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sexta-feira, 21 de junho de 2013

A segunda ofensiva neo-facha

"La falange, defenderá la raza española, lo autóctono, y aboga por la no nacionalidad española para los inmigrantes"

Anteproyecto de 1938 de F.E.T. y de las J.O.N.S.

O nacionalismo espanhol pseudo N-S, contra-ataca num derradeiro intento por passar por genuinos N-S. A façanha passaria inadvertida de ser nós, os autênticos N-S, imbéciles.

O autêntico falangismo ou nacional-sindicalismo é claramente anti-racista, mas estas idéias defendidas polo chamado "El movimiento" em 1938 som simples posicionamentos em favor dos que ainda se mantinham ganhando na 2GM, Hitler e o Nacional-Socialismo, de aí esses escritos.

Na Itália Fascista fanzines como "La difessa della razza" ou as leis anti-judaicas e étnicas, que nom tinha a ver com que a doutrina de Mussolini fosse racista, foi umha simples consequência do seu alinhamento com a grandiosa Germânia N-S, antes disso eram questons às que nom davam demasiada importância.



Antes do Pacto de Aceiro, Mussolini dizera que Hitler tinha convertida a Alemanha num "manicómio racial". Fundamente crítico com Hitler e o Nacional-Socialismo, dizia que o fascismo olhava com mágoa o racismo N-S como "cousa de bárbaros, de loiros" e que os italianos podiam-se dizer heredeiros da antiga Roma. mentres que na Alemanha viviam em covas. Logo aparentemente cambiou de opiniom, mas tam só era umha táctica para conservar e conseguir mais território em Europa, nacionalismo de escola francesa jacobina.

 "Il nazismo. Razzismo al cento per cento. Contro tutto e contro tutti: ieri contro la civiltà cristiana, oggi contro la civiltà latina; domani, chissà, contro la civiltà di tutto il mondo!" 

"Razza: questo è un sentimento, non una realtà. Il 95% è sentimento. [...] L'orgoglio nazionale non ha affatto bisogno dei deliri di razza."

Benito Mussolini

"FET-JONS" forom efímeros posicionamentos estratégicos que um N-S nom deve tomar a sério, tendo em conta que aos poucos anos (1943) já estava esse mesmo movimento do lado do sionismo, dando o seu apoio aos EUA. Pois de ter sido escritos dos Utasha, Cruces Flechadas, Nasjonal, Samling, PNB ou outros movimentos leais ao N-S seriam tidos em conta, como já temos presente. Vindo do próprio Franquismo, na vida.

Pois tanto o Franquismo, como o Jonsismo, como o Falangismo ou Carlismo nunca postulariam isso. Passando por alto o irrisório facto de que exista umha suposta "raça espanhola". Estes movimentos nacionalistas e patriotas espanhois forom vilmente manipulados e amputados polo sefardismo franquista.

O falangismo autêntico vai acorde ao nacionalismo espanhol histórico, um imperialismo hispânico que nom entende de raças nem racismo.

FET-JONS (Franquismo) Esse movimento que nom reconhecia a Israel, e que posteriormente fixo-o; esse movimento que dizia luitar contra o judeo-capitalismo, e que logo apoiou firmemente, esse movimiento que falava dumha suposta raza española livre de mestiçagem, e que posteriormente mestiçou  com a cultura cigano-mourisca-semítico-indígena, esse movimiento clericalho, esse movimiento pro-borbônico, centralista, de ricachons, que como bem apontava o Führer no mesmo ano desse projecto de lei , um movimento que nada tinha a ver con nós os NACIONAL-SOCIALISTAS.

"Proclamo la personalidad de Franco como gregario entre los personajes comprendidos en Los Protocolos de los Sabios de Sión. Tanto en su formación, servicio incondicional, cuanto en el convenio de permanencia en el poder en beneficio de los más ocultos programas del GOBIERNO UNIVERSAL, Franco fue un instrumento voluntario de afinidad sanguínea al servicio de su raza, ya en la verticalidad triunfal hacia el imperio mesiánico cuya capital será la arcaica Imperial Toledo, aunque el imperio, como otrora lo fue, ahora no será hispano autóctono. Bueno, lo de hispano es un decir porque el Emperador de aquel Imperio, Carlos I, fue austroteutón y lo hispánico entonces sólo fue un cuño. ¿Patriota Franco? Sí y no o al revés, no y sí. Fue el más criminal de cuantos poderosos ha habido contra el español indígena y, por el contrario, el más fiel conservador, en tanto que judío sefardita consciente de serlo. En otras palabras: patriota para los judíos y Torquemada para el autóctono."

Ángel Alcázar de Velasco, falangista e espia da Germânia N-S.


TV Franquista ignorante e mesticista. Alejo Carpentier um completo analfabeto na antropologia, genética de povoaçons e história, dando cátedra precisamente sobor dum dos temas que desconhece por completo.

"Solución religiosa: el recobro de la inarmonía del hombre y su entorno en vista de un fin trascendente. Este fin no es la patria, ni la raza, que no pueden ser fines en sí mismos: tienen que ser un fin de unificación del mundo, a cuyo servicio puede ser la patria un instrumento; es decir, un fin religioso. ¿Católico? Desde luego, de sentido cristiano."

"Una nación no es una lengua, ni una raza, ni un territorio. Es una unidad de destino en lo universal. Esa unidad de destino se llamó y se llama España."

"El hitlerismo no es fascismo. Es antifascismo, la contrafigura del fascismo. el hitlerismo es la última consecuencia de la democracia, una expresión turbulenta del romanticismo alemán."


José A. Primo de Rivera 

sábado, 24 de dezembro de 2011

Remate-mos com isto...



LEMBRA QUE É MUITO BONITO TER UM CACHORRINHO NA CASA, MAS LEMBRA QUE ELES MEDRAM. ELES ESTAM CONNOSCO QUANDO MAIS NINGUÉM ESTÁ E QUE NOM SOM COMO OS JOGUETES QUE A GENTE COMPRA E DEPOIS PODEM BOTAR AO LIXO

NOM ABANDONES AO TEU ANIMAL!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O símbolo que vem da Alma



A Essência e o Significado da Suástica

Em milhares de anos da história da humanidade, nenhum símbolo foi tam marcante. A Suástica, hoje proibida e banida em diversas naçons Arianas, polos seus devidos governos anti-arianos, representa todo o seu passado e toda a sua vida. A cruz gamada é o mais antigo símbolo da espécie humana, aparecendo em praticamente todas as culturas na antigüidade, e sempre com um significado similar ou relacionado, porém, em nenhuma outra raça, a Suástica representa toda a sua alma e o seu espírito, como na raça Ariana. E o que vai ser demonstrado é que o significado e a essência da Suástica vai muito mais além do que de qualquer outro símbolo conhecido. Que o que ela representa é muito maior do que nós.

É um símbolo de poder, um símbolo de orgulho, de força, de Honra. O primeiro significado da Suástica e o mais conhecido é o significado solar, a Suástica no princípio significa o Sol, o elemento que mais fascinou todos os antigos povos, porém, isso nom reduz a Suástica a um simples elemento astronômico. O Sol é a estrela da vida, e da força; sem o Sol nom há vida, sem o Sol nom há criaçom, o que faz ele representar o maior símbolo de força e poder, nom um poder ou força opressora, senom um poder espiritual e triunfal. O Sol é a fonte do calor e da luz. O homem nom controla o Sol, este está além do domínio humano, é algo maior que o ser, maior que todos nós. Por isso a Suástica simboliza tudo que é bom e positivo na criaçom, e nos ilumina e nos eleva espiritualmente. Isso mostra como a antiga cruz gamada, ou Suástica, representa umha religiom, um ideal totalmente incorporado na Cosmovisom Nacional-Socialista, pois está é umha doutrina de luz, de vida. A Suástica é a luz divina, a luz solar que descem sobre os homens, o combustível da criaçom, da excelência, do triunfo e da vitória!

A própria pronúncia da palavra “Suástica” vem dumha antiga expressom indiana que é “Su asti ka” que significa “que assim seja” ou “boa sorte”. Isso demonstra que desde o início a Suástica só representa o que é positivo, construtivo, nunca o contrário.

É necessidade do Homem de abandonar por um momento o seu corpo, de sair de si próprio e de se elevar à algo maior e muito mais grandioso do que ele mesmo.

O NSDAP (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Germano) tem a sua origem numha antiga sociedade espiritual, a Thule Gesellshaft (Sociedade Thule), cujo símbolo era a Suástica redonda, que representa o movimento, o progresso, o desenvolvimento, o infinito. Em 1918, o seu fundador, Sebottendorf, fixo o seguinte juramento:

“Tenho a intençom de empenhar a Thule Gesellshaft neste combate, e tanto tempo quanto as minhas mans se mantiver o martelo de ferro... Faço o juramento sobre esta cruz gamada, sobre este sinal que nos é sagrado, que tu entendas, oh Sol triunfante! Continuarei fiel a vós. Tende confiança em mim como tenho confiança em vós... O nosso deus é o pai do combate e sua Runa é a da águia... que é o símbolo dos Arianos. Também para marcar a faculdade de combustom espontânea da águia, iremos representá-la em vermelho... tal é o nosso símbolo, a águia vermelha, que nos lembra ser necessário passar pela morte para poder reviver”.

O que a suástica representa está além do corpo e da matéria, a cruz gamada nom representa um plano meramente físico, mas sim o plano espiritual, a Suástica é o lume e a força interna, a força do homem, mas o impulso, a potência para a superaçom de si, para a criaçom do novo homem. As palavras do filósofo germano Nietzsche figuram isso perfeitamente:

“O Homem é umha corda, atada entre o animal e o Sobre-Homem – umha corda sobre o abismo”.

“O que é grande no Homem, é que ele é umha ponte e nom um fim: o que pode ser amado no Homem, é que ele é um passar e um sucumbir”.

Nietzshe diz que o Homem deve ser superado, é umha superaçom de si, algo pessoal, apenas o individuo consegue mudar a si próprio, e a Suástica também representa essa procura pela excelência.

A Suástica é o culto à beleza da raça e da humanidade, um culto à Natureza divina e sua criaçom. É a fé no Homem e fé na sua superaçom e sua excelência.

A idéia Nacional-Socialista do Triunfo da Vontade consiste na habilidade pessoal que nós, como humanos, temos de mudarmos a nós mesmos para melhor, umha revoluçom pessoal, umha superaçom de si, algo individual, do qual apenas nós somos responsáveis, e depois de mudarmos o ambiente e ajudarmos as pessoas ao nosso redor a fazerem o mesmo, superare e melhorare.

Foi essa transformaçom positiva que Adolf Hitler fixo na construçom do primeiro Reich Nacional-Socialista, ou III Reich Germano. Hitler com a confiança e apoio de toda a naçom, de todo o povo fazer essa reforma espiritual, essa reforma absolutamente positiva no seu ambiente. Adolf Hitler representou a derradeira rebeliom do homem contra o império do egoísmo e o poder do dinheiro, e estes derradeiros concluíram a sua missom ao destruir, ou tentar destruir o que o eterno Führer construiu com o Triunfo da Vontade. O Triunfo da Vontade, Adolf Hitler, o Reich Nacional-Socialista SOM a Suástica, som demonstraçons concretas do poder e da força da Suástica ao despertar a essência da alma e de despertar a sua procura pola excelência.

Umha nova sociedade e um novo Império, algo que o mundo nunca tivera presenciado, onde os princípios fundamentais de Honra comandaram e se manifestaram na alma de todo um povo, algo que Hitler fixo só, essa foi a demonstraçom do Triunfo da Vontade pessoal, de ter-se superado e depois de ter feito o seu povo, a sua raça, a sua estirpe também se superarem. Isso é a Suástica. Instituiçons como a Hitler Jugend e a SS som demonstraçons de toda a Honra Nacional-Socialista. Através destas duas instituiçons ele tratou de mudar as pessoas para melhor, ou de despertar a sua essência como membros dum povo e membros dumha raça. Mais umha vez a Suástica estivo presente nestas conquistas.

“Aquele que viu no Nacional-Socialismo só como um movimento político nom percebeu absolutamente nada”. -Adolf Hitler

Adolf Hitler e outros grandes homens do NSDAP sempre tentaram fazer as pessoas entenderem que a essência do Nacional-Socialismo nom é política, a essência do Nacional-Socialismo é espiritual, ela representa as Leis Naturais, como a Natureza é manifestada em nós através da raça, de que nós nom somos indivíduos isolados, nós somos parte dumha raça, dum povo, os nossos atos nom afetam apenas nós isoladamente, e sim todo o nosso ambiente como um todo. O indivíduo é parte dum todo. Ao ajudarmos o nosso povo estamo-nos a ajudar a nós mesmos. Devemos servir o nosso povo, quando o nosso povo estiver livre, nós, como parte dele, também estaremos. Ao nos separarmos dele e nos considerarmos indivíduos sem valores supremos, nós estamos traindo a nossa raça, estamos sendo egoístas, estamos abandonando valores que som maiores do que nós. E o Nacional-Socialismo cre que o nosso povo é maior que nós separadamente, o Nacional-Socialismo manifesta os valores supremos, isto é, que estam por riba de nós.

“O Nacional-Socialismo está ligado a sua Cosmovisom (Weltanschauung). Ele existe para ela e desaparecerá com ela”. - Alfred Rosenberg

O Nacional-Socialismo é umha Cosmovisom por riba de tudo. A política é umha conseqüência, a política é umha maneira de aplicarmos através do Estado, dum governo, esta Cosmovisom que inclui os seus princípios e os seus valores. É infantil colocar o Nacional-Socialismo como umha simples visom política anti-marxista, anti-capitalista, pois o N-S nom é um conjunto de “contras” e sim umha Cosmovisom, umha doutrina, um corpo de idéias baseada nos princípios de Honra, Lealdade e Dever.

Tudo isso representa a manifestaçom do poder da Suástica sobre espíritos honrados.

A Suástica tem o poder de despertar o interior natural da alma Ariana, assim como a raça é umha manifestaçom exterior e física da alma. Toda raça tem a sua alma, toda raça cultiva o seu alto ideal. Isto é verdade, ao estudarmos o comportamento de cada etnia pela história e por todo o globo veremos como as açons de cada umha delas seguiram um mesmo caminho e mesmo objetivo. A raça Ariana sempre cultivou os mesmos valores, os Homens sempre colocarom os interesses do seu povo antes do seu interesse pessoal, a raça Ariana sempre entendeu a força da natureza sobre nós, sempre manifestou essa compreensom através de seus mitos e lendas. Os deuses e avatares Arianos sejam Wotan, Breogam, Odin, Ith, Kalki, Bandua ou Zeus representam os mesmos ideais, só com outros nomes, representam o arquétipo que o Ariano deve seguir, pois este é a sua essência e a sua Natureza. Os deuses som umha manifestaçom do povo e representam a sua consciência e da sua Cosmovisom, por isso estas sagas e mitos som a melhor maneira de entender a Cosmovisom Ariana. O que é curioso é que esta Cosmovisom Indo-Ariana é que ela nom é focada num indivíduo ou num pequeno grupo, é o pensamento e alma de todo um povo, é a uniom através das origens e do sangue, embora tenha sido alterada com a presença de elementos anti-arianos como a usura e o egoísmo, a Natureza racial pode e deve ser libertada e manifestada pela Suástica. A Suástica e o seu significado som originados pela força do sangue. A Suástica é um símbolo do sangue manifestado. Essa é a alma racial, é a essência, é o interior, o subconsciente, e isso manifesta-se fisicamente através da raça. Isso a suástica deve despertar, ela pode, ela foi criada para isso, ela é a demonstraçom simbólica de todo o poder e a força espiritual, ela se manifestou inúmeras vezes durante a história e tivo o seu auge durante a criaçom do Reich Nacional-Socialista, mas ela deve ressurgir.

Hoje as naçons Arianas estam literalmente ocupadas pelas forças sionistas, pelo egoísmo, pelo poder do dinheiro e estas forças negativas usam de todos os artifícios, desonrados e imorais para deturparem o significado espiritual da Suástica e a sua força altamente positiva e criativa sobre as pessoas. Marginalizaram o nosso símbolo e tentara-no destruir de todas as maneiras, mas a opressom há de rematar, e só a antiga runa, o antigo sinal que tem a sua base no sangue e na alma pode combater a tirania.

Mjollnir – O Martelo de Thor

“Salve Thor! Deus do Trovom! Defensor de Asgard e Midgard.
Dote-nos com coragem e ajude-nos na luita
Contra os inimigos de nossa fé, família e povo.
Corajoso Thor!
Guerreiro entre os deuses e firme em lealdade e fidelidade.
Proteja-nos e nos encoraje com a força
Do seu poderoso e invencível martelo.
Talvez tudo seja como você queira
E todo o nosso povo fique com você como você ficou conosco.
Talvez força e Honra esteja com você e sempre com nosso povo”.


Aqui citamos um anaco do livro “Deuses e Mitos do Norte da Europa”, de autoria de H.R. Ellis Davidson:

“Parece realmente que o poder do deus do trovom, simbolizado polo seu martelo, estendia-se por tudo o que tinha a ver com o bem-estar da comunidade. Ele cobria o nascimento, casamento, morte e cerimônias funerárias e de cremaçom, e os juramentos feitos pelos homens. A famosa arma de Thor nom era só o símbolo do poder destrutivo da tempestade e do lume do céu, também umha proteçom contra as forças do mal e da violência. Sem ela, Asgard nom poderia ser mais atingida pelos gigantes e os homens contavam com ela também para lhes dar segurança e garantir a regra da lei”.

A antiga tradiçom do martelo dos juízes da corte que estabelece a ordem também vem dos antigos povos europeus ao usarem o Mjollnir para comandarem umha sociedade justa, para proteger o povo. A Suástica.

Paga a pena lembrar um mito germânico que envolve Thor e o Mjollnir. Na sua pescaria, Thor ao ser atacado pela maligna serpe de Midgard ergue o seu martelo e destrue-a. Se fizermos umha analogia por um ponto de vista Nacional-Socialista, a serpente representa o poder do dinheiro e do sionismo e da supremacia judaica, e o Mjollnir representa a Suástica que combate a usura e o inimigo dos povos.

Isso foi só um exemplo da idéia do inconsciente coletivo de Carl G. Jung, é a presença que está obviamente além de nossa atual consciência, mas que se manifesta involuntariamente. Assim como um dos fenômenos do nosso Führer espiritual Adolf Hitler foi ele ser, pessoalmente, a manifestaçom do subconsciente, do inconsciente, dos desejos e aspiraçons mais fundos, mais intensos, mais reais, mais humanos de toda umha raça. Adolf Hitler é o arquétipo, é a manifestaçom física e pessoal da raça ariana. Assim como a Suástica também o é, mas dumha forma simbólica. Ele e ela, Adolf Hitler e a Suástica, som sinônimos, som o mesmo conjunto cósmico, o mesmo ser, que é a essência racial que é a alma Ariana. Por isso ambos tem esse poder e o fizeram nos anos 30, despertaram esse subconsciente coletivo, que nada mais é do que a alma racial Ariana com outro nome. E ambos som o poder da Suástica manifestada espiritualmente e fisicamente sobre os Homens e que ela desperta algo forte, verdadeiro e interior.

Por isso e mais, ao aceitarmos e compreendermos o significado e sabedoria da Suástica, nós devemos entender, ou pelo menos procurarmos e nos esforçarmos para entendermos a verdade proibida pelos atuais governos, do que é a verdade sobre o Nacional-Socialismo e sua essência absolutamente positiva, sobre sua Cosmovisom, sobre o Triunfo da Vontade. Nós devemos esquecer, ignorar toda a lavagem cerebral da mídia e do poder sionista manifestado que há mais de 70 anos vem destruindo e corrompendo o que há de melhor, de saudável, de humano no Nacional-Socialismo. Só a verdade liberta, conhecer a verdade é umha tarefa individual, de esforço pessoal. A ignorância é reconfortante, mas nós devemos escolher o nosso caminho. O caminho natural da raça Ariana pela sua Natureza como vem sido demonstrado durante a história é o caminho da verdade, da Honra, da Lealdade e do Dever. O escritor e inglês H.S. Chamberlain escreveu no seu Arische Weltanschauung (Cosmovisom Ariana): “Eu dixem noutra ocasiom: ser ‘Ariano’ nom é o ponto, nos tornarmos ‘Arianos’ é o que importa”. E cito mais umha frase:

“Nunca esqueça essa única cousa: pelo pensamento apenas, o pensamento pode ser libertado; aquele que nom tem a coragem e o poder de repensar os pensamentos da raça Ariana, é e continuará a ser um servo, nom importando a sua ancestralidade, pois ele é mentalmente prisioneiro, cego, preso à terra”.

Escolher é pessoal, ser um servo ou nom. A vida é luita. Nós devemos criar consciência da nossa situaçom atual, devemos meditar sobre os assuntos e entendermos o nosso estado, e a opressom e tirania sobre o nosso povo. A Suástica é um símbolo, ela representa isso, mas ela só nom faze nada, deve-nos despertar, comandar-nos para a vitória, para o triunfo e para a liberdade, o resto é conosco.

Há um grupo de pessoas, um grupo apenas, que controla o que nós vemos na TV, o que nós lemos, o que nós assistimos nos cinemas, o que escutamos no rádio, este mesmo grupo mantém-se unido há milhares de anos e o mais homogêneo possível, ele entende que através da sua homogeneidade ele mantera-se, tudo o que recomenda e que força às outras raças através dos meios de comunicaçom é aquilo que nom aceita e nom permite para si, porque sabe que irá destruí-lo por dentro.

O Homem Ariano tornou-se escravo do dinheiro e do capital. O materialismo quebrou no homem, na sociedade e na raça. O pensamento de "cada cam lambe o seu caralho" está ficando maior e vai aumentar até as pessoas colocarem no seu povo depois de si próprias. O tempo em que nós éramos partes duhma raça e nom só indivíduos existiu, existiu durante milhares de anos, este tempo construiu impérios, deu luz a civilizaçons, deu luz à vida e a justiça. Este tempo foi real, e nós devemos recriá-lo.

O dinheiro tornou-se ideal moral, religiom, a meta final dos povos, o valor superior que antes era a nossa comunidade, estirpe, clam, reduziu-se ao egoísmo. Nós identificavamos-nos com os nossos companheiros, trabalhava-mos juntos, tinhamos os mesmos valores, nós éramos realmente um povo. Isso é um valor superior, algo que está além de nós, assim como o herói é aquele que luita e morre por algo maior do que ele próprio.



A Suástica é o nosso sangue que é a criaçom, a herança a esperança dum novo futuro.

A chama da raça Ariana e da liberdade começou-se a apagar quando o homem rendeu-se ao egoísmo, esqueceu-se das suas origens, do seu povo, parou de amar aqueles que som responsáveis polo que somos hoje. O dinheiro, e nom o triunfo, tornou-se a sua meta principal na vida.

A Suástica tem a sua base no sangue, a Suástica tem a sua origem como o primeiro símbolo da humanidade e ela mantêm-se ainda hoje, muito mais fraca do que antes, e pode apagar. O que apaga junto é a nossa história, as nossas conquistas, as nossas criaçons

Nós estamos encarando um problema novo, enquanto crises políticas, sociais e econômicas podem ser resolvidas, o fim dumha raça nom. A raça Ariana extinguiu-se no antigo Egito, no antigo Oriente Médio, na antiga Índia e agora a extinçom chegou ao berço: a Europa. Com a extinçom a raça nunca será refeita, a maior raça que pisou e que marchou sobre a terra está enfrentando o seu fim, a dominaçom e a escravitude estam caindo sobre o nosso povo. É hora de tomarmos umha atitude. Devemo-nos entender e valorizar o legado dos nossos antergos, este legado, esta herança está presente em nós, nós nom devemos destruí-lo, devemos resistir e nos revoltarmos contra a tirania.

Os grandes Homens som um produto do povo Ariano, estes grandes Homens e as suas conquistas nom morrem nunca, som imortais, assim como os bons espíritos. Estes Homens som parte do legado do nosso povo e som parte de nós. A base da nossa existência é a herança dos nossos antergos e nós somos partes deles como os nossos filhos seram parte de nós. Sangue do nosso sangue. E assim o legado deve-se perpetuar, porque este é sagrado.

A bandeira vermelha, branca e negra deve ser hasteada novamente. A Suástica despertará algo interior e mais forte do que o nosso corpo e a nossa mente, ela despertará algo além da existência física e material, despertará a nossa alma e a nossa essência! A Suástica salvara-nos da extinçom, da opressom e da tirania. Mostrara-se a verdade, será a luz, o Sol, a criaçom e a vida, enquanto a raça Ariana sobreviver, a força da Suástica viverá, pois ela é mais forte que todo! Ela desperta exteriormente nossa Natureza porque ela é a Natureza! A Suástica é o lume para a vitória e para a glória!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Que nom te enganem!




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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A bandeira “rojo y gualda”

Por Antonio Hernández

As naçons hispánicas/ibéricas, para molesta contrariedade dos unitaristas a ultranza, nom tiverom, até o século XVI, um emblema único e exclusivo que as represente desde o ponto de vista heráldico, salvo a suma ou agregaçom, sobre um escudo ou bandeira, dos emblemas dos seus distintos reinos e por último a bandeira conhecida como “rojo y gualda”. Mas, poderiamos conservar como símbolo federal o pabilhom vermelho-amarelo-vermelho igualmente compartido pela Espanha borbónica, a franquista e a democrática? Seria realmente esta bandeira a representativa dos nossos ideais e princípios? Há muitos que se aferram fanáticamente a estas cores, mas para respostar às perguntas que formulamos devemos ante tudo ser honestos e imparciais e prescindir de visceralismos cegos e irracionais.

Ante este assunto tam delicado, posto que soe fazer feridas entre os “patriotas” da chamada “Unidad Nacional”, sem maiores argumentos que um franquismo puro e duro ou um mimetismo com os demais Estados-naçom de Europa, mas também porque muitos hispânicos de boa fe crem que essa bandeira pouco menos que a levou o Cid Campeador, faze-se necessário plantejar as seguintes reflexons:

Quem e quando introdujo esta bandeira como ensenha das naçons hispânicas/ibericas? Que episódios históricos presidiu? Que e a quem representa hoje? À primeira pregunta respostamos:

O 28 de Maio de 1785, a proposta do ministro dom Antonio Valdés, o rei Carlos III de Borbón pormulgou a Ordenança Geral que no tratado IV, título I, expressa: “Para evitar os inconvintes e perjuiços que fiço ver a experiência pode ocasionar a bandeira real de que usa a minha Armada Naval…-devido ao abigarrado do seu desenho fazilmente confundível com outros pabilhons reais doutras monarquias-, resolvo que em adiante os meus buques de guerra usem bandeira dividida em tres listas das que alta e baixa sejam encarnadas… e a do médio amarelo”. Cabe destacar que esta decisom real foi tomada a dedo, de entre um numero conjunto de modelos que o citado ministro apresentou ao monarca e que se conservam. Som certamente cores que se distinguem na longania do horizonte marinho e contenhem, e isto suponhemos seria decisivo para o monarca, as cores do seu principal reino, o de Castilla. Com o que temos umha simples conveniência militar, um capricho régio e umha clara preferência por um só dos seus reinos hispânicos/ibéricos, da como resultado a bandeira em questom. Os exércitos reais, sem embargo, nom a usariam todavia, senom que continuariam com as antigas e tradicionais aspas de Borgonha traidas aos reinos Hispânicos/Ibéricos a princípios dos século XVI por Felipe “El Hermoso” marido de Juana de Castilla. Cinquenta e oito anos depois da decisom de Carlos III, o 13 de Outubro de 1843, a rainha Isabel II promulgou o Real Decreto Provisional polo que se determinou que as bandeiras e estandartes de todos os corpos do Exército fossem iguais na forma, dimensons e cores à bandeira da marinha de guerra espanhola, polas mesmas ou semelhantes razons tácticas militares que moverom ao seu antergo. Tal é a origem, nem romántico, nem legendário, nem heroico, nem simbólico da bandeira “rojo y gualda”. Por certo, a bandeira mercante da monarquia espanhola desde 1785 até 1927, nom foi igual à de guerra, senom umha semelhante à da coroa de Aragóm, consistente num pano amarelo com duas franjas vermelhas equidistantes dos bordes superior e inferior.

A segunda pergunta, Que episódios históricos presidiu esta bandeira? resposte-mos cumha funda relaçom. Na marinha, a perda de Gibraltar e a derrota de Trafalgar, nom por heróica menos absurda, mais a perda paulatina do Império colonial no primeiro terço do século XIX e já postos os pês na terra, as Guerras Carlistas, quase cinquenta anos de fratricídio e sangria dos hispânicos, os espantosos desastres africanos de 1893, 1909 e 1921, para defender os interesses de banqueiros, accionistas e financieiros extrangeiros nas minas do Rif, a perda de Filipinas, Cuba e Puerto Rico no 1898, últimas viragens do grande império hispânico, o fedorento espectáculo da decadente monarquia até 1931 que tinha-se adicado a saraus e cortesans, cacerias reais, corridas de touros e representaçons zarzueleiras mentres a classe obreira e o campesinhado fraqueava de fame e miséria e os seus filhos iam a servir à pátria e o rei baixo a “rojigualda”, entre mambises, tagalos e rifenhos, caindo como moscas, mais que em combate, em escuros e sujos hospitais de campanha por disenteria e paludismo. E por último o regime de Franco, reaccionário, pequeno-burgués, ramplóm, caciquil, clerical e nacional-espanholista centralista como o resto de governos “rojigualdos”.

Assim pois, nos 190 anos que mediam entre a declaraçom real da “rojigualda” como bandeira da monarquia e morte de Franco, a citada ensenha nom presidiu, como olhamos, mais que desastres, derrotas, decadência, injustiça e mediocridade (a Espanha casposa, mal-cheirenta e cutre, flamenca e toreira do detective Torrente hoje todavia coleia nos cenáculos fascistoides).
Mas em honra à verdade há que fazer a excepçom de certos feitos históricos, ainda que breves, nos que esta bandeira obtivo glória: a Guerra de África de 1860, certamente contra um inimigo muito inferior em armamento, e o desembarco de Alhucemas no 1923. Pode incluir-se a guerra, chamada por uns “Cruçada” e por outros “incivil”, de 1936-39 entre estas excepçons? Por alguns episódios rotundamente sim (a defesa do Alcázar de Toledo por exemplo), mas a represom bárbara, cruel, indiscriminada e injusta da posguerra nom cubre de glória precisamente à bandeira baixo a que se cometerom tantas ruindades contra os vencidos. Outra excepçom é, esta vez sim, sem restricçons, a gloriosa e inolvidável gesta da Divisom Azul na Uniom Soviética, onde as cores da bandeira “rojo y gualda” cubrirom-se de honra.

Sem embargo cabe dizer que os fundadores do fascio espanhol (assim consideravam-se ainda que agora nom lhe goste a alguns) nom pensavam restaurar a bandeira monárquica em caso de ter triunfado a sua malograda revoluçom. Escreve o “camisa vieja” Antonio Tovar que “os falangistas neófitos dos primeiros meses da Guerra Civil imaginavam que as bandeiras vermelhas e negras, bandeiras sindicalistas, iam ser as “nacionais espanholas” no canto da “rojigualda” e já tiverom vários incidentes com os militares reaccionários por nom leva-la nos seus desfiles. Nom se pode falar mais claro sobre o que pensavam os nacional-sindicalistas de Falange de las JONS sobre o assunto.

E a terceira pergunta. Que e a quem representa hoje esta bandeira? Nom podemos respostar outra cousa que, em primeiro lugar, a umha monarquia liberal, resíduo espúrio dumha dinastia decadente e lamentável, em segundo lugar, a umha democracia corrompida e incompetente de “direitosos” e “esquerdosos” e em terceiro lugar aos grupos residuais do franquismo mais cavernícola, velhos nostálgicos do nacional-catolicismo e as bandas de “pijos” fachitas sedicentes herdeiros do extinto regime.

Umha vez realizadas estas reflexons, nom fica mais remédio que prescindir da “rojigualda” definitivamente e sem nostalgias. Temos que ser coerentes com o nosso talante revolucionário e proponher para as naçons hispânicas aqueles outros antigos e significativos símbolos. Nom empregar símbolos nom ligados ao nosso mais recente passado, que tem pouco de glorioso, se nom inspirados num passado mais antigo e honorável, quando as naçons hispânicas eram respeitadas e admiradas em tuda Europa.

Declaramos pois que, sem acritude mas sem reservas, a bandeira “rojigualda” nom nos deve já representar e menos ainda a bandeirinha com o touro de Osborne que tanto gosta a certos novos “espanholeiros” da democracia.

Conclusons Sempre intentei demostrar a pluralidade nacional em Hispania/Iberia mas que sempre convidando à unidade entre eles por meio dum pacto asumido com lealdade e generosidade, para que, com acordos comuns, consigamos a armonia social em justa convivência.
Lembremos pois, a pluralidade nacional, ao igual que reconhecemos a soberania e liberdade de tudas e cada umha das naçons hispânicas e o seu direito à autodeterminaçom, mas em contrapartida justa promovemos como vitalmente necessária a solidaridade popular entre as mesmas. Naçons livres e soberanos que tomem em assembleia decisons colectivas, porque devemos afrontar os mesmos problemas ante um futuro que se nos apresenta como reto.

Dar-nos o lombo uns a outros ou, o que é mais grave, enfrontar-nos uns com outros, é a maior estupidez que podemos cometer.

Esta é, em conclusom, a nossa teoria: que juntos vivimos muitos séculos e que igualmente juntos vamos a estarpolo resto da história. Se temos que estar juntos, a menos que optemos por umha migraçom colectiva a pontos diferentes do planeta, estamos obrigados a entendermos posto que compartimos a mesma terra. E se temos que compartir o nosso cham, cremos que o mais inteligente, ademais de justo, é fazê-lo em amiçade. Por isso impom-se a necessária coerência para acordar em assembléias de naçons livres umhas normas de convivência e um projecto para construir o porvir, ponhendo como primeira pedra do edifício a ideia de que as naçons ibéricas, como território peninsular som o solar comum dos hispânicos/ibéricos, sem menoscabo algum das pátrias carnais de cada um dos nossos povos e sabendo e admitindo que pertencemos também a um coletivo maior que nos abarca, é dizer, Europa, com a que temos em paridade umha milenária cultura e um antiquísimo parentesco genético.

No nosso caminho imos tropeçar, ademais de com o próprio Sistema plutocrático e mundialista, com outros obstáculos interiores, muros de fanatismo, sectarismo e imcomprensom, mas temos resoluçom suficiente para derribá-los ou para saltá-los. Trata-se, por umha banda, da cerrazom centralizadora e absolutista do “espanholismo” a ultrança, por outra da insolaridade separatista e xenófova e umha “espanholidade” pluralista mas fechada com Europa.

Os espanholistas a ultrança negam por sistema e princípio a realidad plurinacional da península ibérica. Se esta opinióm mantivera-se dentro dos cauces dum debate jeitoso, racional e respeitoso, seria perfeitamente admisível. Mas nom é esse o caso. Eles desejam imponher esta idéia unitária a sangue e fogo. De facto já o fizerom durante quarenta anos com o seu queridísimo Caudilho invicto. Para eles, a Espanha imaginária e sectária que se inventam está ante tudo e sobre tudo. A “sua” Espanha, mística, metafísica, indivisível e indisolúvel, como se de química ou de teologia se tratara, é umha espécie de espírito etéreo que transita pela Península desde a noite dos tempos. Algo alheio ao tempo e ao espaço, umha misteriosa entidade angélica pouco menos que enviada pelo Deus Altísimo. Só há umha naçom: Espanha. Só há umha língua: o espanhol. Só há umha bandeira: a “rojigualda” (com águia, sem águia e com touro que há para tudos os gostos). E se alguém osa discrepar... comigo sodes em batalha!, como dizia o pobre Don Quijote. Todo o que saia de aí é “lesa pátria”, traiçom ao estado ou conjura judeu-masónica. Com tais personagens nom é possível nenhum entendimento. Fecham-se em banda e só empregam os argumentos do insulto e da violência. Pois bem, fiquem vocês com a sua nostálgia nacional-católica, o seu Val dos Caidos e os seus vintes de Novembro. Nós seguiremos imperturbáveis o nosso caminho. Há quenes som ultra-espanholistas e nom se querem ver reflexados no franquismo patrioteiro, mas o seu subconsciente traiciona-lhes à menor ocasom. Nom vamos a dizer nomes nem siglas.

Antonio Hernández Pérez

terça-feira, 14 de julho de 2009