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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Galiza sem filhos

O derradeiro ano no que a taxa de nascimento na Galiza foi de mais de dous filhos por mulher foi no ano 1981, mentres que entre 1991 e 2011 só nascerom entre 0,9 e 1,1, o pior resultado da UE, que tem umha taxa de entre 1,5 e 1,6 filhos por mulher.

Esta situaçom será analisada no forum sobor a "Natalidade e velhez na Galiza", organizado polo Liceu de Estudos das Identidades do Museu do Povo Galego e que foi apresentado este mes, no Ateneo de Ponte Vedra.

Os organizadores avançam na convocatória que na Galiza dende faze mais de 20 anos morrem pessoas das que nascem, cumha média diária de 20 mortes mais.

Também apontam que nas derradeiras décadas vivirom-se etapas de bonança e recesom económicas, sem que a situaçom tivera cambiado, apesares da melhora geral dos indicadores económicos respeito aos anos 80 do século passado.

Em quanto a pirámide da idade, sinalam que no 2010 a medida de idade galega era de 44,9 anos, mentres que na UE era de 40,9 anos.

Ademais, a porcentagem de povoaçom comprendida entre os 65 e os 79 anos era na Galiza do 15,1, quando na UE era do 12,7%, mentres que os maiores de 80, eram o 6,7 na Galiza e o 4,7 no conjunto da UE.

Analisam asimesmo a taxa de dependência, que relaciona a porcentagem de maiores de 65 com a povoaçom comprendida entre 15 e 64. O estado sinala que em 2010 esta taxa era do 32,7 na Galiza por um 25,9 na UE e que, em 2020 situara-se no 39,3 e o 31,4 por cento respeitivamente.

Os organizadores do forum consideram que "tendo uns indicadores demográficos nefastos, complicados de atopar noutros países europeus, semelha que a sociedade galega nom é consciente do que isto implica para o seu futuro colectivo em todos os eidos".

MAIS BERCES E MENOS CADALEITOS!


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O essencial na nossa conduta


Nos muitos anos que leva-mos de luita Nacional-Socialista, nas revistas e na propaganda, palestras e manifestaçons, sempre puide-mos observar o distanciamento da essência a favor das formas.

Os desenhos, as figuras, os textos, falam-nos umha e outra vez dumha imagem dura, marcial ou pelo menos "guerreira" do N-S. As SS, as marchas e cançons de luita, o revisionismo, os textos sobor Wottan ou explicaçons sobor racismo e sionismo, os dados da corrupçom atual e as maquinaçons econômicas do Sistema, a brutalidade comunista e o seu fracasso absoluto, tudo isso está muito bem, é evidentemente parte do Nacional-Socialismo, temos que conhece-lo e aprecia-lo... Mas nom é o essencial.

Na realidade o Nacional-Socialismo nom nasce das Idéias, nom é um produto "pensado" por um filósofo, nom se baseia num Enciclopedismo nem num economista teórico como Marx, nom é produto do "idealismo" hegeliano (idealismo de "idéia", de enteléquia (ilusom; ficçom) do cérebro).

Mas tampouco a sua essência está nesse excesso de testosterona que aparece nos desenhos de guerreiros nem de valentons, nos músculos armados de espadas ou metralhadoras, nom é esse desespero de Nietzsche polo extremo e genial, em amar a guerra e berrar a rebeldia. Nom é Odín e a mística do guerreiro, nem sequer é o ascetismo do Cartuxo (monge de ordem religiosa muito austera, em regime misto de solidom e vida em comum, fundada por Sam Bruno no Século XI) ou o isolamento do forte no seu castelo de elite. Também nom acreditamos que a essência N-S está na raiva anti-capitalista, na economia socializada e na vontade de enforcar os usurários. Nom, algo há que tudo isso no Nacional-Socialismo, mas tudo nom som mais que formas, partes, pedaços de sombra da verdadeira essência.

O Nacional-Socialismo nasce do povo, da gente, da sua essência popular e de seu sentido natural. Sobor ele construi depois toda essa mística e estrutura ideológica e mítica. Mas essas formas só têm valor SE estam sustentadas pola Natureza e pelo sentido humano, pola Qualidade e pola compreensom do que as gentes necessitam para serem melhor como Pessoa.

Nom se trata de rebaixar-se aos vícios do povo, senom de entender o caminho que as gentes gostariam de seguir para ser melhor numha vida natural e simples. As gentes nom necessitam de guerras, nem de ódios, nem de vulgaridades, nem selvajarias, senom sair do materialismo, da degradaçmo e do egoísmo brutal que os condeam a essa vida individualista e resignada ao vício, ao desemprego ou ao trabalho-escravo que se impom agora.

Talvez para sair seja preciso a guerra, mas nunca como objetivo nem essência, senom como derradeira conseqüência.

Por que ensinamos sempre a cara das conseqüências fatais e nom a do nosso desejo positivo?

O N-S devia ensinar que desejamos um mundo natural, sem utopias, sem a Usura como Deus nem o egoísmo individual como norma de vida, devia ensinar o nosso apreço aos quais ajudam e trabalham pola solidariedade, com as idéias que sejam, o nosso desejo de rematar com os vícios e degradaçons atuais para levar umha vida sã e simples, sem centra-la no dinheiro.

Estamos condeados a ensinar a rejeiçom ao imigrante quando o que queríamos mostrar é o nosso amor aos demais povos para superar os seus miseráveis governos fantoches da usura internacional, que promovem esse exílio convertido em invasom. Estamos condeados a manifestar-se "odiando os judeus" quando gostaríamos de construir com os judeus umha Naçom para todo seu povo em paz e concórdia, respeitados e respeitando.

Estamos condeados a ver nossa suástica utilizada por grupos de cretinos com "looking" de gentalha de bairro, demonizando a nossa simbologia como de seita demoníaca, no canto de ter como obectivo serem labregos e pais de família.

Que tragédia! Que desgraça ver que daqueles trabalhadores N-S germanos que tratavam de ser melhores na sua vida normal devotando a Hitler, cheguem a bater num imigrante que trata de fazer prosperar a sua própria família como pode (como lhe obriga o miserável mundo capitalista que lhe oprime ainda mais que a nós mesmos).

A nossa mocidade enche-se de droga, dumha música infernal de ruídos e brutalidade, de avareza e baixezas, e os quais dizem ser "idealistas" proponhem só mais droga e mais materialismo ainda. Nós devíamos apresentar a Alternativa real, espiritual e natural a essa vida, mas no canto disso olham-nos como tiranos que desejamos massacrar populaçons e raças inteiras, quando nom grupos de bêbedos berrando e assustando as gentes que ainda é normal.

O Nacional-Socialismo pode desaparecer SOMENTE por um motivo: se um dia já nom fica povo natural ao qual nos unir, se um dia o nosso povo, cada um deles, deixa de ser "natural" na sua essência, se deixa de perceber e sentir na sua naturalidade os valores positivos e elevados, e isso só se pode conseguir pola corrupçom da sua natureza, da sua genética, da Raça. Enquanto isso nom acontece, e pode chegar a acontecer, cada geraçom nova nasce maioritariamente, sempre cumha crescente minoria degradada pola anti-seleçom atual, com os mesmos sentimentos naturais, com os mesmos desejos de amor e de vida natural, de idealismo e vontade de ser melhores. Em cada geraçom o Sistema deve gastar milhares de milhons de dólares para corrompe-la desde sua infância, para converti-los em egoístas e miseráveis, em avarentos atrás do dinheiro, em resignados diante da degradaçom ética.

A cada geraçom temos umha possibilidade de renovaçom, mas, entretanto, nom enquanto sigamos com essa imagem falsa que querem vender nossa de violentistas e de ódio, que som parte da própria infâmia do Sistema, nunca chegaremos a bom porto.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Insónia com Risco

A polémica que os políticamente correctos criam sobor a filiaçom ideológica do nosso intelectual reaparece periodicamente. Nos seus debates xordem problemas irresoltos na política do país.

Passou médio século da sua morte e quase cem anos da sua obra mais influínte, Teoria do nacionalismo galego. Sobor Dom Vicente Risco publicarom-se livros apologéticos, estudos críticos e ataques furibundos. Também adicouse-lhe o Día das Letras, em 1981, e a sua nouvelle satírica O porco de pé é leitura obrigatória em secundária. Mas a figura do intelectual ourensam, coraçom da Geración Nós nom descansa. O debate arredor das implicaçons ideológicas do seu pensamento rexorde periodicamente e adoito faze agromar problemas nom resoltos da cultura e a política do país. O derradeiro round começou a pé feito dum artigo do palhaço palheiro-judeu* Suso de Toro no jornal estatal “El País”.

"Na série Xente de aquí intento oferecer um imaginário para o nosso país cum sentido ideologicamente criativo", argui De Toro, "e a tese da mesma é a minha interpretaçom do país. Dentro desse propósito, considero que Risco ocupa demasiado espaço no discurso nacional galego e, dende logo, no discurso nacionalista". No texto “Vicente Risco, tráxico bufón, intruso perturbador” o judeu De Toro traçou um aberrante retrato do ourensam e criminalizou-no pola sua simpatia polos Nacional-Socialistas Germânicos logo de viaxar ao grandioso Berlin dos anos trinta.

Para surpresa nossa, o historiador Beramendi explica com certa indignaçom que "Isto está ja contado muitas vezes, o que passa é que neste país niguém le a ninguém". O historiador, prémio estatal por “De provincia a nación”, lembra que Risco "foi o teórico mais importante do nacionalismo de pre-guerra e todos bebem dele, começando por Castelao". Um dos pontos de fricçom nos mal chamados nacionalistas, justamente é decidir se há ou nom vários Riscos.

"Derivou cara à extrema direita, ainda dentro do nacionalismo galego, mas longe da Teoria do nacionalismo do ano 20", afirma com palavras suas o senhor Beramendi, "mas no fundo existe um só Risco com diferentes modulaçons". O ensaista progre Antón Baamonde situa a um dos cerebros indiscutíveis do primeiro galeguismo político no contexto cultural europeu no que se forma intelectualmente. "A começos do século XX, o nacionalismo em toda Europa é fondamente conservador", sinala como desculpando-o, "esse é o mar de fundo".

Nom só Vicente Risco mira-se no espelho dos movimentos genuinamente nacionalistas como de Maurras e Acçom Francesa ou de Nietzsche; assim como do movimento Nacional-Socialista Germânico. Também os seus companheiros de geraçom como Pedrayo e Cuevillas, faze-no justo no minuto antergo a se integrar nas Irmandades da Fala. "Mas quando Risco faze a conversom ao nacionalismo galego, segue a manejar esses mesmos códigos; há umha continuidade de fundo em todas as suas etapas" engade Baamonde.

Som as viagens pola Europa e a conmoçom do genocídio bolchevique o que atrapa a Risco no vendaval da história e faze-no reafirmar no nacionalismo genuino. "Decata-se do que sucede em Europa e oferece umha resposta ideológica a umha mutaçom radical do mundo", considera o filósofo Francisco Sampedro, outro, quanda a profesora Olivia Rodríguez, dos que entrarom em discusom a partires de “Tráxico bufón, intruso perturbador”. E essa reacçom consiste numha “Galiza idílica dominada pola Igrexa”, opina, “no que os labregos som o grupo social dominante, pero sempre supeditado a umha elite". Neste sentido de classe, a Olívia opina igual que o Beramendi e Sampedro, como a esquerdalha clássica, “O homem culto, erudito, ao tanto das vangaurdas artísticas, treme o combate obreiro e o que se deriva da Revoluçom francesa. Igual que todos os reaccionários", sinala Sampedro, "porque é a morte do rei, a morte de Deus feito carne". "A luita de classes agudísima que ve no continente asusta-o e vira à direita", dize Beramendi e continua “ao escolher essa banda da barricada que derregava Europa, Risco afasta-se dum partido, o galeguista, e o seu movimento, inequivocamente republicano e escorado cara ao centro esquerda”.

Beramendi auto-censura-se, pois Risco nunca foi de esquerdas para virar logo à direita, pois ao igual que o PG inicial era de pensamento de direita clássica tradicionalista e conservadora. Beramendi omite dizer isto na entrevista, pois conhecemos a sua interessante obra “De provincia a nación”, que pese a ter o seu toque tendencioso esquerdalho, é umha boa obra para qualquer interessado na política do páis e onde sinala ,sem outro remédio, as origens do PG e como vai virando à esquerda meiante as lógias marxistas, da mesma maneira que fixo Castelao.

É curioso como alguns persoeiros como o judeu Mendez Ferrín aproveitam para dizer que Risco, da mesma maneira que admirou o Nacional-Socialismo e optou polo bando Franquista na guerra , ao mesmo tempo também voltou-se um nacional-espanholista, e que abandonou o galeguismo para sempre, empregando argumentos tam ridículos como o de escrever alguns dos seus livros em castelám. Para eles a esquerda que apoiou a Fronte Popular (também espanholista), a genocida URSS, e em definitiva a ideologia mais centralista da história como é o comunismo também no estado espanhol, nom era para nada sínómo de traiçom ao galeguismo; algo com o que nós nom tragamos nem aceitamos, por nom falar dos livros escritos em castelam por esses mesmos esquerdalhos do PG incluido o Castelao, mas seria ridículo empregar o mesmos argumentos ridículos e sem sentido da esquerda. Mas os que lemos a história real e temos um pouco de objectividade sabemos bem o que é a manipulaçom.

É nesessário explicar porque um galeguista conservador da época apoia ao Franquismo na guerra? É necesário explicar porque no caso de ser traidores, seriam tanto os que apoiam ao Franquismo como à Fronte Popular? Risco apoia o Franquismo confiando na rama tradicionalista/foralista, católica e conservadora do Carlismo, pois era umha das ramas do bando Franquista, que de ser escolhido em matéria etno-cultural, conservaria as tradiçons galaicas sem entromisom do marxismo, que era: internacionalista, anti-nacionalista, apátrida, classista, anti-cristiam, urbanista, mesticista e no estado espanhol naquela altura significava “centralismo nacional-espanholista”.

Se a esquerda para-se um pouco a ler, mas como bem sinala Beramendi “ninguem le a ninguem”, comprenderiam melhor à figura e pensamento Risquiam, e conheceriam também que o intelectual apoia também num primeiro momento a Ditadura de Primo de Rivera, pois considera-a umha oportunidade para desmontar o sistema caciquil e aceita um posto de deputado provincial em Ourense, todo isto naquela altura pensando numha possível instauraçom dumha mancomunidade como na Catalunya.

Mas gente como Ferrín nom nos engana, e sabemos que logo de louvar ao Nacional-Socialismo na sua viagem polo centro de Europa, tam pronto chega a Galiza ,ainda dentro do PG, aceita certos pactúos com a esquerda para evitar o esgaçamento do próprio partido, algo que se faze insostenível mais adiante e remata junto com outros camaradas formando a Direita Galeguista em 1935.

Um dos melhores e censurados livros de Risco é “Historia de los judíos” onde descreve perfeitamente ao povo judeu e mostra o seu conhecido anti-semitismo, que já se entornava no Mitteleuropa, e que logicamente nom significou que tornara a espanholista polo mero feito de estar escrito em castelám. "É significativo que depois da guerra Risco nom se aproveita-se do franquismo, ao contrário que algúm colega seu da dereita galeguista como Filgueira Valverde", explica sem pelos na língua Beramendi, "ele recolhe-se em Ourense e adíca-se à literatura".

É entretido para nós, olhar como o escritor ourensano morto en 1963, e a sua trajectoria político-intelectual seguem a provocar certo confronto entre os galeguistas actuais. Para o judeu Suso de Toro, "toca o nervo da memória galeguista instituida".
Beramendi, mostra-se máis contundente, e lança um Zas! em toda a boca: "O caso Risco está perfeitamente estudado do ponto de vista historiográfico", expóm, "mas existe um problema cultural. Paco Rodríguez foi o primeiro em tentar negar a sua importáncia, porque a questom é como se usam as figuras do passado bem para ganhar uns dinheirinhos, bem como metáfora das liortas do presente".

Nesse ponto, Risco como síntoma, coincide Antón Baamonde. "Ao ser o nacionalismo contemporâneo unanimemente de esquerdas", aponta, "tratar con ele trai polémica porque lembra a possibilidade de que exista um nacionalismo de direitas" nós mais bem diriamos um nacionalismo genuino de sangue e terra., que era o que ele defendia na prática. Continua Baamonde contra a ignoráncia "tampouco muitos nacionalistas conhecem o primeiro Castelao, por exemplo"; certo! pois é Castelao o que passa de convervador a marxista, sendo ele quem vira realmente a camisola, e nom Risco. Conclui tendenciosamente dizendo que "mitologizar um país leva ao fascismo; esse foi o seu labor, ao cabo". É normal que a esquerda tome como mitologia a Risco, e mais quando a mitologia galaica foi confirmada pola genética e a historiografia recente; realmente eles vivem num conto de fadas permamente, o seu conto de fadas mesticista e igualitarista, por isso tomam a brincadeira a nossa mitologia.

*O apelido De Toro é de descendência judea; Touro. Para evitar mais perseguiçons foi cambiado a Toro. Estabelererom-se em Zamora e transformou-se em Del Toro e De Toro.

Escolma dalguns textos que criam insónia

- "Mística disertación na que se decrara o simbolismo y-espiritual significado que ten a vida groriosa do Santo apóstol San Yago, assí como a festa que hoxe principia a celebrare a nación galega". (A Nosa Terra, Julho de 1920)

- "Eu bendigo a endogamia, que se sole dar nos galegos que viven alén mar. Alédome cand'un galego casa c'unh'alemá, c'unha inglesa ou c'unha irlandesa. Dame tristura velo casar c'unha italiana ou c'unha turca. Creio na seleución e na euxenesia, e sei as propiedades dexencrativas do mestizaxe". (A Nosa Terra, Novembro de 1921)

- "É un feito que non se pode discutir seriamente, que no pobo galego hai un predominio marcado do elemento loiro centro europeo, como non sucede en ningún outro pobo da Península. Na poboación rural, nótese que tódolos rapaciños son brancos como a neve co cabelo loiro, case que albino. Logo, o sol, o aire, no traballo constante da terra vólvelles o coiro tostado e o cabelo escuro.
Non falo dos caracteres craneanos, porque non se teñen estudado ben". (Teoría do nacionalismo galego, 1920)

- "Outro desviamento do nacionalismo é o que chaman fascismo. Tampouco a idea fascista é ruín en si. [...] Coma movemento político é un movemento nacional contra das causas da descomposición interna dunha nación, e tende á concentración das forzas nacionais contra da dispersión e quebrantamnento delas, orixinados polos partidos políticos, loita de clases, manexos da alta finanza, relaxamento dos costumes, etc. etc. E neste senso non é cousa ruín". (Nacionalismo galego. Na revista Alento, 1934)

- "Temos, por tanto, esas dúas coincidencias coa doutrina do fascismo: 1. O pretendermos unha concentración das forzas galegas, contra das loitas políticas, de clase ou de intereses particulares, pondo por riba diso todo o ben comun. 2 O pretendermos que a organización e a lexislación que rixan en Galicia se acomoden ao modo de ser da nosa Terra". (Ibid.)

- "[A obra de Marx é] la de un enfermo con trastornos fisiológicos, con un rencor bilioso de psicópata y de temperamento hepático propio de la raza judía". (revista Misión)

- "[o marxismo como fe baseada no resentimento non é máis que] a envexa dos d'embaixo os d'enriba, do que non ten ao que ten, do que non pode ao que pode, do que non sabe ao que sabe". (Mitteleuropa, 1934)

- "[os obreiros] minados por las propagandas democráticos, que les predicaban la igualdad, la libertad, [las ciudades] destruían sus convicciones religiosas y su acatamiento a las instituciones". (Ensayos sobre el marxismo)

- "El híbrido envuelve siempre un equívoco, cuya expresión es a veces, el hermafrodita. El instinto(guía infalible para la vida) lo repugna. Incluso el híbrido humano, el mestizo es justamente sospechoso; se dice 'Dios hizo a los negros y a los blancos, y el diablo a los mulatos' [...] la limpieza de sangre es un bien, el mestizaje un regreso hacia el Caos". (Orden y caos, 1968)

- "...o nacionalismo moderno galego deriva máis de Faraldo que de Brañas. En troques hoxe, en doutriña política, resulta Brañas moito máis moderno que Faraldo, que Murguía, que Vicetto, que todol-os galeguistas do século XIX, un percursor de moitos antiparlamentarios do noso tempo. Posto a carón de Duguit, de Sorel, de Sardinha, de Maurras, dos mesmos comunistas, non somella Brañas tan anacrónico coma somellaría o propio Pi y Margall, de quen proceden, eiquí mesmo, moitos dos nosos nacionalistas de esquerdas". (A Nosa Terra, Julho de 1925)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O símbolo que vem da Alma



A Essência e o Significado da Suástica

Em milhares de anos da história da humanidade, nenhum símbolo foi tam marcante. A Suástica, hoje proibida e banida em diversas naçons Arianas, polos seus devidos governos anti-arianos, representa todo o seu passado e toda a sua vida. A cruz gamada é o mais antigo símbolo da espécie humana, aparecendo em praticamente todas as culturas na antigüidade, e sempre com um significado similar ou relacionado, porém, em nenhuma outra raça, a Suástica representa toda a sua alma e o seu espírito, como na raça Ariana. E o que vai ser demonstrado é que o significado e a essência da Suástica vai muito mais além do que de qualquer outro símbolo conhecido. Que o que ela representa é muito maior do que nós.

É um símbolo de poder, um símbolo de orgulho, de força, de Honra. O primeiro significado da Suástica e o mais conhecido é o significado solar, a Suástica no princípio significa o Sol, o elemento que mais fascinou todos os antigos povos, porém, isso nom reduz a Suástica a um simples elemento astronômico. O Sol é a estrela da vida, e da força; sem o Sol nom há vida, sem o Sol nom há criaçom, o que faz ele representar o maior símbolo de força e poder, nom um poder ou força opressora, senom um poder espiritual e triunfal. O Sol é a fonte do calor e da luz. O homem nom controla o Sol, este está além do domínio humano, é algo maior que o ser, maior que todos nós. Por isso a Suástica simboliza tudo que é bom e positivo na criaçom, e nos ilumina e nos eleva espiritualmente. Isso mostra como a antiga cruz gamada, ou Suástica, representa umha religiom, um ideal totalmente incorporado na Cosmovisom Nacional-Socialista, pois está é umha doutrina de luz, de vida. A Suástica é a luz divina, a luz solar que descem sobre os homens, o combustível da criaçom, da excelência, do triunfo e da vitória!

A própria pronúncia da palavra “Suástica” vem dumha antiga expressom indiana que é “Su asti ka” que significa “que assim seja” ou “boa sorte”. Isso demonstra que desde o início a Suástica só representa o que é positivo, construtivo, nunca o contrário.

É necessidade do Homem de abandonar por um momento o seu corpo, de sair de si próprio e de se elevar à algo maior e muito mais grandioso do que ele mesmo.

O NSDAP (Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Germano) tem a sua origem numha antiga sociedade espiritual, a Thule Gesellshaft (Sociedade Thule), cujo símbolo era a Suástica redonda, que representa o movimento, o progresso, o desenvolvimento, o infinito. Em 1918, o seu fundador, Sebottendorf, fixo o seguinte juramento:

“Tenho a intençom de empenhar a Thule Gesellshaft neste combate, e tanto tempo quanto as minhas mans se mantiver o martelo de ferro... Faço o juramento sobre esta cruz gamada, sobre este sinal que nos é sagrado, que tu entendas, oh Sol triunfante! Continuarei fiel a vós. Tende confiança em mim como tenho confiança em vós... O nosso deus é o pai do combate e sua Runa é a da águia... que é o símbolo dos Arianos. Também para marcar a faculdade de combustom espontânea da águia, iremos representá-la em vermelho... tal é o nosso símbolo, a águia vermelha, que nos lembra ser necessário passar pela morte para poder reviver”.

O que a suástica representa está além do corpo e da matéria, a cruz gamada nom representa um plano meramente físico, mas sim o plano espiritual, a Suástica é o lume e a força interna, a força do homem, mas o impulso, a potência para a superaçom de si, para a criaçom do novo homem. As palavras do filósofo germano Nietzsche figuram isso perfeitamente:

“O Homem é umha corda, atada entre o animal e o Sobre-Homem – umha corda sobre o abismo”.

“O que é grande no Homem, é que ele é umha ponte e nom um fim: o que pode ser amado no Homem, é que ele é um passar e um sucumbir”.

Nietzshe diz que o Homem deve ser superado, é umha superaçom de si, algo pessoal, apenas o individuo consegue mudar a si próprio, e a Suástica também representa essa procura pela excelência.

A Suástica é o culto à beleza da raça e da humanidade, um culto à Natureza divina e sua criaçom. É a fé no Homem e fé na sua superaçom e sua excelência.

A idéia Nacional-Socialista do Triunfo da Vontade consiste na habilidade pessoal que nós, como humanos, temos de mudarmos a nós mesmos para melhor, umha revoluçom pessoal, umha superaçom de si, algo individual, do qual apenas nós somos responsáveis, e depois de mudarmos o ambiente e ajudarmos as pessoas ao nosso redor a fazerem o mesmo, superare e melhorare.

Foi essa transformaçom positiva que Adolf Hitler fixo na construçom do primeiro Reich Nacional-Socialista, ou III Reich Germano. Hitler com a confiança e apoio de toda a naçom, de todo o povo fazer essa reforma espiritual, essa reforma absolutamente positiva no seu ambiente. Adolf Hitler representou a derradeira rebeliom do homem contra o império do egoísmo e o poder do dinheiro, e estes derradeiros concluíram a sua missom ao destruir, ou tentar destruir o que o eterno Führer construiu com o Triunfo da Vontade. O Triunfo da Vontade, Adolf Hitler, o Reich Nacional-Socialista SOM a Suástica, som demonstraçons concretas do poder e da força da Suástica ao despertar a essência da alma e de despertar a sua procura pola excelência.

Umha nova sociedade e um novo Império, algo que o mundo nunca tivera presenciado, onde os princípios fundamentais de Honra comandaram e se manifestaram na alma de todo um povo, algo que Hitler fixo só, essa foi a demonstraçom do Triunfo da Vontade pessoal, de ter-se superado e depois de ter feito o seu povo, a sua raça, a sua estirpe também se superarem. Isso é a Suástica. Instituiçons como a Hitler Jugend e a SS som demonstraçons de toda a Honra Nacional-Socialista. Através destas duas instituiçons ele tratou de mudar as pessoas para melhor, ou de despertar a sua essência como membros dum povo e membros dumha raça. Mais umha vez a Suástica estivo presente nestas conquistas.

“Aquele que viu no Nacional-Socialismo só como um movimento político nom percebeu absolutamente nada”. -Adolf Hitler

Adolf Hitler e outros grandes homens do NSDAP sempre tentaram fazer as pessoas entenderem que a essência do Nacional-Socialismo nom é política, a essência do Nacional-Socialismo é espiritual, ela representa as Leis Naturais, como a Natureza é manifestada em nós através da raça, de que nós nom somos indivíduos isolados, nós somos parte dumha raça, dum povo, os nossos atos nom afetam apenas nós isoladamente, e sim todo o nosso ambiente como um todo. O indivíduo é parte dum todo. Ao ajudarmos o nosso povo estamo-nos a ajudar a nós mesmos. Devemos servir o nosso povo, quando o nosso povo estiver livre, nós, como parte dele, também estaremos. Ao nos separarmos dele e nos considerarmos indivíduos sem valores supremos, nós estamos traindo a nossa raça, estamos sendo egoístas, estamos abandonando valores que som maiores do que nós. E o Nacional-Socialismo cre que o nosso povo é maior que nós separadamente, o Nacional-Socialismo manifesta os valores supremos, isto é, que estam por riba de nós.

“O Nacional-Socialismo está ligado a sua Cosmovisom (Weltanschauung). Ele existe para ela e desaparecerá com ela”. - Alfred Rosenberg

O Nacional-Socialismo é umha Cosmovisom por riba de tudo. A política é umha conseqüência, a política é umha maneira de aplicarmos através do Estado, dum governo, esta Cosmovisom que inclui os seus princípios e os seus valores. É infantil colocar o Nacional-Socialismo como umha simples visom política anti-marxista, anti-capitalista, pois o N-S nom é um conjunto de “contras” e sim umha Cosmovisom, umha doutrina, um corpo de idéias baseada nos princípios de Honra, Lealdade e Dever.

Tudo isso representa a manifestaçom do poder da Suástica sobre espíritos honrados.

A Suástica tem o poder de despertar o interior natural da alma Ariana, assim como a raça é umha manifestaçom exterior e física da alma. Toda raça tem a sua alma, toda raça cultiva o seu alto ideal. Isto é verdade, ao estudarmos o comportamento de cada etnia pela história e por todo o globo veremos como as açons de cada umha delas seguiram um mesmo caminho e mesmo objetivo. A raça Ariana sempre cultivou os mesmos valores, os Homens sempre colocarom os interesses do seu povo antes do seu interesse pessoal, a raça Ariana sempre entendeu a força da natureza sobre nós, sempre manifestou essa compreensom através de seus mitos e lendas. Os deuses e avatares Arianos sejam Wotan, Breogam, Odin, Ith, Kalki, Bandua ou Zeus representam os mesmos ideais, só com outros nomes, representam o arquétipo que o Ariano deve seguir, pois este é a sua essência e a sua Natureza. Os deuses som umha manifestaçom do povo e representam a sua consciência e da sua Cosmovisom, por isso estas sagas e mitos som a melhor maneira de entender a Cosmovisom Ariana. O que é curioso é que esta Cosmovisom Indo-Ariana é que ela nom é focada num indivíduo ou num pequeno grupo, é o pensamento e alma de todo um povo, é a uniom através das origens e do sangue, embora tenha sido alterada com a presença de elementos anti-arianos como a usura e o egoísmo, a Natureza racial pode e deve ser libertada e manifestada pela Suástica. A Suástica e o seu significado som originados pela força do sangue. A Suástica é um símbolo do sangue manifestado. Essa é a alma racial, é a essência, é o interior, o subconsciente, e isso manifesta-se fisicamente através da raça. Isso a suástica deve despertar, ela pode, ela foi criada para isso, ela é a demonstraçom simbólica de todo o poder e a força espiritual, ela se manifestou inúmeras vezes durante a história e tivo o seu auge durante a criaçom do Reich Nacional-Socialista, mas ela deve ressurgir.

Hoje as naçons Arianas estam literalmente ocupadas pelas forças sionistas, pelo egoísmo, pelo poder do dinheiro e estas forças negativas usam de todos os artifícios, desonrados e imorais para deturparem o significado espiritual da Suástica e a sua força altamente positiva e criativa sobre as pessoas. Marginalizaram o nosso símbolo e tentara-no destruir de todas as maneiras, mas a opressom há de rematar, e só a antiga runa, o antigo sinal que tem a sua base no sangue e na alma pode combater a tirania.

Mjollnir – O Martelo de Thor

“Salve Thor! Deus do Trovom! Defensor de Asgard e Midgard.
Dote-nos com coragem e ajude-nos na luita
Contra os inimigos de nossa fé, família e povo.
Corajoso Thor!
Guerreiro entre os deuses e firme em lealdade e fidelidade.
Proteja-nos e nos encoraje com a força
Do seu poderoso e invencível martelo.
Talvez tudo seja como você queira
E todo o nosso povo fique com você como você ficou conosco.
Talvez força e Honra esteja com você e sempre com nosso povo”.


Aqui citamos um anaco do livro “Deuses e Mitos do Norte da Europa”, de autoria de H.R. Ellis Davidson:

“Parece realmente que o poder do deus do trovom, simbolizado polo seu martelo, estendia-se por tudo o que tinha a ver com o bem-estar da comunidade. Ele cobria o nascimento, casamento, morte e cerimônias funerárias e de cremaçom, e os juramentos feitos pelos homens. A famosa arma de Thor nom era só o símbolo do poder destrutivo da tempestade e do lume do céu, também umha proteçom contra as forças do mal e da violência. Sem ela, Asgard nom poderia ser mais atingida pelos gigantes e os homens contavam com ela também para lhes dar segurança e garantir a regra da lei”.

A antiga tradiçom do martelo dos juízes da corte que estabelece a ordem também vem dos antigos povos europeus ao usarem o Mjollnir para comandarem umha sociedade justa, para proteger o povo. A Suástica.

Paga a pena lembrar um mito germânico que envolve Thor e o Mjollnir. Na sua pescaria, Thor ao ser atacado pela maligna serpe de Midgard ergue o seu martelo e destrue-a. Se fizermos umha analogia por um ponto de vista Nacional-Socialista, a serpente representa o poder do dinheiro e do sionismo e da supremacia judaica, e o Mjollnir representa a Suástica que combate a usura e o inimigo dos povos.

Isso foi só um exemplo da idéia do inconsciente coletivo de Carl G. Jung, é a presença que está obviamente além de nossa atual consciência, mas que se manifesta involuntariamente. Assim como um dos fenômenos do nosso Führer espiritual Adolf Hitler foi ele ser, pessoalmente, a manifestaçom do subconsciente, do inconsciente, dos desejos e aspiraçons mais fundos, mais intensos, mais reais, mais humanos de toda umha raça. Adolf Hitler é o arquétipo, é a manifestaçom física e pessoal da raça ariana. Assim como a Suástica também o é, mas dumha forma simbólica. Ele e ela, Adolf Hitler e a Suástica, som sinônimos, som o mesmo conjunto cósmico, o mesmo ser, que é a essência racial que é a alma Ariana. Por isso ambos tem esse poder e o fizeram nos anos 30, despertaram esse subconsciente coletivo, que nada mais é do que a alma racial Ariana com outro nome. E ambos som o poder da Suástica manifestada espiritualmente e fisicamente sobre os Homens e que ela desperta algo forte, verdadeiro e interior.

Por isso e mais, ao aceitarmos e compreendermos o significado e sabedoria da Suástica, nós devemos entender, ou pelo menos procurarmos e nos esforçarmos para entendermos a verdade proibida pelos atuais governos, do que é a verdade sobre o Nacional-Socialismo e sua essência absolutamente positiva, sobre sua Cosmovisom, sobre o Triunfo da Vontade. Nós devemos esquecer, ignorar toda a lavagem cerebral da mídia e do poder sionista manifestado que há mais de 70 anos vem destruindo e corrompendo o que há de melhor, de saudável, de humano no Nacional-Socialismo. Só a verdade liberta, conhecer a verdade é umha tarefa individual, de esforço pessoal. A ignorância é reconfortante, mas nós devemos escolher o nosso caminho. O caminho natural da raça Ariana pela sua Natureza como vem sido demonstrado durante a história é o caminho da verdade, da Honra, da Lealdade e do Dever. O escritor e inglês H.S. Chamberlain escreveu no seu Arische Weltanschauung (Cosmovisom Ariana): “Eu dixem noutra ocasiom: ser ‘Ariano’ nom é o ponto, nos tornarmos ‘Arianos’ é o que importa”. E cito mais umha frase:

“Nunca esqueça essa única cousa: pelo pensamento apenas, o pensamento pode ser libertado; aquele que nom tem a coragem e o poder de repensar os pensamentos da raça Ariana, é e continuará a ser um servo, nom importando a sua ancestralidade, pois ele é mentalmente prisioneiro, cego, preso à terra”.

Escolher é pessoal, ser um servo ou nom. A vida é luita. Nós devemos criar consciência da nossa situaçom atual, devemos meditar sobre os assuntos e entendermos o nosso estado, e a opressom e tirania sobre o nosso povo. A Suástica é um símbolo, ela representa isso, mas ela só nom faze nada, deve-nos despertar, comandar-nos para a vitória, para o triunfo e para a liberdade, o resto é conosco.

Há um grupo de pessoas, um grupo apenas, que controla o que nós vemos na TV, o que nós lemos, o que nós assistimos nos cinemas, o que escutamos no rádio, este mesmo grupo mantém-se unido há milhares de anos e o mais homogêneo possível, ele entende que através da sua homogeneidade ele mantera-se, tudo o que recomenda e que força às outras raças através dos meios de comunicaçom é aquilo que nom aceita e nom permite para si, porque sabe que irá destruí-lo por dentro.

O Homem Ariano tornou-se escravo do dinheiro e do capital. O materialismo quebrou no homem, na sociedade e na raça. O pensamento de "cada cam lambe o seu caralho" está ficando maior e vai aumentar até as pessoas colocarem no seu povo depois de si próprias. O tempo em que nós éramos partes duhma raça e nom só indivíduos existiu, existiu durante milhares de anos, este tempo construiu impérios, deu luz a civilizaçons, deu luz à vida e a justiça. Este tempo foi real, e nós devemos recriá-lo.

O dinheiro tornou-se ideal moral, religiom, a meta final dos povos, o valor superior que antes era a nossa comunidade, estirpe, clam, reduziu-se ao egoísmo. Nós identificavamos-nos com os nossos companheiros, trabalhava-mos juntos, tinhamos os mesmos valores, nós éramos realmente um povo. Isso é um valor superior, algo que está além de nós, assim como o herói é aquele que luita e morre por algo maior do que ele próprio.



A Suástica é o nosso sangue que é a criaçom, a herança a esperança dum novo futuro.

A chama da raça Ariana e da liberdade começou-se a apagar quando o homem rendeu-se ao egoísmo, esqueceu-se das suas origens, do seu povo, parou de amar aqueles que som responsáveis polo que somos hoje. O dinheiro, e nom o triunfo, tornou-se a sua meta principal na vida.

A Suástica tem a sua base no sangue, a Suástica tem a sua origem como o primeiro símbolo da humanidade e ela mantêm-se ainda hoje, muito mais fraca do que antes, e pode apagar. O que apaga junto é a nossa história, as nossas conquistas, as nossas criaçons

Nós estamos encarando um problema novo, enquanto crises políticas, sociais e econômicas podem ser resolvidas, o fim dumha raça nom. A raça Ariana extinguiu-se no antigo Egito, no antigo Oriente Médio, na antiga Índia e agora a extinçom chegou ao berço: a Europa. Com a extinçom a raça nunca será refeita, a maior raça que pisou e que marchou sobre a terra está enfrentando o seu fim, a dominaçom e a escravitude estam caindo sobre o nosso povo. É hora de tomarmos umha atitude. Devemo-nos entender e valorizar o legado dos nossos antergos, este legado, esta herança está presente em nós, nós nom devemos destruí-lo, devemos resistir e nos revoltarmos contra a tirania.

Os grandes Homens som um produto do povo Ariano, estes grandes Homens e as suas conquistas nom morrem nunca, som imortais, assim como os bons espíritos. Estes Homens som parte do legado do nosso povo e som parte de nós. A base da nossa existência é a herança dos nossos antergos e nós somos partes deles como os nossos filhos seram parte de nós. Sangue do nosso sangue. E assim o legado deve-se perpetuar, porque este é sagrado.

A bandeira vermelha, branca e negra deve ser hasteada novamente. A Suástica despertará algo interior e mais forte do que o nosso corpo e a nossa mente, ela despertará algo além da existência física e material, despertará a nossa alma e a nossa essência! A Suástica salvara-nos da extinçom, da opressom e da tirania. Mostrara-se a verdade, será a luz, o Sol, a criaçom e a vida, enquanto a raça Ariana sobreviver, a força da Suástica viverá, pois ela é mais forte que todo! Ela desperta exteriormente nossa Natureza porque ela é a Natureza! A Suástica é o lume para a vitória e para a glória!