UM SENEGALÉS PERSEGUIDO POR RAIAR CARROS E APUNHALA A DOUS POLÍCIAS
Um agente da polícia estatal resultou ontem ferido grave logo de serem apunhalado por um homem preto ao que perseguia umha patrulha por raiar umha morea de carros polo centro de Ferrol. Outros tres polícias pertenzentes à Comisaria de Ferrol-Narom resultarom também feridos por curtes e contusons, infligidos no momento da detençom de S.A.A.M.K, de 22 anos, de origem senegalés e residente no concelho de Fene, contra o que existe umha orde de expulsom por atopar-se em situaçom irregular e com outras duas detençons anteriores no mes de junho. No vídeo gravado por um vizinho, e que se corresponde com a parte final da detençom, apreça-se como os agentes tiverom que reduzir ao agressor.
O vídeo foi suprimido polo youtube, como sempre para nom fazer apologia do ódio racial
Aqui o tenhem:
http://www.rtve.es/noticias/20090902/grave-policia-herido-con-destornillador-por-joven-senegales-ferrol/290841.shtml
Umha vez detido o preto, no trajecto à comisaria, o detido siguiu batendo o veículo e rompeu a patadas as janelas, ademais de lançar impropérios aos agentes.
Quatro agentes forom trasladados a centros hospitalários. O mais grave ficou ingressado em estado grave no Marcide. O apunhalamento afectou-lhe a um pulmóm, ainda que segundo indicam fontes policiais esta manha, evoluciona favoravelmente. Os outros tres forom assistidos no hospital Joam Cardona, um por curtes e os outros dous por contusons.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Os castros perdem imagem
Castros lalinenses, como Bárcia, Alperiz, Cirstimil ou Dom-Ramiro, acumulam lixo.
O Concelho de Lalim conta cum grande potencial patrimonial em muitos apartados, mas os castros som sem duvida um deles. Ao mesmo tempo, estas antigas aldeias nom contam em muitos casos com a melhor imagem, já que numerosos resíduos almacenam-se pola zona da coroa e o antecastro. Mesmo, restos de neumáticos, plásticos de celeiro, maleza e até alguns veiculos permanecem nestos antigos vestígios que o concelho quer recuperar polo seu atractivo. Especialistas e caminhantes reclamam a conservaçom e mantemento destes enclaves.

Lalim é um dos concelhos da Galiza com mais património castrexo, já que conta com 33 empraçamentos destas características. Muitos deles nom se atopam nas melhores condiçons pola acumulaçom de resíduos ou polo regamento que supom a realizaçom das tarefas agrícolas tanto nas coroas como nos antecastro destes pontos. De factos, caminhantes, especialistas e amantes do património reclamam umha actuaçom nos castros lalinenses, mas que nom vaia mais aló da sua conservaçom e mantemento. O que está claro é que querem mudar a sua actual mala imagem e os danos que sofrem estas zonas.
Em princípio, os castros mais perjudicados pelos resíduos e as actuaçons anómalas som os de Bárcia, Cristimil, Parada e Donramiro. O primeiro esta-se a usar como armazem de celeiros e rolos de erva, que em chegarom ter o médio centenar. Ademais, o tránsito de tractores está perjudicando tanto os valores arqueológicos como estéticos do castro, que no seu dia já se veu perjudicado polo do cemitério e umha vivenda.
O castro de Cristimil também está sendo o cenário de trabalhos agrários que causam certo perjuiço a zonas que supom-se virgens arqueológicamente, já que o arado da terra começa a ser mais fundo. Ademais, acumula restos de neumáticos e madeiros que estropeam muito a sua imagem e incluso podem-se observar garrafas valeiras de veleno.
No caso de Parada, no enclave arqueológico conta entre os resíduos depositados cum par de veículos, um dos quais esta-se a oxidar já que se incendiou nesse mesmo sítio faz anos. Ambo-los dous carros som custosos de localizar já que a zona está povoado de felgos e maleza, o qual é favorecedor a reproduçom de incêndios. Também está desperdigada umha lavadora.
Dom-ramiro é outro dos castros cuia imagem nom é a mais ajeitada pola existência dumha enorme e inservível antena de telefonia que ademais está sostida por um mamotreto de formigom.
Desta maneira, o concelho lalinense, que o pasado ano apresentava o see livro de castros feito por António Presas, ainda conta com bastante tarefa por diante, ja que neste exercício nom se fizerom avanços na posta em valor e potenciaçom dos castros. Segundo o geógrafo lalinense, os seguintes passos nesta matéria passam por desenhar umha ruta de castros que passe por outros pontos e elaborar umha proposta de actuaçom tendente a conservar, manter e limpar estes enclaves. Ademais, aposta por recuperar os materiais extraidos do castrinho de Bendoiro e por excavar algum destes castros, que bem poderia ser este mesmo ao ser agora de titularidade pública.
Dende o M.R.A. Gallaecia condenamos tudo acto delictivo contra o património histórico, e esperamos desejosos de que os indivíduos causantes destes crimes tenham o seu bem merecido escarmento.
http://www.mra-gallaecia.org/natureza-f14/os-castros-perdem-imagem-t138.htm#355
O Concelho de Lalim conta cum grande potencial patrimonial em muitos apartados, mas os castros som sem duvida um deles. Ao mesmo tempo, estas antigas aldeias nom contam em muitos casos com a melhor imagem, já que numerosos resíduos almacenam-se pola zona da coroa e o antecastro. Mesmo, restos de neumáticos, plásticos de celeiro, maleza e até alguns veiculos permanecem nestos antigos vestígios que o concelho quer recuperar polo seu atractivo. Especialistas e caminhantes reclamam a conservaçom e mantemento destes enclaves.
Lalim é um dos concelhos da Galiza com mais património castrexo, já que conta com 33 empraçamentos destas características. Muitos deles nom se atopam nas melhores condiçons pola acumulaçom de resíduos ou polo regamento que supom a realizaçom das tarefas agrícolas tanto nas coroas como nos antecastro destes pontos. De factos, caminhantes, especialistas e amantes do património reclamam umha actuaçom nos castros lalinenses, mas que nom vaia mais aló da sua conservaçom e mantemento. O que está claro é que querem mudar a sua actual mala imagem e os danos que sofrem estas zonas.
Em princípio, os castros mais perjudicados pelos resíduos e as actuaçons anómalas som os de Bárcia, Cristimil, Parada e Donramiro. O primeiro esta-se a usar como armazem de celeiros e rolos de erva, que em chegarom ter o médio centenar. Ademais, o tránsito de tractores está perjudicando tanto os valores arqueológicos como estéticos do castro, que no seu dia já se veu perjudicado polo do cemitério e umha vivenda.
O castro de Cristimil também está sendo o cenário de trabalhos agrários que causam certo perjuiço a zonas que supom-se virgens arqueológicamente, já que o arado da terra começa a ser mais fundo. Ademais, acumula restos de neumáticos e madeiros que estropeam muito a sua imagem e incluso podem-se observar garrafas valeiras de veleno.
No caso de Parada, no enclave arqueológico conta entre os resíduos depositados cum par de veículos, um dos quais esta-se a oxidar já que se incendiou nesse mesmo sítio faz anos. Ambo-los dous carros som custosos de localizar já que a zona está povoado de felgos e maleza, o qual é favorecedor a reproduçom de incêndios. Também está desperdigada umha lavadora.
Dom-ramiro é outro dos castros cuia imagem nom é a mais ajeitada pola existência dumha enorme e inservível antena de telefonia que ademais está sostida por um mamotreto de formigom.
Desta maneira, o concelho lalinense, que o pasado ano apresentava o see livro de castros feito por António Presas, ainda conta com bastante tarefa por diante, ja que neste exercício nom se fizerom avanços na posta em valor e potenciaçom dos castros. Segundo o geógrafo lalinense, os seguintes passos nesta matéria passam por desenhar umha ruta de castros que passe por outros pontos e elaborar umha proposta de actuaçom tendente a conservar, manter e limpar estes enclaves. Ademais, aposta por recuperar os materiais extraidos do castrinho de Bendoiro e por excavar algum destes castros, que bem poderia ser este mesmo ao ser agora de titularidade pública.
Dende o M.R.A. Gallaecia condenamos tudo acto delictivo contra o património histórico, e esperamos desejosos de que os indivíduos causantes destes crimes tenham o seu bem merecido escarmento.
http://www.mra-gallaecia.org/natureza-f14/os-castros-perdem-imagem-t138.htm#355
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Dia da Pátria 2009
Este ano o MRA Gallaecia no dia da pátria foi a ruta da Camélia, os jardins galegos mais emblemáticos, com a camélia como protagonista mas também com outras riquezas botânicas que a faz singulares. Ademais, suma-se a releváncia dos conjuntos arquitectónicos dos que dependen, desde paços como o da Oca até castelos.


Os camaradas depois de ler um texto em honra a nossa fermosa pátria, cantou o hino nacional como já é habitual e marcharom a almorçar juntos.


Os camaradas depois de ler um texto em honra a nossa fermosa pátria, cantou o hino nacional como já é habitual e marcharom a almorçar juntos.
sábado, 15 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Manifestaçom de africanos na Corunha
O domingo anterior, umha manifestaçom duns 300 africanos exigia na cidade herculina a "regularizaçom da sua situaçom" legal. Os africanos, maiormente senegaleses, partiram da casa do Senegal convocados pola associaçom Aseser-Teranga com a legenda “Polo respeito à dignidade das pessoas imigrantes”.
O facto de que determinadas rúas da Corunha, e nomeadamente o entorno da rua Barcelona, sejam já umha pequena colónia africana, nom fez que a rápidamente crescente comunidade senegalesa nom siga a exigir maiores facilidades para instalarse no nosso país.
A "esquerda independentista" e o "nacionalismo" esquerdoso nom só aderiram ao acto, senóm que implicarom-se notávelmente na sua promoçom. Os meios esquerdistas nom perderom ocasiom de sinalar o "fermoso" de ver centos de pretos africanos cantando "a rianjeira" trás umha faixa em galego... Coma se tal demagógia elimina-se o perigo para a supervivência do nossa etnia, raça e língua que obviamente conleva a imigraçom masiva á que estamos submetidos.
A Corunha, da mesma maneira que as restantes cidades galegas, é vitima dumha invassom indígena-americana, asiática e africana a cada vez mais escandalosa. Os núcleos já afectados polo centralismo nacional-espanholista tenhem a cada vez menos populaçom galaica, e o proceso de etnocídio avanza implacável... ante isto, os "patroitas" de esquerda pedem a chegada de mais e mais pretos, mouros e americanos que venham falar perfeito castelám e converter aos galaicos numha minoria na sua própria naçom.
GALLAECIA NAÇOM EUROPEIA!
O facto de que determinadas rúas da Corunha, e nomeadamente o entorno da rua Barcelona, sejam já umha pequena colónia africana, nom fez que a rápidamente crescente comunidade senegalesa nom siga a exigir maiores facilidades para instalarse no nosso país.
A "esquerda independentista" e o "nacionalismo" esquerdoso nom só aderiram ao acto, senóm que implicarom-se notávelmente na sua promoçom. Os meios esquerdistas nom perderom ocasiom de sinalar o "fermoso" de ver centos de pretos africanos cantando "a rianjeira" trás umha faixa em galego... Coma se tal demagógia elimina-se o perigo para a supervivência do nossa etnia, raça e língua que obviamente conleva a imigraçom masiva á que estamos submetidos.
A Corunha, da mesma maneira que as restantes cidades galegas, é vitima dumha invassom indígena-americana, asiática e africana a cada vez mais escandalosa. Os núcleos já afectados polo centralismo nacional-espanholista tenhem a cada vez menos populaçom galaica, e o proceso de etnocídio avanza implacável... ante isto, os "patroitas" de esquerda pedem a chegada de mais e mais pretos, mouros e americanos que venham falar perfeito castelám e converter aos galaicos numha minoria na sua própria naçom.
GALLAECIA NAÇOM EUROPEIA!
terça-feira, 14 de julho de 2009
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