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terça-feira, 24 de abril de 2012
sábado, 24 de dezembro de 2011
Remate-mos com isto...
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
O caminho - Eládio Rodrigues
O CAMINHO
Terra minha, meiga terra,
terra mansa;
deixat-e de mansedume;
volta-te brava,
verás como entóm
ninguem te asobalha.
Nom todo ha de ser morrinha,
nem ha de ser todo mãgoas,
nem has d’estar pidinchando
como pidinchan os que andam
sempre à esmola dos favores
que abichornam e rebaixam.
Passou o tempo dos choros
e das bãgoas,
e ja é hora de que saibas
ter-te forte com os que mandam,
pois é melhor que che treman
que nom que che tenham lástima.
Quanto mais chores pidindo
mais te verás aldraxada,
que as naçons que choram
som naçons sem alma.
Terra meiga, doce terra,
minha pátria…
Fia-te dos teus esforços
e tem fé cega na raça.
Segue sem medo o caminho
do progresso e das espranças;
caminho seguro,
nom limpo de lama,
que as novas naçons emprendem
e os teus destinos che marcam.
Terás n’él muitos tropeços,
darás muitas cotenhadas,
mais anque tripes espinhas
e sangue che fagam,
e saques os pês feridos
se vas descalça,
nom desconfíes
da redentora jornada,
que à derradeira está o trunfo
dos que podem e os que mandam.
Com a consciência do que vales,
mostra-te brava,
verás como entóm
ninguém te asobalha.
Luita polo teu adianto
com a vontade forte e santa,
que as naçons que luitam
som naçons com alma.
Terra minha, meiga terra,
terra mansa…
Fai que nos teus eidos ermos
cantem de cote as aixadas
o hino trunfal do trabalho;
que fumeguem as tuas fábricas
como os incensários
que nunca se apagam;
que no amor ao cham nativo
comulguem todas as almas;
que n’este espertar glorioso
de redençom e juntança
nom faltem os teus bons filhos,
e que se abram
as fenestras do futuro
cara à nova vida atlântica…
Segue por esse caminho,
se queres ir na companha
das naçons que pensam
e sabem ter alma
Eládio Rodrigues (Raça e Terra, 1922)
Terra minha, meiga terra,
terra mansa;
deixat-e de mansedume;
volta-te brava,
verás como entóm
ninguem te asobalha.
Nom todo ha de ser morrinha,
nem ha de ser todo mãgoas,
nem has d’estar pidinchando
como pidinchan os que andam
sempre à esmola dos favores
que abichornam e rebaixam.
Passou o tempo dos choros
e das bãgoas,
e ja é hora de que saibas
ter-te forte com os que mandam,
pois é melhor que che treman
que nom que che tenham lástima.
Quanto mais chores pidindo
mais te verás aldraxada,
que as naçons que choram
som naçons sem alma.
Terra meiga, doce terra,
minha pátria…
Fia-te dos teus esforços
e tem fé cega na raça.
Segue sem medo o caminho
do progresso e das espranças;
caminho seguro,
nom limpo de lama,
que as novas naçons emprendem
e os teus destinos che marcam.
Terás n’él muitos tropeços,
darás muitas cotenhadas,
mais anque tripes espinhas
e sangue che fagam,
e saques os pês feridos
se vas descalça,
nom desconfíes
da redentora jornada,
que à derradeira está o trunfo
dos que podem e os que mandam.
Com a consciência do que vales,
mostra-te brava,
verás como entóm
ninguém te asobalha.
Luita polo teu adianto
com a vontade forte e santa,
que as naçons que luitam
som naçons com alma.
Terra minha, meiga terra,
terra mansa…
Fai que nos teus eidos ermos
cantem de cote as aixadas
o hino trunfal do trabalho;
que fumeguem as tuas fábricas
como os incensários
que nunca se apagam;
que no amor ao cham nativo
comulguem todas as almas;
que n’este espertar glorioso
de redençom e juntança
nom faltem os teus bons filhos,
e que se abram
as fenestras do futuro
cara à nova vida atlântica…
Segue por esse caminho,
se queres ir na companha
das naçons que pensam
e sabem ter alma
Eládio Rodrigues (Raça e Terra, 1922)
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Partido Pro-imigraçom

Rejeitamos o incremento de aportaçom de fundos públicos do governo da Junta da Galiza do PP. Em plena crise o governo de Feijoo emprega 1.300 000 euros em apoiar aos imigrantes no canto de apoiar aos galegos e fomentar o emprego e natalidade na Galiza.
O governo de Feijoo é o governo dos NOM galegos, como demostra na sua politica anti-galega.
FRONTE À POLITIQUEIRA! O SANGUE!
GALIZA AOS GALEGOS!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
sábado, 15 de agosto de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Manifestaçom de africanos na Corunha
O domingo anterior, umha manifestaçom duns 300 africanos exigia na cidade herculina a "regularizaçom da sua situaçom" legal. Os africanos, maiormente senegaleses, partiram da casa do Senegal convocados pola associaçom Aseser-Teranga com a legenda “Polo respeito à dignidade das pessoas imigrantes”.
O facto de que determinadas rúas da Corunha, e nomeadamente o entorno da rua Barcelona, sejam já umha pequena colónia africana, nom fez que a rápidamente crescente comunidade senegalesa nom siga a exigir maiores facilidades para instalarse no nosso país.
A "esquerda independentista" e o "nacionalismo" esquerdoso nom só aderiram ao acto, senóm que implicarom-se notávelmente na sua promoçom. Os meios esquerdistas nom perderom ocasiom de sinalar o "fermoso" de ver centos de pretos africanos cantando "a rianjeira" trás umha faixa em galego... Coma se tal demagógia elimina-se o perigo para a supervivência do nossa etnia, raça e língua que obviamente conleva a imigraçom masiva á que estamos submetidos.
A Corunha, da mesma maneira que as restantes cidades galegas, é vitima dumha invassom indígena-americana, asiática e africana a cada vez mais escandalosa. Os núcleos já afectados polo centralismo nacional-espanholista tenhem a cada vez menos populaçom galaica, e o proceso de etnocídio avanza implacável... ante isto, os "patroitas" de esquerda pedem a chegada de mais e mais pretos, mouros e americanos que venham falar perfeito castelám e converter aos galaicos numha minoria na sua própria naçom.
GALLAECIA NAÇOM EUROPEIA!
O facto de que determinadas rúas da Corunha, e nomeadamente o entorno da rua Barcelona, sejam já umha pequena colónia africana, nom fez que a rápidamente crescente comunidade senegalesa nom siga a exigir maiores facilidades para instalarse no nosso país.
A "esquerda independentista" e o "nacionalismo" esquerdoso nom só aderiram ao acto, senóm que implicarom-se notávelmente na sua promoçom. Os meios esquerdistas nom perderom ocasiom de sinalar o "fermoso" de ver centos de pretos africanos cantando "a rianjeira" trás umha faixa em galego... Coma se tal demagógia elimina-se o perigo para a supervivência do nossa etnia, raça e língua que obviamente conleva a imigraçom masiva á que estamos submetidos.
A Corunha, da mesma maneira que as restantes cidades galegas, é vitima dumha invassom indígena-americana, asiática e africana a cada vez mais escandalosa. Os núcleos já afectados polo centralismo nacional-espanholista tenhem a cada vez menos populaçom galaica, e o proceso de etnocídio avanza implacável... ante isto, os "patroitas" de esquerda pedem a chegada de mais e mais pretos, mouros e americanos que venham falar perfeito castelám e converter aos galaicos numha minoria na sua própria naçom.
GALLAECIA NAÇOM EUROPEIA!
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