Mostrar mensagens com a etiqueta hitler. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta hitler. Mostrar todas as mensagens

sábado, 20 de abril de 2013

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A tradiçom vista do Nacional-Socialismo (I)

POR QUE FALAMOS DA TRADIÇOM?

O pensamento Tradicional, com maiúsculo, foi sempre especialmente rico em ideias e pobre em factos, de forma que é mais doado atopar textos que exemplos, assim tiverom tempo de "pensar" sobor o nacional-socialismo, mas nom de fazer o que fai o nacional-socialismo.

Nom fala-mos quase da Tradiçom, e cremos que é preciso fazê-lo embora que seja por umha vez. Mas é que além disso a Tradiçom pode ir adquirindo maior importância devido a situaçom de pessimismo e decepçom total que está entre os NS, pois, como veremos, a Tradiçom é umha base magnífica para um individualismo pessimista, que se reclui em si, que procura a Verdade e a Salvaçom fora da realidade, justificando de algumha maneira todo fracasso e toda ruína do mundo exterior.

Por isso nos tempos maus, quando o mundo é mais difícil para as gentes de sentimentos nobres, nesses momentos é quando mais ressurgem os místicos, os anacoretas, as tradiçons esotéricas ou monásticas e, enfim, as bases dumha Fé no Eterno Retorno ordenado divinamente, a Esperança em que um Deus dea um novo mencer após a longa noite.

Dessa forma é muito tentador tentar procurar um pensamento antissistema, umha alternativa "religiosa" ao Sistema, que dalgumha forma nos arme dumha "segurança" total de vitória final, de Razom sem necessidade de demonstraçom, por vir dum Deus.

Se o pêndulo ("agulha") do mundo moderno estava apontando para o materialismo consumista, alguns lembram agora os tempos nos quais o pêndulo estava apontando cara um espiritualismo religioso anticientífico e místico, isso sim, governado polas castas sacerdotais, ou melhor, inquisitoriais.

Por isso contra o desarme espiritual do mundo moderno é lógico que se poida retomar a bagagem de "espiritismo" da Tradiçom. E em certa forma a Tradiçom proporciona elementos valiosos, sempre que seja convenientemente filtrados e separados do componhente deísta (de deísmo) e utopista. Por isso alguns escritos permitem-nos umha brilhante apresentaçom dos princípios da Tradiçom, e com ele a possibilidade de poder debatê-la sem recorrer aos confusos textos originais dum Guenon.
QUE É A TRADIÇOM?

Como muito bem diz Antonio Medrano "A Tradiçom é a Voz de Deus", "A Palavra vivificante que vem do Alto". Ou seja, e traduzindo, a Tradiçom é umha tentativa de intelectualizar os sentimentos deístas.

A ideia dum Deus fonte de toda Verdade, que permita pois impor sem dúvida nem necessidade de provas, sem discussom nem tempo de vigência, as "verdades" que alguém gostaria de crer, foi sempre o "refugio pecatorum" dos místicos. Nom há nada mais doado que negar qualquer contrário ou qualquer crítica, dúvida e absurdo, que recorrer à "vontade de Deus".
Com a "Palavra de Deus" (a Tradiçom pois) em primeiro lugar, umha multitude de xamãs e pais de todas as religions forom capazes de justificar dende as pestes à miséria, levar ao estrado qualquer incrédulo cientista que lhes contradicisse ou arruinar toda tentativa de oposiçom. A Verdade única e total que emana dum Deus nom tem forma de ser comparada com a realidade, nem de se pôr à prova, é simplesmente a Verdade, e portanto nom precisa de nada mais.
A Tradiçom é, pois, umha tentativa de dar forma doutrinal, dar umha base ideológica mais séria à eterna imposiçom da Palavra de Deus sobor a realidade científica e humana.

Suponho que esta definiçom muitos tradicionalistas nom gostaram mas se a analisam veram que está de acordo com suas próprias definiçons: A Tradiçom impom sua Verdade divina e suprema a qualquer teste ou prova, a qualquer ideia de "resultado" ou demonstraçom científica. Por isso, dalgumha forma a Tradiçom é umha nova Bíblia, umha nova palavra de Deus, mas desta vez escrita sem umha base tam ridícula como as divinizaçons "particulares", excluindo os contos de há 2000 anos, e tratando de apresentar a sua essência no mundo atual.



UMHA NOVA RELIGIOM?

 Mas o mundo resistiu e suportou centenas de religions, e inclusive agora há várias de importância, isso tornava muito desagradável o trabalho deísta. Qualquer tentativa de dar forma doutrinal ao deísmo chocava-se com as "guerras de religiom", com a evidência de que havia muitos deuses e que portanto a "Palavra de Deus" era mais bem um "Parlamento de Deuses" em contínuo vociferar contradiçons teológicas. Por isso o grande avanço da Tradiçom foi estabelecer o que Schuon chama de "Unidade transcendente das religions".

Sem dúvida a Tradiçom proporcionou umha grande dose de prudência e sensatez ao deísmo com esta posiçom integradora das religions. Assumir o mínimo múltiplo comum de todas as religions, a "essência" de todas elas, permite evitar as vergonhosas guerras religiosas, que somente faziam desprestigiar mais e mais todas as religions.

Outra cousa é que essa intençom integradora tenha umha base real. A Tradiçom nom apresenta provas de que o Budismo ou Manitu tenham a mesma base que com o druidismo. As religions pré-socráticas e o cristianismo som tam diferentes nas suas bases que nom vejo de onde saem as demonstraçons integradoras dumha "unidade" transcendente entre elas.

De todas as formas, dalgumha maneira pode-se dizer que a Tradiçom é umha "nova religiom", um deísmo genérico, produto destilado de todas as bases religiosas anteriores, que como tal eliminou muitos absurdos formais que haviam nelas, embora mantendo sua base deísta.

A VERDADE COMO FUNDO DO PROBLEMA

Na realidade o problema de fundo é como basear a Verdade, onde procurá-la. A Tradiçom é simplesmente cortar este nó gordiano mediante a espada de Deus. A verdade nom é pois algo que se necessite procura senom que existe em si mesma como "vontade de Deus".

A simplificaçom é enorme e permite ignorar toda prova, demonstraçom, evitar toda crítica e assumir umha postura de "possuidor seguro da única e total Verdade".

Para o Nacional-Socialismo a Realidade Natural indica-nos a necessidade de ajustar as verdades com os resultados. Ou seja: a ciência mostra-nos que as verdades som aquelas bases que se ajustam à realidade, cumprem com as provas de ensaio e erro. Se umha verdade nom se ajusta à realidade e sua aplicaçom traz o desastre social, essa verdade deve-se pôr em séria dúvida. O N-S nom assume utopias, senom realidades num caminho para um homem e umha sociedade melhor.

J. Bochaca repete frequentemente umha frase que deveríamos todos gravar em bronze: "A Realidade é obstinada". Ogalhá se todos nós tiveramos essa frase inserida no mais profundo do pensar. A realidade das cousas é muito obstinada, tanto que as Idéias quebram-se e destroem-se se vam contra essa realidade. Quando se pretende ir contra a gravidade ou a psicologia do homem, contra as realidades que dia a dia olhamos demonstradas na vida, acostumam-se a colher magníficos resultados negativos.

Diante dum mundo moderno relativista e submerso na falta de Verdade, sem princípios profundos, essa facilidade em apresentar umha Verdade sem dúvida nem relatividade é como umha salvaçom para os "parasitas do espírito".

Quem som os parasitas do espírito?, pois aqueles que procuram um lenho (madeira) onde parasitar as suas dúvidas, que os mantenha flutuando e dea-lhes "segurança".

A PSICOLOGIA DAS RELIGIONS

E aí atopamo-nos no núcleo do problema: a psicologia da multitude.

Seríamos tam utópicos como o que criticamos se nom olharamos que as religions som um fato constante na humanidade, e portanto devem respostar a umha certa realidade. Ignorar o fato religioso é tam irreal como acreditar num Deus.

A humanidade sinte umha necessidade íntima de religiom, enquanto que sinte umha necessidade urgente de respostas diante da morte, diante do motivo da vida, necessita dumha justificaçom do mal e dos desastres, exige umha segurança e umha explicaçom da sua presença no mundo. Estas necessidades psicológicas podem ser resoltas a partires dumha enorme força de vontade e de sinceridade consigo mesmo (é a via elitista para a Ética pessoal), mas esta via está muito distante das forças médias das multitudes. Por isso umha psicologia de multitudes baseia claramente na necessidade religiosa.

A Tradiçom tem pois umha realidade inegável e demonstrável: ser a marca ou sinal dessa necessidade psicológica das multitudes de "crer" nalgo que dea sentido às suas vidas. A Tradiçom cobre essa necessidade global de forma muito mais eficiente (ou pelo menos mais inteligente) que as religions particulares, claramente infectadas de absurdos insalváveis, pois baseiam-se em "livros" ou fatos historicistas, em Igrejas e em dogmas, sem pés nem cabeça.

Convencidos de que demonstrar que Maomé ou Cristo som a representaçom do único Deus era pouco menos que se meter numha dificuldade insalvável, os pensadores da Tradiçom mostraram um caminho muito mais sensato (dentro da insensatez geral do deísmo) que é o de apresentar um caminho espiritual deísta comum, único, que pode ser "expressado" em cada regiom ou raça de formas diversas, mas que todas som um mesmo caminho.

O desejo é a base de muitos pensamentos, como bem demonstrou Paretto. O desejo das massas dumha religio mé a base do deísmo mundial.

A MÍSTICA NAS PESSOAS SUPERIORES

Mas continuaríamos sendo injustos se crera-mos que os pensadores da Tradiçom som, pois, espelho de multitudes. Nada mais distante disso.

Se as religions som umha resposta às necessidade psicológicas das massas, a mística e o ascetismo religioso é um produto para elites.

As religions som usadas polas massas no seu aspecto utilista (de utilidade), como "pomada suavizante" das suas dúvidas e problemas, sem chegar a ser mais. As multitudes nom sabem nada de Deus, somente "usa-no" como curandeiro dos seus problemas e angústias.

Mas existe umha caste de pessoas superiores, de mentalidade mais ajeitada e de personalidade rara, que se sentiram sempre atraídos polos aspeitos sublimes da religiom: pola mística, polo esoterismo ou pola contemplaçom.

Nós, os quais conhecemos os melhores pensadores da Tradiçom, sabemos que som ou eram pessoas excelentes, de grande qualidade humana e de delicados sentimentos. Nada mais distante da gentinha e da vulgaridade que o homem da Tradiçom.

O problema nom é pois que a Tradiçom seja negativa ou leve à posturas negativas, absolutamente. A Tradiçom é algo sublime, é umha enorme utopia do Sublime. O mal é que é falsa, que é irreal e corresponde a caráter utópicos, mentais, nom reais.

O místico ou o esotérico podem atopar seu próprio cainho de perfeiçom, mas levam a massa social ao desastre! Numha palavra, a Tradiçom sublima os quais a seguem à custa de difundir umha febre de utopias e injustiças entre as massas. A Tradiçom é tam positiva ao indivíduo superior como nefasta à Política dos Povos.

Quando um médico tentou curar a peste bubônica meiante medidas de profilaxia (limpeza), foi queimado vivo por duvidar que era um castigo de Deus.

Algo assim, excetuando os tempos, acontece agora. O pensamento tradicional dá explicaçons que santificam o indivíduo superior (como a Fé na Peste como castigo divino foi motivo de brilhantes abusos místicos), mas esteriliza a aceitaçom da realidade, da luita política real e científica como caminho seguro, fulmina a Ciência e é o principal inimigo da consciência científica oriental: prova e corrige erros antes de aceitar verdades.

Toda a ciência oriental, todo o desenvolvimento do conhecimento, baseou-se na mentalidade do homem branco de assumir que "a realidade é real", é algo que se pode medir e controlar, e nom somente "rezar". Toda a Ciência saiu dumha luita constante contra o misticismo utopista.

OS PRINCÍPIOS UTÓPICOS DA TRADIÇOM: A DISGREGAÇOM DO HOMEM

Talvez a melhor forma de olhar os erros do pensamento tradicional é analisar alguns dos seus princípios.

Nom quere-mos dizer que nom tenha princípios absolutamente válidos na Tradiçom, absolutamente. Há pontos que coincidem totalmente com a nossa forma de pensar, como já veremos, mas em geral há umha série de princípios básicos da Tradiçom que mostram claramente a sua base utopista e irracional.

O primeiro é a visom categorizada do homem: a compreensom utopista do homem em "planos hierárquicos diferenciados" (chame-se espírito, alma e corpo, ou Natural e Sobrenatural), como a mania em assumir que o "inferior" nom pode influenciar no superior, ou seja, que o corpo e o material som somente "servidores" dum elemento espiritual "nom contaminado" por essa matéria.

É evidente que a Ciência e a Realidade mostram-nos dia a dia as relaçons entre as capacidades superiores do homem e a sua base genética, o seu corpo, os hormônios e o caráter, o metabolismo e as inclinaçons superiores, enfim, a UNIDADE de matéria e "espírito" no homem. O maior conhecimento do cérebro humano e da psicologia científica foi demonstrando mil relaçons entre "pensamento" e fisiologia. A genética descobre a cada dia relaçons de comportamento... E diante de toda essa realidade obstinada a Tradiçom continua com a sua cantilena utopista dum espírito livre de vínculos materiais que governa o corpo como cavaleiro vindo de Deus direitamente. E continua falando de classes insolúveis. E de "superior" ou "inferior", com o qual contrai o feio defeito da origem judaica de desprezar o corpo. Contra as religions pré-socráticas, que davam ao corpo a importância que tem (e com isso ao sexo e à ledícia da mocidadel, à vida e à Natureza), a Tradiçom alinha-se com as visons espiritistas, anti-materiais, que promovem o desprezo ao sexo e ao corpo e negam as evidências científicas que demonstram a interaçom unitária de corpo e alma. Como dizia Rosemberg: "A alma é a raça vista por dentro".

O problema nom é somente a crença num Deus indemonstrável senom para cúmulo a negaçom da interaçom matéria-pensamento-"alma" no homem. Num momento no qual sabemos que umha desordem hormonal pode mudar as inclinaçons do caráter dumha pessoa, que um gene (conjunto de moléculas dum ácido ribonucleico e proteínas complexas) pode influenciar em toda a personalidade (até o fato de reduzir o novo ser ao mongolismo), no momento em que se fala de engenharia genética e em que devemos inclusive nos proteger contra a possibilidade dumha deformaçom intencional da mentalidade humana por manipulaçons químicas ou genéticas, o vir agora cumha doutrina de separaçom corpo-alma e de classificaçom no interdependente, em nome dum deísmo utópico é quanto menos surpreendente e com certeza de duvidosa lógica.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O Derradeiro Filho da Luz , 123 Aniversário



O Derradeiro Filho da Luz

(Por SAVITRI DEVI - "The Lightning and The Sun")


Foi em 1889, durante o primeiro ano do reinado do Kaiser Guilherme II.

Bismarck, o chanceler de ferro, o criador do Segundo Reich alemam estava, todavia, no poder, ainda que nom por muito tempo. As forças ocultas anti-germanas que de pronto iriam posteriormente causar a sua queda, de forma gradual, rompendo desta forma o ímpeto que ele tivo dado aos acontecimentos, já estavam em plena atividade; há tempos presenciava-se o trabalho na procura deste objetivo o qual visava vê-lo em ruínas. Além disso, existiam outros fatores imponderáveis – forças morais e místicas – ao lado e inclusive atrás delas: as mesmas forças de desintegraçom que tiveram estado, durante mais de dous milênios¹, guerreando a conduzir a raça ariana para a sua perdiçom. Portanto, necessitava-se um gênio mais-que-político, umha personalidade sobre-humana, para se impor àquele caminho.

Especialmente durante os passados cem anos, concretos desde a eclosom da Revoluçom francesa, a Europa esteve submergindo mais depressa que nunca, sob influência do judaísmo internacional e seus hábeis agentes: a maçonaria e os diversos corpos supostamente “espirituais”, direta ou indiretamente ligados a ela. Séculos de errônea explicaçom do cristianismo – umha crença essencialmente extraterrena – aos assuntos mundanos. Tiveram preparado a base para o triunfo das mais perigosas superstiçons; a crença na “ledícia” e a “igualdade de direitos” para “todos os homens”; a crença na cidadania e na “cultura” como algo separado e inclusive mais importante que a raça em si; a crença em um progresso ilimitado através dumha suposta receptividade à “educaçom” e na possibilidade dumha paz e “ledícia” universal como resultado do “progresso” – os maravilhosos descobrimentos da ciência postos ao serviço do “homem”; a crença no direito do “homem” e a conseqüente crença deste mesmo homem trabalhando contra o espírito da natureza e a favor de seu próprio prazer e benefício. Tivera sido incrementado o acentuado, exaltado e popularizado nauseabundo amor ao “homem” como algo distinto e oposto a todas as demais criaturas, ou, sendo mais exato, o “para além do bem e mal”, mas deficiente, medíocre – tam debilitado e, de certo modo, distante de toda a idéia milenar de homem guerreiro, comum aos povos arianos, integrantes dumha humanidade superior, expressada na concepçom de que “o herói assemelha-se aos deuses”, empregando as palavras de Homero.

E o colonialismo estava no seu ponto culminante e a atividade missioneira cristiã também. O que vem a significar ter cedido ela mesmo diante das forças de desintegraçom, fazendo com que a Europa, o continente invadido, estivesse conduzindo essas atividades cristiãs, de forma veloz, ao resto do mundo. Preparava, desta forma, o epílogo da Idade Média: o estado de caos biológico que representava a condiçom preliminar para o domínio de inferiores e a conseqüente aniquilaçom sistemática de qualquer elite humana supervivente de sangue e caráter.

Naquela época entom, um digno e honesto trabalhador oficial de aduanas vivia junto da sua família em Braunau, umha bonita e pequena cidade sobre o rio Inn, na fronteira entre o Estado Austriaco e Alemam; A cidade, com a sua praça principal, onde num dos seus lados presencia-se umha velha fonte ocupada por umha estátua de Cristo feita em pedra; com as suas velhas casas e igrejas, com antigas vias – limpas e estreitas – e a “torre” de quatro andares – Salzburger Turm – que já entom separava a praça principal de suas imediaçons², que eram um pouco diferentes das outras numerosas e pequenas cidades da regiom germana. Provavelmente tinha o mesmo aspecto que a tem dos dias de hoje: as cidades menores transformam-se com menos intensidade se comparadas às maiores. E o oficial de aduanas, cujo nome era Alois Hitler, vivia e se relacionava com a vida como tantos outros funcionários do governo. Agraciado com enorme vontade de potência e perseverança, desde a sua mocidade teve formaçom autodidata, promovendo a si mesmo desde a posiçom dum rapaz do povo ao notável público do cargo governamental que ocupara, o qual se lhe manifestava acima do respeito. E agora, após todos estes anos, cujos dias foram tam desesperadamente iguais, a sua vida monótona nom semelhava de facto ser assim diante de seus olhos, posto que nom dispusesse de tempo para refletir a o seu respeito. Meticulosamente rigoroso, trabalhou e trabalhou. E os dias e anos se passaram. E deste modo, chegaria o tempo em que o honesto funcionário retiraria-se a umha pequena pensom.

Para tanto, vivia nas imediaçons, a alguns passos da Salzburger Turm, em uma velha casa de dous andares, com patamares pitorescos curvados sobre os degraus da escada, além de espaçosas habitaçons. Sua esposa Clara era bela: loira, com magníficos olhos azuis. Com apenas vinte e nove anos (era ela sua terceira esposa), era dotada de apaixonada natureza, sendo pensativa e serena; tam imaginativa e intuitiva, ao passo que seu marido nom dotava de romantismo; tam agarimosa como respeitoso ele o era; e capaz dum contínuo e interminável sacrifício. Ela respeitava-o fondamente: ele era o seu marido e, sobretudo, ela amava a suas crianças – e o Deus que tinha dentro delas. E ela desconhecia o quanto estava certa, de forma tam concreta quanto o espírito divino – a divina personalidade da humanidade ariana, cuja manifestaçom aparece agora e entom na forma dum ser humano extraordinário – e que vivia nela como o bebê que estava a amamentar: o seu quarto filho.

Recém acabava de tê-lo em 20 de Abril, às seis e dezoito da noite, nesta longa e arejado quarto do segundo andar – encontrava-se ela no derradeiro cômodo à mão direita – no qual estava agora recostada, sentindo-se fraca, cansa, porém imensamente leda. As três janelas davam vista à rua. Através de límpidos cristais e brancas persianas, ardentes raios de sol penetravam na abundância. O bebê dormia. A nai, pola sua vez, descansava – Nom tinha noçom de que acabava de ser o instrumento dum tremendo poder cósmico.

A algumhas poucas centenas de jardas mais adiante – atrás da Salzburger Turm e a ampla praça rodeada de casas relativamente altas – fluía o azulado rio Inn, afluente do Danúbio. Havia umha ponte sobre ele, tal como existe ainda nos dias de hoje. A paisagem – suaves colinas, com bosques aqui e ali; e bem casas de telhado vermelho bem conservadas, aconchegantes por si só, além de, ocasionalmente, um campanário de uma igreja localizado entre a borda do rio e as preciosas pendentes verdes à distância – era, pois, o mesmo a ambos os lados da ponte. As pessoas que ali residiam também eram a mesma: Bávaros – germanos, portanto. Porém este lado, de onde se encontrava a praça principal com sua velha fonte, a Salzburger Turm e as imediaçons, era chamado Áustria. O outro lado, Alemanha.

Dormia o bebê; a nai, por sua vez, serenava, estando grata pelos brilhantes raios de sol já próximos daqueles emitidos durante o verão. Tendo sua criança ao seu lado, poderia vê-la sempre que pudesse. Contudo rezaria de forma intensa ao reino dos céus para que pudesse ele viver: os seus três primeiros filhos teriam morrido, um em seqüência doutro.

A criança fora batizada com o nome de Adolf.

Trinta e cinco anos mais tarde, o homem em que se teria convertido escreveu: “Hoje parece-me que o destino me dispôs, de forma leda, Branau como o lar do meu nascimento. Esta pequena cidade situa-se justamente à borda dos estados germânicos e sua conseqüente unificaçom representa, para os nossos homens que integram umha nova geraçom, um trabalho vital que bem merece realizar-se por todos os meios”³.

Refere-se ele ao “destino”. Se nom o fora pela singularidade de tal afirmaçom num livro escrito para milhons de europeus, dificilmente preocupados ou interessados com a idéia do nascimento ou o renascimento, poderia ele ter dito, com igual ou maior exatidom, de “a sua própria eleiçom”. Pois dacordo com a antiga sabedoria, homens dotados de tanta qualidade como a sua escolhem nascer, sem a obrigaçom de sê-los, e, do mesmo modo, escolhem ao lugar de nascimento.

Invisível sobre o céu da pequena cidade de fronteira, as estradas formavam, em 20 de Abril de 1889, às seis e dezoito da noite, um claro desenho marcando o retorno à terra daquele que retorna; o homem divino “contra o tempo” – a encarnada personalidade coletiva da humanidade superior – aquele que, umha vez ou outra, e cada vez mais heroicamente, interpom-se de forma solitária contra a permanente e acelerada onda de decadência universal e prepara, através de uma árdua e sangrenta luta, o amanhecer do seguinte ciclo do tempo, ainda reconhecendo-se aparentemente estar, durante anos ou décadas, propício ao fracasso.

Pois o recém nascido nom era outrem senom Ele.

Nunca as circunstâncias teriam sido mais desfavoráveis ao seu reconhecimento. Difícil era a possibilidade da tomada de consciência de sua missom no hábito dum soberano predestinado. Nom tinha somente, como qualquer um que está disposto a reconhecer, um longo caminho desde o humilde status da criança a aquele que teria de alcançar para inserir-se, na história do ocidente, na parte política que lhe fora destinada, sem que nada parecesse apropriado para preparar-lhe a execuçom da sua grandiosa tarefa, sabendo que viria a ser a de despertar a alma ariana ocidental à sua própria sabedoria natural. A sabedoria ariana, na sua forma consciente e guerreira, em oposiçom a todos os valores tradicionais do cristianismo, era desconhecida no mundo ocidental da época – sobretudo entre Braunau – Desconhecida à exceçom dalguns poucos pensadores como Nietzsche. Os poderes celestiais, sem dúvida alguma, deram à criança divina, pois, grandiosos privilégios através dos quais ele iria, estando surpreendentemente pronto, a ter consciência; a reinventar o poder com que fora presenteado, segundo o seu próprio entender: primeiro, umha pura e saudável herança, contendo o melhor tanto do sangue nórdico como de celta – a imaginaçom apaixonada e a intuiçom mística dos celtas, aliada à vontade de potência, minúcias, eficiência e senso de justiça (e também perspicácia) nórdica; e, tempo junto dele, um amor apaixonado, ilimitado e insondável por essa terra germana que se estende a ambos os lados do Danúbio e mais adiante; e por seu povo, seus irmãos de sangue: nom àqueles caracterizados como espécies perfeitas da humanidade superior (pois, contudo, não há evidências de seres perfeitos nesta Era Obscura), mas o seu amor direcionava-se àqueles que puderam e chegaram a ser como tais, ainda que possuam seu elemento fundamental.

Através desse amor – e somente através dele – iria elevar-se à intuitiva certeza da verdade eterna sobre a qual iria construir a doutrina nacional-socialista, forma moderna da perene religiom de vida; essa certeza que a separa dos maiores políticos e o estabelece diretamente dentro da categoria dos guerreiros, profetas, fundadores das mais sábias civilizaçons que conhecemos; dentro da categoria dos homens “contra o tempo”, cuja visom alcança algo para além de nosso enfermo mundo, condenado a umha rápida destruiçom. Homens contra o tempo cujo mundo encontra-se próximo da Idade Dourada, na qual som eles profetas e deuses.


Notas:

¹ Digo “mais de dous milênios” significando isto que a influência degradante do judaísmo sobre a raça ariana concretizou-se antes do advento do cristianismo. A desastrosa nova escala de valores delineada pela errônea aplicaçom da religiom extraterrena, assim como a extensom do seu culto, foram as conseqüências da influência do judaísmo e, portanto, nom as suas causas.


² Die Vorstadt.


³ HITLER, Adolf. Mein Kampf.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

A teoria racial NS

A Teoria Racial Nacional-Socialista seguiu no tempo o mesmo caminho que toda teoria toma:

1. ELIGE MODELOS
2. TIRA AS CONCLUSONS DAS SUAS PREMISAS

3. ACHA AS SUAS CONTRADIÇONS INTERNAS

4. FAZE AS MODIFICAÇONS NECESSÁRIAS PARA SOLUCIONÁ-LAS E MANTER A COERÊNCIA COM O MUNDO REAL


É importante que se entenda que a partires do derradeiro ponto mencionado, o Nacional-Socialismo terminou por comprender que a medida do valor das raças nom é fronte a um ARQUETIPO ABSOLUTO, senom que cada umha delas leva em si a sua própria escada de medida. Por isso DESCARTOU ABSOLUTAMENTE o conceito de RAÇAS SUPERIORES E INFERIORES.

O pensamiento racial Nacional-Socialista evolucionou finalmente cara umha etapa pam-europeia, na que as famílias Germana, Romana e Eslava (assim referian eles aos Nórdicos, Mediterrâneos e Alpinos) conformariam umha soa família com o seu espaço vital próprio numha EUROPA ETNICO-FEDERAL.

Para um observador qualqueira é doado comprovar isto se se fixa na composiçom das Waffen SS durante os períodos do 44-45, força que contava com aprox. 1 milhar de membros de 30 nacionalidades diferentes, todos VOLUNTÁRIOS e em muitos casos representantes das elites socio-culturais dos seus respeitivos países.

Respeito deste derradeiro párrafo, Himmler (que evolucionou no seu pensamento muitísimo, demorou-se, mas ele foi o grande impulsor dos cámbios definitivos, post 1940) declarava (textual): “...é de grande imporatáncia que cada Oficial da Waffen SS obedeça a orde dum oficial doutra nacionalidade, assim como o Oficial doutra nacionalidade obedeça a orde do oficial alemam...”; “...é de grande importáncia que cada oficial da Waffen SS tenha o sentimento de ser igual a oficiais doutras nacionalidades...”

O Nacional-Socialismo através de Himmler também declarava dentro do contexto da Teoria Racial Nacional-Socialista: “...depois da unificaçom, as naçons Romanas (mediterrâneas) serán tam capazes de perseverar como as Germanas. Esta FAMÍLIA ampliada da RAÇA BRANCA terá entom a misom de incluir às naciones eslavas (alpinas), já que eles também som de raça branca.”

Outro exemplo deste novo pensamento é sintetiçado no caso do Tenhente Primeiro das Waffen SS, o castelám Rufino Luis García Valdajos, o qual em Fevereiro do 1945 solicitou à Oficina Central de Raça e reasentamento das SS autorizaçom para contraer matrimónio cumha jovem alemana de Berlím. Depois de verificar que nem a jovem alemana nem o Teniente castelam tinham antergos judeus, a autorizaçom foi concedida.

Esta situaçom na primeira época da Teoria Racial Nacional-Socialista (elecçom e evaliaçom de modelos, umha época de vaguedade ideológica onde afirma-se o nordicismo de Günther), tivera sido inaceitável.

Cabe sinalar que Günther caiu no descrédito a partires de 1936 e actualmente as suas teorias só tenhem cavida em ambentes Hollyjudenses.

Citarei algumha das joias que inspirarom as teorias de Günther (dum talKarl Weinlander): “Todas as raças nom Germánicas som simplesmente os bastardos da cruça anti-natural do homem nórdico com as raças inferiores”.

Logo começarom a INTERPRETAR o mundo (a sua história e feitos sociais) baixo o prisma desta nova teoria. Mas AS CONCLUSONS NOM CALÇAROM COM A REALIDADE.

Assim passou-se a etapa de evaluaçom das CONTRADIÇONS INTERNAS da Teoria (sobretudo quando se derom conta que as civilizaçons clássicas forom criadas por mediterrâneos [sic] e nom por nórdicos).

Umha anécdota agraçosa foi quando interpretarom que a grandeza do “Duce” (quem era relativamente baixo, de olhos café, braquicéfalo, triguenho e de corpo barril), é declarado nórdico de pigmento escuro, e inventam que descendia dum cavaleiro nórdico medieval chamado “Muslin”, quem supostamente teria herdado o seu potencial (sic!!!).

Em fim, depois dumha primeira onda de entusiasmo (propaganda incluida), os hierarcas Nacional-Socialistas olharom-se a si mesmos, olharom ao povo alemam e perguntarom-se ONDE ESTAM? esses modelos nórdicos.... Derom-se perfeita conta que o 95% da povoaçom alemana, assim como quase toda a dirigência do NSDAP, calificavam-se como “bastardos”segúndo as premisas da teoria de Günther.

DECLAROU-SE que essa teoria estava contribuindo a gerar divisons ou criar distinçons falsas nom só a interior de Germânia senom que também com outros países.

Començou assim a TERCEIRA ETAPA, desmontar o tinglado construido pola teoría de Günther nom foi doado, durou muitoos anos, ainda Himmler ficou influenciado polos bons anos, até que o seu pensamento evolucionou.....
Assim, o mesmo Hitler declarou em relaçom a esta nova postura: “Nós nom concluimos do tipo físico dum homem a sua capacidade, senom dos logros da sua raça”.

O NORDICISMO DE GÜNTHER ESTAVA A SER REJEITADO (olho que só subsiste em Hollyjud)

Um antropólogo Nacional-Socialista, Weinert, refiriu-se assim à segunda etapa (a de Günther) numha espécie de MEA CULPA:
“O entusiamo com que as ideias de Günther tinham sido aceitadas produxo conclusons precipitadas para as que nom teria nenhúm fundamento biológico... A consequência era a miúdo que um orgulho racial infundado ameaçou com separar aos alemans”.

Houvo muitísimas outras declaraçons nesse sentido, de firme rejeitamento do racismo nordicista à Günther, o qual é agochado sistemáticamente polo SISTEMA, o qual estoura só os aspeitos negativos da primeira etapa.

Um jornal oficial do sistema NS (Nationalsocialitsche Korrespondanz) declarava: “Polos seus feitos um pode reconhecer a raça dum homem, nom pola longitude do seu nariz e a cor dos seus olhos”.

Concordante com isto a raça mongoloide lhe é “devolto” o seu rol de criadora da cultura asiática (lembre-mos que Günther tinha “germanizado” incluso a Confúcio) e a sub-raça mediterrânea é reconhecida como a criadora das grandes culturas del homem branco.
Umha cita com a que estou TOTALMENTE DACORDO e que nom deixa de ser FERMOSA (Eichenauer, teórico racial nacional-socialista): “..as raças nom se distinguem a través das suas características; porque as mesmas características podem atonpar-se em diferentes raças... (refere-se às europoides). Por exemplo, um mediterrâneo pode ser tan valeroso como um nórdico, um alpino tam musical como um dinárico; um balto oriental tam hábil como um nórdico... Por outro lado nom todos os mediterrâneos som valerosos, nem todos os nórdicos. Mas quando um mediterrâneo é valeroso, ele é valeroso numha “forma” mediterrânea, como um nórdico sería valeroso numha “forma” nórdica”.

ESTE DESENROLO TEÓRICO FOI DA MAIOR TRASCENDÊNCIA DOUTRINÁRIA, JÁ QUE PRESCINDIU DUM ESTÁNDAR (OU ARQUETIPO) COM O QUAL MEDIR DIFERENÇAS RACIAIS.

Walter Gross, membro do Reichstag, experto na pureza racial e no seu momento Chefe da Oficina Racial do III Reich declarou públicamente:

“Nós apreçamos o feito de que aqueles doutras raças sejam diferentes de nós... Se essa outra raça é “melhor” ou “pior”, nom é possível para nós juzgá-lo (note-se que ele está falar desde um ponto de vista ontológico). Este exigiria que nós trascendamos as nossas própias limitaçons raciais durante o veredicto e que asumamos umha actitude sobre-humana, incluso divina...”

No 1940 o mismo Gross dize: “Umha situaçom séria gerou-se polo feito que outras pessoas e Estados, devido às Leies alemanas da raça, sintem-se atacados e difamados... Por exemplo todo o mundo no Lonxano Oriente permaneceu longo tempo baixo a impresom de que os alemanes tinha-nos designado como nom-arianos, e como nom-arianos, membros dumha canalha inferior; que os alemans tinha-nos designado como humanidade de segunda classe; e que os alemanes imaginavam-se los únicos portadores de cultura...QUÉ LHE PODEMOS DIZER A AQUELES QUE VEM NO RACISMO ALEMÁM UUMHA DIFAMAÇOM FUNDAMENTAL DOS HOMENS DOUTRAS RAÇAS?

Nom podemos fazer mais que, com paciência e conviçom, repetir que O RACISMO ALEMÁM NOM EVALUA OU DESPREÇA A OUTROS GRUPOS RACIAIS... Só reconhece,científicamente, que existem diferenças. Tivemos sido perturbados frequentemente pola indiscreçom ou pior ainda, pola estupidez na nossa própria terra quando, depois de ter posto em claro coidadosamente a umha ou outra pessoa que respeitamos e honramos as suas qualidades raciais, algum nécio (velada referência a Günther e Cia.) manufatura as suas próprias ideias sobor a raça e declara que essa mesma pessoa é racialmente inferior e que está nalgum lar em baixo da vaca o do asno, e que as suas características estavam degradadas ou impuras e Deus sabe que mais!!!!

Com tais aseveraçons idiotas rejetiou-se e ofendeu, nom só a povos extrangeiros em partes distintas do mundo, senom incluso aos nossos PRÓPRIOS VIZINHOS EM EUROPA, muitas vezes incluso amigos da Germânia Nacional-Socialista unidos a nós históricamente e no destino.”

Assim finaliza a terceira etapa da Teoria Racial Nacional-Socialista

Da-se começoo à QUARTA ETAPA: A TEORIA RACIAL PAN-EUROPEISTA. Da qual o seu principal impulsor foi o mesmo Himmler. Post 1940.

Esta Teoria atopa-se em pleno desenrolo. Ampliando-se ao mundo enteiro, onde seja que existam europeus e colónias europoides.

DEPOIS DA DERROTA MILITAR O SISTEMA SÓ ESTOUROU OS FEITOS DA PRIMEIRA ETAPA. ABSOLUTAMENTE SUPERADA. OBVIANDO SISTEMÁTICAMENTE O GRANDE DESENROLO QUE TIVO A VISOM RACIAL DO NACIONAL-SOCIALISMO HISTÓRICO.

DATAS:
1.- Primeira etapa. 1930 Adopçom plena do modelo del Güntherismo. Günther publica em Munich "Rassenkunde des Jüdisches Volkes"

2.-Segunda etapa. 1930 -1934 Formalizaçom e ejecuçom da teoría de Günther a través da ditaçom de políticas e diversas medidas de orde racial. Este derradeiro a partires da asunçom do poder em 1933. Aceita-se sem crítica algumha a tese de Günther.

3.-Terceira etapa. 1936. O rejeite à tese de Günther faze-se patente. Existirom momentos de "volta atrás". O reemplazo por umha visom racial mais evolucionada e concordante com a REALIDADE, foi lenta. Coexistirom até época avançada ambas visons, existindo hierarcas mais ou menos influidos cumha ou outra tendência.

4.- Quarta etapa.1940 e mais. Himmler, cumha certeira visom e em vista da evidência antropológica, arqueológica, paleontológica e histórica disponíbeis até essa época, reformula a Teoria. Deserrolando-se umha ideia pam-europeista. Actualmente também existe umha visom mundial, onde seja que existam colónias de europoides.


sábado, 25 de setembro de 2010

É o Nacional-Socialismo Fascista?

Há umha grande desinformaçom quando a questom do Fascismo, e a causa disso é que a maioria das pessoas que falam sobre o assunto nom tem a mínima ideia sobre o que ele realmente trata. O termo é frequentemente utilizado para definir os movimentos europeus de carácter nacionalista e anti-comunista , principalmente os da primeira metade do século XX.


Na verdade, o termo “fascismo” parece nom ter umha explicaçom única, já que as pessoas o utilizam para o que elas bem entendem, seja para catalogar movimentos nacionalistas ou para qualquer vertente política da qual sejam contrários ,de maneira pejorativa.

O Nacional-Socialismo é quase sempre relacionado ao movimento fascista dos anos 20 e, também por muitos, considerado como uma “ideologia fascista”. Costuma-se dizer que o N-S é umha vertente do movimento de Mussolini, ou que de alguma forma fora influenciado por este, ou mesmo que seja um Fascismo com os princípios raciais aplicados. Todas as falsas afirmaçons som resultado de difamaçom e especulaçom.

O Nacional-Socialismo tem origem no Fascismo? NOM

Tanto o Partido Fascista como o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemans (NSDAP) datam do ano 1919. Assim sendo, os dous movimentos surgiram na mesma época, havendo pouco, senom nenhum, contacto entre eles. O motivo de haver certas semelhanças é simplesmente por terem nascido num contexto histórico fértil para grupos nacionalistas e anti-comunistas.

Enquanto o Nacional-Socialismo surgiu da formaçom dumha visom do mundo, o Fascismo surgiu como um movimento anti-ideológico, possuía como base apenas o sindicalismo pós-marxista. Apareceu como um regime de circunstância, umha reacçom ao avanço comunista e anarquista na Itália.

O Fascismo nom apresentava umha doutrina concreta como o Nacional-Socialismo, apenas um plano contra-revolucionário em relaçom aos movimentos vermelhos. No seu manifesto nom havia nenhum ponto ou qualquer traço de inspiraçom doutrinária ou espiritual, apenas reivindicaçons políticas como: o voto feminino, reorganizaçom do sector de transportes, reduçom da idade mínima para aposentaçom, aboliçom do Senado, etc... Medidas quase nada revolucionárias se comparadas às do movimento Nacional-Socialista.

No ano de 1922, ocorre a Marcha sobre Roma, quando milhares de Camisas Negras conseguem colocar a Mussolini no poder. A 9 de Novembro de 1923, os Nacional-Socialistas tentam a mesma cousa em Munique, e falham, resultando em prisons em massa, inclusive do próprio Adolf Hitler. Se, de qualquer forma, o Fascismo inspirou o Nacional-Socialismo foi na ideia de um golpe de Estado e da formaçom de milícias paramilitares como os Camisas Negras e as SA, ideias com as que nunca triunfarom no povo. Isto nom incflui no plano ideológico.

Em 1920, Gottfried Feder e Adolf Hitler já tinham formulado os 25 pontos do NSDAP e, em 1925, o livro Mein Kampf fora publicado na Alemanha, enquanto Mussolini nom tinha nada além de um simples discurso nacionalista e anti-comunista. As realizaçons do Partido Fascista eram meramente políticas e administrativas, carecendo dumha doutrina ou dumha visom do mundo completa como o Nacional-Socialismo.

Entom, em 1932, aparece o termo “fascismo” na Enciclopédia Italiana, num espaço de 37 páginas cheio de fotos e ilustraçons. Fora essa a tentativa do Mussolini, dez anos depois de subir ao poder , de incluir um aspecto doutrinário e filosófico no seu movimento. Embora o texto seja assinado pelo Duce, sabe-se que fora escrito quase inteiramente por Giovanni Gentile. Este mesmo texto depois é publicado em formato de livro em 1935, dez anos após o lançamento de Mein Kampf.

Embora Hitler cultivasse umha amizade sincera por Mussolini durante anos, de maneira nenhuma se deixou levar pelas suas ideias, que eram quase apenas políticas e económicas, enquanto defendia umha visom de mundo completamente nova. Se Adolf Hitler admirava o Duce foi por ter liderado a Itália como o primeiro país europeu a combater ao comunismo, nunca pelas suas ideias.

É muito mais provável que a ideologia Nacional-Socialista tenha inspirado a tentativa Fascista para a criaçom dumha doutrina. Como por exemplo os Fascistas Irladeses, que sumando-lhe a sua consicência étnica e racial, bem podiam ser uns Nacional-Socialistas sem problemas.

A filosofia Fascista nunca apresentou qualquer carácter racial antes do contacto com o Nacional-Socialismo. Na realidade, as primeiras correntes Fascistas anti-sionistas só surgiram após 1938, cinco anos após a chegada de Hitler ao poder e dezasseis após Mussolini. O mais surpreendente é que havia umha quantidade razoável de Judeus no movimento Fascista e, muitas vezes, ocupando cargos importantes e, mesmo depois de 1938, pouquíssimos destes hebreus perderam as suas posiçons no Estado “italiano”.

O Estado Fascista declarou que os Judeus estrangeiros com mais de 65 anos, e que antes de 1938 contraíram matrimónio com italianos, a mesma miscigenaçom que os Nacional-Socialistas tentavam impedir , eram agora considerados italianos. Os Judeus nom se assimilam, criam um Estado dentro de outro e se conservam através da parasitagem de outros povos, nunca podem ser considerados como europeus. Apenas a visom meramente política e estatal do Fascismo e outras “democracias” actuais podem aceitar sionistas na sua pátria e ainda chamá-los de nacionais.


Os Blue Shirts (Fascistas Irlandeses), foi promovido pelo general O'Duffy, um inicial membro do IRA, lugar-tenente de Michel Collins e destituído do seu cargo militar por De Varela por pressons da facçom esquerdista do IRA que nom aceitavam as suas simpatias com Hitler. Aceitarom ajudar ao Franquismo pontualmente para combater o comunismo na guerra civil, mas nom para luitar em favor da "unidade" da suposta "naçom espanhola", pois como é lógico viam similitudes com a luita étnica das naçons hispânicas.

É Possível ser Fascista e Nacional-Socialista? Pode-se dar o caso, em certos estados que só colhem umha etnia, como a ilha de Irlanda, no que se dam casos fascistas com consciência étnica e racial, mas na práctica isso já seria mesmo Nacional-Socialismo, nom seriam mestura nenhuma como acontece nos estados espanhol, português, francês ou italiano.

“O Estado é um meio para um fim. A sua finalidade consiste na conservaçom e no progresso dumha colectividade sob o ponto de vista físico e espiritual”.

“O direito humano anula o direito do Estado”.

Adolf Hitler

Para o Nacional-Socialismo, o Estado é um meio de conservar a Raça, de melhorar o Homem, é um instrumento orgânico criado pelo Homem para o Homem. O Estado na concepçom Nacional-Socialista só existe enquanto o Povo o aceitar, pois ele existe para eles.

Som as raças humanas as que criam cultura, valores e civilizaçom. O Estado apenas os conserva e colabora no seu progresso. O Estado é a aplicaçom administrativa e política dumha série de valores desenvolvidos naturalmente durante o tempo pelo próprio Povo.

“Nada fora do Estado, nada contra o Estado, tudo para o Estado”.
Benito Mussolini

Para o Fascismo, o Estado é tudo. O Estado formula e pom em prática a vida do Homem. As necessidades individuais som suprimidas, enquanto a finalidade é SEMPRE o Estado. O Estado nom existe para o Homem, mas o Homem para o Estado. O Estado produz, o Estado cria a Naçom e as pessoas.

O Fascismo nunca acreditou numha Comunidade natural e orgânica, nom possuía a ideia do Sangue, ou mesmo de Povo, era apenas um modelo de Estado político num espaço geográfico demarcado por mapas.

Nesse aspeito o Fascismo nom difere muito das actuais “democracias”, que se constituem apenas como Estados políticos sem conservar a Raça e a Cultura e sem nenhuma moral ou valor. Assim como os governos europeus hoje aceitam imigrantes nom-europeus, o Estado Fascista também os aceitava e ainda os considerava como nacionais.

A concepçom Fascista de Estado é, por princípio, puramente política e administrativa. Assim sendo, totalmente anti-natural e, consequentemente, anti-Nacional-Socialista. A sua visom do mundo está em permanente conflito com a nossa, portanto nunca existiria um Estado que fosse simultaneamente Fascista e Nacional-Socialista.

É absolutamente impossível ser Fascista e Nacional-Socialista ao mesmo tempo por se tratarem de ideologias e doutrinas radicalmente contrárias em pontos essenciais. O Nacional-Socialismo apresenta umha visom de mundo fundamentada nas Leis Naturais e movida por nobre ideais onde a conservaçom e o progresso da Naçom é o objectivo da vida e, através do Estado, esta finalidade é alcançada. Enquanto para o Fascismo a Naçom nom é nada, o Estado é tudo e as pessoas nom passam de súbditos do governo.

Nada temos a ver com o movimento ou com a “doutrina” fascista. Um Nacional-Socialista é somente um Nacional-Socialista.