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domingo, 5 de janeiro de 2014

A Etnia contra o monstro do Estado

Identidade Vs Estado

A maioria das vezes quando se discute com os Nacional-Espanholistas que dim em chamar-se Nacional-Socialistas, tiram à palestra normalmente os mesmos argumentos:

"No se diferencian a simple vista un gallego de un castellano, o un vasco de un catalán; no existen diferencias raciales entre españoles; por lo tanto la única nación existente es la española"

O Nacional-Socialismo histórico fixo diferenças entre sub-raças dentro da mesma naçom/etnia, e é evidente que os espanholistas confundem as identidades étnicas com a determinaçom da sub-raça ariana correspondente (nórdicos, eslavos,...).

Devido à falta de entendedeiras e a que as discussons riçarom tanto, os N-S decidimos jogar ao mesmo jogo dialectico e apresentamos exemplos de indivíduos para que adivinharam a sua prodecência dentro do estado espanhol.


A resposta maioritária por parte dos espanholistas foi que "Podrían ser de cualquier parte de España", mas a nossa estratégia residia precisamente na procedência estatal dos indivíduos, pois nom eram cidadans espanhois; senom que eram cidadans dos estados: Francês e Italiano. Segundo a sua absurda teoria das "diferencias inexistentes a simple vista" nom deviam ser consideradas naçons aos estados Francês e Italiano, e pertenceriam por tanto a essa naçom espanhola que postulam.

Sub-raças Arianas


Desastres migratórios hispânicos

No passado nas diferentes monarquias e ditaduras houvo tentativas de desvirtuar as identidades étnicas hispânicas com migraçons forçadas intra-ibéricas. É evidente que a inclusom (pacífica ou nom) de 5 milhons de castelans, occitanos, bascons ou de qualquer naçom europeia em território galaico significaria a desvirtuaçom vagorosa da paisanagem étno-cultural (nunca racial). Outra cousa é que se fizera de maneira oportuna em casos ilhados, e que esses indivíduos de origem nom galaica ou mixta com outra naçom europeia adaptara-se com completo à paisanagem etno-cultural que o acolhe.

Temos vários exemplos no estado espanhol. Os bairros de castelans do sul (Andaluzes) e galaicos em Gothalaunia nom forom nunca um exemplo de adaptaçom etno-cultural, polo geral mostravam umha total falta de respeito a cultura nacional catalana, chegando a querer passar por costume local a chamada "Feria de Abril". O efeito rebote foi que os seus descendentes sairom com sentimento "nacional catalám" na sua maioria, xarnegos nacionalistas tanto da esquerda como da direita, baseando o seu sentimento em temas materialistas (economia "Espanya ens roba"), com o qual demostra que a fórmula "Sangue e Terra" é a que melhor funciona.



Outro exemplo temo-lo em Baskonia, onde a meirante parte dos descendentes dos galaicos e castelans que forom trabalhar ali, passarom a ser grandes militantes da esquerda abertzale e incluso da actual banda terrorista marxista ETA; um nacionalismo esquerdalho e maketo.

De Juana Chaos, exemplo de maketo abertzale


Na Galiza temos os desastres etnoculturais nas cidades, mas o problema especialmente étnico reside na cidade de Ferrol, cidade militar onde durante muitos anos viriam gentes de Castilla (Madrid, Cádiz, Cartagena) dando como resultado umha cidade mais semelhante a um bairro madrilenho que a umha cidade galaica propriamente dita; os filhos saim educados da casa em castelám e excluidos da cultura e tradiçom galaica na sua ampla maioria.

A capital castelã, Madrid, nunca tivo esse problema, pese a receber sempre migraçons intra-espanholas sempre foi regida pola norma centralista do estado que à sua vez coincidia com a cultura da naçom castelã, é por isso que um nacionalista espanhol em terras castelãs nom desentoa tanto como no resto de naçons hispânicas, e isso tivo como resultado a adaptaçom quase perfeita das gentes vidas do resto do estado. Quem nom conhece a filhos de emigrantes galaicos (galegos e asturianos) em Madrid que som dos melhores militantes de qualquer Falange, ou que som dos mais destacados membros dos grupos ultra-futeboleiros como Ultrassur e Frente Atlético? 

Qual é a tua Etnia?

Um exemplo de adaptaçom total a etnia, é a gaiteira galaica Susana Seivane. É de origem galaico e castelám (a sua nai é andaluza); mas a sua língua é a galega, vive sumergida na cultura galaica defendendo-a fervorosamente, e em definitiva soubo fundir-se com a naçom que lhe deu acolhida.



Um outro exemplo étnico é o caso do bascom Iñaki Perurena, fazendo-se-nos indiferente a ideologia que professe dentro do nacionalismo bascom.



É um homem fiel à tradiçom do sangue e a terra à qual pertence; do melhor no desporto nacional harriiasoketa, no eido cultural como poeta em língua bascona e bertsolari. Em política publicou artigos na defesa da identidade de Nabarra como eixo da nacionalidade bascona. E o mais importante para nós, deixa todo o seu legado ensinado aos seus próprios filhos.

Perurena dando liçons de história da sua pátria a um maketo ignorante



Exemplos como estes som os que queremos para todas as naçons europeias, é o material humano necessário para vertebrar umha verdade EUROPA, grande em CULTURA e sã RACIALMENTE.

Que alguem nom seja um exemplo étnico como ocorre na maioria de exemplos de nacionalistas espanhois polas suas diversas origens, nom quer dizer que o resto também o sejamos, ou que tenhamos que aceitar a sua história como única. Os modelos étnicos nom os atoparemos nas cidades ou povos grandes da nossa pátria, sempre apareceram nas zonas rurais, e com eles devemos trabalhar e tomar exemplo.

Sabemos que como ARIANOS temos um inimigo primordial que é o Multirracialismo Mundial, mas nom por isso imos esquece-nos dos problemas que como Europeus temos, e que ademais forom problemas projectados dende ideologias que promovem precisamente o mundialismo a escada menor.


sexta-feira, 21 de junho de 2013

A segunda ofensiva neo-facha

"La falange, defenderá la raza española, lo autóctono, y aboga por la no nacionalidad española para los inmigrantes"

Anteproyecto de 1938 de F.E.T. y de las J.O.N.S.

O nacionalismo espanhol pseudo N-S, contra-ataca num derradeiro intento por passar por genuinos N-S. A façanha passaria inadvertida de ser nós, os autênticos N-S, imbéciles.

O autêntico falangismo ou nacional-sindicalismo é claramente anti-racista, mas estas idéias defendidas polo chamado "El movimiento" em 1938 som simples posicionamentos em favor dos que ainda se mantinham ganhando na 2GM, Hitler e o Nacional-Socialismo, de aí esses escritos.

Na Itália Fascista fanzines como "La difessa della razza" ou as leis anti-judaicas e étnicas, que nom tinha a ver com que a doutrina de Mussolini fosse racista, foi umha simples consequência do seu alinhamento com a grandiosa Germânia N-S, antes disso eram questons às que nom davam demasiada importância.



Antes do Pacto de Aceiro, Mussolini dizera que Hitler tinha convertida a Alemanha num "manicómio racial". Fundamente crítico com Hitler e o Nacional-Socialismo, dizia que o fascismo olhava com mágoa o racismo N-S como "cousa de bárbaros, de loiros" e que os italianos podiam-se dizer heredeiros da antiga Roma. mentres que na Alemanha viviam em covas. Logo aparentemente cambiou de opiniom, mas tam só era umha táctica para conservar e conseguir mais território em Europa, nacionalismo de escola francesa jacobina.

 "Il nazismo. Razzismo al cento per cento. Contro tutto e contro tutti: ieri contro la civiltà cristiana, oggi contro la civiltà latina; domani, chissà, contro la civiltà di tutto il mondo!" 

"Razza: questo è un sentimento, non una realtà. Il 95% è sentimento. [...] L'orgoglio nazionale non ha affatto bisogno dei deliri di razza."

Benito Mussolini

"FET-JONS" forom efímeros posicionamentos estratégicos que um N-S nom deve tomar a sério, tendo em conta que aos poucos anos (1943) já estava esse mesmo movimento do lado do sionismo, dando o seu apoio aos EUA. Pois de ter sido escritos dos Utasha, Cruces Flechadas, Nasjonal, Samling, PNB ou outros movimentos leais ao N-S seriam tidos em conta, como já temos presente. Vindo do próprio Franquismo, na vida.

Pois tanto o Franquismo, como o Jonsismo, como o Falangismo ou Carlismo nunca postulariam isso. Passando por alto o irrisório facto de que exista umha suposta "raça espanhola". Estes movimentos nacionalistas e patriotas espanhois forom vilmente manipulados e amputados polo sefardismo franquista.

O falangismo autêntico vai acorde ao nacionalismo espanhol histórico, um imperialismo hispânico que nom entende de raças nem racismo.

FET-JONS (Franquismo) Esse movimento que nom reconhecia a Israel, e que posteriormente fixo-o; esse movimento que dizia luitar contra o judeo-capitalismo, e que logo apoiou firmemente, esse movimiento que falava dumha suposta raza española livre de mestiçagem, e que posteriormente mestiçou  com a cultura cigano-mourisca-semítico-indígena, esse movimiento clericalho, esse movimiento pro-borbônico, centralista, de ricachons, que como bem apontava o Führer no mesmo ano desse projecto de lei , um movimento que nada tinha a ver con nós os NACIONAL-SOCIALISTAS.

"Proclamo la personalidad de Franco como gregario entre los personajes comprendidos en Los Protocolos de los Sabios de Sión. Tanto en su formación, servicio incondicional, cuanto en el convenio de permanencia en el poder en beneficio de los más ocultos programas del GOBIERNO UNIVERSAL, Franco fue un instrumento voluntario de afinidad sanguínea al servicio de su raza, ya en la verticalidad triunfal hacia el imperio mesiánico cuya capital será la arcaica Imperial Toledo, aunque el imperio, como otrora lo fue, ahora no será hispano autóctono. Bueno, lo de hispano es un decir porque el Emperador de aquel Imperio, Carlos I, fue austroteutón y lo hispánico entonces sólo fue un cuño. ¿Patriota Franco? Sí y no o al revés, no y sí. Fue el más criminal de cuantos poderosos ha habido contra el español indígena y, por el contrario, el más fiel conservador, en tanto que judío sefardita consciente de serlo. En otras palabras: patriota para los judíos y Torquemada para el autóctono."

Ángel Alcázar de Velasco, falangista e espia da Germânia N-S.


TV Franquista ignorante e mesticista. Alejo Carpentier um completo analfabeto na antropologia, genética de povoaçons e história, dando cátedra precisamente sobor dum dos temas que desconhece por completo.

"Solución religiosa: el recobro de la inarmonía del hombre y su entorno en vista de un fin trascendente. Este fin no es la patria, ni la raza, que no pueden ser fines en sí mismos: tienen que ser un fin de unificación del mundo, a cuyo servicio puede ser la patria un instrumento; es decir, un fin religioso. ¿Católico? Desde luego, de sentido cristiano."

"Una nación no es una lengua, ni una raza, ni un territorio. Es una unidad de destino en lo universal. Esa unidad de destino se llamó y se llama España."

"El hitlerismo no es fascismo. Es antifascismo, la contrafigura del fascismo. el hitlerismo es la última consecuencia de la democracia, una expresión turbulenta del romanticismo alemán."


José A. Primo de Rivera 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Insónia com Risco

A polémica que os políticamente correctos criam sobor a filiaçom ideológica do nosso intelectual reaparece periodicamente. Nos seus debates xordem problemas irresoltos na política do país.

Passou médio século da sua morte e quase cem anos da sua obra mais influínte, Teoria do nacionalismo galego. Sobor Dom Vicente Risco publicarom-se livros apologéticos, estudos críticos e ataques furibundos. Também adicouse-lhe o Día das Letras, em 1981, e a sua nouvelle satírica O porco de pé é leitura obrigatória em secundária. Mas a figura do intelectual ourensam, coraçom da Geración Nós nom descansa. O debate arredor das implicaçons ideológicas do seu pensamento rexorde periodicamente e adoito faze agromar problemas nom resoltos da cultura e a política do país. O derradeiro round começou a pé feito dum artigo do palhaço palheiro-judeu* Suso de Toro no jornal estatal “El País”.

"Na série Xente de aquí intento oferecer um imaginário para o nosso país cum sentido ideologicamente criativo", argui De Toro, "e a tese da mesma é a minha interpretaçom do país. Dentro desse propósito, considero que Risco ocupa demasiado espaço no discurso nacional galego e, dende logo, no discurso nacionalista". No texto “Vicente Risco, tráxico bufón, intruso perturbador” o judeu De Toro traçou um aberrante retrato do ourensam e criminalizou-no pola sua simpatia polos Nacional-Socialistas Germânicos logo de viaxar ao grandioso Berlin dos anos trinta.

Para surpresa nossa, o historiador Beramendi explica com certa indignaçom que "Isto está ja contado muitas vezes, o que passa é que neste país niguém le a ninguém". O historiador, prémio estatal por “De provincia a nación”, lembra que Risco "foi o teórico mais importante do nacionalismo de pre-guerra e todos bebem dele, começando por Castelao". Um dos pontos de fricçom nos mal chamados nacionalistas, justamente é decidir se há ou nom vários Riscos.

"Derivou cara à extrema direita, ainda dentro do nacionalismo galego, mas longe da Teoria do nacionalismo do ano 20", afirma com palavras suas o senhor Beramendi, "mas no fundo existe um só Risco com diferentes modulaçons". O ensaista progre Antón Baamonde situa a um dos cerebros indiscutíveis do primeiro galeguismo político no contexto cultural europeu no que se forma intelectualmente. "A começos do século XX, o nacionalismo em toda Europa é fondamente conservador", sinala como desculpando-o, "esse é o mar de fundo".

Nom só Vicente Risco mira-se no espelho dos movimentos genuinamente nacionalistas como de Maurras e Acçom Francesa ou de Nietzsche; assim como do movimento Nacional-Socialista Germânico. Também os seus companheiros de geraçom como Pedrayo e Cuevillas, faze-no justo no minuto antergo a se integrar nas Irmandades da Fala. "Mas quando Risco faze a conversom ao nacionalismo galego, segue a manejar esses mesmos códigos; há umha continuidade de fundo em todas as suas etapas" engade Baamonde.

Som as viagens pola Europa e a conmoçom do genocídio bolchevique o que atrapa a Risco no vendaval da história e faze-no reafirmar no nacionalismo genuino. "Decata-se do que sucede em Europa e oferece umha resposta ideológica a umha mutaçom radical do mundo", considera o filósofo Francisco Sampedro, outro, quanda a profesora Olivia Rodríguez, dos que entrarom em discusom a partires de “Tráxico bufón, intruso perturbador”. E essa reacçom consiste numha “Galiza idílica dominada pola Igrexa”, opina, “no que os labregos som o grupo social dominante, pero sempre supeditado a umha elite". Neste sentido de classe, a Olívia opina igual que o Beramendi e Sampedro, como a esquerdalha clássica, “O homem culto, erudito, ao tanto das vangaurdas artísticas, treme o combate obreiro e o que se deriva da Revoluçom francesa. Igual que todos os reaccionários", sinala Sampedro, "porque é a morte do rei, a morte de Deus feito carne". "A luita de classes agudísima que ve no continente asusta-o e vira à direita", dize Beramendi e continua “ao escolher essa banda da barricada que derregava Europa, Risco afasta-se dum partido, o galeguista, e o seu movimento, inequivocamente republicano e escorado cara ao centro esquerda”.

Beramendi auto-censura-se, pois Risco nunca foi de esquerdas para virar logo à direita, pois ao igual que o PG inicial era de pensamento de direita clássica tradicionalista e conservadora. Beramendi omite dizer isto na entrevista, pois conhecemos a sua interessante obra “De provincia a nación”, que pese a ter o seu toque tendencioso esquerdalho, é umha boa obra para qualquer interessado na política do páis e onde sinala ,sem outro remédio, as origens do PG e como vai virando à esquerda meiante as lógias marxistas, da mesma maneira que fixo Castelao.

É curioso como alguns persoeiros como o judeu Mendez Ferrín aproveitam para dizer que Risco, da mesma maneira que admirou o Nacional-Socialismo e optou polo bando Franquista na guerra , ao mesmo tempo também voltou-se um nacional-espanholista, e que abandonou o galeguismo para sempre, empregando argumentos tam ridículos como o de escrever alguns dos seus livros em castelám. Para eles a esquerda que apoiou a Fronte Popular (também espanholista), a genocida URSS, e em definitiva a ideologia mais centralista da história como é o comunismo também no estado espanhol, nom era para nada sínómo de traiçom ao galeguismo; algo com o que nós nom tragamos nem aceitamos, por nom falar dos livros escritos em castelam por esses mesmos esquerdalhos do PG incluido o Castelao, mas seria ridículo empregar o mesmos argumentos ridículos e sem sentido da esquerda. Mas os que lemos a história real e temos um pouco de objectividade sabemos bem o que é a manipulaçom.

É nesessário explicar porque um galeguista conservador da época apoia ao Franquismo na guerra? É necesário explicar porque no caso de ser traidores, seriam tanto os que apoiam ao Franquismo como à Fronte Popular? Risco apoia o Franquismo confiando na rama tradicionalista/foralista, católica e conservadora do Carlismo, pois era umha das ramas do bando Franquista, que de ser escolhido em matéria etno-cultural, conservaria as tradiçons galaicas sem entromisom do marxismo, que era: internacionalista, anti-nacionalista, apátrida, classista, anti-cristiam, urbanista, mesticista e no estado espanhol naquela altura significava “centralismo nacional-espanholista”.

Se a esquerda para-se um pouco a ler, mas como bem sinala Beramendi “ninguem le a ninguem”, comprenderiam melhor à figura e pensamento Risquiam, e conheceriam também que o intelectual apoia também num primeiro momento a Ditadura de Primo de Rivera, pois considera-a umha oportunidade para desmontar o sistema caciquil e aceita um posto de deputado provincial em Ourense, todo isto naquela altura pensando numha possível instauraçom dumha mancomunidade como na Catalunya.

Mas gente como Ferrín nom nos engana, e sabemos que logo de louvar ao Nacional-Socialismo na sua viagem polo centro de Europa, tam pronto chega a Galiza ,ainda dentro do PG, aceita certos pactúos com a esquerda para evitar o esgaçamento do próprio partido, algo que se faze insostenível mais adiante e remata junto com outros camaradas formando a Direita Galeguista em 1935.

Um dos melhores e censurados livros de Risco é “Historia de los judíos” onde descreve perfeitamente ao povo judeu e mostra o seu conhecido anti-semitismo, que já se entornava no Mitteleuropa, e que logicamente nom significou que tornara a espanholista polo mero feito de estar escrito em castelám. "É significativo que depois da guerra Risco nom se aproveita-se do franquismo, ao contrário que algúm colega seu da dereita galeguista como Filgueira Valverde", explica sem pelos na língua Beramendi, "ele recolhe-se em Ourense e adíca-se à literatura".

É entretido para nós, olhar como o escritor ourensano morto en 1963, e a sua trajectoria político-intelectual seguem a provocar certo confronto entre os galeguistas actuais. Para o judeu Suso de Toro, "toca o nervo da memória galeguista instituida".
Beramendi, mostra-se máis contundente, e lança um Zas! em toda a boca: "O caso Risco está perfeitamente estudado do ponto de vista historiográfico", expóm, "mas existe um problema cultural. Paco Rodríguez foi o primeiro em tentar negar a sua importáncia, porque a questom é como se usam as figuras do passado bem para ganhar uns dinheirinhos, bem como metáfora das liortas do presente".

Nesse ponto, Risco como síntoma, coincide Antón Baamonde. "Ao ser o nacionalismo contemporâneo unanimemente de esquerdas", aponta, "tratar con ele trai polémica porque lembra a possibilidade de que exista um nacionalismo de direitas" nós mais bem diriamos um nacionalismo genuino de sangue e terra., que era o que ele defendia na prática. Continua Baamonde contra a ignoráncia "tampouco muitos nacionalistas conhecem o primeiro Castelao, por exemplo"; certo! pois é Castelao o que passa de convervador a marxista, sendo ele quem vira realmente a camisola, e nom Risco. Conclui tendenciosamente dizendo que "mitologizar um país leva ao fascismo; esse foi o seu labor, ao cabo". É normal que a esquerda tome como mitologia a Risco, e mais quando a mitologia galaica foi confirmada pola genética e a historiografia recente; realmente eles vivem num conto de fadas permamente, o seu conto de fadas mesticista e igualitarista, por isso tomam a brincadeira a nossa mitologia.

*O apelido De Toro é de descendência judea; Touro. Para evitar mais perseguiçons foi cambiado a Toro. Estabelererom-se em Zamora e transformou-se em Del Toro e De Toro.

Escolma dalguns textos que criam insónia

- "Mística disertación na que se decrara o simbolismo y-espiritual significado que ten a vida groriosa do Santo apóstol San Yago, assí como a festa que hoxe principia a celebrare a nación galega". (A Nosa Terra, Julho de 1920)

- "Eu bendigo a endogamia, que se sole dar nos galegos que viven alén mar. Alédome cand'un galego casa c'unh'alemá, c'unha inglesa ou c'unha irlandesa. Dame tristura velo casar c'unha italiana ou c'unha turca. Creio na seleución e na euxenesia, e sei as propiedades dexencrativas do mestizaxe". (A Nosa Terra, Novembro de 1921)

- "É un feito que non se pode discutir seriamente, que no pobo galego hai un predominio marcado do elemento loiro centro europeo, como non sucede en ningún outro pobo da Península. Na poboación rural, nótese que tódolos rapaciños son brancos como a neve co cabelo loiro, case que albino. Logo, o sol, o aire, no traballo constante da terra vólvelles o coiro tostado e o cabelo escuro.
Non falo dos caracteres craneanos, porque non se teñen estudado ben". (Teoría do nacionalismo galego, 1920)

- "Outro desviamento do nacionalismo é o que chaman fascismo. Tampouco a idea fascista é ruín en si. [...] Coma movemento político é un movemento nacional contra das causas da descomposición interna dunha nación, e tende á concentración das forzas nacionais contra da dispersión e quebrantamnento delas, orixinados polos partidos políticos, loita de clases, manexos da alta finanza, relaxamento dos costumes, etc. etc. E neste senso non é cousa ruín". (Nacionalismo galego. Na revista Alento, 1934)

- "Temos, por tanto, esas dúas coincidencias coa doutrina do fascismo: 1. O pretendermos unha concentración das forzas galegas, contra das loitas políticas, de clase ou de intereses particulares, pondo por riba diso todo o ben comun. 2 O pretendermos que a organización e a lexislación que rixan en Galicia se acomoden ao modo de ser da nosa Terra". (Ibid.)

- "[A obra de Marx é] la de un enfermo con trastornos fisiológicos, con un rencor bilioso de psicópata y de temperamento hepático propio de la raza judía". (revista Misión)

- "[o marxismo como fe baseada no resentimento non é máis que] a envexa dos d'embaixo os d'enriba, do que non ten ao que ten, do que non pode ao que pode, do que non sabe ao que sabe". (Mitteleuropa, 1934)

- "[os obreiros] minados por las propagandas democráticos, que les predicaban la igualdad, la libertad, [las ciudades] destruían sus convicciones religiosas y su acatamiento a las instituciones". (Ensayos sobre el marxismo)

- "El híbrido envuelve siempre un equívoco, cuya expresión es a veces, el hermafrodita. El instinto(guía infalible para la vida) lo repugna. Incluso el híbrido humano, el mestizo es justamente sospechoso; se dice 'Dios hizo a los negros y a los blancos, y el diablo a los mulatos' [...] la limpieza de sangre es un bien, el mestizaje un regreso hacia el Caos". (Orden y caos, 1968)

- "...o nacionalismo moderno galego deriva máis de Faraldo que de Brañas. En troques hoxe, en doutriña política, resulta Brañas moito máis moderno que Faraldo, que Murguía, que Vicetto, que todol-os galeguistas do século XIX, un percursor de moitos antiparlamentarios do noso tempo. Posto a carón de Duguit, de Sorel, de Sardinha, de Maurras, dos mesmos comunistas, non somella Brañas tan anacrónico coma somellaría o propio Pi y Margall, de quen proceden, eiquí mesmo, moitos dos nosos nacionalistas de esquerdas". (A Nosa Terra, Julho de 1925)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Tolémias nazis?



Quando presença-mos representaçons do passado político/militar do Nacional-Socialismo durante o III Reich, a miúdo mostrase-nos a um Führer carragento e fora da realidade, rodeado de generais ineptos que davam ordes absurdas cumpridas por cegos sicários com uniforme de soldado.

E é que durante os anos de paz, e principalmente na passada guerra, há umha série de lendas absurdas, verdades tergiversadas alguns e escandalosas mentiras a maioria, que mantenhem essa visom delirante dos mandos "nazis" que até hoje chegou.

Nom está permitido reconhecer sequer que os "nazis" fizerom bem algumhas cousas. Todo o que fizerom é maligno, fundamentado em perversas teorias, e perpetrado polos mais vis seres que o inferno tivera sido capaz de conceber.

Falar de feiras pagadas, de que cada obreiro tivese umha casinha com jardim, que se puide-se pagar um veiculo sem interesses, dumha incipiente seguridade social, de tuda umha nova e moderna rede de auto-estradas, do embelezamento das cidades, dumha autêntica comunidade popular… Isso é inconcebível que tivera sido criado polo Nacional-Socialismo. Em troques, qualquer panocada, qualquer barbaridade sem fundamento algum, qualquer lei que coarcta-se as liberdades, aceita-se sem debate, a risco de ser chamado de “nazi”, como próprias de aquele regime do passado século.

Contra isto nom se pode fazer nada porque é luitar contra umha mentalidade implantada por 80 anos de propaganda massiva na gente. A gente nom para a razoar nada. Singelamente aceitam “a verdade” que se lhes oferece diariamente, mentres poidam seguir “vivendo” sem demasiadas preocupaçons.

A ledícia da ignorância.

O que sim tentaremos desgranar neste artigo, é demostrar desde a lógica, a absurdidade que tem que qualquer pessoa que se preze a si mesma como razoável, defenda umha série de pontos que actualmente semelham irrebatíveis à vista de todos.

1. Tolos e tolémias.

Cum tolo ninguem discute, porque é assumido que nom dirá nada sensato e qualquer argumento lógico de nada serve a umha pessoa que nom se rege desde a lógica.

É o modo mais doado de negar o debate a outra pessoa.

Todos ouvimos a alguem exclamar “isso é umha tolémia”, e acto seguido negar-se a falar ou debater o que se estava a tratar na conversa.

É o recurso do covarde que se sabe contra a parede e sem argumentos para sair bem da situaçom. (Quando se tem poder, o argumento é o cárcere e a difamaçom).

Assumindo que os "nazis" tam só forom um brote de tolémia, nega-se tudo processo razoável, polo qual analiza-se um problema e prevem-se as suas consequências. Nom se pode dizer que o Nacional-Socialismo fosse umha consequência da situaçom de desesperaçom e crise que se vivia nos anos 20 e 30. Nom. Os "nazis" forom só uns tolos. Mas, Cómo é possível que uns simples tolos fizeram-se com o poder no estado Alemam? Essa pergunta planeja umha morea de dúvidas, e sem embargo qualquer pessoa com estudos, ou sem eles, afirmará como se tive-se as tábuas do Moisés na mam, que Hitler era um pobre tolo.

Germânia. O país da ciência, da técnica, onde estava tuda a indústria do cinema, todo o poder farmacêutico, o arte, o autêntico coraçom renacentista de Europa… Como um tolo, um homem pobre, sem dinheiro, sem um apelido ligado à nobreza, sem um grande partido detrás que o respalda-se, fizo-se com o poder?

Como um grupúsculo de 7 homens, que se reunia na trastenda dumha cervejaria Muniquesa, chegou-se a converter no mais grande partido político que existiu?

A miúdo a linha entre a tolémia e a incrível genialidade é pouco visível, e sem lugar a dúvidas, naqueles anos de criaçom da facheira Nacional-Socialista que se converteria num incêndio arrolador, a personalidade de Hitler semelharia extrana e controvertida para muitos.

Qualqueira pode ver as imagens de pabilhons cheios de gente. Grandes carpas ao ar livre, dando alojamento a dezenas de milheiros de obreiros acompanhados das suas mulheres e filhos que acodiam de cada recuncho a ouvir falar a aquele homem.

Primeiro começava a falar baixo, quase nem se lhe escuitava, a gente olhava extranada uns a outros. E de súpeto brotava dele a eloquência, a fúria, as palavras que todos os ali reunidos sentiam no seu coraçom e a sala estalava num frenético extase de Socialismo, de Trabalho, de Liberdade..

Isso é um tolo?

Curioso conceito de tolo tenhem os defensores da democracia actual.

2. Os nazis eram o mal absoluto.

Esta afirmaçom é perigosa para os próprios demócratas actuais, pois esquecem-se de que Hitler e o Nacional-Socialismo, alcanzou o poder por meio do mesmo sistema que eles defendem, e isso para eles seria como dizer que o seu sistema promove o Nacional-Socialismo. É umha verdade como um templo que Hitler ganhou as eleiçons no país mais culto do mundo. Como o é que durante os mais de dez anos no que luitarom por esse objectivo, todos os partidos, comunistas, demo-cristians, social-demócratas, verdes ou da índole que fossem, unirom-se entre si contra esse inimigo comúm que semelhava irresistível, e nem todas as suas fortunas, nem o controlo da polícia, nem do exército, nem da rádio, nem da prensa, nem das leis, conseguirom deter a avalanche da suástica por toda Germânoa. Polo tanto está claro que Germânia apoiou a Hitler. E que como bem dizia o nosso mártir Rudolf Hess na apertura dum congresso N-S, Germânia é Hitler, Hitler é Germânia.

Afirmar que Hitler era o mal. É afirmar que todos os germanos eram o mal.

No seu defeito, que Hitler, era um mago negro, que com os seus poderes ocultos governava a vontade dos seus concidadans, como se chegou a repetir por aí (É normal que sejam incapaces de entender como todo um povo enteiro volca-se cum líder, num tempo no que os “líderes” jamais forom tam aborrecidos polo povo). Os demócratas evidentemente fundamentam-se em câmeras de gas, campos de extermínio e outros trucos de mágia que nem a física, nem a química, nem as matemáticas, nem os estadistas de entóm, nem os serviços de inteligência de qualquer país, nem a cruz vermelha internacional, e seguramente nem os mesmos judeus, som capazes de defender com provas e sem ameaça de cárcere. Mas está claro que este ponto leva-nos de cabeça cara o Holoconto dos 6 milhons de pantasmas, que é a pedra angular do anti-nazismo e polo tanto do judaismo internacional. Aí estám os milhons de provas que desmontam a impossibilidade do holocausto tanto técnica como físicamente.

E aí está igualmente a doctrina N-S, defensora máxima do BEM a todos os seus níveis, e baixo cuja autoridade, é impossível que se leva-se a cabo tam vil maquinaçom como tiverom a bem inventar os sionistas desejosos de credo para o seu flamante estado judeu. Claro está, que os nazis estavam tolos.

3. Os nazis queriam dominar o mundo.

Esta afirmaçom demostra que a cúpula do sionismo está tem na cabeça a personagens sem a mais mínima imaginaçom. É o argumento de toda película na que há bons e maus. Os nazis evidentemente som os maus sempre, e como nom, queriam dominar e escravizar o planeta inteiro.

Pegunto-me como, nos inícios da segunda guerra mundial (por que claramente segundo esse razonamento a guerra começaro-na os nazis e nom as democracias), sem tanques pesados, sem frota, cumha incipiente aviaçom e com nem sequer a metade das projectadas tropas de terra equipadas e treinadas, pretendiam os nazis invadir o mundo, perante uns vizinhos atrincheirados detrás de gigantescas linhas defensivas, com exércitos poderosísimos e armados até os dentes. Está reconhecido por todos os estadistas militares, e diziam os chefes militares germanos naquele entóm, que de ter sido atacados pola retaguarda quando invadirom o estado Polaco, a guerra teria rematado em duas semanas com a derrota do nascente III Reich. Por outro lado é curioso o caso de amnésia neste tema quando a URSS desde o seu nascimento no 17, anexionou-se pola força militar Carélia meridional, Ucránia, Geórgia, Arménia, Kazakhstam, Uzbekistam, Azerbaidjam, Tadjikistam, Kirghízia, Turkmenistam, Tanu-Tuva e a Mongólia exterior, cum total de 60 milhons de seres humanos no total. E antes da invasom Germana sobre a URSS, invadiu Letónia, Estónia, Lituánia, exigiu a Rumania a entrega das ricas regions de Besarábia e Bukovina do norte, invadiu Finlándia à que roubou importantes territórios e finalmente invadir o que ficava do estado Polaco tras a invasom germana para recuperar os Sudetes e outras terras germânicas…. Curioso! Claro está que os nazis estavam tolos..

4. Os nazis só queriam homens loiros e de olhos azuis.

Esta nom sabia se incluí-la aqui polo ridículo… Realmente em quanto umha pessoa nos increpa aos Nacional-Socialistas, umha afirmaçom deste tipo, o melhor que podemos fazer é palmar-lhe no hombreiro amizosamente e desejar-lhe que passe um bom dia. Cecais esta afirmaçom tem a sua origem nas rigurosísimas selecçons de personal que se faziam nas Waffen SS nos seus começos, nas que se dize que um simples empaste numha mõa, era suficiente para nom ser admitido. Polo demais só há que observar a qualquer dirigente N-S da época para olhar que muitos estavam totalmente distantes desses canons, que realmente, nom era mais que o ideário de beleza de aquele entóm, (ideário sempre recorrido em temas artísticos ou como exemplo de saúde física do povo) igual que o segue a ser hoje em dia. É evidente que os nazis estavan tolos.

5. Hitler cometeu o erro de luitar em várias frontes à vez.

Este era o grande terror dos chefes militares germanos. Mas a Germânia nom lhe ficou outro remédio, e nom foi um erro seu propriamente dito.

O erro foi nom percever que o bloco marxista da URSS, e o bloco dos capitalismos ocidentais, nom formavam umha aliança anti-natural, como Hitler a chamava, se nom que eram o mesmo bloco com diferentes formas. Germânia queria a paz con Inglaterra. Hitler chegou a oferecer 9 vezes umha paz sem vencidos nem vencedores, num momento no que era o claro vencedor da contenda, e sempre foi rejeitado. O mesmo Churchill dixo que no caso de ter que batizar à segunda guerra mundial, chamaria-a a guerra estúpida, pois nunca umha guerra poderia ter sido evitada com tanta facilidade como aquela.

Ademais disto, Hitler empenhou-se em perdoar a vida a todo o exército inglês em Dunkerke, (citado este como um erro militar de Hitler, claro está, sem ter em conta as motivaçons políticas nisso), pois dizia que se humilhava a Inglaterra com umha grande derrota, nunca averiam-se de assinar umha paz com Germânia. Outros aduzem que deveu invadir a Inglaterra, mas isso suporia manter e alimentar a outros 50 milhons de seres, que recebem a maior parte do seu alimento importado dos EUA, suministro que ficaria curtado, no caso de caer esta em mans germanas, e ficando o avitualhamento ao cargo do já bastante sobrecarregado serviço logístico germano…

Logo estava o outro lado, a URSS. Que Hitler deveu esperar para invadí-la? Quanto mais espera-se Germânia, mais tempo teria para armarem-se a URSS, e o potencial industrial soviético detrás dos Urais, era 200 vezes o que tinha Germânia entóm, polo que, o que ganharia Germânia no primeiro ano, teria-o a URSS 200 vezes no mesmo período, sabendo que tarde ou cedo, lançariam-se ao assalto de Europa.

Assim que olhemos por onde olhemos, é difícil defender como um erro do mando germano o combate em duas frontes. Simplesmente foi algo que aconteceu assim de maneira inevitável.

Claro está que os nazis estavam tolos.

6. Hitler abandonou aos seus soldados em Stalingrado.

Devido a informes da infiltraçom comunista dentro de Germânia, o mando soviético conhecia as debilidades (como carência de eficientes armas anti-carro) dos flancos do 6º exército germano que operava na zona de Stalingrado, e neles descarregou toda a sua força com poderosos exércitos couraçados. Nuns poucos dias o exército do general Von Paulus ficou cercado por umha gigantesca massa soviética, composta do seguinte modo: o 62º exército polo oriente, o 66º e o 24º polo norte, 65º e 21º por ponhente, o 57º e o 64º polo sul, e o 5º pelo sul-este. Umha monstruosa quantidade de homens e de material que se enfrontavam a tam só 235.000 soldados germanos. Actualmente dize-se que Hitler, dando ordes sem sentido, obrigou a esses homens a cravar-se no terreio condenando-os a morrer de frio ou baixo as balas russas. Para começar, o mariscal Goering assegurou a Hitler que o 6º exército podia ser abastecido desde o ar, posiçom que ainda que logo veu-se imposível, foi secundada pelo mariscal Keitel e o general Jodl, nom ficando ao Führer mais remédio que confiar nos seus subordinados. Por outra banda levou-se a cabo umha tentativa de rachar o cerco, no que o exército do general Hoth, chegou a só 48 Km, e um ataque resolto dos homens de Von Paulus nessa direcçom, segundo o general Von Manstein teria reestabelecido a situaçom.

Mas polo visto, Von Paulus pensou que teriam mais possibilidades de sobreviver se ficaram inmóvil em Stalingrado, que se tentavam rachar o cerco.

Finalmente, todos os mariscais de campo soviéticos, coincidem na postura, de que se nom tivera sido pola orde dada por Hitler, de que o 6º exército cravara-se no terreio durante os 71 días que aguantou, mais de 220 divisons teriam-se derrubado sobre toda a parte sul germana e teriam provocado umha catástrofe sem precedentes. Polo que com o seu sacrifício, o 6º exército ganhou tempo para que centos de milheiros de soldados puderam retroceder e estabilizar umha nova fronte.

É evidente que os nazis estavam tolos.

7. Os nazis rebaixarom o nível de vida obreiro.

Afirmaçom um bocado ridícula.

Depois da primeira guerra mundial, e antes do meteórico ascensso N-S ao poder, nom havia classe mais ruinhosa em Europa que os trabalhadores germanos, e isto logrado graças e únicamente aos sucessivos cámbios de governo, que perante a situaçom de pobreza imperante, só souberom pedir mais e mais credos extrangeiros, que ainda que salvavam os móveis tempo curto, ao longo, empobrecia-se mais e mais ao povo. O Nacional-Socialismo partiu desde 0. Com as arcas nacionais vazias (mais bem nas mans doutros países), e com os níveis de paro e desocupaçom batendo records históricos.

A economia nom se podia reactivar gerando mais dinheiro-papel, se nom gerando trabalho, que a sua vez gera-se riqueza. Gigantescas obras forom postas em marcha, decenas de milheiros de obreiros puiderom começar a trabalhar, a dar movimento à indústria, ao comércio. Serviços que hoje em dia parecem-nos indispensáveis, como a seguridade social ou as feiras pagadas, forom implementados por primeira vez em Europa polo Nacional-Socialismo. El salario en las industrias, ascendió entre 1932 y 1937 un 245%. Todas as grandes fábricas forom remodeladas para que os obreiros dispussesem melhores serviços. Começou-se a aplicar a ideia de que quanto melhores som as condiçons de trabalho dum obreiro, maior é o seu rendimento. Dispunham de espaçosos e iluminados comedores, instalaçons deportivas, teatros, cinemas, salas de lezer…

O estado impuso-se que cada obreiro tive-se em propriedade umha casa com jardim para a sua família, posto que a ideia social do Nacional-Socialismo, nom se limita a umha mera ideia económica como ocorre no comunismo, se nom que no Nacional-Socialismo, a missom do socialismo é a de elevar a vida económica, social, artística e espiritual da naçom. A naçom nom é só um simples factor económico a melhorar. A naçom é arte, é cultura, é ócio, é família… mas claro está que os nazis estavam tolos.

8. Factor tempo.

O tempo foi algo determinante no que a governo do Nacional-Socialismo refire-se.

Faltou completamente.

Faltou tempo para inventos novedosísimos.

Faltou tempo para preparar aquela terrível e inevitável guerra.

Faltou tempo para regenerar um país carcomido pola democracia.

Faltou tempo para criar, construir, ressuscitar… o único ideal válido e latente na alma europeia.

A revoluçom que propunha o Nacional-Socialismo na Germânia era tam enorme, tam gigantesca, que os 6 curtos anos de paz de que dispuserom nom chegou para fazer nem sequer a ponta do iceberg, mas ainda assim, o mundo puido ver como um país humilhado e prostrado ante os vencedores de Versailes, alçava-se em 6 anos e convertia-se na maior potência que o mundo viu jamais.

A maior parte do funcionariado do governo germano era extrano e hostil ao Nacional-Socialismo, a maior parte das grandes obras nom puiderom ser começadas, e as que si o fizerom ficarom arrasadas polas bombas democráticas, o renascer científico espectacular, artístico, ou aquela comunidade social magnífica, onde todos, desde crianças a ancians reconheciam na Swástica umha símbologia de ledícia e de bem-estar… Todo conseguiu-se numha parte insignificante do que devia ser. A guerra, para a que ninguem no III Reich estava preparado, e com a que tampouco contavam, truncou esse maravilhoso sonho de renovaçom, por um país fumeante e actualmente afundido em esterco.

Mas bom, os nazis estavam tolos.