPRA E DEPOIS PODEM BOTAR AO LIXO

NOM ABANDONES AO TEU ANIMAL!

Liberdade de expressom?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O caminho - Eládio Rodrigues

O CAMINHO

Terra minha, meiga terra,
terra mansa;
deixat-e de mansedume;
volta-te brava,
verás como entóm
ninguem te asobalha.


Nom todo ha de ser morrinha,
nem ha de ser todo mãgoas,
nem has d’estar pidinchando
como pidinchan os que andam
sempre à esmola dos favores
que abichornam e rebaixam.


Passou o tempo dos choros
e das bãgoas,
e ja é hora de que saibas
ter-te forte com os que mandam,
pois é melhor que che treman
que nom que che tenham lástima.


Quanto mais chores pidindo
mais te verás aldraxada,
que as naçons que choram
som naçons sem alma.


Terra meiga, doce terra,
minha pátria…
Fia-te dos teus esforços
e tem fé cega na raça.


Segue sem medo o caminho
do progresso e das espranças;
caminho seguro,
nom limpo de lama,
que as novas naçons emprendem
e os teus destinos che marcam.


Terás n’él muitos tropeços,
darás muitas cotenhadas,
mais anque tripes espinhas
e sangue che fagam,
e saques os pês feridos
se vas descalça,
nom desconfíes
da redentora jornada,
que à derradeira está o trunfo
dos que podem e os que mandam.


Com a consciência do que vales,
mostra-te brava,
verás como entóm
ninguém te asobalha.


Luita polo teu adianto
com a vontade forte e santa,
que as naçons que luitam
som naçons com alma.


Terra minha, meiga terra,
terra mansa…


Fai que nos teus eidos ermos
cantem de cote as aixadas
o hino trunfal do trabalho;
que fumeguem as tuas fábricas
como os incensários
que nunca se apagam;
que no amor ao cham nativo
comulguem todas as almas;
que n’este espertar glorioso
de redençom e juntança
nom faltem os teus bons filhos,
e que se abram
as fenestras do futuro
cara à nova vida atlântica…


Segue por esse caminho,
se queres ir na companha
das naçons que pensam
e sabem ter alma



Eládio Rodrigues (Raça e Terra, 1922)

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Unidade Nacional Galaica

Olegario de las Eras sobor do poema de Risco e Pedraio


O escritor castelam Olegario de las Eras traduze correctamente a curiosa poesia de Risco e Pedraio, assim como como as suas anotaçons e esboços.

1Sobor desta montanha, vizinha do ceu
onde o mestre Parga Pondal
Como as Valkirias da voltas e canta
os duros dentes de granito
5 mordem o corpo famientos
e só a alma livre e vivente
como bolboreta baila e voa.
(ao longe) o Océano solitário,
no ceu só viaxam as nuvens
10 Quando no cerebro vive o marxismo
E o futuro da humanidade tece,
Linha apagada
Linha apagada
Mas quando a noite e as estrelas cantam
14 Deve o marxismo também desaparecer.

Notas:
A traducçom é literal, nom poetizada como fizo o Sr. Vidal Romaní.

O problema sobor o sentido real centra-se na “valoraçom” do marxismo. E tal e como entendera é umha clara crítica ao marxismo, dizendo (parafraseo o verso para que se veja o sentido mais nítido) que “no ceu há nuvens quando no cerebro vive o marxismo e o marxismo tece o futuro da humanidade”.

Nesses versos o uso dos verbos leben, “viver” e weben “tecer” poderia incluso respostar também a um jogo de palavras que a mim escapa porque poéticamente esses verbos unidos significa “existir”, “ser”, mas este em todo caso seria umha questom estilística secundária. O que me parece um completo abuso é que na sua traducçom o mestre galego invente-se um ponto detrás das nuvens (é possível que se acolha a que o seguinte verso começa por maiúsculo, mas é que em vários versos do poema, como o terceiro e o derradeiro, empregam-se maiúsculos sem ter por qué fazé-lo, poderiam-se ter empregado no início de todos ou só usá-las como no alemám: limitando-as aos sustantivos, mas o autor nom segue nenhum desses critérios. Polo tanto nom há base para supor un ponto tras “wandern” para separar na sua traducçom os dos versos 8 e 9.

Assim que tem que forçar “poéticamente” esses versos 8 e 9 para dotá-los dum sentido autônomo, quando resulta evidente que som umha metáfora do que ocorre quando o cerebro e a humanidade vivem e som tezidos polo marxismo, estando ligados aos versos 10 e 11. Igualmente, estes dous versos 10 e 11 ficam soltos e sem sentido, como justapostos e sem vir a conto, ao separá-los dos dous precedentes. Todo parece-me um jogo do traductor para eliminar o sentido pejorativo cara o marxismo. Um sentido lógico e que fai-se evidente nos dous derradeirs versos que som absolutamente diáfanos e unívocos, verschwinden é “desaparecer”, “disiparse”, etc. e ademais emprega-se o verbo müssen que possue um sentido de dever imperativo.

Vidal Romaní aproveitou a “poetizaçom” da traducçom para transformar o sentido, polo menos nos versos 10 e 11.

Só tenho umha dúvida na traducçom exacta do verso 8: nom sei se a palavra inicial é Zu e por tanto Zu ferne é claramente “demasiado lonjano” ou “demasiado longe”, ou é In e por tanto In ferne poderia ser “ao longe”: em alemam existe a perifrase in Ferne, “em lontananza” mas require, segundo tenho entendido, um Ferne com maiúsculo. Assim que nom sei bem por quê soluçom decantar-me (inclino-me mais por “em lontananza” ou “ao longe”), ainda que em todo caso, creio que o sentido do verso seria ou umha mera “ubicaçom do poeta em relaçom ao mar” ou, mais provavelmente, umha metáfora (a soidade do mar) paralela à metáfora (as nuvens viaxam polo ceu, é dizer, o ceu está nuveado) para referer-se à situaçom do cerebro e a humanidade sujeitos ao marxismo).

Olegario de las Eras

A sútil ditadura do pensamento único




Contrariamente ao que muita gente opina, estamos numha época de grande censura mediática e lavados de cerebro massivos , mas todo isso passa desapercebido ante as massas, inconscientemente contaminadas polo discurso pre-fabricado polo sistema.


Todo o genuinamente nacionalista hoje em dia é censurado e caluniado. Á globalizaçom política do mundo segue-lhe a par umha globalizaçom ideologica enquistada a ferro e lume polos novos inquisodores democráticos.

Tanto os "democratas" como os comunistas actuais coincidem plenamente nas suas ideias universalistas e mundialistas caminhando da mam pola destrucçom de Europa.

Censura nos livros e publicaçons

Faze uns anos começou-se a deter e multar a quenes editasem o Minha Luita de Adolf Hitler, ou obras de hierarcas NS (o primeiro comummente disponível nalgumhas grandes livrarias) aludindo a uns supostos delitos de apologia ao Nacional-Socialismo, Genocídio, Incitaçom ao Ódio racial etc

Essas valeiras acusaçons "delitivas" evolucionarom e acrescentarom-se de tal maneira até proibir qualquer obra que contradiga mínimamente os dogmas estabelecidos polo sistema.

Da seguinte maneira incautarom-se este ano livros como "Raça, inteligencia e educaçom" do psicologo Hans J Eysenck, fugido do IIIº Reich e anti-nazista declarado; "Nobilitas: Aristocracia ou democracia?" do professor hindú Alexander Jacob ou "A choiva verde de Yasuf" do periodista israelí Israel Shamir.

Logicamente os livros de defesores de ideologias genocidas como o marxismo ou o imperialismo liberal nom som perseguidos, pois formam parte do paradigma imperante nestes tempos que correm. Desta maneira aparecem escritos de Marx e Lénine de agasalho com o diario Público ou em primeira plana das livrarias estam as obras de direitistas liberais fanáticos pro-iankie-sionistas.


Conferências e actos

Cada vez que um colectivo identitário faze umha charla, apresentaçom dalgum livro ou revista, disparam-se todas as alarmas dos antinazistas e "demócratas" acusando aos promotores do acto de xenofobia, ultra-direita, violência... com a comummente repercusom nos meios de comunicaçom.

Conferências em livrarias nacionalistas forom previamente demonizadas polos meios para assim os antinazistas foram correr como tolos até ali a tentar estourar o acto, caso visível quando à Livraria Europa foi David Duke a falar da publicaçom do seu livro "Supremacismo Judeu" .


Trá-los altercados de Salt e várias localidades catalãs, que houvo com o alto número de imigrantes que registram, vi-mos tambem como os anti-nazistas na companha de Esteban Ibarra (inquisidor do políticamente correto subvencionado polo $i$tema) fizerom-lhe o jogo ao capitalismo. Oportunamente nesses días milheiros de catalans dececionados e fartos de aturar umha horrível convivência, os anti-nazistas forom rir-se dos seus connacionais e obviar o grave problema dando umha charla sobor da"ultra-direita no estado espanhol", tratando de carregar as culpas dos distúrbios sobor os autoctonos e desculpar à imigraçom.

Em Madrid (Castilla) da-se o caso da sede de Amigos da Unesco, plataforma ligada ó Banco Mundial e a ONU, cum claro transfondo ideologico universalista e cosmopolita. Nesse local som frequentes as reunions de partidos e colectivos comunistas.

Personagens públicas


Quando umha personagem pública é politicamente incorrecta e molesta, sacase-lhe do médio.
O Direitor Geral de Seguridade, Cotino, foi cesado em 2003 por assegurar que o incremento da imigraçom ia ligado ao incremento da criminalidade. Com o Consul de Rumania em Madrid ocorreu o mesmo, por dizer que a maioria dos "rumanos" que residem no estado espanhol som ciganos que vivem da mendicidade. (1)

Cargos tambem importantes, como a Presidência da Real Academia Galega, ocupada polo estalinista anti-nacionalista Mendez Ferrín som da mais mínima alarma social ou polémica.



Mas o grave nom é que esse posto esteja ocupado por alguem que renega do seu sangue e tradiçom, senom por alguem que durante anos exerceu o ensino num instituto público apologizando continuamente com o bolchevismo e personagens como o Che que nada tiverom a ver com a Galiza nem com a sinatura de Língua Galega, impartindo mitins mais que aulas, como tambem fixo Jose Manuel Beiras na sua época de Catedratico em Compostela.

No canto um mestre tradicionalista galego ex-militante de CEDADE, opostamente a estes casos, é acossado a cotio polos meios tildando-o como xenófobo ou genocida à vez que acumula denúncias e protestas dos pais do alunado, ainda que nom faça propaganda política como os dous que antes comentamos; simplesmente por falar de submarinos alemans afundidos na Galiza na 2GM



Leis do Ódio


As chamadas leis do do ódio servem para enfrontar e endeusar aos imigrantes contra a maioria autóctona, quase inmunizando-os judicialmente. Esta maneira de debilitar às naçons de grande aporte europeio nasceu do seio de organizaçons supremacistas sionista como a ADL ou B´nai B´rith influenciando aos governos norteamericano e da UE.

Leis do ódio aplicaronse-lhe ao "bakaleta" que agrediu a umha sudamericana no Metro de Barcelona, ou aos borrachos que se estavam mofar dum chinês na sua tenda. Os programas de televisom copados por invertidos gili-progres e informativos da TV em geral expusero-nos como xenófobos e até de militantes NS numha campanha de lavado cerebral de vários dias (que se repite sempre que há umha agressom deste tipo).


Quando o agressor é um imigrante contra un autoctono, nom só nom se lhe aplicara o agravante por "racismo, xenofobia, intoleráncia,etc" senom que até se agochará a sua origem racial e étnica.
Na Catalunya recomenda-se aos periodistas obviar a procedência dos delinquentes (sempre que
sejam extrangeiros):
http://www.mugak.eu/ef_etp_files/vie...ackage_id=2508

Nem faze falha explicar que na televisom nom estarám repetindo até o aburrimento o "perigo do racismo" quando os que agredam sejam de fora, ainda que estes empreguem insultos xenófobos contra a sua vítima ("gallego de mierda, blanquito"..)

Concertos

Os concertos de música RAC (Rock Anti Comunista) ,som gostoso prato para a prensa sensacionalista e informativos televisivos que logo de condenar e infamar estas juntanças fazem continuas comparaçons do evento com skinheads violentos, malheiras e colectivos ultras.
A cousa nom fica aí, senom que de saber-se o lar do festejo, apareceram várias patrulheiras da polícia procedendo à clausura e identificaçom dos que alí se atopem.




Os grupos rock "antisistema" anti-nazistas nom tenhem estes problemas. Principalmente porque é mesmo o sistema quem lhes subvenciona às vezes os seus próprios concertos e festivais, em lares públicos sem nenhum problema de censura. As suas letras sobre mestiçagem e anti-nacionalismo som gostosas para o capitalismo, o tipo de mocidade amoldada à sua medida.
Grupos antifa como Dakidarria ou Soziedad Alkoholica tenhem tocado (pagados) para concelhos dos seus inimigos do PP e PSOE.


Em salas e locais tenhem acudido bandas como Non Servium (3,000 € por concerto para tocar), emparentados com satanismo e grupos violentos de skinheads sem receber a mais mínima crítica nos meios. O mesmo que com os Stalinistas de Mencer Vermello, toquem em privado ou público nunca som mencionados polos seus "inimigos burgueses".



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(1) El Descredito de la realidad, Joaquín Bochaca

terça-feira, 22 de novembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O símbolo que vem da Alma



A Essência e o Significado da Suástica

Em milhares de anos da história da humanidade, nenhum símbolo foi tam marcante. A Suástica, hoje proibida e banida em diversas naçons Arianas, polos seus devidos governos anti-arianos, representa todo o seu passado e toda a sua vida. A cruz gamada é o mais antigo símbolo da espécie humana, aparecendo em praticamente todas as culturas na antigüidade, e sempre com um significado similar ou relacionado, porém, em nenhuma outra raça, a Suástica representa toda a sua alma e o seu espírito, como na raça Ariana. E o que vai ser demonstrado é que o significado e a essência da Suástica vai muito mais além do que de qualquer outro símbolo conhecido. Que o que ela representa é muito maior do que nós.

É um símbolo de poder, um símbolo de orgulho, de força, de Honra. O primeiro significado da Suástica e o mais conhecido é o significado solar, a Suástica no princípio significa o Sol, o elemento que mais fascinou todos os antigos povos, porém, isso nom reduz a Suástica a um simples elemento astronômico. O Sol é a estrela da vida, e da força; sem o Sol nom há vida, sem o Sol nom há criaçom, o que faz ele representar o maior símbolo de força e poder, nom um poder ou força opressora, senom um poder espiritual e triunfal. O Sol é a fonte do calor e da luz. O homem nom controla o Sol, este está além do domínio humano, é algo maior que o ser, maior que todos nós. Por isso a Suástica simboliza tudo que é bom e positivo na criaçom, e nos ilumina e nos eleva espiritualmente. Isso mostra como a antiga cruz gamada, ou Suástica, representa umha religiom, um ideal totalmente incorporado na Cosmovisom Nacional-Socialista, pois está é umha doutrina de luz, de vida. A Suástica é a luz divina, a luz solar que descem sobre os homens, o combustível da criaçom, da excelência, do triunfo e da vitória!

A própria pronúncia da palavra “Suástica” vem dumha antiga expressom indiana que é “Su asti ka” que significa “que assim seja” ou “boa sorte”. Isso demonstra que desde o início a Suástica só representa o que é positivo, construtivo, nunca o contrário.

É necessidade do Homem de abandonar por um momento o seu corpo, de sair de si próprio e de se elevar à algo maior e muito mais grandioso do que ele mesmo.

O NSDAP (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Germano) tem a sua origem numha antiga sociedade espiritual, a Thule Gesellshaft (Sociedade Thule), cujo símbolo era a Suástica redonda, que representa o movimento, o progresso, o desenvolvimento, o infinito. Em 1918, o seu fundador, Sebottendorf, fixo o seguinte juramento:

“Tenho a intençom de empenhar a Thule Gesellshaft neste combate, e tanto tempo quanto as minhas mans se mantiver o martelo de ferro... Faço o juramento sobre esta cruz gamada, sobre este sinal que nos é sagrado, que tu entendas, oh Sol triunfante! Continuarei fiel a vós. Tende confiança em mim como tenho confiança em vós... O nosso deus é o pai do combate e sua Runa é a da águia... que é o símbolo dos Arianos. Também para marcar a faculdade de combustom espontânea da águia, iremos representá-la em vermelho... tal é o nosso símbolo, a águia vermelha, que nos lembra ser necessário passar pela morte para poder reviver”.

O que a suástica representa está além do corpo e da matéria, a cruz gamada nom representa um plano meramente físico, mas sim o plano espiritual, a Suástica é o lume e a força interna, a força do homem, mas o impulso, a potência para a superaçom de si, para a criaçom do novo homem. As palavras do filósofo germano Nietzsche figuram isso perfeitamente:

“O Homem é umha corda, atada entre o animal e o Sobre-Homem – umha corda sobre o abismo”.

“O que é grande no Homem, é que ele é umha ponte e nom um fim: o que pode ser amado no Homem, é que ele é um passar e um sucumbir”.

Nietzshe diz que o Homem deve ser superado, é umha superaçom de si, algo pessoal, apenas o individuo consegue mudar a si próprio, e a Suástica também representa essa procura pela excelência.

A Suástica é o culto à beleza da raça e da humanidade, um culto à Natureza divina e sua criaçom. É a fé no Homem e fé na sua superaçom e sua excelência.

A idéia Nacional-Socialista do Triunfo da Vontade consiste na habilidade pessoal que nós, como humanos, temos de mudarmos a nós mesmos para melhor, umha revoluçom pessoal, umha superaçom de si, algo individual, do qual apenas nós somos responsáveis, e depois de mudarmos o ambiente e ajudarmos as pessoas ao nosso redor a fazerem o mesmo, superare e melhorare.

Foi essa transformaçom positiva que Adolf Hitler fixo na construçom do primeiro Reich Nacional-Socialista, ou III Reich Germano. Hitler com a confiança e apoio de toda a naçom, de todo o povo fazer essa reforma espiritual, essa reforma absolutamente positiva no seu ambiente. Adolf Hitler representou a derradeira rebeliom do homem contra o império do egoísmo e o poder do dinheiro, e estes derradeiros concluíram a sua missom ao destruir, ou tentar destruir o que o eterno Führer construiu com o Triunfo da Vontade. O Triunfo da Vontade, Adolf Hitler, o Reich Nacional-Socialista SOM a Suástica, som demonstraçons concretas do poder e da força da Suástica ao despertar a essência da alma e de despertar a sua procura pola excelência.

Umha nova sociedade e um novo Império, algo que o mundo nunca tivera presenciado, onde os princípios fundamentais de Honra comandaram e se manifestaram na alma de todo um povo, algo que Hitler fixo só, essa foi a demonstraçom do Triunfo da Vontade pessoal, de ter-se superado e depois de ter feito o seu povo, a sua raça, a sua estirpe também se superarem. Isso é a Suástica. Instituiçons como a Hitler Jugend e a SS som demonstraçons de toda a Honra Nacional-Socialista. Através destas duas instituiçons ele tratou de mudar as pessoas para melhor, ou de despertar a sua essência como membros dum povo e membros dumha raça. Mais umha vez a Suástica estivo presente nestas conquistas.

“Aquele que viu no Nacional-Socialismo só como um movimento político nom percebeu absolutamente nada”. -Adolf Hitler

Adolf Hitler e outros grandes homens do NSDAP sempre tentaram fazer as pessoas entenderem que a essência do Nacional-Socialismo nom é política, a essência do Nacional-Socialismo é espiritual, ela representa as Leis Naturais, como a Natureza é manifestada em nós através da raça, de que nós nom somos indivíduos isolados, nós somos parte dumha raça, dum povo, os nossos atos nom afetam apenas nós isoladamente, e sim todo o nosso ambiente como um todo. O indivíduo é parte dum todo. Ao ajudarmos o nosso povo estamo-nos a ajudar a nós mesmos. Devemos servir o nosso povo, quando o nosso povo estiver livre, nós, como parte dele, também estaremos. Ao nos separarmos dele e nos considerarmos indivíduos sem valores supremos, nós estamos traindo a nossa raça, estamos sendo egoístas, estamos abandonando valores que som maiores do que nós. E o Nacional-Socialismo cre que o nosso povo é maior que nós separadamente, o Nacional-Socialismo manifesta os valores supremos, isto é, que estam por riba de nós.

“O Nacional-Socialismo está ligado a sua Cosmovisom (Weltanschauung). Ele existe para ela e desaparecerá com ela”. - Alfred Rosenberg

O Nacional-Socialismo é umha Cosmovisom por riba de tudo. A política é umha conseqüência, a política é umha maneira de aplicarmos através do Estado, dum governo, esta Cosmovisom que inclui os seus princípios e os seus valores. É infantil colocar o Nacional-Socialismo como umha simples visom política anti-marxista, anti-capitalista, pois o N-S nom é um conjunto de “contras” e sim umha Cosmovisom, umha doutrina, um corpo de idéias baseada nos princípios de Honra, Lealdade e Dever.

Tudo isso representa a manifestaçom do poder da Suástica sobre espíritos honrados.

A Suástica tem o poder de despertar o interior natural da alma Ariana, assim como a raça é umha manifestaçom exterior e física da alma. Toda raça tem a sua alma, toda raça cultiva o seu alto ideal. Isto é verdade, ao estudarmos o comportamento de cada etnia pela história e por todo o globo veremos como as açons de cada umha delas seguiram um mesmo caminho e mesmo objetivo. A raça Ariana sempre cultivou os mesmos valores, os Homens sempre colocarom os interesses do seu povo antes do seu interesse pessoal, a raça Ariana sempre entendeu a força da natureza sobre nós, sempre manifestou essa compreensom através de seus mitos e lendas. Os deuses e avatares Arianos sejam Wotan, Breogam, Odin, Ith, Kalki, Bandua ou Zeus representam os mesmos ideais, só com outros nomes, representam o arquétipo que o Ariano deve seguir, pois este é a sua essência e a sua Natureza. Os deuses som umha manifestaçom do povo e representam a sua consciência e da sua Cosmovisom, por isso estas sagas e mitos som a melhor maneira de entender a Cosmovisom Ariana. O que é curioso é que esta Cosmovisom Indo-Ariana é que ela nom é focada num indivíduo ou num pequeno grupo, é o pensamento e alma de todo um povo, é a uniom através das origens e do sangue, embora tenha sido alterada com a presença de elementos anti-arianos como a usura e o egoísmo, a Natureza racial pode e deve ser libertada e manifestada pela Suástica. A Suástica e o seu significado som originados pela força do sangue. A Suástica é um símbolo do sangue manifestado. Essa é a alma racial, é a essência, é o interior, o subconsciente, e isso manifesta-se fisicamente através da raça. Isso a suástica deve despertar, ela pode, ela foi criada para isso, ela é a demonstraçom simbólica de todo o poder e a força espiritual, ela se manifestou inúmeras vezes durante a história e tivo o seu auge durante a criaçom do Reich Nacional-Socialista, mas ela deve ressurgir.

Hoje as naçons Arianas estam literalmente ocupadas pelas forças sionistas, pelo egoísmo, pelo poder do dinheiro e estas forças negativas usam de todos os artifícios, desonrados e imorais para deturparem o significado espiritual da Suástica e a sua força altamente positiva e criativa sobre as pessoas. Marginalizaram o nosso símbolo e tentara-no destruir de todas as maneiras, mas a opressom há de rematar, e só a antiga runa, o antigo sinal que tem a sua base no sangue e na alma pode combater a tirania.

Mjollnir – O Martelo de Thor

“Salve Thor! Deus do Trovom! Defensor de Asgard e Midgard.
Dote-nos com coragem e ajude-nos na luita
Contra os inimigos de nossa fé, família e povo.
Corajoso Thor!
Guerreiro entre os deuses e firme em lealdade e fidelidade.
Proteja-nos e nos encoraje com a força
Do seu poderoso e invencível martelo.
Talvez tudo seja como você queira
E todo o nosso povo fique com você como você ficou conosco.
Talvez força e Honra esteja com você e sempre com nosso povo”.


Aqui citamos um anaco do livro “Deuses e Mitos do Norte da Europa”, de autoria de H.R. Ellis Davidson:

“Parece realmente que o poder do deus do trovom, simbolizado polo seu martelo, estendia-se por tudo o que tinha a ver com o bem-estar da comunidade. Ele cobria o nascimento, casamento, morte e cerimônias funerárias e de cremaçom, e os juramentos feitos pelos homens. A famosa arma de Thor nom era só o símbolo do poder destrutivo da tempestade e do lume do céu, também umha proteçom contra as forças do mal e da violência. Sem ela, Asgard nom poderia ser mais atingida pelos gigantes e os homens contavam com ela também para lhes dar segurança e garantir a regra da lei”.

A antiga tradiçom do martelo dos juízes da corte que estabelece a ordem também vem dos antigos povos europeus ao usarem o Mjollnir para comandarem umha sociedade justa, para proteger o povo. A Suástica.

Paga a pena lembrar um mito germânico que envolve Thor e o Mjollnir. Na sua pescaria, Thor ao ser atacado pela maligna serpe de Midgard ergue o seu martelo e destrue-a. Se fizermos umha analogia por um ponto de vista Nacional-Socialista, a serpente representa o poder do dinheiro e do sionismo e da supremacia judaica, e o Mjollnir representa a Suástica que combate a usura e o inimigo dos povos.

Isso foi só um exemplo da idéia do inconsciente coletivo de Carl G. Jung, é a presença que está obviamente além de nossa atual consciência, mas que se manifesta involuntariamente. Assim como um dos fenômenos do nosso Führer espiritual Adolf Hitler foi ele ser, pessoalmente, a manifestaçom do subconsciente, do inconsciente, dos desejos e aspiraçons mais fundos, mais intensos, mais reais, mais humanos de toda umha raça. Adolf Hitler é o arquétipo, é a manifestaçom física e pessoal da raça ariana. Assim como a Suástica também o é, mas dumha forma simbólica. Ele e ela, Adolf Hitler e a Suástica, som sinônimos, som o mesmo conjunto cósmico, o mesmo ser, que é a essência racial que é a alma Ariana. Por isso ambos tem esse poder e o fizeram nos anos 30, despertaram esse subconsciente coletivo, que nada mais é do que a alma racial Ariana com outro nome. E ambos som o poder da Suástica manifestada espiritualmente e fisicamente sobre os Homens e que ela desperta algo forte, verdadeiro e interior.

Por isso e mais, ao aceitarmos e compreendermos o significado e sabedoria da Suástica, nós devemos entender, ou pelo menos procurarmos e nos esforçarmos para entendermos a verdade proibida pelos atuais governos, do que é a verdade sobre o Nacional-Socialismo e sua essência absolutamente positiva, sobre sua Cosmovisom, sobre o Triunfo da Vontade. Nós devemos esquecer, ignorar toda a lavagem cerebral da mídia e do poder sionista manifestado que há mais de 70 anos vem destruindo e corrompendo o que há de melhor, de saudável, de humano no Nacional-Socialismo. Só a verdade liberta, conhecer a verdade é umha tarefa individual, de esforço pessoal. A ignorância é reconfortante, mas nós devemos escolher o nosso caminho. O caminho natural da raça Ariana pela sua Natureza como vem sido demonstrado durante a história é o caminho da verdade, da Honra, da Lealdade e do Dever. O escritor e inglês H.S. Chamberlain escreveu no seu Arische Weltanschauung (Cosmovisom Ariana): “Eu dixem noutra ocasiom: ser ‘Ariano’ nom é o ponto, nos tornarmos ‘Arianos’ é o que importa”. E cito mais umha frase:

“Nunca esqueça essa única cousa: pelo pensamento apenas, o pensamento pode ser libertado; aquele que nom tem a coragem e o poder de repensar os pensamentos da raça Ariana, é e continuará a ser um servo, nom importando a sua ancestralidade, pois ele é mentalmente prisioneiro, cego, preso à terra”.

Escolher é pessoal, ser um servo ou nom. A vida é luita. Nós devemos criar consciência da nossa situaçom atual, devemos meditar sobre os assuntos e entendermos o nosso estado, e a opressom e tirania sobre o nosso povo. A Suástica é um símbolo, ela representa isso, mas ela só nom faze nada, deve-nos despertar, comandar-nos para a vitória, para o triunfo e para a liberdade, o resto é conosco.

Há um grupo de pessoas, um grupo apenas, que controla o que nós vemos na TV, o que nós lemos, o que nós assistimos nos cinemas, o que escutamos no rádio, este mesmo grupo mantém-se unido há milhares de anos e o mais homogêneo possível, ele entende que através da sua homogeneidade ele mantera-se, tudo o que recomenda e que força às outras raças através dos meios de comunicaçom é aquilo que nom aceita e nom permite para si, porque sabe que irá destruí-lo por dentro.

O Homem Ariano tornou-se escravo do dinheiro e do capital. O materialismo quebrou no homem, na sociedade e na raça. O pensamento de "cada cam lambe o seu caralho" está ficando maior e vai aumentar até as pessoas colocarem no seu povo depois de si próprias. O tempo em que nós éramos partes duhma raça e nom só indivíduos existiu, existiu durante milhares de anos, este tempo construiu impérios, deu luz a civilizaçons, deu luz à vida e a justiça. Este tempo foi real, e nós devemos recriá-lo.

O dinheiro tornou-se ideal moral, religiom, a meta final dos povos, o valor superior que antes era a nossa comunidade, estirpe, clam, reduziu-se ao egoísmo. Nós identificavamos-nos com os nossos companheiros, trabalhava-mos juntos, tinhamos os mesmos valores, nós éramos realmente um povo. Isso é um valor superior, algo que está além de nós, assim como o herói é aquele que luita e morre por algo maior do que ele próprio.



A Suástica é o nosso sangue que é a criaçom, a herança a esperança dum novo futuro.

A chama da raça Ariana e da liberdade começou-se a apagar quando o homem rendeu-se ao egoísmo, esqueceu-se das suas origens, do seu povo, parou de amar aqueles que som responsáveis polo que somos hoje. O dinheiro, e nom o triunfo, tornou-se a sua meta principal na vida.

A Suástica tem a sua base no sangue, a Suástica tem a sua origem como o primeiro símbolo da humanidade e ela mantêm-se ainda hoje, muito mais fraca do que antes, e pode apagar. O que apaga junto é a nossa história, as nossas conquistas, as nossas criaçons

Nós estamos encarando um problema novo, enquanto crises políticas, sociais e econômicas podem ser resolvidas, o fim dumha raça nom. A raça Ariana extinguiu-se no antigo Egito, no antigo Oriente Médio, na antiga Índia e agora a extinçom chegou ao berço: a Europa. Com a extinçom a raça nunca será refeita, a maior raça que pisou e que marchou sobre a terra está enfrentando o seu fim, a dominaçom e a escravitude estam caindo sobre o nosso povo. É hora de tomarmos umha atitude. Devemo-nos entender e valorizar o legado dos nossos antergos, este legado, esta herança está presente em nós, nós nom devemos destruí-lo, devemos resistir e nos revoltarmos contra a tirania.

Os grandes Homens som um produto do povo Ariano, estes grandes Homens e as suas conquistas nom morrem nunca, som imortais, assim como os bons espíritos. Estes Homens som parte do legado do nosso povo e som parte de nós. A base da nossa existência é a herança dos nossos antergos e nós somos partes deles como os nossos filhos seram parte de nós. Sangue do nosso sangue. E assim o legado deve-se perpetuar, porque este é sagrado.

A bandeira vermelha, branca e negra deve ser hasteada novamente. A Suástica despertará algo interior e mais forte do que o nosso corpo e a nossa mente, ela despertará algo além da existência física e material, despertará a nossa alma e a nossa essência! A Suástica salvara-nos da extinçom, da opressom e da tirania. Mostrara-se a verdade, será a luz, o Sol, a criaçom e a vida, enquanto a raça Ariana sobreviver, a força da Suástica viverá, pois ela é mais forte que todo! Ela desperta exteriormente nossa Natureza porque ela é a Natureza! A Suástica é o lume para a vitória e para a glória!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Poema Anti-Marxista de Risco e Pedraio em Alemám



É nova estes días a recuperaçom dum poema escrito em alemán, da autoria conjunta de Vicente Risco e Outeiro Pedraio. O original conserva-se em perfeito estado pois trata-se dumha carta dirigida a Isidro Parga Pondal ilustre geólogo e literato galego, que hoje reca-la no arquivo do Instituto homónimo, polo que também disponhe-mos do sobre original assim como um esboço do punheiro e letra de Vicente Risco e Ramom Otero Pedraio cando contaban con 51 e 48 anos, respectivamente, o que multiplica o valor do achádego. Estaapoesia inédita e en alemán dos ilustres autores galegos Ramon Outeiro Pedraio e Vicente Risco foi escrita durante umha excursom polo Monte Pindo feita com o mítico Seminário de Estudos Galegosno mes de Junho de 1936.

A interpretaçom sobor a referência ao marxismo, dende os cúmios sagrados do monte Pindo, da mam de dous intelectuais reconhecidos como Anti-Marxistas, já afastados do novo Partido Galeguista e vencelhados à Direita Galeguista, serám presa para os manipuladores do galeguismo histórico.





ORIGINAL EM ALEMÁM
TRADUÇOM AO GALEGO
Auf diesem Berg, des Himmels Nachbar
Wo Professor Parga-Pondal
Wie die Walkirien rollt und sang,
die härte Zähnen des Granits
bissen den Körper hungerlich
und nur die Seele frei nud lebend
wie Schmetterling tauzt und fliegt.
Ju ferne der Ozean allein,
in Himmel nur die Wolken wandern
Wenn ins Gehirn der Marxismus lebt
und das Zukunft derc Meuschheit webt,
Aber wenn Nacht unf Gestirne singen
Must der Marxismus auch verschwinden.
Aqui estamos, sobor estes altos cumios, vizinhos do Ceu
onde o Profesor Parga Pondal
como as Walkirias corre e canta
Mentres, os duros dentes do granito mordem,
famentos, os nossos corpos,
deixando só ceive e viva a alma
que dança e voa qual Bolboreta.
Na lonjania a soidade do océano,
as nuves viaxeiras, cruçando o ceu.
No nosso cerebro o Marxismo aninha,
tecendo o futuro da Humanidade.
Mais em chegando a noite, com o canto das estrelas,
até o Marxismo tem de acougar co solpor.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Fundamentos econômicos do Nacional-Socialismo



Para a grande mídia, os aspeitos históricos relacionados com o Nacional-Socialismo, concentram-se invariavelmente às questons raciais e imperiais. Dificilmente temos oportunidade de conhecer as idéias econômicas, sociais e culturais deste movimento político.

No seu livro Luita contra as Altas Finanças, o engenheiro Gottfried Feder delineou a via dorsal econômica do Nacional-Socialismo. Nesta época de crise financeira mundial, a obra de Feder ganha novamente a atençom dentro dos debates para concepçom dumha nova ordem econômica mundial.

Para que o mundo poida desenvolver-se de maneira saudável economicamente, é necessário rachar com a escravitude dos juros. A obra de Feder revela outra via econômica, com notório sucesso nos poucos anos em que foi aplicada. Como pequena contribuiçom teórica, apresentamos a seguir um extrato da obra Luita contra as Altas Finanças, página 301.


"Estamos a luitar contra dinastias financeiras, luitamos contra a plutocracia. O mundo pode escolher: ou todo o poder ao capital, ou a vitória do trabalho." - Adolf Hitler

Aspeitos fundamentais sobor a política econômica Nacional-Socialista

1. Missom e sentido da economia

A economia popular tem na sua totalidade a tarefa, em primeira linha, de suprir as três necessidades básicas de todos os cidadans – alimentaçom, moradia e vestuário – e, além disso, satisfazer todas as necessidades culturais e de característica civilizatória segundo padrom dos respectivos níveis tecnológicos e das relaçons salariais. A economia na sua totalidade é umha ligaçom a serviço de todo organismo popular, ela é na melhor das hipóteses um serviço ao povo para a grandeza e bem-estar da naçom.

A economia dum povo nom é um objetivo em si, ela nom existe para enriquecer alguns líderes econômicos ao custo dos seus funcionários públicos, empregados e trabalhadores, muito menos ela existe para servir como objeto de exploraçom das Altas Finanças internacionais.


2. Formas de Economia

Existem três possibilidades para conduzir a economia:
a. Livre economia sem qualquer compromisso (liberal-capitalista)

b. Imobilizada e rígida economia planificada (marxista coletivista)

c. Verdadeira economia popular estruturada (universal nacional-socialista)

A forma de economia capitalista totalmente descompromissada leva sempre à umha grande distância entre pobres e ricos, ela produz métodos exploratórios que levam à despersonalizaçom e vulgarizaçom de toda economia, e libertam luitas econômicas contínuas, as quais o próprio Estado tem que observar passivamente. A rígida forma econômica planificada marxista de socializaçom dos meios de produçom leva ao desligamento dos poderosos fatores econômicos, da personalidade criativa. Tal economia cauteriza e afunda em seu produto interno.

Somente a economia Nacional-Socialista dividida organicamente, que livra o caminho da exploraçom capitalista e igualitarismo marxista, abrindo novamente as portas para a personalidade criativa, e pode-se tornar, sob cuidadosa conduçom estatal, umha fonte de real bem-estar para a comunidade do povo.

A divisom de classes em patrons e empregados deve ser superada através do lema Nacional-Socialista:
Operários da testa e do punho, unide-vos!
Somente assim cada um pode produzir no seu posto de trabalho o melhor para seu povo, e com isso para si mesmo.

3. Estado e economia

Na era liberalista, as lideranças econômicas orgânicas foram eliminadas, e desenvolveu-se umha luita selvagem polo poder entre Estado e Economia.

Esta luita polo poder pode contemporizar dous acontecimentos: ou vencem os interesses puramente material-capitalistas sobor o Estado e com isso sobor a populaçom (escravitude dos juros), ou os poderosos da política tomam para si todo o aparelho econômico (socializam-no), entom todo o Estado transforma-se num maquinário econômico e submerge ao patamar dum instituto de trabalho compulsório, como na Rússia.

O Nacional-Socialismo coloca o Estado necessariamente antes da economia, pois o Estado como representante, como guardiam do poder, honra e imagem da Naçom, como defensor do Reich nom pode ele próprio atuar na economia produtiva, pois ele seria impelido no jogo de interesses dos diferentes ramos econômicos e nom poderia mais que coidar livremente do bem-estar geral.

Por isso resulta desta relaçom entre Estado e Economia:


a. O direito supervisor do Estado sobre a economia

b. O direito de intervençom estatal através de medidas policiais, administrativas e tributárias, caso o interesse do país assim o exija.


4. Fundamentos da economia

O trabalho criativo, produtivo, o trabalho da testa e punho, é o fundamento de toda economia. Ele, o trabalho, merece o primeiro lugar, o lugar de honra em toda a economia. Patrimônio, propriedade, posse, lucro de bens materiais de todos os tipos, dinheiro, capital, consumidores, fábricas, meios de produçom, máquinas, sim, mesmo o campo e as cidades som froitos do trabalho produtivo. A tarefa primordial do futuro Estado será a proteçom da personalidade criativa e a proteçom da força de trabalho diante da exploraçom. Todo trabalho é merecedor da sua remuneraçom, e todo trabalho deve render umha receita justa. Disto resulta que as receitas originárias do trabalho aplicado e capaz, sejam os solos cultiváveis, sejam as ferramentas e bens, som transferidas para a livre propriedade e patrimônio daquele que produz e ele é protegido através da lei e da justiça. Por isso vale para a lei de direito autoral:


O Nacional-Socialismo reconhece fundamentalmente a propriedade privada e a coloca sob proteçom do Estado.


Ele prende, porém, o direito de propriedade ao dever moral em relaçom à comunidade.

O Nacional-Socialismo reconhece também o direito de herança, pois para ele a família é a célula mais importante da naçom.

O direito à remuneraçom do trabalho nom deve ser concebido de tal modo, que seja impossível, nalgum momento, o preço de venda dum produto transformar-se na base do salário. Nos preços (preços de venda) dos produtos devem conter todas as parcelas referentes a matéria-prima, modernizaçom e depreciaçom das máquinas, fazenda, trabalhos auxiliares, direçom comercial e técnica, instalaçons sociais e sanitárias, mais além para educaçom e crianças, assistência previdenciária e de saúde, para instalaçons estatais para viabilizaçom e segurança da produçom, dos direitos, dos contratos comerciais, sim, também da produçom nacional através da polícia e do exército etc.

Junto a esta forma mais conhecida de propriedade privada, é possível também a propriedade coletiva na forma de propriedades estatais e municipais ou propriedades de pessoas jurídicas segundo o direito civil etc. Ao contrário dos sistemas capitalistas e marxistas, o Estado Nacional-Socialista possibilitará a todas forças produtivas alcançar a sua propriedade.

No Estado Nacional-Socialista, os operários desprovidos de posses devem conseguir conquistar as suas propriedades através da aplicaçom e capacidade. Eles devem perceber que som cidadans com plenos direitos e co-proprietários de toda produçom nacional.


5. Trabalho e Capital

O capitalismo resultou na total submissom do trabalho, a sua exploraçom, e o faz preso aos juros. Com isso, ele inverteu totalmente a relaçom saudável e natural entre trabalho e capital (dinheiro). A situaçom atual do país, das cidades, na economia, mostra as terríveis conseqüências deste prejudicial, sim, mortal desenvolvimento. O Nacional-Socialismo chama essa situaçom de: Escravitude dos Juros.

O despotismo do capital de empréstimo nom se satisfaz mais com simples formas de empréstimo, há muito tempo ele criou através do anonimato (transformaçom das empresas em sociedades anônimas) as personalidades criativas para a melhor parte das suas possibilidades de atuaçom, e transformou a economia da sua funçom original de atender as necessidades, para umha posiçom de puro lucro. Além disso, o capital financeiro conseguiu também transformar a conduta financeira do poder público para o diabólico sistema de Títulos (leia-se: endividar-se) e, em proporçons mundiais, os horríveis tratados entre a Alemanha e os aliados (Tratado de Versailles, Pacto de Dawes e Plano Young) a realizaçom plena do domínio através dos juros das altas finanças sobor o trabalho germano.

O rachar da escravitude dos juros é a maior e mais significativa tarefa político-econômica, que o Estado Nacional-Socialista tem para resolver. Ele é a pré-condiçom para o restabelecimento da saúde econômica. Pormenores sobor as medidas almejadas pelo NSDAP estam suficientemente descritas nas publicaçons oficiais do partido.

No período de transiçom, o Estado Nacional-Socialista utilizara-se de forma consciente ao seu direito de criar dinheiro para o financiamento das grandes tarefas públicas e a construçom de moradias dentro das minhas conhecidas propostas (banco econômico e habitacional etc).


6. Economia popular orgânica

A construçom econômica Nacional-Socialista: a economia é umha ligaçom artificial. As atuais interligaçons existentes (operários, empregados, funcionários públicos, empresários, sindicatos) levam à divisom da economia em diversos grupos de interesse, onde alguns estam em luita aberta ou oculta contra outros.

A autêntica e verdadeira economia deseja a dissoluçom destas interligaçons inorgânicas, e quer a uniom de patrons e empregados dos diferentes ramos da economia dentro dumha divisom segundo as profissons.

O Estado Nacional-Socialista considera como umha das suas mais importantes missons, a superaçom das relaçons entre patrons e empregados envolvidas na atmosfera envelenada da luita de classes e presunçom de castas, e colocar todos aqueles envoltos no processo produtivo em fidelidade e responsabilidade perante o objetivo comum do trabalho nacional.

Sob concessom de amplas administraçons próprias, os conselhos profissionais procederam com a regulamentaçom das relaçons salariais e de férias; eles atuaram principalmente também para o restabelecimento da honra trabalhista e regulamentaram todas condiçons pessoais dos funcionários e dirigentes nas empresas. Estes conselhos profissionais reuniram-se em associaçons municipais, regionais e estaduais, e marcaram presença num departamento central do Reich.

Junto a estas câmaras profissionais para regulamentaçom das relaçons pessoais, as câmaras econômicas aparecem como novidade na vida econômica, formada de pessoas independentes, totalmente desinteressadas na economia em si e/ou dos homens que ali atuam. As câmaras econômicas tenhem a funçom de verificar o significado de cada um dos ramos de atividade trabalhista, para controlar no sentido e a serviço do interesse da coletividade.

Umha tarefa muito importante destas câmaras econômicas é a manutençom do mercado interno e a atenta supervisom do comércio exterior.

As câmaras econômicas são reunidas no Conselho Econômico do Reich, que preserva o interesse geral de toda a Naçom perante desejos especiais e interesses de alguns ramos de atividade econômica.
Exemplo:

Nos anos 1925-1930 a indústria têxtil da Saxônia viveu umha extraordinária conjuntura através da moda das meias-calças femininas, que foram exportadas para todo o mundo. Ao mesmo tempo, os industriais germanos de máquinas têxteis ofereceram por todo o mundo seus teares. Cada umha das máquinas vendidas no estrangeiro significa concorrência para a indústria têxtil germana, desemprego, fome e miséria. As câmaras econômicas do Terceiro Reich teram a missom de impossibilitar tal concorrência, impedindo a exportaçom dos teares que tomaram o pam do trabalhador germano. Um exemplo moderno em grande estilo som os contratos com a Rússia soviética que foram fechados com a indústria germana, iniciando entom umha terrível luta concorrencial contra a economia germana.
7. Política comercial

O fundamento da política Nacional-Socialista de comércio exterior é:
Todos os produtos que poidam crescer ou ser produzidos na Germânia, nom devem ser obtidos no estrangeiro. Isso significa proteçom da economia germana nas cidades e no campo diante da concorrência estrangeira.
Se hoje a Germânia importa cerca de 4.000 milhons em alimentos do estrangeiro (trigo, cevada, frutas, legumes, manteiga, ovos, queijo, carne etc), isso significa miséria e necessidade na agricultura germana, desemprego e eterna sangria dos recursos nacionais germanos (Exemplo: a importaçom de carne congelada). Da mesma maneira é inconcebível que mais de 2.000 em produtos manufaturados (vestiário, máquinas, automóveis, metal etc) tenham sido importados do estrangeiro pola Germânia. Um germano que compra um automóvel caro do estrangeiro, paga com isso arredor de 3.000 RM em Salários aos trabalhadores estrangeiros. Os trabalhadores germanos, que podem fazer a mesma cousa, tornam-se desempregados, e os contribuintes germanos tenhem que pagar ainda 2.000 RM pelos auxílios desemprego e sociais por cada carro vendido. Proibindo a importaçom de cada produto estrangeiro supérfluo nom significa de forma algumha a rejeiçom tola e inexeqüível contra o estrangeiro e o comércio mundial, pois da mesma forma que o estrangeiro necessita ainda por muitos anos dos produtos germanos manufaturados de alta qualidade, nós precisamos urgentemente de matéria-prima, vital para nossa indústria de transformaçom: algodom, lã, cobre, peles, óleos minerais, minério de ferro etc.

8. Medidas transitórias

Eliminaçom do desemprego.

O Nacional-Socialismo atopará ao tomar o poder político umha situaçom terrível da economia germana. Um exército de cinco milhons de desempregados exige a sua reintegraçom no processo produtivo, as finanças estatais estam destruídas, Estado e economia totalmente endividados, a arrecadaçom fiscal e o poder aquisitivo da populaçom paralisados, os cofres públicos valeiros, agricultura, indústria, comércio e serviços estam falindo. Além disso reina um sistema de irresponsabilidade, corrupçom e economia assistencialista dos partidos políticos, e o espírito está contaminado pela idéia da luita de classes. É imperativo prosseguir cumha gigantesca limpeza e educaçom.

Criar trabalho e pam.

A introduçom do trabalho compulsório irá libertar primeiramente medio milhom de cidadans germanos da maldiçom do desemprego. A necessária desmontagem da legislaçom dos aluguéis acontecerá na forma, onde os mutuários da casa própria presos aos juros seram aliviados em pelo menos metade das suas contribuiçons junto ao fisco, caso eles apresentem os recibos das reformas das suas propriedades na monta correspondente aos descontos fiscais recebidos. Centenas de milhares teriam alimentaçom e centenas de milhares seriam colocados novamente no ciclo econômico virtuoso.

Junto a isso, o setor da construçom será fomentado através do incentivo à construçom popular através da disposiçom de crédito barato (sem juros), segundo as minhas propostas para constituiçom de bancos sociais para a construçom e voltados à economia popular.

Sob pressom estatal é conduzida umha ampla restriçom das importaçons e o direcionamento da procura no mercado interno. O setor agrícola estará em condiçons, impreterivelmente através da reduçom dos juros, refinanciamento das dívidas, reduçom dos impostos e disposiçom de crédito barato, em condiçons de produzir e abastecer o mercado germano com ovos, froitas, legumes, carne, manteiga etc. Deve ser possível alcançar a marca de 2 bilhons de excedentes em gêneros alimentícios através de produçom própria. Isso iria permitir a reintegraçom de pelo menos 1 milhom de desempregados ao setor produtivo. O mesmo objetivo é alcançado através da supressom das importaçons de produtos manufaturados do estrangeiro para o mercado interno alemam. E novamente centenas de milhares encontraram trabalho na economia revigorada. No setor político-financeiro, os maiores impulsos e retirada da carga tributária viram com a reduçom dos juros, resultado em primeira instância da estatizaçom do Reichsbank e dos demais bancos emissores de papel-moeda.

A estatizaçom do crédito real e a conversom das notas promissórias emitidas com elevadas taxas de juros ocasionará umha espetacular revigoraçom do mercado imobiliário e da construçom civil.

A estatizaçom e supervisom dos grandes bancos por parte do governo levará à umha simplificaçom e soluçom doutros gargalos econômicos de seu endividamento com altas taxas de juros.

A estatizaçom das concessionárias de energia elétrica levará a umha enorme e importante reduçom dos preços das tarifas de energia e terá efeito sobre toda a cadeia produtiva.

Junto a estas medidas que significam a reativaçom do mercado interno, aparecem as grandes metas da política externa que apenas citamos a seguir:

A supressom da tributaçom do plano Young, aumento de nossa área econômica através de acordos aduaneiros etc. Umha vigorosa política de alianças possibilitará o reerguimento sustentável do Estado germano baseado no trabalho eficiente, o qual, longe de objetivos imperialistas, terá como seu único objetivo assegurar à populaçom germana trabalho e pam em liberdade e honra.

domingo, 23 de outubro de 2011

O mito da igualdade



“A pior forma de injustiça é tentar tornar iguais cousas desiguais” – Aristóteles

Toda sociedade estrutura-se ao redor de Mitos fundadores. Mito nom é, como pressupom o vulgar vernáculo racionalista, sinônimo de ‘mentira’. Nom é umha ‘mentira’ porque nom é umha narrativa dum fato histórico, e nom sendo narrativa dum fato histórico nom pode ser dito nem ‘verdadeiro’, nem ‘falso’, a partires duma perspectiva historicista.

Um Mito é um continente (no sentido dumha forma que contém um conteúdo, nom no sentido geográfico, obviamente…) de relaçons entre entes, dotado de máxima significaçom por umha valoraçom realizada pela Vontade dum Povo. Um Mito é umha representaçom simbólica do impulso fundador e condutor dumha sociedade, justificando o surgimento daquela sociedade e estabelecendo todas as pautas culturais, as quais a mesma deverá obedecer no seu desenvolvimento.

O fato de nom ser umha narrativa dum fato histórico, porém, nom isenta um Mito de ser objeto de um juízo de ‘verdade’. Apenas altera o âmbito no qual tal juízo deve ser realizado. A ‘verdade’ dum Mito está contida na sua capacidade de ‘afirmar a Vida’ do Povo no seio do qual ele surgiu, ou seja, de promover a expansom e fortalecimento das potencialidades criativas dum Povo e da sua vitalidade. Um Mito incapaz de afirmar a Vida, ou que faça o contrário, é necessariamente auto-contraditório e, portanto, falso.

O Mito, portanto, para ser válido deve ser eminentemente realista enquanto Idéia. A negaçom das verdades existenciais eternas do Homem, dos seus fundamentos existenciais, constitui propriamente ‘negaçom da Vida’ e já identifica intuitivamente um Mito como absolutamente falso.

Um Mito é umha realidade simbólica eternamente presente em todas as sociedades, independentemente do seu ‘nível tecnológico’, do seu ‘progresso material’, ou do seu posicionamento fronte à religiosidade. Existirá tanto em tribos primitivas e supersticiosas quanto em sociedades cientificistas e atéias. Entre os muitos Mitos que ocupam umha posiçom central nas sociedades ocidentais modernas, o principal e o mais nefasto de todos é o Mito da Igualdade.

Nenhum outro Mito é mais fanaticamente defendido, e nenhum pode ser tam ridiculamente falso e prejudicial às sociedades nas quais ele virulentamente se instala, como este. Esse Mito pode ser formulado de duas maneiras. Ou ‘todos os Homens som iguais’, ou entom, ‘todos os Homens nom som iguais, mas deviam ser.’ A primeira é simplesmente umha formulaçom míope e savagem, a segunda é umha formulaçom covarde dos que, tendo sido forçados a reconhecer a surrealidade da crença na Igualdade, tentam salvar o Mito transplantando-o retoricamente para o âmbito do ‘dever-ser’.

Esse afastamento metafísico da Igualdade, que constitui verdadeira sacralizaçom, possui o interessante condom de nos revelar as autênticas origens desse curioso Mito. Tendo sido apresentado ‘filosoficamente’ ao Ocidente por meio da tradiçom iluminista, a qual supostamente devia ser superior à tradiçom medieval por ser ‘racionalista’ e ‘atéia’, o Mito de Igualdade parece possuir algum tipo de ‘aura de respeitabilidade’, como se o fato desse Mito se originar dumha tradiçom racionalista o tornasse ‘real’, ou ‘mais real’.

O Mito da Igualdade, desconhecido na Antiguidade, está originariamente enraizado, porém, exatamente na tradiçom teológica da cristandade medieval e som exatamente as ciências empíricas as fontes dos principais ‘embaraços’ constrangedores dos seguidores dessa teologia contemporânea. Aparentemente, os iluministas e todos os seus herdeiros simplesmente rejeitaram aquilo que há de mais acessório no Cristianismo, a crença em Deus, permanecendo profundamente supersticiosos e cristians em tudo aquilo que é filosoficamente relevante.

Constantemente, porém, nós somos colocados fronte à realidade da profunda e radical desigualdade entre todos os homens nas suas aptitudes, e com o ‘problema’ de que, inevitavelmente, haja homens mais capazes do que outros. Nom digo apenas homens capazes em certa atividade, e outros homens capazes em outras, mas sim homens absolutamente mais capazes do que muitos outros em todas as áreas. Poucos exemplos som tam simples e claros, como o da criança que consegue notas excelentes sem estudar, enquanto seu colega se esforça profundamente em seus estudos conseguindo no máximo apenas resultados medianos.

Como subterfúgio covarde, os igualitaristas entom som obrigados a recorrer a umha variaçom da ‘igualdade metafísica’ da teologia cristia. Segundo a teologia cristia, os homens som ‘iguais diante de Deus’, possuem exatamente ‘almas idênticas’, e, portanto, todas as diferenças entre os homens som apenas contingentes, relativas e efêmeras. Os homens seriam iguais no Paraíso, na Eternidade. Analogamente, os igualitaristas que reconhecem a desigualdade natural entre os homens, afirmam que pola sua vez existe algum nebuloso tipo de ‘igualdade moral’, que reside nalgum ‘plano abstrato’ e, por isso, os homens deveam ser ‘tratados’ com igualdade, formulaçons metafísicas estas que eles som incapazes de explicar e justificar. Em verdade, dificilmente alguém verá um (pseudo) filósofo ou pensador igualitário até mesmo se dispor a justificar as suas crenças.

Nem Rousseau, nem qualquer dos iluministas fizeram algo similar, para além de balbuciarem algumas semi-explicaçons insatisfatórias. Em geral, tais justificativas tentam se apoiar na noçom dumha ‘Razom’ como facultade abstrata e universal. Ocorre que a tal ‘Razom’ como facultade abstrata tampouco existe. O que existe é a ‘Razom’ como instrumento cognitivo prático, a qual é tam universal aos homens quanto sua ‘Altura’. Todos possuem algumha ‘Altura’. Também, todos possuem algo como umha ‘Razom’. Porém, assim como os homens possuem alturas variáveis, a qualidade desse instrumento cognitivo chamado ‘Razom’, também é absolutamente individual e variável entre os homens.

Nom há, portanto, qualquer parâmetro possível para um estabelecimento dumha Igualdade entre os homens, a nom ser recorrendo-se às superstiçons teológicas. Repetindo mais claramente: A Igualdade é umha mentira, umha farsa, um conto, umha trapalhada, umha trama. Nom possui qualquer fundamento real, jamais tivo, nem jamais poderá ter. Quem crê na ‘Igualdade’, ou está fingindo, ou simplesmente sofre de dissonância cognitiva. As sociedades modernas estam, entom, fundadas numha farsa e som, conseqüentemente, eminentemente decadentes e filosoficamente ‘más’.

A ‘Igualdade’ é umha impossibilidade ontológica. Um ente é ele mesmo por conta de suas características individuais. Eu sou ‘eu’, por conta daquilo que me diferença de tudo que é ‘nom-Eu’. Toda a multiplicidade de entes se realiza como multiplicidade pela Diferença, pela Individualidade. Assim, retirando-se os elementos individuais, a ‘Diferença’, que é o meio de alcançarmos a ‘Igualdade’, a partires do momento que tivermos dous entes idênticos, nom teremos mais dous entes, mas apenas um. Se a Diferenciaçom é o que gera a multiplicidade de entes, ou seja, aquilo a que chamamos ‘Universo’, ‘Realidade’, a desconstruçom das diferenças entre os entes só pode ser vista como umha tentativa de se engajar num processo de destruiçom do Universo.

O ‘Igualitarismo’ é umha teologia ‘Anti-Vida’, umha teologia da destruiçom. Nom possuindo base natural, ou seja, real, o Mito da Igualdade só pode se sustentar por meio da coaçom oficial do Estado, ou por meio das formas difusas de coaçom, originadas da infra-estrutura social, principalmente dos meios de comunicaçom e da educaçom. A principal demência derivada do Mito da Igualdade consiste exatamente na crença de que ‘se nom há igualdade, isso é um erro, pois deveria haver’, e agir com base nesse preceito teológico, sustentando e tentando impor a ‘Igualdade’ fronte a umha Realidade indiferente e hostil aos retardos supersticiosos dos homens.

‘Se nom há igualdade, devia haver’. Por quê? Por quê devia haver igualdade? De onde se pode retirar a legitimidade para se estabelecer como Juiz da Natureza? Nom se pode. Isso nom existe onde há qualquer tipo de reflexom autêntica. E como se pode derivar um ‘dever ser’, de um ‘nom ser’? Nom se pode. Nom há qualquer elo de necessidade, seja lógico, ontológico ou existencial, entre esses dois juízos. Inevitavelmente, a única fundaçom possível, a única fonte de legitimidade para esse juízo falso, é novamente a teologia cristiã, a superstiçom bárbara.

Se os homens possuem umha ‘essência’ igual. Se todos os homens som iguais em um plano abstrato, seja teológico, seja racional, entom se deve fazer o possível para atualizar essa potência igualitária metafísica na realidade, como se estivesse a criar um ‘Paraíso na Terra’, como se quisesse promover a materializaçom da ‘Jerusalém Celeste’. Vê-se, portanto, que o ‘Mito da Igualdade’ possui fortes características messiânicas e escatológicas, principalmente por estar intimamente associado a outro Mito, o do ‘Progresso’.

As conseqüências sociais dessa teologia anti-humana som evidentes. Todos os entes só podem ser aquilo que som, e nada mais. Sendo as diferenças entre os entes ontológicas e essenciais, qualquer tentativa de se gerar igualdade só pode ser efetuada nos entes que se diferenciam nos graus dumha mesma qualidade. Ocorre, porém, que o que é inferior em grau em uma certa característica, nom pode se elevar para além dos limites da própria capacidade. Ao contrário, o que é superior em grau, pode se rebaixar, pois já guarda consigo, a priori, todas as gradaçons que lhe som inferiores. Isso significa basicamente que todo processo de equalizaçom realiza-se exclusivamente mediante umha ‘nivelaçom por baixo’, por umha mediocrizaçom imposta ao que é superior, para que ele se aproxime do que é inferior.

Pensemos um cavalo de carreiras e um ‘burro’. Queremos torná-los iguais. ‘É injusto que o cavalo de correiras possa correr mais que o burro! O burro nom merece isso!’. Que faremos entom? Poderemos tentar ‘educar’ o burro a correr como um cavalo de correiras. Logo perceberemos, porém, que isso é impossível. O ‘burro’ poderá correr um pouco mais do que já corre, mas apenas dentro das limitaçons já contidas nas próprias potencialidades dele mesmo.

Se ao invés de nesse momento percebermos que a ‘Igualdade’ é um conto e resolvermos sabiamente que o cavalo de corrida e o ‘burro’ devem ser utilizados naquilo que cada um tem de seu, ao invés de equalizados, quisermos continuar nesse projeto igualitário demente, qual será a opçom restante? Afastas ao cavalo das carreiras. Apenas assim será conquistada a Igualdade. Parece, porém, que a maioria das pessoas crê nalgo que nom só é impossível, como também prejudicial para a sociedade. As razons para essa crença som duas apenas. A primeira é a soma do ressentimento e da inveja daqueles que enxergam a si mesmos como incapazes fronte a semelhantes mais afortunados. O desejo pola ‘Igualdade’ nesse caso nom passa de manifestaçom dum medíocre sentimento vingativo.

A segunda, o desejo por ‘Igualdade’ dos que nom som capazes, surge a partires dum auto-destrutivo senso de ‘piedade’, e dumha deficiência mental, umha ‘dissonância cognitiva’. Inevitavelmente, esse Mito levará o Ocidente à ruína. Será umha ruína merecida, porém. Restará, para os que sobrarem, a missom de construir umha nova civilizaçom sobre fundaçons mais sólidas.

sábado, 22 de outubro de 2011

Os ideais da nova geraçom



O primeiro erro de muitos conservadores da direita reacionária está em atribuir à mocidade as fatídicas condiçons atuais da ética e dos valores essenciais.

Mas as novas geraçons estám precisamente livres dessa culpa primordial, que consiste em afirmar que elas tiveram-se degenerado, apesares dumha educaçom medianamente correta e de terem conhecido formas familiares de educaçom muito mais aceitáveis que as atuais. No entanto, os jovens nom conhecem formas tradicionais de viver, por terem nascido já imersos no sistema decadente capitalista e "progressista", por mais que seus pais tenham tido ao menos certa forma de valores de disciplina, honra e/ou espiritualidade, deixaram-se levar pela propaganda do sistema e a procura do prazer como único objetivo de vida.

Tem sido péssimo o exemplo dos reacionários e a comodidade dos chamados progressistas que os conduziram à situaçom atual. A mocidade é, pois, um produto dos valores mal-educativos e do mau exemplo da sociedade "democrática", com o seu materialismo econômico por umha banda (direita) e sua infame antiética por outra (esquerda).

Umha das formas mais claras de perceber esta situaçom está no modo com que as derradeiras geraçons mudaram, desde a sua corrupçom inicial, a umha lógica decadente estabelecida. Devem-se analisar os ideais das duas derradeiras geraçons, tendo como geraçom 35 anos, que é o tempo que vai desde o nascimento até a ascensom de certa direçom na sociedade da nova mocidade já formada e medrada.

Pois bem, se tomamos a geraçom dos anos 60 e 70, percebemos que naquele momento a geraçom culpada da aceitaçom dumha decadência posterior toma a decisom comprensível de procurar umha série de novos ideais, mas fazendo-o de modo errado.

Essa geraçom toma para si ideáis como o pacificismo e a militância de esquerda
(“paz y amor y no a la guerra” era o protesto feito pelo Vietnam, mas nunca pelo Tibete), unido a umha liberdade total do sexo, a procura do prazer material (drogas, sexo, dinheiro), a luita social marxista nos seus aspectos mais estranhos (feminismo de classe, sexismo revolucionário, música para noites de sexo e orgias), o desejo de igualdade (em tudo, menos no dinheiro), ídolos que como Che, Lenon, Chaplin, rockeiros em geral ou artistas do cinema, que nada tinham a ver com o modelo pessoal humano – tratava-se, na verdade, dumha arte manchada, com a única justificativa de rachar com o clássico.

Apesares de todo o rejeitamento nosso a estes temas, deve-se admitir que essa geraçom possuía ideais – nom os teriam ainda comprovado, desconheciam o seu baleiro, levando-os sob pressom dos meios de comunicaçom, intelectuais e financeiros, triunfantes em 1945.




Por isso, aquela geraçom assumiu os seus ideais novos com paixóm autêntica, com idealismo, de forma que foram extremos em tudo. A droga tornava-se um meio político; o sexo livre era um protesto; a rebelióm universitária de 1968 levava-lhes às barricadas e pedradas. Discutia-se em salas de aula. Nós nos pegávamos por ideais nos passeios universitários, trancas e varas em todos os lares, como vivemos várias vezes. Eram ateus sinceiros, nom por dissídio, só pelo princípio de ruptura com as igrejas. Os galegos aplaudiam a Vaamonde ou a Prada (com cançons preciosas, diga-se de passagem) entre as quais jamais se falava de dinheiro ou reclamaçons econômicas, só da defesa de ser galego.

Mas certamente aquele que planta lixo, recolhe excrementos. Com a melhor ilusom, umha geraçom foi enganada pelo marxismo e pelo capitalismo mesturados, naquilo que se chamou de progressismo, tendo trabalhado e luitado por ideais que eram as sementes criadas por seus instigadores.


Assim, quando esta geraçom evolui e colheu certos poderes, aqueles jovens de Juventudes Comunistas, Comunas de orgias sexuais, Anarquistas libertários, Liga Revolucionária, Maoístas e drogados de festas, acabaram como ministros, atrizes pornôs ou funcionários do neo-capitalismo e progressistas de salóm, ocupando com paixom prefeituras e os espaços urbanos; advogados de negócios, muitos ministros e altos funcionários econômicos da Europa capitalista e maçônica atual, que antes tinham sido comunistas raivosos que levavam a imagem de Che ou Mao nas suas camisolas.

A geraçom que foi mal-educada, segundo seu ideal de “nom à autoridade”, “nom ao castigo”, “relativismo... deixar fazer” unida a seu exemplo de traiçóm de todo ideário, vendendo-se ao dinheiro e ao poder, é a mocidade atual.

E constata-mos que todos os ideais daqueles anos de 60 e 70 já nom existem mais entre eles. A droga já nom é mais a rebeldia, senom um prazer e vício. Os jovens já nom querem mais saber de nada que remeta à luita contra a autoridade. O sexo é o prazer sem mais profundidades. Som ateus por preguiça, sem ter meditado um minuto a respeito disso. A arte nom lhes é importante – nem o moderno, nem o outro. Os seus cantores prediletos nom sabem nem o que dizem (pois somente lhes interessa a dança e o ritmo alucinante). Estudam para ganhar dinheiro, nom para protestar por nada. Os jovens que trabalham, fazem-no porque nom existem outros meios (nom por luita de classe nem ideais proletários). O Che transformou-se numha marca de vestimentas. Os Rollings vendem a sua marca aos elegantes e suas cançons de protesto som empregadas em anúncios de colônias e perfumes da moda. Os militantes de partidos procuram cargos ou influências, e os que nom ganham dinheiro som tidos como perdedores.

Se um jovem pede honra e trabalho no PSOE de hoje, será como quando um monge no ano 1200 pedia pobreza ao Papa de Roma – um pobre iludido, candidato à expulsom. (Nota: Partido Socialista Obrero Español)

A nova juventude perdeu todo o ideal que nom está no dinheiro e em viver bem. Nom existem utopias nem ideais. Os mesmos que se sacrificam anos para ganhar posiçons ou ter um currículo profissional, jamais se sacrificaram por nada “dos outros”, por algo idealista.

O anti-militarismo de entóm converte-se num desentendimento total do tema, fazendo com profissionais ocupem-se de combater o Iraque ou qualquer outro alvo apontado pela OTAN. Pois para a mocidade, nada disso importa.

A mocidade atual nom é má. Simplesmente nom tem ideal, pois aquele, dos seus pais, foi um fraude. E assim, nom conhecem a outros e nem desejam conhecê-los. Sequer luitar ainda por algo.

Já nom há luta de geraçons como a que havia nos anos 70 ou 80. Hoje os jovens nem sequer brigam com os pais, pois já os passaram à procura de dinheiro.

Quando lemos alguns dos textos sobre o ideal Nacional-Socialista dos anos 30, vemos a enorme ruptura que se deu em 1935, como nom foi umha derrota militar, foi umha destruiçom dumha concepçom de mundo.

Podemos ler num texto de Carl Cerff, dirigente das Mocidades Nacional-Socialistas sobre “As nossas tarefas culturais para as horas livres da juventude”:


“De nós, partem todo tipo de sugestons para a educaçom sadia da mocidade: seja meiante a sua participaçom nos cursos organizados, realizando-os em lares convenientes, recomendando-lhes livros bons, ou por meio de jogos, concertos, cinema, teatro etc. Procuramos também – e acima de tudo – que os nossos moços e moças empreguem o seu tempo livre aprendendo a tocar um instrumento, pois nom há nada tam apropriado como a música para dar ao tempo livre um caráter elevado e grandioso para a vida. A música desperta na mocidade os sentimentos da beleza e nobreza. Na organizaçom do tempo livre para cada indivíduo, damos grande importância aos jogos de mesa, principalmente ao xadrez e outros similares, os que nom somente servem de propagaçom de valores à juventude, como também de excelente estimulante espiritual”.


Ou bem:

“Nós nos opomos àquela parcela de jovens que se separam intencionalmente, com sentimentos de inimizade, comum à vida dos adultos. Pois a mocidade deve estar incorporada ao conjunto da vida cultural germana, em ânsias culturais e os esforços que somente ela é capaz de realizar”.

Quando ouvimos falar do “Serviço Estudantil”, onde milhares de estudantes voluntários substituíram no trabalho a um labrego ou umha nai, para que estes pudessem ter umhas vocaçons extras.

Isto soa-nos como umha profecia, quando diziam sobre o sistema democrático: “A formaçom do caráter e subordinaçom da cultura individual às necessidades vitais do povo, eram conceitos desconhecidos ou rejeitados radicalmente”.

Podemos comprovar que os ideais daquela geraçom tiveram produzido resultados bem distintos dos atuais. Procuravam umha elevaçom espiritual e cultural dos jovens, nom a sua ledície por prazer, só pela ledícia de cumprir os deveres e superar-se como pessoa.

Hoje semelharia umha utopia quitar as crianças das consolas ou do computador para que passassem a gostar de teatro ou caminhar na natureza.

Luitamos para que um dia umha nova geraçom volte a procurar ideais, que lhes dê nojo a decadência e a burguesia atual dos progressistas e seu miserável egoísmo – que seja umha geraçom que procure um mundo novo: este é o grande perigo para o sistema. A nova mocidade em cada geraçom.