sexta-feira, 21 de junho de 2013
A segunda ofensiva neo-facha
Anteproyecto de 1938 de F.E.T. y de las J.O.N.S.
O nacionalismo espanhol pseudo N-S, contra-ataca num derradeiro intento por passar por genuinos N-S. A façanha passaria inadvertida de ser nós, os autênticos N-S, imbéciles.
O autêntico falangismo ou nacional-sindicalismo é claramente anti-racista, mas estas idéias defendidas polo chamado "El movimiento" em 1938 som simples posicionamentos em favor dos que ainda se mantinham ganhando na 2GM, Hitler e o Nacional-Socialismo, de aí esses escritos.
Na Itália Fascista fanzines como "La difessa della razza" ou as leis anti-judaicas e étnicas, que nom tinha a ver com que a doutrina de Mussolini fosse racista, foi umha simples consequência do seu alinhamento com a grandiosa Germânia N-S, antes disso eram questons às que nom davam demasiada importância.
Antes do Pacto de Aceiro, Mussolini dizera que Hitler tinha convertida a Alemanha num "manicómio racial". Fundamente crítico com Hitler e o Nacional-Socialismo, dizia que o fascismo olhava com mágoa o racismo N-S como "cousa de bárbaros, de loiros" e que os italianos podiam-se dizer heredeiros da antiga Roma. mentres que na Alemanha viviam em covas. Logo aparentemente cambiou de opiniom, mas tam só era umha táctica para conservar e conseguir mais território em Europa, nacionalismo de escola francesa jacobina.
"Il nazismo. Razzismo al cento per cento. Contro tutto e contro tutti: ieri contro la civiltà cristiana, oggi contro la civiltà latina; domani, chissà, contro la civiltà di tutto il mondo!"
"Razza: questo è un sentimento, non una realtà. Il 95% è sentimento. [...] L'orgoglio nazionale non ha affatto bisogno dei deliri di razza."
Benito Mussolini
"FET-JONS" forom efímeros posicionamentos estratégicos que um N-S nom deve tomar a sério, tendo em conta que aos poucos anos (1943) já estava esse mesmo movimento do lado do sionismo, dando o seu apoio aos EUA. Pois de ter sido escritos dos Utasha, Cruces Flechadas, Nasjonal, Samling, PNB ou outros movimentos leais ao N-S seriam tidos em conta, como já temos presente. Vindo do próprio Franquismo, na vida.
Pois tanto o Franquismo, como o Jonsismo, como o Falangismo ou Carlismo nunca postulariam isso. Passando por alto o irrisório facto de que exista umha suposta "raça espanhola". Estes movimentos nacionalistas e patriotas espanhois forom vilmente manipulados e amputados polo sefardismo franquista.
O falangismo autêntico vai acorde ao nacionalismo espanhol histórico, um imperialismo hispânico que nom entende de raças nem racismo.
FET-JONS (Franquismo) Esse movimento que nom reconhecia a Israel, e que posteriormente fixo-o; esse movimento que dizia luitar contra o judeo-capitalismo, e que logo apoiou firmemente, esse movimiento que falava dumha suposta raza española livre de mestiçagem, e que posteriormente mestiçou com a cultura cigano-mourisca-semítico-indígena, esse movimiento clericalho, esse movimiento pro-borbônico, centralista, de ricachons, que como bem apontava o Führer no mesmo ano desse projecto de lei , um movimento que nada tinha a ver con nós os NACIONAL-SOCIALISTAS.
"Proclamo la personalidad de Franco como gregario entre los personajes comprendidos en Los Protocolos de los Sabios de Sión. Tanto en su formación, servicio incondicional, cuanto en el convenio de permanencia en el poder en beneficio de los más ocultos programas del GOBIERNO UNIVERSAL, Franco fue un instrumento voluntario de afinidad sanguínea al servicio de su raza, ya en la verticalidad triunfal hacia el imperio mesiánico cuya capital será la arcaica Imperial Toledo, aunque el imperio, como otrora lo fue, ahora no será hispano autóctono. Bueno, lo de hispano es un decir porque el Emperador de aquel Imperio, Carlos I, fue austroteutón y lo hispánico entonces sólo fue un cuño. ¿Patriota Franco? Sí y no o al revés, no y sí. Fue el más criminal de cuantos poderosos ha habido contra el español indígena y, por el contrario, el más fiel conservador, en tanto que judío sefardita consciente de serlo. En otras palabras: patriota para los judíos y Torquemada para el autóctono."
Ángel Alcázar de Velasco, falangista e espia da Germânia N-S.
TV Franquista ignorante e mesticista. Alejo Carpentier um completo analfabeto na antropologia, genética de povoaçons e história, dando cátedra precisamente sobor dum dos temas que desconhece por completo.
"Solución religiosa: el recobro de la inarmonía del hombre y su entorno en vista de un fin trascendente. Este fin no es la patria, ni la raza, que no pueden ser fines en sí mismos: tienen que ser un fin de unificación del mundo, a cuyo servicio puede ser la patria un instrumento; es decir, un fin religioso. ¿Católico? Desde luego, de sentido cristiano."
"Una nación no es una lengua, ni una raza, ni un territorio. Es una unidad de destino en lo universal. Esa unidad de destino se llamó y se llama España."
"El hitlerismo no es fascismo. Es antifascismo, la contrafigura del fascismo. el hitlerismo es la última consecuencia de la democracia, una expresión turbulenta del romanticismo alemán."
José A. Primo de Rivera
terça-feira, 6 de abril de 2010
Fascismo, Falangismo e o Nacional-Socialismo
“O fascismo, o nacional-socialismo e o nacional-sindicalismo som filhos dumha mesma nai: o espiritualismo” (José Luis de Arrese, 1940).
Mas umha vez aclarado esta uniom nos pontos em comum, que deve ser sempre tido em conta, podemos entrar a plantejar com mais concreçom o tema a nível ideológico.Se analisamos os principios ideológicos destes movimentos, veremos como elementos comuns os seguintes:
- UMHA POSIÇOM COMUNITÁRIA FRONTE AO INDIVIDUALISMO E A IDEIA DE LUITA DE CLASSES.
- UMHA VISOM TRÁGICA DA VIDA. UMHA ÉTICA HERÓICA.
- UMHA VISOM ANTI-CONFORMISTA E ANTI-BURGUESA DA ACÇOM.
- UMHA VISOM ESPIRITUAL ANTI-MATERIALISTA DA EXISTÊNCIA.
- UM DESPREZO POLA VISOM MERCANTIL DA VIDA. SUPEDITAÇOM DA ECONOMIA À VONTADE POPULAR E COLECTIVA.
- UMHA VISOM NOM MESSIÂNICA DA HISTÓRIA. A LUITA NA REALIDADE É A GESTORA DA HISTÓRIA.
As diferenças começar a surgir a partires desta base comum. O primeiro é indicar que entre Falange e Fascismo houvo umha grande similitude em todas as questons, e é dificil planejar-se diferenças, que poderiam reduzir-se a:
- Umha visom cristiã básica na Falange, fronte a umha posiçom mais Nietszchesiana no fascismo.
- A visom sindicalista de Falange fronte à corporativista do fascismo, ainda que ambas tenhem base comum e por outro lado o ‘Nacional-Sindicalismo’ falangista nom puido desenrolar-se em absoluto. Fronte a isso o Fascismo nasce em 1921 e governa muitos anos, incluso tem tempo de expressar-se ao final na República Social Italiana de maneira mais radical.
- A impossibilidade da Falange de mostrar mais claramente a sua linha, ao nom ter nunca governado nem um pequeno concelho, e perder aos seus dirigentes mais vitais em 1936. E a sua mistificaçom total desde 1939, o que complica mais ainda a sua realidade.
Pouco mais podemos indicar posto que nos pontos de diferença importantes com o N-S, a Falange alinea-se claramente com o Fascismo.
AS DIFERENÇAS ENTRE FASCISMO E NACIONAL-SOCIALISMO
O CONCEITO DE ESTADO-NAÇOM
É quizais o problema maior. Para o Fascismo o Estado é todo, é o que da justificaçom à Naçom, é o que marca esse Destino Histórico, Imperial, que justifica a existência de todo.
Para o N-S o Estado é só a organizaçom da Naçom ou Naçons. É a Naçom a única base de todo.
Esta diferença é fundamental e trae muitas consequências. Umha das consequências mais dadas nos estados europeus actuais, é o insulto dos Nacional-Estatalistas aos Nacional-Socialistas de "separatistas", pois o N-S entende por Naçom o mesmo que Etnia.
UMHA VISOM IMPERIAL DO ESTADO-NAÇOM
Dizia um fascista:
“O fascismo nom é, como pensam alguns, um simples forma de nacionalismo. O nacionalismo fascista é um nacionalismo “aberto”, é umha etapa cara umha comunidade política mais importante, mais “imperial”.
O império é umha globalizaçom étnica justificada por um Destino de Poder. Em realidade um fascista apoiaria a imigraçom massiva, isso da mais Naçom, mais Quantidade, e Poder, a esse Estado.
O Fascismo nunca puido assimilar a raça pois nom se centra na Naçom senom no Poder Estatal.
O estado fascista Italiano estava orgulhoso do Império africano, o colonialismo.
É o mesmo problema de falange ao pretender unir-se aa indígenas quechuas de Hispanoamérica.
Umha frase típica do falangismo:
“Defesa da hispanidade, procura da unidade económica e política de todos os povos da hispanidade. Neste sentido já a modo particular som defensor dum pan-iberismo.”
A medida que podemos traer uns 20 milhons mais de quechuas ao estado espanhol nessa grande unidade hispânica… vaia.
Defende-mos a Hispanidade e as naçons Hispânicas/Ibéricas, nom a unidade com povoaçons tam diversas como as de alguns países iberoamericanos. A Hispanidade é umha unidade geográfica histórica, nom una Comunidade Popular, Étnica ou Nacional.
O N-S comprende o Império como acçom dumha Naçom ou Naçons, nom como assimilaçom doutras naçons. Hitler jamais quiso incluir como ‘germanos’ a Gregos ou Checos de raça. Mussolini empenhou-se em italianizar aos germanos do sud Tirol, incluso pola força.
A RELIGIOM
“Alemanha chegará a ser um sistema fundo e estável se alcança as suas derradeiras consequências: a volta à unidade religiosa de Europa” (José Antonio, Septiembre 1936).
A teima dumha unidade religiosa católica como base do ‘político’ é umha constante da Falange. A ideia é “O homem como portador de valores eternos, assumindo neste sentido e noutros muitos aspeitos do humanismo cristião.”
Se o Nacional-Sindicalismo é confessional comete um erro grave. Os movimentos revolucionários nom som religiosos. Mesturar religions e actuaçom social política é um grave erro. O homem é portador de Valores, Valores que políticamente aplicam-se numha Comunidade segundo o possível e o correcto. Que as igrejas ou os Evangelios, Bíblias, etc. o apoiem ou nom, é outra cousa.
O CORPORATIVISMO
E Mussolini dixo: “Corporativismo e fascismo som dous termos indissociáveis”.
Na Falange é o Nacional-Sindicalismo.
“Sindicalizaçom da indústria dos bens de producçom (os trabalhadores como produtores da empresa que som, devem participar direitamente dos benefícios da empresa).”
A propriedade sindical ou privada ou pública nom pode garantir nada. O vital é que a comunidade disponha dumha vontade e meios de controlar a Propiedade e intervir se é perigosa ou excessiva. Seja essa propriedade dum Sindicato ou dum senhor.
Sobre sindicalizar as indústrias de producçom… umha cousa é que os trabalhadores participem nos benefícios (E nas perdas?) das empresas onde trabalham, e outra é que as empresas sejam sindicalizadas… temo-me que se colectivizamos (no canto de controlar e regular claramente e direitamente) lograremos a burocratizaçom, a perda de iniciativa, a perda de inventiva e risco, seremos umha fábrica de funcionários sindicais….
Há que manter a iniciativa e inventiva pessoal, o risco e à vez o benefício, mas baixo o controlo político absoluto no caso de interesse ou desvio do bem público.
“Nacionalizaçom do crédito bancário. Criaçom dumha banca municipal, sindical…”
A Banca estatal hoje actua igual que a banca privada. Ou seja, a soluçom nom é nacionalizar senom cambiar a mentalidade e a forma de trabalho e de controlo da Banca. O crédito deve ser controlado estatalmente, claro, mas nom importa que as oficinas dmn banco sejam privadas ou de propriedade pública, senom qual é a sua funçom, o seu interesse, a sua actuaçom. Hoje Caja Madrid, que é pública, actua igual, ou pior, que o Banco de Santander que é privado.
Hoje um Banco sindical seria um nojo… a UGT só roubou e estafou nos seus negócios ‘sindicais’. Ser um Sindicato nom garantiza bondade algumha.
“Reforma agrária. A terra para quem a trabalhe. Fronte aos grandes latifúndios sem explotar e desenrolar.”
Hoje já nom há grandes latifúndios sem explotar… hoje os latifúndios som muitas vezes totalmente explotados e bem explotados… e pese a todo devemos eliminá-los, pois o motivo nom é que sejam mal explotados senom que a terra deve estar povoada por gente que viva nela e para ela.
A terra convertero-na numha mera fábrica, umha produtora, nom um lar de vida. Esse é o problema.
A frase está recolhida dos años 30 quando havia esses latifúndios castelans sem explotar. Hoje o problema é outro: é a mercantilizaçom da terra, a eliminaçom da terra como lar de vida comunitária e a sua conversom num mero ‘bem económico’ mais do Mercado.
“A organizaçom do estado deve-se constituir nos pilares da Família, concelho e sindicato.“
Isto está bem as duas primeiras… Mas , Por quê Sindicato?… SÓ se ‘Sindicato’ esta longe da ideia de Classe, ou seja se Sindicato é a COMUNIDADE de pessoas que vivem do seu trabalho, ou seja a Naçom, nom o vago.
Se Sindicato é umha classe ou um anaco, entom isto é umha falsedade.
Assim que melhor: Família, Concelho, Comunidade Popular.
O N-S superou totalmente a ideia do Sindicato, que é de origem classista, polo da Fronte do Trabalho. Os trabalhadores de todo tipo, empresários ou assalariados, intelectuais ou manuais, todos formam o Trabalho.
Algum dia diremos as cousas claras: O problema nom é ser sindicalistas, o problema é rematar com o poder da economia e do dinheiro sobre as decisons do destino das naçons.
O problema é dar um nível de vida correcto à gente, e evitar que poderes económicos dominem as suas decisons, os seus pensamentos, a informaçom, a propaganda, a educaçom, etc.
O problema é ter umha naçom culta, com amor ao arte e a Natureza, limpa e com honra… que seja sindical ou nom, importa bem pouco.
CENTRALISMO
Dizia um Nacional-Sindicalista:
“Frente al estado de las autonomías y al centralismo importado por los borbones, autonomía municipal.”
Genial! resulta que Galiza nom tem direito à autonomia, mas sim um povo do Baixo Minho…
“Defensa irrevocable de la unidad de España y entendiendo esa unidad como una unión rica en culturas, peculiaridades unidas en una empresa común y universal.”
Já sabemos o que logo se entende por respeitar às "línguas" e as culturas… depois quando se chega aos temas concretos essa ‘unidad’ soe ser ’centralismo’… o de sempre por estas terras. Com grande amor às culturas e a "España" proibiu-se o galego, euskera e catalam, e nas escolas ensinava-se-nos aos escritores ou artistas destas naçons que tinham escrito nos seus idiomas… isso sim, sempre cum grande amor à diversidade da "única España".
Isto é lógico nos fascismos: Nom há etnias, só um Estado, as identidades estám ao serviço do Destino Universal, nom tenhem valor em si mesmas.
Para um N-S todo isto é um puro despropósito anti-natural.


