domingo, 5 de janeiro de 2014

A Etnia contra o monstro do Estado

Identidade Vs Estado

A maioria das vezes quando se discute com os Nacional-Espanholistas que dim em chamar-se Nacional-Socialistas, tiram à palestra normalmente os mesmos argumentos:

"No se diferencian a simple vista un gallego de un castellano, o un vasco de un catalán; no existen diferencias raciales entre españoles; por lo tanto la única nación existente es la española"

O Nacional-Socialismo histórico fixo diferenças entre sub-raças dentro da mesma naçom/etnia, e é evidente que os espanholistas confundem as identidades étnicas com a determinaçom da sub-raça ariana correspondente (nórdicos, eslavos,...).

Devido à falta de entendedeiras e a que as discussons riçarom tanto, os N-S decidimos jogar ao mesmo jogo dialectico e apresentamos exemplos de indivíduos para que adivinharam a sua prodecência dentro do estado espanhol.


A resposta maioritária por parte dos espanholistas foi que "Podrían ser de cualquier parte de España", mas a nossa estratégia residia precisamente na procedência estatal dos indivíduos, pois nom eram cidadans espanhois; senom que eram cidadans dos estados: Francês e Italiano. Segundo a sua absurda teoria das "diferencias inexistentes a simple vista" nom deviam ser consideradas naçons aos estados Francês e Italiano, e pertenceriam por tanto a essa naçom espanhola que postulam.

Sub-raças Arianas


Desastres migratórios hispânicos

No passado nas diferentes monarquias e ditaduras houvo tentativas de desvirtuar as identidades étnicas hispânicas com migraçons forçadas intra-ibéricas. É evidente que a inclusom (pacífica ou nom) de 5 milhons de castelans, occitanos, bascons ou de qualquer naçom europeia em território galaico significaria a desvirtuaçom vagorosa da paisanagem étno-cultural (nunca racial). Outra cousa é que se fizera de maneira oportuna em casos ilhados, e que esses indivíduos de origem nom galaica ou mixta com outra naçom europeia adaptara-se com completo à paisanagem etno-cultural que o acolhe.

Temos vários exemplos no estado espanhol. Os bairros de castelans do sul (Andaluzes) e galaicos em Gothalaunia nom forom nunca um exemplo de adaptaçom etno-cultural, polo geral mostravam umha total falta de respeito a cultura nacional catalana, chegando a querer passar por costume local a chamada "Feria de Abril". O efeito rebote foi que os seus descendentes sairom com sentimento "nacional catalám" na sua maioria, xarnegos nacionalistas tanto da esquerda como da direita, baseando o seu sentimento em temas materialistas (economia "Espanya ens roba"), com o qual demostra que a fórmula "Sangue e Terra" é a que melhor funciona.



Outro exemplo temo-lo em Baskonia, onde a meirante parte dos descendentes dos galaicos e castelans que forom trabalhar ali, passarom a ser grandes militantes da esquerda abertzale e incluso da actual banda terrorista marxista ETA; um nacionalismo esquerdalho e maketo.

De Juana Chaos, exemplo de maketo abertzale


Na Galiza temos os desastres etnoculturais nas cidades, mas o problema especialmente étnico reside na cidade de Ferrol, cidade militar onde durante muitos anos viriam gentes de Castilla (Madrid, Cádiz, Cartagena) dando como resultado umha cidade mais semelhante a um bairro madrilenho que a umha cidade galaica propriamente dita; os filhos saim educados da casa em castelám e excluidos da cultura e tradiçom galaica na sua ampla maioria.

A capital castelã, Madrid, nunca tivo esse problema, pese a receber sempre migraçons intra-espanholas sempre foi regida pola norma centralista do estado que à sua vez coincidia com a cultura da naçom castelã, é por isso que um nacionalista espanhol em terras castelãs nom desentoa tanto como no resto de naçons hispânicas, e isso tivo como resultado a adaptaçom quase perfeita das gentes vidas do resto do estado. Quem nom conhece a filhos de emigrantes galaicos (galegos e asturianos) em Madrid que som dos melhores militantes de qualquer Falange, ou que som dos mais destacados membros dos grupos ultra-futeboleiros como Ultrassur e Frente Atlético? 

Qual é a tua Etnia?

Um exemplo de adaptaçom total a etnia, é a gaiteira galaica Susana Seivane. É de origem galaico e castelám (a sua nai é andaluza); mas a sua língua é a galega, vive sumergida na cultura galaica defendendo-a fervorosamente, e em definitiva soubo fundir-se com a naçom que lhe deu acolhida.



Um outro exemplo étnico é o caso do bascom Iñaki Perurena, fazendo-se-nos indiferente a ideologia que professe dentro do nacionalismo bascom.



É um homem fiel à tradiçom do sangue e a terra à qual pertence; do melhor no desporto nacional harriiasoketa, no eido cultural como poeta em língua bascona e bertsolari. Em política publicou artigos na defesa da identidade de Nabarra como eixo da nacionalidade bascona. E o mais importante para nós, deixa todo o seu legado ensinado aos seus próprios filhos.

Perurena dando liçons de história da sua pátria a um maketo ignorante

Exemplos como estes som os que queremos para todas as naçons europeias, é o material humano necessário para vertebrar umha verdade EUROPA, grande em CULTURA e sã RACIALMENTE.

Que alguem nom seja um exemplo étnico como ocorre na maioria de exemplos de nacionalistas espanhois polas suas diversas origens, nom quer dizer que o resto também o sejamos, ou que tenhamos que aceitar a sua história como única. Os modelos étnicos nom os atoparemos nas cidades ou povos grandes da nossa pátria, sempre apareceram nas zonas rurais, e com eles devemos trabalhar e tomar exemplo.

Sabemos que como ARIANOS temos um inimigo primordial que é o Multirracialismo Mundial, mas nom por isso imos esquece-nos dos problemas que como Europeus temos, e que ademais forom problemas projectados dende ideologias que promovem precisamente o mundialismo a escada menor.