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terça-feira, 8 de abril de 2014

Gallaecia islámica, manipulaçons historiográficas

Denantes abordar o tema em questom, queremos deixar claro o nosso respeito polos islamistas que em nome do NS deixarom o seu sangue, falamos entre outros sem dúvida dos Divisionários SS Handschar.

Mas das mesma maneira que sabemos desfiar o positivo e negativo do cristianismo, o islamismo tampouco vai ser menosa desfiar.  Algum dos nossos no passado pensou que o islam era umha espécie de nacionalismo de certas naçons orientais e africanas, mas nada mais falso que isso.

Mahoma e os seus descendentes forom uns déspotas que chegarom até Gallaecia e que tiverom que morder o pó na nossa própria terra. Por onde passarom impugerom polas armas a língua árabe e a sua religiom. No norte de África, só em condiçons lamentábeis vive até os nossos dias a língua berber autóctona.

.Há que deixar bem claro que também o islam é umha religiom universal e nom étnica nem racial. Os muçulmanos nom som racistas nem racialistas. Nós mesmos poderiamos ter sido islamistas arianos se quixeramos, e teriamos sido bem recebidos no Islam.

Centos de naçons, línguas e culturas desapareceram fagocitadas pola língua e a cultura árabe dos invaosres, entre elas as línguas romances da metade Sul da Península. Por isto derradeiro, e mercé à reconquista, há influências na metade Sul de Hispânia falando o deturpado galego (hoje chamado Português), dialectos andaluzies e meridionais do castelám; e valenciano e balear do catalám. O islam apagou os dialectos latinos ou moçárabes do Sul. A reconquista restaurou na medida do possível as línguas trazidas dende o norte a expensas do árabe.



Hoje o árabe, meiante a religiom, deturpa a língua do Iram (Indo-Europeia) à que encheu de arabismos e impuxo o seu alfabeto. Cada dia, o muecím recita os versículos do Corám em árabe para o povo iraniano ouvir. Milhons de meninhos do mundo enteiro e de línguas tam diversas como as malaias e as da China Ocidental som indoctrinados no árabe coránico. No Irám nom se estuda a Omar Khayyan, por heterodoxo e bebedor de vinho, e a história deles começa com a islamizaçom e ignora a grande Pérsia. Os tuarejhs islamizados estám a ser sometidos a umha arabizaçom originada nos petrodolares wahabies procedentes da Arábia Saudita. O Islam dize reconhecer a existência de todas as línguas e naçons do mundo (como se reconhecer significara defender), mas só a língua árabe é para eles a língua de Deus. Os bereberes de Kabilya algerina decapitados por falarem a sua língua e serem mahometanos tépedos som a imagem do martírio das naçons a mãos do islamismo.

Já entrados na matéria do que é para nós o Islamismo, começaremos a desfiar a desfeita que como galaicos nos atanhe resolver.

Cláudio Sánchez-Albornoz e o Mito da “Reconquista Española”:
 Como um nacionalista espanhol construiu umha história para justificar a sua novelesca “nación española eterna”

 Já escuitárom vocés muitas vezes a história oficial dos centralistas: “El Rey Pelayo de Asturias, padre de la patria y gran héroe de la única e indivisible nación española de estirpe visigoda y romana, se levantó contra los moros para devolverle a los españoles, por Dios y por España, el país que había caído en manos de los invasores”.

 Esta história fantasiosa dos nacionalistas espanhois, ao estilo do “Senhor dos Aneis”, é actualmente de fabricaçom muito recente e nasceu apenas no século XX a partir da publicaçom da tese do historiador Cláudio Sánchez-Albornoz “La Monarquía en Asturias, León y Castilla durante los siglos VIII al XIII”.

Antes desta tese do historiador, nom existia nengumha história oficial do Estado Espanhol. Sánchez-Albornoz desejava que o seu Estado tivesse umha romântica história nacional, e começou a construir o novelesco mito da “Reconquista Española” como origem fundacional da sua fantasiosa proto-naçom espanhola.

A tese sostinha que a corajosa “nación española” resistira heróicamente a invasom islámica dende as Austúrias (nom desde a actual Gallaecia galego-falante nem dende a Baskonia bascofalante) e que na sua missom histórica desejavam unificar toda a “España” num só reino: Asturias = León = Castilla = España.

 A novela converteu-se na bíblia ideológica do sistema educativo franquista. Os doutrinadores mapas da “Reconquista” pintados por Sánchez-Albornoz, onde toda a Península é árabe com a excepçom da província das Austúrias, som os mesmos que aparecem ainda hoje na maioria dos temários e livros de texto do sistema educativo espanhol.

 O nacionalismo espanhol já tinha o seu dogma, o Mito da “Reconquista Española”, para justificar a sua pretendida “nación española eterna”. Cláudio Sánchez-Albornoz foi galardoado com a Gran Cruz de Carlos III de serviço á “nación española”. Também foi declarado “Hijo adoptivo” polas instituçons provinciais de Astúrias e de León, e recebeu o Premio Príncipe de Asturias de Comunicación y Humanidades.

 Rigorosidade científica da história nacional da Gallaecia contra as Mentiras da história centralista

 Logo da fim da ditadura franquista os historiadores sérios começarom a criticar as contradiçons, distorçons e manipulaçons históricas do mito nacional espanhol construido por Sánchez-Albornoz.

 Na nossa naçom a historiografia galaica leva já anos a denunciar as manipulaçons históricas da historiografia espanhola, mas os nacionalistas espanhois semelham ter muita dificultade em comprender a diferença entre novelas e feitos históricamente contrastáveis. Nom é previsível que estes renúnciem á sua mitologia nacional, e eles som livres de crer em fadas e cavaleiros andantes, mas aos olhos da ciência historiográfica séria e europeia, estes som os feitos históricos reais, contrastáveis e documentados:

A Dinastia Real Visigótica e as suas possessons: “Spaniae, Galliae vel Galliciae” 


A historiografia nacionalista espanhola fala dos germanos visigodos como se eles fossem patriotas espanhois que tinham um conceito nacional para a península celtibérica e “amaban a España”. Nom é certo. O reino dos germanos visigodos tinha o seu centro e capital na cidade de Toulouse, na Gallia, e a Hispânia era apenas um território de rapina. Os visigodos só ficárom a governar na Hispânia depois de ser expulsos militarmente da Gallia polos exércitos francos do Rei Clovis. Ao nom ter outro território melhor no que viver, os visigodos nom tiveram outro remedio que fazer capital longe dos francos, na cidade hispânica de Toledo.

As luitas internas no Reino da Gallaecia de 584-585 permitirom ao rei visigodo Leovigildo aproveitar a ocasom para usurpar a coroa galaica. A historiografia nacionalista espanhola conta que a Gallaecia foi integrada dentro da Hispánia, mas a verdade histórica é que os reinos da Gallaecia e da Hispânia jamais fórom unificados baixo umha única administraçom estatal visigoda. A verdade histórica é que havia dous reinos diferentes, o Reino da Gallaecia e o Reino da Hispânia, que partilhavam umha mesma dinastia monárquica. Institucionalmente, o Reino da Gallaecia e o Reino da Hispânia eram dous reinos diferenciados. A verdade histórica está escrita nos documentos da época: “Leovigildus Rex Gallaecia, Hispania et Gallia Narbonensis”, e os concílios celebrados na capital visigoda de Toledo, que falam das “In provinciam Galliae vel Galliciae atque in omnes provincias Hispaniae” e das Igrejas “Spaniae, Galliae vel Galliciae”, ou a carta do Papa Hadriano em resposta ao concílio de Frankfurt, dirigida às igrejas de “Hispania et Gallaecia”. A historiografia espanhola oficial agocha e nom quere contar que no século VI os termos Gallaecia e Hispania faziam referência a dous reinos diferentes. Ainda se partilhavam umha mesma dinastia monárquica, o Reino da Hispânia nom era o Reino da Gallaecia e o Reino da Gallaecia nom era o Reino da Hispânia.



No século VIII a Corte do Galliciense Regnum, que estivera na cidade de Braga durante a dinastia sueva, foi levada á cidade de Tui. Durante este periodo governava no Reino da Gallaecia um rei da dinastia visigoda, o rei Witiza, no entanto um outro rei visigodo Egica governava no Reino da Hispânia. A historiografia espanhola agocha e nom quere contar que no século VIII o Reino da Gallaecia era governado desde a corte real de Tui, no entanto o reino de Hispânia era governado desde a cidade de Toledo.

O Reino da Gallaecia resiste o ataque islámico
O Reino da Hispânia e Gallia Narbonensis som conquistados polos islamistas

No ano 711 os muçulmanos da tribo Umayyad invadem e conquistam rápidamente e sem resistência o território visigodo da Hispânia e Gallia Narbonensis, mas som freados polos galaicos à altura do rio Minho quando tentam invadir o território da Gallaecia, e também som freados polos francos á altura da cidade de Poitiers quando tentam invadir toda a Europa continental.


A historiografia de Sánchez-Albornoz conta que todo o território peninsular foi conquistado polos “árabes” com a excepçom única da província das Astúrias (entre a Galiza moderna e Euskadi) onde um grupo de herois “españoles” mantinham viva a resistência.

Mas a verdade histórica, documentada, científica e séria é outra.

Sem achar resistência no seu passo pola Hispânia, no ano 714 os muçulmanos chegam ás fronteiras meridionais do Reino da Gallaecia. Por razons de seguridade, e segundo relatam documentos da Igreja Galaica da época, a sé de Dume é evacuada e levada á sé de Britónia na Gallaecia Lucense, longe da fronteira de guerra com os islámicos. Os documentos da Igreja Galaica também demonstram que a sé de Iria (predecessora histórica de Santiago de Compostela) jamais sofreu nengumha interrupçom a pesares da ameaça islámica nas fronteiras meridionais da Gallaecia. Noutras palavras: está documentado pola Igreja Galaica da época que os muçulmanos jamais chegárom a conquistar os territórios da Gallaecia Lucense entre as sés de Iria (Santiago) e Britónia. Isto também está confirmado polos próprios muçulmanos: textos árabes da época celebram a excepcional e fugaz expediçom do general andalús Al-Mansur à cidade de Santiago no ano 997 dizendo que esse militar “chegou até onde nenhum outro muçulmano jamais chegara”.

Com os documentos históricos conservados polas autoridades eclesiásticas galaicas e os historiadores muçulmanos é factualmente indiscutível que:

- a Gallaecia Lucense nunca foi ocupada polos islámicos. Nunca houvo muçulmanos comendo kebabs em Ortigueira nem islámicos pregando em mesquitas na Costa da Morte.

- a Gallaecia Bracarense converteu-se em fronteira de batalha entre galaicos e muçulmanos e foi parcialmente dominada militarmente polos islámicos durante quase um século.

- a Gallaecia Austuriense converteu-se em fronteira de batalha entre galaicos e muçulmanos e foi ocupada polos islámicos durante duas décadas. As cidades de O Viedo e Xixón caírom em poder muçulmano no ano 714 durante a campanha militar do general Tariq. A cidade de Xixón foi até o ano 722 a capital da Austúrias muçulmana, governada por um prefeito árabe chamado Munuza. A sé administrativa islámica de Xixón foi o assentamento muçulmano mais importante de toda a Gallaecia ocupada. Na Gallaecia bracarense os islámicos nom criaram um assentamento tam importante e estável como o de Xixón na Gallaecia austuriense.

Sánchez-Albornoz também podia ter lembrado que há apenas tres séculos durante as guerras europeias da dinastia hispânica dos Austrias, as tropas hispânicas deviam ajeolhar-se durante as missas militares, mas as tropas galaicas ficavam em pé com o seu estandarte do Santo Graal porque foram o único reino da península que nom se rendera aos exércitos islámicos.

Mas contradizendo toda a evidência documental das fontes históricas galaicas e islámicas da época, a historiografia inventada por Sánchez-Albornoz difundiu no sistema educativo do Estado espanhol o infame mapa oficial da “Reconquista Española” onde a Gallaecia Lucense aparece toda ocupada polos islámicos mas o território da actual provincia das Astúrias aparece libre da ocupaçom islámica.

Era Sánchez-Albornoz um total incompetente? Nom, el era primeiro um nacionalista espanhol, e depois historiador. O nacionalismo espanhol, “la nación española”, tinha que estar fundada por patriotas espanhois. Por essa razom a sua novela histórica-nacionalista de “La Reconquista Española” nom podia começar no actual território da Galiza galego-falante ou do Euskadi vasco-falante. A soluçom foi simples: o cenário da nova “historieta española” situaria-se nas províncias castelám-falantes das Astúrias e Cantábria, e o heroe da novela seria um grande rei e “patriota español”, descendente dos nobres visigodos (jamais suevos) que tinham a sua capital em Toledo, perto de Madrid: “El Rey Pelayo, fundador de la nación española”.


Existiu um “Rey Pelayo”? Quem era essa personagem? 

Pelaio foi umha personagem real e existiu. Segundo a Crónica Albeldense escrita no século IX (também confirmada pola Crónica de Tui, a Crónica de Lucas, a Crónica de Rodrigo de Toledo e a Crónica de Sebastián Salmaticense): Uittizza rg. ab. X. Iste in uita patris in Tudense hurbe Gallicie resedit. Ibique Fafilanem ducem Pelagii patrem, quem Egica rex illuc direxerat, quadam occasione uxoris fuste in capite percussit, unde post ad mortem peruenit"

O rei Witiza converteu Tui em capital da Gallaecia. Na corte moravam o duque Fabila, a sua mulher e o seu filho Pelaio. O rei Witiza assassinou ao duque Fabila para se apropriar da sua mulher, e Pelaio fugiu a Britonia para escapar de Witiza. Passados vários anos, Pelaio converteu-se num chefe militar que abortou no ano 722 um ataque islámico no passo de Cova d’Onga da Gallaecia austuriense. O único filho de Pelaio foi chamado Fabila, em memória do seu pai suevo-galaico de Tui. Estes som os feitos históricos contrastados polas fontes cristás da época.

As fontes muçulmanas da época confirmam o que contam as fontes cristás. O historiador Hhaya en Ahmed conta que “em tempos de Ambesa ben Sohhim apareceu na Gallaecia o guerreiro Pelaio”. O historiador Ahmed Mokri conta que “o primeiro que unificou aos cristãos foi Pelaio do povo da Gallaecia”. O historiador Al-Maqqari conta que “Un bárbaro da Gallaecia chamado Pelaio começou a animar aos seus compatriotas para expulsar aos muçulmanos do seu país”. O historiador Ajbar Machmua conta que “os galaicos, aproveitando a guerra civil entre os muçulmanos do século VIII, levantárom-se contra o Islám e conquistárom todo o distrito das Austúrias”.

Na historiografia de Sánchez-Alborznoz no século XX, Pelaio foi un grande rei, heroe e “patriota español”, descendente dos nobres visigodos que tinham a sua capital em Toledo: “El Rey Pelayo, fundador de la nación española”.

Contradizendo todas as fontes históricas galaicas e islámicas da época, a historiografia de Sánchez-Albornoz agocha que Pelaio era de Tui, capital do Reino da Gallaecia com o rei Witiza, e agocha que todos os historiadores extrangeiros da época confirmam sempre a galaicidade do guerreiro Pelaio. Sánchez-Albornoz agocha também que o território asturiense ou oriental era a parte leste do Galliciense Regnum durante as dinastias sueva e visigoda.

Era Sánchez-Albornoz por essa razom na sua novela histórica-nacionalista de “La Reconquista Española” nom podia ter como protagonista a um heroi galaico originário do actual território da Galiza galego-falante. A soluçom foi simples: o heroi da novela seria um grande rei e “patriota español”, descendente dos nobres hispano-visigodos (jamais galaico-suevos) de Toledo, deslocados á província castelám-falante das Astúrias.

Existiu um “Reino de Astúrias” motor da reconquista hispânica? …ou existiu um mosaico de principados galaicos entre os que estavam alguns principados galaico-austurienses?
 

Albornoz construiu a sua historieta a partires de tres falsedades históricas:
1) Provincia española de Oviedo non ocupada polos islámicos, mas a Galiza galego-falante sí.
2) Pelaio, rei de origem hispano-visigoda da regiom asturiana, um heroi e patriota espanhol.
3) Um Reino de Astúrias produto dumha mera deslocalizaçom da capital de Toledo ao norte. Com a “reconquista”, os asturianos como bons espanhois patriotas e submisos devolvérom a capital a Leom e depois a Castela.

Mas a verdade histórica é que no tempo de vida de Pelaio nunca existiu nenhum reino das Astúrias. Quando a rede dinástica visigoda desapareceu, trás a derrota contra os islamistas, deixou de existir umha dinastia monárquica forte e capaz de manter a Gallaecia unificada. A dinastia real sueva fora capaz de manter unificados os principados comarcais celto-galaicos. Quando deixou de existir umha dinastia monárquica forte, a Gallaecia voltou organizar-se em principados comarcais de carácter céltico, igual que estava a passar na Irlanda e Bretanha nesse mesmo periodo histórico.

No século VIII nom existia um reino da Irlanda unificado, nem um reino da Bretanha unificado, nem um reino da Gallaecia unificado. Existiam vários principados comarcais celto-irlandeses, vários principados comarcais bretóns e vários principados comarcais galaicos. Esses príncipes comarcais muito raramente se autodenominavam “rei de Bergantinhos”, “rei de Lugo”, “rei de Austúrias”, etc. Seguindo a tradiçom da soberania celta, autodenominavam-se “filho de”, de acordo com a sua genealogia. Príncipes comarcais como Pelaio, Favila, Afonso, Froila, Aurelio, Silo ou Mauregato eram todos príncipes galaicos que governavam sobor algumhas comarcas particulares da Gallaecia. Esta é a simples razom pola qual em toda Europa e na Al-Andalus todos esses príncipes eram chamados galaicos. Simplesmente, porque eram de étnia galaica.

No ano 732 o Islam recuava na Gallaecia mas na Gallia a ocupaçom islamista chegava perto do rio Loire. Umha aliança de exércitos Francos e Burgundios atopavam e derrotavam aos muçulmanos na Batalla de Tours. Os francos começam umha guerra contra os islámicos e conquistam Narbonne em 759 e Barcelona em 801, fundando a Marca Hispánica que hoje chama-se “Catalunya”. O historiador muçulmano Abdal-Monin Al Hinyari compara a francos e galaicos e escreve: “Entre as naçons com as que Al-Andalus estava em hostilidades, a Gallaecia era a mais poderosa; a pesares de que os francos estám em guerra com os muçulmanos, os galaicos som os mais terrríveis inimigos”. Mesmo sem estar unificados militarmente os principados galaicos eram considerados mais perigosos que um poderoso reino franco unificado. Para comprender a cultura guerreira dos galaicos leiam a Estrabom e lembrem também que a Gallaecia foi um dos derradeiros territórios da Europa em ser conquistados polo império romano, após umha longa guerra que durou 200 anos! 

Por vários anos a Gallaecia ficara sem umha dinastia real para re-unificar e governar os territórios livres do Galliciense Regnum. O príncipe-rei Afonso II começou a trabalhar no projecto de recriar umha terceira dinastia real forte e capaz de re-unificar toda a Gallaecia num só reino, igual que fixeram antes as dinastias sueva e visigoda da Gallaecia. A corte desta III Dinastia Real da Gallaecia foi primeiro itinerante polo norte da Gallaecia lucense e no ano 792 foi fixada no centro-norte da Gallaecia austuriense. Como parte da estratégia de fundaçom da III Dinastia, o novo rei dos galaicos começou umha laboura de propaganda política e autoprestígio. O rei Afonso II utilizou umha pretendida conexom genealógica com a anterior II dinastia visigoda para justificar o seu projecto unificador e demandar aos outros príncipes galaicos que aceitaram a sua autoridade. Algúns principados galaicos aceitaron a nova monarquia e outros nom. Assím começou um periodo de frequentes luitas pola unificaçom ou consolidaçom da autoridade real entre a nova monarquia e outros principados rebeldes, por exemplo as guerras entre o rei unificador Afonso III e o príncipe rebelde Froila, chefe dum território do noroeste da Gallaecia lucense.

Todos os reis unificadores da III Dinastia da Gallaecia, todos sem excepçom, levam naturalmente o título de reis galaicos quando aparecem em crónicas muçulmanas. Mesma cousa aparece nas crónicas europeias daquela época. O rei Afonso II (813-842), educado no Mosteiro de Samos, Gallaecia Lucense, e reconversor do Santuário de Prisciliano, é “Príncipe das Gallaecias” na Vita Hludovici” e “Totius Galletiae Rex” nas Crónicas Carolingias, Annales Regni Francorum, e Vita Karoli Magni. O rei Afonso III (866-910) é “Adefonso Regi Gallaeciarum” nas cartas do Papa Joam IX. Os cronistas anglo-normandos entre os séculos IX-XII falam dos reis da Gallaecia: “Aldefonso Gallicae Regi”, “Amfurcio Regi Galliciae”… Nom devemos também esquecer os nossos próprios textos administrativos, religiosos e da diplomácia galaica da época, como o diploma do rei Afonso III de 905 onde fala da cidade de León como “Civitate vocatur Legione, in Gallaecia”. O rei Afonso III (866-910) fixou primeiro a sua capital en O Viedo e depois en Santiago, cidade na que foi declarado Rei da Gallaecia. O rei Ramiro I (842-850) fixou a capital do reino primeiro em Lugo e depois em O Viedo, onde construiu importantes paços. Todos governavam sempre dentro do território histórico do Galliciense Regnum.

Segundo as fábulas do Sánchez-Albornoz, se esse reino hispánico nom-galaico das astúrias existisse, os historiadores das naçons europeias e árabes deveriam falar dele. O problema é que todo o mundo medieval falava só da existéncia de dous reinos dentro da península celtibérica: a Gallaecia (territórios da Gallaecia céltica histórica) e Al-Andalus ou Hispânia.

Os papeis estám aí: os galaicos, os francos, os anglo-normandos, os papas da Igreja de Roma, e o resto de reis doutros territórios da Península falam bem claro do território do Reino da Gallaecia e dos reis da Gallaecia. Nenhuma crónica politíca europeia ou galaica fala de nenhum reino de Astúrias, todos falam de reis da Gallaecia. Quando algum documento especifica que esse reino galaico tinha a sua corte nas Austúrias, é igual que qualquer outro documento que fale do “reino de Toledo”, sabendo que jamais existiu um Reino de Toledo mas um reino da Hispânia com corte em Toledo. Albornoz agocha isto, porque ele o que necessita é que a parte austuriana seja “España centralista”. Ele necessitava construir umha historieta baseada em “patriotas españoles que desde el reino de Asturias querían reconquistar España”… Mas a realidade é que nem existia um “reino hispânico” do leste (das Austúrias), nem os reis que fixárom corte na Gallaecia austuriense nom estavam a pensar em nengumha ideia de conquista de territórios nem em nenhuma melodramática naçom “española”.

Albornoz explorou conscientemente o tópico da suposta superioridade castelá contra a inferioridade galaica: “El reino de Asturias reconquistó al reino de Galicia”. Isto é dobremente falso e manipulador. Primeiro: a actual Galiza nom fora jamais conquistada polos islámicos, polo qual nom pode ser re-conquistada polos cristiáns. A que si foi conquistada polos islámicos foi a actual Astúrias, que mesmo tinha umha sé de governaçom islámica em Xixón. Foi a actual Astúrias a que foi “reconquistada” desde a actual Galiza. Segundo: nenhum reino asturiano podia conquistar nenhum reino da Galiza porque nem existia um reino asturiano nem tampouco existia um “reino da Galiza” unificado sob um só rei. O históricamente correcto é dizer que numha comarca do norte da Gallaecia lucense começou um projecto de monarquía unificadora da Gallaecia que logo estabeleceu a sua corte durante vários anos na parte centro-norte da Gallaecia austuriense. Mas Albornoz nom estava interessado no históricamente correcto porque ele era primeiro um nacionalista espanhol cumha missom.


 Os galaicos do oeste desconfiam dos galaicos do leste
O fracaso dumha nova dinastia, a fragmentaçom da Gallaecia, e a manipulaçom da história dos centralistas.
As tentativas de re-unificar toda a Gallaecia durante a III Dinastia continuárom até o século X mas numca chegárom a ter a grande coesom da I Dinastia da Casa Real Sueva. Sem umha dinastia real forte, a Gallaecia remaotou fragmentada em dous blocos de poder, o occidental (gallaecias lucense e bracarense) e o do leste (gallaecia austuriense), que fórom convertidos em dous reinos diferentes. O reino ocidental guardou o nome da Gallaecia ou Galiza e o reino do leste tomou o nome de “León” porque lá estava a sua capital. Mas a pesares da separaçom os dous reinos seguiam a partilhar umha mesma dinastia monárquica galaica de reis que nasciam no oeste e governavam no leste ou que nasciam no leste para governar no oeste: Rei Ordonho II (910-925), governa primeiro como Rei da Galiza (910) com capital em Santiago, e depois em Leom desde 916. O rei Afonso IV (924-930) governa primeiro em León (924) e depois na Galiza (929), etc, etc, etc.

 Provávelmente, ao final as gallaecias ocidentais e oriental rematarom por separar em dous reinos porque os galaicos do atlântico (Gallaecias lucense e bracarense) levavam muito tempo sem confiar completamente na lealdade política dos galaicos do leste (Gallaecia austuriense). Esta é a razom pola qual a III Dinastia, que escoulheu ter corte na Gallaecia austuriense, nom foi tam sólida como a Dinastia sueva. Parece claro que a origem dos problemas entre galaicos ocidentais e orientais era a desconfiança. Um exemplo é os problemas dinásticos dos anos 955-982, quando por primeira vez a Gallaecia ocidental (Reino da Galiza) nom aceitou como próprios aos monarcas da Gallaecia oriental (Reino de León). Por que? porque o rei de León Sancho I (955-956) aliou-se com os reis da Navarra, condes de Castela, e mesmo com os islámicos de Abd-el-Rahman III para atacar ao Reino da Galiza. Logo o estúpido rei Ordonho IV (956-960) de León cometeu o erro de conceder a independência do pequeno condado de Castela. Tampouco o galaico oriental Ramiro III (960-984) foi aceitado como rei próprio na Gallaecia ocidental. A situaçom só se amanhou com Vermudo II (982-999), rei da Galiza primeiro (982) e depois de León (984), mas os galaicos do leste já demonstraram outras vezes no passado (e depois também no futuro) que eles tém umha tendéncia se centralizar com Castilla e a meseta. Um exemplo actual som as actitudes anti-galaicas do regionalismo asturiano, que cópia a mesma xenofóbia anti-galaica dos nacionalistas espanhois históricos. Provávelmente esta fosse a razom de fundo da separaçom das gallaecias ocidentais e a gallaecia do leste: os galaicos do atlântico nom confiárom no projecto político da dinastia austuriense ao considerar que as gentes do leste perderam muita da sua essencia galaica.

Noutras palavras: o projecto de restauraçom unificadora dumha III Dinastia promovido por vários príncipes da Gallaecia austuriense rematou fracasando porque os principados galaicos celto-atlânticos desejavam ser governados por umha dinastia real celto-atlântica e nom celtibera.

Sánchez-Albornoz era consciente disto. Como a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, manipulou as fontes históricas exagerando a espanholidade dos príncipes austúricos e convertendo aos povo galaico-austuriense no orgulhoso protagonista da famosa frase do nacionalismo espanhol: “Asturias es España y el resto es tierra conquistada”.

sexta-feira, 29 de março de 2013

A natalidade percebida como umha decisom exclusivamente pessoal

«Os galegos, no melhor dos casos, só querem dous filhos»


A popular conselheira de Trabalho e Bem-estar Beatriz Mato considera que nom som conscientes do drama demográfico que isso supóm

Beatriz Mato, sinala que os galegos nom som conscientes do drama demográfico e por isso incide em que há que sensibilizar sobor este «problema» porque umha enquisa feita polo seu departamento em 2012 revela que perto do 90% somente teriam um ou dous filhos como máximo na «melhor» das suas situaçons.

Galiza situa-se como a terceira comunidade com o índice de fecundidade mais baixo do estado espanhol, por detrás de Asturies, ao situarse no 1,07, longe da média de substituçom geracional, que é do 2,1, dacordo com dados recentes do Instituto de Política Familiar (IPF). É dizer, a Gallaecia do estado espanhol tem o índice mais baixo do mesmo.

A sondagem ao que se refire Mato realizou-se sobor 1.400 homens e mulheres da Galiza de entre 18 e 65 anos o ano passado, e dele, aponta a responsável do departamento autonómico, sacarom-se duas conclusons relevantes, que à cidadania preocupa-lhe o desemprego, a corrupçom e o médio ambiente, mas nom a natalidade; e que esta nom se percebe como um bem social, senom como umha decisom única e exclusivamente pessoal.

«Mas há algo que me chamou poderosamente a atençom», explica numha entrevista Mato uns dias depois de que o Conselho da Junta aprova-se o Plam de Dinamizaçom Demográfico, é que «perguntados por qual seria o número de filhos que teriam na melhor das suas situaçons, tendo equilíbrio emocional e todos os recursos que necessitan para que a sua vida seja plena, é dizer, sociais e económicos, pois no melhor dos cenários mais do 86% di que nom passaria de dous filhos».

Neste sentido, a conselheira, que tem dous filhos -o maior cumpre 16 anos o luns e o pequeno tem 12- entende que há «um componhente socio-cultural importante» e pontualiza que dous filhos é a taxa de fecundidade que se necessita para um sistema sostível,mas na Galiza o índice por mulher fértil é baixo, «e evidentemente na Galiza dísta-se dessa cifra do dous, cifra que situa-mos no melhor dos cenários».
Neste sentido, assegura que é necessário fazer ver à sociedade que «aqui temos um problema, que nom é sostível no tempo», «e nom o imos viver provavelmente nós em primeira pessoa mas si vai afectar diretamente aos nossos netos e talvez também aos nossos filhos».

Fai fincapé, assí mesmo, no programa que lidera a Junta, e no feito de que «por primeira vez na história do nosso país e de todo o estado há um governo que quer ser o motor».
No entanto, nom chega, aclara, e avança que é necessário captar a empresários, sindicatos, a outras administraçons, em definitiva, a todos os agentes sociais e económicos, «porque se nom estamos todos e isto nom se mantém no tempo, governe quem governe, dificilmente vai ter éxito».

As medidas, sostém «devem-se pór em marcha já mesmo» para que se vejam os froitos a médio praço e lembra que nos países que tenhem umhas taxas de natalidade altas a mulher participa muito activamente no mercado laboral, «mais que no Estado Espanhol».

Destaca este apontamento pola teoria existente no estado espanhol, di, de que a entrada da mulher no mercado laboral frea a maternidade. «Isto nom é assim, nesses países nom ocorre», mantém, e cre que a soluçom para que aumente a taxa de fecundidade nom é a dumha ajuda pontual: «nom pode ser hoje dou-che 2.400 euros e já, nom, ou tens umha ajuda de carácter fiscal ou umha ajuda de prestaçom dum serviço que seja prolongado no tempo ou, senom, nada tem éxito». Isto tal qual está enfocado o caminho no sistema actual, mas se umha "ama de casa" fosse tido em conta como um posto de trabalho pagado ajudaria muito neste problema.

Mato entende isto dentro de «a lógica», um contexto no que situa igualmente a estratégia de prevençom no envelhecimento activo, outro assunto na folha de ruta da sua carteira. «Queremos que seja a legislatura na que se tomem medidas que nom sejam paliativas e curativas, senom preventivas, é dizer, evitar que se caia na dependência o máximo possível».

Assim, está a elaborar-se umha estratégia que se apresentará em breve em base à qual da orde de 4.000 pessoas desde agora e até o 2020 «nom cairám ou poderám evitar a dependência».

No pacote nom só se inclui lezer e estimulaçom da memória, também achegar aos serviços, que sejam de proximidade, «que os nossos maiores nom necessitem sair das suas casas, da sua contorna, para ser atendidos nem para ter muitos dos recursos» que necessitam.

«Há que sinalar -matiza Mato- que isto, que é o que deve ser, é especialmente custoso na Galiza, porque a nossa comunidade tem umha dispersom das mais altas do Estado, e nom é o mesmo achegar-lhes os serviços aos vizinhos da Castellana em Madrid, que aos das parróquias do Courel», exemplifica.

Cre Mato que se visualizou o envelhecimento em positivo, «e os nossos maiores derom-nos e seguem-nos a dar liçons. Neste momento, excepto no caso das pessoas que por umha razom ou outra tenhem umha degeneraçom física ou mental que non lhes acompanha, estamos perante um colectivo muito activo».

Em quanto ao emprego, a principal preocupaçom, Mato sublinha que no 2012, Galiza do mesmo jeito que o estado, rematou cum negativo no crecimento do PIB, mas em 2013, se as expectativas macro-económicas seguem a ser as mesmas, esta Comunidade «conta com falar em números negros» no relativo ao crecimento da economia.

Cauta, repara no entanto em que a repercusom direita sobor o emprego será «neta», e «fale-mos com honestidade», quando se criem mais postos de trabalho dos que se destruem, «e essa circunstância só se dá quando o crecimento do Produto Interior Bruto supera o 1,8».

«É quando se pode falar de crecimento neto. No ano 2013 começare-mos a falar de números negros, em 2014 também, e em 2015 tentaremo-nos achegar a essa cifra eu creio que é factível, se todo o de ao redor segue igual, insisto».

Mato apela ao diálogo social, a «reeditar» esse compromisso que levou a Galiza a ser «um referente» na passada legislatura.

«Esperemos que poidamos voltar caminhar nesta legislatura também, outra vez, no mesmo sentido, e aquí aproveito para fazer um reconhecimento expresso ao traballo ingente que fizerom empresários e sindicatos. Ao seu compromisso e responsabilidade com Galiza. Prefirirom unir esforços e nom gerar crispaçom», conclui.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O essencial na nossa conduta


Nos muitos anos que leva-mos de luita Nacional-Socialista, nas revistas e na propaganda, palestras e manifestaçons, sempre puide-mos observar o distanciamento da essência a favor das formas.

Os desenhos, as figuras, os textos, falam-nos umha e outra vez dumha imagem dura, marcial ou pelo menos "guerreira" do N-S. As SS, as marchas e cançons de luita, o revisionismo, os textos sobor Wottan ou explicaçons sobor racismo e sionismo, os dados da corrupçom atual e as maquinaçons econômicas do Sistema, a brutalidade comunista e o seu fracasso absoluto, tudo isso está muito bem, é evidentemente parte do Nacional-Socialismo, temos que conhece-lo e aprecia-lo... Mas nom é o essencial.

Na realidade o Nacional-Socialismo nom nasce das Idéias, nom é um produto "pensado" por um filósofo, nom se baseia num Enciclopedismo nem num economista teórico como Marx, nom é produto do "idealismo" hegeliano (idealismo de "idéia", de enteléquia (ilusom; ficçom) do cérebro).

Mas tampouco a sua essência está nesse excesso de testosterona que aparece nos desenhos de guerreiros nem de valentons, nos músculos armados de espadas ou metralhadoras, nom é esse desespero de Nietzsche polo extremo e genial, em amar a guerra e berrar a rebeldia. Nom é Odín e a mística do guerreiro, nem sequer é o ascetismo do Cartuxo (monge de ordem religiosa muito austera, em regime misto de solidom e vida em comum, fundada por Sam Bruno no Século XI) ou o isolamento do forte no seu castelo de elite. Também nom acreditamos que a essência N-S está na raiva anti-capitalista, na economia socializada e na vontade de enforcar os usurários. Nom, algo há que tudo isso no Nacional-Socialismo, mas tudo nom som mais que formas, partes, pedaços de sombra da verdadeira essência.

O Nacional-Socialismo nasce do povo, da gente, da sua essência popular e de seu sentido natural. Sobor ele construi depois toda essa mística e estrutura ideológica e mítica. Mas essas formas só têm valor SE estam sustentadas pola Natureza e pelo sentido humano, pola Qualidade e pola compreensom do que as gentes necessitam para serem melhor como Pessoa.

Nom se trata de rebaixar-se aos vícios do povo, senom de entender o caminho que as gentes gostariam de seguir para ser melhor numha vida natural e simples. As gentes nom necessitam de guerras, nem de ódios, nem de vulgaridades, nem selvajarias, senom sair do materialismo, da degradaçmo e do egoísmo brutal que os condeam a essa vida individualista e resignada ao vício, ao desemprego ou ao trabalho-escravo que se impom agora.

Talvez para sair seja preciso a guerra, mas nunca como objetivo nem essência, senom como derradeira conseqüência.

Por que ensinamos sempre a cara das conseqüências fatais e nom a do nosso desejo positivo?

O N-S devia ensinar que desejamos um mundo natural, sem utopias, sem a Usura como Deus nem o egoísmo individual como norma de vida, devia ensinar o nosso apreço aos quais ajudam e trabalham pola solidariedade, com as idéias que sejam, o nosso desejo de rematar com os vícios e degradaçons atuais para levar umha vida sã e simples, sem centra-la no dinheiro.

Estamos condeados a ensinar a rejeiçom ao imigrante quando o que queríamos mostrar é o nosso amor aos demais povos para superar os seus miseráveis governos fantoches da usura internacional, que promovem esse exílio convertido em invasom. Estamos condeados a manifestar-se "odiando os judeus" quando gostaríamos de construir com os judeus umha Naçom para todo seu povo em paz e concórdia, respeitados e respeitando.

Estamos condeados a ver nossa suástica utilizada por grupos de cretinos com "looking" de gentalha de bairro, demonizando a nossa simbologia como de seita demoníaca, no canto de ter como obectivo serem labregos e pais de família.

Que tragédia! Que desgraça ver que daqueles trabalhadores N-S germanos que tratavam de ser melhores na sua vida normal devotando a Hitler, cheguem a bater num imigrante que trata de fazer prosperar a sua própria família como pode (como lhe obriga o miserável mundo capitalista que lhe oprime ainda mais que a nós mesmos).

A nossa mocidade enche-se de droga, dumha música infernal de ruídos e brutalidade, de avareza e baixezas, e os quais dizem ser "idealistas" proponhem só mais droga e mais materialismo ainda. Nós devíamos apresentar a Alternativa real, espiritual e natural a essa vida, mas no canto disso olham-nos como tiranos que desejamos massacrar populaçons e raças inteiras, quando nom grupos de bêbedos berrando e assustando as gentes que ainda é normal.

O Nacional-Socialismo pode desaparecer SOMENTE por um motivo: se um dia já nom fica povo natural ao qual nos unir, se um dia o nosso povo, cada um deles, deixa de ser "natural" na sua essência, se deixa de perceber e sentir na sua naturalidade os valores positivos e elevados, e isso só se pode conseguir pola corrupçom da sua natureza, da sua genética, da Raça. Enquanto isso nom acontece, e pode chegar a acontecer, cada geraçom nova nasce maioritariamente, sempre cumha crescente minoria degradada pola anti-seleçom atual, com os mesmos sentimentos naturais, com os mesmos desejos de amor e de vida natural, de idealismo e vontade de ser melhores. Em cada geraçom o Sistema deve gastar milhares de milhons de dólares para corrompe-la desde sua infância, para converti-los em egoístas e miseráveis, em avarentos atrás do dinheiro, em resignados diante da degradaçom ética.

A cada geraçom temos umha possibilidade de renovaçom, mas, entretanto, nom enquanto sigamos com essa imagem falsa que querem vender nossa de violentistas e de ódio, que som parte da própria infâmia do Sistema, nunca chegaremos a bom porto.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Ataques indireitos do torrentismo

Dende o M.R.A. Gallaecia desvinculamo-nos do ataque contra a sede de Esquerda Unida de Vila-Garcia, e negamos toda implicaçom direita ou indireita em ditos feitos.

Nom é o nosso estilo amedrontar nem ameaçar a ninguém, e menos por meio dum vandalismo tam rastreiro e infantil, próprio do torrentismo. E é a estes a quenes sinalamos abertamente como os culpáveis, pois a organizaçon neo-franquista División Norte, cujos membros moram nesta mesma vila, tenhem um longo historial de provocaçons e insultos cara o Nacional-Socialismo e ao nosso clam.


A pintada com a legenda em castelám "Ladrones" nom faze mais que deixar em evidência aos autores; pois o M.R.A. Gallaecia nunca empregaria esse idioma em território nacional.
http://www.lavozdegalicia.es/noticia/arousa/2012/03/23/organizacion-neonazi-atenta-pintadas-contra-eu/0003_201203A23C3991.htm

O seitor neo-franquista na Galiza, aproveitando a perseguiçom do sistema aos camaradas com julgamentos políticos, e aproveitando o filom mediático pretendem afundir mais ao nosso clam com este tipo de acçons despreçáveis.


Foto da gentalha palheira autora das pintadas, subida por eles mesmos a umha conhecida rede social.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Livro do Pensamento NS Galaico






ÍNDICE

- M.R.A. Gallaecia
- Galiza, a naçom desconhecida
- NS Galaico
- O verdadeiro NS
- Reflexons dum NS Galaico
- Alvaro das Casas e os Ultreia
- NS Germanos e Gallaecia
- A Europa das Pátrias
- O Castelao que nom lembram
- Eládio e a revoluçom NS
- Estado Sionista Espanhol
- A bandeira "rojigualda"
- Portugal é Gallaecia
- Asturies é Gallaecia

- Kallaikia, a civilizaçom anterga a Roma
- Mudança da memória histórica na Gallaecia
- Gallaecia sem Galaicos
- A genética na Atlântia

- Que é, ou nom é NS?
- NS nom é Fascismo
- Fascismo, falangismo e NS
- NS ou White Power?
- A defesa do ideário NS
- Os ideais da Nova Geraçom
- Honra
- Innacçom ou Egoismo?
- O símbolo que vem da Alma
- A sútil ditadura do pensamento único
- Tolémias nazis?
- Teoria racial NS
- Racismo, as ideias malditas
- A negaçom das raças humanas
- O poder sionista nos EUA
- O mito da igualdade
- A luita contra o lobby gai

- Economia capitalista, comunista, fascista e NS
- Fundamentos económicos do NS
- O nosso socialismo
- A propriedade privada no NS


15€uros unidade, interessados ponham-se em contacto no email MRA_Gallaecia@hotmail.com

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O discutido mapa das SS

Muitos nazi-fascistas apelam a este mapa à hora criticar-nos a nós, os Nacional-Socialistas. Há que deixar bem claro que esse mapa étnico-regional das Waffen SS Charlemagne (nom das SS) tinha erros; ao ser eles Franceses e padecer nas suas próprias carnes o jacobinismo originário e mais fedorento, fixo-lhes esboçar umha moreia de etnias que nom existiam, ou que eram em muitos casos sub-etnias ou regions doutra. Mesmo assim este mapa era umha prova visual ao ideal étnico que promoviam nas Waffen SS, ainda que só fosse um esboço. As Waffen SS Charlemagne certamente tinham umha etnia franca no sue estado francês, umha naçom francesa com a que contar no marco da Europa das Etnias. No caso do estado francês, as etnias a ter em conta seriam : Franceses, Bretons, Bascons, Catalans, Occitans. Nom ocorre o mesmo no caso de Hispânia (Península Ibérica); nos estados: espanhol, português, andorrano, britânico (gibraltar) nom existe a etnia/naçom espanhola/hispânica. Existem as etnias: Bascona, Galaica, Castelhana, Lusitana e Catalana. Todas elas Hispânicas e Europeias. Hitler uniu no Reich, a toda a naçom germânica, nom às etnias germânicas como soem pensar alguns. Pois umha etnia (do grego έθνος ethnos, "povo" ou "naçom") é umha povoaçom humana na qual os membros identificam-se entre eles, normalmente com base numha genealogia e ascedência comúm, ou noutros laços históricos. As etnias estam também normalmente unidas por umhas prácticas culturais, de comportamento, linguísticas ou religiosas comuns. Polo tanto ser de diferente etnia/naçom na Europa das Etnias, nom é ser diferente no aspeito numha simples olhada, como alguns pretendem erroeamente mostrar, pois somos dumha mesma raça, a ariana/branca. Bascons: Bascons + Godos Galaicos: Celtas + Romanos + Suevos Castelans: Celtíberos + Romanos + Godos Catalans: Iberos + Romanos + Godos Mapa da Germânia do III Reich, onde som reconhecidas as etnias: galega, basca e catalana entre outras. A presença no caso galego devemos-lha a influência de Alvaro Cunqueiro.
Ou é que diferenciam numha simples olhada um Holandês dum Germano? Ou a um Sueco dum Finlandês? Um Russo dum Cosaco ou Ucraniano cecais? Um Escocês dum Inglês ou Irlandês ? O único que diferência aos Europeus é o fenotipo, e isso vira classificado no tipo de sub-raça da qual tenha mais características o indivíduo em questom. Um castelam diferencia-se dum galaico pola sua etnia (etnogénese), nom na sua RAÇA nem na sua SUB-RAÇA, nem fenotipo qualquer. Ou seja que nem hoje em dia, nem nunca diferenciou-se a um catalam dum castelam ou galaico à simples vista. Todos os nacionalismos de Hispânia nascem a partires de gente afim ao tradicionalismo "carlismo", a este facto engade-se o anti-centralismo, o romanticismo, racismo , etnicismo e em muitos casos sem sabé-lo, o socialismo. Assim nascem os primeiros movimentos nacionalistas: galego, basco, catalam, castelam; e nom nascem a partires de lógias maçónicas marxistas como pretendem fazer-nos ver os nacionalistas espanhois. Quando falem de nacionalistas, falem de gente como Vicente Risco, Alfedro Brañas, Dr Robert ou Jon Mirande; e nom de Otegi, Carod Rovira, e demais imbéciles xarnegus, maketos, palheiros; marxistas ou liberais, que de nacionalistas nom tenhem nada. O argumento de qualquer nacionalista estatal: espanhol, português, francês... é sempre dizer que o seu "País" é o mais homogêneo que existe, que nom podem existir outros nacionalismos porque nom existem diferenças étnicas, e sempre baseando-se em temas "genotípicos, linguísticos e culturais", sempre nessa orde. Os governos democráticos e os seus "intrépidos" historiadores descreverom sempre, que a actuaçom das forças Nacional-Socialistas durante a 2ª guerra mundial como opressora, repressiva, quando realmente levou-se a cabo umha cruzada pola liberdade dos povos e naçons oprimidas e separadas. E é que a política do III Reich alentou a muitos grupos e movimentos patrióticos de naçons oprimidas para que puideram alcançar os seus objectivos libertadores graças ao derrubamento do sistema de Estados capitalistas e comunistas. Se bem estes feitos som quase sempre evitados, têm-se inventado umha " escusa oficial " que sustem que o apoio respondeu únicamente a interesses geo-políticos, ignorando que a colaboraçom vinha existindo desde muito antes do ascenso ao poder no 1933. O certo é que o Nacional-Socialismo serviu como fonte de inspiraçom e base teórica de muitos movimentos nacionalistas -tal é o caso da organizaçom flamenga Verdinaso-, de modo que o ideal da Nova Ordem Europeia deu-lhes cobertura ao alimentar as esperanças de umha Europa das Pátrias. Já se vinham mantendo contactos desde os anos 20 com representantes e exilados de diversas nacionalidades, especialmente entre os pertencentes ao povos oprimidos pola URSS. Estes (Caucásicos, Tártaros, Arménios, Geórgicos...) estavam num princípio organizados em torno à revista Karkaz (París) e The Caucasian Quaterly finaciados por Japom e Itália. Também este derradeiro estado levou a cabo umha política favorável às naçons oprimidas. Num primeiro lar articulara-se o grupo Anti-Europa de G.Volpe cum pensamento europeista semelhante ao da Nova Orde, e logo, quando Mussolini organizou a Internacional Fascista , naçons e regions como Croácia, Flandres, Ucrânia, Catalunya... fôrom admitidas como membros de pleno direito. Trâ-lo ascenso Nacional-Socialista ao poder na Germânia, muitos líderes nacionalistas exiliados passarom a converter-se em conselheiros especializados em política exterior -tal é o caso dos assessores do balto-germano e teórico NS Alfred Rosenberg-. Também promoveu-se a criaçom de divisons da SS de diversas naçons que nom contavam, em princípio, com Estado de seu ( Arménios, Bretons, Bosnianos, Caucásicos, Cosacos, Checos, Croatas, Eslovenos, Estónios, Flamengos, Geórgicos, Kirguises, Letónios, Lituanos, Tártaros, Ucranianos, Uzbecos...) e tras 1941 formarom-se umha série de representaçons nacionais de distintas naçons que, ainda que dependendo financeiramente de organismos como o Ostministerium, as SS ou a Wehrmacht, jogaram um papel considerável nos órganos de decisom política do III Reich. O contacto com as naçons oprimidas da Europa Ocidental foi mais intenso. Operavam tradiçons de intercámbio entre frisons do leste e do norte, baixo soberania germana; dos grupos de celtólogos germanos, com certo carácter esotérico e com ecos incluso na organizaçom Abnenerbe (Herança dos Antergos), adicada às labouras culturais, históricas e arqueológicas dependendo direitamente das SS, ou do interesse académico desenrolado entre amplos círculos de linguistas e etnólogos polos nacionalismos Basco, Galego, Català, Irlandês ou Escocês. De feito, convencidos da legitimidade da causa Nacional-Socialista, várias pessoas e organizaçons dos dous últimos paises chegárom a colaborar como espias ou propagandistas. A continuaçom, e a modo de exemplos práticos do que se tem dito até o de agora, há umha série de resumos mui reduzidos, e que polo tanto deveriam-se ampliar separadamente, de cómo o Nacional-Socialismo fundiu-se com as luitas de libertaçom nacional numha série de povos e naçons europeias: Eslováquia, Ucrânia, Croácia, Bretanha, Flandres e Frísia. Eslováquia Trâ-lo derrubamento do Estado checo-eslovaco em Março de 1939 surgiu umha República Eslovaca impulsada polo movimento nacionalista SLS. Se bem em princípio esta organizaçom tinha um curte mais bem populista-católico, os sectores mais jovens, organizados em torno da revista Nástup, dinamizárom sua política cara o Nacional-Socialismo, até que se converteu em partido único baixo o nome de Unidade Nacional Eslovaca. Entre os líderes Nacional-Socialistas eslovacos temos que mencionar a Vojtech Tuka, que chegou a ser primeiro ministro. Fora mestre de direito na Universidade Húngara de Bratislava i em 1923 já organizara umha milícia, inspirada no Fascismo Italiano, denominada Rodobrana (Defesa da Pátria) que ressurgiria no 39, actuando conjuntamente com a Garda Hlinka do UNE. Tuka e mais o mais o ministro do interior, A.Mach, foram responsáveis da nazilizaçom do partido, propugnando um racismo biológico como base da nacionalidade eslovaca e colaborando com o III Reich na deportaçom de judeus. Com a ocupaçom comunista do país, que durou até 1990, Eslováquia perdeu sua liberdade e de novo converteu-se em umha naçom oprimida. Ucrânia O segundo exemplo é o de Ucrânia, onde existia umha organizaçom nacionalista, a UNO, que já vinha apoiando ao III Reich desde a sua constituçom. Os ucranianos destacárom na 2ª guerra mundial polo seu apoio militar às forças Nacional-Socialistas (com um total de 30.000 efectivos). Este apoio centrou-se na fronte do leste, desde o começo da invasom à URSS em Junho de 1941, já que os nacionalistas da UNO vírom a oportunidade de restaurar um Estado ucraniano unificado e independente e, à vez, luitar contra o inimigo comunista. Assi, trá-la criaçom do Estado eslovaco, surgiu a República Cárpato-Ucraniana. Pola sua parte, algumhas facçons da UNO, agrupadas em torno a Stepan Bandera, acompanharom à Wehrmacht no 1941 na sua entrada libertadora em território ocupado polos comunistas e proclamárom a independência de Ucrânia em Junho do mesmo ano na cidade de Lviv. A Wehrmacht contou com tropas auxiliares ucranianas e, incluso nas SS, participárom voluntários ucranianos ocidentais (nas divisons Nachtigall e Roland), formando umha divisom própria (a divisom SS Galiza) reclutada em boa parte pola UNO. Por outra banda, a componente anti-semita do nacionalismo ucraniano era inegável, já que considerava ao comerciantes judeus como opresores dos labregos e colaboradores com a Rússia Comunista. Trá-la ocupaçom comunista, Ucrânia foi submetida ao Império Soviético a pesar que as actividades armadas do Exército Insurgente Ucraniano UPA perduraram até começos da década dos 50, confinadas à Ucrania ocidental. Croácia O terceiro exemplo é o de Croácia, onde o Nacional-Socialismo estivo estreitamente veiculado ao movimento dos ustachi (insurgentes), surgido no periodo de entre-guerras. O seu fundador, o advogado Ante Pavelic, procedia do Partido do Direito, de corte nacionalista tradicional e fundado no 1861, do qual era secretário geral. Em 1929, logo de que o rei Alexandre impusesse um régime autoritário, Pavelic, seguindo o modelo da ORIM macedónia, considerou que chegara a hora de fundar umha organizaçom partidária da acçom direita que supera-se o conformismo do Partido Campesinho Croata. Assim fundou-se a Organizaçom Insurgente Revolucionária Croata (Ustacha-Hrvatska Revolucionarna Organizacija), que adoitava o führerprinzip. Também surgiram paralelamente umhas milícias: Deiesa Croata (Hrvatski Domobran). O partido Ustachi estabelecia nos seus princípios, publicados em 1932, o objectivo de fundar um Estado croata independente, baseado nas tradiçons comunitárias campesinhas e aposto ao capitalismo, afirmando a sua funçom de baluarte fronte ao comunismo. A derrota de Jugoslávia ante as forças da Wehrmacht em Abril de 1941 fixo possível a criaçom do Estado croata independente (Nezavisna Drzava Hrvatska), sendo o primeiro chefe de Estado Pavelic. Este e o Partido Ustachi constituírom um Estado de corte Nacional-Socialista que perdurou até a invasom soviética. Tampouco podemos esquecer a Divisom SS "Handschar", formada em 1943 por voluntários mussulmanos de Bósnia-Herzegovina. A sua totalidade, junto com outros 30.000 bósnios e croatas, fórom entregados polos británicos aos partisanos de Tito, perecendo na denominada "Marcha da Morte" ou em execuçons massivas. Até aqui a história de três povos que com o Nacional-Socialismo ganharam a sua liberdade e que com comunismo perdero-na. Flandres Em Flandres operavam várias organizaçons regionalistas de aberto carácter Nacional-Socialista. É o caso do VNV (Vlaamsch Nationaal Verbond), fundado no 1933, e o Verdinaso. Ambos partidos vinham sendo apoiados financeiramente polo III Reich polo menos desde o 1937. A Verdinaso tivo umha estreita colaboraçom com as SS, servindo de base de recrutamento da secçom SS flamenga (Allgemeine SS-flandern) e da Bandeira SS "flandres". Pola sua parte,a administraçom germana, depende da Wehrmacht, contou com a VNV para a organizaçom dum corpo de funcionários para o novo governo flamengo. Com a invasom ao Império Soviético em Abril de 1941, aumentou o entusiasmo dos nacionalistas. Paralelamente, membros do VNV tomarom postos nos ministérios belgas assim como na administraçom flamenga. De feito, este partido contava no 42 com 100.000 membros e várias organizaçons sectorais. Os líderes do VNV, entre eles De Clercq e Hendrik Elias, apostaram decididamente por colaborar no eido militar com as forças Nacional-Socialistas. De este jeito criou-se umha unidade de voluntários dentro das SS, a Legiom Flandres, que combateu na fronte oriental como vanguarda da luita contra o comunismo, aderindo-se à Nova Orde. A VNV controlava direitamente a legiom nomeando os seus oficiais e formando companhias separadas. A partires do 44 tomam maior protagonismo o Partido Nacionalista Flamengo dos trabalhadores e as SS-Flandres. Com a invasom das forças judeu-capitalistas, os nacionalistas flamengos viram-se obrigados a fugir a Hannover, onde se criou o Governo Flamengo no Exílio. Por outro bando, temos que fazer referência à VVF, presente no Flandres Francês. Com a ajuda das forças Nacional-Socialistas sacaram adiante no 1941 a publicaçom do seu órgano oficial bilingue, Le Lion des Flandres-De Torrewachter , desde o qual difundiu-se umha mensagem ideológica racista e panneerlandista. Muitos regionalistas flamengos de França chegaram a ingressar nas Allgemeine SS mas a invasom de Normandia polas tropas norte-americanas impediu posteriores avanços. A finalidade regionalista tem como finalidade a uniom de Flandres a Holanda, formando a unidade de Diestland. Bretanha O nacionalismo bretom é um dos exemplos mais interessantes, sobre todo para nós, como naçom celta, polo que há de ser ampliado devidamente mais adiante. Com a libertaçom de França polas forças Nacional-Socialistas , os líderes do PNB (Strollad Broadel Breiz), Olier Mordred e Debauvais, podem regressar à Bretanha, Mordred lançou em 1942 a revista Stur, de aberto carácter Nacional-Socialista, e Debauvais, junto Lainé, no 44 reeditou a revista Breiz Atao. Também organizou umha unidade de voluntários nacionalistas, a partires das milícias do PNB, as Bagadoú Stourm (Grupos de Combate), para luitar ao lado dos alemans e vingar aos militantes nacionalistas assassinados polas guerrilhas comunistas. Surgiu assim a Brigada Bezen Perrot que luitou baixo o nome de Bretonische Waffenverband der SS. No eido cultural, o Reich obrigou ao governo de Vichy a reconhecer o bretom como língua no ensino e deu-se-lhe certo grau de autonomia à regiom com a criaçom do Comité Consultatif de Bretagne. Tampouco se pode deixar de citar o Mouvement Ouvrier Social-National (Movimento Nacional-Socialista Obreiro Bretom) fundado no 1941 por T.Jeusset. Em Junho de 1944, com a invasom das tropas judeu-capitalistas, as Bezen Perrot repregarom-se cara Alemanha ingressando nas SS ou mantiverom guerrilhas anticomunistas até finais do 44. Há muito mais que contar sobre a Bretanha que já contarei mais adiante. Frísia Os primeiros contactos entre regionalistas frisons e nacional-socialistas alemans tiveram lugar como derivaçom dos antigos vínculos estabelecidos nos anos 20 e 30 entre os grupos regionalistas militantes de Frísia oriental (a Ostfriesische Landshaff), interessados em reavivar a comum parentela entre frisons ocidentais, orientais e setentrionais. Esses contactos materializavam-se nos Congressos Gramfrisons celebrados desde 1925, estando presentes no último deles (1937) representantes do NSDAP. De feito,vários oficiais das SS porcedentes da Frísia oriental fizeram propostas de um amplo autogoverno aos regionalistas frisons. Éstes constituirom um : triunviriato pouco depois, o Trijemanskip, integrado por Jaap Kalma, Sybesma e Folkerstma. O segundo éra próximo ao partido Nacional-Socialista NSDAP e fundou meses mais tarde umha organizaçom Nacional-Socialista Frisona, racista e anti-semita. Himmler e a organizaçom das SS Abnenerme mostraram interesse pola causa frisona, e de feito, as SS fomentaram a literatura em idioma frisom, deram oportunidades para publicar e ganhar prémios aos escritores do movimento frisom, e incluso decretaram a anexiom das ilhas nordholandesas de Vlieland e Terschelling à província de Frísia. Em fevereiro de 1941, partido nacional-socialista de Sybesma e o Partido Popular frisom uniram-se para formar conselho frisom (Fryske Rie), que logo passaria a formar parte da organizaçom Saxo-Frísia, promovida por Abnenerbe. Conclusom Eis aqui um breve resumo de parte da história de seis povos europeus. Seis naçons que no periodo 1938-1944 deram passos gigante cara a sua libertaçom obrigado ao Nacional-Socialismo. Três de estes povos acadarom o seu lugar próprio dentro da nova Ordem Europeia e os outros três fariam outro tanto se nom fora contra-ofensiva judea (comunista e capitalista). Meio século teria que passar para que Eslováquia, Ucrânia e Croácia recuperaram sua liberdade trás serem submetidos ao inferno vermelho. Flandres, Bretanha e Frísia seguem a luitar por ela. A história da-nos a razom. O Nacional-Socialismo é a única esperança para os povos oprimidos que nom queiram ser assimilados pola cultura judeu-capitalista ou sucumbir ante a aniquilaçom comunista. Porque somos nós, os Nacional-Socialistas, os que defendemos a Nova Orde Europeia, os que devemos luitar por umha Europa das Pátrias, umha Europa unida e libertada. Gallaecia O legendário investigador germano Otto Rahn ,segundo revela recentemente a Orde Martinista, visitou Crunha em 1937 para seguires umha pista que levava à tumba do Apóstolo em Compostela. Rahn permaneceu vários meses na cidade herculina camuflado com a nutrida rede de assistentes militares N-S Germanos que o asesoravam entóm. Sabe-se que o investigador germano visitou a casa natal do seu mestre martinista no número 13 da rua Olmos ,que ainda segue tal qual, e que rastreou lendas relacionadas com a ruta galaica do Graal. Rahn deixou constáncia num escrito que Gallaecia foi o reino europeu occidental mais antigo —antes que o visigodo com sede na Toulouse— tras a caida do Império Romano e o único país de sustrato céltico que ostenta o graal no seu escudo. Outro mestre germano, Fritz Krüger estudou sobre a "Galiza vista por um estrangeiro", que conhecia através de longas viagens por terras galaicas. Este fundo conhecedor da linguística e etnografia galaica cobrou recentemente notoriedade a partires de investigaçons que provariam ter sido um agente da inteligência Nacional-Socialista antes e durante a guerra mundial, circunstância absolutamente desconhecida naqueles momentos, nom só pola colectividade galaica, senom também polos políticos republicanos ali presentes. O mestre Krüger era um firme defesor da unidade étnica e lingüística da naçom galaica "lucense, bracarense e asturicense".

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Olegario de las Eras sobor do poema de Risco e Pedraio


O escritor castelam Olegario de las Eras traduze correctamente a curiosa poesia de Risco e Pedraio, assim como como as suas anotaçons e esboços.

1Sobor desta montanha, vizinha do ceu
onde o mestre Parga Pondal
Como as Valkirias da voltas e canta
os duros dentes de granito
5 mordem o corpo famientos
e só a alma livre e vivente
como bolboreta baila e voa.
(ao longe) o Océano solitário,
no ceu só viaxam as nuvens
10 Quando no cerebro vive o marxismo
E o futuro da humanidade tece,
Linha apagada
Linha apagada
Mas quando a noite e as estrelas cantam
14 Deve o marxismo também desaparecer.

Notas:
A traducçom é literal, nom poetizada como fizo o Sr. Vidal Romaní.

O problema sobor o sentido real centra-se na “valoraçom” do marxismo. E tal e como entendera é umha clara crítica ao marxismo, dizendo (parafraseo o verso para que se veja o sentido mais nítido) que “no ceu há nuvens quando no cerebro vive o marxismo e o marxismo tece o futuro da humanidade”.

Nesses versos o uso dos verbos leben, “viver” e weben “tecer” poderia incluso respostar também a um jogo de palavras que a mim escapa porque poéticamente esses verbos unidos significa “existir”, “ser”, mas este em todo caso seria umha questom estilística secundária. O que me parece um completo abuso é que na sua traducçom o mestre galego invente-se um ponto detrás das nuvens (é possível que se acolha a que o seguinte verso começa por maiúsculo, mas é que em vários versos do poema, como o terceiro e o derradeiro, empregam-se maiúsculos sem ter por qué fazé-lo, poderiam-se ter empregado no início de todos ou só usá-las como no alemám: limitando-as aos sustantivos, mas o autor nom segue nenhum desses critérios. Polo tanto nom há base para supor un ponto tras “wandern” para separar na sua traducçom os dos versos 8 e 9.

Assim que tem que forçar “poéticamente” esses versos 8 e 9 para dotá-los dum sentido autônomo, quando resulta evidente que som umha metáfora do que ocorre quando o cerebro e a humanidade vivem e som tezidos polo marxismo, estando ligados aos versos 10 e 11. Igualmente, estes dous versos 10 e 11 ficam soltos e sem sentido, como justapostos e sem vir a conto, ao separá-los dos dous precedentes. Todo parece-me um jogo do traductor para eliminar o sentido pejorativo cara o marxismo. Um sentido lógico e que fai-se evidente nos dous derradeirs versos que som absolutamente diáfanos e unívocos, verschwinden é “desaparecer”, “disiparse”, etc. e ademais emprega-se o verbo müssen que possue um sentido de dever imperativo.

Vidal Romaní aproveitou a “poetizaçom” da traducçom para transformar o sentido, polo menos nos versos 10 e 11.

Só tenho umha dúvida na traducçom exacta do verso 8: nom sei se a palavra inicial é Zu e por tanto Zu ferne é claramente “demasiado lonjano” ou “demasiado longe”, ou é In e por tanto In ferne poderia ser “ao longe”: em alemam existe a perifrase in Ferne, “em lontananza” mas require, segundo tenho entendido, um Ferne com maiúsculo. Assim que nom sei bem por quê soluçom decantar-me (inclino-me mais por “em lontananza” ou “ao longe”), ainda que em todo caso, creio que o sentido do verso seria ou umha mera “ubicaçom do poeta em relaçom ao mar” ou, mais provavelmente, umha metáfora (a soidade do mar) paralela à metáfora (as nuvens viaxam polo ceu, é dizer, o ceu está nuveado) para referer-se à situaçom do cerebro e a humanidade sujeitos ao marxismo).

Olegario de las Eras

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O símbolo que vem da Alma



A Essência e o Significado da Suástica

Em milhares de anos da história da humanidade, nenhum símbolo foi tam marcante. A Suástica, hoje proibida e banida em diversas naçons Arianas, polos seus devidos governos anti-arianos, representa todo o seu passado e toda a sua vida. A cruz gamada é o mais antigo símbolo da espécie humana, aparecendo em praticamente todas as culturas na antigüidade, e sempre com um significado similar ou relacionado, porém, em nenhuma outra raça, a Suástica representa toda a sua alma e o seu espírito, como na raça Ariana. E o que vai ser demonstrado é que o significado e a essência da Suástica vai muito mais além do que de qualquer outro símbolo conhecido. Que o que ela representa é muito maior do que nós.

É um símbolo de poder, um símbolo de orgulho, de força, de Honra. O primeiro significado da Suástica e o mais conhecido é o significado solar, a Suástica no princípio significa o Sol, o elemento que mais fascinou todos os antigos povos, porém, isso nom reduz a Suástica a um simples elemento astronômico. O Sol é a estrela da vida, e da força; sem o Sol nom há vida, sem o Sol nom há criaçom, o que faz ele representar o maior símbolo de força e poder, nom um poder ou força opressora, senom um poder espiritual e triunfal. O Sol é a fonte do calor e da luz. O homem nom controla o Sol, este está além do domínio humano, é algo maior que o ser, maior que todos nós. Por isso a Suástica simboliza tudo que é bom e positivo na criaçom, e nos ilumina e nos eleva espiritualmente. Isso mostra como a antiga cruz gamada, ou Suástica, representa umha religiom, um ideal totalmente incorporado na Cosmovisom Nacional-Socialista, pois está é umha doutrina de luz, de vida. A Suástica é a luz divina, a luz solar que descem sobre os homens, o combustível da criaçom, da excelência, do triunfo e da vitória!

A própria pronúncia da palavra “Suástica” vem dumha antiga expressom indiana que é “Su asti ka” que significa “que assim seja” ou “boa sorte”. Isso demonstra que desde o início a Suástica só representa o que é positivo, construtivo, nunca o contrário.

É necessidade do Homem de abandonar por um momento o seu corpo, de sair de si próprio e de se elevar à algo maior e muito mais grandioso do que ele mesmo.

O NSDAP (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Germano) tem a sua origem numha antiga sociedade espiritual, a Thule Gesellshaft (Sociedade Thule), cujo símbolo era a Suástica redonda, que representa o movimento, o progresso, o desenvolvimento, o infinito. Em 1918, o seu fundador, Sebottendorf, fixo o seguinte juramento:

“Tenho a intençom de empenhar a Thule Gesellshaft neste combate, e tanto tempo quanto as minhas mans se mantiver o martelo de ferro... Faço o juramento sobre esta cruz gamada, sobre este sinal que nos é sagrado, que tu entendas, oh Sol triunfante! Continuarei fiel a vós. Tende confiança em mim como tenho confiança em vós... O nosso deus é o pai do combate e sua Runa é a da águia... que é o símbolo dos Arianos. Também para marcar a faculdade de combustom espontânea da águia, iremos representá-la em vermelho... tal é o nosso símbolo, a águia vermelha, que nos lembra ser necessário passar pela morte para poder reviver”.

O que a suástica representa está além do corpo e da matéria, a cruz gamada nom representa um plano meramente físico, mas sim o plano espiritual, a Suástica é o lume e a força interna, a força do homem, mas o impulso, a potência para a superaçom de si, para a criaçom do novo homem. As palavras do filósofo germano Nietzsche figuram isso perfeitamente:

“O Homem é umha corda, atada entre o animal e o Sobre-Homem – umha corda sobre o abismo”.

“O que é grande no Homem, é que ele é umha ponte e nom um fim: o que pode ser amado no Homem, é que ele é um passar e um sucumbir”.

Nietzshe diz que o Homem deve ser superado, é umha superaçom de si, algo pessoal, apenas o individuo consegue mudar a si próprio, e a Suástica também representa essa procura pela excelência.

A Suástica é o culto à beleza da raça e da humanidade, um culto à Natureza divina e sua criaçom. É a fé no Homem e fé na sua superaçom e sua excelência.

A idéia Nacional-Socialista do Triunfo da Vontade consiste na habilidade pessoal que nós, como humanos, temos de mudarmos a nós mesmos para melhor, umha revoluçom pessoal, umha superaçom de si, algo individual, do qual apenas nós somos responsáveis, e depois de mudarmos o ambiente e ajudarmos as pessoas ao nosso redor a fazerem o mesmo, superare e melhorare.

Foi essa transformaçom positiva que Adolf Hitler fixo na construçom do primeiro Reich Nacional-Socialista, ou III Reich Germano. Hitler com a confiança e apoio de toda a naçom, de todo o povo fazer essa reforma espiritual, essa reforma absolutamente positiva no seu ambiente. Adolf Hitler representou a derradeira rebeliom do homem contra o império do egoísmo e o poder do dinheiro, e estes derradeiros concluíram a sua missom ao destruir, ou tentar destruir o que o eterno Führer construiu com o Triunfo da Vontade. O Triunfo da Vontade, Adolf Hitler, o Reich Nacional-Socialista SOM a Suástica, som demonstraçons concretas do poder e da força da Suástica ao despertar a essência da alma e de despertar a sua procura pola excelência.

Umha nova sociedade e um novo Império, algo que o mundo nunca tivera presenciado, onde os princípios fundamentais de Honra comandaram e se manifestaram na alma de todo um povo, algo que Hitler fixo só, essa foi a demonstraçom do Triunfo da Vontade pessoal, de ter-se superado e depois de ter feito o seu povo, a sua raça, a sua estirpe também se superarem. Isso é a Suástica. Instituiçons como a Hitler Jugend e a SS som demonstraçons de toda a Honra Nacional-Socialista. Através destas duas instituiçons ele tratou de mudar as pessoas para melhor, ou de despertar a sua essência como membros dum povo e membros dumha raça. Mais umha vez a Suástica estivo presente nestas conquistas.

“Aquele que viu no Nacional-Socialismo só como um movimento político nom percebeu absolutamente nada”. -Adolf Hitler

Adolf Hitler e outros grandes homens do NSDAP sempre tentaram fazer as pessoas entenderem que a essência do Nacional-Socialismo nom é política, a essência do Nacional-Socialismo é espiritual, ela representa as Leis Naturais, como a Natureza é manifestada em nós através da raça, de que nós nom somos indivíduos isolados, nós somos parte dumha raça, dum povo, os nossos atos nom afetam apenas nós isoladamente, e sim todo o nosso ambiente como um todo. O indivíduo é parte dum todo. Ao ajudarmos o nosso povo estamo-nos a ajudar a nós mesmos. Devemos servir o nosso povo, quando o nosso povo estiver livre, nós, como parte dele, também estaremos. Ao nos separarmos dele e nos considerarmos indivíduos sem valores supremos, nós estamos traindo a nossa raça, estamos sendo egoístas, estamos abandonando valores que som maiores do que nós. E o Nacional-Socialismo cre que o nosso povo é maior que nós separadamente, o Nacional-Socialismo manifesta os valores supremos, isto é, que estam por riba de nós.

“O Nacional-Socialismo está ligado a sua Cosmovisom (Weltanschauung). Ele existe para ela e desaparecerá com ela”. - Alfred Rosenberg

O Nacional-Socialismo é umha Cosmovisom por riba de tudo. A política é umha conseqüência, a política é umha maneira de aplicarmos através do Estado, dum governo, esta Cosmovisom que inclui os seus princípios e os seus valores. É infantil colocar o Nacional-Socialismo como umha simples visom política anti-marxista, anti-capitalista, pois o N-S nom é um conjunto de “contras” e sim umha Cosmovisom, umha doutrina, um corpo de idéias baseada nos princípios de Honra, Lealdade e Dever.

Tudo isso representa a manifestaçom do poder da Suástica sobre espíritos honrados.

A Suástica tem o poder de despertar o interior natural da alma Ariana, assim como a raça é umha manifestaçom exterior e física da alma. Toda raça tem a sua alma, toda raça cultiva o seu alto ideal. Isto é verdade, ao estudarmos o comportamento de cada etnia pela história e por todo o globo veremos como as açons de cada umha delas seguiram um mesmo caminho e mesmo objetivo. A raça Ariana sempre cultivou os mesmos valores, os Homens sempre colocarom os interesses do seu povo antes do seu interesse pessoal, a raça Ariana sempre entendeu a força da natureza sobre nós, sempre manifestou essa compreensom através de seus mitos e lendas. Os deuses e avatares Arianos sejam Wotan, Breogam, Odin, Ith, Kalki, Bandua ou Zeus representam os mesmos ideais, só com outros nomes, representam o arquétipo que o Ariano deve seguir, pois este é a sua essência e a sua Natureza. Os deuses som umha manifestaçom do povo e representam a sua consciência e da sua Cosmovisom, por isso estas sagas e mitos som a melhor maneira de entender a Cosmovisom Ariana. O que é curioso é que esta Cosmovisom Indo-Ariana é que ela nom é focada num indivíduo ou num pequeno grupo, é o pensamento e alma de todo um povo, é a uniom através das origens e do sangue, embora tenha sido alterada com a presença de elementos anti-arianos como a usura e o egoísmo, a Natureza racial pode e deve ser libertada e manifestada pela Suástica. A Suástica e o seu significado som originados pela força do sangue. A Suástica é um símbolo do sangue manifestado. Essa é a alma racial, é a essência, é o interior, o subconsciente, e isso manifesta-se fisicamente através da raça. Isso a suástica deve despertar, ela pode, ela foi criada para isso, ela é a demonstraçom simbólica de todo o poder e a força espiritual, ela se manifestou inúmeras vezes durante a história e tivo o seu auge durante a criaçom do Reich Nacional-Socialista, mas ela deve ressurgir.

Hoje as naçons Arianas estam literalmente ocupadas pelas forças sionistas, pelo egoísmo, pelo poder do dinheiro e estas forças negativas usam de todos os artifícios, desonrados e imorais para deturparem o significado espiritual da Suástica e a sua força altamente positiva e criativa sobre as pessoas. Marginalizaram o nosso símbolo e tentara-no destruir de todas as maneiras, mas a opressom há de rematar, e só a antiga runa, o antigo sinal que tem a sua base no sangue e na alma pode combater a tirania.

Mjollnir – O Martelo de Thor

“Salve Thor! Deus do Trovom! Defensor de Asgard e Midgard.
Dote-nos com coragem e ajude-nos na luita
Contra os inimigos de nossa fé, família e povo.
Corajoso Thor!
Guerreiro entre os deuses e firme em lealdade e fidelidade.
Proteja-nos e nos encoraje com a força
Do seu poderoso e invencível martelo.
Talvez tudo seja como você queira
E todo o nosso povo fique com você como você ficou conosco.
Talvez força e Honra esteja com você e sempre com nosso povo”.


Aqui citamos um anaco do livro “Deuses e Mitos do Norte da Europa”, de autoria de H.R. Ellis Davidson:

“Parece realmente que o poder do deus do trovom, simbolizado polo seu martelo, estendia-se por tudo o que tinha a ver com o bem-estar da comunidade. Ele cobria o nascimento, casamento, morte e cerimônias funerárias e de cremaçom, e os juramentos feitos pelos homens. A famosa arma de Thor nom era só o símbolo do poder destrutivo da tempestade e do lume do céu, também umha proteçom contra as forças do mal e da violência. Sem ela, Asgard nom poderia ser mais atingida pelos gigantes e os homens contavam com ela também para lhes dar segurança e garantir a regra da lei”.

A antiga tradiçom do martelo dos juízes da corte que estabelece a ordem também vem dos antigos povos europeus ao usarem o Mjollnir para comandarem umha sociedade justa, para proteger o povo. A Suástica.

Paga a pena lembrar um mito germânico que envolve Thor e o Mjollnir. Na sua pescaria, Thor ao ser atacado pela maligna serpe de Midgard ergue o seu martelo e destrue-a. Se fizermos umha analogia por um ponto de vista Nacional-Socialista, a serpente representa o poder do dinheiro e do sionismo e da supremacia judaica, e o Mjollnir representa a Suástica que combate a usura e o inimigo dos povos.

Isso foi só um exemplo da idéia do inconsciente coletivo de Carl G. Jung, é a presença que está obviamente além de nossa atual consciência, mas que se manifesta involuntariamente. Assim como um dos fenômenos do nosso Führer espiritual Adolf Hitler foi ele ser, pessoalmente, a manifestaçom do subconsciente, do inconsciente, dos desejos e aspiraçons mais fundos, mais intensos, mais reais, mais humanos de toda umha raça. Adolf Hitler é o arquétipo, é a manifestaçom física e pessoal da raça ariana. Assim como a Suástica também o é, mas dumha forma simbólica. Ele e ela, Adolf Hitler e a Suástica, som sinônimos, som o mesmo conjunto cósmico, o mesmo ser, que é a essência racial que é a alma Ariana. Por isso ambos tem esse poder e o fizeram nos anos 30, despertaram esse subconsciente coletivo, que nada mais é do que a alma racial Ariana com outro nome. E ambos som o poder da Suástica manifestada espiritualmente e fisicamente sobre os Homens e que ela desperta algo forte, verdadeiro e interior.

Por isso e mais, ao aceitarmos e compreendermos o significado e sabedoria da Suástica, nós devemos entender, ou pelo menos procurarmos e nos esforçarmos para entendermos a verdade proibida pelos atuais governos, do que é a verdade sobre o Nacional-Socialismo e sua essência absolutamente positiva, sobre sua Cosmovisom, sobre o Triunfo da Vontade. Nós devemos esquecer, ignorar toda a lavagem cerebral da mídia e do poder sionista manifestado que há mais de 70 anos vem destruindo e corrompendo o que há de melhor, de saudável, de humano no Nacional-Socialismo. Só a verdade liberta, conhecer a verdade é umha tarefa individual, de esforço pessoal. A ignorância é reconfortante, mas nós devemos escolher o nosso caminho. O caminho natural da raça Ariana pela sua Natureza como vem sido demonstrado durante a história é o caminho da verdade, da Honra, da Lealdade e do Dever. O escritor e inglês H.S. Chamberlain escreveu no seu Arische Weltanschauung (Cosmovisom Ariana): “Eu dixem noutra ocasiom: ser ‘Ariano’ nom é o ponto, nos tornarmos ‘Arianos’ é o que importa”. E cito mais umha frase:

“Nunca esqueça essa única cousa: pelo pensamento apenas, o pensamento pode ser libertado; aquele que nom tem a coragem e o poder de repensar os pensamentos da raça Ariana, é e continuará a ser um servo, nom importando a sua ancestralidade, pois ele é mentalmente prisioneiro, cego, preso à terra”.

Escolher é pessoal, ser um servo ou nom. A vida é luita. Nós devemos criar consciência da nossa situaçom atual, devemos meditar sobre os assuntos e entendermos o nosso estado, e a opressom e tirania sobre o nosso povo. A Suástica é um símbolo, ela representa isso, mas ela só nom faze nada, deve-nos despertar, comandar-nos para a vitória, para o triunfo e para a liberdade, o resto é conosco.

Há um grupo de pessoas, um grupo apenas, que controla o que nós vemos na TV, o que nós lemos, o que nós assistimos nos cinemas, o que escutamos no rádio, este mesmo grupo mantém-se unido há milhares de anos e o mais homogêneo possível, ele entende que através da sua homogeneidade ele mantera-se, tudo o que recomenda e que força às outras raças através dos meios de comunicaçom é aquilo que nom aceita e nom permite para si, porque sabe que irá destruí-lo por dentro.

O Homem Ariano tornou-se escravo do dinheiro e do capital. O materialismo quebrou no homem, na sociedade e na raça. O pensamento de "cada cam lambe o seu caralho" está ficando maior e vai aumentar até as pessoas colocarem no seu povo depois de si próprias. O tempo em que nós éramos partes duhma raça e nom só indivíduos existiu, existiu durante milhares de anos, este tempo construiu impérios, deu luz a civilizaçons, deu luz à vida e a justiça. Este tempo foi real, e nós devemos recriá-lo.

O dinheiro tornou-se ideal moral, religiom, a meta final dos povos, o valor superior que antes era a nossa comunidade, estirpe, clam, reduziu-se ao egoísmo. Nós identificavamos-nos com os nossos companheiros, trabalhava-mos juntos, tinhamos os mesmos valores, nós éramos realmente um povo. Isso é um valor superior, algo que está além de nós, assim como o herói é aquele que luita e morre por algo maior do que ele próprio.



A Suástica é o nosso sangue que é a criaçom, a herança a esperança dum novo futuro.

A chama da raça Ariana e da liberdade começou-se a apagar quando o homem rendeu-se ao egoísmo, esqueceu-se das suas origens, do seu povo, parou de amar aqueles que som responsáveis polo que somos hoje. O dinheiro, e nom o triunfo, tornou-se a sua meta principal na vida.

A Suástica tem a sua base no sangue, a Suástica tem a sua origem como o primeiro símbolo da humanidade e ela mantêm-se ainda hoje, muito mais fraca do que antes, e pode apagar. O que apaga junto é a nossa história, as nossas conquistas, as nossas criaçons

Nós estamos encarando um problema novo, enquanto crises políticas, sociais e econômicas podem ser resolvidas, o fim dumha raça nom. A raça Ariana extinguiu-se no antigo Egito, no antigo Oriente Médio, na antiga Índia e agora a extinçom chegou ao berço: a Europa. Com a extinçom a raça nunca será refeita, a maior raça que pisou e que marchou sobre a terra está enfrentando o seu fim, a dominaçom e a escravitude estam caindo sobre o nosso povo. É hora de tomarmos umha atitude. Devemo-nos entender e valorizar o legado dos nossos antergos, este legado, esta herança está presente em nós, nós nom devemos destruí-lo, devemos resistir e nos revoltarmos contra a tirania.

Os grandes Homens som um produto do povo Ariano, estes grandes Homens e as suas conquistas nom morrem nunca, som imortais, assim como os bons espíritos. Estes Homens som parte do legado do nosso povo e som parte de nós. A base da nossa existência é a herança dos nossos antergos e nós somos partes deles como os nossos filhos seram parte de nós. Sangue do nosso sangue. E assim o legado deve-se perpetuar, porque este é sagrado.

A bandeira vermelha, branca e negra deve ser hasteada novamente. A Suástica despertará algo interior e mais forte do que o nosso corpo e a nossa mente, ela despertará algo além da existência física e material, despertará a nossa alma e a nossa essência! A Suástica salvara-nos da extinçom, da opressom e da tirania. Mostrara-se a verdade, será a luz, o Sol, a criaçom e a vida, enquanto a raça Ariana sobreviver, a força da Suástica viverá, pois ela é mais forte que todo! Ela desperta exteriormente nossa Natureza porque ela é a Natureza! A Suástica é o lume para a vitória e para a glória!