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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O lóbi gai ataca novamente, desta vez contra nós

Logo da manipulaçom mediática dos meios galegos e a tergiversaçom por meio do partido espanholista- esquerdista Izquierda Unida, é a nossa obriga respostar a todas essas falsas acusaçons.

Nom houve tal cousa como um “ataque homófobo” a ninguém, e muito menos perpetrado pelo M.R.A. Gallaecia.


http://www.dosmanzanas.com/2013/09/agresion-homofoba-a-un-militante-de-aleas-eu-y-su-pareja-en-santiago-de-compostela.html#comment-92095

Segundo Julia, umha testemunha presente no pub onde acontecerom os feitos, viu a um rapaz que se dirigiu ao banheiro do lar compostelám e atopou-se a dous homens que obscenamente mantinham sexo oral. Conta que perante a sua horrível surpresa reaccionou comentado em alto a situaçom, com o que a parelha de homossexuais saiu a increpá-lo e a tentar agredí-lo, cometendo éste um único “delito”, que foi o de repeler um ataque destes dous contra a sua pessoa.

É entom quando os rapaces homossexuais de IU logo de ficar em ridículo, tanto por descobri-los praticando umha felaçom num sítio público, como por nom ter sido capazes de malhar no malogrado intruso, nom tiverom outra forma de salvar a sua “honra” que inventar um "ataque homofóbico", acusando nom só ao rapaz de fascista homófobo, senom que também ao próprio estabelecimento.

As intençons políticas som evidentes




O denunciante dos feitos é militante dumha plataforma pro-gai dentro da organizaçom ultra-esquerdista e espanholista IU. Empregou entom no seu favor, tanto a IU, como AGE e diversos coletivos da ‘esquerda’ para tentar montar um circo mediático falando nom só de agresom “homófoba” se nom dumha conspiraçom fascista-racista-neonazi inexistenta na Gallaecia, cecais aproveitando a moda da violência contra os homossexuais na Rússia. A única finalidade desta falsa denúncia é tentar demonizar ao nacionalismo galaico identirário, e mais concretamente ao M.R.A. Gallaecia.

Outra mostra mais de "tolerância esquerdalha" por parte do senhor denunciante no seu twitter


O movimiento gai é umha moda criada, amparada e financiada polos elementos mais poderosos do supra-capitalismo financieiro. Recebe aproximadamente um 70% dos seus fundos da própria Uniom Europeia e um 30% da Fundaçom Rockefeller. Existe também um forte lóbi de pressom desta ‘máfia rosa’ chamado "Out on the streets" que concetra a flor e a tona da Banca mundial, também mecenas e promotor do LGTB e campanhas contra a família tradicional.

Por tanto, que sentido tem a luita destes falsos socialistas de IU que se crem anti-capitalistas abandeirando o mesmo que a alta finança apologiza e inquisitivamente adoutrina? Para estes social-demócratas burgueses a sua luita reduze-se a colher como própios todos os anti-valores de mercado da sociedade aberta que os liberais vam introduzindo na sociedade. Anti-sistemas do sistema, rebeldes sem causa. A luita de querer semelhar rebelde mas ter o beneplácito e altofalantes do sistema ao teu favor por nom ser umha molestia contra a sua decadência.

Nós, os nacionalistas galaicos, os nacional-socialistas, levamos anos sofrindo provocaçons, ameaças de morte, encerronas e malheiras sem que lhe importa-se o mais minimo a alguém. Nom só a prensa silenciou estes ataques, se nom que judicialmente nunca vam adiante por nom ter umha plataforma bem ampla para fazé-lo público nos meios. Todo isto danos a razóm, pois somos os únicos e genuinios anti-sistema, esta democracia quere ver-nos mortos e nós continuamos avante na fronte,  numha Galiza que está a morrer, afogada polo nacional-espanholismo, o mundialismo e pola ‘ Correçom Politica’ da Democracia parlamentária actual.

O militante homossexual de IU que denunciou estes falsos feitos, nom fixo mais que continuar a estela mediática deixada polos seus mestres do lóbi ao que rende pleitesia. Pois som muitos anos de manipulaçom para: tentar colar na sociedade que a homossexualidade e outras perversons sexuais som algo cotía e normal, colocando nos programas da televisom e rádio a gente homossexual e transsexual, criando organizaçons com respaldo económico abusivo do sistema... em definitiva para fomentar a tentar colar-nos como normais os desordes da própria natureza numha sociedade decadente.


IU e AGE falam agora de perseguir à 'extrema direita' galeguista (ainda nom sendo nós da direita), ao mesmo tempo que simpatizam com as ditaduras comunistas, as que por suposto nom condeam, e que causarom mais de 100 milhons de mortos em todo o mundo, sem que ainda existiram julgamentos por Criminais de Guerra, e que para mais brincadeira eram uns regimes orgulhosamente homófobos.


terça-feira, 18 de setembro de 2012

A tradiçom vista do Nacional-Socialismo (II)

AS UTOPIAS ORIENTALISTAS DA TRADIÇOM

Esta deformaçom de base leva ao assunto da "guerra santa" contra "si próprio", contra as tendências "inferiores" do homem. E daí a ideia de que a vida é umha renúncia aos "desejos", ao budismo... ao orientalismo.

Quase todos os pensadores da Tradiçom tiverom umha enorme tendência à renúncia, ao ascetismo e às doutrinas orientalistas, muito evidentes no budismo e em certas partes (somente em parte!) do hinduísmo.

A Ideia da renúncia como base da ledícia, do castigo ao corpo, inimigo interno, e da entrega à contemplaçom, é umha consequência clara do intelectualismo e do deísmo. Quem nom entende a Natureza e a Vida como algo som e ledo, quem nom olha em cada matéria a sua própria essência, sem mais níveis, é lógico que remate procurando o encontro com seu "eu" espiritual sem participaçom do corpo, ou seja a renúncia e o misticismo.

Daí a necessidade da prática de "métodos de realizaçom pessoal", a ioga, e às vezes a droga. Trata-se de disciplinas que libertem o "espírito" do mundo exterior, considerado o mal, técnicas alheias totalmente à personalidade espírito da raça branca, mas que som muito normais entre os orientais.

Umha parte destas técnicas basearam-se na contemplaçom e na ioga, outras no uso de drogas (tremendamente usadas no Oriente para conseguir estados de consciência artificialmente "isolados" do exterior).

Enquanto que na nossa raça o encontro com o eu realizava-se meiante a açom e a projeçom ativa no mundo, meiante o seu domínio, militar, científico, militante ou religioso, mas por fim sempre projetando no mundo, os orientais seguiram a Tradiçom na sua norma de se projetar em si próprios, no seu ioísmo interno. Surpreendem-nos assim com a sua capacidade de autocontrole, de ioga, de insensibilidade à dor ou de concentraçom estática, inclusive nas artes marciais o componhente ativo é ínfimo diante do componhente de "domínio do corpo". A Tradiçom promove umha mentalidade orientalista absolutamente distante da nossa raça.

Um oriental domina o seu corpo com as artes marciais, um ocidental empregava as artes militares para conquistar e projetar-se. A Tradiçom promove a contemplaçom contra a acçom, e nom entende a necessidade da sua interaçom. Na realidade há que entender a influência umha vez mais da psicologia nestas decisons. A maioria dos pensadores da Tradiçom som e eram pessoas de psicologia intelectual, pouco dados à acçom (com excepçons claro está). Umha vez mais levarom "o seu" desejo de contemplaçom à categoria de "bem". Paretto sempre!... o desejo e a inclinaçom pessoal leva a categorizar o bem e o mal, a hierarquizar, segundo esses desejos.

E cairia no mesmo erro se agora eu dixe-se que a contemplaçom é inferior à acçom. Nom me atreveria à isso absolutamente, pois seria umha vez mais projetar a minha psicologia ativista no mundo dos valores absolutos.

Nom, acçom e meditaçom som necessárias em proporçons diversas segundo os objetivos a alcançar. Nom há inferior ou superior mas sim duas capacidades necessárias. Há objetivos que precisam de acçom e outros de meditaçom, nom há hierarquia mas sim desigualdade.

AS VISONS UTÓPICAS DA HISTÓRIA

Sem dúvida um dos assuntos que mais claramente demonstram a base utopista, e histérica às vezes, da Tradiçom é sua concepçom da História.

Já tivemos denunciado muitas vezes os N-S as concepçons predefinidas da História. Todas elas, todas estam baseadas num utopismo intelectualista e anticientífico,  num deísmo.

O marxismo foi o primeiro em destruir brutalmente a realidade da História para fazer com que se ajusta-se à sua concepçom utópica dumha história dirigida pelas condiçons econômicas. Sem dúvida o marxismo causou uns danos imensos na ciência histórica, mentiu, falsificou, realizou todo tipo de ruindades para ajustar a história a sua "luita de classes universal". Jamais tinha chegado a reescrever de forma tam brutal a realidade para ajustá-la à um plano prefixado. G. Orwell já nos deixou essa ideia da História reescrita na sua obra 1984.

O progressismo liberal Ilustrado foi também outro dos grandes projetos de fazer ajustar a História a umha filosofia utópica, desta vez o Progresso. Milhons de pessoas continuam crendo que "progredimos" inexoravelmente e sempre. O que durante mil anos tornou de Roma a barbárie mais completa nom lhes faze duvidar... O progresso é inevitável. Que o mundo moderno tenha levado a Arte ou a Ética à ruína nom lhes influencia: progredimos.

O cristianismo assumiu sempre a ideia de que a História tem um final ledo, a vinda de Cristo e do Reino de Deus. E nem os mais claros sinais de que o mundo já nom acredita nesses contos lhes faz renegar de que a História tem já escrita a sua página final.

Assim a Tradiçom mantem essa tendência a usar a História como brinquedo das suas teorias. Agora trata-se da tendência cíclica da História, para cúmulo com adornos de esoterismo esquizofrênico, ao assumir os ciclos cósmicos e outras lindezas dumha visom mística do mundo. E a Tradiçom tem um efeito ainda mais negativo na sua concepçom da História: o pessimismo coletivo. A sua concepçom de final de ciclos, de Kaliyugas e outros mitos, fazem com que apresentem os desastres do mundo moderno como algo inevitável e inclusive desejável, como acelerador do caos que dará um dia o nascimento doutra Idade de Ouro. Sim, se aceita e promove a luita como umha atividade individual, como umha necessidade do indivíduo de luitar por luitar, para mostrar a sua oposiçom ao caos, mas nom como uma possibilidade de mudar o destino do ciclo, somente como um exercício a mais da "contemplaçom interior"... se luita como quem faz exercícios de judô, nom para ganhar senom para dominar o corpo.

A Tradiçom é a pior concepçom utopista da História porque promove inclusive a ledícia pola derrota que acelera a mudança de ciclo. Há pouco tempo um besta dizia-nos que havia que jogar os papéis no cham, havia que se unir ao lixo para assim acelerar o desastre final. Seguia de forma um tanto extremista a Tradiçom... (ou será a Traiçom?).

AS VISONS UTOPISTAS DO TRABALHO

A maioria dos pensadores da Tradiçom nom tenhem ou nom tiverom família. Nom tenhem nem ideia do que é manter uns filhos, devem crer que trabalhar é como um prazer que temos todos para nos realizar. Tenhem um pouco de semelhança com essas feministas que defendem energicamente o maravilhoso direito e prazer das mulheres de trabalhar tanto ou mais que o homem. Sempre me perguntei se essas mulheres falaram com as trabalhadoras das fábricas ou as nais que devem deixar os seus filhos para poder ir desfrutar durante 8 horas de limpar campos ou transportar caixas.

O anti-galego Unamuno dizia que quando pregava a negaçom de Deus sempre se surpreendia de que as gentes aplaudissem... Deus nom existe, isto é um fato, mas com certeza nom é umha ledícia. Pois o mesmo, a mulher tem direito a trabalhar, claro está, mas isso nom é nenhuma ledícia.

O trabalho, nem agora nem na Idade Média nem nunca, foi um prazer maravilhoso que nos realiza. O trabalho é umha necessidade natural para sobreviver. Há às vezes que se consegue que o trabalho seja realizador mas para milhares de pessoas é um aborrecimento diário.

Sem dúvida o mundo moderno conseguiu com que ainda seja mais lamentável o trabalho, mas nom temos que crer que os trabalhos dos labregos medievais fossem umha delícia.

A Natureza obriga-nos a realizar esforços para conseguir os meios de vida, cada qual vira-se como pode, uns com mais sorte que outros. E que venham os intelectualismos utopistas da Tradiçom e nos fale dum trabalho artístico ideal que forma e conscientiza as gentes demonstra que trabalharam pouco ou que nom têm umha família para manter.

Os trabalhadores, agora e antes, sempre, sentiram umha enorme angústia pelo futuro de seus filhos, por poder lhes dar de comer e vestir, por sobreviver. Trabalham como podem, mas ninguém lhes tira essa angústia. Há que ter crianças pequenas para entender a enorme responsabilidade que se sente ao ter que ser seu suporte. Quando um pai de família fica desempregado sofre autênticos ataques de medo e de horror. E isso nom é de agora, milhons de labregos "tradicionais" padeceram esse horror ao lhes falhar as choivas ou se perder as colheitas (era o desemprego doutras épocas).

Há pouco tempo comentava-nos um camarada que trabalha como varrendeiro numha Prefeitura, com família e filhos, que o seu emprego o dariam à outro com enchufismo (por recomendaçom de alguém importante)... Esse camarada nom quer um "trabalho artístico", quer comer, quer fazer progredir a sua família como seja. Os intelectuais da Tradiçom estam nas nuvens com sua visom utópica do Trabalho, com os seus discursos de pequenos burgueses bem-comentes. Recomendo-lhes seis filhos e um desemprego temporário para que despertem.

QUANDO SE BEIRA A TOLÉMIA

Se nos adicamos ao estudo intelectual, sabendo que é isso, e como exercício quase científico, os estudos Tradicionais sobre simbologia e as análises comparadas das tradiçons antigas dos povos, é sem dúvida um dos assuntos que mais nos interessaram do pensamento Tradicional. Realmente o estudo das simbologias nas culturas humanas é um assunto extraordinário, fantástico e que nos apaixona.

Além do mais, sem dúvida foi umha contribuiçom científica de primeira categoria dos pensadores tradicionais essa análise de simbologia, de tradiçons religiosas, de culturas semelhantes.

Infelizmente entre o milho nasce o joio. No meio dos trabalhos sérios de culturas comparadas, aparecem-nos as ideias míticas que se querem levar à realidade.

O Mito é rico na sua simbologia, no qual esboça de mentalidade e de inconsciência coletiva... Mas se se quer levar o Mito à Realidade, entom beira-se a tolémia.

Há pouco tempo em Corunha saiu umha campanha de Nadal contra o Papai Noel e à favor dos Reis Magos. O poster, umha maravilha da neurose "tradicional", dizia que os Reis Magos eram melhores porque "eram umha realidade histórica"... Incrível, suponho que queriam por umha "realidade histérica"!

Podemos assim ler em A. Medrano: "O berço da Tradiçom atopa-se na mítica Hiperbórea, o legendário continente ártico desaparecido há milênios, que foi o centro Espiritual Supremo do presente ciclo cósmico, assim como pátria de origem do gênero humano e no qual teve sua sede o paraíso terreno".

Incrível, alguém pode contar isto numha exposiçom dos Mitos Hiperbóreos, mas a dúvida é se realmente o crem como um fato real.

As Testemunhas de Jeová crem ao pé da letra os mitos bíblicos, e temo que a Tradiçom se deve acreditar, os Mitos Nórdicos de igual forma, como umha realidade.

Há que ter um valor semelhante ao dumha testemunha de Jeová para falar seriamente, como real, dum Paraíso Terreno num continente ártico, onde nasce o homem... E isso neste "ciclo cósmico", pois, claro está, houveram outros "ciclos cósmicos" dos quais nom temos nem ideia... Talvez aconteceram em Marte ou em um Continente de Conan o Bárbaro.

O NACIONAL-SOCIALISMO: UMHA REVOLUÇOM NATURAL E RACIONAL

Criticar é doado, construir nom tanto. Nom podemos pois por menos que demonstrar onde está a revoluçom N-S após ter deixado (talvez um tanto cinicamente) no seu site a nossa visom da Tradiçom.

O N-S é umga doutrina da naturalidade, nom defende ideias utópicas nem Verdades nebulósicas. O que é verdade e natural é N-S, assim de simples. A Verdade no N-S deve-se provar, é umha verdade sob prova da sua realidade e do seu funcionamento. A verdade no N-S submete-se ao caráter científico. O N-S apoia a arte e o espírito mas nom como um elemento infinitamente distante, senom como umha atividade do povo, das gentes, como umha realidade social. A História nom está escrita, deve-se ganhar, nom há deuses que deem garantia da vitória nem raças predestinadas a ganhar, tudo deve-se ganhar com esforço. Nom há ciclos nem finais ledos, há que luitar para sair da miséria atual, e haverá que luitar para se manter num bom estado. Se se faz mal se perde, sem mais nem menos, sem ciclos cósmicos nem idades de cartom-pedra.

O homem é um ser complexo, no qual se misturam indissoluvelmente elementos materiais e sentimentais, conhecimentos e umha espiritualidade natural... Tudo misturado formando o ser complexo que é o homem. A Natureza influencia em tudo, no que pensamos e sentimos, no elevado e no baixo, em defecar ou em pintar um quadro, tudo é umha atividade humana.

Com certeza nos opomos às utopias, ao igualitarismo, à reduçom do homem ao econômico, e às utopias deístas. O N-S aceita as religions e os deuses sempre que as religions nom se oponham à realidade e às necessidades do povo. Se as religions ajudam nesse trabalho de dar ao povo umha oportunidade de melhorar, bem-vindas sejam, se se oponhem há que renunciá-las.

O N-S nom é um produto dumha época, é a aplicaçom dos conceitos de naturalidade em qualquer época.

É muito provável que o pensamento tradicional seja de muita utilidade nalguns momentos, e por isso o N-S nom é combatente contra a Tradiçom. Mas com certeza nom se deve submeter um povo a nenhuma utopia, se os esforços por desenvolver e fazer triunfar o povo som favorecidos pelos tradicionalistas as relaçons seram positivas, se num momento umha utopia pretende se opor ao avanço dum povo em luita pola sua sobrevivência nom há que duvidar em destruí-la.

"O Nacionalismo é fundamentalmente umha reacçom vital que se opom às forças destrutora da nacionalidade, sejam estas interiores ou exteriores, próprias ou alheias"
Vicente Risco

Talvez umha forma evidente de olhar a diferença de "caráter" entre a Tradiçom e o N-S seria fazer umhas "vidas semelhantes" entre Guenon (o melhor pensador da Tradiçom) e Rosemberg (um dos mais destacados pensadores do N-S). Enquanto que Guenon morreu de velho, convertido ao Islam no Cairo, levando umha vida de ascetismo ioísta, isolado do mundo e mais ainda do seu povo, Rosemberg foi assassinado, enforcado, pelos inimigos do seu povo após ter luitado com armas em mãos como Representante do seu povo nos territórios do Leste. Ambos forom grandes intelectuais, ambos eram conhecedores das tradiçons raciais e culturais, ambos tenhem livros de grande interesse, mas a Tradiçom leva ao ioísmo, à contemplaçom interiorista e isolacionista, e o N-S leva a luitar polo povo real, na realidade diária de sobrevivência.

Alfredo Branhas, um dos clássicos do tradicionalismo galego, escreveu: ‘O conceito de pátria’ em 1891, já fala de naçom desde a sua óptica tradicional, romântica e católica da Galiza. Reclamava as liberdades antigas, ao tempo que arremetia contra a industrializaçom, o liberalismo e o capitalismo, reclamando a volta aos grémios Sem por isso deixar de lembrar-lhes a caste dos celtas aos galegos no seu Deus Fratresque Gallaecia, hino hoje sequestrado pola vermelhada independentista.


COMO BASEAR UMHA ÉTICA SEM DEUS?

É evidente que dificilmente poderemos dar valor universal e objetivo à qualquer planejamento se nom se aceita um Deus. Isso é algo do qual somos conscientes.

O problema é que a alternativa é dar valor à toda nossa vida e ética com base em umha mentira, num Deus indemonstrável, quando nom numhas religions completamente falsas.

Entre basear a nossa ética num subjetivismo naturalista, ou seja na nossa apreciaçom do decente e correto como algo integrado na Natureza, sendo a Natureza a única "verdade" à qual podemos nos referir, à Realidade e à Ciência, ou bem nos basear em mentiras, deuses sem fundamento algum racional, entre ambas posiçons sem dúvida decidimos por assumir a Verdade enquanto que seja demonstrável e racional, enquanto que se ajuste às leis que vemos na Natureza, da qual fazemos parte.

A Ciência, sem utopias, a Natureza e o senso comum étnico e pessoal som nosso único Norte objetivo. Talvez nom tenham a "bençom" suprema dum deus, mas polo menos nom teremos que mentir para determinar, mostrar e justificar esse Deus.

Além disso, ao assumir a Natureza assumimos as diferenças, entendemos as diferentes éticas e morais dos diferentes povos, nos aproximamos do etnicismo e da justificaçom do racismo como combate contra o universalismo e igualitarismo. Um Deus unifica-nos, e a Natureza diferencia-nos.

A LUITA NO MUNDO MODERNO

Temos que luitar para mudar o Sistema, nom há Deuses que nos assegurem a sua queda, nem ciclos que salvem a nossa raça, há somente umha luita até a morte pola sobrevivência.

A maioria dos pensadores da Tradiçom no estado espanhol venhem de antigos postos de CEDADE, de Nacional-Socialistas convencidos, que após a derrota grande da nossa luita ativista recluirom-se na Tradiçom.

O militantismo é umha forma dolorosa e às vezes ruim de luitar. Diante disso é muito tentador assumir umha via ioísta, isolacionista e espiritista, procurando pois "a salvaçom pessoal" numha "luita pessoal" na qual a vitória já nom depende do exterior senom de si próprio.

Compreendemos perfeitamente a psicologia que leva à Tradiço,m porque todos os militantes N-S tivemos enormes tentaçons do ioísmo interiorista.

Mas para o N-S o ioísmo nom tem valor, é a raça e o povo o que vale. É o futuro de novas geraçons da nossa gente o que há que salvar, nom a MINHA pessoa ou a MINHA salvaçom eterna. Nom luitamos para nos salvar senom para conseguir um futuro para o povo.

A Tradiçom é umha admirável forma de misticismo personalista, que eleva quem a pratica, a custa de arruinar as poucas possibilidades das geraçons de arianos do futuro... Ou talvez poderíamos dizer, um tanto em tom de brinquedo, que somente assegura o seu futuro no seguinte ciclo cósmico!

CONCLUSONS

Nom nos sentimos na posse de verdades indiscutíveis, e portanto assumimos o risco trabucar.

Na realidade se a Tradiçom se mostrasse um dia como um caminho real para tirar o povo do seu estado atual, nós seriamos os primeiro em pôr-nos nas suas filas... A nossa naçom bem vale umha Missa.

domingo, 9 de setembro de 2012

Metodologia da História


Ache vosté como determinar a sua raça
Vicente Risco

Os caracteres externos nos que se funda o estudo antropológico, podemos dizer que som de duas classes: de forma e de cor. Os caracteres de forma referem-se à conformaçom do crâneo e da face, à estatura e outras medidas, e à qualidade do pêlo; os de cor à pigmentaçom da pele do pêlo e dos olhos.

Caracteres de forma. Apreciam-se geralmente por meio de medidas (diâmetros) e relações de medidas (índices). As principais medidas da cabeça (Craneometria) som: o diâmetro antero-posterior e transversal do crâneo, a altura deste e o seu volume; e na face, a sua altura e os diâmetros biciogomático (dos pômulos) e bigoníaco (do maxilar), e os dos diâmetros nasais.

a) Os diámetros do crâneo tomam-se geralmente com o compás de Broca, de ramas curvas. O antero-posterior toma-se desde o meio da frente ao ponto mais saínte da parte posterior do crâneo; o transversal buscando a maior anchura por cima das orelhas (cresta do temporal). A altura do rosto, desde o násio (arrinque do nariz) à parte inferior do queijo; o bicigomático, entre os pontos mais saíntes do arco cigomático, que une o pómulo com o temporal, o bigoniaco entre os dous gomões ou vértice dos ângulos do maxilar inferior. Os nasais tomam-se, o vertical, desde o násio, o ponto subnasal (vem coincidir com o ponto em que o tabique central se une ao lábio superior) e o transversal pola parte mais ancha. Estas medidas nom som exactas mais que na caveira. No indivíduo vivo nom o som.

Os índices do crâneo som: índice cefálico, polo qual se dividem os homens em dolicocéfalos ou de crâneo alongado e braquicéfalos ou de crâneo curto; o índice facial, polo que se dividem em leptoprosopos ou de cara longa e microprosopos ou de cara curta; e o índice nasal, que os divide em leptorrinos ou de nariz longo e platirrinos ou de nariz aplastado.

b) O índice cefálico é a relaçom matemática entre o diâmetro antero-posterior e o transversal do crâneo. Acha-se multiplicando o menor por 100 e dividindo-o polo maior; se o cociente é menor que 75, o indivíduo é dolicocéfalo, se é maior, braquicéfalo. -O facial é a relaçom da altura do rosto e o diâmetro bicigomático, e o nasal, entre o vertical e o horizontal do nariz. Acham-se como o cefálico. Desde Retzíus deu-se às medidas craneanas uma importância exagerada, pensando que bastavam para determinar as raças; hoje atende-se mais ao conjunto dos caracteres físicos. Ora bem, este conjunto nom se pode observar mais que no homem actual; os restos históricos do homem som quase exclusivamente ósos (agás nos povos que embalsamavam os cadáveres) e por tanto na la maioria dos casos, quando se trata do homem antigo, há que se ater à craneometria. As medidas do corpo som: a talha ou estatura (talha total), a talha do busto, e a braça, e também o perímetro torácico.

c) A talha total toma-se como para o serviço militar; a do busto, sentado; a braça é a longitude que há desde o extremo de um dedo maior ao outro, com os braços em cruz. O perímetro torácico é a circuferência do toro tomada baixo dos braços. Alguns apreciam a relaçom entre a estatura e a braça, dividindo os homens em megaskeis, que tém a estatura maior que a braça e braquisqueis, que a tém igual ou menor. A relaçom entre a talha e o perímetro torácico dá o chamado índice de robustez.

Caracteres de cor. A pele pode ser branca, amarela, parda e negra, tendo cada uma infinitas variedades, as principais das quais na branca som: branco rosado, branco pálido, moreno e muito moreno. Os olhos podem ser claros (azuis e grises), médios (verdes) e oscuros (castanhos e negros). O pêlo pode ser louro cinça, louro encarnado, castanho e negro. No pêlo há que ter em conta a sua qualidade (crespo, ondeado, liso), abundância (espeso ou ralo) e longitude. Estes caracteres tém uma importância que também foi exagerada por Huxley e Haeckel.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Nacional-Socialismo e Comunismo

UMHA IDENTIFICAÇOM DESENHADA POLA DIREITA



Dende há um tempo publicarom-se umha série de textos com a idéia de identificar Comunismo = Nazis, cumha dobre motivaçom:

· Os intelectuais do Sistema para eliminar propagandísticamente os restos comunistas radicais que ainda ficam vivos e culminar o seu melhor triunfo: a integraçom dos comunistas no Sistema de Mercado.

· E os pensadores da direita de todas as cores, dende a reaccionária à alternativa, para acusar aos ex-comunistas agora passados a social-demócratas do seu passado stalinista, e de passo livrarem-se das acusaçons de ser eles ‘fascistas’.

A saída do ‘Livro Negro do Comunismo’ em 1998 foi o detonante para se lançar a essa campanha de identificaçom todas as forças reaccionárias anti-comunistas. Era evidente que se carregavam contra o comunismo sem mais, receberiam o mesmo trato que sempre tiverom os esforços de mostrar os crimes do comunismo: serem acusados de fascistas.

Desgraçadamente para o comunismo, o poder sionista decidiu faze anos que a besta comunista já nom lhes servia ,senom que molestava, atoparom no Mercado umha arma muito mais sofisticada e útil para o seu domínio mundial.

Desta maneira atopamos a um possível membro do Mossad como César Vidal entre os editores do "Libro Negro del Comunismo". E a crema e tona do intelectualismo sionista meteu-se a renegar do próprio comunismo que apoiavam faze 20 anos. Todos faze-no com suavidade, dende logo sem a caça de bruxas organizada contra os nazis e fascistas.

Por isso o comunismo deixou de estar de moda, mas, sempre condescendentes com os seus aliados, decidiu-se deixar tranquilos a todos os que tinham sido comunistas, incluso se tiveram colaborado direitamente nos seus crímenes. Simplesmente trataria-se de serem ’anti-comunista’ em abstracto, sem nomes nem acusaçons concretas, sem Nurembergs nem recriminaçons especiais. Um erro do passado, simplesmente.

Nestas circunstâncias o anti-comunismo recalcitrante dos reaccionários atopou a fórmula para denunciar o comunismo sem ser acusados de fascistas: Fascismo = Comunismo.

Da mesma maneira que o comunismo foi fagocitado polo Sistema, umha parte da alternativa de Direitas perdeu a sua vontade de destruir o Sistema, e trata simplesmente de apresentar idéias e influências intelectuais suavizadas e sem que se enfrontem direitamente à Besta. Isso facilita-lhes viver tranquilos e sem sobressaltos, e à vez crer-se intelectuais e rebeldes de pacotilha.

Imos analisar dous temas: o engano dessa identificaçom, e os cobardes que se agocham tras dela.

O COMUNISMO E O SIGNO DOS TEMPOS

Sem dúvida a maioria absoluta de textos que limos dos anti-comunistas do Sistema coincidem nalgo: O comunismo foi umha degeneraçom dos ideais humanistas e progressistas do marxismo. Ou seja: o comunismo foi ‘mau’ a PESARES de estar baseado em idéias ‘boas’.

Mentres que o NS é intrinsecamente ‘mau’, dende a base.

O historiador Gabriel Jackson no ‘El País’ 11-6-98 escrevia que muitos comunistas e simpatizantes ocidentais admiravam ao comunismo polas suas actividades positivas de luita anti-colonialista (matanças em toda Africa com o fim de dominá-la), oposiçom aos regímenes militares (para instaurar outros ainda piores), e outras actividades ‘progressistas’, como apoio a paneleiros, ionquis e demais progressistas, o que levava-lhes a justificar em parte os feitos negativos.

A Presidenta de Honra da Liga de Direitos Humanos, Magdeleine Rebenoux dizia “A URSS nunca organizou exclusom de grupos humanos da lei comúm” (o que ademais é falso), demostrando que incluso entre os mais ’humanistas’ o comunismo era ‘”algo mau mas por erro, nom por si mesmo”.

Jean Reck dizia “O humanismo é a base do comunismo, e no NS é o contrário”.

Em fim, poderia-mos dar dúzias de exemplos de como o anti-comunismo do Sistema olha claramente que umha cousa é o erro a onde levou o comunismo e outra é que a sua ‘origem’ e o seu ‘sentido da história’ era progressista, era ‘bom’.

E tenhem razóm ao dizer que o comunismo sai das mesmas idéias ‘progressistas’ que sustentam o Sistema. O marxismo apoia radicalmente as idéias básicas da democracia (quase todos os regímenes comunistas titulavam-se ‘democráticos’), o progressismo materialista, a igualdade, o internacionalismo mundialista, a negaçom de todo valor espiritual, o apoio ao arte decadente (quase todos os artistas desse lixo forom marxistas e a maioria comunistas), pois a essência do comunismo é um passo adiante no sentido da História marcado pola decadência ética e estética do homem, isso que chama-mos ‘progressismo’.

A conversom do materialismo na essência do homem, a eliminaçom da diferença, a quantidade sobor a qualidade. No Signo dos Tempos é precisamente esse triunfo da Quantidade, que tem na democracia e o igualitarismo comunista o seu reflexo actual.

O fim do comunismo era a sociedad de iguais  num mundo económico ledo,... que é o mesmo ideal da democracia capitalista, com a única diferença que o Capitalismo progressista aceita toda a igualdade agás no dinheiro. A aceitaçom por parte do comunismo dessa salvaguarda, a de manter a diferença só no Mercado económico, mas força-la em todos os demais aspeitos (igualdade polo baixo é o racial, étnico, moral, artístico, cultural, nacional) forom suficiente para lograr a sua integraçom no Sistema.

O comunismo era umha táctica distinta para seguir o mesmo signo dos tempos.

Por isso luitou junto aos capitalistas em 1939, por isso fundiu-se no Sistema sem problemas, por isso sempre forom tratados muito diferentemente que os demais pola prensa e a intelectualidade da democracia capitalista, por isso umha grande parte dos fundadores comunistas eram judeus e progressistas no sentido sexual, artístico e ético.

O comunismo sufriu um trauma com Stalin, quem realmente rachou essa linha dos tempos, e efectuou umha estatarizaçom comunista que confundiu totalmente ao Partido, significou o assassinato da crema e tona da intelectualidade progressista comunista, e desconcertou totalmente ao Sistema, ao manter umha parte ‘comunista’ e outra ‘imperialista’, provocando umha dicotomia entre ‘idéias’ e ‘práxis’.

Mas foi algo pontual. Tras a sua morte o comunismo voltou ao sentido marxista da história e languesceu já sem remédio na sua convergência ao Sistema. Quando Kruchef indicou que o seu objectivo era lograr el nivel de vida americano, tinha mostrado que o ideal era o mesmo, o homem do mercado e consumo. Já nom havia mais visom que o materialismo democrático.

Crê-mos que a melhor prova da convergência ideológica e de cosmovisom de comunistas e capitalistas está em olhar ao comunismo actual comer da mão do Mercado, agradecido e convertido em guarda da tranca dos princípios demo-liberais: igualdade racial, liberdade sexual, eliminaçom de regras éticas, mestura mundialista, apoio à imigraçom, liberalidade perante os delinquentes e os ionquis, tempo de vício, arte massivo e sem qualidade... os comunistas e a extrema esquerda estám a ser financiados por fundaçons e governos do sistema para apoiar todo este caminho claramente em consonância com os princípios do Mercado, com o Signo dos Tempos.

Como dizia Jean F Revel: “O monstruo comunista está morto como fenómeno político, mas está bem vivo como factor cultural dentro da sociedade progressista”.

Por exemplo, Maximo d’Alema, que fora chefe de governo no estado Italiano e ex comunista declarou em La vanguardia 3-7-98

“O movimento comunista foi concebido nas suas origens como um projecto de libertaçom humana, mas em todos os países onde conquistou o poder transformou-se rápidamente numha força opressora que cometeu delitos enormes”.

“Umha esquerda moderna deve estar disposta a admitir incluso que existam menos garantias para os beneficiários do modelo de Assistência social actual, a cámbio de dar tutela e oportunidades aos mais débeis, aos jovens, àss mulheres os enfermos e aos mais desvantajosos”

Ja olhamos, o comunismo convertido numha parte do Mercado, apoiando a eliminaçom das leis sociais (que na Itália promulgou Mussolini!!) para aceitar polo menos esmolas aos mais desvalidos... isso é o comunismo agora, umha parte do Mercado que recolhe as esmolas do Sistema.

O NACIONAL-SOCIALISMO:
DERRADEIRA TENTATIVA CONTRA O SIGNO DOS TEMPOS

O gigantesco do Nacional-Socialismo nom é a sua história ou feitos, nem sequer os seus mártires e heroes, que já é muito, o gigantesco é que representa um combate contra o Signo dos Tempos. É umha tentativa de restaurar a Qualidade e a Diferença fronte ao caminho descendente secular.

O mundo sofre passeninhamente, mas aparentemente imparável, caminho descendente no espiritual, que é compaginado com um aumento do material. Somos mais, com mais ’cousas’, mais mesturados, mais imperfeitos como pessoas e mais possessivos em matérias. Imos perdendo qualidade a cámbio de quantidade. É um processo que nom só afecta aos homens, a Natureza enteira sofre umha degradaçom de qualidade, de variedade, de identidade, a cámbio de massificarem-se, serem accessíveis, caminhos e edifícios, lixo e asfalto, comodidade a cámbio de qualidade.

Este processo nom é linear nem irreversível nem fatal, nom há lei que o marque senom a própia lei do egoísmo humano, a fatalidade com que o homem é tentado pola quantidade e os desejos materiais fronte ao minguante poder das elites de qualidade humana, sustituidas polo detritus dos adoradores do dinheiro.

De quando em vez, como chamas numha noite negra, aparecem momentos estelares da Humanidade, momentos no que se luita contra a quantidade. É a luita contra o Inimigo do Mundo, contra o Signo dos Tempos.

É o romanticismo contra o colonialismo e capitalismo nascente, é Hitler contra a "democracia" do número, som tentativas heróicas e grandiosas de luita contra o egoísmo das massas e a tentaçom constante provocada polos que só desejam dinhero e quantidade.

Os ‘Tradicionalistas’ tenhem umha visom similar mas com dous aspeitos que nos diferenciam: Nós os Nacional-Socialistas nom cremos numha visom predestinada e cíclica da vida, entre outras cousas porque nom se pode demostrar nem assegurar. E nós os N-S desejamos a elevaçom do povo, o socialismo popular hierárquico, a cada qual segundo a sua valia humana (meritocracia natural), nom segundo o que tenha, nem todos iguais. Por isso procuramos ‘a modernidade técnica’ como ARMA para conseguir qualidade junto a meios materiais. Ou seja ponher o material ao serviço do humano e a qualidade. Nom cremos no retorno às cavernas nem nos ‘dianhos’ materiais, as ‘cousas’ nom som más nem boas, senom que som méios em mãos de ‘maus’ ou ‘bons’.

Esta luita contra a quantidade e o prazer material em favor do Arte, a Natureza e a Qualidade é o que concede ao Nacional-Socialismo um carácter intemporal, de luita fora do Tempo, pois mentres tenhamos um homem que combata ao dinheiro, à igualdade e a mediocridade, ao possuir e o mero prazer, e que o faga polo Povo, polo amor à diferença e a qualidade, ali haverá N.S.

Os textos da direita tratam de apresentar ao Nacional-Socialismo como um produto da mentalidade moderna, da revoluçom francesa e incluso do liberalismo. Para isso partem da mentalidade ‘tradicional’ que carece de Socialismo e amor ao Povo. E do éxito do NS em conseguir nom só umha gigantesca revoluçom da alma senom também em dar um nível de vida adequado. Isso nom lho perdoam esses reaccionários do egoísmo do EU, que nom podem apresentar nada real no seu haver, de maneira que se a cámbio tentam de denostar todo como ‘moderno’, e recluirem-se num pessimismo irreversível de elites egoístas que nom sintem nada pola dor do mundo.

E da mesma maneira que o apoio do Sistema ao comunismo e a assimetria das condenas contra o comunismo stalinista, mostram-nos a origem comúm, o ódio satânico do Sistema a qualquer mínimo sinal de NS mostra-nos o nosso carácter de revulsivo contra o signo dos tempos. Por outra banda NENHUM Nacional-Socialista aceitou comer com o Sistema, jamais, nunca pretenderom aceitar o Sistema, nem reformá-lo. Alguns N-S aceitam e oturos nom a via legal, como fixo Hitler, mas todos tenhem a certa intençom de destruir o Sistema até a raiz. Por isso os cárceres actuais estám cheias de N-S e nom de extremistas de esquerda.... nem de ‘tradicionalistas’, dessa direita que nos identifica com o comunismo, que nom se atreve a sair à rua, senom que fica em debates intelectuais de salom, e dende logo soslaiando os temas perigosos.

Os que quando nom era perigoso atreviam-se a falar de biologia ou raça, de sionismo ou revisionismo, de arte N-S e intelectuais N-S, agora calam e tratam de ‘cambiar o rumo’, declaram-se anti-racistas e refugiam-se em filosofia para quartos escuros, sem sangue nem valor, discursos de orchata no canto de lume.

A TEORIA DA ASSIMETRIA DE INDULGÊNCIA COM O COMUNISMO

Só umha vez que se tivo comprendido esta base é possível entender a tremenda assimetria de juiço que mostram tantos textos e livros, entre eles os de Alain de Benoist ou Hespérides, sobor a diferença de juiço quando se trata dum feito comunista ou um atribuido aos N-S.

A diferença é tam escandalosa, tam enorme, que fizerom pensar a muitos sobor por que um Picasso pode adicar umha obra a Stalin sem que ninguém lho lembre, como Pablo Neruda pode adicar umha poesia laudatória à bomba atómica de Stalin e tantos centos de casos semelhantes, e sem embargo ser Neruda ou Picasso santos dos altares do capitalismo, dos museus e fundaçons de multinacionais e capitalistas, os mesmos que jamais perdoaram a Leni Riefensthal o só ter dirigido umha película N-S, ou a Winifred Wagner o ter sido amiga de Hitler.
Há enchente de casos, que estám perfeitamente documentados em vários livros, desta assimetria brutal, que nom paga a pena insistir nela, todos aceitam que é assim.

A assimetria de juiço com o comunismo respeito aos fascismos, e muito mais ainda respeito ao Nacional-Socialismo, nom procurare-mos básicamente umha "comparança" premeditada, senom numha "identificaçom" dos ideais democráticos com o progressismo marxista. Dalgumha forma os demócratas e capitalistas "sentiam" os "erros" do comunismo, lamentavam nom poder apoiar essas idéias que nas suas bases eram amigas. Os liberais e demócratas viam no progressismo e materialismo marxista um aliado, que era inimigo só por vontade errénea de desviarem-se do caminho plausível. Mentres que viam no Nacional-Socialismo um movimento com o que nom se podia pactuar jamais e que tinha a firme vontade de destruir a essência mesma da mentalidade democrática e materialista. O capitalismo pactua doadamente com os ditadores que aceitam o Mercado e só reclamam orde e respeito a umhas normas ou pessoas. Mas nom podem aceitar um movimento que vaia eliminar a base materialista e desmontar o sistema de Mercado.

Era precisamente a oposiçom ao Mercado o que lhe molestava do comunismo, e em quanto cederom neste ponto puiderom ser integrados como cancinhos lambeconas.

Mas o mais lamentável destes estudos de assimetria de condea entre comunismo e N-S é que as publicaçons reaccionárias da direita dam por "aceitados" os crimes dos que se acusa ao N-S, pese a que estes nega-no, cousa que nom fam os comunistas com os seus.

É ruim olhar como os próprios intelectuais de Hespérides dam por "provados" feitos que promove a propaganda do Sistema, quando eles mesmo sufrirom na sua carne as mesmas mentiras: sabem que o sistema minte, mas nom se atrevem a reconhecer que também mintem quando acusam ao N-S de muitas cousas infundadas, e mais quando o próprio Sistema proibe a defesa ou a investigaçom desses presuntos feitos... convertindo-os em verdade de fé. Mas a direita nom se atreve a duvidar do proibido, e aceita comparar os crimes aceitados do comunismo com os nom aceitados jamais polos N-S.

Indica Benoist que o comunismo está acusado de 100 milhons de mortos e o N-S de só 6 milhons de pessoas... mas o problema nom é esse. O problema é que o comunismo aceitou que matou a 100 milhons de pessoas mas o NS jamais aceitou ter assassinado a 6 milhons. E o mais clamoroso, postos a olhar os crimes o que falta de verdade é o livro sanguinolento do capitalismo, com centos de milhons de assassinatos, de fame, de torturas, de explotaçom, de drogados, de abortos, de palestinos e árabes torturados... o genocídio massivomais brutal jamais conhecido, o dos capitalistas.

Nom, desse nom se fala se se quer comer na mão do Sistema.

Nom é que o comunismo seja pior que o fascismo, como pretende provar a direita reaccionário, senom que o comunismo e o capitalismo som os dous sistemas mais genocidas jamais vistos, mentres que o Nacional-Socialismo nega totalmente os crimes dos que se lhe acusa, e nom pode defender-se deles, pois proibe-o a lei "democrática".

Um dia terá caido o poder do dinheiro e podera-se comprovar a realidade. Mentres o único certo é que o capitalismo e o comunismo som os culpáveis de dous séculos de miséria e crimes.

STALIN E HITLER

Como já apontava-mos Stalin significou umha excepçom no comunismo, nom pola sua actuaçom brutal, que é comúm em todos os regímenes comunistas, senom polo abandono do sentido 'progressista" e a adopçom dumha conceiçom imperialista russa (sobor outras etnias eslavas e nom eslavas) que deu ao comunismo soviético.

Isto fixo que muitos dos que tratam de identificar N-S e Comunismo fixem-se neste feito e queiram estabelecer paralelismos entre a idéia imperial e respeituosa com as etnias do N-S e Hitler e o imperialismo comunista genocida de Stalin.

E incluso paralelismo entre as suas pessoas, Hitler e Stalin. Como tentar comparar a Hitler com Atila. Hitler era umha pessoa culta, artista, namorado da música, a leitura e as artes, o seu dinheiro pessoal ia adicado a montar um museu em Linz, vegetariano por amor aos animais, amava os passeios de montanha e a natureza, tinha umha conceiçom espiritual da mulher às que tratava com suma educaçom, e jamais  caiu em vício algum, nem fumava nem bebia nem tinha amantes ou actos indecentes.

Stalin era ignorante, batia nas suas mulheres, tratava brutalmente aos seus amigos à menos suspeita, nom lhe interessava em nada a arte nem a natureza, jamais ocorreuse-lhe pensar em animais senom para comé-los, nunca pintou nem se interessou pola cultura.
E a umha personalidade corresponde umha visom absolutamente diferente do mundo e a vida.
Os enormes livros que tenhem escrito para tratar de comparar Hitler e Stalin baseam-se, claro, numha visom de Hitler ditada polo sionismo, sem base real algumha. Um Hitler drogado e histérico, que disfrutava matando e que estava tolo por ver sangue judea, que só tentava ser deus e dominar sobor o mundo com violência e brutalidade. Si, é evidente que para os que crem nessa versom neurótica de Hitler, poda-se estabelecer paralelismos entre Hitler e Stalin.
Para rematar é evidente que quando Stalin pretende "nacionalizar" o comunismo enfronta-se à linha progressista do comunismo, a que pretendia seguir o signo dos tempos. Esta linha estava enchida de judeus, de maneira que Stalin arremete nas famosas purgas contra umha parte da elite judea do comunismo, o que lhe serviu ser acusado de anti-semita e comparado com Hitler.

Em realidade Stalin estavac casado cumha judea, nunca deixou de ter como responsáveis de alto nível na sua polícia a judeus e nom perseguiu "aos judeus" senom à 'conspitaçom troskista', infectada de judeus. A mania obsessiva de olhar complotes que tinha Stalin levou-lhe a exterminar à inteligência judea do comunismo que nom soubo mostrar-se pregueada totalmente à idéia imperialista comunista.

Em Hitler o sentimento contra os judeus basea-se na sua ideia de expulsá-los de Germânia, esta é a sua decisom absoluta, deseja a sua marcha, por considerar o seu Arquétipo vivencial e cultural absolutamente contrário ao germânico.  Nom tem nada a ver pois com a visom de Stalin.

Basta ler o livro de Kubicek e umha biografia de Stalin e pode-se olhar como som pessoas som nom só diferentes, senom absolutamente incompatíveis. Hitler é sensível e artista, Stalin brutal e absolutamente desentendido da arte e a cultura.

Quem conheça a personalidade de Hitler nom pode menos que rir quando olha que se adicam livros de mil páginas a comparar um borracho grosseiro cum wagneriano artista.

NOLTE: O NACIONAL-SOCIALISMO COMO ANTI-COMUNISMO

Cre-mos que umha das bases da péssima comprensom do Nacional-Socialismo vem da teoria de Ernst Nolte sobor a sua base essencial anti-comunista

É evidente que os anos 20 e 30 o comunismo foi um perigo realmente abrumador, a barbárie que extenderom nos países que dominavam foi aterradora, milhons de mortos, matanças massivas, torturas e umha onda de menosprezo total por todo o espiritual. Pensemos que muito antes de que Hitler chega-se ao poder o comunismo já tinha exterminado a centos de milheiros de campesinhos russos, arrasara Ukrania e torturado a milheiros de sacerdotes. Os seus mandos eram massivamente judeus, e os seus chamamentos ao domínio absoluto nom eram segredo nenhum. Mentres isso acontecia, o capitalismo, que levara a milhons de pessoas à fame e a miséria, sem seguridade social, fazendo trabalhar às crianças e com despido livre, manteria baixo a máscara democrática mas em plena crise. As chamadas "democracias" estavam a cambalear, podridas, decadentes... nesse momento todo semelhava predizer que o grande perigo era o comunismo.

Por isso falou-se muito do N-S como umha reacçom contra o comunismo, como se essa fosse a sua essência básica. De aí sai umha visom maniqueísta: comunismo e N-S como duas caras do mesmo, dumha tolémia colectiva dos anos 20 e 30, como umha "mesma cousa", cara e cruz do mesmo.

Esta é umha visom para a direita e o capitalismo: duas tolémias de extremistas e violentos que agocham assim ao verdadeiro culpável: o capitalismo.

A realidade é bem distinta. Hitler nom inícia a sua revoluçom para ir contra o comunismo. Leed Kubicek outra vez. Hitler o que olha é umha sociedade decadente, corrupta, que esplora à gente, que esqueceu o espiritual e a arte, olha aos banqueiros sem escrúpulos, ódia os negócios e esse estilo de comerciante obsessionado, o comunismo nom lhe obsessiona senom como sublimaçom do próprio materialismo economicista.

Schopenhauer, Wagner, Nietszche, o romanticismo, Gobineau, Bernard Shaw, toda a base dumha conceiçom do mundo quere-no reduzir a um mero anti-comunismo, como se fosse-mos assustados pequenos burgueses.

Só depois, mais tarde, deve-se enfrontar com o perigo comunista, e logra atrair a suas mocidades às SA. Muitos N-S forom comunistas, nenhum foi banqueiro ou financeiro.

Para o Sistema, como para os direitistas, é muito cómodo essa visom dum "fascismo" convertido em matom da direita, na mera reacçom contra a brutalidade de Stalin, do sua mesma ralé ainda que em direcçom contrária. E polo tanto essa forma de apresentar  ao N-S puxo-se de moda, é a forma de ignorar a sua luita contra o Signo dos Tempos, eliminar a sua essência real, umha Cosmovisom absolutamente distinta do homem e a Natureza.

Dende logo muitas personagens da direita passarom-se aos fascismos, sobretudo umha vez já conquerido o poder, por motivo do anti-comunismo, mas isso nom foi a base do N-S senom mais bem o seu lastre.

EM QUE TEMOS SEMELHANÇA?: EM NADA!

A realidade é que nem Hitler parece-se em nada a qualquer líder comunista, nem o N-S tem semelhança em nada ao comunismo. Gorbachov fixo-se capitalista, Hess nom. Do comunismo pode-se ir ao progressismo "democrático". Do N-S nom há caminho cara o Sistema.

Botemos umha olhada aos pontos que normalmente empregam as direitas para tratar de identificar o comunismo e o N-S:

- “A palavra clave com a que som identificados é ‘totalitarismo’”.

Dim-nos que comunismo e NS som "totalitários", querem abranguir todos os aspeitos da vida, e oponhem a isso o "liberalismo", sendo lamentável, pois nom há nada mais totalitário que o capitalismo, todo converte-o em Mercado, em Dinheiro, todo está baixo o poder da usura... e chamam-nos totalitários aos demais.

Todo Sistema é totalitário, pois todos baseam-se numha conceiçom do mundo que alumea todo aspeito. O materialismo progressista nom deixa nada fora do seu controlo, e dende logo umha revoluçom socialista e espiritual tampouco ia deixar sítio para a decadência


As democracias tenhem leis que proibem aos grupos nom "democráticos", leis de protecçom da democracia, leis que obrigam a que as associaçons rejam-se por sistemas democráticos, leis proibindo pensamentos sobor raças ou história "incorrectos", leis que proibem qualquer cousa que seja molesta ao Sistema, mas, ademais das leis, todo o poder da prensa e TV esmaga a qualqueira que nom seja "correcto" chamando-lhe criminal e terrorista, atacando as poucas livrarias nom correctas e criando todo tipo de perseguiçons.


- “Ambo-los dous som partidários da violência para chegar ao poder”

É curioso: Os primeiros "demócratas" chegarom ao poder por um golpe sanguinolento chamado Revoluçom Francesa. Os comunistas por um golpe mais sanguinolento em Москва... os N-S por eleiçons populares em Alemanha. Pese a isso seguem com a propaganda da violência N-S.

Nos 6 anos de governo N-S em Alemanha em paz quase nom houvo execuçons, pouquísimas, dende logo muitas menos que nos 6 primeiros anos de comunismo ou "democracia". Hoje em dia todos os N-S sérios apoiam essa mesma idéia de liberdade dentro dumha Ética, e nom umha ditadura estrita.
- “Tratar de imponher umha ditadura”

O comunismo fechou fronteiras durante 60 anos. Na Alemanha podia-se ir um do país sem problemas dende o primeiro dia de governo.

As leis N-S sobor liberdades nom som distintas às leis democráticas contra os anti-demócratas. Colhede a Lei de Defesa da Constituçom da actual Alemanha e cambiade onde di "defender a democracia" por "defender o N-S" e teremos o mesmo espírito que havia no N-S.

Por outra banda haviam muitas tendências dentro da Germânia N-S, cumha liberdade de acçom muito maior que no comunismo. Nom houvo na Germânia purgas nem umha uni-direcçom absoluta. A gente podia-se mover e trasladar-se sem permisos nem lios, e dende logo nada a ver com o sistema comunista no controlo absoluto da individualidade.

Em 6 anos de paz só houvo umha purga interna, contra o complote de Rohm, muito reduzida e concreta, fora disso nom houvo detençons massivas nem campos nem deportaçons de povoaçons, etc como houvo no comunismo durante anos de paz.

Nunca se produzo no N-S em paz juiços massivos como os de Stalin, dezenas de milheiros de comunistas executados logo de confessar baixo tortura e juiços incríveis. Todo isso em época de paz.

- “Estado policial”

A Gestapo tinha uns 7.000 membros. A GPU uns 350.000 membros. Nunca a Germânia N-S montou umha polícia abrumadora e onipresente, tivo sempre efetivos reduzidos. Nunca forom montadas organizaçons de espias de bairro ou sistemas de delaçom massivos, como montou oficialmente o comunismo.

Nunca Hitler mandou matons a matar a dissidentes do estrangeiro, nunca se derom casos como o de Trotsky, entre outros centos, como fixo o comunismo.

De 1900 delegados no 17º Congresso do KPSS em Москва, só 39 sobreviverom às purgas da polícia política!. Isso é impensável no N-S.

- “O ódio de classe corresponde ao ódio de raças”

Mas é que o N-S jamais fomentou o ódio às demais raças, se exceptua-mos ao tema judeu que é um tema especial. Como já demostramos neste mesmo blogger é absolutamente falso que o N-S fomente o ódio a pretos ou asiáticos, por exemplo. Nom é assim, senom polo contrário fomenta o amor e respeito à identidade de cada povo, a sua diferença, no seu entorno. Jamais o N-S propuxo umha "ditadura do ariano" similar à "ditadura do proletariado". O N-S queria umha Germânia para os Germanos, e um Congo para os congoleses, amigos, respeitados e incluso colaborando e ajudando-se.

E no tema judeu, onde sim há umha certa realidade sobor o enfrontamento entre N-S e judaismo em geral, temos que constatar dous temas:

- O ódio de classe é a base do comunismo, mentres que o tema judeu é absolutamente secundário no N-S. O N-S pode existir e desenrolar a sua cosmovisom do mundo sem necessitar para nada o tema judeu.

- Realmente o N-S nom devia enfrontar-se ao povo judeu, senom contra umha parte desse povo, umha parte arquetípica. Foi evidentemente um erro geralizar esse sentimento de aborrecimento mútuo (essa mesma parte dos judeus mostrou a sua agressividade total contra o N-S ao mesmo tempo, foi mais bem um 'ódio a primeira olhada") a todos os judeus polo mero feito de sé-lo, isso é um erro que ademais nom tem lógica dentro da visom ideológica N-S.

Numha palavra, o ódio e luita de classes é a base do marxismo, mentres que no N-S nom há nada de luita ou ódio ou rejeite contra outras raças fora do tema judeu, que deve ler-se numha clave nom racial realmente: foi um rejeite à grande concentraçom de judeus no comunismo e na finança capitalista, nom por um motivo racial em si. E se foi assimilado foi por umha simplificaçom errónea e em todo caso em modo algum básica na ideologia N-S.

O que é seguro é que JAMAIS o N-S chegou a promocionar tanto o ódio ao judeu como faze o sistema agora com o ódio ao N-S! Hoje em dia o sistema promociona e financia mil vezes mais um ódio e mentira contra o N-S.

- “Ambo-los dous som responsáveis de milhons de mortos e campos de concentraçom”

O comunismo aceitou que cometeu esses crimes, atoparom-se os documentos sobor as ordes para a sua execuçom, estám as actas assinadas e a documentaçom da polícia política sobor elas. Os comunistas que os cometerom reconhecero-no eos líderes ex soviéticos aceitarom eses crimes. No NS nada disso aconteceu.

Os dirigente N-S negarom totalmente te-los cometido, nunca aceitarom nem sequer os mandos N-S de segunda orde, nem os N-S actuais que falarom com os superviventes de entom. Há toda umha rama de historiadores que o nega, ainda que para isso tenham que ir a prisom, perder o trabalho e ser empestados.

Nom há nem um só documento ordeando matar massivamente a ninguem nem de construis câmeras de gas ou executar doutra maneira massivamente a pessoas pola sua pertença racial. Nom se atopou nunca essas ordes nem a primer nível nem a nível inferior. Sim há constância de deportar e de trasladar a campos a pessoas pola sua raça, mas nom de eliminá-las fisicamente por este motivo. É mais, há ordes claras de nom fazé-lo e de que iam trabalhar para o esforço de guerra, e logo ser instaladas fora de Germânia, umha vez rematada a guerra. Isto é um delito de Genocídio segundo a lei actual, mas nom tem nada a ver com assassinar.

No estado espanhol e muitos outros estados a polícia política impuxo censura neste tema e persegue penalmente a quenes tratam de apresentar provas destes temas...

Conclusom: nom se pode afirmar nada científica e históricamente pois ao estar proibido nom há liberdade de expressom neste tema. Mas evidentemente nom está claro por qué é proibido investigar... De que tenhem medo?


O mais importante sem embargo é: A democracia capitalista é culpável de muitísimos mais crimes e genocídios que o comunismo. De fame, de opressom, de trabalhos inumanos e de abortos, de guerras coloniais e misérias do capitalismo morrerom assassinados muitísimas mais pessoas que incluso do comunismo.

O ÚNICO INIMIGO: O CAPITALISMO MUNDIALISTA

Já nom é o comunismo, e polo tanto a direita reacionária já nom dissimula a sua raíz burguesa e anti-nazista.


Criou umha bendiçom, que nom haxa já comunismo, quitamo-nos de acima aos simpatizantes reaccionários e cobardes.

Há ainda gente que segue com denúncias ao comunismo... nom conseguirom ainda superar o trauma. Já nom há comunismo, é um espelhismo do que fica. Castro vive do turismo sexual e as multinacionais do ócio, prostituçom e luxo das suas praias caribenhas.

China é parte completa do Mercado. Olhade as declaraçons de Hong Ying, chinesa e escritora demócrata que luitou em Tiananmen e escreveu umha novela "Veram de Traiçom" sobor a repressom comunista (Plaza&amp, Janes 1997):

"Cada vez entristece-me mais olhar como os oficiais chinenes, os novos ricos, incluso os intelectuais, voltarom-se tam cómodos com o mau chamado "milagre económico" que se uniu ao patriotismo. Já ninguem se lembra de Tiananmen, como se nunca tivera ocorrido, ademais de serem um tabu oficial que ninguem pode nem mencionar" (caralho!, aqui temos outro Tabu... o chamado revisionismo do holocausto judeu... todos tentam agochar cousas a base de tabús).

"Os oficiais e os intelectuais chineses estám totalmente satisfeitos com o seu status, som capazes de aceitar qualquer ditador que lhes permita ganhar dinheiro, e por isso nenhum escrito chinês quer escrever de Tiananmen"

Já só importa a mam de obra barata chinesa para fabricar a baixo custe trastes para os consumidores ocidentais e americanos, o regime comunista chinês é agora um empresário que pode suministrar mam de obra barata.

O inimigo está claro agora: o capitalismo. Por isso a direita burguesa e reacionária nom é mais que umha parte desse inimigo. Nom há mais que dous eidos: por ou contra o Mercado e o Sistema, a máscara hipócrita do capitalismo

Exemplo de manipulaçom por parte da direita reacionária nacionalista espanhola. O jornalista Eduardo García Serrano (filho do falangista Rafael García Serrano) escumei-a bile ao conhecer a absolviçom de dous camaradas catalans. A manipulaçom mítica consiste em inventar ou engadir.

Neste caso Garcia Serrano inventa e engade que os alemans som seres superiores e textos referidos ao movimento Ku Klux Klan, querendo fazer ver aos telespectadores que os camaradas ou o próprio Nacional-Socialismo defende esses postulados.

Concordamos na negaçom do holocausto e na proibiçom de matrimónios multirraciais.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Insónia com Risco

A polémica que os políticamente correctos criam sobor a filiaçom ideológica do nosso intelectual reaparece periodicamente. Nos seus debates xordem problemas irresoltos na política do país.

Passou médio século da sua morte e quase cem anos da sua obra mais influínte, Teoria do nacionalismo galego. Sobor Dom Vicente Risco publicarom-se livros apologéticos, estudos críticos e ataques furibundos. Também adicouse-lhe o Día das Letras, em 1981, e a sua nouvelle satírica O porco de pé é leitura obrigatória em secundária. Mas a figura do intelectual ourensam, coraçom da Geración Nós nom descansa. O debate arredor das implicaçons ideológicas do seu pensamento rexorde periodicamente e adoito faze agromar problemas nom resoltos da cultura e a política do país. O derradeiro round começou a pé feito dum artigo do palhaço palheiro-judeu* Suso de Toro no jornal estatal “El País”.

"Na série Xente de aquí intento oferecer um imaginário para o nosso país cum sentido ideologicamente criativo", argui De Toro, "e a tese da mesma é a minha interpretaçom do país. Dentro desse propósito, considero que Risco ocupa demasiado espaço no discurso nacional galego e, dende logo, no discurso nacionalista". No texto “Vicente Risco, tráxico bufón, intruso perturbador” o judeu De Toro traçou um aberrante retrato do ourensam e criminalizou-no pola sua simpatia polos Nacional-Socialistas Germânicos logo de viaxar ao grandioso Berlin dos anos trinta.

Para surpresa nossa, o historiador Beramendi explica com certa indignaçom que "Isto está ja contado muitas vezes, o que passa é que neste país niguém le a ninguém". O historiador, prémio estatal por “De provincia a nación”, lembra que Risco "foi o teórico mais importante do nacionalismo de pre-guerra e todos bebem dele, começando por Castelao". Um dos pontos de fricçom nos mal chamados nacionalistas, justamente é decidir se há ou nom vários Riscos.

"Derivou cara à extrema direita, ainda dentro do nacionalismo galego, mas longe da Teoria do nacionalismo do ano 20", afirma com palavras suas o senhor Beramendi, "mas no fundo existe um só Risco com diferentes modulaçons". O ensaista progre Antón Baamonde situa a um dos cerebros indiscutíveis do primeiro galeguismo político no contexto cultural europeu no que se forma intelectualmente. "A começos do século XX, o nacionalismo em toda Europa é fondamente conservador", sinala como desculpando-o, "esse é o mar de fundo".

Nom só Vicente Risco mira-se no espelho dos movimentos genuinamente nacionalistas como de Maurras e Acçom Francesa ou de Nietzsche; assim como do movimento Nacional-Socialista Germânico. Também os seus companheiros de geraçom como Pedrayo e Cuevillas, faze-no justo no minuto antergo a se integrar nas Irmandades da Fala. "Mas quando Risco faze a conversom ao nacionalismo galego, segue a manejar esses mesmos códigos; há umha continuidade de fundo em todas as suas etapas" engade Baamonde.

Som as viagens pola Europa e a conmoçom do genocídio bolchevique o que atrapa a Risco no vendaval da história e faze-no reafirmar no nacionalismo genuino. "Decata-se do que sucede em Europa e oferece umha resposta ideológica a umha mutaçom radical do mundo", considera o filósofo Francisco Sampedro, outro, quanda a profesora Olivia Rodríguez, dos que entrarom em discusom a partires de “Tráxico bufón, intruso perturbador”. E essa reacçom consiste numha “Galiza idílica dominada pola Igrexa”, opina, “no que os labregos som o grupo social dominante, pero sempre supeditado a umha elite". Neste sentido de classe, a Olívia opina igual que o Beramendi e Sampedro, como a esquerdalha clássica, “O homem culto, erudito, ao tanto das vangaurdas artísticas, treme o combate obreiro e o que se deriva da Revoluçom francesa. Igual que todos os reaccionários", sinala Sampedro, "porque é a morte do rei, a morte de Deus feito carne". "A luita de classes agudísima que ve no continente asusta-o e vira à direita", dize Beramendi e continua “ao escolher essa banda da barricada que derregava Europa, Risco afasta-se dum partido, o galeguista, e o seu movimento, inequivocamente republicano e escorado cara ao centro esquerda”.

Beramendi auto-censura-se, pois Risco nunca foi de esquerdas para virar logo à direita, pois ao igual que o PG inicial era de pensamento de direita clássica tradicionalista e conservadora. Beramendi omite dizer isto na entrevista, pois conhecemos a sua interessante obra “De provincia a nación”, que pese a ter o seu toque tendencioso esquerdalho, é umha boa obra para qualquer interessado na política do páis e onde sinala ,sem outro remédio, as origens do PG e como vai virando à esquerda meiante as lógias marxistas, da mesma maneira que fixo Castelao.

É curioso como alguns persoeiros como o judeu Mendez Ferrín aproveitam para dizer que Risco, da mesma maneira que admirou o Nacional-Socialismo e optou polo bando Franquista na guerra , ao mesmo tempo também voltou-se um nacional-espanholista, e que abandonou o galeguismo para sempre, empregando argumentos tam ridículos como o de escrever alguns dos seus livros em castelám. Para eles a esquerda que apoiou a Fronte Popular (também espanholista), a genocida URSS, e em definitiva a ideologia mais centralista da história como é o comunismo também no estado espanhol, nom era para nada sínómo de traiçom ao galeguismo; algo com o que nós nom tragamos nem aceitamos, por nom falar dos livros escritos em castelam por esses mesmos esquerdalhos do PG incluido o Castelao, mas seria ridículo empregar o mesmos argumentos ridículos e sem sentido da esquerda. Mas os que lemos a história real e temos um pouco de objectividade sabemos bem o que é a manipulaçom.

É nesessário explicar porque um galeguista conservador da época apoia ao Franquismo na guerra? É necesário explicar porque no caso de ser traidores, seriam tanto os que apoiam ao Franquismo como à Fronte Popular? Risco apoia o Franquismo confiando na rama tradicionalista/foralista, católica e conservadora do Carlismo, pois era umha das ramas do bando Franquista, que de ser escolhido em matéria etno-cultural, conservaria as tradiçons galaicas sem entromisom do marxismo, que era: internacionalista, anti-nacionalista, apátrida, classista, anti-cristiam, urbanista, mesticista e no estado espanhol naquela altura significava “centralismo nacional-espanholista”.

Se a esquerda para-se um pouco a ler, mas como bem sinala Beramendi “ninguem le a ninguem”, comprenderiam melhor à figura e pensamento Risquiam, e conheceriam também que o intelectual apoia também num primeiro momento a Ditadura de Primo de Rivera, pois considera-a umha oportunidade para desmontar o sistema caciquil e aceita um posto de deputado provincial em Ourense, todo isto naquela altura pensando numha possível instauraçom dumha mancomunidade como na Catalunya.

Mas gente como Ferrín nom nos engana, e sabemos que logo de louvar ao Nacional-Socialismo na sua viagem polo centro de Europa, tam pronto chega a Galiza ,ainda dentro do PG, aceita certos pactúos com a esquerda para evitar o esgaçamento do próprio partido, algo que se faze insostenível mais adiante e remata junto com outros camaradas formando a Direita Galeguista em 1935.

Um dos melhores e censurados livros de Risco é “Historia de los judíos” onde descreve perfeitamente ao povo judeu e mostra o seu conhecido anti-semitismo, que já se entornava no Mitteleuropa, e que logicamente nom significou que tornara a espanholista polo mero feito de estar escrito em castelám. "É significativo que depois da guerra Risco nom se aproveita-se do franquismo, ao contrário que algúm colega seu da dereita galeguista como Filgueira Valverde", explica sem pelos na língua Beramendi, "ele recolhe-se em Ourense e adíca-se à literatura".

É entretido para nós, olhar como o escritor ourensano morto en 1963, e a sua trajectoria político-intelectual seguem a provocar certo confronto entre os galeguistas actuais. Para o judeu Suso de Toro, "toca o nervo da memória galeguista instituida".
Beramendi, mostra-se máis contundente, e lança um Zas! em toda a boca: "O caso Risco está perfeitamente estudado do ponto de vista historiográfico", expóm, "mas existe um problema cultural. Paco Rodríguez foi o primeiro em tentar negar a sua importáncia, porque a questom é como se usam as figuras do passado bem para ganhar uns dinheirinhos, bem como metáfora das liortas do presente".

Nesse ponto, Risco como síntoma, coincide Antón Baamonde. "Ao ser o nacionalismo contemporâneo unanimemente de esquerdas", aponta, "tratar con ele trai polémica porque lembra a possibilidade de que exista um nacionalismo de direitas" nós mais bem diriamos um nacionalismo genuino de sangue e terra., que era o que ele defendia na prática. Continua Baamonde contra a ignoráncia "tampouco muitos nacionalistas conhecem o primeiro Castelao, por exemplo"; certo! pois é Castelao o que passa de convervador a marxista, sendo ele quem vira realmente a camisola, e nom Risco. Conclui tendenciosamente dizendo que "mitologizar um país leva ao fascismo; esse foi o seu labor, ao cabo". É normal que a esquerda tome como mitologia a Risco, e mais quando a mitologia galaica foi confirmada pola genética e a historiografia recente; realmente eles vivem num conto de fadas permamente, o seu conto de fadas mesticista e igualitarista, por isso tomam a brincadeira a nossa mitologia.

*O apelido De Toro é de descendência judea; Touro. Para evitar mais perseguiçons foi cambiado a Toro. Estabelererom-se em Zamora e transformou-se em Del Toro e De Toro.

Escolma dalguns textos que criam insónia

- "Mística disertación na que se decrara o simbolismo y-espiritual significado que ten a vida groriosa do Santo apóstol San Yago, assí como a festa que hoxe principia a celebrare a nación galega". (A Nosa Terra, Julho de 1920)

- "Eu bendigo a endogamia, que se sole dar nos galegos que viven alén mar. Alédome cand'un galego casa c'unh'alemá, c'unha inglesa ou c'unha irlandesa. Dame tristura velo casar c'unha italiana ou c'unha turca. Creio na seleución e na euxenesia, e sei as propiedades dexencrativas do mestizaxe". (A Nosa Terra, Novembro de 1921)

- "É un feito que non se pode discutir seriamente, que no pobo galego hai un predominio marcado do elemento loiro centro europeo, como non sucede en ningún outro pobo da Península. Na poboación rural, nótese que tódolos rapaciños son brancos como a neve co cabelo loiro, case que albino. Logo, o sol, o aire, no traballo constante da terra vólvelles o coiro tostado e o cabelo escuro.
Non falo dos caracteres craneanos, porque non se teñen estudado ben". (Teoría do nacionalismo galego, 1920)

- "Outro desviamento do nacionalismo é o que chaman fascismo. Tampouco a idea fascista é ruín en si. [...] Coma movemento político é un movemento nacional contra das causas da descomposición interna dunha nación, e tende á concentración das forzas nacionais contra da dispersión e quebrantamnento delas, orixinados polos partidos políticos, loita de clases, manexos da alta finanza, relaxamento dos costumes, etc. etc. E neste senso non é cousa ruín". (Nacionalismo galego. Na revista Alento, 1934)

- "Temos, por tanto, esas dúas coincidencias coa doutrina do fascismo: 1. O pretendermos unha concentración das forzas galegas, contra das loitas políticas, de clase ou de intereses particulares, pondo por riba diso todo o ben comun. 2 O pretendermos que a organización e a lexislación que rixan en Galicia se acomoden ao modo de ser da nosa Terra". (Ibid.)

- "[A obra de Marx é] la de un enfermo con trastornos fisiológicos, con un rencor bilioso de psicópata y de temperamento hepático propio de la raza judía". (revista Misión)

- "[o marxismo como fe baseada no resentimento non é máis que] a envexa dos d'embaixo os d'enriba, do que non ten ao que ten, do que non pode ao que pode, do que non sabe ao que sabe". (Mitteleuropa, 1934)

- "[os obreiros] minados por las propagandas democráticos, que les predicaban la igualdad, la libertad, [las ciudades] destruían sus convicciones religiosas y su acatamiento a las instituciones". (Ensayos sobre el marxismo)

- "El híbrido envuelve siempre un equívoco, cuya expresión es a veces, el hermafrodita. El instinto(guía infalible para la vida) lo repugna. Incluso el híbrido humano, el mestizo es justamente sospechoso; se dice 'Dios hizo a los negros y a los blancos, y el diablo a los mulatos' [...] la limpieza de sangre es un bien, el mestizaje un regreso hacia el Caos". (Orden y caos, 1968)

- "...o nacionalismo moderno galego deriva máis de Faraldo que de Brañas. En troques hoxe, en doutriña política, resulta Brañas moito máis moderno que Faraldo, que Murguía, que Vicetto, que todol-os galeguistas do século XIX, un percursor de moitos antiparlamentarios do noso tempo. Posto a carón de Duguit, de Sorel, de Sardinha, de Maurras, dos mesmos comunistas, non somella Brañas tan anacrónico coma somellaría o propio Pi y Margall, de quen proceden, eiquí mesmo, moitos dos nosos nacionalistas de esquerdas". (A Nosa Terra, Julho de 1925)

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A sútil ditadura do pensamento único




Contrariamente ao que muita gente opina, estamos numha época de grande censura mediática e lavados de cerebro massivos , mas todo isso passa desapercebido ante as massas, inconscientemente contaminadas polo discurso pre-fabricado polo sistema.


Todo o genuinamente nacionalista hoje em dia é censurado e caluniado. Á globalizaçom política do mundo segue-lhe a par umha globalizaçom ideologica enquistada a ferro e lume polos novos inquisodores democráticos.

Tanto os "democratas" como os comunistas actuais coincidem plenamente nas suas ideias universalistas e mundialistas caminhando da mam pola destrucçom de Europa.

Censura nos livros e publicaçons

Faze uns anos começou-se a deter e multar a quenes editasem o Minha Luita de Adolf Hitler, ou obras de hierarcas NS (o primeiro comummente disponível nalgumhas grandes livrarias) aludindo a uns supostos delitos de apologia ao Nacional-Socialismo, Genocídio, Incitaçom ao Ódio racial etc

Essas valeiras acusaçons "delitivas" evolucionarom e acrescentarom-se de tal maneira até proibir qualquer obra que contradiga mínimamente os dogmas estabelecidos polo sistema.

Da seguinte maneira incautarom-se este ano livros como "Raça, inteligencia e educaçom" do psicologo Hans J Eysenck, fugido do IIIº Reich e anti-nazista declarado; "Nobilitas: Aristocracia ou democracia?" do professor hindú Alexander Jacob ou "A choiva verde de Yasuf" do periodista israelí Israel Shamir.

Logicamente os livros de defesores de ideologias genocidas como o marxismo ou o imperialismo liberal nom som perseguidos, pois formam parte do paradigma imperante nestes tempos que correm. Desta maneira aparecem escritos de Marx e Lénine de agasalho com o diario Público ou em primeira plana das livrarias estam as obras de direitistas liberais fanáticos pro-iankie-sionistas.


Conferências e actos

Cada vez que um colectivo identitário faze umha charla, apresentaçom dalgum livro ou revista, disparam-se todas as alarmas dos antinazistas e "demócratas" acusando aos promotores do acto de xenofobia, ultra-direita, violência... com a comummente repercusom nos meios de comunicaçom.

Conferências em livrarias nacionalistas forom previamente demonizadas polos meios para assim os antinazistas foram correr como tolos até ali a tentar estourar o acto, caso visível quando à Livraria Europa foi David Duke a falar da publicaçom do seu livro "Supremacismo Judeu" .


Trá-los altercados de Salt e várias localidades catalãs, que houvo com o alto número de imigrantes que registram, vi-mos tambem como os anti-nazistas na companha de Esteban Ibarra (inquisidor do políticamente correto subvencionado polo $i$tema) fizerom-lhe o jogo ao capitalismo. Oportunamente nesses días milheiros de catalans dececionados e fartos de aturar umha horrível convivência, os anti-nazistas forom rir-se dos seus connacionais e obviar o grave problema dando umha charla sobor da"ultra-direita no estado espanhol", tratando de carregar as culpas dos distúrbios sobor os autoctonos e desculpar à imigraçom.

Em Madrid (Castilla) da-se o caso da sede de Amigos da Unesco, plataforma ligada ó Banco Mundial e a ONU, cum claro transfondo ideologico universalista e cosmopolita. Nesse local som frequentes as reunions de partidos e colectivos comunistas.

Personagens públicas


Quando umha personagem pública é politicamente incorrecta e molesta, sacase-lhe do médio.
O Direitor Geral de Seguridade, Cotino, foi cesado em 2003 por assegurar que o incremento da imigraçom ia ligado ao incremento da criminalidade. Com o Consul de Rumania em Madrid ocorreu o mesmo, por dizer que a maioria dos "rumanos" que residem no estado espanhol som ciganos que vivem da mendicidade. (1)

Cargos tambem importantes, como a Presidência da Real Academia Galega, ocupada polo estalinista anti-nacionalista Mendez Ferrín som da mais mínima alarma social ou polémica.



Mas o grave nom é que esse posto esteja ocupado por alguem que renega do seu sangue e tradiçom, senom por alguem que durante anos exerceu o ensino num instituto público apologizando continuamente com o bolchevismo e personagens como o Che que nada tiverom a ver com a Galiza nem com a sinatura de Língua Galega, impartindo mitins mais que aulas, como tambem fixo Jose Manuel Beiras na sua época de Catedratico em Compostela.

No canto um mestre tradicionalista galego ex-militante de CEDADE, opostamente a estes casos, é acossado a cotio polos meios tildando-o como xenófobo ou genocida à vez que acumula denúncias e protestas dos pais do alunado, ainda que nom faça propaganda política como os dous que antes comentamos; simplesmente por falar de submarinos alemans afundidos na Galiza na 2GM



Leis do Ódio


As chamadas leis do do ódio servem para enfrontar e endeusar aos imigrantes contra a maioria autóctona, quase inmunizando-os judicialmente. Esta maneira de debilitar às naçons de grande aporte europeio nasceu do seio de organizaçons supremacistas sionista como a ADL ou B´nai B´rith influenciando aos governos norteamericano e da UE.

Leis do ódio aplicaronse-lhe ao "bakaleta" que agrediu a umha sudamericana no Metro de Barcelona, ou aos borrachos que se estavam mofar dum chinês na sua tenda. Os programas de televisom copados por invertidos gili-progres e informativos da TV em geral expusero-nos como xenófobos e até de militantes NS numha campanha de lavado cerebral de vários dias (que se repite sempre que há umha agressom deste tipo).


Quando o agressor é um imigrante contra un autoctono, nom só nom se lhe aplicara o agravante por "racismo, xenofobia, intoleráncia,etc" senom que até se agochará a sua origem racial e étnica.
Na Catalunya recomenda-se aos periodistas obviar a procedência dos delinquentes (sempre que
sejam extrangeiros):
http://www.mugak.eu/ef_etp_files/vie...ackage_id=2508

Nem faze falha explicar que na televisom nom estarám repetindo até o aburrimento o "perigo do racismo" quando os que agredam sejam de fora, ainda que estes empreguem insultos xenófobos contra a sua vítima ("gallego de mierda, blanquito"..)

Concertos

Os concertos de música RAC (Rock Anti Comunista) ,som gostoso prato para a prensa sensacionalista e informativos televisivos que logo de condenar e infamar estas juntanças fazem continuas comparaçons do evento com skinheads violentos, malheiras e colectivos ultras.
A cousa nom fica aí, senom que de saber-se o lar do festejo, apareceram várias patrulheiras da polícia procedendo à clausura e identificaçom dos que alí se atopem.




Os grupos rock "antisistema" anti-nazistas nom tenhem estes problemas. Principalmente porque é mesmo o sistema quem lhes subvenciona às vezes os seus próprios concertos e festivais, em lares públicos sem nenhum problema de censura. As suas letras sobre mestiçagem e anti-nacionalismo som gostosas para o capitalismo, o tipo de mocidade amoldada à sua medida.
Grupos antifa como Dakidarria ou Soziedad Alkoholica tenhem tocado (pagados) para concelhos dos seus inimigos do PP e PSOE.


Em salas e locais tenhem acudido bandas como Non Servium (3,000 € por concerto para tocar), emparentados com satanismo e grupos violentos de skinheads sem receber a mais mínima crítica nos meios. O mesmo que com os Stalinistas de Mencer Vermello, toquem em privado ou público nunca som mencionados polos seus "inimigos burgueses".



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(1) El Descredito de la realidad, Joaquín Bochaca