sábado, 1 de dezembro de 2012

CC.AA Catalana VS. Reino da Espanha

Como bem o explicava um camarada, o tema "CCAA Catalana VS Reino de Espanha" em realidade é um tema de nacionalismo espanhol económico contra nacionalismo catalám económico, que som os dous únicos tipos de 'patriotismo' que podem manexar os capitalistas do PP e de CiU.

O exemplo do que acontece em Catalunya deve fazer-nos pensar, fundamentalmente no que tem de consistir o Nacionalismo. Em realidade os pretendidos nacionalismos aos que este maldito tempo de injúria veu chamar periféricos, nom som outra cousa que estatalismos. O que haxa de ser umha Naçom, e polo tanto um auténtico Nacionalismo, estará referido a umha vontade natural: E isso nom soa muito, e que muito, a Volksgeist? Nom podemos ler hoje a Tönnies a falar, no lugar de vontade natural de Espírito da Naçom? É este e nom o outro o caminho do Nacionalismo.

Como deva de configurar-se o Estado é muito secundário: o básico consiste em ser umha comunidade, é dizer em o ser umha Naçom, nom no querer sé-lo. Nenhum processo de normalizaçom vai converter-nos em catalám ainda que me fagam estudar um doutorado em Filologia catalana, e de igual maneira nom serei catalám porque queira ainque que me ponha um barrufet e me saque o cartom de sócio do Barça.

Certamente existem Estados-Naçom, é dizer, naçons constituidas como estados, mas em realidade som poucos. Para chegar a isso, umha comunidade tem que dotar-se dumha associaçom. Nom soe passar, bem porque nom o prantexe, como a maior parte das tribos africanas, ou o povo cigano, ou os quechuas, bem porque nom o consiga, como Alemanha, que, a pesares da reunificaçom segue a ter grande parte da sua comunidade no estado Austriaco, a Republica Checa, França e Polónia. Doutra banda, há muitos casos nos que várias comunidades conformam um Estado. Se há um exemplo deste tipo sera a Grande Bretanha, formada por ingleses, galeses e escoceses.

Catalunya/Gothalaunia é umha naçom étnica, nom um estado-naçom. E está repartida entre as CCAA: Catalana, Valenciana, Balear, Aragonesa e presente está nos estados Andorrano e Francês.

Definir a Catalunha como Naçom está na vontade natural, e esta nom se lhe pode convocar nas eleiçons: ali a que responde é a sacralizada vontade popular (nom o decidimos nós, dize-no eles).

A Nossa tese como N-S é que estes temas tal e como se tratam estám de mais, nom vam com nós, porque o que neles se questiona nada tem a ver com o que significa o verdadeiro nacionalismo.

"2.4. O Nacional-Socialismo proclama a sua intençom de que se conceda a cada naçom o direito a formar a sua própria comunidade dentro da unidade racial de todos as naçons arianas.

7.4. Consideramos separatismo precisamente a falta de vontade de apoio entre as naçons europeias. Nom se pode considerar separatismo os desejos à autodeterminaçom das naçons europeias, mas sim o ódio, o rancor ou a falta de ajuda entre elas.

A Europa das Etnias de CEDADE"


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Galiza sem filhos

O derradeiro ano no que a taxa de nascimento na Galiza foi de mais de dous filhos por mulher foi no ano 1981, mentres que entre 1991 e 2011 só nascerom entre 0,9 e 1,1, o pior resultado da UE, que tem umha taxa de entre 1,5 e 1,6 filhos por mulher.

Esta situaçom será analisada no forum sobor a "Natalidade e velhez na Galiza", organizado polo Liceu de Estudos das Identidades do Museu do Povo Galego e que foi apresentado este mes, no Ateneo de Ponte Vedra.

Os organizadores avançam na convocatória que na Galiza dende faze mais de 20 anos morrem pessoas das que nascem, cumha média diária de 20 mortes mais.

Também apontam que nas derradeiras décadas vivirom-se etapas de bonança e recesom económicas, sem que a situaçom tivera cambiado, apesares da melhora geral dos indicadores económicos respeito aos anos 80 do século passado.

Em quanto a pirámide da idade, sinalam que no 2010 a medida de idade galega era de 44,9 anos, mentres que na UE era de 40,9 anos.

Ademais, a porcentagem de povoaçom comprendida entre os 65 e os 79 anos era na Galiza do 15,1, quando na UE era do 12,7%, mentres que os maiores de 80, eram o 6,7 na Galiza e o 4,7 no conjunto da UE.

Analisam asimesmo a taxa de dependência, que relaciona a porcentagem de maiores de 65 com a povoaçom comprendida entre 15 e 64. O estado sinala que em 2010 esta taxa era do 32,7 na Galiza por um 25,9 na UE e que, em 2020 situara-se no 39,3 e o 31,4 por cento respeitivamente.

Os organizadores do forum consideram que "tendo uns indicadores demográficos nefastos, complicados de atopar noutros países europeus, semelha que a sociedade galega nom é consciente do que isto implica para o seu futuro colectivo em todos os eidos".

MAIS BERCES E MENOS CADALEITOS!


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O Samain


Compreender nom significa entender. Compreender é integrar-se numha cosmologia que nos achega, neste caso à maior Festividade do mundo celta. Nunca compreenderemos aos nossos devanceiros senom tentamos achegarmos a eles conhecendo, integrando as suas estruturas ideológicas às nossas do século XX. Porque o passado nom existe ilhado do presente e muito menos do futuro. Samain pode ser ou nom assimilado por nós, mas seguirá existindo, porque as tradiçons nom morrem. Formam parte do Mito. E lá onde vaia o homem estará o Mito. Este artigo tentara-nos aproximar ao mistério.

Nom é doado à mentalidade  actual, esquemática e racionalista,, explicar em 1987 o que era e o que é a principal Festa do mundo céltigo: e nom só isso: materialismo, escepticismo e agnosticismo sumam-se para fazer do homem de hoje um ser desligado da sua origem e identidade e polo tanto da Natureza... e os Deuses que lhe som próprios.

Cada Deus, cada Festa sempre simboliza e simbolizará  o estado espiritual (e polo tanto, externo, traduçom do interno) dum indivíduo e por extensom dumha comunidade. Se no primeiro de Fevereiro, a purificaçom e a preparaçom para o verám (luz, sol) chama-se Imbole é por algo, por um objectivo: para purificar-se, para manter o equilíbrio Deuses-Homem-Natureza necessário para a boa marcha da vida. Assim podemos dizer do Baltaine (1 de Maio) ou Lughasad (1 de Agosto). Porém, por cima de todas as festividades estava o Samain (hoje em gaélico irlandês, o mês de Novembro). As fontes das que nos valemos para poder falar disto, nom som abondosas e os riscis ceremoniais e rituais da Festividade perdem-se na memória dos tempos, sempre esperando que alguém  "sonhe" o que os devanceiros sonharom: um calendário descoberto em Coligny em 1987 (cujo escudo lingüístico ainda está sem completar) e as sempre ricas sagas irlandesas. É o único que temos mais coido que suficiente para afinar a importância que estudosos de Religions e arqueólogos estám a dar ao calendário céltigo.

A religiom celta é umha mitologia destinada à classe guerreira. A guerra é o rito sagrado e a comunhom com os Deuses e a terra de Tiv Már. Só há outra via alternativa: a ordem druida, em directo conhecimentos da Natureza e a sua magia. Mais a ela só se achegam os mais iniciados. E todo é retorno, sem princípio nem fim, desde a própria vida humana até as construcçons circulares das suas vivendas, como o Sol, como o Eterno retorno das almas dos guerreiros. Só neste contexto poderemos captar (e ainda assim parcialmente) o que o Samain nos di.

Diziamos antes as quatro Festividades célticas. Resumindo, os celtas dividiam às suas datas maiores em Metade Escura ou Samain e Metade Clara ou Beltaine (isto explica o contar os temos por noites e a divisom do calendário em dias fastos e nefastos).

Com o 1º de Novembro (hoje cristinizado em Festa de Todos os Santos Defuntos), o estio remata na sua totalidade e era tempo de recapitulaçom: Fim de contratos, Finais de guerra ou princípio delas. Tinha por tanto um valor dual, de fronteira, no sentido mais amplo da verba: estava fora do tempo, num tempo nom-terreal.

Chegamos ao segundo obstáculo a vencer para os nacionalistas: existem estados multiplos do Ser, existem vários mundos aos que se achegar, desde aqui e agora, sem ter que morrer. A alma é imortal para os celtas e o tempo terreal tem umha importáncia (de aí o ardor dos celtas nas batalhas, pois nom lhes importava morrer, se eram conscientes da sua missom sagrada).

Dito isto, no Samain as portas do "Sidh" (ou partes dos "Outros mundos", nos quais os mortais podiam viver alternativamente, graças ao Samain, ter filhos, mulheres, terras, etc) estavam abertas e aos "mundos" confundiam-se num tempo neutro.

Geralmente, os homens de além do Sidh nom eram beneficiosos, agás os Tuatha De Dannnan. Deuses e povoadores de Irlanda, antigos habitantes da Hiperbórea, que tiverom que fugir do troco e desviaçom do Polo, Tuatha era Dagda, Lug, Nuada, Ogme e outros.

Assim, todos os principais relatos míticos irlandeses ocorrem no Samain, festa controlada polos Druidas, devido à sua importância, festa guerreira e também umha justificaçom para borracheiras, que às vezes eram causa de que esta festa de goço rematara numha batalha literal.
Juntança (traduçom crimológica de "Samain", dia de portas abertas, para o Sidh, dia dos grandes acontecimentos e de precauçom para os druidas. Alguns feitos mitológicos acaecidos no Samain podem ilustrar a modo de exemplo e explicado.

1. Dia de negócios importantes, límite do ano, quando os filhos de Nemed tenhem que entregar o seu tributo aos Fomorianos.
2. Cita entra Dagda e Morrigam (segunda batalha de Moytura) para que este ajude aos Tuatha contra os Formorianos.
3. Começo da derradeira batalha de Cuchulainn (do Samain ao Imbole).

4. Festa das caveiras portadoras de fachos, para alumiar as muralhas o dia do Samain.
Hoje, o Dia de Todos os Santos e Dia de Defuntos ocupam o lugar que os Tuatha Dé e os guerreiros e povo celta ocupavam, cumha nota de melancolia e tristura que coidamos antes nom existia.
Aguardando as nossas festas iremos reconstruindo o Universo Céltigo. "Nation detita religionibus": assim definia César aos celtas: e por algo, na Gallaecia o dia dos mortos é das festas mais importantes no calendário cristiam, importância dificil de topar ao longo da geografia ibérica. O ano começa no Samain e nom era Janeiro.

Bibliografia:
- Rober Place. Los celtas. Edit. Molino
- Henri-Charles Pucch (direcçom), Las religiones antiguas III. Edit S.XXI
- Anne Ross. Druidas y Heroes de la mitologia celta. Edit. Anaya.
- M. Frntodona. Los celtas y sus mitos. Edit Bruguera-Libro ameno.
- Norman- Taylor. Los celtos. Edit. Time-Life.


domingo, 30 de setembro de 2012

Nacional-Socialistas de Adesivo



Resulta evidente que na Comunidade Nacional-Socialista como em qualquer outra comunidade de indivíduos agrupados em torno de umha ideologia, há pessoas pertencentes a todos os grupos sociais e profissons que funcionam dia-a-dia imersos no sistema na qual vivem, existem, se movem... Dende o estudante, o trabalhador, o licenciado, o aposentado, o engenheiro, a dona da casa (algumha terá)

Mas, perguntamo-nos, esses conhecimentos, essa profissionalidade, essa atividade útil para a sociedade, remunerada polos empresários, pelos clientes, ou polo próprio estado a pomos, nalgum momento, à serviço da nossa ideologia? Somos coerentes com as nossas idéias ajudando e aplicando-as com os nossos camaradas e polo crescimento e desenvolvimento do nosso movimento na qual parece que acreditamos? Evidentemente, muitos (que Deuses o queiram!) responderam afirmativamente a esta pergunta, sim assim é, este artigo nom está adicado à vocês, senom aos quais neles surgiu a reflexom: fazemos algo pola causa na que cremos? Ou prefirimos estar na nossa casa, numcomputador pensando ou criticando, o que devia ser sem mover um dedo? Som capaz de abandonar por um instante o meu aburguesamento e adicar os meus conhecimentos, as minhas habilidades, a minha experiência na dura e árdua luita Nacional Socialista?

Nom é de estranar que alguns grupos ativos ou urbanos chamem estes assíduos de fóruns e chats de "Nacional-Socialistas de Salom ou Adesivo". A teoria é umha parte importante em qualquer atividade, o exemplo, o ideal e a análise necessárias para levar adiante qualquer empresa que nos proponhamos, mas deixa-la no plano das idéias nom deixa de cair no idealismo e na utopia fazendo dos pensadores críticos sangüinários e destruidores dos ânimos e das atividades dos atores (dizemos atores aos ativistas realizadores de açons) muitas vezes impulsionados impulsivamente, mas sem prévia reflexom dos actos.

É curioso, que num movimento político como o nosso os legistas, os advogados estejam ausentes. Onde estám? "Entrincheirado" por trás dum nick? Agochados por trás dum pseudônimo? Falando em jantares de camaradagem da Alemanha dos anos 30 ou da derrota de 45 ou da mocidade dentre as nostálgicas lembranças? Pois sim, precisamos de advogados que embora estejam por trás dum pseudônimo denunciem com consciência como está a justiça de nosso país. Precisamos de advogados que defendam as nossas causas justas neste sistema injusto, que assessorem aos nossos camaradas nas suas condutas que, às vezes, por ignorância, nom cumprem a lei. E nom só falaremos dos advogados, senom de qualquer outro profissional que seja especialista no que for que seja e que possa contribuir e levar adiante este movimento.

Mas realmente é necessário o valor e a coragem para nos tirarmos das nossas cômodas cadeiras o medo de perder o pam diário, ou simplesmente de ter menos.

Perdoem-nos, mas essa nom é a atitude dum Nacional-Socialista. Onde está o espírito de sacrifício pela comunidade? O sistema pode tanto assim conosco? Cremos que da poltrona olha-se melhor o espetáculo? Um texto teatral nom está rematado enquanto nom se é representado sobor um palco com atores, luzes, cenários e um trabalho duro. Imos deixar esta grande obra escrita por um grande autor nom rematada por preguiça ou medo?

Há muitas formas de luitar e de ser ativo, cada um no seu posto, dando o melhor de cada um, nom simplesmente observando. Quem observa também tem sua missom, mas nom devemos ser todos observadores, e quem observa que analise, alente e coopere. Nom se pode amar a raça e querer que nom venham imigrantes ao nosso país tendo um filho só ou nenhum em prol da vida cômoda. Nom se pode acusar de "descerebrados" a alguns elementos por cometer violência se nom se lhes assessoram e lhes educam, nom se pode amar a raça sem amar tua vizinhança, nom se pode ser anti-sionista e ter fundos de inversom, nom se pode ser N-S e usar nos pés sapatilhas fabricadas por nenos estourados, e assim até um milhom de incongruências.

Onde está a coerência para com os nossos princípios? Realmente somos Nacional-Socialistas? Vivemos como Nacional-Socialistas? Agimos como Nacional-Socialistas? Ou somos a ficçom dumha utopia? A Coragem, a Valentia, a Honra, a Fidelidade, a Sinceridade, a Justiça, o Arrojo som as qualidades que identificam um verdadeiro guerreiro Nacional-Socialista, isso dignifica-nos, torna-nos grandes e diferencia-nos.

Nom fiquemos como meros espectadores desta luita deixando que outros deixem os seus sangues nesta luita, sangue que se traduz em tempo, em dinheiro, em horas de trabalho nom remunerado, e em amor a nossa causa por conseguir restaurar a nossa EUROPA NACIONAL-SOCIALISTA

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O essencial na nossa conduta


Nos muitos anos que leva-mos de luita Nacional-Socialista, nas revistas e na propaganda, palestras e manifestaçons, sempre puide-mos observar o distanciamento da essência a favor das formas.

Os desenhos, as figuras, os textos, falam-nos umha e outra vez dumha imagem dura, marcial ou pelo menos "guerreira" do N-S. As SS, as marchas e cançons de luita, o revisionismo, os textos sobor Wottan ou explicaçons sobor racismo e sionismo, os dados da corrupçom atual e as maquinaçons econômicas do Sistema, a brutalidade comunista e o seu fracasso absoluto, tudo isso está muito bem, é evidentemente parte do Nacional-Socialismo, temos que conhece-lo e aprecia-lo... Mas nom é o essencial.

Na realidade o Nacional-Socialismo nom nasce das Idéias, nom é um produto "pensado" por um filósofo, nom se baseia num Enciclopedismo nem num economista teórico como Marx, nom é produto do "idealismo" hegeliano (idealismo de "idéia", de enteléquia (ilusom; ficçom) do cérebro).

Mas tampouco a sua essência está nesse excesso de testosterona que aparece nos desenhos de guerreiros nem de valentons, nos músculos armados de espadas ou metralhadoras, nom é esse desespero de Nietzsche polo extremo e genial, em amar a guerra e berrar a rebeldia. Nom é Odín e a mística do guerreiro, nem sequer é o ascetismo do Cartuxo (monge de ordem religiosa muito austera, em regime misto de solidom e vida em comum, fundada por Sam Bruno no Século XI) ou o isolamento do forte no seu castelo de elite. Também nom acreditamos que a essência N-S está na raiva anti-capitalista, na economia socializada e na vontade de enforcar os usurários. Nom, algo há que tudo isso no Nacional-Socialismo, mas tudo nom som mais que formas, partes, pedaços de sombra da verdadeira essência.

O Nacional-Socialismo nasce do povo, da gente, da sua essência popular e de seu sentido natural. Sobor ele construi depois toda essa mística e estrutura ideológica e mítica. Mas essas formas só têm valor SE estam sustentadas pola Natureza e pelo sentido humano, pola Qualidade e pola compreensom do que as gentes necessitam para serem melhor como Pessoa.

Nom se trata de rebaixar-se aos vícios do povo, senom de entender o caminho que as gentes gostariam de seguir para ser melhor numha vida natural e simples. As gentes nom necessitam de guerras, nem de ódios, nem de vulgaridades, nem selvajarias, senom sair do materialismo, da degradaçmo e do egoísmo brutal que os condeam a essa vida individualista e resignada ao vício, ao desemprego ou ao trabalho-escravo que se impom agora.

Talvez para sair seja preciso a guerra, mas nunca como objetivo nem essência, senom como derradeira conseqüência.

Por que ensinamos sempre a cara das conseqüências fatais e nom a do nosso desejo positivo?

O N-S devia ensinar que desejamos um mundo natural, sem utopias, sem a Usura como Deus nem o egoísmo individual como norma de vida, devia ensinar o nosso apreço aos quais ajudam e trabalham pola solidariedade, com as idéias que sejam, o nosso desejo de rematar com os vícios e degradaçons atuais para levar umha vida sã e simples, sem centra-la no dinheiro.

Estamos condeados a ensinar a rejeiçom ao imigrante quando o que queríamos mostrar é o nosso amor aos demais povos para superar os seus miseráveis governos fantoches da usura internacional, que promovem esse exílio convertido em invasom. Estamos condeados a manifestar-se "odiando os judeus" quando gostaríamos de construir com os judeus umha Naçom para todo seu povo em paz e concórdia, respeitados e respeitando.

Estamos condeados a ver nossa suástica utilizada por grupos de cretinos com "looking" de gentalha de bairro, demonizando a nossa simbologia como de seita demoníaca, no canto de ter como obectivo serem labregos e pais de família.

Que tragédia! Que desgraça ver que daqueles trabalhadores N-S germanos que tratavam de ser melhores na sua vida normal devotando a Hitler, cheguem a bater num imigrante que trata de fazer prosperar a sua própria família como pode (como lhe obriga o miserável mundo capitalista que lhe oprime ainda mais que a nós mesmos).

A nossa mocidade enche-se de droga, dumha música infernal de ruídos e brutalidade, de avareza e baixezas, e os quais dizem ser "idealistas" proponhem só mais droga e mais materialismo ainda. Nós devíamos apresentar a Alternativa real, espiritual e natural a essa vida, mas no canto disso olham-nos como tiranos que desejamos massacrar populaçons e raças inteiras, quando nom grupos de bêbedos berrando e assustando as gentes que ainda é normal.

O Nacional-Socialismo pode desaparecer SOMENTE por um motivo: se um dia já nom fica povo natural ao qual nos unir, se um dia o nosso povo, cada um deles, deixa de ser "natural" na sua essência, se deixa de perceber e sentir na sua naturalidade os valores positivos e elevados, e isso só se pode conseguir pola corrupçom da sua natureza, da sua genética, da Raça. Enquanto isso nom acontece, e pode chegar a acontecer, cada geraçom nova nasce maioritariamente, sempre cumha crescente minoria degradada pola anti-seleçom atual, com os mesmos sentimentos naturais, com os mesmos desejos de amor e de vida natural, de idealismo e vontade de ser melhores. Em cada geraçom o Sistema deve gastar milhares de milhons de dólares para corrompe-la desde sua infância, para converti-los em egoístas e miseráveis, em avarentos atrás do dinheiro, em resignados diante da degradaçom ética.

A cada geraçom temos umha possibilidade de renovaçom, mas, entretanto, nom enquanto sigamos com essa imagem falsa que querem vender nossa de violentistas e de ódio, que som parte da própria infâmia do Sistema, nunca chegaremos a bom porto.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A tradiçom vista do Nacional-Socialismo (II)

AS UTOPIAS ORIENTALISTAS DA TRADIÇOM

Esta deformaçom de base leva ao assunto da "guerra santa" contra "si próprio", contra as tendências "inferiores" do homem. E daí a ideia de que a vida é umha renúncia aos "desejos", ao budismo... ao orientalismo.

Quase todos os pensadores da Tradiçom tiverom umha enorme tendência à renúncia, ao ascetismo e às doutrinas orientalistas, muito evidentes no budismo e em certas partes (somente em parte!) do hinduísmo.

A Ideia da renúncia como base da ledícia, do castigo ao corpo, inimigo interno, e da entrega à contemplaçom, é umha consequência clara do intelectualismo e do deísmo. Quem nom entende a Natureza e a Vida como algo som e ledo, quem nom olha em cada matéria a sua própria essência, sem mais níveis, é lógico que remate procurando o encontro com seu "eu" espiritual sem participaçom do corpo, ou seja a renúncia e o misticismo.

Daí a necessidade da prática de "métodos de realizaçom pessoal", a ioga, e às vezes a droga. Trata-se de disciplinas que libertem o "espírito" do mundo exterior, considerado o mal, técnicas alheias totalmente à personalidade espírito da raça branca, mas que som muito normais entre os orientais.

Umha parte destas técnicas basearam-se na contemplaçom e na ioga, outras no uso de drogas (tremendamente usadas no Oriente para conseguir estados de consciência artificialmente "isolados" do exterior).

Enquanto que na nossa raça o encontro com o eu realizava-se meiante a açom e a projeçom ativa no mundo, meiante o seu domínio, militar, científico, militante ou religioso, mas por fim sempre projetando no mundo, os orientais seguiram a Tradiçom na sua norma de se projetar em si próprios, no seu ioísmo interno. Surpreendem-nos assim com a sua capacidade de autocontrole, de ioga, de insensibilidade à dor ou de concentraçom estática, inclusive nas artes marciais o componhente ativo é ínfimo diante do componhente de "domínio do corpo". A Tradiçom promove umha mentalidade orientalista absolutamente distante da nossa raça.

Um oriental domina o seu corpo com as artes marciais, um ocidental empregava as artes militares para conquistar e projetar-se. A Tradiçom promove a contemplaçom contra a acçom, e nom entende a necessidade da sua interaçom. Na realidade há que entender a influência umha vez mais da psicologia nestas decisons. A maioria dos pensadores da Tradiçom som e eram pessoas de psicologia intelectual, pouco dados à acçom (com excepçons claro está). Umha vez mais levarom "o seu" desejo de contemplaçom à categoria de "bem". Paretto sempre!... o desejo e a inclinaçom pessoal leva a categorizar o bem e o mal, a hierarquizar, segundo esses desejos.

E cairia no mesmo erro se agora eu dixe-se que a contemplaçom é inferior à acçom. Nom me atreveria à isso absolutamente, pois seria umha vez mais projetar a minha psicologia ativista no mundo dos valores absolutos.

Nom, acçom e meditaçom som necessárias em proporçons diversas segundo os objetivos a alcançar. Nom há inferior ou superior mas sim duas capacidades necessárias. Há objetivos que precisam de acçom e outros de meditaçom, nom há hierarquia mas sim desigualdade.

AS VISONS UTÓPICAS DA HISTÓRIA

Sem dúvida um dos assuntos que mais claramente demonstram a base utopista, e histérica às vezes, da Tradiçom é sua concepçom da História.

Já tivemos denunciado muitas vezes os N-S as concepçons predefinidas da História. Todas elas, todas estam baseadas num utopismo intelectualista e anticientífico,  num deísmo.

O marxismo foi o primeiro em destruir brutalmente a realidade da História para fazer com que se ajusta-se à sua concepçom utópica dumha história dirigida pelas condiçons econômicas. Sem dúvida o marxismo causou uns danos imensos na ciência histórica, mentiu, falsificou, realizou todo tipo de ruindades para ajustar a história a sua "luita de classes universal". Jamais tinha chegado a reescrever de forma tam brutal a realidade para ajustá-la à um plano prefixado. G. Orwell já nos deixou essa ideia da História reescrita na sua obra 1984.

O progressismo liberal Ilustrado foi também outro dos grandes projetos de fazer ajustar a História a umha filosofia utópica, desta vez o Progresso. Milhons de pessoas continuam crendo que "progredimos" inexoravelmente e sempre. O que durante mil anos tornou de Roma a barbárie mais completa nom lhes faze duvidar... O progresso é inevitável. Que o mundo moderno tenha levado a Arte ou a Ética à ruína nom lhes influencia: progredimos.

O cristianismo assumiu sempre a ideia de que a História tem um final ledo, a vinda de Cristo e do Reino de Deus. E nem os mais claros sinais de que o mundo já nom acredita nesses contos lhes faz renegar de que a História tem já escrita a sua página final.

Assim a Tradiçom mantem essa tendência a usar a História como brinquedo das suas teorias. Agora trata-se da tendência cíclica da História, para cúmulo com adornos de esoterismo esquizofrênico, ao assumir os ciclos cósmicos e outras lindezas dumha visom mística do mundo. E a Tradiçom tem um efeito ainda mais negativo na sua concepçom da História: o pessimismo coletivo. A sua concepçom de final de ciclos, de Kaliyugas e outros mitos, fazem com que apresentem os desastres do mundo moderno como algo inevitável e inclusive desejável, como acelerador do caos que dará um dia o nascimento doutra Idade de Ouro. Sim, se aceita e promove a luita como umha atividade individual, como umha necessidade do indivíduo de luitar por luitar, para mostrar a sua oposiçom ao caos, mas nom como uma possibilidade de mudar o destino do ciclo, somente como um exercício a mais da "contemplaçom interior"... se luita como quem faz exercícios de judô, nom para ganhar senom para dominar o corpo.

A Tradiçom é a pior concepçom utopista da História porque promove inclusive a ledícia pola derrota que acelera a mudança de ciclo. Há pouco tempo um besta dizia-nos que havia que jogar os papéis no cham, havia que se unir ao lixo para assim acelerar o desastre final. Seguia de forma um tanto extremista a Tradiçom... (ou será a Traiçom?).

AS VISONS UTOPISTAS DO TRABALHO

A maioria dos pensadores da Tradiçom nom tenhem ou nom tiverom família. Nom tenhem nem ideia do que é manter uns filhos, devem crer que trabalhar é como um prazer que temos todos para nos realizar. Tenhem um pouco de semelhança com essas feministas que defendem energicamente o maravilhoso direito e prazer das mulheres de trabalhar tanto ou mais que o homem. Sempre me perguntei se essas mulheres falaram com as trabalhadoras das fábricas ou as nais que devem deixar os seus filhos para poder ir desfrutar durante 8 horas de limpar campos ou transportar caixas.

O anti-galego Unamuno dizia que quando pregava a negaçom de Deus sempre se surpreendia de que as gentes aplaudissem... Deus nom existe, isto é um fato, mas com certeza nom é umha ledícia. Pois o mesmo, a mulher tem direito a trabalhar, claro está, mas isso nom é nenhuma ledícia.

O trabalho, nem agora nem na Idade Média nem nunca, foi um prazer maravilhoso que nos realiza. O trabalho é umha necessidade natural para sobreviver. Há às vezes que se consegue que o trabalho seja realizador mas para milhares de pessoas é um aborrecimento diário.

Sem dúvida o mundo moderno conseguiu com que ainda seja mais lamentável o trabalho, mas nom temos que crer que os trabalhos dos labregos medievais fossem umha delícia.

A Natureza obriga-nos a realizar esforços para conseguir os meios de vida, cada qual vira-se como pode, uns com mais sorte que outros. E que venham os intelectualismos utopistas da Tradiçom e nos fale dum trabalho artístico ideal que forma e conscientiza as gentes demonstra que trabalharam pouco ou que nom têm umha família para manter.

Os trabalhadores, agora e antes, sempre, sentiram umha enorme angústia pelo futuro de seus filhos, por poder lhes dar de comer e vestir, por sobreviver. Trabalham como podem, mas ninguém lhes tira essa angústia. Há que ter crianças pequenas para entender a enorme responsabilidade que se sente ao ter que ser seu suporte. Quando um pai de família fica desempregado sofre autênticos ataques de medo e de horror. E isso nom é de agora, milhons de labregos "tradicionais" padeceram esse horror ao lhes falhar as choivas ou se perder as colheitas (era o desemprego doutras épocas).

Há pouco tempo comentava-nos um camarada que trabalha como varrendeiro numha Prefeitura, com família e filhos, que o seu emprego o dariam à outro com enchufismo (por recomendaçom de alguém importante)... Esse camarada nom quer um "trabalho artístico", quer comer, quer fazer progredir a sua família como seja. Os intelectuais da Tradiçom estam nas nuvens com sua visom utópica do Trabalho, com os seus discursos de pequenos burgueses bem-comentes. Recomendo-lhes seis filhos e um desemprego temporário para que despertem.

QUANDO SE BEIRA A TOLÉMIA

Se nos adicamos ao estudo intelectual, sabendo que é isso, e como exercício quase científico, os estudos Tradicionais sobre simbologia e as análises comparadas das tradiçons antigas dos povos, é sem dúvida um dos assuntos que mais nos interessaram do pensamento Tradicional. Realmente o estudo das simbologias nas culturas humanas é um assunto extraordinário, fantástico e que nos apaixona.

Além do mais, sem dúvida foi umha contribuiçom científica de primeira categoria dos pensadores tradicionais essa análise de simbologia, de tradiçons religiosas, de culturas semelhantes.

Infelizmente entre o milho nasce o joio. No meio dos trabalhos sérios de culturas comparadas, aparecem-nos as ideias míticas que se querem levar à realidade.

O Mito é rico na sua simbologia, no qual esboça de mentalidade e de inconsciência coletiva... Mas se se quer levar o Mito à Realidade, entom beira-se a tolémia.

Há pouco tempo em Corunha saiu umha campanha de Nadal contra o Papai Noel e à favor dos Reis Magos. O poster, umha maravilha da neurose "tradicional", dizia que os Reis Magos eram melhores porque "eram umha realidade histórica"... Incrível, suponho que queriam por umha "realidade histérica"!

Podemos assim ler em A. Medrano: "O berço da Tradiçom atopa-se na mítica Hiperbórea, o legendário continente ártico desaparecido há milênios, que foi o centro Espiritual Supremo do presente ciclo cósmico, assim como pátria de origem do gênero humano e no qual teve sua sede o paraíso terreno".

Incrível, alguém pode contar isto numha exposiçom dos Mitos Hiperbóreos, mas a dúvida é se realmente o crem como um fato real.

As Testemunhas de Jeová crem ao pé da letra os mitos bíblicos, e temo que a Tradiçom se deve acreditar, os Mitos Nórdicos de igual forma, como umha realidade.

Há que ter um valor semelhante ao dumha testemunha de Jeová para falar seriamente, como real, dum Paraíso Terreno num continente ártico, onde nasce o homem... E isso neste "ciclo cósmico", pois, claro está, houveram outros "ciclos cósmicos" dos quais nom temos nem ideia... Talvez aconteceram em Marte ou em um Continente de Conan o Bárbaro.

O NACIONAL-SOCIALISMO: UMHA REVOLUÇOM NATURAL E RACIONAL

Criticar é doado, construir nom tanto. Nom podemos pois por menos que demonstrar onde está a revoluçom N-S após ter deixado (talvez um tanto cinicamente) no seu site a nossa visom da Tradiçom.

O N-S é umga doutrina da naturalidade, nom defende ideias utópicas nem Verdades nebulósicas. O que é verdade e natural é N-S, assim de simples. A Verdade no N-S deve-se provar, é umha verdade sob prova da sua realidade e do seu funcionamento. A verdade no N-S submete-se ao caráter científico. O N-S apoia a arte e o espírito mas nom como um elemento infinitamente distante, senom como umha atividade do povo, das gentes, como umha realidade social. A História nom está escrita, deve-se ganhar, nom há deuses que deem garantia da vitória nem raças predestinadas a ganhar, tudo deve-se ganhar com esforço. Nom há ciclos nem finais ledos, há que luitar para sair da miséria atual, e haverá que luitar para se manter num bom estado. Se se faz mal se perde, sem mais nem menos, sem ciclos cósmicos nem idades de cartom-pedra.

O homem é um ser complexo, no qual se misturam indissoluvelmente elementos materiais e sentimentais, conhecimentos e umha espiritualidade natural... Tudo misturado formando o ser complexo que é o homem. A Natureza influencia em tudo, no que pensamos e sentimos, no elevado e no baixo, em defecar ou em pintar um quadro, tudo é umha atividade humana.

Com certeza nos opomos às utopias, ao igualitarismo, à reduçom do homem ao econômico, e às utopias deístas. O N-S aceita as religions e os deuses sempre que as religions nom se oponham à realidade e às necessidades do povo. Se as religions ajudam nesse trabalho de dar ao povo umha oportunidade de melhorar, bem-vindas sejam, se se oponhem há que renunciá-las.

O N-S nom é um produto dumha época, é a aplicaçom dos conceitos de naturalidade em qualquer época.

É muito provável que o pensamento tradicional seja de muita utilidade nalguns momentos, e por isso o N-S nom é combatente contra a Tradiçom. Mas com certeza nom se deve submeter um povo a nenhuma utopia, se os esforços por desenvolver e fazer triunfar o povo som favorecidos pelos tradicionalistas as relaçons seram positivas, se num momento umha utopia pretende se opor ao avanço dum povo em luita pola sua sobrevivência nom há que duvidar em destruí-la.

"O Nacionalismo é fundamentalmente umha reacçom vital que se opom às forças destrutora da nacionalidade, sejam estas interiores ou exteriores, próprias ou alheias"
Vicente Risco

Talvez umha forma evidente de olhar a diferença de "caráter" entre a Tradiçom e o N-S seria fazer umhas "vidas semelhantes" entre Guenon (o melhor pensador da Tradiçom) e Rosemberg (um dos mais destacados pensadores do N-S). Enquanto que Guenon morreu de velho, convertido ao Islam no Cairo, levando umha vida de ascetismo ioísta, isolado do mundo e mais ainda do seu povo, Rosemberg foi assassinado, enforcado, pelos inimigos do seu povo após ter luitado com armas em mãos como Representante do seu povo nos territórios do Leste. Ambos forom grandes intelectuais, ambos eram conhecedores das tradiçons raciais e culturais, ambos tenhem livros de grande interesse, mas a Tradiçom leva ao ioísmo, à contemplaçom interiorista e isolacionista, e o N-S leva a luitar polo povo real, na realidade diária de sobrevivência.

Alfredo Branhas, um dos clássicos do tradicionalismo galego, escreveu: ‘O conceito de pátria’ em 1891, já fala de naçom desde a sua óptica tradicional, romântica e católica da Galiza. Reclamava as liberdades antigas, ao tempo que arremetia contra a industrializaçom, o liberalismo e o capitalismo, reclamando a volta aos grémios Sem por isso deixar de lembrar-lhes a caste dos celtas aos galegos no seu Deus Fratresque Gallaecia, hino hoje sequestrado pola vermelhada independentista.


COMO BASEAR UMHA ÉTICA SEM DEUS?

É evidente que dificilmente poderemos dar valor universal e objetivo à qualquer planejamento se nom se aceita um Deus. Isso é algo do qual somos conscientes.

O problema é que a alternativa é dar valor à toda nossa vida e ética com base em umha mentira, num Deus indemonstrável, quando nom numhas religions completamente falsas.

Entre basear a nossa ética num subjetivismo naturalista, ou seja na nossa apreciaçom do decente e correto como algo integrado na Natureza, sendo a Natureza a única "verdade" à qual podemos nos referir, à Realidade e à Ciência, ou bem nos basear em mentiras, deuses sem fundamento algum racional, entre ambas posiçons sem dúvida decidimos por assumir a Verdade enquanto que seja demonstrável e racional, enquanto que se ajuste às leis que vemos na Natureza, da qual fazemos parte.

A Ciência, sem utopias, a Natureza e o senso comum étnico e pessoal som nosso único Norte objetivo. Talvez nom tenham a "bençom" suprema dum deus, mas polo menos nom teremos que mentir para determinar, mostrar e justificar esse Deus.

Além disso, ao assumir a Natureza assumimos as diferenças, entendemos as diferentes éticas e morais dos diferentes povos, nos aproximamos do etnicismo e da justificaçom do racismo como combate contra o universalismo e igualitarismo. Um Deus unifica-nos, e a Natureza diferencia-nos.

A LUITA NO MUNDO MODERNO

Temos que luitar para mudar o Sistema, nom há Deuses que nos assegurem a sua queda, nem ciclos que salvem a nossa raça, há somente umha luita até a morte pola sobrevivência.

A maioria dos pensadores da Tradiçom no estado espanhol venhem de antigos postos de CEDADE, de Nacional-Socialistas convencidos, que após a derrota grande da nossa luita ativista recluirom-se na Tradiçom.

O militantismo é umha forma dolorosa e às vezes ruim de luitar. Diante disso é muito tentador assumir umha via ioísta, isolacionista e espiritista, procurando pois "a salvaçom pessoal" numha "luita pessoal" na qual a vitória já nom depende do exterior senom de si próprio.

Compreendemos perfeitamente a psicologia que leva à Tradiço,m porque todos os militantes N-S tivemos enormes tentaçons do ioísmo interiorista.

Mas para o N-S o ioísmo nom tem valor, é a raça e o povo o que vale. É o futuro de novas geraçons da nossa gente o que há que salvar, nom a MINHA pessoa ou a MINHA salvaçom eterna. Nom luitamos para nos salvar senom para conseguir um futuro para o povo.

A Tradiçom é umha admirável forma de misticismo personalista, que eleva quem a pratica, a custa de arruinar as poucas possibilidades das geraçons de arianos do futuro... Ou talvez poderíamos dizer, um tanto em tom de brinquedo, que somente assegura o seu futuro no seguinte ciclo cósmico!

CONCLUSONS

Nom nos sentimos na posse de verdades indiscutíveis, e portanto assumimos o risco trabucar.

Na realidade se a Tradiçom se mostrasse um dia como um caminho real para tirar o povo do seu estado atual, nós seriamos os primeiro em pôr-nos nas suas filas... A nossa naçom bem vale umha Missa.

A tradiçom vista do Nacional-Socialismo (I)

POR QUE FALAMOS DA TRADIÇOM?

O pensamento Tradicional, com maiúsculo, foi sempre especialmente rico em ideias e pobre em factos, de forma que é mais doado atopar textos que exemplos, assim tiverom tempo de "pensar" sobor o nacional-socialismo, mas nom de fazer o que fai o nacional-socialismo.

Nom fala-mos quase da Tradiçom, e cremos que é preciso fazê-lo embora que seja por umha vez. Mas é que além disso a Tradiçom pode ir adquirindo maior importância devido a situaçom de pessimismo e decepçom total que está entre os NS, pois, como veremos, a Tradiçom é umha base magnífica para um individualismo pessimista, que se reclui em si, que procura a Verdade e a Salvaçom fora da realidade, justificando de algumha maneira todo fracasso e toda ruína do mundo exterior.

Por isso nos tempos maus, quando o mundo é mais difícil para as gentes de sentimentos nobres, nesses momentos é quando mais ressurgem os místicos, os anacoretas, as tradiçons esotéricas ou monásticas e, enfim, as bases dumha Fé no Eterno Retorno ordenado divinamente, a Esperança em que um Deus dea um novo mencer após a longa noite.

Dessa forma é muito tentador tentar procurar um pensamento antissistema, umha alternativa "religiosa" ao Sistema, que dalgumha forma nos arme dumha "segurança" total de vitória final, de Razom sem necessidade de demonstraçom, por vir dum Deus.

Se o pêndulo ("agulha") do mundo moderno estava apontando para o materialismo consumista, alguns lembram agora os tempos nos quais o pêndulo estava apontando cara um espiritualismo religioso anticientífico e místico, isso sim, governado polas castas sacerdotais, ou melhor, inquisitoriais.

Por isso contra o desarme espiritual do mundo moderno é lógico que se poida retomar a bagagem de "espiritismo" da Tradiçom. E em certa forma a Tradiçom proporciona elementos valiosos, sempre que seja convenientemente filtrados e separados do componhente deísta (de deísmo) e utopista. Por isso alguns escritos permitem-nos umha brilhante apresentaçom dos princípios da Tradiçom, e com ele a possibilidade de poder debatê-la sem recorrer aos confusos textos originais dum Guenon.
QUE É A TRADIÇOM?

Como muito bem diz Antonio Medrano "A Tradiçom é a Voz de Deus", "A Palavra vivificante que vem do Alto". Ou seja, e traduzindo, a Tradiçom é umha tentativa de intelectualizar os sentimentos deístas.

A ideia dum Deus fonte de toda Verdade, que permita pois impor sem dúvida nem necessidade de provas, sem discussom nem tempo de vigência, as "verdades" que alguém gostaria de crer, foi sempre o "refugio pecatorum" dos místicos. Nom há nada mais doado que negar qualquer contrário ou qualquer crítica, dúvida e absurdo, que recorrer à "vontade de Deus".
Com a "Palavra de Deus" (a Tradiçom pois) em primeiro lugar, umha multitude de xamãs e pais de todas as religions forom capazes de justificar dende as pestes à miséria, levar ao estrado qualquer incrédulo cientista que lhes contradicisse ou arruinar toda tentativa de oposiçom. A Verdade única e total que emana dum Deus nom tem forma de ser comparada com a realidade, nem de se pôr à prova, é simplesmente a Verdade, e portanto nom precisa de nada mais.
A Tradiçom é, pois, umha tentativa de dar forma doutrinal, dar umha base ideológica mais séria à eterna imposiçom da Palavra de Deus sobor a realidade científica e humana.

Suponho que esta definiçom muitos tradicionalistas nom gostaram mas se a analisam veram que está de acordo com suas próprias definiçons: A Tradiçom impom sua Verdade divina e suprema a qualquer teste ou prova, a qualquer ideia de "resultado" ou demonstraçom científica. Por isso, dalgumha forma a Tradiçom é umha nova Bíblia, umha nova palavra de Deus, mas desta vez escrita sem umha base tam ridícula como as divinizaçons "particulares", excluindo os contos de há 2000 anos, e tratando de apresentar a sua essência no mundo atual.



UMHA NOVA RELIGIOM?

 Mas o mundo resistiu e suportou centenas de religions, e inclusive agora há várias de importância, isso tornava muito desagradável o trabalho deísta. Qualquer tentativa de dar forma doutrinal ao deísmo chocava-se com as "guerras de religiom", com a evidência de que havia muitos deuses e que portanto a "Palavra de Deus" era mais bem um "Parlamento de Deuses" em contínuo vociferar contradiçons teológicas. Por isso o grande avanço da Tradiçom foi estabelecer o que Schuon chama de "Unidade transcendente das religions".

Sem dúvida a Tradiçom proporcionou umha grande dose de prudência e sensatez ao deísmo com esta posiçom integradora das religions. Assumir o mínimo múltiplo comum de todas as religions, a "essência" de todas elas, permite evitar as vergonhosas guerras religiosas, que somente faziam desprestigiar mais e mais todas as religions.

Outra cousa é que essa intençom integradora tenha umha base real. A Tradiçom nom apresenta provas de que o Budismo ou Manitu tenham a mesma base que com o druidismo. As religions pré-socráticas e o cristianismo som tam diferentes nas suas bases que nom vejo de onde saem as demonstraçons integradoras dumha "unidade" transcendente entre elas.

De todas as formas, dalgumha maneira pode-se dizer que a Tradiçom é umha "nova religiom", um deísmo genérico, produto destilado de todas as bases religiosas anteriores, que como tal eliminou muitos absurdos formais que haviam nelas, embora mantendo sua base deísta.

A VERDADE COMO FUNDO DO PROBLEMA

Na realidade o problema de fundo é como basear a Verdade, onde procurá-la. A Tradiçom é simplesmente cortar este nó gordiano mediante a espada de Deus. A verdade nom é pois algo que se necessite procura senom que existe em si mesma como "vontade de Deus".

A simplificaçom é enorme e permite ignorar toda prova, demonstraçom, evitar toda crítica e assumir umha postura de "possuidor seguro da única e total Verdade".

Para o Nacional-Socialismo a Realidade Natural indica-nos a necessidade de ajustar as verdades com os resultados. Ou seja: a ciência mostra-nos que as verdades som aquelas bases que se ajustam à realidade, cumprem com as provas de ensaio e erro. Se umha verdade nom se ajusta à realidade e sua aplicaçom traz o desastre social, essa verdade deve-se pôr em séria dúvida. O N-S nom assume utopias, senom realidades num caminho para um homem e umha sociedade melhor.

J. Bochaca repete frequentemente umha frase que deveríamos todos gravar em bronze: "A Realidade é obstinada". Ogalhá se todos nós tiveramos essa frase inserida no mais profundo do pensar. A realidade das cousas é muito obstinada, tanto que as Idéias quebram-se e destroem-se se vam contra essa realidade. Quando se pretende ir contra a gravidade ou a psicologia do homem, contra as realidades que dia a dia olhamos demonstradas na vida, acostumam-se a colher magníficos resultados negativos.

Diante dum mundo moderno relativista e submerso na falta de Verdade, sem princípios profundos, essa facilidade em apresentar umha Verdade sem dúvida nem relatividade é como umha salvaçom para os "parasitas do espírito".

Quem som os parasitas do espírito?, pois aqueles que procuram um lenho (madeira) onde parasitar as suas dúvidas, que os mantenha flutuando e dea-lhes "segurança".

A PSICOLOGIA DAS RELIGIONS

E aí atopamo-nos no núcleo do problema: a psicologia da multitude.

Seríamos tam utópicos como o que criticamos se nom olharamos que as religions som um fato constante na humanidade, e portanto devem respostar a umha certa realidade. Ignorar o fato religioso é tam irreal como acreditar num Deus.

A humanidade sinte umha necessidade íntima de religiom, enquanto que sinte umha necessidade urgente de respostas diante da morte, diante do motivo da vida, necessita dumha justificaçom do mal e dos desastres, exige umha segurança e umha explicaçom da sua presença no mundo. Estas necessidades psicológicas podem ser resoltas a partires dumha enorme força de vontade e de sinceridade consigo mesmo (é a via elitista para a Ética pessoal), mas esta via está muito distante das forças médias das multitudes. Por isso umha psicologia de multitudes baseia claramente na necessidade religiosa.

A Tradiçom tem pois umha realidade inegável e demonstrável: ser a marca ou sinal dessa necessidade psicológica das multitudes de "crer" nalgo que dea sentido às suas vidas. A Tradiçom cobre essa necessidade global de forma muito mais eficiente (ou pelo menos mais inteligente) que as religions particulares, claramente infectadas de absurdos insalváveis, pois baseiam-se em "livros" ou fatos historicistas, em Igrejas e em dogmas, sem pés nem cabeça.

Convencidos de que demonstrar que Maomé ou Cristo som a representaçom do único Deus era pouco menos que se meter numha dificuldade insalvável, os pensadores da Tradiçom mostraram um caminho muito mais sensato (dentro da insensatez geral do deísmo) que é o de apresentar um caminho espiritual deísta comum, único, que pode ser "expressado" em cada regiom ou raça de formas diversas, mas que todas som um mesmo caminho.

O desejo é a base de muitos pensamentos, como bem demonstrou Paretto. O desejo das massas dumha religio mé a base do deísmo mundial.

A MÍSTICA NAS PESSOAS SUPERIORES

Mas continuaríamos sendo injustos se crera-mos que os pensadores da Tradiçom som, pois, espelho de multitudes. Nada mais distante disso.

Se as religions som umha resposta às necessidade psicológicas das massas, a mística e o ascetismo religioso é um produto para elites.

As religions som usadas polas massas no seu aspecto utilista (de utilidade), como "pomada suavizante" das suas dúvidas e problemas, sem chegar a ser mais. As multitudes nom sabem nada de Deus, somente "usa-no" como curandeiro dos seus problemas e angústias.

Mas existe umha caste de pessoas superiores, de mentalidade mais ajeitada e de personalidade rara, que se sentiram sempre atraídos polos aspeitos sublimes da religiom: pola mística, polo esoterismo ou pola contemplaçom.

Nós, os quais conhecemos os melhores pensadores da Tradiçom, sabemos que som ou eram pessoas excelentes, de grande qualidade humana e de delicados sentimentos. Nada mais distante da gentinha e da vulgaridade que o homem da Tradiçom.

O problema nom é pois que a Tradiçom seja negativa ou leve à posturas negativas, absolutamente. A Tradiçom é algo sublime, é umha enorme utopia do Sublime. O mal é que é falsa, que é irreal e corresponde a caráter utópicos, mentais, nom reais.

O místico ou o esotérico podem atopar seu próprio cainho de perfeiçom, mas levam a massa social ao desastre! Numha palavra, a Tradiçom sublima os quais a seguem à custa de difundir umha febre de utopias e injustiças entre as massas. A Tradiçom é tam positiva ao indivíduo superior como nefasta à Política dos Povos.

Quando um médico tentou curar a peste bubônica meiante medidas de profilaxia (limpeza), foi queimado vivo por duvidar que era um castigo de Deus.

Algo assim, excetuando os tempos, acontece agora. O pensamento tradicional dá explicaçons que santificam o indivíduo superior (como a Fé na Peste como castigo divino foi motivo de brilhantes abusos místicos), mas esteriliza a aceitaçom da realidade, da luita política real e científica como caminho seguro, fulmina a Ciência e é o principal inimigo da consciência científica oriental: prova e corrige erros antes de aceitar verdades.

Toda a ciência oriental, todo o desenvolvimento do conhecimento, baseou-se na mentalidade do homem branco de assumir que "a realidade é real", é algo que se pode medir e controlar, e nom somente "rezar". Toda a Ciência saiu dumha luita constante contra o misticismo utopista.

OS PRINCÍPIOS UTÓPICOS DA TRADIÇOM: A DISGREGAÇOM DO HOMEM

Talvez a melhor forma de olhar os erros do pensamento tradicional é analisar alguns dos seus princípios.

Nom quere-mos dizer que nom tenha princípios absolutamente válidos na Tradiçom, absolutamente. Há pontos que coincidem totalmente com a nossa forma de pensar, como já veremos, mas em geral há umha série de princípios básicos da Tradiçom que mostram claramente a sua base utopista e irracional.

O primeiro é a visom categorizada do homem: a compreensom utopista do homem em "planos hierárquicos diferenciados" (chame-se espírito, alma e corpo, ou Natural e Sobrenatural), como a mania em assumir que o "inferior" nom pode influenciar no superior, ou seja, que o corpo e o material som somente "servidores" dum elemento espiritual "nom contaminado" por essa matéria.

É evidente que a Ciência e a Realidade mostram-nos dia a dia as relaçons entre as capacidades superiores do homem e a sua base genética, o seu corpo, os hormônios e o caráter, o metabolismo e as inclinaçons superiores, enfim, a UNIDADE de matéria e "espírito" no homem. O maior conhecimento do cérebro humano e da psicologia científica foi demonstrando mil relaçons entre "pensamento" e fisiologia. A genética descobre a cada dia relaçons de comportamento... E diante de toda essa realidade obstinada a Tradiçom continua com a sua cantilena utopista dum espírito livre de vínculos materiais que governa o corpo como cavaleiro vindo de Deus direitamente. E continua falando de classes insolúveis. E de "superior" ou "inferior", com o qual contrai o feio defeito da origem judaica de desprezar o corpo. Contra as religions pré-socráticas, que davam ao corpo a importância que tem (e com isso ao sexo e à ledícia da mocidadel, à vida e à Natureza), a Tradiçom alinha-se com as visons espiritistas, anti-materiais, que promovem o desprezo ao sexo e ao corpo e negam as evidências científicas que demonstram a interaçom unitária de corpo e alma. Como dizia Rosemberg: "A alma é a raça vista por dentro".

O problema nom é somente a crença num Deus indemonstrável senom para cúmulo a negaçom da interaçom matéria-pensamento-"alma" no homem. Num momento no qual sabemos que umha desordem hormonal pode mudar as inclinaçons do caráter dumha pessoa, que um gene (conjunto de moléculas dum ácido ribonucleico e proteínas complexas) pode influenciar em toda a personalidade (até o fato de reduzir o novo ser ao mongolismo), no momento em que se fala de engenharia genética e em que devemos inclusive nos proteger contra a possibilidade dumha deformaçom intencional da mentalidade humana por manipulaçons químicas ou genéticas, o vir agora cumha doutrina de separaçom corpo-alma e de classificaçom no interdependente, em nome dum deísmo utópico é quanto menos surpreendente e com certeza de duvidosa lógica.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Nacional-Socialismo: O eterno retorno à realidade

Dende os mais remotos tempos da História da Humanidade houvo sempre umha luita constante entre as "visons mágicas" das cousas e as interpretaçons "realistas".

Quando os Hititas produzirom as primeiras espadas de ferro nom faziam magia, pois aplicavam a realidade, criam num "fato". Neste mesmo momento, o Egito ergueu pirâmides, sob a "magia" dumha crença noutra vida posterior, apoiando-se numha incipiente (iniciante; principiante) geometria.

 Cremos que estes duis exemplos, contemporâneos no tempo, expressam muito bem os prós e contras de ambas as visons.

A crença numha realidade palpável e moldável foi sempre o eixo de grandes avanços e de acçons muito definidas na História. Mas a "magia" contribuiu grandemente a enriquecer a Arte e os sentimentos.

Durante os primeiros séculos da Humanidade, e bem mais tarde nos povos nom indo-europeus, o sentimento "mágico" mantivo a chamada "espiritualidade", separada completamente da realidade e do empirismo (sistema filosófico que admite a experiência real como única base dos conhecimentos humanos). O culto à morte e a sua "magia", as superstiçons e o medo (seja religioso ou nom) forom a fonte de quase todas as manifestaçons "inteligentes" e elevadas dos povos nom arianos, e inclusive a dos indo-europeus durante muitos séculos.

 A Grécia foi o primeiro lar do mundo no qual o conhecimento empírico, científico, tornou-se global, e alcançou o nível da "arte", da base "espiritual".

Os pensadores gregos, e o mais importante, a estrutura social das cidades gregas forom o primeiro encontro entre ciência e "essência", de forma que por primeira vez o filósofo grego nom procurava "utilidade" imediata no seu pensamento, senom "prazer intelectual", ou seja elevaçom humana meiante a procura da Verdade.

Se para Pitágoras ainda existia um elemento mágico na matemática, em Euclides isto já desaparece, nas ciências gregas maturas o sentimento de Verdade, de Conhecimento, de Pesquisa "gratuita" (ou seja, sem instigaçom mágica algumha, polo mero prazer ou interesse) torna-se normal. E, em especial, a Grécia revela os primeiros cientistas "por prazer", sem necessidades econômicas, sem utilidade prática por trás. Pesquisas teóricas sobor os números ou as Ciências Naturais, a lógica e a gramática e a moral, a Medicina inclusive, nom como profissom senom como procura da realidade, iniciam-se na Grécia de forma evidente. Talvez antes houvo alguns indícios deste senso científico, desta procura da Verdade Natural sem intromissom mágica, mas foi pequeno. Na Grécia torna-se um fato social e pessoal de evidente realidade.

 Inclusive a Arte na Grécia afasta-se do uso mágico, já nom está à serviço da expressão dumha Idéia Mágica, mas que se centra na Beleza, na Naturalidade Humana. A Arte grega é umha homenagem ao Homem, sem mais.

domingo, 9 de setembro de 2012

Metodologia da História


Ache vosté como determinar a sua raça
Vicente Risco

Os caracteres externos nos que se funda o estudo antropológico, podemos dizer que som de duas classes: de forma e de cor. Os caracteres de forma referem-se à conformaçom do crâneo e da face, à estatura e outras medidas, e à qualidade do pêlo; os de cor à pigmentaçom da pele do pêlo e dos olhos.

Caracteres de forma. Apreciam-se geralmente por meio de medidas (diâmetros) e relações de medidas (índices). As principais medidas da cabeça (Craneometria) som: o diâmetro antero-posterior e transversal do crâneo, a altura deste e o seu volume; e na face, a sua altura e os diâmetros biciogomático (dos pômulos) e bigoníaco (do maxilar), e os dos diâmetros nasais.

a) Os diámetros do crâneo tomam-se geralmente com o compás de Broca, de ramas curvas. O antero-posterior toma-se desde o meio da frente ao ponto mais saínte da parte posterior do crâneo; o transversal buscando a maior anchura por cima das orelhas (cresta do temporal). A altura do rosto, desde o násio (arrinque do nariz) à parte inferior do queijo; o bicigomático, entre os pontos mais saíntes do arco cigomático, que une o pómulo com o temporal, o bigoniaco entre os dous gomões ou vértice dos ângulos do maxilar inferior. Os nasais tomam-se, o vertical, desde o násio, o ponto subnasal (vem coincidir com o ponto em que o tabique central se une ao lábio superior) e o transversal pola parte mais ancha. Estas medidas nom som exactas mais que na caveira. No indivíduo vivo nom o som.

Os índices do crâneo som: índice cefálico, polo qual se dividem os homens em dolicocéfalos ou de crâneo alongado e braquicéfalos ou de crâneo curto; o índice facial, polo que se dividem em leptoprosopos ou de cara longa e microprosopos ou de cara curta; e o índice nasal, que os divide em leptorrinos ou de nariz longo e platirrinos ou de nariz aplastado.

b) O índice cefálico é a relaçom matemática entre o diâmetro antero-posterior e o transversal do crâneo. Acha-se multiplicando o menor por 100 e dividindo-o polo maior; se o cociente é menor que 75, o indivíduo é dolicocéfalo, se é maior, braquicéfalo. -O facial é a relaçom da altura do rosto e o diâmetro bicigomático, e o nasal, entre o vertical e o horizontal do nariz. Acham-se como o cefálico. Desde Retzíus deu-se às medidas craneanas uma importância exagerada, pensando que bastavam para determinar as raças; hoje atende-se mais ao conjunto dos caracteres físicos. Ora bem, este conjunto nom se pode observar mais que no homem actual; os restos históricos do homem som quase exclusivamente ósos (agás nos povos que embalsamavam os cadáveres) e por tanto na la maioria dos casos, quando se trata do homem antigo, há que se ater à craneometria. As medidas do corpo som: a talha ou estatura (talha total), a talha do busto, e a braça, e também o perímetro torácico.

c) A talha total toma-se como para o serviço militar; a do busto, sentado; a braça é a longitude que há desde o extremo de um dedo maior ao outro, com os braços em cruz. O perímetro torácico é a circuferência do toro tomada baixo dos braços. Alguns apreciam a relaçom entre a estatura e a braça, dividindo os homens em megaskeis, que tém a estatura maior que a braça e braquisqueis, que a tém igual ou menor. A relaçom entre a talha e o perímetro torácico dá o chamado índice de robustez.

Caracteres de cor. A pele pode ser branca, amarela, parda e negra, tendo cada uma infinitas variedades, as principais das quais na branca som: branco rosado, branco pálido, moreno e muito moreno. Os olhos podem ser claros (azuis e grises), médios (verdes) e oscuros (castanhos e negros). O pêlo pode ser louro cinça, louro encarnado, castanho e negro. No pêlo há que ter em conta a sua qualidade (crespo, ondeado, liso), abundância (espeso ou ralo) e longitude. Estes caracteres tém uma importância que também foi exagerada por Huxley e Haeckel.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Sobor a Feminilidade



Entende-se por feminilidade a concordância do comportamento da mulher com a sua própria idiossincrasia natural, com os sentimentos e inclinaçons naturais, sem pretender mudá-los ou modificá-los por influência do comportamento do homem,

O primeiro que deveramo-nos perguntar é o por que deste comportamento da mulher hoje em dia, por que esse desejo de ter semelhança e comportarem-se como o homem quando a mulher devia-se sentir orgulhosa de sua condiçom sexual. E por que devia sentir-se orgulhosa de que a natureza a tenha dado este dom?… O homem também tem parte de culpa neste comportamento inadequado da mulher hoje em dia; se o homem se desse conta das diferenças, nom só físicas, mas também psicológicas que existem entre um homem e umha mulher, chegaria a compreender que o respeito e a atençom à mulher som indispensáveis para o bem-estar entre ambos os sexos.

A mulher deseja ser integrada, mas quando encontra rejeiçom comporta-se dumha maneira similar ao homem para ter semelhança à ele e nom ser rejeitada mas sim respeitada, mas esse comportamento nom é natural. A EXPRESSOM ESPIRITUAL E CARACTERIOLÓGICA PRÉVIA DA MULHER ARIANA VEM DADA POLA SUA RAÇA. Por isso deviam as mulheres sentirem-se orgulhosas da sua condiçom de mulher; é herança da nossa raça e nós continuamos concedendo esta herança aos nossos descendentes, e estes pola sua vez aos seus filhos.

A procriaçom é a maior responsabilidade que tem umha mulher, nom só em prol da sua raça, senom para sua elevaçom como pessoa. Temos a responsabilidade de fazer dos nossos filhos o futuro da raça.

Existe maior satisfaçom do que saber que nas vossas mãos está o futuro da nossa luita?

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O Nacional-Socialismo e a natureza


 Na revista Krisis número 15, que dirige Alain de Benoist (tema que se repete em Hespérides número 6),  fala-se fundamente das declaraçons de Luc Ferry e de Levi-Strauss sobor os perigos dumha redefiniçom das relaçons do Homem e da Natureza, da visom do que é a Natureza. É famosa já a advertência de ambos de que esse caminho conduz absolutamente ao Nacional-Socialismo, e portanto está proibido. Ambos definem a necessidade dumha visom "democrática" da Natureza. Umha visom judaica afinal de contas, baseada na mentalidade bíblica: A Natureza à "serviço" do Homem, o homocentrismo e o materialismo econômico. Levy Strauss diz claramente que os N-S forom os primeiros ecologistas, e que agora seriam uns fanáticos verdes. Especialmente Walter Darré, ministro da agricultura N-S, é considerado como o primeiro político ecologista no poder da história... E o último atualmente. Os Nacional-Socialistas forom os primeiros em legislar leis contra a vivisseçom, contra a caça, em favor dos animais e do ambiente.

Lei de 24/11/33 sobor Proteçom de Animais e proibiçom da Vivisseçom.

Lei de 3/7/34 sobor a Limitaçom da Caça.

Lei de 1/7/35 de Proteçom da Natureza.

Estas leis eram únicas nesse momento, e som muito adiantadas com respeito às atuais.

Vemos que com só chegar ao poder em 1933 já se adicarom a proteger os animais e as relaçons com a Natureza. A razom é que para o N-S a naturalidade nom é um acessório eleitoral senom umha base fundamental de sua cosmologia.

Enquanto Mao ordenava em 1950 matar os pardais (os quais acusava nos seus neuróticos "poemas vermelhos" de comer o "gram do povo"), provocando a maior fame conhecida no ano seguinte (ao rematar com o inimigo natural dos vermes e as pragas de insetos), enquanto nenhum líder democrata ou comunista se preocupou o mais mínimo proteger bosques ou animais, os N-S em plena tomada do poder assumirom mudanças radicais nesse tema.

Nom é objeto deste artigo documentar o trabalho N-S no tema da naturalidade, a obra foi enorme, mas só fazer ver que o tema da irmandade Homem e Natureza é umha base real do N-S, nom só teoria.

Sem dúvida iniciativas como "Beleza no Trabalho" forom e som ainda as melhores soluçons para recuperar umha vida digna e atualmente seriam de enorme necessidade apesares dos 70 anos que passarom.

O tema é importante de descrever-lo hoje em dia, quando os novos grupos N-S saídos nestes anos parecem ter esquecido essa faceta fundamental da naturalidade, e equivocam o caminho para a ecologia. Antes de ler ecologia há que passear pelos campos, subir as montanhas, amar os animais.

A Ecologia está muito bem DEPOIS da Naturalidade, mas nunca em vez dela.

Há que subir aos cumios de nossas montanhas e olhar menceres, antes de meter-se a analisar os dados das revistas ecologistas.

Hitler amava fundamente a Natureza, das montanhas aos animais, embora jamais lesse nada de Ecologia. Agora os políticos lêem sobre Ecologia mas nom amam a Natureza.

Alfonso Guerra é um dos dirigentes do Parque de Doñana, onde se construem urbanizaçons e se "recurtam" espaços. Mas na realidade: o que importa, à Guerra, esse espaço, fora de seu reflexo nas estatísticas? Nom precisamos de ecologistas senom de apaixonados do meio natural. Precisamos de homens com paixom pola Natureza.

ABAIXO A TIRANIA!!!!

Umha voz nacional socialista!!! Abaixo a ditadura democrática!

NÓS, herdeiros dum glorioso passado, militantes natos, decididos a nom morrer como escravos, decidimos defender a herança da nossa pátria e nossa civilizaçom, levando umha luta sagrada contra o terrorismo comunista e a corrupçom burguesa.

Umha luita sagrada pola dignidade nacional e a justiça.

domingo, 19 de agosto de 2012

O sexo no Nacional-Socialismo



Um dos muitos erros e mentiras sobor o Nacional-Socialismo é a sua identificaçom com as posturas da direita tradicionalista e anti-comunista que em muitos pontos assumirom formas "fascistóides", que se identificarom com "nazis" pola imprensa atual.

Mas da mesma forma existiu também a tentativa de fazer olhar que para se "modernizar" é preciso admitir parte das desgraçadas posiçons do mundo atual.

 No tema do sexo pode-se olhar magnificamente esta incapacidade para captar a essência do Nacional-Socialismo, inclusive por parte de muitos dos nossos, e sua confusom já seja com a reaçom ou cumha modernizaçom grosseira.

A essência da visom NS do Sexo é considera-lo um meio natural e desejável para expressar ao máximo o amor e a sensibilidade numha parelha. A essência da postura do mundo atual sobor o Sexo está em considerá-lo um meio para obter prazer e "ser ledo".

 A essência da visom tradicionalista do Sexo é considerá-lo como um tema só ligado e aceitável na reproduçom, e sempre de "menor valia" que a castidade (veja-se o sacerdócio, a idéia do sexo para a "classe baixa" do Opus, a sublimaçom da virgindade na religiom, inclusive ao eliminar o sexo na maternidade de Cristo, a mania de agochar o corpo dos islamistas, etc...).

 Os males do sexo começam quando as religions menosprezam o corpo e "separa-no" do "espírito" ou alma. Dessa concepçom "separatista" provém toda umha traumatizaçom anti-sexual, a perda da "inocência" e a repressom da Natureza por leis utópicas. No estado espanhol vimos durante o regime franquista um excelente exemplo de até que ponto pode ser ridícula a pretensom de "ignorar e reprimir" o sexual, proibindo um beijo com língua em público ou eliminando toda referência ao sexo na educaçom, por pôr só dous exemplos.

Porém, da mesma forma que os abusos do Capitalismo levarom às ainda piores violências do Comunismo, de forma que nom é compreensível a brutalidade, ódio e selvajaria de 75 anos de tirania comunista sem compreender a miséria aonde levou o capitalismo liberal-democrático, dessa mesma forma da repressom anti-sexual foi ao Deus-Sexo. Porque um Sistema materialista que baseia a sua "ideia" no puro prazer e egoísmo converte o sexo em Lixo, de forma que atualmente o sexismo liberal prostituiu toda a funçom natural do sexo para converte-lo numha mera "máquina de prazer", um Mercado do Prazer e do Sexo, que chegou a um rebaixamento tal da Pessoa que qualqueira assombra-se agora mais de olhar o prostíbulo sexista do mundo moderno que a revoluçom anterior.

O Nacional-Socialismo pretende devolver ao Sexo sua posiçom Natural. Para os gregos o Sexo merecia um Deus, Eros. Mas o Sexo nom era corrupçom nem degradaçom, era ledícia e Amor. Jeová converteu o Sexo em Reproduçom, e Marx o Sexo em Orgasmo-Prazer.

Umha Pessoa (nom um homínido) aspira a umha Dignidade tanto pessoal como do seu companheiro/a, e tem no Amor, no sentimento do Amor o meio natural e melhor para expressar essa unidade absoluta que é a Família e a parelha.

O Amor é um sentimento, umha disposiçom mútua, que vem refletida por muitas partes, entre elas a falta total de egoísmo, a entrega, o desinteresse e a ledícia, mas sem dúvida necessita para a sua máxima sublimaçom o sexo, o desejo de unir-se em "corpo e alma" (na totalidade do ser sem distinçons inexistentes).

Por isso é absurdo totalmente afirmar que o sexo somente é reproduçom, o sexo é umha parte do sentimento de Amor, da Ledícia da uniom total entre dous amantes, que nom procuram o prazer somente senom também o Amor, que nom pretendem satisfazer o seu egoísmo, só entregar-se um ao outro.

Dentro do amor e da idéia de família, de unidade, de entrega total, o sexo é nom somente respeitável, é necessário, desejável e superior à virgindade.



No N-S histórico houvo umha clara vontade de Beleza, de admiraçom, respeito e vocaçom de beleza, à ledícia de viver. Publicarom-se infinidade de fotos de pessoas nuas, umha admiraçom pola beleza e polo corpo ao mesmo nível que a sensibilidade e a inteligência, de forma que se exporia o "homem completo" como objetivo.

Jamais o NS tivo as manias repressivas contra a Ledícia e o Sexo, mas jamais permitiu a prostituiçom do corpo e a conversom do Sexo num prato de prazer para bestas.

O N-S opom-se à um sexo precoce, à banalizaçom da relaçom sexual, e à sua prostituiçom (venda de sexo, seja em troca de dinheiro ou prazer).

 Nom basta o Desejo, o sexo para ser motor de dignidade e de elevaçom, necessita que esse desejo esteja unido ao Amor, ou seja, que se "deseje" o companheiro/a porque se o/a Ama, porque está disposto a nom ser egoísta, a entregar-se. O sexo é entrega nom recepçom de prazer.

 A Pessoa digna nom deseja satisfazer o instinto sexual, mas utilizar essa potência enorme do sexo para "amar", para doar-se completamente à sua outra "Pessoa" que lhe complementa. E juntos criar a nova vida, certamente, mas nom só procriar, também sublimar o Amor.

 Se assim o entendemos, evitaremos cair no poço de lixo sexista no qual se converteu o Sexo no mundo materialista, e ao mesmo tempo evitaremos as posiçons anti-naturais das utopias virginais.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Nacional-Socialismo e Comunismo

UMHA IDENTIFICAÇOM DESENHADA POLA DIREITA



Dende há um tempo publicarom-se umha série de textos com a idéia de identificar Comunismo = Nazis, cumha dobre motivaçom:

· Os intelectuais do Sistema para eliminar propagandísticamente os restos comunistas radicais que ainda ficam vivos e culminar o seu melhor triunfo: a integraçom dos comunistas no Sistema de Mercado.

· E os pensadores da direita de todas as cores, dende a reaccionária à alternativa, para acusar aos ex-comunistas agora passados a social-demócratas do seu passado stalinista, e de passo livrarem-se das acusaçons de ser eles ‘fascistas’.

A saída do ‘Livro Negro do Comunismo’ em 1998 foi o detonante para se lançar a essa campanha de identificaçom todas as forças reaccionárias anti-comunistas. Era evidente que se carregavam contra o comunismo sem mais, receberiam o mesmo trato que sempre tiverom os esforços de mostrar os crimes do comunismo: serem acusados de fascistas.

Desgraçadamente para o comunismo, o poder sionista decidiu faze anos que a besta comunista já nom lhes servia ,senom que molestava, atoparom no Mercado umha arma muito mais sofisticada e útil para o seu domínio mundial.

Desta maneira atopamos a um possível membro do Mossad como César Vidal entre os editores do "Libro Negro del Comunismo". E a crema e tona do intelectualismo sionista meteu-se a renegar do próprio comunismo que apoiavam faze 20 anos. Todos faze-no com suavidade, dende logo sem a caça de bruxas organizada contra os nazis e fascistas.

Por isso o comunismo deixou de estar de moda, mas, sempre condescendentes com os seus aliados, decidiu-se deixar tranquilos a todos os que tinham sido comunistas, incluso se tiveram colaborado direitamente nos seus crímenes. Simplesmente trataria-se de serem ’anti-comunista’ em abstracto, sem nomes nem acusaçons concretas, sem Nurembergs nem recriminaçons especiais. Um erro do passado, simplesmente.

Nestas circunstâncias o anti-comunismo recalcitrante dos reaccionários atopou a fórmula para denunciar o comunismo sem ser acusados de fascistas: Fascismo = Comunismo.

Da mesma maneira que o comunismo foi fagocitado polo Sistema, umha parte da alternativa de Direitas perdeu a sua vontade de destruir o Sistema, e trata simplesmente de apresentar idéias e influências intelectuais suavizadas e sem que se enfrontem direitamente à Besta. Isso facilita-lhes viver tranquilos e sem sobressaltos, e à vez crer-se intelectuais e rebeldes de pacotilha.

Imos analisar dous temas: o engano dessa identificaçom, e os cobardes que se agocham tras dela.

O COMUNISMO E O SIGNO DOS TEMPOS

Sem dúvida a maioria absoluta de textos que limos dos anti-comunistas do Sistema coincidem nalgo: O comunismo foi umha degeneraçom dos ideais humanistas e progressistas do marxismo. Ou seja: o comunismo foi ‘mau’ a PESARES de estar baseado em idéias ‘boas’.

Mentres que o NS é intrinsecamente ‘mau’, dende a base.

O historiador Gabriel Jackson no ‘El País’ 11-6-98 escrevia que muitos comunistas e simpatizantes ocidentais admiravam ao comunismo polas suas actividades positivas de luita anti-colonialista (matanças em toda Africa com o fim de dominá-la), oposiçom aos regímenes militares (para instaurar outros ainda piores), e outras actividades ‘progressistas’, como apoio a paneleiros, ionquis e demais progressistas, o que levava-lhes a justificar em parte os feitos negativos.

A Presidenta de Honra da Liga de Direitos Humanos, Magdeleine Rebenoux dizia “A URSS nunca organizou exclusom de grupos humanos da lei comúm” (o que ademais é falso), demostrando que incluso entre os mais ’humanistas’ o comunismo era ‘”algo mau mas por erro, nom por si mesmo”.

Jean Reck dizia “O humanismo é a base do comunismo, e no NS é o contrário”.

Em fim, poderia-mos dar dúzias de exemplos de como o anti-comunismo do Sistema olha claramente que umha cousa é o erro a onde levou o comunismo e outra é que a sua ‘origem’ e o seu ‘sentido da história’ era progressista, era ‘bom’.

E tenhem razóm ao dizer que o comunismo sai das mesmas idéias ‘progressistas’ que sustentam o Sistema. O marxismo apoia radicalmente as idéias básicas da democracia (quase todos os regímenes comunistas titulavam-se ‘democráticos’), o progressismo materialista, a igualdade, o internacionalismo mundialista, a negaçom de todo valor espiritual, o apoio ao arte decadente (quase todos os artistas desse lixo forom marxistas e a maioria comunistas), pois a essência do comunismo é um passo adiante no sentido da História marcado pola decadência ética e estética do homem, isso que chama-mos ‘progressismo’.

A conversom do materialismo na essência do homem, a eliminaçom da diferença, a quantidade sobor a qualidade. No Signo dos Tempos é precisamente esse triunfo da Quantidade, que tem na democracia e o igualitarismo comunista o seu reflexo actual.

O fim do comunismo era a sociedad de iguais  num mundo económico ledo,... que é o mesmo ideal da democracia capitalista, com a única diferença que o Capitalismo progressista aceita toda a igualdade agás no dinheiro. A aceitaçom por parte do comunismo dessa salvaguarda, a de manter a diferença só no Mercado económico, mas força-la em todos os demais aspeitos (igualdade polo baixo é o racial, étnico, moral, artístico, cultural, nacional) forom suficiente para lograr a sua integraçom no Sistema.

O comunismo era umha táctica distinta para seguir o mesmo signo dos tempos.

Por isso luitou junto aos capitalistas em 1939, por isso fundiu-se no Sistema sem problemas, por isso sempre forom tratados muito diferentemente que os demais pola prensa e a intelectualidade da democracia capitalista, por isso umha grande parte dos fundadores comunistas eram judeus e progressistas no sentido sexual, artístico e ético.

O comunismo sufriu um trauma com Stalin, quem realmente rachou essa linha dos tempos, e efectuou umha estatarizaçom comunista que confundiu totalmente ao Partido, significou o assassinato da crema e tona da intelectualidade progressista comunista, e desconcertou totalmente ao Sistema, ao manter umha parte ‘comunista’ e outra ‘imperialista’, provocando umha dicotomia entre ‘idéias’ e ‘práxis’.

Mas foi algo pontual. Tras a sua morte o comunismo voltou ao sentido marxista da história e languesceu já sem remédio na sua convergência ao Sistema. Quando Kruchef indicou que o seu objectivo era lograr el nivel de vida americano, tinha mostrado que o ideal era o mesmo, o homem do mercado e consumo. Já nom havia mais visom que o materialismo democrático.

Crê-mos que a melhor prova da convergência ideológica e de cosmovisom de comunistas e capitalistas está em olhar ao comunismo actual comer da mão do Mercado, agradecido e convertido em guarda da tranca dos princípios demo-liberais: igualdade racial, liberdade sexual, eliminaçom de regras éticas, mestura mundialista, apoio à imigraçom, liberalidade perante os delinquentes e os ionquis, tempo de vício, arte massivo e sem qualidade... os comunistas e a extrema esquerda estám a ser financiados por fundaçons e governos do sistema para apoiar todo este caminho claramente em consonância com os princípios do Mercado, com o Signo dos Tempos.

Como dizia Jean F Revel: “O monstruo comunista está morto como fenómeno político, mas está bem vivo como factor cultural dentro da sociedade progressista”.

Por exemplo, Maximo d’Alema, que fora chefe de governo no estado Italiano e ex comunista declarou em La vanguardia 3-7-98

“O movimento comunista foi concebido nas suas origens como um projecto de libertaçom humana, mas em todos os países onde conquistou o poder transformou-se rápidamente numha força opressora que cometeu delitos enormes”.

“Umha esquerda moderna deve estar disposta a admitir incluso que existam menos garantias para os beneficiários do modelo de Assistência social actual, a cámbio de dar tutela e oportunidades aos mais débeis, aos jovens, àss mulheres os enfermos e aos mais desvantajosos”

Ja olhamos, o comunismo convertido numha parte do Mercado, apoiando a eliminaçom das leis sociais (que na Itália promulgou Mussolini!!) para aceitar polo menos esmolas aos mais desvalidos... isso é o comunismo agora, umha parte do Mercado que recolhe as esmolas do Sistema.

O NACIONAL-SOCIALISMO:
DERRADEIRA TENTATIVA CONTRA O SIGNO DOS TEMPOS

O gigantesco do Nacional-Socialismo nom é a sua história ou feitos, nem sequer os seus mártires e heroes, que já é muito, o gigantesco é que representa um combate contra o Signo dos Tempos. É umha tentativa de restaurar a Qualidade e a Diferença fronte ao caminho descendente secular.

O mundo sofre passeninhamente, mas aparentemente imparável, caminho descendente no espiritual, que é compaginado com um aumento do material. Somos mais, com mais ’cousas’, mais mesturados, mais imperfeitos como pessoas e mais possessivos em matérias. Imos perdendo qualidade a cámbio de quantidade. É um processo que nom só afecta aos homens, a Natureza enteira sofre umha degradaçom de qualidade, de variedade, de identidade, a cámbio de massificarem-se, serem accessíveis, caminhos e edifícios, lixo e asfalto, comodidade a cámbio de qualidade.

Este processo nom é linear nem irreversível nem fatal, nom há lei que o marque senom a própia lei do egoísmo humano, a fatalidade com que o homem é tentado pola quantidade e os desejos materiais fronte ao minguante poder das elites de qualidade humana, sustituidas polo detritus dos adoradores do dinheiro.

De quando em vez, como chamas numha noite negra, aparecem momentos estelares da Humanidade, momentos no que se luita contra a quantidade. É a luita contra o Inimigo do Mundo, contra o Signo dos Tempos.

É o romanticismo contra o colonialismo e capitalismo nascente, é Hitler contra a "democracia" do número, som tentativas heróicas e grandiosas de luita contra o egoísmo das massas e a tentaçom constante provocada polos que só desejam dinhero e quantidade.

Os ‘Tradicionalistas’ tenhem umha visom similar mas com dous aspeitos que nos diferenciam: Nós os Nacional-Socialistas nom cremos numha visom predestinada e cíclica da vida, entre outras cousas porque nom se pode demostrar nem assegurar. E nós os N-S desejamos a elevaçom do povo, o socialismo popular hierárquico, a cada qual segundo a sua valia humana (meritocracia natural), nom segundo o que tenha, nem todos iguais. Por isso procuramos ‘a modernidade técnica’ como ARMA para conseguir qualidade junto a meios materiais. Ou seja ponher o material ao serviço do humano e a qualidade. Nom cremos no retorno às cavernas nem nos ‘dianhos’ materiais, as ‘cousas’ nom som más nem boas, senom que som méios em mãos de ‘maus’ ou ‘bons’.

Esta luita contra a quantidade e o prazer material em favor do Arte, a Natureza e a Qualidade é o que concede ao Nacional-Socialismo um carácter intemporal, de luita fora do Tempo, pois mentres tenhamos um homem que combata ao dinheiro, à igualdade e a mediocridade, ao possuir e o mero prazer, e que o faga polo Povo, polo amor à diferença e a qualidade, ali haverá N.S.

Os textos da direita tratam de apresentar ao Nacional-Socialismo como um produto da mentalidade moderna, da revoluçom francesa e incluso do liberalismo. Para isso partem da mentalidade ‘tradicional’ que carece de Socialismo e amor ao Povo. E do éxito do NS em conseguir nom só umha gigantesca revoluçom da alma senom também em dar um nível de vida adequado. Isso nom lho perdoam esses reaccionários do egoísmo do EU, que nom podem apresentar nada real no seu haver, de maneira que se a cámbio tentam de denostar todo como ‘moderno’, e recluirem-se num pessimismo irreversível de elites egoístas que nom sintem nada pola dor do mundo.

E da mesma maneira que o apoio do Sistema ao comunismo e a assimetria das condenas contra o comunismo stalinista, mostram-nos a origem comúm, o ódio satânico do Sistema a qualquer mínimo sinal de NS mostra-nos o nosso carácter de revulsivo contra o signo dos tempos. Por outra banda NENHUM Nacional-Socialista aceitou comer com o Sistema, jamais, nunca pretenderom aceitar o Sistema, nem reformá-lo. Alguns N-S aceitam e oturos nom a via legal, como fixo Hitler, mas todos tenhem a certa intençom de destruir o Sistema até a raiz. Por isso os cárceres actuais estám cheias de N-S e nom de extremistas de esquerda.... nem de ‘tradicionalistas’, dessa direita que nos identifica com o comunismo, que nom se atreve a sair à rua, senom que fica em debates intelectuais de salom, e dende logo soslaiando os temas perigosos.

Os que quando nom era perigoso atreviam-se a falar de biologia ou raça, de sionismo ou revisionismo, de arte N-S e intelectuais N-S, agora calam e tratam de ‘cambiar o rumo’, declaram-se anti-racistas e refugiam-se em filosofia para quartos escuros, sem sangue nem valor, discursos de orchata no canto de lume.

A TEORIA DA ASSIMETRIA DE INDULGÊNCIA COM O COMUNISMO

Só umha vez que se tivo comprendido esta base é possível entender a tremenda assimetria de juiço que mostram tantos textos e livros, entre eles os de Alain de Benoist ou Hespérides, sobor a diferença de juiço quando se trata dum feito comunista ou um atribuido aos N-S.

A diferença é tam escandalosa, tam enorme, que fizerom pensar a muitos sobor por que um Picasso pode adicar umha obra a Stalin sem que ninguém lho lembre, como Pablo Neruda pode adicar umha poesia laudatória à bomba atómica de Stalin e tantos centos de casos semelhantes, e sem embargo ser Neruda ou Picasso santos dos altares do capitalismo, dos museus e fundaçons de multinacionais e capitalistas, os mesmos que jamais perdoaram a Leni Riefensthal o só ter dirigido umha película N-S, ou a Winifred Wagner o ter sido amiga de Hitler.
Há enchente de casos, que estám perfeitamente documentados em vários livros, desta assimetria brutal, que nom paga a pena insistir nela, todos aceitam que é assim.

A assimetria de juiço com o comunismo respeito aos fascismos, e muito mais ainda respeito ao Nacional-Socialismo, nom procurare-mos básicamente umha "comparança" premeditada, senom numha "identificaçom" dos ideais democráticos com o progressismo marxista. Dalgumha forma os demócratas e capitalistas "sentiam" os "erros" do comunismo, lamentavam nom poder apoiar essas idéias que nas suas bases eram amigas. Os liberais e demócratas viam no progressismo e materialismo marxista um aliado, que era inimigo só por vontade errénea de desviarem-se do caminho plausível. Mentres que viam no Nacional-Socialismo um movimento com o que nom se podia pactuar jamais e que tinha a firme vontade de destruir a essência mesma da mentalidade democrática e materialista. O capitalismo pactua doadamente com os ditadores que aceitam o Mercado e só reclamam orde e respeito a umhas normas ou pessoas. Mas nom podem aceitar um movimento que vaia eliminar a base materialista e desmontar o sistema de Mercado.

Era precisamente a oposiçom ao Mercado o que lhe molestava do comunismo, e em quanto cederom neste ponto puiderom ser integrados como cancinhos lambeconas.

Mas o mais lamentável destes estudos de assimetria de condea entre comunismo e N-S é que as publicaçons reaccionárias da direita dam por "aceitados" os crimes dos que se acusa ao N-S, pese a que estes nega-no, cousa que nom fam os comunistas com os seus.

É ruim olhar como os próprios intelectuais de Hespérides dam por "provados" feitos que promove a propaganda do Sistema, quando eles mesmo sufrirom na sua carne as mesmas mentiras: sabem que o sistema minte, mas nom se atrevem a reconhecer que também mintem quando acusam ao N-S de muitas cousas infundadas, e mais quando o próprio Sistema proibe a defesa ou a investigaçom desses presuntos feitos... convertindo-os em verdade de fé. Mas a direita nom se atreve a duvidar do proibido, e aceita comparar os crimes aceitados do comunismo com os nom aceitados jamais polos N-S.

Indica Benoist que o comunismo está acusado de 100 milhons de mortos e o N-S de só 6 milhons de pessoas... mas o problema nom é esse. O problema é que o comunismo aceitou que matou a 100 milhons de pessoas mas o NS jamais aceitou ter assassinado a 6 milhons. E o mais clamoroso, postos a olhar os crimes o que falta de verdade é o livro sanguinolento do capitalismo, com centos de milhons de assassinatos, de fame, de torturas, de explotaçom, de drogados, de abortos, de palestinos e árabes torturados... o genocídio massivomais brutal jamais conhecido, o dos capitalistas.

Nom, desse nom se fala se se quer comer na mão do Sistema.

Nom é que o comunismo seja pior que o fascismo, como pretende provar a direita reaccionário, senom que o comunismo e o capitalismo som os dous sistemas mais genocidas jamais vistos, mentres que o Nacional-Socialismo nega totalmente os crimes dos que se lhe acusa, e nom pode defender-se deles, pois proibe-o a lei "democrática".

Um dia terá caido o poder do dinheiro e podera-se comprovar a realidade. Mentres o único certo é que o capitalismo e o comunismo som os culpáveis de dous séculos de miséria e crimes.

STALIN E HITLER

Como já apontava-mos Stalin significou umha excepçom no comunismo, nom pola sua actuaçom brutal, que é comúm em todos os regímenes comunistas, senom polo abandono do sentido 'progressista" e a adopçom dumha conceiçom imperialista russa (sobor outras etnias eslavas e nom eslavas) que deu ao comunismo soviético.

Isto fixo que muitos dos que tratam de identificar N-S e Comunismo fixem-se neste feito e queiram estabelecer paralelismos entre a idéia imperial e respeituosa com as etnias do N-S e Hitler e o imperialismo comunista genocida de Stalin.

E incluso paralelismo entre as suas pessoas, Hitler e Stalin. Como tentar comparar a Hitler com Atila. Hitler era umha pessoa culta, artista, namorado da música, a leitura e as artes, o seu dinheiro pessoal ia adicado a montar um museu em Linz, vegetariano por amor aos animais, amava os passeios de montanha e a natureza, tinha umha conceiçom espiritual da mulher às que tratava com suma educaçom, e jamais  caiu em vício algum, nem fumava nem bebia nem tinha amantes ou actos indecentes.

Stalin era ignorante, batia nas suas mulheres, tratava brutalmente aos seus amigos à menos suspeita, nom lhe interessava em nada a arte nem a natureza, jamais ocorreuse-lhe pensar em animais senom para comé-los, nunca pintou nem se interessou pola cultura.
E a umha personalidade corresponde umha visom absolutamente diferente do mundo e a vida.
Os enormes livros que tenhem escrito para tratar de comparar Hitler e Stalin baseam-se, claro, numha visom de Hitler ditada polo sionismo, sem base real algumha. Um Hitler drogado e histérico, que disfrutava matando e que estava tolo por ver sangue judea, que só tentava ser deus e dominar sobor o mundo com violência e brutalidade. Si, é evidente que para os que crem nessa versom neurótica de Hitler, poda-se estabelecer paralelismos entre Hitler e Stalin.
Para rematar é evidente que quando Stalin pretende "nacionalizar" o comunismo enfronta-se à linha progressista do comunismo, a que pretendia seguir o signo dos tempos. Esta linha estava enchida de judeus, de maneira que Stalin arremete nas famosas purgas contra umha parte da elite judea do comunismo, o que lhe serviu ser acusado de anti-semita e comparado com Hitler.

Em realidade Stalin estavac casado cumha judea, nunca deixou de ter como responsáveis de alto nível na sua polícia a judeus e nom perseguiu "aos judeus" senom à 'conspitaçom troskista', infectada de judeus. A mania obsessiva de olhar complotes que tinha Stalin levou-lhe a exterminar à inteligência judea do comunismo que nom soubo mostrar-se pregueada totalmente à idéia imperialista comunista.

Em Hitler o sentimento contra os judeus basea-se na sua ideia de expulsá-los de Germânia, esta é a sua decisom absoluta, deseja a sua marcha, por considerar o seu Arquétipo vivencial e cultural absolutamente contrário ao germânico.  Nom tem nada a ver pois com a visom de Stalin.

Basta ler o livro de Kubicek e umha biografia de Stalin e pode-se olhar como som pessoas som nom só diferentes, senom absolutamente incompatíveis. Hitler é sensível e artista, Stalin brutal e absolutamente desentendido da arte e a cultura.

Quem conheça a personalidade de Hitler nom pode menos que rir quando olha que se adicam livros de mil páginas a comparar um borracho grosseiro cum wagneriano artista.

NOLTE: O NACIONAL-SOCIALISMO COMO ANTI-COMUNISMO

Cre-mos que umha das bases da péssima comprensom do Nacional-Socialismo vem da teoria de Ernst Nolte sobor a sua base essencial anti-comunista

É evidente que os anos 20 e 30 o comunismo foi um perigo realmente abrumador, a barbárie que extenderom nos países que dominavam foi aterradora, milhons de mortos, matanças massivas, torturas e umha onda de menosprezo total por todo o espiritual. Pensemos que muito antes de que Hitler chega-se ao poder o comunismo já tinha exterminado a centos de milheiros de campesinhos russos, arrasara Ukrania e torturado a milheiros de sacerdotes. Os seus mandos eram massivamente judeus, e os seus chamamentos ao domínio absoluto nom eram segredo nenhum. Mentres isso acontecia, o capitalismo, que levara a milhons de pessoas à fame e a miséria, sem seguridade social, fazendo trabalhar às crianças e com despido livre, manteria baixo a máscara democrática mas em plena crise. As chamadas "democracias" estavam a cambalear, podridas, decadentes... nesse momento todo semelhava predizer que o grande perigo era o comunismo.

Por isso falou-se muito do N-S como umha reacçom contra o comunismo, como se essa fosse a sua essência básica. De aí sai umha visom maniqueísta: comunismo e N-S como duas caras do mesmo, dumha tolémia colectiva dos anos 20 e 30, como umha "mesma cousa", cara e cruz do mesmo.

Esta é umha visom para a direita e o capitalismo: duas tolémias de extremistas e violentos que agocham assim ao verdadeiro culpável: o capitalismo.

A realidade é bem distinta. Hitler nom inícia a sua revoluçom para ir contra o comunismo. Leed Kubicek outra vez. Hitler o que olha é umha sociedade decadente, corrupta, que esplora à gente, que esqueceu o espiritual e a arte, olha aos banqueiros sem escrúpulos, ódia os negócios e esse estilo de comerciante obsessionado, o comunismo nom lhe obsessiona senom como sublimaçom do próprio materialismo economicista.

Schopenhauer, Wagner, Nietszche, o romanticismo, Gobineau, Bernard Shaw, toda a base dumha conceiçom do mundo quere-no reduzir a um mero anti-comunismo, como se fosse-mos assustados pequenos burgueses.

Só depois, mais tarde, deve-se enfrontar com o perigo comunista, e logra atrair a suas mocidades às SA. Muitos N-S forom comunistas, nenhum foi banqueiro ou financeiro.

Para o Sistema, como para os direitistas, é muito cómodo essa visom dum "fascismo" convertido em matom da direita, na mera reacçom contra a brutalidade de Stalin, do sua mesma ralé ainda que em direcçom contrária. E polo tanto essa forma de apresentar  ao N-S puxo-se de moda, é a forma de ignorar a sua luita contra o Signo dos Tempos, eliminar a sua essência real, umha Cosmovisom absolutamente distinta do homem e a Natureza.

Dende logo muitas personagens da direita passarom-se aos fascismos, sobretudo umha vez já conquerido o poder, por motivo do anti-comunismo, mas isso nom foi a base do N-S senom mais bem o seu lastre.

EM QUE TEMOS SEMELHANÇA?: EM NADA!

A realidade é que nem Hitler parece-se em nada a qualquer líder comunista, nem o N-S tem semelhança em nada ao comunismo. Gorbachov fixo-se capitalista, Hess nom. Do comunismo pode-se ir ao progressismo "democrático". Do N-S nom há caminho cara o Sistema.

Botemos umha olhada aos pontos que normalmente empregam as direitas para tratar de identificar o comunismo e o N-S:

- “A palavra clave com a que som identificados é ‘totalitarismo’”.

Dim-nos que comunismo e NS som "totalitários", querem abranguir todos os aspeitos da vida, e oponhem a isso o "liberalismo", sendo lamentável, pois nom há nada mais totalitário que o capitalismo, todo converte-o em Mercado, em Dinheiro, todo está baixo o poder da usura... e chamam-nos totalitários aos demais.

Todo Sistema é totalitário, pois todos baseam-se numha conceiçom do mundo que alumea todo aspeito. O materialismo progressista nom deixa nada fora do seu controlo, e dende logo umha revoluçom socialista e espiritual tampouco ia deixar sítio para a decadência


As democracias tenhem leis que proibem aos grupos nom "democráticos", leis de protecçom da democracia, leis que obrigam a que as associaçons rejam-se por sistemas democráticos, leis proibindo pensamentos sobor raças ou história "incorrectos", leis que proibem qualquer cousa que seja molesta ao Sistema, mas, ademais das leis, todo o poder da prensa e TV esmaga a qualqueira que nom seja "correcto" chamando-lhe criminal e terrorista, atacando as poucas livrarias nom correctas e criando todo tipo de perseguiçons.


- “Ambo-los dous som partidários da violência para chegar ao poder”

É curioso: Os primeiros "demócratas" chegarom ao poder por um golpe sanguinolento chamado Revoluçom Francesa. Os comunistas por um golpe mais sanguinolento em Москва... os N-S por eleiçons populares em Alemanha. Pese a isso seguem com a propaganda da violência N-S.

Nos 6 anos de governo N-S em Alemanha em paz quase nom houvo execuçons, pouquísimas, dende logo muitas menos que nos 6 primeiros anos de comunismo ou "democracia". Hoje em dia todos os N-S sérios apoiam essa mesma idéia de liberdade dentro dumha Ética, e nom umha ditadura estrita.
- “Tratar de imponher umha ditadura”

O comunismo fechou fronteiras durante 60 anos. Na Alemanha podia-se ir um do país sem problemas dende o primeiro dia de governo.

As leis N-S sobor liberdades nom som distintas às leis democráticas contra os anti-demócratas. Colhede a Lei de Defesa da Constituçom da actual Alemanha e cambiade onde di "defender a democracia" por "defender o N-S" e teremos o mesmo espírito que havia no N-S.

Por outra banda haviam muitas tendências dentro da Germânia N-S, cumha liberdade de acçom muito maior que no comunismo. Nom houvo na Germânia purgas nem umha uni-direcçom absoluta. A gente podia-se mover e trasladar-se sem permisos nem lios, e dende logo nada a ver com o sistema comunista no controlo absoluto da individualidade.

Em 6 anos de paz só houvo umha purga interna, contra o complote de Rohm, muito reduzida e concreta, fora disso nom houvo detençons massivas nem campos nem deportaçons de povoaçons, etc como houvo no comunismo durante anos de paz.

Nunca se produzo no N-S em paz juiços massivos como os de Stalin, dezenas de milheiros de comunistas executados logo de confessar baixo tortura e juiços incríveis. Todo isso em época de paz.

- “Estado policial”

A Gestapo tinha uns 7.000 membros. A GPU uns 350.000 membros. Nunca a Germânia N-S montou umha polícia abrumadora e onipresente, tivo sempre efetivos reduzidos. Nunca forom montadas organizaçons de espias de bairro ou sistemas de delaçom massivos, como montou oficialmente o comunismo.

Nunca Hitler mandou matons a matar a dissidentes do estrangeiro, nunca se derom casos como o de Trotsky, entre outros centos, como fixo o comunismo.

De 1900 delegados no 17º Congresso do KPSS em Москва, só 39 sobreviverom às purgas da polícia política!. Isso é impensável no N-S.

- “O ódio de classe corresponde ao ódio de raças”

Mas é que o N-S jamais fomentou o ódio às demais raças, se exceptua-mos ao tema judeu que é um tema especial. Como já demostramos neste mesmo blogger é absolutamente falso que o N-S fomente o ódio a pretos ou asiáticos, por exemplo. Nom é assim, senom polo contrário fomenta o amor e respeito à identidade de cada povo, a sua diferença, no seu entorno. Jamais o N-S propuxo umha "ditadura do ariano" similar à "ditadura do proletariado". O N-S queria umha Germânia para os Germanos, e um Congo para os congoleses, amigos, respeitados e incluso colaborando e ajudando-se.

E no tema judeu, onde sim há umha certa realidade sobor o enfrontamento entre N-S e judaismo em geral, temos que constatar dous temas:

- O ódio de classe é a base do comunismo, mentres que o tema judeu é absolutamente secundário no N-S. O N-S pode existir e desenrolar a sua cosmovisom do mundo sem necessitar para nada o tema judeu.

- Realmente o N-S nom devia enfrontar-se ao povo judeu, senom contra umha parte desse povo, umha parte arquetípica. Foi evidentemente um erro geralizar esse sentimento de aborrecimento mútuo (essa mesma parte dos judeus mostrou a sua agressividade total contra o N-S ao mesmo tempo, foi mais bem um 'ódio a primeira olhada") a todos os judeus polo mero feito de sé-lo, isso é um erro que ademais nom tem lógica dentro da visom ideológica N-S.

Numha palavra, o ódio e luita de classes é a base do marxismo, mentres que no N-S nom há nada de luita ou ódio ou rejeite contra outras raças fora do tema judeu, que deve ler-se numha clave nom racial realmente: foi um rejeite à grande concentraçom de judeus no comunismo e na finança capitalista, nom por um motivo racial em si. E se foi assimilado foi por umha simplificaçom errónea e em todo caso em modo algum básica na ideologia N-S.

O que é seguro é que JAMAIS o N-S chegou a promocionar tanto o ódio ao judeu como faze o sistema agora com o ódio ao N-S! Hoje em dia o sistema promociona e financia mil vezes mais um ódio e mentira contra o N-S.

- “Ambo-los dous som responsáveis de milhons de mortos e campos de concentraçom”

O comunismo aceitou que cometeu esses crimes, atoparom-se os documentos sobor as ordes para a sua execuçom, estám as actas assinadas e a documentaçom da polícia política sobor elas. Os comunistas que os cometerom reconhecero-no eos líderes ex soviéticos aceitarom eses crimes. No NS nada disso aconteceu.

Os dirigente N-S negarom totalmente te-los cometido, nunca aceitarom nem sequer os mandos N-S de segunda orde, nem os N-S actuais que falarom com os superviventes de entom. Há toda umha rama de historiadores que o nega, ainda que para isso tenham que ir a prisom, perder o trabalho e ser empestados.

Nom há nem um só documento ordeando matar massivamente a ninguem nem de construis câmeras de gas ou executar doutra maneira massivamente a pessoas pola sua pertença racial. Nom se atopou nunca essas ordes nem a primer nível nem a nível inferior. Sim há constância de deportar e de trasladar a campos a pessoas pola sua raça, mas nom de eliminá-las fisicamente por este motivo. É mais, há ordes claras de nom fazé-lo e de que iam trabalhar para o esforço de guerra, e logo ser instaladas fora de Germânia, umha vez rematada a guerra. Isto é um delito de Genocídio segundo a lei actual, mas nom tem nada a ver com assassinar.

No estado espanhol e muitos outros estados a polícia política impuxo censura neste tema e persegue penalmente a quenes tratam de apresentar provas destes temas...

Conclusom: nom se pode afirmar nada científica e históricamente pois ao estar proibido nom há liberdade de expressom neste tema. Mas evidentemente nom está claro por qué é proibido investigar... De que tenhem medo?


O mais importante sem embargo é: A democracia capitalista é culpável de muitísimos mais crimes e genocídios que o comunismo. De fame, de opressom, de trabalhos inumanos e de abortos, de guerras coloniais e misérias do capitalismo morrerom assassinados muitísimas mais pessoas que incluso do comunismo.

O ÚNICO INIMIGO: O CAPITALISMO MUNDIALISTA

Já nom é o comunismo, e polo tanto a direita reacionária já nom dissimula a sua raíz burguesa e anti-nazista.


Criou umha bendiçom, que nom haxa já comunismo, quitamo-nos de acima aos simpatizantes reaccionários e cobardes.

Há ainda gente que segue com denúncias ao comunismo... nom conseguirom ainda superar o trauma. Já nom há comunismo, é um espelhismo do que fica. Castro vive do turismo sexual e as multinacionais do ócio, prostituçom e luxo das suas praias caribenhas.

China é parte completa do Mercado. Olhade as declaraçons de Hong Ying, chinesa e escritora demócrata que luitou em Tiananmen e escreveu umha novela "Veram de Traiçom" sobor a repressom comunista (Plaza&amp, Janes 1997):

"Cada vez entristece-me mais olhar como os oficiais chinenes, os novos ricos, incluso os intelectuais, voltarom-se tam cómodos com o mau chamado "milagre económico" que se uniu ao patriotismo. Já ninguem se lembra de Tiananmen, como se nunca tivera ocorrido, ademais de serem um tabu oficial que ninguem pode nem mencionar" (caralho!, aqui temos outro Tabu... o chamado revisionismo do holocausto judeu... todos tentam agochar cousas a base de tabús).

"Os oficiais e os intelectuais chineses estám totalmente satisfeitos com o seu status, som capazes de aceitar qualquer ditador que lhes permita ganhar dinheiro, e por isso nenhum escrito chinês quer escrever de Tiananmen"

Já só importa a mam de obra barata chinesa para fabricar a baixo custe trastes para os consumidores ocidentais e americanos, o regime comunista chinês é agora um empresário que pode suministrar mam de obra barata.

O inimigo está claro agora: o capitalismo. Por isso a direita burguesa e reacionária nom é mais que umha parte desse inimigo. Nom há mais que dous eidos: por ou contra o Mercado e o Sistema, a máscara hipócrita do capitalismo

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Exemplo de manipulaçom por parte da direita reacionária nacionalista espanhola. O jornalista Eduardo García Serrano (filho do falangista Rafael García Serrano) escumei-a bile ao conhecer a absolviçom de dous camaradas catalans. A manipulaçom mítica consiste em inventar ou engadir.

Neste caso Garcia Serrano inventa e engade que os alemans som seres superiores e textos referidos ao movimento Ku Klux Klan, querendo fazer ver aos telespectadores que os camaradas ou o próprio Nacional-Socialismo defende esses postulados.

Concordamos na negaçom do holocausto e na proibiçom de matrimónios multirraciais.