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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Nacional-Socialismo e Comunismo

UMHA IDENTIFICAÇOM DESENHADA POLA DIREITA



Dende há um tempo publicarom-se umha série de textos com a idéia de identificar Comunismo = Nazis, cumha dobre motivaçom:

· Os intelectuais do Sistema para eliminar propagandísticamente os restos comunistas radicais que ainda ficam vivos e culminar o seu melhor triunfo: a integraçom dos comunistas no Sistema de Mercado.

· E os pensadores da direita de todas as cores, dende a reaccionária à alternativa, para acusar aos ex-comunistas agora passados a social-demócratas do seu passado stalinista, e de passo livrarem-se das acusaçons de ser eles ‘fascistas’.

A saída do ‘Livro Negro do Comunismo’ em 1998 foi o detonante para se lançar a essa campanha de identificaçom todas as forças reaccionárias anti-comunistas. Era evidente que se carregavam contra o comunismo sem mais, receberiam o mesmo trato que sempre tiverom os esforços de mostrar os crimes do comunismo: serem acusados de fascistas.

Desgraçadamente para o comunismo, o poder sionista decidiu faze anos que a besta comunista já nom lhes servia ,senom que molestava, atoparom no Mercado umha arma muito mais sofisticada e útil para o seu domínio mundial.

Desta maneira atopamos a um possível membro do Mossad como César Vidal entre os editores do "Libro Negro del Comunismo". E a crema e tona do intelectualismo sionista meteu-se a renegar do próprio comunismo que apoiavam faze 20 anos. Todos faze-no com suavidade, dende logo sem a caça de bruxas organizada contra os nazis e fascistas.

Por isso o comunismo deixou de estar de moda, mas, sempre condescendentes com os seus aliados, decidiu-se deixar tranquilos a todos os que tinham sido comunistas, incluso se tiveram colaborado direitamente nos seus crímenes. Simplesmente trataria-se de serem ’anti-comunista’ em abstracto, sem nomes nem acusaçons concretas, sem Nurembergs nem recriminaçons especiais. Um erro do passado, simplesmente.

Nestas circunstâncias o anti-comunismo recalcitrante dos reaccionários atopou a fórmula para denunciar o comunismo sem ser acusados de fascistas: Fascismo = Comunismo.

Da mesma maneira que o comunismo foi fagocitado polo Sistema, umha parte da alternativa de Direitas perdeu a sua vontade de destruir o Sistema, e trata simplesmente de apresentar idéias e influências intelectuais suavizadas e sem que se enfrontem direitamente à Besta. Isso facilita-lhes viver tranquilos e sem sobressaltos, e à vez crer-se intelectuais e rebeldes de pacotilha.

Imos analisar dous temas: o engano dessa identificaçom, e os cobardes que se agocham tras dela.

O COMUNISMO E O SIGNO DOS TEMPOS

Sem dúvida a maioria absoluta de textos que limos dos anti-comunistas do Sistema coincidem nalgo: O comunismo foi umha degeneraçom dos ideais humanistas e progressistas do marxismo. Ou seja: o comunismo foi ‘mau’ a PESARES de estar baseado em idéias ‘boas’.

Mentres que o NS é intrinsecamente ‘mau’, dende a base.

O historiador Gabriel Jackson no ‘El País’ 11-6-98 escrevia que muitos comunistas e simpatizantes ocidentais admiravam ao comunismo polas suas actividades positivas de luita anti-colonialista (matanças em toda Africa com o fim de dominá-la), oposiçom aos regímenes militares (para instaurar outros ainda piores), e outras actividades ‘progressistas’, como apoio a paneleiros, ionquis e demais progressistas, o que levava-lhes a justificar em parte os feitos negativos.

A Presidenta de Honra da Liga de Direitos Humanos, Magdeleine Rebenoux dizia “A URSS nunca organizou exclusom de grupos humanos da lei comúm” (o que ademais é falso), demostrando que incluso entre os mais ’humanistas’ o comunismo era ‘”algo mau mas por erro, nom por si mesmo”.

Jean Reck dizia “O humanismo é a base do comunismo, e no NS é o contrário”.

Em fim, poderia-mos dar dúzias de exemplos de como o anti-comunismo do Sistema olha claramente que umha cousa é o erro a onde levou o comunismo e outra é que a sua ‘origem’ e o seu ‘sentido da história’ era progressista, era ‘bom’.

E tenhem razóm ao dizer que o comunismo sai das mesmas idéias ‘progressistas’ que sustentam o Sistema. O marxismo apoia radicalmente as idéias básicas da democracia (quase todos os regímenes comunistas titulavam-se ‘democráticos’), o progressismo materialista, a igualdade, o internacionalismo mundialista, a negaçom de todo valor espiritual, o apoio ao arte decadente (quase todos os artistas desse lixo forom marxistas e a maioria comunistas), pois a essência do comunismo é um passo adiante no sentido da História marcado pola decadência ética e estética do homem, isso que chama-mos ‘progressismo’.

A conversom do materialismo na essência do homem, a eliminaçom da diferença, a quantidade sobor a qualidade. No Signo dos Tempos é precisamente esse triunfo da Quantidade, que tem na democracia e o igualitarismo comunista o seu reflexo actual.

O fim do comunismo era a sociedad de iguais  num mundo económico ledo,... que é o mesmo ideal da democracia capitalista, com a única diferença que o Capitalismo progressista aceita toda a igualdade agás no dinheiro. A aceitaçom por parte do comunismo dessa salvaguarda, a de manter a diferença só no Mercado económico, mas força-la em todos os demais aspeitos (igualdade polo baixo é o racial, étnico, moral, artístico, cultural, nacional) forom suficiente para lograr a sua integraçom no Sistema.

O comunismo era umha táctica distinta para seguir o mesmo signo dos tempos.

Por isso luitou junto aos capitalistas em 1939, por isso fundiu-se no Sistema sem problemas, por isso sempre forom tratados muito diferentemente que os demais pola prensa e a intelectualidade da democracia capitalista, por isso umha grande parte dos fundadores comunistas eram judeus e progressistas no sentido sexual, artístico e ético.

O comunismo sufriu um trauma com Stalin, quem realmente rachou essa linha dos tempos, e efectuou umha estatarizaçom comunista que confundiu totalmente ao Partido, significou o assassinato da crema e tona da intelectualidade progressista comunista, e desconcertou totalmente ao Sistema, ao manter umha parte ‘comunista’ e outra ‘imperialista’, provocando umha dicotomia entre ‘idéias’ e ‘práxis’.

Mas foi algo pontual. Tras a sua morte o comunismo voltou ao sentido marxista da história e languesceu já sem remédio na sua convergência ao Sistema. Quando Kruchef indicou que o seu objectivo era lograr el nivel de vida americano, tinha mostrado que o ideal era o mesmo, o homem do mercado e consumo. Já nom havia mais visom que o materialismo democrático.

Crê-mos que a melhor prova da convergência ideológica e de cosmovisom de comunistas e capitalistas está em olhar ao comunismo actual comer da mão do Mercado, agradecido e convertido em guarda da tranca dos princípios demo-liberais: igualdade racial, liberdade sexual, eliminaçom de regras éticas, mestura mundialista, apoio à imigraçom, liberalidade perante os delinquentes e os ionquis, tempo de vício, arte massivo e sem qualidade... os comunistas e a extrema esquerda estám a ser financiados por fundaçons e governos do sistema para apoiar todo este caminho claramente em consonância com os princípios do Mercado, com o Signo dos Tempos.

Como dizia Jean F Revel: “O monstruo comunista está morto como fenómeno político, mas está bem vivo como factor cultural dentro da sociedade progressista”.

Por exemplo, Maximo d’Alema, que fora chefe de governo no estado Italiano e ex comunista declarou em La vanguardia 3-7-98

“O movimento comunista foi concebido nas suas origens como um projecto de libertaçom humana, mas em todos os países onde conquistou o poder transformou-se rápidamente numha força opressora que cometeu delitos enormes”.

“Umha esquerda moderna deve estar disposta a admitir incluso que existam menos garantias para os beneficiários do modelo de Assistência social actual, a cámbio de dar tutela e oportunidades aos mais débeis, aos jovens, àss mulheres os enfermos e aos mais desvantajosos”

Ja olhamos, o comunismo convertido numha parte do Mercado, apoiando a eliminaçom das leis sociais (que na Itália promulgou Mussolini!!) para aceitar polo menos esmolas aos mais desvalidos... isso é o comunismo agora, umha parte do Mercado que recolhe as esmolas do Sistema.

O NACIONAL-SOCIALISMO:
DERRADEIRA TENTATIVA CONTRA O SIGNO DOS TEMPOS

O gigantesco do Nacional-Socialismo nom é a sua história ou feitos, nem sequer os seus mártires e heroes, que já é muito, o gigantesco é que representa um combate contra o Signo dos Tempos. É umha tentativa de restaurar a Qualidade e a Diferença fronte ao caminho descendente secular.

O mundo sofre passeninhamente, mas aparentemente imparável, caminho descendente no espiritual, que é compaginado com um aumento do material. Somos mais, com mais ’cousas’, mais mesturados, mais imperfeitos como pessoas e mais possessivos em matérias. Imos perdendo qualidade a cámbio de quantidade. É um processo que nom só afecta aos homens, a Natureza enteira sofre umha degradaçom de qualidade, de variedade, de identidade, a cámbio de massificarem-se, serem accessíveis, caminhos e edifícios, lixo e asfalto, comodidade a cámbio de qualidade.

Este processo nom é linear nem irreversível nem fatal, nom há lei que o marque senom a própia lei do egoísmo humano, a fatalidade com que o homem é tentado pola quantidade e os desejos materiais fronte ao minguante poder das elites de qualidade humana, sustituidas polo detritus dos adoradores do dinheiro.

De quando em vez, como chamas numha noite negra, aparecem momentos estelares da Humanidade, momentos no que se luita contra a quantidade. É a luita contra o Inimigo do Mundo, contra o Signo dos Tempos.

É o romanticismo contra o colonialismo e capitalismo nascente, é Hitler contra a "democracia" do número, som tentativas heróicas e grandiosas de luita contra o egoísmo das massas e a tentaçom constante provocada polos que só desejam dinhero e quantidade.

Os ‘Tradicionalistas’ tenhem umha visom similar mas com dous aspeitos que nos diferenciam: Nós os Nacional-Socialistas nom cremos numha visom predestinada e cíclica da vida, entre outras cousas porque nom se pode demostrar nem assegurar. E nós os N-S desejamos a elevaçom do povo, o socialismo popular hierárquico, a cada qual segundo a sua valia humana (meritocracia natural), nom segundo o que tenha, nem todos iguais. Por isso procuramos ‘a modernidade técnica’ como ARMA para conseguir qualidade junto a meios materiais. Ou seja ponher o material ao serviço do humano e a qualidade. Nom cremos no retorno às cavernas nem nos ‘dianhos’ materiais, as ‘cousas’ nom som más nem boas, senom que som méios em mãos de ‘maus’ ou ‘bons’.

Esta luita contra a quantidade e o prazer material em favor do Arte, a Natureza e a Qualidade é o que concede ao Nacional-Socialismo um carácter intemporal, de luita fora do Tempo, pois mentres tenhamos um homem que combata ao dinheiro, à igualdade e a mediocridade, ao possuir e o mero prazer, e que o faga polo Povo, polo amor à diferença e a qualidade, ali haverá N.S.

Os textos da direita tratam de apresentar ao Nacional-Socialismo como um produto da mentalidade moderna, da revoluçom francesa e incluso do liberalismo. Para isso partem da mentalidade ‘tradicional’ que carece de Socialismo e amor ao Povo. E do éxito do NS em conseguir nom só umha gigantesca revoluçom da alma senom também em dar um nível de vida adequado. Isso nom lho perdoam esses reaccionários do egoísmo do EU, que nom podem apresentar nada real no seu haver, de maneira que se a cámbio tentam de denostar todo como ‘moderno’, e recluirem-se num pessimismo irreversível de elites egoístas que nom sintem nada pola dor do mundo.

E da mesma maneira que o apoio do Sistema ao comunismo e a assimetria das condenas contra o comunismo stalinista, mostram-nos a origem comúm, o ódio satânico do Sistema a qualquer mínimo sinal de NS mostra-nos o nosso carácter de revulsivo contra o signo dos tempos. Por outra banda NENHUM Nacional-Socialista aceitou comer com o Sistema, jamais, nunca pretenderom aceitar o Sistema, nem reformá-lo. Alguns N-S aceitam e oturos nom a via legal, como fixo Hitler, mas todos tenhem a certa intençom de destruir o Sistema até a raiz. Por isso os cárceres actuais estám cheias de N-S e nom de extremistas de esquerda.... nem de ‘tradicionalistas’, dessa direita que nos identifica com o comunismo, que nom se atreve a sair à rua, senom que fica em debates intelectuais de salom, e dende logo soslaiando os temas perigosos.

Os que quando nom era perigoso atreviam-se a falar de biologia ou raça, de sionismo ou revisionismo, de arte N-S e intelectuais N-S, agora calam e tratam de ‘cambiar o rumo’, declaram-se anti-racistas e refugiam-se em filosofia para quartos escuros, sem sangue nem valor, discursos de orchata no canto de lume.

A TEORIA DA ASSIMETRIA DE INDULGÊNCIA COM O COMUNISMO

Só umha vez que se tivo comprendido esta base é possível entender a tremenda assimetria de juiço que mostram tantos textos e livros, entre eles os de Alain de Benoist ou Hespérides, sobor a diferença de juiço quando se trata dum feito comunista ou um atribuido aos N-S.

A diferença é tam escandalosa, tam enorme, que fizerom pensar a muitos sobor por que um Picasso pode adicar umha obra a Stalin sem que ninguém lho lembre, como Pablo Neruda pode adicar umha poesia laudatória à bomba atómica de Stalin e tantos centos de casos semelhantes, e sem embargo ser Neruda ou Picasso santos dos altares do capitalismo, dos museus e fundaçons de multinacionais e capitalistas, os mesmos que jamais perdoaram a Leni Riefensthal o só ter dirigido umha película N-S, ou a Winifred Wagner o ter sido amiga de Hitler.
Há enchente de casos, que estám perfeitamente documentados em vários livros, desta assimetria brutal, que nom paga a pena insistir nela, todos aceitam que é assim.

A assimetria de juiço com o comunismo respeito aos fascismos, e muito mais ainda respeito ao Nacional-Socialismo, nom procurare-mos básicamente umha "comparança" premeditada, senom numha "identificaçom" dos ideais democráticos com o progressismo marxista. Dalgumha forma os demócratas e capitalistas "sentiam" os "erros" do comunismo, lamentavam nom poder apoiar essas idéias que nas suas bases eram amigas. Os liberais e demócratas viam no progressismo e materialismo marxista um aliado, que era inimigo só por vontade errénea de desviarem-se do caminho plausível. Mentres que viam no Nacional-Socialismo um movimento com o que nom se podia pactuar jamais e que tinha a firme vontade de destruir a essência mesma da mentalidade democrática e materialista. O capitalismo pactua doadamente com os ditadores que aceitam o Mercado e só reclamam orde e respeito a umhas normas ou pessoas. Mas nom podem aceitar um movimento que vaia eliminar a base materialista e desmontar o sistema de Mercado.

Era precisamente a oposiçom ao Mercado o que lhe molestava do comunismo, e em quanto cederom neste ponto puiderom ser integrados como cancinhos lambeconas.

Mas o mais lamentável destes estudos de assimetria de condea entre comunismo e N-S é que as publicaçons reaccionárias da direita dam por "aceitados" os crimes dos que se acusa ao N-S, pese a que estes nega-no, cousa que nom fam os comunistas com os seus.

É ruim olhar como os próprios intelectuais de Hespérides dam por "provados" feitos que promove a propaganda do Sistema, quando eles mesmo sufrirom na sua carne as mesmas mentiras: sabem que o sistema minte, mas nom se atrevem a reconhecer que também mintem quando acusam ao N-S de muitas cousas infundadas, e mais quando o próprio Sistema proibe a defesa ou a investigaçom desses presuntos feitos... convertindo-os em verdade de fé. Mas a direita nom se atreve a duvidar do proibido, e aceita comparar os crimes aceitados do comunismo com os nom aceitados jamais polos N-S.

Indica Benoist que o comunismo está acusado de 100 milhons de mortos e o N-S de só 6 milhons de pessoas... mas o problema nom é esse. O problema é que o comunismo aceitou que matou a 100 milhons de pessoas mas o NS jamais aceitou ter assassinado a 6 milhons. E o mais clamoroso, postos a olhar os crimes o que falta de verdade é o livro sanguinolento do capitalismo, com centos de milhons de assassinatos, de fame, de torturas, de explotaçom, de drogados, de abortos, de palestinos e árabes torturados... o genocídio massivomais brutal jamais conhecido, o dos capitalistas.

Nom, desse nom se fala se se quer comer na mão do Sistema.

Nom é que o comunismo seja pior que o fascismo, como pretende provar a direita reaccionário, senom que o comunismo e o capitalismo som os dous sistemas mais genocidas jamais vistos, mentres que o Nacional-Socialismo nega totalmente os crimes dos que se lhe acusa, e nom pode defender-se deles, pois proibe-o a lei "democrática".

Um dia terá caido o poder do dinheiro e podera-se comprovar a realidade. Mentres o único certo é que o capitalismo e o comunismo som os culpáveis de dous séculos de miséria e crimes.

STALIN E HITLER

Como já apontava-mos Stalin significou umha excepçom no comunismo, nom pola sua actuaçom brutal, que é comúm em todos os regímenes comunistas, senom polo abandono do sentido 'progressista" e a adopçom dumha conceiçom imperialista russa (sobor outras etnias eslavas e nom eslavas) que deu ao comunismo soviético.

Isto fixo que muitos dos que tratam de identificar N-S e Comunismo fixem-se neste feito e queiram estabelecer paralelismos entre a idéia imperial e respeituosa com as etnias do N-S e Hitler e o imperialismo comunista genocida de Stalin.

E incluso paralelismo entre as suas pessoas, Hitler e Stalin. Como tentar comparar a Hitler com Atila. Hitler era umha pessoa culta, artista, namorado da música, a leitura e as artes, o seu dinheiro pessoal ia adicado a montar um museu em Linz, vegetariano por amor aos animais, amava os passeios de montanha e a natureza, tinha umha conceiçom espiritual da mulher às que tratava com suma educaçom, e jamais  caiu em vício algum, nem fumava nem bebia nem tinha amantes ou actos indecentes.

Stalin era ignorante, batia nas suas mulheres, tratava brutalmente aos seus amigos à menos suspeita, nom lhe interessava em nada a arte nem a natureza, jamais ocorreuse-lhe pensar em animais senom para comé-los, nunca pintou nem se interessou pola cultura.
E a umha personalidade corresponde umha visom absolutamente diferente do mundo e a vida.
Os enormes livros que tenhem escrito para tratar de comparar Hitler e Stalin baseam-se, claro, numha visom de Hitler ditada polo sionismo, sem base real algumha. Um Hitler drogado e histérico, que disfrutava matando e que estava tolo por ver sangue judea, que só tentava ser deus e dominar sobor o mundo com violência e brutalidade. Si, é evidente que para os que crem nessa versom neurótica de Hitler, poda-se estabelecer paralelismos entre Hitler e Stalin.
Para rematar é evidente que quando Stalin pretende "nacionalizar" o comunismo enfronta-se à linha progressista do comunismo, a que pretendia seguir o signo dos tempos. Esta linha estava enchida de judeus, de maneira que Stalin arremete nas famosas purgas contra umha parte da elite judea do comunismo, o que lhe serviu ser acusado de anti-semita e comparado com Hitler.

Em realidade Stalin estavac casado cumha judea, nunca deixou de ter como responsáveis de alto nível na sua polícia a judeus e nom perseguiu "aos judeus" senom à 'conspitaçom troskista', infectada de judeus. A mania obsessiva de olhar complotes que tinha Stalin levou-lhe a exterminar à inteligência judea do comunismo que nom soubo mostrar-se pregueada totalmente à idéia imperialista comunista.

Em Hitler o sentimento contra os judeus basea-se na sua ideia de expulsá-los de Germânia, esta é a sua decisom absoluta, deseja a sua marcha, por considerar o seu Arquétipo vivencial e cultural absolutamente contrário ao germânico.  Nom tem nada a ver pois com a visom de Stalin.

Basta ler o livro de Kubicek e umha biografia de Stalin e pode-se olhar como som pessoas som nom só diferentes, senom absolutamente incompatíveis. Hitler é sensível e artista, Stalin brutal e absolutamente desentendido da arte e a cultura.

Quem conheça a personalidade de Hitler nom pode menos que rir quando olha que se adicam livros de mil páginas a comparar um borracho grosseiro cum wagneriano artista.

NOLTE: O NACIONAL-SOCIALISMO COMO ANTI-COMUNISMO

Cre-mos que umha das bases da péssima comprensom do Nacional-Socialismo vem da teoria de Ernst Nolte sobor a sua base essencial anti-comunista

É evidente que os anos 20 e 30 o comunismo foi um perigo realmente abrumador, a barbárie que extenderom nos países que dominavam foi aterradora, milhons de mortos, matanças massivas, torturas e umha onda de menosprezo total por todo o espiritual. Pensemos que muito antes de que Hitler chega-se ao poder o comunismo já tinha exterminado a centos de milheiros de campesinhos russos, arrasara Ukrania e torturado a milheiros de sacerdotes. Os seus mandos eram massivamente judeus, e os seus chamamentos ao domínio absoluto nom eram segredo nenhum. Mentres isso acontecia, o capitalismo, que levara a milhons de pessoas à fame e a miséria, sem seguridade social, fazendo trabalhar às crianças e com despido livre, manteria baixo a máscara democrática mas em plena crise. As chamadas "democracias" estavam a cambalear, podridas, decadentes... nesse momento todo semelhava predizer que o grande perigo era o comunismo.

Por isso falou-se muito do N-S como umha reacçom contra o comunismo, como se essa fosse a sua essência básica. De aí sai umha visom maniqueísta: comunismo e N-S como duas caras do mesmo, dumha tolémia colectiva dos anos 20 e 30, como umha "mesma cousa", cara e cruz do mesmo.

Esta é umha visom para a direita e o capitalismo: duas tolémias de extremistas e violentos que agocham assim ao verdadeiro culpável: o capitalismo.

A realidade é bem distinta. Hitler nom inícia a sua revoluçom para ir contra o comunismo. Leed Kubicek outra vez. Hitler o que olha é umha sociedade decadente, corrupta, que esplora à gente, que esqueceu o espiritual e a arte, olha aos banqueiros sem escrúpulos, ódia os negócios e esse estilo de comerciante obsessionado, o comunismo nom lhe obsessiona senom como sublimaçom do próprio materialismo economicista.

Schopenhauer, Wagner, Nietszche, o romanticismo, Gobineau, Bernard Shaw, toda a base dumha conceiçom do mundo quere-no reduzir a um mero anti-comunismo, como se fosse-mos assustados pequenos burgueses.

Só depois, mais tarde, deve-se enfrontar com o perigo comunista, e logra atrair a suas mocidades às SA. Muitos N-S forom comunistas, nenhum foi banqueiro ou financeiro.

Para o Sistema, como para os direitistas, é muito cómodo essa visom dum "fascismo" convertido em matom da direita, na mera reacçom contra a brutalidade de Stalin, do sua mesma ralé ainda que em direcçom contrária. E polo tanto essa forma de apresentar  ao N-S puxo-se de moda, é a forma de ignorar a sua luita contra o Signo dos Tempos, eliminar a sua essência real, umha Cosmovisom absolutamente distinta do homem e a Natureza.

Dende logo muitas personagens da direita passarom-se aos fascismos, sobretudo umha vez já conquerido o poder, por motivo do anti-comunismo, mas isso nom foi a base do N-S senom mais bem o seu lastre.

EM QUE TEMOS SEMELHANÇA?: EM NADA!

A realidade é que nem Hitler parece-se em nada a qualquer líder comunista, nem o N-S tem semelhança em nada ao comunismo. Gorbachov fixo-se capitalista, Hess nom. Do comunismo pode-se ir ao progressismo "democrático". Do N-S nom há caminho cara o Sistema.

Botemos umha olhada aos pontos que normalmente empregam as direitas para tratar de identificar o comunismo e o N-S:

- “A palavra clave com a que som identificados é ‘totalitarismo’”.

Dim-nos que comunismo e NS som "totalitários", querem abranguir todos os aspeitos da vida, e oponhem a isso o "liberalismo", sendo lamentável, pois nom há nada mais totalitário que o capitalismo, todo converte-o em Mercado, em Dinheiro, todo está baixo o poder da usura... e chamam-nos totalitários aos demais.

Todo Sistema é totalitário, pois todos baseam-se numha conceiçom do mundo que alumea todo aspeito. O materialismo progressista nom deixa nada fora do seu controlo, e dende logo umha revoluçom socialista e espiritual tampouco ia deixar sítio para a decadência


As democracias tenhem leis que proibem aos grupos nom "democráticos", leis de protecçom da democracia, leis que obrigam a que as associaçons rejam-se por sistemas democráticos, leis proibindo pensamentos sobor raças ou história "incorrectos", leis que proibem qualquer cousa que seja molesta ao Sistema, mas, ademais das leis, todo o poder da prensa e TV esmaga a qualqueira que nom seja "correcto" chamando-lhe criminal e terrorista, atacando as poucas livrarias nom correctas e criando todo tipo de perseguiçons.


- “Ambo-los dous som partidários da violência para chegar ao poder”

É curioso: Os primeiros "demócratas" chegarom ao poder por um golpe sanguinolento chamado Revoluçom Francesa. Os comunistas por um golpe mais sanguinolento em Москва... os N-S por eleiçons populares em Alemanha. Pese a isso seguem com a propaganda da violência N-S.

Nos 6 anos de governo N-S em Alemanha em paz quase nom houvo execuçons, pouquísimas, dende logo muitas menos que nos 6 primeiros anos de comunismo ou "democracia". Hoje em dia todos os N-S sérios apoiam essa mesma idéia de liberdade dentro dumha Ética, e nom umha ditadura estrita.
- “Tratar de imponher umha ditadura”

O comunismo fechou fronteiras durante 60 anos. Na Alemanha podia-se ir um do país sem problemas dende o primeiro dia de governo.

As leis N-S sobor liberdades nom som distintas às leis democráticas contra os anti-demócratas. Colhede a Lei de Defesa da Constituçom da actual Alemanha e cambiade onde di "defender a democracia" por "defender o N-S" e teremos o mesmo espírito que havia no N-S.

Por outra banda haviam muitas tendências dentro da Germânia N-S, cumha liberdade de acçom muito maior que no comunismo. Nom houvo na Germânia purgas nem umha uni-direcçom absoluta. A gente podia-se mover e trasladar-se sem permisos nem lios, e dende logo nada a ver com o sistema comunista no controlo absoluto da individualidade.

Em 6 anos de paz só houvo umha purga interna, contra o complote de Rohm, muito reduzida e concreta, fora disso nom houvo detençons massivas nem campos nem deportaçons de povoaçons, etc como houvo no comunismo durante anos de paz.

Nunca se produzo no N-S em paz juiços massivos como os de Stalin, dezenas de milheiros de comunistas executados logo de confessar baixo tortura e juiços incríveis. Todo isso em época de paz.

- “Estado policial”

A Gestapo tinha uns 7.000 membros. A GPU uns 350.000 membros. Nunca a Germânia N-S montou umha polícia abrumadora e onipresente, tivo sempre efetivos reduzidos. Nunca forom montadas organizaçons de espias de bairro ou sistemas de delaçom massivos, como montou oficialmente o comunismo.

Nunca Hitler mandou matons a matar a dissidentes do estrangeiro, nunca se derom casos como o de Trotsky, entre outros centos, como fixo o comunismo.

De 1900 delegados no 17º Congresso do KPSS em Москва, só 39 sobreviverom às purgas da polícia política!. Isso é impensável no N-S.

- “O ódio de classe corresponde ao ódio de raças”

Mas é que o N-S jamais fomentou o ódio às demais raças, se exceptua-mos ao tema judeu que é um tema especial. Como já demostramos neste mesmo blogger é absolutamente falso que o N-S fomente o ódio a pretos ou asiáticos, por exemplo. Nom é assim, senom polo contrário fomenta o amor e respeito à identidade de cada povo, a sua diferença, no seu entorno. Jamais o N-S propuxo umha "ditadura do ariano" similar à "ditadura do proletariado". O N-S queria umha Germânia para os Germanos, e um Congo para os congoleses, amigos, respeitados e incluso colaborando e ajudando-se.

E no tema judeu, onde sim há umha certa realidade sobor o enfrontamento entre N-S e judaismo em geral, temos que constatar dous temas:

- O ódio de classe é a base do comunismo, mentres que o tema judeu é absolutamente secundário no N-S. O N-S pode existir e desenrolar a sua cosmovisom do mundo sem necessitar para nada o tema judeu.

- Realmente o N-S nom devia enfrontar-se ao povo judeu, senom contra umha parte desse povo, umha parte arquetípica. Foi evidentemente um erro geralizar esse sentimento de aborrecimento mútuo (essa mesma parte dos judeus mostrou a sua agressividade total contra o N-S ao mesmo tempo, foi mais bem um 'ódio a primeira olhada") a todos os judeus polo mero feito de sé-lo, isso é um erro que ademais nom tem lógica dentro da visom ideológica N-S.

Numha palavra, o ódio e luita de classes é a base do marxismo, mentres que no N-S nom há nada de luita ou ódio ou rejeite contra outras raças fora do tema judeu, que deve ler-se numha clave nom racial realmente: foi um rejeite à grande concentraçom de judeus no comunismo e na finança capitalista, nom por um motivo racial em si. E se foi assimilado foi por umha simplificaçom errónea e em todo caso em modo algum básica na ideologia N-S.

O que é seguro é que JAMAIS o N-S chegou a promocionar tanto o ódio ao judeu como faze o sistema agora com o ódio ao N-S! Hoje em dia o sistema promociona e financia mil vezes mais um ódio e mentira contra o N-S.

- “Ambo-los dous som responsáveis de milhons de mortos e campos de concentraçom”

O comunismo aceitou que cometeu esses crimes, atoparom-se os documentos sobor as ordes para a sua execuçom, estám as actas assinadas e a documentaçom da polícia política sobor elas. Os comunistas que os cometerom reconhecero-no eos líderes ex soviéticos aceitarom eses crimes. No NS nada disso aconteceu.

Os dirigente N-S negarom totalmente te-los cometido, nunca aceitarom nem sequer os mandos N-S de segunda orde, nem os N-S actuais que falarom com os superviventes de entom. Há toda umha rama de historiadores que o nega, ainda que para isso tenham que ir a prisom, perder o trabalho e ser empestados.

Nom há nem um só documento ordeando matar massivamente a ninguem nem de construis câmeras de gas ou executar doutra maneira massivamente a pessoas pola sua pertença racial. Nom se atopou nunca essas ordes nem a primer nível nem a nível inferior. Sim há constância de deportar e de trasladar a campos a pessoas pola sua raça, mas nom de eliminá-las fisicamente por este motivo. É mais, há ordes claras de nom fazé-lo e de que iam trabalhar para o esforço de guerra, e logo ser instaladas fora de Germânia, umha vez rematada a guerra. Isto é um delito de Genocídio segundo a lei actual, mas nom tem nada a ver com assassinar.

No estado espanhol e muitos outros estados a polícia política impuxo censura neste tema e persegue penalmente a quenes tratam de apresentar provas destes temas...

Conclusom: nom se pode afirmar nada científica e históricamente pois ao estar proibido nom há liberdade de expressom neste tema. Mas evidentemente nom está claro por qué é proibido investigar... De que tenhem medo?


O mais importante sem embargo é: A democracia capitalista é culpável de muitísimos mais crimes e genocídios que o comunismo. De fame, de opressom, de trabalhos inumanos e de abortos, de guerras coloniais e misérias do capitalismo morrerom assassinados muitísimas mais pessoas que incluso do comunismo.

O ÚNICO INIMIGO: O CAPITALISMO MUNDIALISTA

Já nom é o comunismo, e polo tanto a direita reacionária já nom dissimula a sua raíz burguesa e anti-nazista.


Criou umha bendiçom, que nom haxa já comunismo, quitamo-nos de acima aos simpatizantes reaccionários e cobardes.

Há ainda gente que segue com denúncias ao comunismo... nom conseguirom ainda superar o trauma. Já nom há comunismo, é um espelhismo do que fica. Castro vive do turismo sexual e as multinacionais do ócio, prostituçom e luxo das suas praias caribenhas.

China é parte completa do Mercado. Olhade as declaraçons de Hong Ying, chinesa e escritora demócrata que luitou em Tiananmen e escreveu umha novela "Veram de Traiçom" sobor a repressom comunista (Plaza&amp, Janes 1997):

"Cada vez entristece-me mais olhar como os oficiais chinenes, os novos ricos, incluso os intelectuais, voltarom-se tam cómodos com o mau chamado "milagre económico" que se uniu ao patriotismo. Já ninguem se lembra de Tiananmen, como se nunca tivera ocorrido, ademais de serem um tabu oficial que ninguem pode nem mencionar" (caralho!, aqui temos outro Tabu... o chamado revisionismo do holocausto judeu... todos tentam agochar cousas a base de tabús).

"Os oficiais e os intelectuais chineses estám totalmente satisfeitos com o seu status, som capazes de aceitar qualquer ditador que lhes permita ganhar dinheiro, e por isso nenhum escrito chinês quer escrever de Tiananmen"

Já só importa a mam de obra barata chinesa para fabricar a baixo custe trastes para os consumidores ocidentais e americanos, o regime comunista chinês é agora um empresário que pode suministrar mam de obra barata.

O inimigo está claro agora: o capitalismo. Por isso a direita burguesa e reacionária nom é mais que umha parte desse inimigo. Nom há mais que dous eidos: por ou contra o Mercado e o Sistema, a máscara hipócrita do capitalismo

Exemplo de manipulaçom por parte da direita reacionária nacionalista espanhola. O jornalista Eduardo García Serrano (filho do falangista Rafael García Serrano) escumei-a bile ao conhecer a absolviçom de dous camaradas catalans. A manipulaçom mítica consiste em inventar ou engadir.

Neste caso Garcia Serrano inventa e engade que os alemans som seres superiores e textos referidos ao movimento Ku Klux Klan, querendo fazer ver aos telespectadores que os camaradas ou o próprio Nacional-Socialismo defende esses postulados.

Concordamos na negaçom do holocausto e na proibiçom de matrimónios multirraciais.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Coreia do Norte dende a óptica NS



E bem sabido que na 2GM houvo gente doutras raças que apoiarom à Germânia NS. Concretamente o Batalhom 43 da Wehrmacht que estava formado por orientais de diferentes etnias. E já que falamos de Coreia do Norte, temos que sinalar que os coreanos junto com os japoneses forom os mais fieis e leais do batalhom, devido ao código bushido e a sua religiom.

Tropas de origem asiático estudando o terreo baixo supervisom de oficiais germanos

"O curioso do caso, é a hipocresía dos comunistas europeus, que jamais aceitariam nada semelhante em Europa ao que é a RDPC"

Imos-vos pedir que imaginem umha Europa ou Gallaecia à imagem e semelhança da Coreia: soberana e autárquica, fondamente tradicionalista e de raigame religioso confucianista-chamanista (no nosso pagano-cristiam), uso e fomento da energia nuclear (limpa), poder herditário (nom nepotista), militarizaçom social e forte hierarquia de poder, mantimento de grandes áreas des-industrializadas, culto á raça ("danil minjok" - "um único sangue"), orgulho racial e pureza ("a raça mais limpa" um dos seus lemas), umha bio-política ativa (banco genético, fomento da natalidade) , proibiçom de fluxos migratórios, valores arcaicos orientais mongólido-japo-jōmom de: disciplina, austeridade, marcialidade, patriotismo, ritualidade (no nosso caso ariano-medievais: culto ao sol, patriarcado, eugenismo, aristocrácia), proibiçom das drogas, e um longo etcétera.

Alguém está pola laboura? Aquí os comunistas por normal geral, prefirem os contrários, respectivamente: internacionalismo, multiculturalidade e diversidade, ateísmo e gili-progressismo, pacifismo e des-nuclearizaçom, anti-militarizaçom e igualdade, urbanizaçom e modernizaçom, xenofilia, masoquismo racial, vergonha do passado europeu e galaico, despreço da identidade étnica e racial própria, aussência de vontade de poder e de destino, amor polo estrangeiro e a mestiçagem, abortismo, pro legalizaçom de drogas e valores pos-modernos ( nihilismo, egotismo, etc).

A hipócrita escusa é que os norte-coreanos tenhem "umha cultura diferente da nossa e é inaplicável em Europa" ou que "estám noutra situaçom". O caralho! Nós também tivemos sempre umha cultura muito similar nos pontos que expusemos, e regímenes assim, mas é bem sabido que Europa perdeu a sua identidade muito antes do que Oriente. De facto, um dos factores que ajudou nesta auto-destrucçom europeia foi o comunismo. Pois como vimos demostrando o comunismo em Europa nom tem nada a ver com o "comunismo" coreano. O comunismo norte-coreano é um revestimento de símbolos, umha máscara tra-la que se manifesta o ser antergo coreano. Pola contra, em Europa, o comunismo foi mais bem um jugo asiático, dirigido por elites nom-europeias, fondamente alheio ao ser antergo indo-europeu.

Por isso fracassou em Europa, mentres que polo carácter coleitivista, trabalhista e impersonal dos orientais, um sistema pseudo-comunista adaptado é compatível com o ser essencial mongoloide.

Tambén é de destacar que Coreia do Norte carece de Banco Central da rede Rothschild (os poucos estados que também careciam deel, forom destruidos nos derradeiros anos: Afganistám, Iraque, Líbia; algo muito raro de ver no comunismo judeo-europeu, que sempre protegiu a banca central dependente da finança internacional, caso por exemplo da URSS. Pola contra, a retirada do Banco Central Rothschild por Germânia nos anos 30 foi o motivo da 2GM, na que os bloques integrados em dita rede mundial, o capitalista e o comunista, alianarom-se na sua defesa. Em verbas de W. Churchill, a guerra liberou-se porque "Alemanha convertira-se numha ameaça à economia mundial", e que mesmas verbas dixo Sarkozy respeito a Líbia.


O homossexualismo é un rasgo típico da degeneraçom ocidental, já na sua vertente liberal-capitalista como denunciou o próprio Stalinismo ou o Castrismo, assim como na vertente troskt-comunista.

Este fenómeno nom existe na Coreia do Norte, nem em geral na Península da Coreia, ainda que, como denunciou a RDPC, na Coreia do Sul esta-se a começar a promover a homossexualidade, junto com o protestantismo e a imigraçom. Coreia do Norte NOM reconhece como válidos matrimónios entre pessoas do mesmo sexo. Nom há lar para mostras públicas de homossexualidade, nem para locais gais nem movimentos activistas gais.

Mas a homossexualidade nom só está alá socialmente condeada em base a princípios morais-religiosos, senom também a princípios SOCIALISTAS, pois a possessom dumha pessoa por outra do seu mesmo sexo, ao ser umha relaçom que nom produzirá filhos para a comunidade, está considerada como "propriedade privada dum médio de producçom" que é a definiçom do capitalismo.

Os comunistas europeus fazem pressom para que Coreia do Norte cámbie a percepçom da homossexalidade, mas o certo é que, mais aló da urbanizada capital (Pyongyang), obrigada a ter contato com o mundo exterior, no rural norte-coreano nom há lar para estes temas burgueses, pois um comunicado do seu governo definiu como "rejeitado pola RDPC polo seu consumismo, classismo e promiscuidade, que definem a cultura homossexualista ocidental". Em Pyongyang a RDPC afirmou que considerava à homossexualidade como "um rasgo genético que ia na contra da armonia social".

E o mesmo opinam doutras "desviaçons burguesas", Coreia do Norte é outro desses sítios nos que rapam aos punkies e travestis.  Como dize um capitam norte-coreano da Marinha na sua obra "Tormenta de neve em Pyongyang": "Este é o território da nossa república, onde a gente disfruta de vidas acordes ao ser humano. Neste cham, nenhuma actividade dessa classe será tolerada."

Coreia do Norte luita contra o narcotráfico com duras sançons como a pena de morte a aqueles que possuam ou trafiquem com qualquer tipo de droga. Nas ciudades principais da Coreia do Norte, estám colgados a pé da rua, decretos para que todos os habitantes poidam ler. Entre eles, atopam-se as medidas contra o narcotráfico. Neste decreto especificam-se obrigas de como: "avisar aos guardas oficiais no caso de descobrir um movimiento suspeitoso que tenha a ver com o narcotráfico". Penas a todos aqueles e ao seu entorno que possuam droga,

Também a aussência do accesso ao Internete é justificado polo RDPC como umha maneira de proteger ao povo de conteúdos inadequados para o próprio consumo de drogas. Na RDPC proibem as drogas porque: som contra-revolucionárias, destruem o proletariado convertendo-os em vagos, hedonistas e individualistas.

Coreanos aliados da Germânia NS, caturados polo bando aliado

Há que sinalar também, que as relaçons que tinha Coreia do Norte com a URSS e o seu falso socialismo, esse comunismo que protegia a banca central dependente da finança internacional, tivo consequências catastróficas para os norte-coreanos. Entre os anos 1995 e 1996 logo do colapso do Império Soviético desatou-se umha grande carestia que matou de fame ao 10% da povoaçom do estado, uns 2 milhons de habitantes, na sua maioria crianças e ancians.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Que é o Socialismo Suevo?



"É o povo dos suevos o mais populoso e guerreiro de toda a Germânia. Dize-se que tem cem divisons, cada umha das quais contribui cada ano com mil soldados para a guerra. Os demais ficam na casa a trabalhar para si e os ausentes. Ao ano seguinte alternam; vam estes à guerra, ficando os outros na casa. Desta sorte nom se interrompe a lavrança e está suprida a milícia. Mas nenhum deles posui aparte terreo próprio, nem pode morar mais dum ano no seu sítio; o seu sustento nom é tanto de pam como de leite e carne, e som muito levados à caça. (...) Admitem aos mercaderes, mais por ter a quem vender os despojos da guerra, que por desejo de comprar-lhes nada. Tampouco som servidos de bestas de carga trazidas de fora, ao revés dos galos, que estima-nas muitísimo e mercam muito caras, senom que as suas nascidas e criadas no país, ainda que da má traça e catadura, com o cansaço diário faze-nas de suma resistência. (...) Nom permitem a introduçom do vinho, por julgar que com ele fazem-se aos homens regalons, afeminados e inimigos do trabalho. Tem pola maior glória do Estado o que todos os seus arrabaldes por muitas botas-léguas estejam despovoados, como em prova de que grande número de cidades nom puiderom resistir a sua fúria. E ainda asseguram que por umha banda dos suevos nom se vem senom páramos no espaço de seis-centas milhas."

Do belo Gallico, Julius Caesar

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Mais do nosso Socialismo

Quais forom as conquistas do Nacional-Socialismo na área de política social, além da eliminaçom do desemprego?

Em primeiro lar ele eliminou a luita de classes, deu ao termo Socialismo um novo conteúdo e substituiu palavras e promessas por acçons.

E por isso que mesmo ele é combatido até hoje. Tentam confundir as pessoas em torno da questom racial demonizando-a, desviando as atençons deste evento único na história, onde um grande povo procurou eliminar duas parasitas: a luita de classes e a escravizaçom dos juros.

A 2 de maio de 1933, o NSBO (Nationalsozialistische Betriebszellenorganisation = Organizaçom Nacional-Socialista das câmaras trabalhistas) assume os sindicatos. A 3 de maio de 1933, a Fronte de Trabalho Germano ocupa o lugar dos sindicatos, umha grande fronte unida de todas as forças produtivas germanas, a primeira e maior organizaçom do mundo, onde empregador e empregado forom incorporados numha unidade trabalhista comunitária.


"Esta empresa está unida à Fronte de Trabalho Germana"

Após meses de intenso trabalho, é aprovado a 20 de janeiro de 1934 a Lei para regulamentaçom do trabalho nacional, a base para criaçom dumha política social Nacional-Socialista, sem contrapartida em qualquer lar do mundo. Pela primeira vez, os termos “honra social” e “utilidade pública” (soziale Ehre e Gemeinnutz) forom fixados por meio de lei. Ele baseava-se nos três pilares Nacional-Socialistas: princípio da liderança, uso comunitário e honra.

A lei tinha sete subdivisons, onde as cinco mais importantes som:

- Líder do Conselho da fábrica e da confiança mútua
- Representante trabalhista do Reich
- Regulamentaçom trabalhista e tarifária
- Justiça da honra social
- Proteçom contra demissom

Com a promulgaçom destas diretrizes, o trabalhador germano daquela época conquistou:

1. Justiça

Anteriormente, as relaçons trabalhistas estavam submetidas aos chamados “livres” contratos de trabalho e ao regateio do sindicato e associaçons do trabalho.

Com a lei, acima das livres decisons do diretor da fábrica está o poder do Estado, que através do Representante trabalhista do Reich pode fiscalizar se justiça e uso público prevalecem ante despotismo e interesse pessoal.

2. Eliminaçom da exploraçom

Anteriormente, o abuso de poder por parte do empresário, exploraçom perversa da força produtiva e condiçons insalubres, eram combatidas através do longo caminho da acçom judicial particular, que nom estava ao alcance da maioria dos trabalhadores alemans.

Com a lei, os Representantes trabalhistas do Reich faziam como procuradores do Estado para dirimir problemas também relacionados quanto à honra social. Um diretor que abusa na empresa de sua posiçom sobor os empregados ou viola a honra destes, coloca-se sobor as penas do tribunal social da honra (Ehrengericht). Casos particularmente mais graves podem destituir o diretor de sua funçom na empresa. Umha vez imposta a lei, culminou em 1935 na absolviçom de somente 4 casos dentre os 156 processos de honra social.

3. fim da pressom sobre o salário

Obrigaçons e benefícios nom som mais negociados agora no contrato de trabalho entre associaçons de classe em luita e conformados segundo a relaçom de força entre as partes, mas sim de forma razoável, onde o Representante trabalhista do Reich promove como órgao estatal a remuneraçom justa dos trabalhadores. Caso seja exigida a proteçom do empregado, ele estipula condiçons mínimas trabalhistas para regulamentaçom das condiçons de trabalho, que nom podem ser ignoradas. Peritos juramentados som convocados. Um diretor que nom cumpre as condiçons mínimas fica sujeito às penalidades jurídicas. Os colaboradores podem exigir a qualquer momento o pagamento da diferença entre remuneraçom paga e o mínimo estipulado. Umha renúncia à remuneraçom mínima, por princípio, nom tem efeito.

4. Pagamento do salário em caso de incapacidade

Anteriormente, em casos de doença ou acidente de trabalho, o pagamento ao trabalhador era raramente feito além dos primeiros três dias.
Com a nova lei, a continuaçom do pagamento continuava na maioria dos casos. Perto de 25% dos casos, já existia em 1937 até o pagamento de auxílio aos dependentes em caso de morte do empregado.

5. Proteçom contra demissons

Grande esforço para manter o lugar de trabalho através de longos prazos de demissom. Até 1933, os trabalhadores tinham um prazo de 1 dia, em casos especiais, umha semana. Após 1933, em inúmero casos o prazo era de 2,3,4 e 6 semanas, até o fechamento do trimestre e no caso de longas relaçons trabalhistas, prazo de demissom de três meses.

6. Dentro do possível, supressom da demissom em massa

O Representante trabalhista do Reich tem poder procurador para alterar o prazo de demissom. Dentro deste prazo, as demissons só poderão ocorrer com a permissom do Representante trabalhista. Com isso o colaborador tem umha ampla proteçom diante de fechamentos.

7. Proteçons extras para os trabalhadores germanos

Anteriormente existia a exploraçom desmedida e o despotismo nas regras para remuneraçom. Após a lei, fixaçom da remuneraçom através do Representante trabalhista do Reich. Mais de 400 classes salariais. Os Representantes especialistas fixam umha justa remuneraçom do trabalhador nacional.

8. Regulamentaçom das férias

Anteriormente: as férias do trabalhador eram totalmente ignoradas. Em contrapartida, desde 1934, em toda relaçom trabalhista as férias som consideradas. O prazo de direito às férias foi do anterior um ano, ou mais, reduzido em seis meses.

9. Gratificaçons de Nadal, ajuda de férias e outros

Antes: o comum somente para funcionários mais graduados
Após a lei: em muitas empresas, introduzido também para todos os colaboradores da empresa.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A propriedade privada no N-S

Quando o comunismo demostrou até a saciedade que a eliminaçom de tudo conceito de propriedad privada leva ao mais absoluto desastre, nom só ,nem principalmente, económico, senom social e comunitário, rematando nom só numha tirania brutal senom numha esterilizaçom completa do deserolo pessoal, temos o problema de crerno-nos a concepçom democrática da propriedade, que na sua definiçom oficial da Declaraçom de Direitos Humanos o artigo 17 dize "A propriedade como um direito inviolável e sagrado só pode ser anulada quando umha necesidade pública, que está comprovada legalmente, exige isto expresamente, e só baixo condiçom dumha indemnizaçom ajeitada".

Desgraçadamente é mais comúm entender a nossaa oposiçom ao sistema comunista sem propriedade que ser conscientes até que ponto estamos longe do sistema de propriedade actual. E isso é assim porque no sistema social-demócrata os conceitos som pura hipocrisia, e o de propriedade nom escapa dessa norma. Ainda que a democracia aceita e define a primacia do bem público sobre a propriedade, isto é umha pura mentira, umha mais da grande Mentira que é a base mesma das democracias.

Por isso mais que ponermo-nos a discutir sobre conceitos, é melhor exponher exemplos claros de aplicaçom dos princípios Nacional-Socialistas fronte ao sistema de propriedade capitalista.
Para isso há que entender as bases fundamentais que nos separam totalmente do sistema da propriedade democrática:

1- Moralizar o conceito de Propriedade. Lógicamente na democracia nom há sentido ético, senom só umha visom legalista da Propriedade. A propriedade democrática é froito dum código legal, legislado por Partidos em mãos da finança, do que sai, por exemplo, que o novo Código Penal democrático tenha despenalizado a Usura! Para o Nacional-Socialismo o sentido ético que deve ligar-se à Propriedade está por cima de qualquer consideraçom legalista. Um especulador ainda que trate de soslaiar a ilegalidade poderá pois ser detido e requisados os seus bens.

2- Exigência de Responsabilidade e eliminaçom do anonimato. A sociedade anónima deve desaparescer de maneira radical. Tuda essa legislaçom que favorez a criaçom de empresas intermédias, paraisos fiscais, ocultaçom da real propriedade, dês-responsabilizaçom do accionariado, etc... deve ser radicalmente liquidada.
3- Aboliçom das ganháncias obtidas sem trabalho ou esforço. Só o trabalho e o esforço realizado a favor da Comunidade tem recompensa. Polo tanto nom há lar ao interese do Capital (fora de compensar a inflaçom e recompensar o aforro), nem para a especulaçom. A Bolsa, por exemplo, nom é outra cousa que um Casino. Tuda ganháncia especulativa é ilegal.

4- Imposiçom dum equilíbrio entre trabalho, esforço ou inventiva e rendemento. Nom se poderia aceitar soldos de mil milhons ao ano, como se dam agora. Ninguém pode trabalhar ou esforçar-se nem ter valor por 100 obreiros, polo tanto o soldo ou o rendimento maior nom pode superar 100 vezes o soldo dum trabalhador. Na democracia o benefício só depende da especulaçom da oferta-demanda, sem limitaçons lógicas nem relaçom com o esforço ou o benefício social realizado.

5- Nacionalizaçom da Finança e dos meios de influência política. Tudo elemento do Mercado actual que influa políticamente, por exemplo os meios de difusom, devem sair do ámbito meramente mercantil e passar a ser controlados popularmente.

6- Primacia do Bem comúm. Este ponto, que na teoria também é contemplado pela democracia, nom tem na realidade actual aplicaçom algumha. Ponhamos por exemplo o feito que actualmente na nossa terra permitem-se sociedades com sedes em paraisos fiscais opacos. Muitos Bancos do estado espanhol e português tenhem sucursais nas Ilhas Caimám ou muitas navieiras matriculam em países exóticos para pagar muito menos. Muitos profisionais tomam residência em Mónaco ou Andorra. Para o N-S tuda pessoa que tenha algo que ver com este tipo de actividades devese-lhe considerar umha estafadora convicta, e em tudo caso deve ser ela a que justifique que essa relaçom nom é producto dum intento especulativo ou de opacidade. As empresas do estado español e português deviam ter proibido relaçons com estes ambentes especulativos.

7- Consideraçom especial para a Terra. Na democracia a terra é só um bem mais, tam exposto a especulaçons ou actividades mercantis como poida ser um motor ou umha camisa. Para o N-S a terra é um património sagrado da Naçom, que só pode ser propriedade em tanto seja residência e maneira de vida da família labrega. As empresas especulativas em terra devem desaparescer. A terra só pode tratar-se no entorno da sua consideraçom como ámbito de vida popular, nom como um mero meio de producçom.

8- Ainda que se fomenta a propriedade corporativa, nom se descarta a propriedade privada do empresário com inventiva e esforço, sempre que a sua acçom atenha-se às normas anteriores. Nom nos oponhemos a umhas ganháncias amplas do empresário que arrisca numha ideia e num esforço, cremos na justa recompensa a essa inventiva e esse esforço. Nom fomentamos em absoluto o ódio de classes nem a mania a que ganhara legal e justamente a sua fortuna. Oponhemo-nos ao rancor marxista. E oponhemo-nos a essa política classista que tenta proteger ao mau obreiro e ao empregado vago e irresponsável. O N-S é o movimento da gente honrada, sejam proprietários ou nom.

Nom som temas superficiais, som a base para umha concepçom absolutamente distinta da propriedade, e para a radical destrucçom do poder financieiro e a supremacia do Mercado fronte à Naçom.
Mas o mais importante é que estes pontos JÁ se levarom a bom porto baixo o N-S germano.

O governo N-S eliminou as acçons anónimas e as convirtiu em meras Obrigaçons (participaçom monetária mas sem direitos de propriedade), exigindo que cada empresa tivera proprietários concretos, conhecidos e responsábeis ante um Tribunal de Honra Social (por isso os Tribunais de Honra estám proibidos agora pela Constituçom do estado espanhol e português... nom há Honra na democracia).

Nacionalizarom-se tudas as empresas financieiras e monopolistas, e tudas as empresas ficarom baixo controlo de representantes do Estado. Nom baixo a sua direcçom, se nom baixo o seu control.
Criarom-se leis que permitiam a expropiaçom sem compensaçom no caso de que umha empresa ou propriedade usara-se em actividades especulativas o contrárias ao bem comúm.
A terra só podia ser propriedade do que la trabalha-se, e anularom-se tudas as empresas que tinham terras como propriedade mercantil.

Para poner um exemplo mais concreto, o Ponto 7 do Partido NSDAP: "Proponhemos a criaçom dumha lei para a expropiaçom gratuita de terras para fins de bem comúm, a aboliçom do interese agrário e imposibilitar tuda especulaçom com a terra", e a declaraçom que sobre este ponto fiço o próprio Adolf Hitler em 1928, que mostra a diferência entre o N-S e o comunismo: "Como o NSDAP ubica-se no terreo da propriedade privada, resulta claro que a frase expropriaçom gratuita do Ponto 17 do NSDAP refire-se só à criaçom de posibilidades legais para expropriar ,se fosse necesário, a terra que tenha sido adquirida ilegalmente , por especulaçom, ou que nom é administrada conforme aos pontos de vista do benefício popular. Isto dirige-se especialmente contra as sociedades especuladoras em bens raizes".

O N-S nom procura quitar à família labrega a sua terra, como faz o brutal comunismo, senom dar a terra aos labregos e quitar-lha aos financieiros que nom vivem nela nem a trabalham. Fronte ao comunismo e a democracia, o Nacional-Socialismo tem o verdadeiro conceito Socialista e Popular da Propriedade. Por isso somos odiados pelos usureiros.