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domingo, 5 de janeiro de 2014

A Etnia contra o monstro do Estado

Identidade Vs Estado

A maioria das vezes quando se discute com os Nacional-Espanholistas que dim em chamar-se Nacional-Socialistas, tiram à palestra normalmente os mesmos argumentos:

"No se diferencian a simple vista un gallego de un castellano, o un vasco de un catalán; no existen diferencias raciales entre españoles; por lo tanto la única nación existente es la española"

O Nacional-Socialismo histórico fixo diferenças entre sub-raças dentro da mesma naçom/etnia, e é evidente que os espanholistas confundem as identidades étnicas com a determinaçom da sub-raça ariana correspondente (nórdicos, eslavos,...).

Devido à falta de entendedeiras e a que as discussons riçarom tanto, os N-S decidimos jogar ao mesmo jogo dialectico e apresentamos exemplos de indivíduos para que adivinharam a sua prodecência dentro do estado espanhol.


A resposta maioritária por parte dos espanholistas foi que "Podrían ser de cualquier parte de España", mas a nossa estratégia residia precisamente na procedência estatal dos indivíduos, pois nom eram cidadans espanhois; senom que eram cidadans dos estados: Francês e Italiano. Segundo a sua absurda teoria das "diferencias inexistentes a simple vista" nom deviam ser consideradas naçons aos estados Francês e Italiano, e pertenceriam por tanto a essa naçom espanhola que postulam.

Sub-raças Arianas


Desastres migratórios hispânicos

No passado nas diferentes monarquias e ditaduras houvo tentativas de desvirtuar as identidades étnicas hispânicas com migraçons forçadas intra-ibéricas. É evidente que a inclusom (pacífica ou nom) de 5 milhons de castelans, occitanos, bascons ou de qualquer naçom europeia em território galaico significaria a desvirtuaçom vagorosa da paisanagem étno-cultural (nunca racial). Outra cousa é que se fizera de maneira oportuna em casos ilhados, e que esses indivíduos de origem nom galaica ou mixta com outra naçom europeia adaptara-se com completo à paisanagem etno-cultural que o acolhe.

Temos vários exemplos no estado espanhol. Os bairros de castelans do sul (Andaluzes) e galaicos em Gothalaunia nom forom nunca um exemplo de adaptaçom etno-cultural, polo geral mostravam umha total falta de respeito a cultura nacional catalana, chegando a querer passar por costume local a chamada "Feria de Abril". O efeito rebote foi que os seus descendentes sairom com sentimento "nacional catalám" na sua maioria, xarnegos nacionalistas tanto da esquerda como da direita, baseando o seu sentimento em temas materialistas (economia "Espanya ens roba"), com o qual demostra que a fórmula "Sangue e Terra" é a que melhor funciona.



Outro exemplo temo-lo em Baskonia, onde a meirante parte dos descendentes dos galaicos e castelans que forom trabalhar ali, passarom a ser grandes militantes da esquerda abertzale e incluso da actual banda terrorista marxista ETA; um nacionalismo esquerdalho e maketo.

De Juana Chaos, exemplo de maketo abertzale


Na Galiza temos os desastres etnoculturais nas cidades, mas o problema especialmente étnico reside na cidade de Ferrol, cidade militar onde durante muitos anos viriam gentes de Castilla (Madrid, Cádiz, Cartagena) dando como resultado umha cidade mais semelhante a um bairro madrilenho que a umha cidade galaica propriamente dita; os filhos saim educados da casa em castelám e excluidos da cultura e tradiçom galaica na sua ampla maioria.

A capital castelã, Madrid, nunca tivo esse problema, pese a receber sempre migraçons intra-espanholas sempre foi regida pola norma centralista do estado que à sua vez coincidia com a cultura da naçom castelã, é por isso que um nacionalista espanhol em terras castelãs nom desentoa tanto como no resto de naçons hispânicas, e isso tivo como resultado a adaptaçom quase perfeita das gentes vidas do resto do estado. Quem nom conhece a filhos de emigrantes galaicos (galegos e asturianos) em Madrid que som dos melhores militantes de qualquer Falange, ou que som dos mais destacados membros dos grupos ultra-futeboleiros como Ultrassur e Frente Atlético? 

Qual é a tua Etnia?

Um exemplo de adaptaçom total a etnia, é a gaiteira galaica Susana Seivane. É de origem galaico e castelám (a sua nai é andaluza); mas a sua língua é a galega, vive sumergida na cultura galaica defendendo-a fervorosamente, e em definitiva soubo fundir-se com a naçom que lhe deu acolhida.



Um outro exemplo étnico é o caso do bascom Iñaki Perurena, fazendo-se-nos indiferente a ideologia que professe dentro do nacionalismo bascom.



É um homem fiel à tradiçom do sangue e a terra à qual pertence; do melhor no desporto nacional harriiasoketa, no eido cultural como poeta em língua bascona e bertsolari. Em política publicou artigos na defesa da identidade de Nabarra como eixo da nacionalidade bascona. E o mais importante para nós, deixa todo o seu legado ensinado aos seus próprios filhos.

Perurena dando liçons de história da sua pátria a um maketo ignorante



Exemplos como estes som os que queremos para todas as naçons europeias, é o material humano necessário para vertebrar umha verdade EUROPA, grande em CULTURA e sã RACIALMENTE.

Que alguem nom seja um exemplo étnico como ocorre na maioria de exemplos de nacionalistas espanhois polas suas diversas origens, nom quer dizer que o resto também o sejamos, ou que tenhamos que aceitar a sua história como única. Os modelos étnicos nom os atoparemos nas cidades ou povos grandes da nossa pátria, sempre apareceram nas zonas rurais, e com eles devemos trabalhar e tomar exemplo.

Sabemos que como ARIANOS temos um inimigo primordial que é o Multirracialismo Mundial, mas nom por isso imos esquece-nos dos problemas que como Europeus temos, e que ademais forom problemas projectados dende ideologias que promovem precisamente o mundialismo a escada menor.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O indigenismo e o Nacional-Socialismo



A democracia enche-se a boca com a sua "comprensom" ao tema do indigenismo., especialmente em América do Sul e África. Nestas zonas a esquerda e as forças democráticas tenhem umha espécie de complexo de inferioridade e culpabilidade que provoca-lhes louvar as posturas de alguns dirigentes "indígenas" nas suas reinvindicaçons contra "os brancos", polas suas actuaçons na época colonial.

Derrubar umha estátua de Colombo ou fazer umha manifestaçom polos direitos dos incas, som um exemplo deste tipo de questons curiosas, mas que logo do jocoso, trasnoitado e absurdo do tema, entenderemos e saberemos captar o seu fundo.

Os negros americanos desejam receber dinheiro por ter sido trazidos como escravos fai 300 anos aos EUA, e os super corruptos governos do centro Africano pidem indemnizaçons pola acçom colonial europeia ali.

Nom há um só libro escolar democrático europeu que nom culpe ao “colonialismo” de fai 60 anos de todas as misérias actuais de África.

O indigenismo está de moda porque culpabiliza aos povos brancos, e resolve assim a pregunta terrível. Por que todos ou quase todos os países com povoaçons maioritárias nom brancas som um desastre de misérias, pese a sua riqueza natural, e seja qual seja o seu regime político ou história pasada, se exceptuamos poucos países asiáticos como Japom? Por que nesses países as povoaçons brancas nom soem estar na mesma miséria que o resto da povoaçom?

Dar umha resposta ajeitada à realidade seria muito dramático para os progressistas dirigentes, assim que a soluçom é culpabilizar um colonialismo que leve às vezes séculos sem existir, e botar terra sobor qualquer outra causa.

O colonialismo e o Capitalismo

O problema colonial nom nasce na conquista de América, nem no reparto de África, senom que é um feito permanente na história da humanidade, em todas as raças e épocas, incluida actual. Iraque é agora umha colónia dos EUA, como Ucrânia o foi da URSS fai algum tempo.

Os mongois, os negros de Dahomey, os romanos, os aztecas ou os Incas praticarom os colonialismo de maneira absolutamente brutal, e com menos miramentos ainda que o colonialismo hispánico. Nom há um Bartolomé de las Casas entre os Incas ou os reicinhos negros que escravizavam e colonizavam às tribos conqueridas.

Quando Inglaterra força a fim da escravitude “legal”, dando entrada à escravitude do proletário, os países que seguirom a praticar a escravitude forom os árabes e as tribos negras, que nom eliminarom a escravitude até o século XX.

O colonialismo europeu baseava-se em duas raízes, umha das raízes é positiva e outra negativa, a diferença do colonialismo antergo que só era baseado na raíz negativa.

A base negativa de todos os colonialismos da história forom a vontade de poder, dominar, e com isso estourar económicamente os territórios e povoaçons colonizadas. Nem que dizer tem que isto existiu dende a mais antiga história, Egipto já tivo colónias, os fenícios ou os chineses, e os incas dende logo, todos colonizarom territórios. Evidentemente a chegada do capitalismo democrático ao poder fixo que a explotaçom económica fosse mais intensamente procurada, mentres que a brutalidade humana baixava algo. O colonialismo económico do século XIX basea-se numha perspectiva de explotaçom a longo praço, nom de opressom sanguinolenta senom dominio económico real.

Ninguém pode dizer que o colonialismo tivera sido umha actuaçom “das ditaduras”, forom os estados “mais democráticos”, o estado Francês e Britânico, os que efeturarom o colonialismo a escada planetária. A França democrática e apontalada nos começos da revoluçom francesa, a Inglaterra democrática e liberal, forom os que gerarom os colonialismo mais duradeiro e fundo.

O capitalismo, ou seja o regime democrático de mercado, foi o fundamento do colonialismo moderno, nom as ditaduras e menos ainda o Nacional-Socialismo. E o capitalismo, a sua essência e a sua ideología, é de base masónica, liberal e sionista. Nada mais alonjado do NS que a filosofía do capitalismo, do mercantilismo e do materialismo ou o dinheiro como objectivo.

Há que recalcar que nom estamos em favor dum intervencionismo cultural ou vivencial noutros povos. Inclusive com boa vontade de ajudar na fame e a enfermidade, o colonialismo tivo o erro de anular as formas de vida doutros povos. Há que ajudar mas sem intervir na sua forma de vida.

O caso de Haití ou dos Aztecas

Mas botar a culpa da miséria, fames e estado de ruindade da África actual, ou dalguns países do sul de América, ao colonialismo “branco” é nom só falso senom umha excusa típica dos que nom sabem olhar os seus problemas, querendo agochá-los com temas externos.

Haiti é um exemplo quase definitório. Haiti deixou de ser colónia a finais do século XVIII, muito antes de que os demais países do seu entorno, ademais expulsou aos brancos pola força e governou-se absolutamente por dirigentes negros e “indígenas”. Nom houvo colonialismo algum dende entóm. Pois bem, dous séculos depois Haiti é, e foi sempre, o páis mais miserável, pobre e atrasado, com muita diferença, de toda América, sendo o seu estado só comparável ao de África, ou seja ao da povoaçom da sua mesma raça, curiosamente.

Outro caso curioso é o indigenismo mexicano, que trata de lembrar (para cobrar) a real explotaçom com que o colonialismo hispánico estourou aos indígenas, cousa autêntica dende logo, mas jamais recorda que antes dos Hispânicos os “indígenas” eran tratados ainda muito pior polas tribos dominantes, eram escravizados e massacrados, e que se se logrou a conquista do mundo azteca foi graças ao apoio das tribos fartas da sua tirania. Este feito foi bem plasmado polo direitor Mel Gibson, na sua longametragem Apocalypto. Esquecem também que logo da independência e com o Juarismo a miséria dos indígenas nom melhorou muito que digamos, fames e brutalidades nom forom menores, até chegar aos maçons de Plutarco Calles que massacarom a centos de milheiros de campesinhos cristians.




As protestas “indígenas” nom som injustas, nom, som parciais, “som xenófobas anti-brancas”, som as que apoia a prensa sionista, jamais som dirigidas contra os estouradores reais actuais, e do pasado recente, os usureiros, os banqueiros, os sionistas, os “magnates” (a miudo de raça indígena, sempre em África que governam “democráticamente” (com toda a palavraria democrática, mais nada) esses países dende fai decénios ou séculos inclusive.  Nunca se viu umha protesta dos “indigenistas” contra os mestiços que os dominarom e estourarom nos derradeiros séculos, contra as tribos que os escravizavam antes do colonialismo, contra os governantes que lhes roubam todo desde a sua independência, contra a sua vagância e as suas poucas ganas de se sacrificar e sair adiante.

Em troques nom existe "indigenismo" entre povos, ex colónias, de Ásia ou do Islam do Médio Oriente, nom há neles esse estado de "reclamaçom constante", de choromiqueo impotente e de botar as culpas de todo ao colonialismo. Os asiásticos nunca tiverom um sentimento de inferioridade crónico com os europeus, souberom-se dominados num curto espaço da sua história milenária, mas nunca crirom que por isso eram "inferiores", nunca esquecerom a sua cultura e língua, a sua literatura nem o seu arte, e nom tratam de justificar os seus problemas com o que passou fai 70 anos.





O indigenismo e a sua cultura

Sem dúvida o maior desastre que se produziu entre os povos indígenas é a sua destrucçom como povo, como forma de vida, de ser e de organizar-se, a sua "cultura pópria.

A defesa da identidade étnica tem um interesse menos como defesa da variedade genética, da variedade na Natureza, no canto tem um interesse essencial como catalizador da diferença cultural. A destrucçom forçada dumha cultura ou forma de vida é um atentado gravísimo contra a variedade e a riqueza, é um genocídio.

O indigenismo tem muita razom ao lamentar a perda das culturas primitivas, muitas vezes destruidas premeditadamente, mas nom tem sentido a miudo a sua pretensom de "voltar à cultura indígena". De onde tiram a idéia de que os indígenas do sul de américa tenhem ainda algo que se lhe pareza à "cultura indígena"?

Os indigenistas som pessoas totalmente ocidentalizadas, da sua "cultura" original nom fica nada. As culturas estam em concordância com a etnia, mas também com o entorno e os conhecimentos, a ténica, os valores e as possibilidades do entorno. Umha forma de vida Inca hoje nom pode ser a que foi há 500 anos. O indigenismo ademais nom é capaz de eliminar a sua origem política moderna, ou seja o seu nascimento a partires de ideologias ocidentais e nom da sua própria essência. O indigenismo real está no campesinho e o povo indígena, nom é umha aplicaçom normalmente marxista ou tirada de livros de sociologia ocidentais. Os indigenistas actuais nom disponhem de alternativa cultural própria senom dumha mensagem de reinvindicaçom e ódio político vendível às massas des-indigenizadas polas mensagens políticas extranas ao seu povo.

E assim poderiamos seguir a olhar como o indigenismo é umha actitude justa em tanto protesta contra o capitalismo e a sua opressom global, mundialista, contra a destrucçom das suas culturas e as suas formas de vida... mas absolutamente parcial, e hipócrita, e o pior, extrana à própria identidade indígena.

Nom há muito apresentou como "um avanço indígena" umha exposiçom de arte abstracto efeituada por indígenas australianos, basta vé-lo para comprender que aquilo é precisamente um genocídio da cultura australiana primitiva (o pouco que há) em base a insertá-la nas estupideces do arte abstracto, um produto que infecta o arte ocidental actual a través de processos completamente políticos e alheios ao australiano primitivo.

Nom é que umha cultura nom deba nem poida apropriarem-se dos avanços ténicos doutras culturas, isso é normal e incluso ajeitado. Os arianos também tomarom avanços ténicos chineses, por exemplo, sem que isso desmereça a sua cultura. O problema é quando um povo perdeu a sua própria evoluçom cultural por imposiçom externa, e nom sabe ou nom pode manter a sua própria idiossincrasia cultural como base da sua maneira de viver, adoitando idioma, religions, técnica, jeito de ser e pensar alheios.

Este é o caso das civilizaçons incas ou aztecas, e ainda mais as tribos negras, que de por si nom tinham cultura como tal. Adoitarom a mentalidade, a forma de ser e pensar externa, e ao nom poder "evolucionar" a sua cultura (por imposiçom ou por nom té-la) atopam-se orfons actualmente de ela, e é impossível voltar séculos atrás. Ocidente, os indoeuropeus, conseguimos às vezes dominar as imposiçons externas, como passou com a Bíblia, conseguindo arianizar o cristianismo e integrá-lo na nossa própria conceiçom do mundo. Hoje em dia estamos em grave perigo ao ter-nos imposto umha mentalidade e entorno sionista que nos é absolutamente extrano e racha com a tradiçom cultural ariana. Se nom souberamos recuperar a nossa cultura própria num tempo razonável, podemo-nos atopar numha situaçom muito perigosa.

O respeito à cultura e identidade de cada povo só pode sair dum reconhecimento da sua "diferença", ou seja de combater a falsa igualdade e o mundialismo globalizador. Dentro dumha mentalidade de "mercado" as culturas disolvem-se, todas, num lameiro comúm económico, e nesse sistema o indigenismo é um absurdo completo. E sem embargo, os movimentos indigenistas empenham-se em apoiar as teorias igualitaristas da Revoluçom Francesa e Maçónica, no canto de combatí-las. Querendo reinvindicar a sua "igualdade de direitos" o que fazem é destruir a sua cultura no magma da igualdade global. A igualdade de direitos nom existe, deve ser comprendida como "direito a ser um mesmo", nom a ser igual a outros povos. O indigenismo nom percebe assim porque o indigenismo actual é um producto moderno saido da ideologia liberal, nom da mentalidade própria dos povos indígenas.

O indigenismo como genocídio da cultura americana crioula

Os movimentos indigenistas tentam de ignorar, cobrir, despreçar e anular a cultura crioula, algo que é tam genocídio como o contrário.

Sem dúvida este é um tema desconhecido polos meios, que NUNCA, indica como os políticos procurando o apoio do voto mestiço ou indígena despreçam a cultura crioula em muitos países.

Parte da culpa é dos próprios crioulos que tenhem complexo actualmente de "culpa" ou de "falta de valor" para exponher a sua cultura com orgulho, mentalizando-se-lhes que a cultura crioula ou nom vale ou é umha cultura "europeia" de "segunda" ou nom som bons "americanos" se a desejam como própria... Mas existe umha discriminaçom clarísima por parte da prensa e os políticos destes países contra a cultura crioula americana, tentando de imponher o que já nom existe, umha cultura indígena que morreu faze séculos e nom tem já saída.


Há muitos indigenistas que me fam lembrar a alguns desses xenófovos tolos europeus, que só ódiam e despreçam aos demais, como o Talmud despreça aos demais povos "nom eligidos"... A xenofóbia é ódio, nom é racismo, polo tanto só merece o nosso despreço e nojo.

Um problema real é que se pretenda igual a cultura crioula como "europeia" e polo tanto anti-americana, ou nom americana. De maneira que o crioulo seria para os meios oficiais "umha aportaçom colonial anti americana ou extrana a América". Mas forom os crioulos os que conseguirom a independência dos países americanos, algo de respeito mereceram.

É curioso, mas mentres quase todo o indigenismo emprega a língua galega ou castelã e os medios "europeus" de difusom, técnicos e mentais, logo acusam de anti América aos que criarom realmente o mundo americano actual real.

O ódio como base do indigenismo marxista actual

O indigenismo actual é um producto da mentalidade marxista, ou seja umha reinvindicaçom no ódio ao "inimigo". Nom é umha actitude positiva cara o próprio, senom básicamente umha "luita de classes" convertida numha luita de sector de povoaçom. A luita indigenista nom se centra na recuperaçom do próprio e viver a sua cultura, se nom em reclamar "direitos", pedir ou exigir, odiar e denigrar ao "outro.

O negro americano pide dinheiro por ter sido escravo, nom pide nem tenta recuperar a sua africanidade, o seu meio de ser e sentirem-se Africano. Nom tem interesse em saber de onde vem, como era, ir a África a conhecer aos seus antergos, só odiar ao branco e reclamar ajudas gratuitas. O mesmo passa com o indigenismo sul-americano, onde seria mais de esperar umha actuaçom positiva por ser mais e estar no seu próprio território de origem, e sem embargo as culturas inca ou maia som estudadas por anglosaxons ou arqueólogos arianos, nom pola povoaçom indígena culta. Os indígenas nom desejam conectar com o seu passado senom reinvindicar doaçons e favores gratuitos, algo típicamente marxista, reclamar para viver como um burguês mais. O proletário deseja ser "dono", mas nom o esforço e trabalho para ser dono. Quero cobrar como um médico mas nom estudar como para ser médico. Assim em Cuba um engenheiro cobra menos que um botons de hotel (devido às propinas), e os engenheiros desejam ardentemente marchar do país.


O indigenismo ademais apoia, cousa inaudita,a globalizaçom, o mundialismo, vai aos Congressos alternativos onde apoia-se o mundo da mestiçagem e a igualdade global... o que é todo o contrário que necessitaria se a sua intençom fosse a defesa e recuperaçom da sua identidade. Mas é que nom é esse o seu objectivo real, mental, senom a manifestaçom reinvindicativa de dinheiro e agasalhos em base ao ódio polo passado.

Outra das características que descubrem tras o indigenismo, o ódio é a sua actitude perante o "europeu". Mentres o ariano nom tem problema em reconhecer as vantagens da cultura chinesa ou iranniana, a sua ajuda ao nosso próprio desenrolo, nem reinvindica dinheiro a Turquia pola ocupaçom brutal de parte de Europa, mentres os europeus forom os melhores investigadores e amantes do estudo das culturas maias ou negras, asírias ou indonésias, em troques o indigenismo moderno nom apreça nem reconhece as vantagens das aportaçons europeias, nom estuda nem a sua própria cultura e menos a dos outros, nom é capaz de "deixar de odiar" e passar ao apreço e reconhecimento. Essa actitude é típicamente marxista, o proletariado comunista jamais soubo perceber aos demais, às outras questons fora do económico, à religiom ou a raça na História, aos esforços da classe média ou do proprietário labrego. O ódio é o único que entendem e a sua única direcçom era "destruir" aos demais e reinvindicar dinheiro.

Para colmo, a maioria de dirigentes e cabecinhas da protesta indigenista, especialmente na prensa e os méios de massas, som sionistas e mestiços, brancos e polítiqueiros ambiciosos, em absoluto líderes do povo índio que dim defender.



Juegan bridge, toman martini-dry
y los niños son rubiecitos
y con otros rubiecitos
van juntitos al colegio high. 

Victor Jara, letra da cançom "Las casitas del barrio alto"
É para mim um exemplo do ódio marxista, classista e de despreço polo crioulo.
Curiosamente Jara era mestiço branco-mapuche


O colonialismo e o N-S




A Germânia do 1933 nom tinha colónias, Acusase-lhe a miuydo ao N-S de desejar colónias para "oprimir" às demais raças "inferiores", cousa curioso pois como dizemos eram os "demócratas" os que tinham todas as colónias.

De todas maneiras é interessante o texto editado polo Departamente de Prensa da Embaixada Germana em Salamanca, entóm capital do estado espanhol, sobor a sua visom N-S deste tema colonial:

"Ponto de vista étnico: Justamente nesse assusto das relaçons de Germânia com os indígenas, surgiu outra nova objecçom que vai dirigida principalmente contra o Nacional-Socialismo, a saber a hipótese do que aquela faria con eles, dadas as dotrinas da raça que hoje animam-lhe. Merece a pena examinar o problema. O Nacional-Socialismo é umha doutrina de mútua estima das raças e o mesmo que reconhece as doutros povos, exige para a sua idéntica consideraçom e apreço. E o mesmo que quer conservar puras a sua cultura e o seu sangue, rejeita as mesturas de ambas com as de outras procedências, coincidindo nisto com o ponto de vista dado a conhecer ultimamente por Itália, já que em efeito as bastaddias, segundo o criador do Império Italiano, nom equivalem precisamente a umha bendiçom para os povos.


Precisamente as naçons mais avançadas da Europa contraim ante o futuro dos povos primitivos, inconscientes ainda dos valores da sua própria raça, devido a umha insuficiente formaçom política, umha grande responsabilidade.


A legislaçom racial da Germânia é um claro exemplo de autêntica defesa dos interesses dos indígenas fronte a todo gênero de agressons. Nenhum povo que nom deseje despreçar às leis naturais pode tomar sobor sua a responsabilidade de perjudiciar-se a si mesmo e aos outros povos em quanto à integridade do seu património cultura e étnico se refire. Todo o contrário. O mantimento daquela deve ser a tarefa máxima dumha política de defesa dos indígenas, evitando todo o que puidera alterar a sua idiossincrasia racial e aproveitando as experiências europeias realizadas para o seu mantimento."

Coido que isto resume bem o pensamento N-S: tratar de ajudar às demais raças, nem mesturar-se nem estourá-las, nem despreça-las nem globalizar.


Umha soluçom realista

O problema perante um país com diversidade de raças, e em concreto cumha grande quantidade de indígenas, muitos mestiços e umha pequena quantidade de europeus, é que nom é possível perceber o tema baixo a perspectiva de domínio ou de ódio, senom de colaboraçom e comprensom do problema,. Nem genocídio dumha minoria nem colonialismo ou estouraçom por parte dessa minoria cara a maioria.

O primeiro passo é necessáriamente que as partes se estimem, ataquem ao ódio e ao marxismo, eliminem da sua mentalidade a igualdade e o sentido de domínio. Esta é a grande revoluçom necessária, que cecais deva vir de fora, mas seja como seja é o único passo prévio que nom se pode evitar. Sem isso nom há saida mais que o genocídio completo da minoria e o mantimento dumha segregaçom baseada na estouraçom, o domínio económico (como fazem os sionistas) e para finalizar a catástrofe.

A convivência entre grupos étnicos diferentes num mesmo território, quando eles desejam manter a sua identidade e cultura, precissa dumha soluçom nova, imaginativa.

É precisso umha grande PACTO de povos, um desejo comúm de fazer algo que preserve a identidade e à vez nom rache a convivência impossível de evitar. Um estado "federal" de povos. No canto dumha federaçom de partes, umha federaçom de povos. Cada cidadam pertencerá a um povo, e deve assumir a sua vida e leis, o seu entorno de existência nesse povo.

É dificil mas é o único passo possível para chegar a umha federaçom de naçons-povos onde haxa pouco a pouco umha territorialidade de cada povo. E dende logo isto implica um reconhecimento pactirucar como povo e no seu caso de território para os brancos e os que culturalmente som crioulos. Com vistas num futuro possível a emigrar (os que nom sejam indígenas americanos) aos seus lares raciais de origem. Hoje em dia concedem-se terras e direitos aos povos indígenas, mas nega-se a identidade legal e o reconhecimento e apoio à cultura e povos brancos que som minoria nalguns paises.

Só a través dumha convivência prévia, onde cada povo veja o seu interesse e a sua identidade a salvo mas que à vez ensine a apreçar e nom a olhar como estourador ou doença ao outro povo, só logo desse periodo é possível chegar a um pacto de territorialidade com vistas ao possível reasentamento de todas as partes. Isto, ou mestura global genocida ou a guerra entre povos, nom há outras alternativas.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O novo código penal proibe até o agasalho dum Mein Kampf



Por se nom tiveramos suficiente com as nefastas leis eugenésicas impostas polo sionista Gallardón, agora ataca-nos com mais recurtes em liberdade de expressom.

Com a redacçom actual do projecto de lei de reforma do vigente código penal do estado espanhol de 1995, podera-se perseguir penalmente a quenes editem, vendam, distribuam e incluso agasalhasem no território espanhol, entre outras obras, o ‘Mein Kampf’ de Adolf Hitler e poderam ser condeados a penas dentre 1 e 4 anos de prisom.

Nom só atacaram livros e editoriais, também tenhem na mente umha listagem de páginas webs e sítios da internete que segundo eles fam apologia da xenofóbia e do anti-semitismo dende o estado espanhol. Baixo as suas entendedeiras do que para eles significa "ódio, discriminaçom, racismo..." poderam meter pressos e deixar vivendo na indigência a qualquer camarada, simpatizante com o Nacional-Socialismo.


Esperam anos muito escuros por diante, mas onde há vontade há um caminho.



segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A guerra N-S contra o cancro

"Tens o dever de estar saudável"

 “Quantos de nós sabemos que os prisioneiros de Dachau produzirom mel orgânico? Ou que os agentes de saúde Nacional-Socialistas lançarom a campanha anti-cigarro mais poderosa do mundo? Quantos de nós sabemos que a guerra dos Nacional-Socialistas contra o cancro era a mais agressiva no mundo?”

Estas reivindicaçons som feitas por Robert Proctor, um mestre de História da Ciência da Universidade do Estado da Pensilvânia, no seu livro “The Nazi War on Cancer”.

“Os nutricionistas Nacional-Socialistas destacaram a importância dumha dieta isenta de corantes e de conservantes petroquímicos; os agentes de saúde Nacional-Socialistas realçarom as virtudes do pam integral (Vollkornbrot) e dos alimentos ricos em vitaminas e fibras. Muitos Nacional-Socialistas eram ambientalistas e muitos eram vegetarianos. A proteçom das espécies era umha preocupaçom constante, tal como o bem-estar dos animais.”

 Eles também informarom às mulheres sobor a importância do auto-exame da mama (Selbstbrustuntersuchung) e introduziam exames de raio-x para reduzir a taxa de cancro de mama na populaçom germana.

Campanha Anti-Tabaco


E foi na Germânia N-S, no final da década de 30, onde o caráter de dependência (vício) do tabaco foi primeiramente descrito.

 Os médicos germanos, como alguns hoje em dia, ousaram mesmo a desafiar a indústria de tabaco nacional, umha importante entidade econômica antes e durante a guerra. Por exemplo, logo em 1929, Fritz Lickint publicou dados que ligavam o cancro dos pulmons aos cigarros. Em 1939 publicou o “Tabak und Organismus” (tabaco e o organismo), um tratado de 1100 páginas produzido em colaboraçom com o “Comitê do Reich para o esforço contra as drogas” e a “Liga Germana Anti-Tabaco”.

 Lickint indicou só que o tabaco era a causa do cancro ao longo do Rauchstrasse (“caminho do fumo”, ou seja, beiços, língua, boca, esôfago, traquéia e pulmons), como também umha causa de arteriosclerose. Ele mesmo etiquetou o Passivrauchen ("fumo passivo") como um perigo grave para os nom-fumantes.

 O primeiro Campo de Trabalho Nacional-Socialista, Dachau, “vangloriou-se eventualmente como a maior estaçom da procura médico-botânica no mundo, com 1000 prisioneiros cultivando, secando e empacotando ervas medicinais e especiarias de 200 acres tediosamente cultivados, que produzirom quase todos os temperos do exército durante a guerra.”

 “Os judeus nom forom ditos ser mais ou menos propensos ao cancro; os judeus forom ditos igualmente serem os provedores do cancro, em variadas maneiras. A conferência de 1941 que comemorou a fundaçom do “Instituto anti-tabaco” (na cidade de Jena)… responsabilizou os judeus de terem introduzindo o tabaco na Germânia, e os judeus forom acusados pola dominaçom dos centros de importaçom do tabaco em Amsterdam. Os judeus forom indicados igualmente de negociar outros produtos perigosos. Hugo Kleine, num popular livro de nutriçom, responsabilizou os “especiais interesses capitalistas” e as “meio-mulheres judeas masculinizadas” pola deterioraçom dos alimentos algermanos, com o cancro como conseqüência.”

 "Tens o dever de estar saudável"

O partido Nacional-Socialista proibiu o uso do cigarro em muitos lares públicos.

 O ato de fumar era visto como um vício e decadência, explorando o racismo de modo que os germanos parassem de fumar.

 A política Nacional-Socialista era "Du hast die Pflicht gesund zu sein für Volk und Staat" — pola Naçomo e polo Estado, vosté tem o dever de estar saudável. Este foi também o “tema do ano” das Mocidade Hitlerista (HJ), em 1942.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A segunda ofensiva neo-facha

"La falange, defenderá la raza española, lo autóctono, y aboga por la no nacionalidad española para los inmigrantes"

Anteproyecto de 1938 de F.E.T. y de las J.O.N.S.

O nacionalismo espanhol pseudo N-S, contra-ataca num derradeiro intento por passar por genuinos N-S. A façanha passaria inadvertida de ser nós, os autênticos N-S, imbéciles.

O autêntico falangismo ou nacional-sindicalismo é claramente anti-racista, mas estas idéias defendidas polo chamado "El movimiento" em 1938 som simples posicionamentos em favor dos que ainda se mantinham ganhando na 2GM, Hitler e o Nacional-Socialismo, de aí esses escritos.

Na Itália Fascista fanzines como "La difessa della razza" ou as leis anti-judaicas e étnicas, que nom tinha a ver com que a doutrina de Mussolini fosse racista, foi umha simples consequência do seu alinhamento com a grandiosa Germânia N-S, antes disso eram questons às que nom davam demasiada importância.



Antes do Pacto de Aceiro, Mussolini dizera que Hitler tinha convertida a Alemanha num "manicómio racial". Fundamente crítico com Hitler e o Nacional-Socialismo, dizia que o fascismo olhava com mágoa o racismo N-S como "cousa de bárbaros, de loiros" e que os italianos podiam-se dizer heredeiros da antiga Roma. mentres que na Alemanha viviam em covas. Logo aparentemente cambiou de opiniom, mas tam só era umha táctica para conservar e conseguir mais território em Europa, nacionalismo de escola francesa jacobina.

 "Il nazismo. Razzismo al cento per cento. Contro tutto e contro tutti: ieri contro la civiltà cristiana, oggi contro la civiltà latina; domani, chissà, contro la civiltà di tutto il mondo!" 

"Razza: questo è un sentimento, non una realtà. Il 95% è sentimento. [...] L'orgoglio nazionale non ha affatto bisogno dei deliri di razza."

Benito Mussolini

"FET-JONS" forom efímeros posicionamentos estratégicos que um N-S nom deve tomar a sério, tendo em conta que aos poucos anos (1943) já estava esse mesmo movimento do lado do sionismo, dando o seu apoio aos EUA. Pois de ter sido escritos dos Utasha, Cruces Flechadas, Nasjonal, Samling, PNB ou outros movimentos leais ao N-S seriam tidos em conta, como já temos presente. Vindo do próprio Franquismo, na vida.

Pois tanto o Franquismo, como o Jonsismo, como o Falangismo ou Carlismo nunca postulariam isso. Passando por alto o irrisório facto de que exista umha suposta "raça espanhola". Estes movimentos nacionalistas e patriotas espanhois forom vilmente manipulados e amputados polo sefardismo franquista.

O falangismo autêntico vai acorde ao nacionalismo espanhol histórico, um imperialismo hispânico que nom entende de raças nem racismo.

FET-JONS (Franquismo) Esse movimento que nom reconhecia a Israel, e que posteriormente fixo-o; esse movimento que dizia luitar contra o judeo-capitalismo, e que logo apoiou firmemente, esse movimiento que falava dumha suposta raza española livre de mestiçagem, e que posteriormente mestiçou  com a cultura cigano-mourisca-semítico-indígena, esse movimiento clericalho, esse movimiento pro-borbônico, centralista, de ricachons, que como bem apontava o Führer no mesmo ano desse projecto de lei , um movimento que nada tinha a ver con nós os NACIONAL-SOCIALISTAS.

"Proclamo la personalidad de Franco como gregario entre los personajes comprendidos en Los Protocolos de los Sabios de Sión. Tanto en su formación, servicio incondicional, cuanto en el convenio de permanencia en el poder en beneficio de los más ocultos programas del GOBIERNO UNIVERSAL, Franco fue un instrumento voluntario de afinidad sanguínea al servicio de su raza, ya en la verticalidad triunfal hacia el imperio mesiánico cuya capital será la arcaica Imperial Toledo, aunque el imperio, como otrora lo fue, ahora no será hispano autóctono. Bueno, lo de hispano es un decir porque el Emperador de aquel Imperio, Carlos I, fue austroteutón y lo hispánico entonces sólo fue un cuño. ¿Patriota Franco? Sí y no o al revés, no y sí. Fue el más criminal de cuantos poderosos ha habido contra el español indígena y, por el contrario, el más fiel conservador, en tanto que judío sefardita consciente de serlo. En otras palabras: patriota para los judíos y Torquemada para el autóctono."

Ángel Alcázar de Velasco, falangista e espia da Germânia N-S.


TV Franquista ignorante e mesticista. Alejo Carpentier um completo analfabeto na antropologia, genética de povoaçons e história, dando cátedra precisamente sobor dum dos temas que desconhece por completo.

"Solución religiosa: el recobro de la inarmonía del hombre y su entorno en vista de un fin trascendente. Este fin no es la patria, ni la raza, que no pueden ser fines en sí mismos: tienen que ser un fin de unificación del mundo, a cuyo servicio puede ser la patria un instrumento; es decir, un fin religioso. ¿Católico? Desde luego, de sentido cristiano."

"Una nación no es una lengua, ni una raza, ni un territorio. Es una unidad de destino en lo universal. Esa unidad de destino se llamó y se llama España."

"El hitlerismo no es fascismo. Es antifascismo, la contrafigura del fascismo. el hitlerismo es la última consecuencia de la democracia, una expresión turbulenta del romanticismo alemán."


José A. Primo de Rivera 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O essencial na nossa conduta


Nos muitos anos que leva-mos de luita Nacional-Socialista, nas revistas e na propaganda, palestras e manifestaçons, sempre puide-mos observar o distanciamento da essência a favor das formas.

Os desenhos, as figuras, os textos, falam-nos umha e outra vez dumha imagem dura, marcial ou pelo menos "guerreira" do N-S. As SS, as marchas e cançons de luita, o revisionismo, os textos sobor Wottan ou explicaçons sobor racismo e sionismo, os dados da corrupçom atual e as maquinaçons econômicas do Sistema, a brutalidade comunista e o seu fracasso absoluto, tudo isso está muito bem, é evidentemente parte do Nacional-Socialismo, temos que conhece-lo e aprecia-lo... Mas nom é o essencial.

Na realidade o Nacional-Socialismo nom nasce das Idéias, nom é um produto "pensado" por um filósofo, nom se baseia num Enciclopedismo nem num economista teórico como Marx, nom é produto do "idealismo" hegeliano (idealismo de "idéia", de enteléquia (ilusom; ficçom) do cérebro).

Mas tampouco a sua essência está nesse excesso de testosterona que aparece nos desenhos de guerreiros nem de valentons, nos músculos armados de espadas ou metralhadoras, nom é esse desespero de Nietzsche polo extremo e genial, em amar a guerra e berrar a rebeldia. Nom é Odín e a mística do guerreiro, nem sequer é o ascetismo do Cartuxo (monge de ordem religiosa muito austera, em regime misto de solidom e vida em comum, fundada por Sam Bruno no Século XI) ou o isolamento do forte no seu castelo de elite. Também nom acreditamos que a essência N-S está na raiva anti-capitalista, na economia socializada e na vontade de enforcar os usurários. Nom, algo há que tudo isso no Nacional-Socialismo, mas tudo nom som mais que formas, partes, pedaços de sombra da verdadeira essência.

O Nacional-Socialismo nasce do povo, da gente, da sua essência popular e de seu sentido natural. Sobor ele construi depois toda essa mística e estrutura ideológica e mítica. Mas essas formas só têm valor SE estam sustentadas pola Natureza e pelo sentido humano, pola Qualidade e pola compreensom do que as gentes necessitam para serem melhor como Pessoa.

Nom se trata de rebaixar-se aos vícios do povo, senom de entender o caminho que as gentes gostariam de seguir para ser melhor numha vida natural e simples. As gentes nom necessitam de guerras, nem de ódios, nem de vulgaridades, nem selvajarias, senom sair do materialismo, da degradaçmo e do egoísmo brutal que os condeam a essa vida individualista e resignada ao vício, ao desemprego ou ao trabalho-escravo que se impom agora.

Talvez para sair seja preciso a guerra, mas nunca como objetivo nem essência, senom como derradeira conseqüência.

Por que ensinamos sempre a cara das conseqüências fatais e nom a do nosso desejo positivo?

O N-S devia ensinar que desejamos um mundo natural, sem utopias, sem a Usura como Deus nem o egoísmo individual como norma de vida, devia ensinar o nosso apreço aos quais ajudam e trabalham pola solidariedade, com as idéias que sejam, o nosso desejo de rematar com os vícios e degradaçons atuais para levar umha vida sã e simples, sem centra-la no dinheiro.

Estamos condeados a ensinar a rejeiçom ao imigrante quando o que queríamos mostrar é o nosso amor aos demais povos para superar os seus miseráveis governos fantoches da usura internacional, que promovem esse exílio convertido em invasom. Estamos condeados a manifestar-se "odiando os judeus" quando gostaríamos de construir com os judeus umha Naçom para todo seu povo em paz e concórdia, respeitados e respeitando.

Estamos condeados a ver nossa suástica utilizada por grupos de cretinos com "looking" de gentalha de bairro, demonizando a nossa simbologia como de seita demoníaca, no canto de ter como obectivo serem labregos e pais de família.

Que tragédia! Que desgraça ver que daqueles trabalhadores N-S germanos que tratavam de ser melhores na sua vida normal devotando a Hitler, cheguem a bater num imigrante que trata de fazer prosperar a sua própria família como pode (como lhe obriga o miserável mundo capitalista que lhe oprime ainda mais que a nós mesmos).

A nossa mocidade enche-se de droga, dumha música infernal de ruídos e brutalidade, de avareza e baixezas, e os quais dizem ser "idealistas" proponhem só mais droga e mais materialismo ainda. Nós devíamos apresentar a Alternativa real, espiritual e natural a essa vida, mas no canto disso olham-nos como tiranos que desejamos massacrar populaçons e raças inteiras, quando nom grupos de bêbedos berrando e assustando as gentes que ainda é normal.

O Nacional-Socialismo pode desaparecer SOMENTE por um motivo: se um dia já nom fica povo natural ao qual nos unir, se um dia o nosso povo, cada um deles, deixa de ser "natural" na sua essência, se deixa de perceber e sentir na sua naturalidade os valores positivos e elevados, e isso só se pode conseguir pola corrupçom da sua natureza, da sua genética, da Raça. Enquanto isso nom acontece, e pode chegar a acontecer, cada geraçom nova nasce maioritariamente, sempre cumha crescente minoria degradada pola anti-seleçom atual, com os mesmos sentimentos naturais, com os mesmos desejos de amor e de vida natural, de idealismo e vontade de ser melhores. Em cada geraçom o Sistema deve gastar milhares de milhons de dólares para corrompe-la desde sua infância, para converti-los em egoístas e miseráveis, em avarentos atrás do dinheiro, em resignados diante da degradaçom ética.

A cada geraçom temos umha possibilidade de renovaçom, mas, entretanto, nom enquanto sigamos com essa imagem falsa que querem vender nossa de violentistas e de ódio, que som parte da própria infâmia do Sistema, nunca chegaremos a bom porto.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A tradiçom vista do Nacional-Socialismo (II)

AS UTOPIAS ORIENTALISTAS DA TRADIÇOM

Esta deformaçom de base leva ao assunto da "guerra santa" contra "si próprio", contra as tendências "inferiores" do homem. E daí a ideia de que a vida é umha renúncia aos "desejos", ao budismo... ao orientalismo.

Quase todos os pensadores da Tradiçom tiverom umha enorme tendência à renúncia, ao ascetismo e às doutrinas orientalistas, muito evidentes no budismo e em certas partes (somente em parte!) do hinduísmo.

A Ideia da renúncia como base da ledícia, do castigo ao corpo, inimigo interno, e da entrega à contemplaçom, é umha consequência clara do intelectualismo e do deísmo. Quem nom entende a Natureza e a Vida como algo som e ledo, quem nom olha em cada matéria a sua própria essência, sem mais níveis, é lógico que remate procurando o encontro com seu "eu" espiritual sem participaçom do corpo, ou seja a renúncia e o misticismo.

Daí a necessidade da prática de "métodos de realizaçom pessoal", a ioga, e às vezes a droga. Trata-se de disciplinas que libertem o "espírito" do mundo exterior, considerado o mal, técnicas alheias totalmente à personalidade espírito da raça branca, mas que som muito normais entre os orientais.

Umha parte destas técnicas basearam-se na contemplaçom e na ioga, outras no uso de drogas (tremendamente usadas no Oriente para conseguir estados de consciência artificialmente "isolados" do exterior).

Enquanto que na nossa raça o encontro com o eu realizava-se meiante a açom e a projeçom ativa no mundo, meiante o seu domínio, militar, científico, militante ou religioso, mas por fim sempre projetando no mundo, os orientais seguiram a Tradiçom na sua norma de se projetar em si próprios, no seu ioísmo interno. Surpreendem-nos assim com a sua capacidade de autocontrole, de ioga, de insensibilidade à dor ou de concentraçom estática, inclusive nas artes marciais o componhente ativo é ínfimo diante do componhente de "domínio do corpo". A Tradiçom promove umha mentalidade orientalista absolutamente distante da nossa raça.

Um oriental domina o seu corpo com as artes marciais, um ocidental empregava as artes militares para conquistar e projetar-se. A Tradiçom promove a contemplaçom contra a acçom, e nom entende a necessidade da sua interaçom. Na realidade há que entender a influência umha vez mais da psicologia nestas decisons. A maioria dos pensadores da Tradiçom som e eram pessoas de psicologia intelectual, pouco dados à acçom (com excepçons claro está). Umha vez mais levarom "o seu" desejo de contemplaçom à categoria de "bem". Paretto sempre!... o desejo e a inclinaçom pessoal leva a categorizar o bem e o mal, a hierarquizar, segundo esses desejos.

E cairia no mesmo erro se agora eu dixe-se que a contemplaçom é inferior à acçom. Nom me atreveria à isso absolutamente, pois seria umha vez mais projetar a minha psicologia ativista no mundo dos valores absolutos.

Nom, acçom e meditaçom som necessárias em proporçons diversas segundo os objetivos a alcançar. Nom há inferior ou superior mas sim duas capacidades necessárias. Há objetivos que precisam de acçom e outros de meditaçom, nom há hierarquia mas sim desigualdade.

AS VISONS UTÓPICAS DA HISTÓRIA

Sem dúvida um dos assuntos que mais claramente demonstram a base utopista, e histérica às vezes, da Tradiçom é sua concepçom da História.

Já tivemos denunciado muitas vezes os N-S as concepçons predefinidas da História. Todas elas, todas estam baseadas num utopismo intelectualista e anticientífico,  num deísmo.

O marxismo foi o primeiro em destruir brutalmente a realidade da História para fazer com que se ajusta-se à sua concepçom utópica dumha história dirigida pelas condiçons econômicas. Sem dúvida o marxismo causou uns danos imensos na ciência histórica, mentiu, falsificou, realizou todo tipo de ruindades para ajustar a história a sua "luita de classes universal". Jamais tinha chegado a reescrever de forma tam brutal a realidade para ajustá-la à um plano prefixado. G. Orwell já nos deixou essa ideia da História reescrita na sua obra 1984.

O progressismo liberal Ilustrado foi também outro dos grandes projetos de fazer ajustar a História a umha filosofia utópica, desta vez o Progresso. Milhons de pessoas continuam crendo que "progredimos" inexoravelmente e sempre. O que durante mil anos tornou de Roma a barbárie mais completa nom lhes faze duvidar... O progresso é inevitável. Que o mundo moderno tenha levado a Arte ou a Ética à ruína nom lhes influencia: progredimos.

O cristianismo assumiu sempre a ideia de que a História tem um final ledo, a vinda de Cristo e do Reino de Deus. E nem os mais claros sinais de que o mundo já nom acredita nesses contos lhes faz renegar de que a História tem já escrita a sua página final.

Assim a Tradiçom mantem essa tendência a usar a História como brinquedo das suas teorias. Agora trata-se da tendência cíclica da História, para cúmulo com adornos de esoterismo esquizofrênico, ao assumir os ciclos cósmicos e outras lindezas dumha visom mística do mundo. E a Tradiçom tem um efeito ainda mais negativo na sua concepçom da História: o pessimismo coletivo. A sua concepçom de final de ciclos, de Kaliyugas e outros mitos, fazem com que apresentem os desastres do mundo moderno como algo inevitável e inclusive desejável, como acelerador do caos que dará um dia o nascimento doutra Idade de Ouro. Sim, se aceita e promove a luita como umha atividade individual, como umha necessidade do indivíduo de luitar por luitar, para mostrar a sua oposiçom ao caos, mas nom como uma possibilidade de mudar o destino do ciclo, somente como um exercício a mais da "contemplaçom interior"... se luita como quem faz exercícios de judô, nom para ganhar senom para dominar o corpo.

A Tradiçom é a pior concepçom utopista da História porque promove inclusive a ledícia pola derrota que acelera a mudança de ciclo. Há pouco tempo um besta dizia-nos que havia que jogar os papéis no cham, havia que se unir ao lixo para assim acelerar o desastre final. Seguia de forma um tanto extremista a Tradiçom... (ou será a Traiçom?).

AS VISONS UTOPISTAS DO TRABALHO

A maioria dos pensadores da Tradiçom nom tenhem ou nom tiverom família. Nom tenhem nem ideia do que é manter uns filhos, devem crer que trabalhar é como um prazer que temos todos para nos realizar. Tenhem um pouco de semelhança com essas feministas que defendem energicamente o maravilhoso direito e prazer das mulheres de trabalhar tanto ou mais que o homem. Sempre me perguntei se essas mulheres falaram com as trabalhadoras das fábricas ou as nais que devem deixar os seus filhos para poder ir desfrutar durante 8 horas de limpar campos ou transportar caixas.

O anti-galego Unamuno dizia que quando pregava a negaçom de Deus sempre se surpreendia de que as gentes aplaudissem... Deus nom existe, isto é um fato, mas com certeza nom é umha ledícia. Pois o mesmo, a mulher tem direito a trabalhar, claro está, mas isso nom é nenhuma ledícia.

O trabalho, nem agora nem na Idade Média nem nunca, foi um prazer maravilhoso que nos realiza. O trabalho é umha necessidade natural para sobreviver. Há às vezes que se consegue que o trabalho seja realizador mas para milhares de pessoas é um aborrecimento diário.

Sem dúvida o mundo moderno conseguiu com que ainda seja mais lamentável o trabalho, mas nom temos que crer que os trabalhos dos labregos medievais fossem umha delícia.

A Natureza obriga-nos a realizar esforços para conseguir os meios de vida, cada qual vira-se como pode, uns com mais sorte que outros. E que venham os intelectualismos utopistas da Tradiçom e nos fale dum trabalho artístico ideal que forma e conscientiza as gentes demonstra que trabalharam pouco ou que nom têm umha família para manter.

Os trabalhadores, agora e antes, sempre, sentiram umha enorme angústia pelo futuro de seus filhos, por poder lhes dar de comer e vestir, por sobreviver. Trabalham como podem, mas ninguém lhes tira essa angústia. Há que ter crianças pequenas para entender a enorme responsabilidade que se sente ao ter que ser seu suporte. Quando um pai de família fica desempregado sofre autênticos ataques de medo e de horror. E isso nom é de agora, milhons de labregos "tradicionais" padeceram esse horror ao lhes falhar as choivas ou se perder as colheitas (era o desemprego doutras épocas).

Há pouco tempo comentava-nos um camarada que trabalha como varrendeiro numha Prefeitura, com família e filhos, que o seu emprego o dariam à outro com enchufismo (por recomendaçom de alguém importante)... Esse camarada nom quer um "trabalho artístico", quer comer, quer fazer progredir a sua família como seja. Os intelectuais da Tradiçom estam nas nuvens com sua visom utópica do Trabalho, com os seus discursos de pequenos burgueses bem-comentes. Recomendo-lhes seis filhos e um desemprego temporário para que despertem.

QUANDO SE BEIRA A TOLÉMIA

Se nos adicamos ao estudo intelectual, sabendo que é isso, e como exercício quase científico, os estudos Tradicionais sobre simbologia e as análises comparadas das tradiçons antigas dos povos, é sem dúvida um dos assuntos que mais nos interessaram do pensamento Tradicional. Realmente o estudo das simbologias nas culturas humanas é um assunto extraordinário, fantástico e que nos apaixona.

Além do mais, sem dúvida foi umha contribuiçom científica de primeira categoria dos pensadores tradicionais essa análise de simbologia, de tradiçons religiosas, de culturas semelhantes.

Infelizmente entre o milho nasce o joio. No meio dos trabalhos sérios de culturas comparadas, aparecem-nos as ideias míticas que se querem levar à realidade.

O Mito é rico na sua simbologia, no qual esboça de mentalidade e de inconsciência coletiva... Mas se se quer levar o Mito à Realidade, entom beira-se a tolémia.

Há pouco tempo em Corunha saiu umha campanha de Nadal contra o Papai Noel e à favor dos Reis Magos. O poster, umha maravilha da neurose "tradicional", dizia que os Reis Magos eram melhores porque "eram umha realidade histórica"... Incrível, suponho que queriam por umha "realidade histérica"!

Podemos assim ler em A. Medrano: "O berço da Tradiçom atopa-se na mítica Hiperbórea, o legendário continente ártico desaparecido há milênios, que foi o centro Espiritual Supremo do presente ciclo cósmico, assim como pátria de origem do gênero humano e no qual teve sua sede o paraíso terreno".

Incrível, alguém pode contar isto numha exposiçom dos Mitos Hiperbóreos, mas a dúvida é se realmente o crem como um fato real.

As Testemunhas de Jeová crem ao pé da letra os mitos bíblicos, e temo que a Tradiçom se deve acreditar, os Mitos Nórdicos de igual forma, como umha realidade.

Há que ter um valor semelhante ao dumha testemunha de Jeová para falar seriamente, como real, dum Paraíso Terreno num continente ártico, onde nasce o homem... E isso neste "ciclo cósmico", pois, claro está, houveram outros "ciclos cósmicos" dos quais nom temos nem ideia... Talvez aconteceram em Marte ou em um Continente de Conan o Bárbaro.

O NACIONAL-SOCIALISMO: UMHA REVOLUÇOM NATURAL E RACIONAL

Criticar é doado, construir nom tanto. Nom podemos pois por menos que demonstrar onde está a revoluçom N-S após ter deixado (talvez um tanto cinicamente) no seu site a nossa visom da Tradiçom.

O N-S é umga doutrina da naturalidade, nom defende ideias utópicas nem Verdades nebulósicas. O que é verdade e natural é N-S, assim de simples. A Verdade no N-S deve-se provar, é umha verdade sob prova da sua realidade e do seu funcionamento. A verdade no N-S submete-se ao caráter científico. O N-S apoia a arte e o espírito mas nom como um elemento infinitamente distante, senom como umha atividade do povo, das gentes, como umha realidade social. A História nom está escrita, deve-se ganhar, nom há deuses que deem garantia da vitória nem raças predestinadas a ganhar, tudo deve-se ganhar com esforço. Nom há ciclos nem finais ledos, há que luitar para sair da miséria atual, e haverá que luitar para se manter num bom estado. Se se faz mal se perde, sem mais nem menos, sem ciclos cósmicos nem idades de cartom-pedra.

O homem é um ser complexo, no qual se misturam indissoluvelmente elementos materiais e sentimentais, conhecimentos e umha espiritualidade natural... Tudo misturado formando o ser complexo que é o homem. A Natureza influencia em tudo, no que pensamos e sentimos, no elevado e no baixo, em defecar ou em pintar um quadro, tudo é umha atividade humana.

Com certeza nos opomos às utopias, ao igualitarismo, à reduçom do homem ao econômico, e às utopias deístas. O N-S aceita as religions e os deuses sempre que as religions nom se oponham à realidade e às necessidades do povo. Se as religions ajudam nesse trabalho de dar ao povo umha oportunidade de melhorar, bem-vindas sejam, se se oponhem há que renunciá-las.

O N-S nom é um produto dumha época, é a aplicaçom dos conceitos de naturalidade em qualquer época.

É muito provável que o pensamento tradicional seja de muita utilidade nalguns momentos, e por isso o N-S nom é combatente contra a Tradiçom. Mas com certeza nom se deve submeter um povo a nenhuma utopia, se os esforços por desenvolver e fazer triunfar o povo som favorecidos pelos tradicionalistas as relaçons seram positivas, se num momento umha utopia pretende se opor ao avanço dum povo em luita pola sua sobrevivência nom há que duvidar em destruí-la.

"O Nacionalismo é fundamentalmente umha reacçom vital que se opom às forças destrutora da nacionalidade, sejam estas interiores ou exteriores, próprias ou alheias"
Vicente Risco

Talvez umha forma evidente de olhar a diferença de "caráter" entre a Tradiçom e o N-S seria fazer umhas "vidas semelhantes" entre Guenon (o melhor pensador da Tradiçom) e Rosemberg (um dos mais destacados pensadores do N-S). Enquanto que Guenon morreu de velho, convertido ao Islam no Cairo, levando umha vida de ascetismo ioísta, isolado do mundo e mais ainda do seu povo, Rosemberg foi assassinado, enforcado, pelos inimigos do seu povo após ter luitado com armas em mãos como Representante do seu povo nos territórios do Leste. Ambos forom grandes intelectuais, ambos eram conhecedores das tradiçons raciais e culturais, ambos tenhem livros de grande interesse, mas a Tradiçom leva ao ioísmo, à contemplaçom interiorista e isolacionista, e o N-S leva a luitar polo povo real, na realidade diária de sobrevivência.

Alfredo Branhas, um dos clássicos do tradicionalismo galego, escreveu: ‘O conceito de pátria’ em 1891, já fala de naçom desde a sua óptica tradicional, romântica e católica da Galiza. Reclamava as liberdades antigas, ao tempo que arremetia contra a industrializaçom, o liberalismo e o capitalismo, reclamando a volta aos grémios Sem por isso deixar de lembrar-lhes a caste dos celtas aos galegos no seu Deus Fratresque Gallaecia, hino hoje sequestrado pola vermelhada independentista.


COMO BASEAR UMHA ÉTICA SEM DEUS?

É evidente que dificilmente poderemos dar valor universal e objetivo à qualquer planejamento se nom se aceita um Deus. Isso é algo do qual somos conscientes.

O problema é que a alternativa é dar valor à toda nossa vida e ética com base em umha mentira, num Deus indemonstrável, quando nom numhas religions completamente falsas.

Entre basear a nossa ética num subjetivismo naturalista, ou seja na nossa apreciaçom do decente e correto como algo integrado na Natureza, sendo a Natureza a única "verdade" à qual podemos nos referir, à Realidade e à Ciência, ou bem nos basear em mentiras, deuses sem fundamento algum racional, entre ambas posiçons sem dúvida decidimos por assumir a Verdade enquanto que seja demonstrável e racional, enquanto que se ajuste às leis que vemos na Natureza, da qual fazemos parte.

A Ciência, sem utopias, a Natureza e o senso comum étnico e pessoal som nosso único Norte objetivo. Talvez nom tenham a "bençom" suprema dum deus, mas polo menos nom teremos que mentir para determinar, mostrar e justificar esse Deus.

Além disso, ao assumir a Natureza assumimos as diferenças, entendemos as diferentes éticas e morais dos diferentes povos, nos aproximamos do etnicismo e da justificaçom do racismo como combate contra o universalismo e igualitarismo. Um Deus unifica-nos, e a Natureza diferencia-nos.

A LUITA NO MUNDO MODERNO

Temos que luitar para mudar o Sistema, nom há Deuses que nos assegurem a sua queda, nem ciclos que salvem a nossa raça, há somente umha luita até a morte pola sobrevivência.

A maioria dos pensadores da Tradiçom no estado espanhol venhem de antigos postos de CEDADE, de Nacional-Socialistas convencidos, que após a derrota grande da nossa luita ativista recluirom-se na Tradiçom.

O militantismo é umha forma dolorosa e às vezes ruim de luitar. Diante disso é muito tentador assumir umha via ioísta, isolacionista e espiritista, procurando pois "a salvaçom pessoal" numha "luita pessoal" na qual a vitória já nom depende do exterior senom de si próprio.

Compreendemos perfeitamente a psicologia que leva à Tradiço,m porque todos os militantes N-S tivemos enormes tentaçons do ioísmo interiorista.

Mas para o N-S o ioísmo nom tem valor, é a raça e o povo o que vale. É o futuro de novas geraçons da nossa gente o que há que salvar, nom a MINHA pessoa ou a MINHA salvaçom eterna. Nom luitamos para nos salvar senom para conseguir um futuro para o povo.

A Tradiçom é umha admirável forma de misticismo personalista, que eleva quem a pratica, a custa de arruinar as poucas possibilidades das geraçons de arianos do futuro... Ou talvez poderíamos dizer, um tanto em tom de brinquedo, que somente assegura o seu futuro no seguinte ciclo cósmico!

CONCLUSONS

Nom nos sentimos na posse de verdades indiscutíveis, e portanto assumimos o risco trabucar.

Na realidade se a Tradiçom se mostrasse um dia como um caminho real para tirar o povo do seu estado atual, nós seriamos os primeiro em pôr-nos nas suas filas... A nossa naçom bem vale umha Missa.

A tradiçom vista do Nacional-Socialismo (I)

POR QUE FALAMOS DA TRADIÇOM?

O pensamento Tradicional, com maiúsculo, foi sempre especialmente rico em ideias e pobre em factos, de forma que é mais doado atopar textos que exemplos, assim tiverom tempo de "pensar" sobor o nacional-socialismo, mas nom de fazer o que fai o nacional-socialismo.

Nom fala-mos quase da Tradiçom, e cremos que é preciso fazê-lo embora que seja por umha vez. Mas é que além disso a Tradiçom pode ir adquirindo maior importância devido a situaçom de pessimismo e decepçom total que está entre os NS, pois, como veremos, a Tradiçom é umha base magnífica para um individualismo pessimista, que se reclui em si, que procura a Verdade e a Salvaçom fora da realidade, justificando de algumha maneira todo fracasso e toda ruína do mundo exterior.

Por isso nos tempos maus, quando o mundo é mais difícil para as gentes de sentimentos nobres, nesses momentos é quando mais ressurgem os místicos, os anacoretas, as tradiçons esotéricas ou monásticas e, enfim, as bases dumha Fé no Eterno Retorno ordenado divinamente, a Esperança em que um Deus dea um novo mencer após a longa noite.

Dessa forma é muito tentador tentar procurar um pensamento antissistema, umha alternativa "religiosa" ao Sistema, que dalgumha forma nos arme dumha "segurança" total de vitória final, de Razom sem necessidade de demonstraçom, por vir dum Deus.

Se o pêndulo ("agulha") do mundo moderno estava apontando para o materialismo consumista, alguns lembram agora os tempos nos quais o pêndulo estava apontando cara um espiritualismo religioso anticientífico e místico, isso sim, governado polas castas sacerdotais, ou melhor, inquisitoriais.

Por isso contra o desarme espiritual do mundo moderno é lógico que se poida retomar a bagagem de "espiritismo" da Tradiçom. E em certa forma a Tradiçom proporciona elementos valiosos, sempre que seja convenientemente filtrados e separados do componhente deísta (de deísmo) e utopista. Por isso alguns escritos permitem-nos umha brilhante apresentaçom dos princípios da Tradiçom, e com ele a possibilidade de poder debatê-la sem recorrer aos confusos textos originais dum Guenon.
QUE É A TRADIÇOM?

Como muito bem diz Antonio Medrano "A Tradiçom é a Voz de Deus", "A Palavra vivificante que vem do Alto". Ou seja, e traduzindo, a Tradiçom é umha tentativa de intelectualizar os sentimentos deístas.

A ideia dum Deus fonte de toda Verdade, que permita pois impor sem dúvida nem necessidade de provas, sem discussom nem tempo de vigência, as "verdades" que alguém gostaria de crer, foi sempre o "refugio pecatorum" dos místicos. Nom há nada mais doado que negar qualquer contrário ou qualquer crítica, dúvida e absurdo, que recorrer à "vontade de Deus".
Com a "Palavra de Deus" (a Tradiçom pois) em primeiro lugar, umha multitude de xamãs e pais de todas as religions forom capazes de justificar dende as pestes à miséria, levar ao estrado qualquer incrédulo cientista que lhes contradicisse ou arruinar toda tentativa de oposiçom. A Verdade única e total que emana dum Deus nom tem forma de ser comparada com a realidade, nem de se pôr à prova, é simplesmente a Verdade, e portanto nom precisa de nada mais.
A Tradiçom é, pois, umha tentativa de dar forma doutrinal, dar umha base ideológica mais séria à eterna imposiçom da Palavra de Deus sobor a realidade científica e humana.

Suponho que esta definiçom muitos tradicionalistas nom gostaram mas se a analisam veram que está de acordo com suas próprias definiçons: A Tradiçom impom sua Verdade divina e suprema a qualquer teste ou prova, a qualquer ideia de "resultado" ou demonstraçom científica. Por isso, dalgumha forma a Tradiçom é umha nova Bíblia, umha nova palavra de Deus, mas desta vez escrita sem umha base tam ridícula como as divinizaçons "particulares", excluindo os contos de há 2000 anos, e tratando de apresentar a sua essência no mundo atual.



UMHA NOVA RELIGIOM?

 Mas o mundo resistiu e suportou centenas de religions, e inclusive agora há várias de importância, isso tornava muito desagradável o trabalho deísta. Qualquer tentativa de dar forma doutrinal ao deísmo chocava-se com as "guerras de religiom", com a evidência de que havia muitos deuses e que portanto a "Palavra de Deus" era mais bem um "Parlamento de Deuses" em contínuo vociferar contradiçons teológicas. Por isso o grande avanço da Tradiçom foi estabelecer o que Schuon chama de "Unidade transcendente das religions".

Sem dúvida a Tradiçom proporcionou umha grande dose de prudência e sensatez ao deísmo com esta posiçom integradora das religions. Assumir o mínimo múltiplo comum de todas as religions, a "essência" de todas elas, permite evitar as vergonhosas guerras religiosas, que somente faziam desprestigiar mais e mais todas as religions.

Outra cousa é que essa intençom integradora tenha umha base real. A Tradiçom nom apresenta provas de que o Budismo ou Manitu tenham a mesma base que com o druidismo. As religions pré-socráticas e o cristianismo som tam diferentes nas suas bases que nom vejo de onde saem as demonstraçons integradoras dumha "unidade" transcendente entre elas.

De todas as formas, dalgumha maneira pode-se dizer que a Tradiçom é umha "nova religiom", um deísmo genérico, produto destilado de todas as bases religiosas anteriores, que como tal eliminou muitos absurdos formais que haviam nelas, embora mantendo sua base deísta.

A VERDADE COMO FUNDO DO PROBLEMA

Na realidade o problema de fundo é como basear a Verdade, onde procurá-la. A Tradiçom é simplesmente cortar este nó gordiano mediante a espada de Deus. A verdade nom é pois algo que se necessite procura senom que existe em si mesma como "vontade de Deus".

A simplificaçom é enorme e permite ignorar toda prova, demonstraçom, evitar toda crítica e assumir umha postura de "possuidor seguro da única e total Verdade".

Para o Nacional-Socialismo a Realidade Natural indica-nos a necessidade de ajustar as verdades com os resultados. Ou seja: a ciência mostra-nos que as verdades som aquelas bases que se ajustam à realidade, cumprem com as provas de ensaio e erro. Se umha verdade nom se ajusta à realidade e sua aplicaçom traz o desastre social, essa verdade deve-se pôr em séria dúvida. O N-S nom assume utopias, senom realidades num caminho para um homem e umha sociedade melhor.

J. Bochaca repete frequentemente umha frase que deveríamos todos gravar em bronze: "A Realidade é obstinada". Ogalhá se todos nós tiveramos essa frase inserida no mais profundo do pensar. A realidade das cousas é muito obstinada, tanto que as Idéias quebram-se e destroem-se se vam contra essa realidade. Quando se pretende ir contra a gravidade ou a psicologia do homem, contra as realidades que dia a dia olhamos demonstradas na vida, acostumam-se a colher magníficos resultados negativos.

Diante dum mundo moderno relativista e submerso na falta de Verdade, sem princípios profundos, essa facilidade em apresentar umha Verdade sem dúvida nem relatividade é como umha salvaçom para os "parasitas do espírito".

Quem som os parasitas do espírito?, pois aqueles que procuram um lenho (madeira) onde parasitar as suas dúvidas, que os mantenha flutuando e dea-lhes "segurança".

A PSICOLOGIA DAS RELIGIONS

E aí atopamo-nos no núcleo do problema: a psicologia da multitude.

Seríamos tam utópicos como o que criticamos se nom olharamos que as religions som um fato constante na humanidade, e portanto devem respostar a umha certa realidade. Ignorar o fato religioso é tam irreal como acreditar num Deus.

A humanidade sinte umha necessidade íntima de religiom, enquanto que sinte umha necessidade urgente de respostas diante da morte, diante do motivo da vida, necessita dumha justificaçom do mal e dos desastres, exige umha segurança e umha explicaçom da sua presença no mundo. Estas necessidades psicológicas podem ser resoltas a partires dumha enorme força de vontade e de sinceridade consigo mesmo (é a via elitista para a Ética pessoal), mas esta via está muito distante das forças médias das multitudes. Por isso umha psicologia de multitudes baseia claramente na necessidade religiosa.

A Tradiçom tem pois umha realidade inegável e demonstrável: ser a marca ou sinal dessa necessidade psicológica das multitudes de "crer" nalgo que dea sentido às suas vidas. A Tradiçom cobre essa necessidade global de forma muito mais eficiente (ou pelo menos mais inteligente) que as religions particulares, claramente infectadas de absurdos insalváveis, pois baseiam-se em "livros" ou fatos historicistas, em Igrejas e em dogmas, sem pés nem cabeça.

Convencidos de que demonstrar que Maomé ou Cristo som a representaçom do único Deus era pouco menos que se meter numha dificuldade insalvável, os pensadores da Tradiçom mostraram um caminho muito mais sensato (dentro da insensatez geral do deísmo) que é o de apresentar um caminho espiritual deísta comum, único, que pode ser "expressado" em cada regiom ou raça de formas diversas, mas que todas som um mesmo caminho.

O desejo é a base de muitos pensamentos, como bem demonstrou Paretto. O desejo das massas dumha religio mé a base do deísmo mundial.

A MÍSTICA NAS PESSOAS SUPERIORES

Mas continuaríamos sendo injustos se crera-mos que os pensadores da Tradiçom som, pois, espelho de multitudes. Nada mais distante disso.

Se as religions som umha resposta às necessidade psicológicas das massas, a mística e o ascetismo religioso é um produto para elites.

As religions som usadas polas massas no seu aspecto utilista (de utilidade), como "pomada suavizante" das suas dúvidas e problemas, sem chegar a ser mais. As multitudes nom sabem nada de Deus, somente "usa-no" como curandeiro dos seus problemas e angústias.

Mas existe umha caste de pessoas superiores, de mentalidade mais ajeitada e de personalidade rara, que se sentiram sempre atraídos polos aspeitos sublimes da religiom: pola mística, polo esoterismo ou pola contemplaçom.

Nós, os quais conhecemos os melhores pensadores da Tradiçom, sabemos que som ou eram pessoas excelentes, de grande qualidade humana e de delicados sentimentos. Nada mais distante da gentinha e da vulgaridade que o homem da Tradiçom.

O problema nom é pois que a Tradiçom seja negativa ou leve à posturas negativas, absolutamente. A Tradiçom é algo sublime, é umha enorme utopia do Sublime. O mal é que é falsa, que é irreal e corresponde a caráter utópicos, mentais, nom reais.

O místico ou o esotérico podem atopar seu próprio cainho de perfeiçom, mas levam a massa social ao desastre! Numha palavra, a Tradiçom sublima os quais a seguem à custa de difundir umha febre de utopias e injustiças entre as massas. A Tradiçom é tam positiva ao indivíduo superior como nefasta à Política dos Povos.

Quando um médico tentou curar a peste bubônica meiante medidas de profilaxia (limpeza), foi queimado vivo por duvidar que era um castigo de Deus.

Algo assim, excetuando os tempos, acontece agora. O pensamento tradicional dá explicaçons que santificam o indivíduo superior (como a Fé na Peste como castigo divino foi motivo de brilhantes abusos místicos), mas esteriliza a aceitaçom da realidade, da luita política real e científica como caminho seguro, fulmina a Ciência e é o principal inimigo da consciência científica oriental: prova e corrige erros antes de aceitar verdades.

Toda a ciência oriental, todo o desenvolvimento do conhecimento, baseou-se na mentalidade do homem branco de assumir que "a realidade é real", é algo que se pode medir e controlar, e nom somente "rezar". Toda a Ciência saiu dumha luita constante contra o misticismo utopista.

OS PRINCÍPIOS UTÓPICOS DA TRADIÇOM: A DISGREGAÇOM DO HOMEM

Talvez a melhor forma de olhar os erros do pensamento tradicional é analisar alguns dos seus princípios.

Nom quere-mos dizer que nom tenha princípios absolutamente válidos na Tradiçom, absolutamente. Há pontos que coincidem totalmente com a nossa forma de pensar, como já veremos, mas em geral há umha série de princípios básicos da Tradiçom que mostram claramente a sua base utopista e irracional.

O primeiro é a visom categorizada do homem: a compreensom utopista do homem em "planos hierárquicos diferenciados" (chame-se espírito, alma e corpo, ou Natural e Sobrenatural), como a mania em assumir que o "inferior" nom pode influenciar no superior, ou seja, que o corpo e o material som somente "servidores" dum elemento espiritual "nom contaminado" por essa matéria.

É evidente que a Ciência e a Realidade mostram-nos dia a dia as relaçons entre as capacidades superiores do homem e a sua base genética, o seu corpo, os hormônios e o caráter, o metabolismo e as inclinaçons superiores, enfim, a UNIDADE de matéria e "espírito" no homem. O maior conhecimento do cérebro humano e da psicologia científica foi demonstrando mil relaçons entre "pensamento" e fisiologia. A genética descobre a cada dia relaçons de comportamento... E diante de toda essa realidade obstinada a Tradiçom continua com a sua cantilena utopista dum espírito livre de vínculos materiais que governa o corpo como cavaleiro vindo de Deus direitamente. E continua falando de classes insolúveis. E de "superior" ou "inferior", com o qual contrai o feio defeito da origem judaica de desprezar o corpo. Contra as religions pré-socráticas, que davam ao corpo a importância que tem (e com isso ao sexo e à ledícia da mocidadel, à vida e à Natureza), a Tradiçom alinha-se com as visons espiritistas, anti-materiais, que promovem o desprezo ao sexo e ao corpo e negam as evidências científicas que demonstram a interaçom unitária de corpo e alma. Como dizia Rosemberg: "A alma é a raça vista por dentro".

O problema nom é somente a crença num Deus indemonstrável senom para cúmulo a negaçom da interaçom matéria-pensamento-"alma" no homem. Num momento no qual sabemos que umha desordem hormonal pode mudar as inclinaçons do caráter dumha pessoa, que um gene (conjunto de moléculas dum ácido ribonucleico e proteínas complexas) pode influenciar em toda a personalidade (até o fato de reduzir o novo ser ao mongolismo), no momento em que se fala de engenharia genética e em que devemos inclusive nos proteger contra a possibilidade dumha deformaçom intencional da mentalidade humana por manipulaçons químicas ou genéticas, o vir agora cumha doutrina de separaçom corpo-alma e de classificaçom no interdependente, em nome dum deísmo utópico é quanto menos surpreendente e com certeza de duvidosa lógica.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Nacional-Socialismo: O eterno retorno à realidade

Dende os mais remotos tempos da História da Humanidade houvo sempre umha luita constante entre as "visons mágicas" das cousas e as interpretaçons "realistas".

Quando os Hititas produzirom as primeiras espadas de ferro nom faziam magia, pois aplicavam a realidade, criam num "fato". Neste mesmo momento, o Egito ergueu pirâmides, sob a "magia" dumha crença noutra vida posterior, apoiando-se numha incipiente (iniciante; principiante) geometria.

 Cremos que estes duis exemplos, contemporâneos no tempo, expressam muito bem os prós e contras de ambas as visons.

A crença numha realidade palpável e moldável foi sempre o eixo de grandes avanços e de acçons muito definidas na História. Mas a "magia" contribuiu grandemente a enriquecer a Arte e os sentimentos.

Durante os primeiros séculos da Humanidade, e bem mais tarde nos povos nom indo-europeus, o sentimento "mágico" mantivo a chamada "espiritualidade", separada completamente da realidade e do empirismo (sistema filosófico que admite a experiência real como única base dos conhecimentos humanos). O culto à morte e a sua "magia", as superstiçons e o medo (seja religioso ou nom) forom a fonte de quase todas as manifestaçons "inteligentes" e elevadas dos povos nom arianos, e inclusive a dos indo-europeus durante muitos séculos.

 A Grécia foi o primeiro lar do mundo no qual o conhecimento empírico, científico, tornou-se global, e alcançou o nível da "arte", da base "espiritual".

Os pensadores gregos, e o mais importante, a estrutura social das cidades gregas forom o primeiro encontro entre ciência e "essência", de forma que por primeira vez o filósofo grego nom procurava "utilidade" imediata no seu pensamento, senom "prazer intelectual", ou seja elevaçom humana meiante a procura da Verdade.

Se para Pitágoras ainda existia um elemento mágico na matemática, em Euclides isto já desaparece, nas ciências gregas maturas o sentimento de Verdade, de Conhecimento, de Pesquisa "gratuita" (ou seja, sem instigaçom mágica algumha, polo mero prazer ou interesse) torna-se normal. E, em especial, a Grécia revela os primeiros cientistas "por prazer", sem necessidades econômicas, sem utilidade prática por trás. Pesquisas teóricas sobor os números ou as Ciências Naturais, a lógica e a gramática e a moral, a Medicina inclusive, nom como profissom senom como procura da realidade, iniciam-se na Grécia de forma evidente. Talvez antes houvo alguns indícios deste senso científico, desta procura da Verdade Natural sem intromissom mágica, mas foi pequeno. Na Grécia torna-se um fato social e pessoal de evidente realidade.

 Inclusive a Arte na Grécia afasta-se do uso mágico, já nom está à serviço da expressão dumha Idéia Mágica, mas que se centra na Beleza, na Naturalidade Humana. A Arte grega é umha homenagem ao Homem, sem mais.