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sábado, 24 de dezembro de 2011

Imigraçom, arma do capitalismo

por Christian Bouchet

A denúncia mais lúcida que puidem ler, estes derradeiros meses, da política favorável à imigraçom, seguida, dende umha quarentena de anos, polos governos do estado francês, de direita ou de esquerda, nom saiu da esfera "nacionalista". Muito ao contrário, descobri-na num sitio web “de esquerda “, o do semanário Marianne.

Baixo o título “Imigraçom: por qué o empresariado sempre quer mais?” , o contribuidor anónimo da versom em linha deste jornal, nom vacila em escrever que a imigraçom é umha arma do grande empresariado para “pagar aos asalariados sempre menos” .

Esta explicaçom seria algo banal baixo a minha pluma, mas é, ao meu modo de ver, todo um acontecimento que se atope baixo a de um jornalista chamado de "esquerda". Isto demostra que alguns deles abrem os olhos por fim, ainda que seja tarde.

O mesmo artigo merece umha atenta leitura, e da-nos numerosas muniçons para o combate político diário.
Depois de ter lembrado que o presidente Pompidou reconheceu, pouco antes da sua morte, que abrira as portas da imigraçom em no estado francês a petiçom dos grandes patronos, desejosos de poder goçar dumha mam de obra numerosa, dócil e barata, ademais de reduzir os ardores reivindicativos dos trabalhadores do estado francês, entom mais sindicados que actualmente, o jornalista de Marianne exclama que “corenta anos mais tarde, nada semelha ter mudado” . E insiste no feito de que “as chamadas à imigraçom venhem sempre polo mesmo lado, e sempre polas mesmas razons”. A única diferença que sinala é que as cousas empioran e que todas as profissons estám agora concernidas, incluido aquelas que demandam longos estudos como os ingenheiros ou os informáticos.

O artigo insiste seguidamente no feito de que os informes da Comisom Europeia, do Medef ou do Business Europe (o Medef europeu) nom deixarom dende faze várias décadas de apelar à petiçom de cada vez mais imigraçom. O mesmo ocorre com o informe Attali de 2008, pedido por Nicolás Sarkozy, quem entre as 300 medidas que preconiça reclama umha aceleraçom da imigraçom.

Mais interessante ainda, o periodista de Marianne da-nos acesso a extractos do informe de finais de 2009 do Conselho de análise económica (umha estructura que informa ao Primeiro ministro em matéria económica, é dizer o seu estatuto oficial!), titulado “Imigraçom, calificaçons e mercado do trabalho” . Este informe explica primeiro que na economia, a noçom de “penúria” da mam de obra num sector de actividade determinado de trabalhadores extrangeiros nom tem sentido num período de desemprego, engadindo que o “facto de que alguns nativos rejeitam certos tipos de emprego simplesmente pode significar que os trabalhadores tenhem melhores oportunidades antes que ocupar estes empregos, e disso que os salários correspondentes deviam aumentar para que foram enchidos”. Dito claramente, umha penúria de mam de obra forma-se quando um sector oferece-nos os salários julgados suficientes para voltar-se atractivo. Neste caso, em lugar de aumentar as remuneraçons, o empresariado pom toda a sua interesse em criar umha penúria, que colmará indo a outro lugar a por umha mam de obra disposta a aceitar salarios menores. É a conclusom à qual o informe chega sem ambiguidade: “no caso do mercado do trabalho, isto significa que no sítio da imigraçom poderia-se contemplar umha subida do salário dos menos qualificados”.
Todo isto confirma-nos nas teses que defendemos neste sítio web dende faze muitos anos. Isto confirma-nos também o papel de auxiliares dos grandes empresariados das diversas organizaçons esquerdalhas e mendicantes que militam para facilitar a entrada e a acolhida dos imigrados no nosso país. Polo mesmo, isto permite-nos comprender e explicar claramente por que Sarkozy ou Besson, nesta matéria, jamais faram nada sobor o fundo – é dizer contra a imigraçom – e contentaram-se com actuar sobre a forma, por exemplo legislando sobre o burka ou denunciando a poligámia.

E quanto a nós, este artigo deve devolvernos a os nossos fundamentos: a luita contra a imigraçom e nom contra o Mundialismo, o combate contra o mal que nos roe e nom contra as suas manifestaçons accesórias. Os que nom o comprenderam e se deixaram levar na deriva islamófoba, chegaram a ser os colegas da direita, dos esquerdalhos e os mendicantes progressistas. Como esses, sejam os parvos úteis do grande capital, do Medef e do sistema Sarkozy.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

BNG, o partido anti-galaico




O BNG no canto de apoiar aos galegos apoia aos senegaleses.

O BNG da Crunha caracteriza-se por apoiar qualqueira inciativa dos imigrantes africanos.


O partido supostamente "nacionalista" ocupa-se mais dos de fora que dos galegos, cecais no futuro esperam, em base as nacionalizaçons de extrangeiros, ter umha bolsa de votos que os apoie em detrimento dos votos dos galegos.

A soluçom ao problema da imigraçom ilegal e massiva é sinxela: repatriaçom.

Devem lembrar os numerosos episódios delitivos nos que esta involucrada a comunidade africana na Crunha; mas o BNG nom se ocupa das vítimas galegas, isso seria para eles logicamente racismo. O único que realmente interessa ao BNG, é que estes africanos falem a nossa língua.

Mentres, os meios de comunicaçom agocham sempre que podem estes episódios, que no caso dos manteiros conlevam ademais infracçons administrativas no pago de impostos e seguridade social que os galegos sim pagam), e frequentes liortas e agresons à polícia municipal crunhesa.

http://mragallaecia.blogspot.com/2009/09/um-senegales-detido-em-ferrol.html

http://mragallaecia.blogspot.com/2009/07/manifestacom-de-africanos-na-corunha.html



Baixo umha apariência de mãgoa e solidariedade humanitária, o medo dos galegos a ficar como "racistas" (que é o "pecado maior da bíblia do gili-progre), há um coleitivo de gente beneficiário de ajudas sociais diversas, que entrou ilegalmente no estado e que ficam aqui porque dam mãgoa, nem mais nem menos, e por cima escraviçados pelos árabes.

O germolo de futuros problemas, dentro duns anos aqui passará o mesmo que nas cidades de Castilla, Catalunya, England, Padania, mas isso os meios nom o difundem, quando a informaçom contradize o politicamente correcto chama-se racismo.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Para os de fora o PP nom tem recurtes

Emigraçom destina 400.000 euros a integrar a imigrantes de fora da UE



A Secretaria Geral da Emigraçom fixo pública a resoluçom das subvençons concedidas a concelhos, mancomunidades e consórcios locais, para que no que fica de ano desenrolem programas e actividades encaminhados a favorecer os processos de acolhida e integraçom da povoaçom imigrante extra-comunitária residente na C.A. galega.

O Executivo galego resolve com esta listagem à convocatória realizada no passado mes de Abril, na qual fixava-se o sistema de concorrência competitiva, é dizer, a eleiçom das melhores ofertas entre todas as presentadas, segúndo o baremotécnico publicado pola Junta, ademais dos objectivos estratégicos marcados desde a própria Secretaria.

Com a finalidade de financiar parte dos programas feitos polas entidades locais destinadas à inserçom de cidadans extracomunitários, o departamento que dirige Santiago Camba invirte nesta convocatória 400.000 euros, ainda que neste ano o organismo já provou outra inversom de igual quantia para o mesmo projecto, mas destinado às ONG, o que eleva a contribuçom do Governo autonómico a esta iniciativa a uns 800.000 euros.

Beneficiados

A listagem de entidades locais beneficiadas e que publicou ontem o Diário Oficial da Galiza (DOG) inclui 47 concelhos, mancomunidades e consórcios galegos aos que Emigraçom otorga ajudas superiores aos 3.000 euros. Os mais beneficiados som os consistórios de Vigo, que percebe 30.501 euros das ajudas autonómicas seguido de Crunha com 21.449 euros. Na distáncia situam-se Compostela (13.853), o Consórcio As Marinhas (12.937), Ames (12.095), e Vilagarcia de Arousa (12.077).

De entre as 14 entidades locais que superam os 9.000 euros recebidos, na província de Crunha encontram-se seis-Ames, Ribeira, Santiago, Arteijo, Betanços, e a capital provincial-; quatro na demarcaçom de Ponte Vedra, -Vila-Garcia de Arousa, Marim, Vigo e Lalim-; dous em Lugo, -o Consórcio As Marinhas e o próprio concelho lucense-; e outros dous na província de Ourense, concretamente em Ginço da Límia e Verim.