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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O discutido mapa das SS

Muitos nazi-fascistas apelam a este mapa à hora criticar-nos a nós, os Nacional-Socialistas. Há que deixar bem claro que esse mapa étnico-regional das Waffen SS Charlemagne (nom das SS) tinha erros; ao ser eles Franceses e padecer nas suas próprias carnes o jacobinismo originário e mais fedorento, fixo-lhes esboçar umha moreia de etnias que nom existiam, ou que eram em muitos casos sub-etnias ou regions doutra. Mesmo assim este mapa era umha prova visual ao ideal étnico que promoviam nas Waffen SS, ainda que só fosse um esboço. As Waffen SS Charlemagne certamente tinham umha etnia franca no sue estado francês, umha naçom francesa com a que contar no marco da Europa das Etnias. No caso do estado francês, as etnias a ter em conta seriam : Franceses, Bretons, Bascons, Catalans, Occitans. Nom ocorre o mesmo no caso de Hispânia (Península Ibérica); nos estados: espanhol, português, andorrano, britânico (gibraltar) nom existe a etnia/naçom espanhola/hispânica. Existem as etnias: Bascona, Galaica, Castelhana, Lusitana e Catalana. Todas elas Hispânicas e Europeias. Hitler uniu no Reich, a toda a naçom germânica, nom às etnias germânicas como soem pensar alguns. Pois umha etnia (do grego έθνος ethnos, "povo" ou "naçom") é umha povoaçom humana na qual os membros identificam-se entre eles, normalmente com base numha genealogia e ascedência comúm, ou noutros laços históricos. As etnias estam também normalmente unidas por umhas prácticas culturais, de comportamento, linguísticas ou religiosas comuns. Polo tanto ser de diferente etnia/naçom na Europa das Etnias, nom é ser diferente no aspeito numha simples olhada, como alguns pretendem erroeamente mostrar, pois somos dumha mesma raça, a ariana/branca. Bascons: Bascons + Godos Galaicos: Celtas + Romanos + Suevos Castelans: Celtíberos + Romanos + Godos Catalans: Iberos + Romanos + Godos Mapa da Germânia do III Reich, onde som reconhecidas as etnias: galega, basca e catalana entre outras. A presença no caso galego devemos-lha a influência de Alvaro Cunqueiro.
Ou é que diferenciam numha simples olhada um Holandês dum Germano? Ou a um Sueco dum Finlandês? Um Russo dum Cosaco ou Ucraniano cecais? Um Escocês dum Inglês ou Irlandês ? O único que diferência aos Europeus é o fenotipo, e isso vira classificado no tipo de sub-raça da qual tenha mais características o indivíduo em questom. Um castelam diferencia-se dum galaico pola sua etnia (etnogénese), nom na sua RAÇA nem na sua SUB-RAÇA, nem fenotipo qualquer. Ou seja que nem hoje em dia, nem nunca diferenciou-se a um catalam dum castelam ou galaico à simples vista. Todos os nacionalismos de Hispânia nascem a partires de gente afim ao tradicionalismo "carlismo", a este facto engade-se o anti-centralismo, o romanticismo, racismo , etnicismo e em muitos casos sem sabé-lo, o socialismo. Assim nascem os primeiros movimentos nacionalistas: galego, basco, catalam, castelam; e nom nascem a partires de lógias maçónicas marxistas como pretendem fazer-nos ver os nacionalistas espanhois. Quando falem de nacionalistas, falem de gente como Vicente Risco, Alfedro Brañas, Dr Robert ou Jon Mirande; e nom de Otegi, Carod Rovira, e demais imbéciles xarnegus, maketos, palheiros; marxistas ou liberais, que de nacionalistas nom tenhem nada. O argumento de qualquer nacionalista estatal: espanhol, português, francês... é sempre dizer que o seu "País" é o mais homogêneo que existe, que nom podem existir outros nacionalismos porque nom existem diferenças étnicas, e sempre baseando-se em temas "genotípicos, linguísticos e culturais", sempre nessa orde. Os governos democráticos e os seus "intrépidos" historiadores descreverom sempre, que a actuaçom das forças Nacional-Socialistas durante a 2ª guerra mundial como opressora, repressiva, quando realmente levou-se a cabo umha cruzada pola liberdade dos povos e naçons oprimidas e separadas. E é que a política do III Reich alentou a muitos grupos e movimentos patrióticos de naçons oprimidas para que puideram alcançar os seus objectivos libertadores graças ao derrubamento do sistema de Estados capitalistas e comunistas. Se bem estes feitos som quase sempre evitados, têm-se inventado umha " escusa oficial " que sustem que o apoio respondeu únicamente a interesses geo-políticos, ignorando que a colaboraçom vinha existindo desde muito antes do ascenso ao poder no 1933. O certo é que o Nacional-Socialismo serviu como fonte de inspiraçom e base teórica de muitos movimentos nacionalistas -tal é o caso da organizaçom flamenga Verdinaso-, de modo que o ideal da Nova Ordem Europeia deu-lhes cobertura ao alimentar as esperanças de umha Europa das Pátrias. Já se vinham mantendo contactos desde os anos 20 com representantes e exilados de diversas nacionalidades, especialmente entre os pertencentes ao povos oprimidos pola URSS. Estes (Caucásicos, Tártaros, Arménios, Geórgicos...) estavam num princípio organizados em torno à revista Karkaz (París) e The Caucasian Quaterly finaciados por Japom e Itália. Também este derradeiro estado levou a cabo umha política favorável às naçons oprimidas. Num primeiro lar articulara-se o grupo Anti-Europa de G.Volpe cum pensamento europeista semelhante ao da Nova Orde, e logo, quando Mussolini organizou a Internacional Fascista , naçons e regions como Croácia, Flandres, Ucrânia, Catalunya... fôrom admitidas como membros de pleno direito. Trâ-lo ascenso Nacional-Socialista ao poder na Germânia, muitos líderes nacionalistas exiliados passarom a converter-se em conselheiros especializados em política exterior -tal é o caso dos assessores do balto-germano e teórico NS Alfred Rosenberg-. Também promoveu-se a criaçom de divisons da SS de diversas naçons que nom contavam, em princípio, com Estado de seu ( Arménios, Bretons, Bosnianos, Caucásicos, Cosacos, Checos, Croatas, Eslovenos, Estónios, Flamengos, Geórgicos, Kirguises, Letónios, Lituanos, Tártaros, Ucranianos, Uzbecos...) e tras 1941 formarom-se umha série de representaçons nacionais de distintas naçons que, ainda que dependendo financeiramente de organismos como o Ostministerium, as SS ou a Wehrmacht, jogaram um papel considerável nos órganos de decisom política do III Reich. O contacto com as naçons oprimidas da Europa Ocidental foi mais intenso. Operavam tradiçons de intercámbio entre frisons do leste e do norte, baixo soberania germana; dos grupos de celtólogos germanos, com certo carácter esotérico e com ecos incluso na organizaçom Abnenerbe (Herança dos Antergos), adicada às labouras culturais, históricas e arqueológicas dependendo direitamente das SS, ou do interesse académico desenrolado entre amplos círculos de linguistas e etnólogos polos nacionalismos Basco, Galego, Català, Irlandês ou Escocês. De feito, convencidos da legitimidade da causa Nacional-Socialista, várias pessoas e organizaçons dos dous últimos paises chegárom a colaborar como espias ou propagandistas. A continuaçom, e a modo de exemplos práticos do que se tem dito até o de agora, há umha série de resumos mui reduzidos, e que polo tanto deveriam-se ampliar separadamente, de cómo o Nacional-Socialismo fundiu-se com as luitas de libertaçom nacional numha série de povos e naçons europeias: Eslováquia, Ucrânia, Croácia, Bretanha, Flandres e Frísia. Eslováquia Trâ-lo derrubamento do Estado checo-eslovaco em Março de 1939 surgiu umha República Eslovaca impulsada polo movimento nacionalista SLS. Se bem em princípio esta organizaçom tinha um curte mais bem populista-católico, os sectores mais jovens, organizados em torno da revista Nástup, dinamizárom sua política cara o Nacional-Socialismo, até que se converteu em partido único baixo o nome de Unidade Nacional Eslovaca. Entre os líderes Nacional-Socialistas eslovacos temos que mencionar a Vojtech Tuka, que chegou a ser primeiro ministro. Fora mestre de direito na Universidade Húngara de Bratislava i em 1923 já organizara umha milícia, inspirada no Fascismo Italiano, denominada Rodobrana (Defesa da Pátria) que ressurgiria no 39, actuando conjuntamente com a Garda Hlinka do UNE. Tuka e mais o mais o ministro do interior, A.Mach, foram responsáveis da nazilizaçom do partido, propugnando um racismo biológico como base da nacionalidade eslovaca e colaborando com o III Reich na deportaçom de judeus. Com a ocupaçom comunista do país, que durou até 1990, Eslováquia perdeu sua liberdade e de novo converteu-se em umha naçom oprimida. Ucrânia O segundo exemplo é o de Ucrânia, onde existia umha organizaçom nacionalista, a UNO, que já vinha apoiando ao III Reich desde a sua constituçom. Os ucranianos destacárom na 2ª guerra mundial polo seu apoio militar às forças Nacional-Socialistas (com um total de 30.000 efectivos). Este apoio centrou-se na fronte do leste, desde o começo da invasom à URSS em Junho de 1941, já que os nacionalistas da UNO vírom a oportunidade de restaurar um Estado ucraniano unificado e independente e, à vez, luitar contra o inimigo comunista. Assi, trá-la criaçom do Estado eslovaco, surgiu a República Cárpato-Ucraniana. Pola sua parte, algumhas facçons da UNO, agrupadas em torno a Stepan Bandera, acompanharom à Wehrmacht no 1941 na sua entrada libertadora em território ocupado polos comunistas e proclamárom a independência de Ucrânia em Junho do mesmo ano na cidade de Lviv. A Wehrmacht contou com tropas auxiliares ucranianas e, incluso nas SS, participárom voluntários ucranianos ocidentais (nas divisons Nachtigall e Roland), formando umha divisom própria (a divisom SS Galiza) reclutada em boa parte pola UNO. Por outra banda, a componente anti-semita do nacionalismo ucraniano era inegável, já que considerava ao comerciantes judeus como opresores dos labregos e colaboradores com a Rússia Comunista. Trá-la ocupaçom comunista, Ucrânia foi submetida ao Império Soviético a pesar que as actividades armadas do Exército Insurgente Ucraniano UPA perduraram até começos da década dos 50, confinadas à Ucrania ocidental. Croácia O terceiro exemplo é o de Croácia, onde o Nacional-Socialismo estivo estreitamente veiculado ao movimento dos ustachi (insurgentes), surgido no periodo de entre-guerras. O seu fundador, o advogado Ante Pavelic, procedia do Partido do Direito, de corte nacionalista tradicional e fundado no 1861, do qual era secretário geral. Em 1929, logo de que o rei Alexandre impusesse um régime autoritário, Pavelic, seguindo o modelo da ORIM macedónia, considerou que chegara a hora de fundar umha organizaçom partidária da acçom direita que supera-se o conformismo do Partido Campesinho Croata. Assim fundou-se a Organizaçom Insurgente Revolucionária Croata (Ustacha-Hrvatska Revolucionarna Organizacija), que adoitava o führerprinzip. Também surgiram paralelamente umhas milícias: Deiesa Croata (Hrvatski Domobran). O partido Ustachi estabelecia nos seus princípios, publicados em 1932, o objectivo de fundar um Estado croata independente, baseado nas tradiçons comunitárias campesinhas e aposto ao capitalismo, afirmando a sua funçom de baluarte fronte ao comunismo. A derrota de Jugoslávia ante as forças da Wehrmacht em Abril de 1941 fixo possível a criaçom do Estado croata independente (Nezavisna Drzava Hrvatska), sendo o primeiro chefe de Estado Pavelic. Este e o Partido Ustachi constituírom um Estado de corte Nacional-Socialista que perdurou até a invasom soviética. Tampouco podemos esquecer a Divisom SS "Handschar", formada em 1943 por voluntários mussulmanos de Bósnia-Herzegovina. A sua totalidade, junto com outros 30.000 bósnios e croatas, fórom entregados polos británicos aos partisanos de Tito, perecendo na denominada "Marcha da Morte" ou em execuçons massivas. Até aqui a história de três povos que com o Nacional-Socialismo ganharam a sua liberdade e que com comunismo perdero-na. Flandres Em Flandres operavam várias organizaçons regionalistas de aberto carácter Nacional-Socialista. É o caso do VNV (Vlaamsch Nationaal Verbond), fundado no 1933, e o Verdinaso. Ambos partidos vinham sendo apoiados financeiramente polo III Reich polo menos desde o 1937. A Verdinaso tivo umha estreita colaboraçom com as SS, servindo de base de recrutamento da secçom SS flamenga (Allgemeine SS-flandern) e da Bandeira SS "flandres". Pola sua parte,a administraçom germana, depende da Wehrmacht, contou com a VNV para a organizaçom dum corpo de funcionários para o novo governo flamengo. Com a invasom ao Império Soviético em Abril de 1941, aumentou o entusiasmo dos nacionalistas. Paralelamente, membros do VNV tomarom postos nos ministérios belgas assim como na administraçom flamenga. De feito, este partido contava no 42 com 100.000 membros e várias organizaçons sectorais. Os líderes do VNV, entre eles De Clercq e Hendrik Elias, apostaram decididamente por colaborar no eido militar com as forças Nacional-Socialistas. De este jeito criou-se umha unidade de voluntários dentro das SS, a Legiom Flandres, que combateu na fronte oriental como vanguarda da luita contra o comunismo, aderindo-se à Nova Orde. A VNV controlava direitamente a legiom nomeando os seus oficiais e formando companhias separadas. A partires do 44 tomam maior protagonismo o Partido Nacionalista Flamengo dos trabalhadores e as SS-Flandres. Com a invasom das forças judeu-capitalistas, os nacionalistas flamengos viram-se obrigados a fugir a Hannover, onde se criou o Governo Flamengo no Exílio. Por outro bando, temos que fazer referência à VVF, presente no Flandres Francês. Com a ajuda das forças Nacional-Socialistas sacaram adiante no 1941 a publicaçom do seu órgano oficial bilingue, Le Lion des Flandres-De Torrewachter , desde o qual difundiu-se umha mensagem ideológica racista e panneerlandista. Muitos regionalistas flamengos de França chegaram a ingressar nas Allgemeine SS mas a invasom de Normandia polas tropas norte-americanas impediu posteriores avanços. A finalidade regionalista tem como finalidade a uniom de Flandres a Holanda, formando a unidade de Diestland. Bretanha O nacionalismo bretom é um dos exemplos mais interessantes, sobre todo para nós, como naçom celta, polo que há de ser ampliado devidamente mais adiante. Com a libertaçom de França polas forças Nacional-Socialistas , os líderes do PNB (Strollad Broadel Breiz), Olier Mordred e Debauvais, podem regressar à Bretanha, Mordred lançou em 1942 a revista Stur, de aberto carácter Nacional-Socialista, e Debauvais, junto Lainé, no 44 reeditou a revista Breiz Atao. Também organizou umha unidade de voluntários nacionalistas, a partires das milícias do PNB, as Bagadoú Stourm (Grupos de Combate), para luitar ao lado dos alemans e vingar aos militantes nacionalistas assassinados polas guerrilhas comunistas. Surgiu assim a Brigada Bezen Perrot que luitou baixo o nome de Bretonische Waffenverband der SS. No eido cultural, o Reich obrigou ao governo de Vichy a reconhecer o bretom como língua no ensino e deu-se-lhe certo grau de autonomia à regiom com a criaçom do Comité Consultatif de Bretagne. Tampouco se pode deixar de citar o Mouvement Ouvrier Social-National (Movimento Nacional-Socialista Obreiro Bretom) fundado no 1941 por T.Jeusset. Em Junho de 1944, com a invasom das tropas judeu-capitalistas, as Bezen Perrot repregarom-se cara Alemanha ingressando nas SS ou mantiverom guerrilhas anticomunistas até finais do 44. Há muito mais que contar sobre a Bretanha que já contarei mais adiante. Frísia Os primeiros contactos entre regionalistas frisons e nacional-socialistas alemans tiveram lugar como derivaçom dos antigos vínculos estabelecidos nos anos 20 e 30 entre os grupos regionalistas militantes de Frísia oriental (a Ostfriesische Landshaff), interessados em reavivar a comum parentela entre frisons ocidentais, orientais e setentrionais. Esses contactos materializavam-se nos Congressos Gramfrisons celebrados desde 1925, estando presentes no último deles (1937) representantes do NSDAP. De feito,vários oficiais das SS porcedentes da Frísia oriental fizeram propostas de um amplo autogoverno aos regionalistas frisons. Éstes constituirom um : triunviriato pouco depois, o Trijemanskip, integrado por Jaap Kalma, Sybesma e Folkerstma. O segundo éra próximo ao partido Nacional-Socialista NSDAP e fundou meses mais tarde umha organizaçom Nacional-Socialista Frisona, racista e anti-semita. Himmler e a organizaçom das SS Abnenerme mostraram interesse pola causa frisona, e de feito, as SS fomentaram a literatura em idioma frisom, deram oportunidades para publicar e ganhar prémios aos escritores do movimento frisom, e incluso decretaram a anexiom das ilhas nordholandesas de Vlieland e Terschelling à província de Frísia. Em fevereiro de 1941, partido nacional-socialista de Sybesma e o Partido Popular frisom uniram-se para formar conselho frisom (Fryske Rie), que logo passaria a formar parte da organizaçom Saxo-Frísia, promovida por Abnenerbe. Conclusom Eis aqui um breve resumo de parte da história de seis povos europeus. Seis naçons que no periodo 1938-1944 deram passos gigante cara a sua libertaçom obrigado ao Nacional-Socialismo. Três de estes povos acadarom o seu lugar próprio dentro da nova Ordem Europeia e os outros três fariam outro tanto se nom fora contra-ofensiva judea (comunista e capitalista). Meio século teria que passar para que Eslováquia, Ucrânia e Croácia recuperaram sua liberdade trás serem submetidos ao inferno vermelho. Flandres, Bretanha e Frísia seguem a luitar por ela. A história da-nos a razom. O Nacional-Socialismo é a única esperança para os povos oprimidos que nom queiram ser assimilados pola cultura judeu-capitalista ou sucumbir ante a aniquilaçom comunista. Porque somos nós, os Nacional-Socialistas, os que defendemos a Nova Orde Europeia, os que devemos luitar por umha Europa das Pátrias, umha Europa unida e libertada. Gallaecia O legendário investigador germano Otto Rahn ,segundo revela recentemente a Orde Martinista, visitou Crunha em 1937 para seguires umha pista que levava à tumba do Apóstolo em Compostela. Rahn permaneceu vários meses na cidade herculina camuflado com a nutrida rede de assistentes militares N-S Germanos que o asesoravam entóm. Sabe-se que o investigador germano visitou a casa natal do seu mestre martinista no número 13 da rua Olmos ,que ainda segue tal qual, e que rastreou lendas relacionadas com a ruta galaica do Graal. Rahn deixou constáncia num escrito que Gallaecia foi o reino europeu occidental mais antigo —antes que o visigodo com sede na Toulouse— tras a caida do Império Romano e o único país de sustrato céltico que ostenta o graal no seu escudo. Outro mestre germano, Fritz Krüger estudou sobre a "Galiza vista por um estrangeiro", que conhecia através de longas viagens por terras galaicas. Este fundo conhecedor da linguística e etnografia galaica cobrou recentemente notoriedade a partires de investigaçons que provariam ter sido um agente da inteligência Nacional-Socialista antes e durante a guerra mundial, circunstância absolutamente desconhecida naqueles momentos, nom só pola colectividade galaica, senom também polos políticos republicanos ali presentes. O mestre Krüger era um firme defesor da unidade étnica e lingüística da naçom galaica "lucense, bracarense e asturicense".

quarta-feira, 31 de março de 2010

A Europa das etnias de CEDADE

Prólogo

Este texto, muito conciso, foi escrito nos anos 70, muito antes das concepçons etnicistas estarem na moda, quando a ideia de Naçom ainda nom tinha sido manchada por este negócio bairrista das autonomias, que nom tem nada de etnicista e muito de interesseiro. Porque umha cousa é apoiar esse amor à Naçom, às suas raízes, à alegre unidade entre naçons, unidade de amor e compreensom que nom deve evitar a sua diferenciaçom, a sua riqueza em variedade de línguas e culturas, a sua liberdade de formas de vida, e outra é o egoísmo do dinheiro que usa a máscara dos “naçons”, quando nom é mais do que mundialismo do dinheiro dividido por zonas.
Por isso ao publicá-lo agora temos de advertir que o nosso amor às etnias, às naçons, às suas diferenças, nada tem a ver com esse afã de gerir dinheiros ou orçamentos locais.

No estado espanhol sofríamos entom um centralismo genocida da diferença, das línguas e culturas, para agora termos umha democracia igualmente mortal pelo seu mundialismo, a sua uniformizaçom do dinheiro, a destruiçom de toda a naçom numha globalizaçom do euro-dólar.

Amemos às naçons do mundo, admiremos e respeitemos as suas diferenças, sem imperialismo do dinheiro, é o mais uniforme, o mais diferente à cultura e às naçons.

Ramón Baú, 26 de Janeiro de 2001

1. GENERALIDADES

1.1. É preciso recordar que a base do Nacional-Socialismo é a doutrina racialista, de modo que esta deve ser considerada o princípio fundamental. Assim, os problemas da Naçom, do Estado e da Europa devem ser analisados totalmente a partires do ponto de vista racialista.

1.2. O conceito de nacionalidade sofreu enormes mudanças ao longo da História. O nacionalismo actual baseia-se fundamentalmente nas ideias democráticas nascidas da Revoluçom Francesa. Esta nacionalidade legalista e igualitária contém alguns erros básicos:

a) A nacionalidade é concedida por lei, sem atender a consideraçons de pertença ou nom à naçom (um preto, cigano ou um mouro podem ser "galaicos" se tiverem o passaporte);

b) Tendência para o igualitarismo de todas as partes do conjunto “nacional” marcado por fronteiras históricas totalmente discutíveis, produto de manobras dinásticas, guerras, alianças ou tratados realizados sem pensar na comunidade popular e só na ambiçom territorial;

c) Concepçom do Estado como centro da Naçom, de forma que o Estado substitui a naçom na formaçom da nacionalidade.

1.3. Esta tendência legalista e igualitarista tem a sua sublimaçom nas ideias superdemocráticas do marxismo: internacionalismo, igualitarismo, pátria igual ao mundo, etc.

2. NACIONALIDADE

2.1. O racialismo parte do princípio anti-igualitário de que a diferenciaçom, a variedade, é um facto positivo e natural que se deve respeitar.

É através da manutençom desta diferenciaçom, assegurando que cada conjunto popular se mantém dentro da sua própria idiossincrasia, que se pode alcançar o maior grau de elevaçom espiritual e de estabilidade nacional.

2.2. Assim, como racialistas desejamos a identificaçom entre o conceito de nacionalidade e a pertença ao naçom-etnia correspondente. Por isso, de modo algum se deve entender o nosso nacionalismo no sentido “fascista” de nacionalismo estatizado.

2.3. Só podem ser membros dumha Naçom aqueles que pertencem à naçom que a conforma. Entende-se por naçom o conjunto de homens com umha origem étnica comum, ou seja, que tenham formas caracterológicas, culturais, linguísticas, costumeiras, religiosas, etc., mais ou menos comuns.

2.4. O Nacional-Socialismo proclama a sua intençom de que se conceda a cada naçom o direito a formar a sua própria comunidade dentro da unidade racial de todos as naçons arianas.

2.5. Assim, propugnamos a total identidade dos conceitos “Pátria” (como conceito sentimental da nacionalidade), “Naçom” ou “Povo”.

2.6. Dados os pontos anteriores fica clara a rotunda vontade anti-económico-imperialista do Nacional-Socialismo. A nossa concepçom de Naçom é contrária ao domínio de várias naçons por outra, e portanto contrária ao imperialismo económico, ao colonialismo e ao internacionalismo.

3. ESTADO

3.1. Hitler afirmava em “A Minha Luita”: “É a raça e nom o Estado que constitui a condiçom prévia para a existência dumha sociedade”.

O Nacional-Socialismo considera o Estado somente um instrumento da Naçom no seu afã de auto governar-se e sobreviver.

3.2. Assim, todo o pretenso “direito” do Estado que tenda a justificar por “destinos históricos” a submissom doutras naçons a um igualitarismo estatista é totalmente contrário à nossa ideologia europeia nacional-socialista.

4. EUROPA

4.1. Ideia racial

4.1.1. A comunidade das naçons arianas chama-se Europa. Assim, ao chamarmo-nos europeus estamos designando a futura organizaçom das naços arianas.

4.1.2. Ideologicamente falando, toda a ideia geográfica de Europa, como comunidade dalgumhas naçons arianas fixadas numha zona geográfica concreta, ou toda a ideia restritiva em relaçom a algumha naçom ariana, é contrária ao racialismo, e por tanto à mesma Europa.

4.1.3. Na URSS e nos EUA existem amplas maiorias arianas que, ainda que dominadas pelo sionismo, fazem portanto parte da Europa. De modo algum se deve confundir o poder sionista, que os tornou opressores, com as populaçons arianas que um dia se integraram na Europa.

4.1.4. A Europa deve ser entendida como umha confederaçom harmoniosa de naçons auto-governadas, e nom como umha nova forma de rígida unidade imperial.

Só deve existir umha unidade centralizada nas questons que dizem respeito à sobrevivência da naçom ariana no seu conjunto. Por exemplo, a defesa, relaçons externas, política demográfica, espaço vital, combate à delinquência, planificaçom macroeconómica, etc.

4.2. Ideia geopolítica

4.2.1. É evidente que por óbvios motivos geopolíticos a confederaçom europeia deve começar a realizar-se por aquelas naçons mais próximas geográfica e culturalmente. Neste sentido a unidade geográfica europeia actual é um passo prévio iniludível para umha posterior integraçom de todas as naçons arianas.

4.2.2. Pelas mesmas razons geopolíticas deve evitar-se umha atomizaçom política da Europa em micro estados, que debilite a sua unidade, especialmente enquanto as circunstâncias actuais de luta pela sobrevivência permanecerem. Por isso a unidade defensiva europeia é fundamental.

4.2.3. O Mercado Comum Europeu, o COMECON, a OTAN ou o Pacto de Varsóvia nom som mais do que a antítese do Ideal Europeu. Nem a uniom dos interesses económicos da finança mundialista, nem o império colonialista do comunismo poderam ser a base da unidade europeia.

5. CAMINHO A SEGUIR

5.1. Ainda que os pontos anteriores tenham tratado da meta a atingir e dos princípios ideológicos da concepçom europeia nacional-socialista, a actuaçom política é condicionada pela realidade.

5.2. A realidade, ponto fundamental e decisivo no mundo da política, indica que o caminho para chegar a esta Europa das naçons é longo e exige passos intermédios muito ponderados.

A mutaçom do actual nacionalismo em racialismo, a curto prazo, é impensável.

5.3. A substituiçom das fronteiras actuais por umha uniom de etnias autónomas passa por um prévio entendimento entre os estados actuais, um esbatimento do actual nacionalismo estreito de fronteiras, umha concepçom da realidade das naçons que componhem a Europa, e tudo isto só será possível no âmbito dumha revoluçom total racialista na Europa.

5.4. Portanto, neste caminho iniciado respeitamos a situaçom actual dos estados, trabalhando para que se vaiam impondo pouco a pouco os conceitos étnico-nacionais, através de autonomias parciais, consciencializaçom racial, etc., fundamentalmente, e nesta primeira etapa, nos aspectos culturais, administrativos e educativos.

5.5. Além do mais, a História, como gestora da realidade, faz com que em alguns casos as nacionalidades originais sejam difusas e se tenham criado identificaçons já permanentes entre nacionalidade histórica e nacionalidade racial em algumhas zonas.

Nestes casos é tam absurdo negar-se a aceitar a lógica da realidade das nacionalidades raciais para naçons que as mantêm como negar as realidades históricas que tomaram força na naçom confundindo-se no seu próprio conceito racial.

6. BANDEIRAS E IDIOMAS

6.1. O uso de bandeiras de base racial-étnica de cada naçom, assim como a manutençom, uso e difusom dos idiomas populares devem ser apoiados e fomentados pelo Nacional-Socialismo.

6.2. Isto nom impede que de forma confederal se estabeleçam idiomas base para relaçons intereuropeias, ou umha bandeira confederal, política, etc., segundo as circunstâncias o exijam.

6.3. CEDADE nom usa a bandeira vermelha e amarela borbónica do estado espanhol, promove o uso de bandeiras étnicas populares dentro da nossa política favorável à Europa das Etnias.

Há zonas do estado espanhol nas quais a bandeira vermelha e amarela é ao mesmo tempo um símbolo estreitamente ligado ao povo e inclusivamente ao ser racial ariano (por exemplo, nas Canárias, Ceuta ou Melilla, onde chega a simbolizar o europeísmo face às tendências africanistas dos terroristas pagos pela Líbia ou Argélia).

Noutras zonas, por outro lado, pode significar exactamente o contrário, um rejeitamento à naçom e umha tendência para o imperialismo material (como pode ser o caso da Catalunya, Gallaecia ou Baskonia, por exemplo).

7. A EMIGRAÇOM INTER-EUROPEIA

7.1. O Nacional-Socialismo nom se opom a um contacto próximo e ao intercâmbio entre as naçons arianas, apoiando a total liberdade de movimentos entre eles e aceitando os matrimónios mistos, embora nom os fomente.

7.2. Tudo isto desde que nom se produzam de forma maciça, pondo assim em perigo a vida cultural, a idiossincrasia das naçons receptor ou emissor da emigraçom.

7.3. Opomo-nos, portanto, às emigraçons maciças. Os problemas de falta de recursos dumha naçom ariana devem ser solucionados pela ajuda incondicional e total da confederaçom europeia, mas nom fomentando a emigraçom maciça.

Em caso de excesso de populaçom ou falta de recursos a soluçom deve vir dumha política de espaço vital conjunta.

7.4. Consideramos separatismo precisamente a falta de vontade de apoio entre as naçons europeias. Nom se pode considerar separatismo os desejos à autodeterminaçom das naçons europeias, mas sim o ódio, o rancor ou a falta de ajuda entre elas.

8. ESPAÇO VITAL

8.1. A falta de espaço vital das naçosn arianas é um problema comum à confederaçom europeia. Mas nas circunstâncias actuais o problema nom é a falta de espaço ou de recursos, mas sim a baixíssima taxa de natalidade das nossas naçons.

As zonas que actualmente som controladas pelas naçons arianas poderiam receber sem grandes problemas umha populaçom dez vezes maior.

8.2. Actualmente o problema mais grave é evitar que as massas doutras raças invadam a Europa e os territórios arianos, nom pelas margens, mas pela invasom demográfica fomentada pelo sionismo.

Na luita pela sobrevivência e desenvolvimento das nossas naçons nom devemos descartar a necessidade ou a possibilidade, infelizmente, dum confronto bélico com naçons nom-arianas.

Por isso, difundir e alimentar ideias pacifistas nas circunstâncias actuais, quando o mundo nom-araino se prepara para nos invadir sob a pressom da sua incapacidade para se alimentar, é umha flagrante traiçom à Europa.

8.3. Devem-se evitar, por todos os meios, as situaçons semelhantes com as do Brasil ou EUA, onde o caos racial ameaça totalmente a sobrevivências da nossa raça. A presença maciça de outras raças entre as naçons arianas deve ser evitada custe o que custar.



sábado, 27 de fevereiro de 2010

Europa Imperium




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