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sábado, 20 de julho de 2013
Os computadores nascerom na Germânia N-S
Sabia-mos que os mísseis, os foguetes intercontinentais, os avions a reaçom, o cinema em cor, a televisom, a "fanta" e muitísimos outros avanços tecnológicos desenrolarom-se na Germânia durante os anos trinta e quarenta. Mas a listagem semelha nom ter fim. Agora tocou-lhe o turno aos computadores. Tradicionalmente, na maioria dos textos de informática dixo-se-nos que o primeiro computadore da História, entendendo como computador umha máquina electrónica capaz de processar informaçom a través dumha programaçom que é executada por uns circuitos lógicos, era o ENIAC criado no 1946 polos americanos John Mauckly e J. Eckert. Sem embargo na Conferência Internacional da História da Computaçom festejada do 14 ao 18 de Agosto de 1998, discutiu-se sobor este aspeito e tras ser revisado por vários científicos, quase com unanimidade, declarou-se que Konrad Zuse (1910-1995) foi verdadeiramente quem desenrolou e levou à prática os postulados nos que hoje em dia basea-se a arquitetura dos computadores actuais.
Konrad Zuse primeiramente aplicou as suas idéis numha máquina programável feita com láminas metálicas que denominou Z1 entre 1936 e 1938 e posteriormente evolucionou este modelo primitivo que, polas suas características internas, nom pode ser considerado coma um computador, cara um modelo fabricado no 1941 chamado Z3. O Z3 estava fabricado com relés e estava composto por umha unidade de controlo, umha unidade aritmética, unidade de entrada/saída, memória direcionável, e um processadore que trabalhva em binário com coma flutuante. O Z3 foi apresentado na comunidade científica germana em Berlín o 12 de Maio de 1941 e a sau apresentaçom foi um éxito. Esta máquina pode ser sem discussom algumha considerada como o primeiro computador do mundo, por ter umha arquitetura que cumpre com os postulados que em 1946 John Von Neumann estabeleceu e que serviu de modelo para a construcçom dos caomputadores desde entóm.
O problema que tivo Konrad Zuse nom foi outro que o desenrolar ditas máquinas durante a 2ª Guerra Mundial. Todos os modelos que tinha construidos (Z1,Z2,Z3 e Z4) forom destruidos (a excepçom do Z4)
num bombardeio de Berlin de 1943, os aliados franceses e americanos estiverom na procura dos inventos que Zuse tinha fabricados no seu talher. O Z4 foi agochado num pequeno povo da regiom germana de Bayern onde foi reparado no 1947-1948.
Pese a isso, o ENIAC finalizado em 1946 e cumha tecnologia menos desenrolada que o Z3 foi considerado como o primeiro computadore da história.
Ademais da criaçom de ditos modelos a Konrad Zure atribue-se-lhe, entre outras, na actualidade as seguintes inovaçons:
- O uso dum sistema binário para codificaçom dos números num circuito.
- O uso dum sistema de coma flutuante para realizar as conversons de binário a decimal.
- Diversos algoritmos assim como ténicas de funcionamento dum processador na execuçom de instrucçons, que hoje em seguem a empregar-se.
-A criaçom da primeira linguagem de programaçom de alto nível: o Plabkalkül em 1946.
- O 31 de Agosto do 200 propuxo-se a patente do Z3 para o programa de registro histórico da UNESCO.
Para mais informaçom:
http://ei.cs.vt.edu/~history/Zuse.html
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
O Nacional-Socialismo e a natureza
Na revista Krisis número 15, que dirige Alain de Benoist (tema que se repete em Hespérides número 6), fala-se fundamente das declaraçons de Luc Ferry e de Levi-Strauss sobor os perigos dumha redefiniçom das relaçons do Homem e da Natureza, da visom do que é a Natureza. É famosa já a advertência de ambos de que esse caminho conduz absolutamente ao Nacional-Socialismo, e portanto está proibido. Ambos definem a necessidade dumha visom "democrática" da Natureza. Umha visom judaica afinal de contas, baseada na mentalidade bíblica: A Natureza à "serviço" do Homem, o homocentrismo e o materialismo econômico. Levy Strauss diz claramente que os N-S forom os primeiros ecologistas, e que agora seriam uns fanáticos verdes. Especialmente Walter Darré, ministro da agricultura N-S, é considerado como o primeiro político ecologista no poder da história... E o último atualmente. Os Nacional-Socialistas forom os primeiros em legislar leis contra a vivisseçom, contra a caça, em favor dos animais e do ambiente.
Lei de 24/11/33 sobor Proteçom de Animais e proibiçom da Vivisseçom.
Lei de 3/7/34 sobor a Limitaçom da Caça.
Lei de 1/7/35 de Proteçom da Natureza.
Estas leis eram únicas nesse momento, e som muito adiantadas com respeito às atuais.
Vemos que com só chegar ao poder em 1933 já se adicarom a proteger os animais e as relaçons com a Natureza. A razom é que para o N-S a naturalidade nom é um acessório eleitoral senom umha base fundamental de sua cosmologia.
Enquanto Mao ordenava em 1950 matar os pardais (os quais acusava nos seus neuróticos "poemas vermelhos" de comer o "gram do povo"), provocando a maior fame conhecida no ano seguinte (ao rematar com o inimigo natural dos vermes e as pragas de insetos), enquanto nenhum líder democrata ou comunista se preocupou o mais mínimo proteger bosques ou animais, os N-S em plena tomada do poder assumirom mudanças radicais nesse tema.
Nom é objeto deste artigo documentar o trabalho N-S no tema da naturalidade, a obra foi enorme, mas só fazer ver que o tema da irmandade Homem e Natureza é umha base real do N-S, nom só teoria.
Sem dúvida iniciativas como "Beleza no Trabalho" forom e som ainda as melhores soluçons para recuperar umha vida digna e atualmente seriam de enorme necessidade apesares dos 70 anos que passarom.
O tema é importante de descrever-lo hoje em dia, quando os novos grupos N-S saídos nestes anos parecem ter esquecido essa faceta fundamental da naturalidade, e equivocam o caminho para a ecologia. Antes de ler ecologia há que passear pelos campos, subir as montanhas, amar os animais.
A Ecologia está muito bem DEPOIS da Naturalidade, mas nunca em vez dela.
Há que subir aos cumios de nossas montanhas e olhar menceres, antes de meter-se a analisar os dados das revistas ecologistas.
Hitler amava fundamente a Natureza, das montanhas aos animais, embora jamais lesse nada de Ecologia. Agora os políticos lêem sobre Ecologia mas nom amam a Natureza.
Alfonso Guerra é um dos dirigentes do Parque de Doñana, onde se construem urbanizaçons e se "recurtam" espaços. Mas na realidade: o que importa, à Guerra, esse espaço, fora de seu reflexo nas estatísticas? Nom precisamos de ecologistas senom de apaixonados do meio natural. Precisamos de homens com paixom pola Natureza.
ABAIXO A TIRANIA!!!!
Umha voz nacional socialista!!! Abaixo a ditadura democrática!
NÓS, herdeiros dum glorioso passado, militantes natos, decididos a nom morrer como escravos, decidimos defender a herança da nossa pátria e nossa civilizaçom, levando umha luta sagrada contra o terrorismo comunista e a corrupçom burguesa.
Umha luita sagrada pola dignidade nacional e a justiça.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Coreia do Norte dende a óptica NS
E bem sabido que na 2GM houvo gente doutras raças que apoiarom à Germânia NS. Concretamente o Batalhom 43 da Wehrmacht que estava formado por orientais de diferentes etnias. E já que falamos de Coreia do Norte, temos que sinalar que os coreanos junto com os japoneses forom os mais fieis e leais do batalhom, devido ao código bushido e a sua religiom.
Tropas de origem asiático estudando o terreo baixo supervisom de oficiais
germanos
"O curioso do caso, é a hipocresía dos comunistas europeus, que jamais aceitariam nada semelhante em Europa ao que é a RDPC"
Imos-vos pedir que imaginem umha Europa ou Gallaecia à imagem e semelhança da Coreia: soberana e autárquica, fondamente tradicionalista e de raigame religioso confucianista-chamanista (no nosso pagano-cristiam), uso e fomento da energia nuclear (limpa), poder herditário (nom nepotista), militarizaçom social e forte hierarquia de poder, mantimento de grandes áreas des-industrializadas, culto á raça ("danil minjok" - "um único sangue"), orgulho racial e pureza ("a raça mais limpa" um dos seus lemas), umha bio-política ativa (banco genético, fomento da natalidade) , proibiçom de fluxos migratórios, valores arcaicos orientais mongólido-japo-jōmom de: disciplina, austeridade, marcialidade, patriotismo, ritualidade (no nosso caso ariano-medievais: culto ao sol, patriarcado, eugenismo, aristocrácia), proibiçom das drogas, e um longo etcétera.
Alguém está pola laboura? Aquí os comunistas por normal geral, prefirem os contrários, respectivamente: internacionalismo, multiculturalidade e diversidade, ateísmo e gili-progressismo, pacifismo e des-nuclearizaçom, anti-militarizaçom e igualdade, urbanizaçom e modernizaçom, xenofilia, masoquismo racial, vergonha do passado europeu e galaico, despreço da identidade étnica e racial própria, aussência de vontade de poder e de destino, amor polo estrangeiro e a mestiçagem, abortismo, pro legalizaçom de drogas e valores pos-modernos ( nihilismo, egotismo, etc).
A hipócrita escusa é que os norte-coreanos tenhem "umha cultura diferente da nossa e é inaplicável em Europa" ou que "estám noutra situaçom". O caralho! Nós também tivemos sempre umha cultura muito similar nos pontos que expusemos, e regímenes assim, mas é bem sabido que Europa perdeu a sua identidade muito antes do que Oriente. De facto, um dos factores que ajudou nesta auto-destrucçom europeia foi o comunismo. Pois como vimos demostrando o comunismo em Europa nom tem nada a ver com o "comunismo" coreano. O comunismo norte-coreano é um revestimento de símbolos, umha máscara tra-la que se manifesta o ser antergo coreano. Pola contra, em Europa, o comunismo foi mais bem um jugo asiático, dirigido por elites nom-europeias, fondamente alheio ao ser antergo indo-europeu.
Por isso fracassou em Europa, mentres que polo carácter coleitivista, trabalhista e impersonal dos orientais, um sistema pseudo-comunista adaptado é compatível com o ser essencial mongoloide.
Tambén é de destacar que Coreia do Norte carece de Banco Central da rede Rothschild (os poucos estados que também careciam deel, forom destruidos nos derradeiros anos: Afganistám, Iraque, Líbia; algo muito raro de ver no comunismo judeo-europeu, que sempre protegiu a banca central dependente da finança internacional, caso por exemplo da URSS. Pola contra, a retirada do Banco Central Rothschild por Germânia nos anos 30 foi o motivo da 2GM, na que os bloques integrados em dita rede mundial, o capitalista e o comunista, alianarom-se na sua defesa. Em verbas de W. Churchill, a guerra liberou-se porque "Alemanha convertira-se numha ameaça à economia mundial", e que mesmas verbas dixo Sarkozy respeito a Líbia.
O homossexualismo é un rasgo típico da degeneraçom ocidental, já na sua vertente liberal-capitalista como denunciou o próprio Stalinismo ou o Castrismo, assim como na vertente troskt-comunista.
Este fenómeno nom existe na Coreia do Norte, nem em geral na Península da Coreia, ainda que, como denunciou a RDPC, na Coreia do Sul esta-se a começar a promover a homossexualidade, junto com o protestantismo e a imigraçom. Coreia do Norte NOM reconhece como válidos matrimónios entre pessoas do mesmo sexo. Nom há lar para mostras públicas de homossexualidade, nem para locais gais nem movimentos activistas gais.
Mas a homossexualidade nom só está alá socialmente condeada em base a princípios morais-religiosos, senom também a princípios SOCIALISTAS, pois a possessom dumha pessoa por outra do seu mesmo sexo, ao ser umha relaçom que nom produzirá filhos para a comunidade, está considerada como "propriedade privada dum médio de producçom" que é a definiçom do capitalismo.
Os comunistas europeus fazem pressom para que Coreia do Norte cámbie a percepçom da homossexalidade, mas o certo é que, mais aló da urbanizada capital (Pyongyang), obrigada a ter contato com o mundo exterior, no rural norte-coreano nom há lar para estes temas burgueses, pois um comunicado do seu governo definiu como "rejeitado pola RDPC polo seu consumismo, classismo e promiscuidade, que definem a cultura homossexualista ocidental". Em Pyongyang a RDPC afirmou que considerava à homossexualidade como "um rasgo genético que ia na contra da armonia social".
E o mesmo opinam doutras "desviaçons burguesas", Coreia do Norte é outro desses sítios nos que rapam aos punkies e travestis. Como dize um capitam norte-coreano da Marinha na sua obra "Tormenta de neve em Pyongyang": "Este é o território da nossa república, onde a gente disfruta de vidas acordes ao ser humano. Neste cham, nenhuma actividade dessa classe será tolerada."
Coreia do Norte luita contra o narcotráfico com duras sançons como a pena de morte a aqueles que possuam ou trafiquem com qualquer tipo de droga. Nas ciudades principais da Coreia do Norte, estám colgados a pé da rua, decretos para que todos os habitantes poidam ler. Entre eles, atopam-se as medidas contra o narcotráfico. Neste decreto especificam-se obrigas de como: "avisar aos guardas oficiais no caso de descobrir um movimiento suspeitoso que tenha a ver com o narcotráfico". Penas a todos aqueles e ao seu entorno que possuam droga,
Também a aussência do accesso ao Internete é justificado polo RDPC como umha maneira de proteger ao povo de conteúdos inadequados para o próprio consumo de drogas. Na RDPC proibem as drogas porque: som contra-revolucionárias, destruem o proletariado convertendo-os em vagos, hedonistas e individualistas.
Coreanos aliados da Germânia NS, caturados polo bando aliado
Há que sinalar também, que as relaçons que tinha Coreia do Norte com a URSS e o seu falso socialismo, esse comunismo que protegia a banca central dependente da finança internacional, tivo consequências catastróficas para os norte-coreanos. Entre os anos 1995 e 1996 logo do colapso do Império Soviético desatou-se umha grande carestia que matou de fame ao 10% da povoaçom do estado, uns 2 milhons de habitantes, na sua maioria crianças e ancians.
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