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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Suspensom dos atos patrióticos previstos para os dias 24 e 25


Dende o M.R.A. Gallaecia queremos transmitir as nossas condolências às famílias e amizades das vítimas mortais do duro sinistro ocorrido no dia 24 de Julho no caminho do comboio no trajecto de Madrid-Ferrol em Angrois, perto de Compostela. A funda dor e mágoa que atravessam tantos galegos nestes momentos é sentida por nós.

 Consideramos exemplar o trabalho tanto da vizinhança da comarca de Compostela e de toda Galiza colapsando massivamente a doaçom de sangue de pessoas nos diferentes hospitais. Sinalar também com orgulho, que pese aos recurtes do governo sionista do Pp, nesta naçom contamos cuns meios de emergência e bombeiros realmente profissionais. Parabens polo trabalho que estades a realizar.

 Denunciar o repugnante sensacionalismo e judiaria dalguns meios de "informaçom" com a publicaçom de fotos das vítimas. Sinalamos aos jornais "la voz de Galicia" e "El correo gallego" de autênticos carronheiros.

 Finalmente reiteramos as condolências às tantas pessoas afetadas. Galiza enteira está de loito.

domingo, 30 de setembro de 2012

Nacional-Socialistas de Adesivo



Resulta evidente que na Comunidade Nacional-Socialista como em qualquer outra comunidade de indivíduos agrupados em torno de umha ideologia, há pessoas pertencentes a todos os grupos sociais e profissons que funcionam dia-a-dia imersos no sistema na qual vivem, existem, se movem... Dende o estudante, o trabalhador, o licenciado, o aposentado, o engenheiro, a dona da casa (algumha terá)

Mas, perguntamo-nos, esses conhecimentos, essa profissionalidade, essa atividade útil para a sociedade, remunerada polos empresários, pelos clientes, ou polo próprio estado a pomos, nalgum momento, à serviço da nossa ideologia? Somos coerentes com as nossas idéias ajudando e aplicando-as com os nossos camaradas e polo crescimento e desenvolvimento do nosso movimento na qual parece que acreditamos? Evidentemente, muitos (que Deuses o queiram!) responderam afirmativamente a esta pergunta, sim assim é, este artigo nom está adicado à vocês, senom aos quais neles surgiu a reflexom: fazemos algo pola causa na que cremos? Ou prefirimos estar na nossa casa, numcomputador pensando ou criticando, o que devia ser sem mover um dedo? Som capaz de abandonar por um instante o meu aburguesamento e adicar os meus conhecimentos, as minhas habilidades, a minha experiência na dura e árdua luita Nacional Socialista?

Nom é de estranar que alguns grupos ativos ou urbanos chamem estes assíduos de fóruns e chats de "Nacional-Socialistas de Salom ou Adesivo". A teoria é umha parte importante em qualquer atividade, o exemplo, o ideal e a análise necessárias para levar adiante qualquer empresa que nos proponhamos, mas deixa-la no plano das idéias nom deixa de cair no idealismo e na utopia fazendo dos pensadores críticos sangüinários e destruidores dos ânimos e das atividades dos atores (dizemos atores aos ativistas realizadores de açons) muitas vezes impulsionados impulsivamente, mas sem prévia reflexom dos actos.

É curioso, que num movimento político como o nosso os legistas, os advogados estejam ausentes. Onde estám? "Entrincheirado" por trás dum nick? Agochados por trás dum pseudônimo? Falando em jantares de camaradagem da Alemanha dos anos 30 ou da derrota de 45 ou da mocidade dentre as nostálgicas lembranças? Pois sim, precisamos de advogados que embora estejam por trás dum pseudônimo denunciem com consciência como está a justiça de nosso país. Precisamos de advogados que defendam as nossas causas justas neste sistema injusto, que assessorem aos nossos camaradas nas suas condutas que, às vezes, por ignorância, nom cumprem a lei. E nom só falaremos dos advogados, senom de qualquer outro profissional que seja especialista no que for que seja e que possa contribuir e levar adiante este movimento.

Mas realmente é necessário o valor e a coragem para nos tirarmos das nossas cômodas cadeiras o medo de perder o pam diário, ou simplesmente de ter menos.

Perdoem-nos, mas essa nom é a atitude dum Nacional-Socialista. Onde está o espírito de sacrifício pela comunidade? O sistema pode tanto assim conosco? Cremos que da poltrona olha-se melhor o espetáculo? Um texto teatral nom está rematado enquanto nom se é representado sobor um palco com atores, luzes, cenários e um trabalho duro. Imos deixar esta grande obra escrita por um grande autor nom rematada por preguiça ou medo?

Há muitas formas de luitar e de ser ativo, cada um no seu posto, dando o melhor de cada um, nom simplesmente observando. Quem observa também tem sua missom, mas nom devemos ser todos observadores, e quem observa que analise, alente e coopere. Nom se pode amar a raça e querer que nom venham imigrantes ao nosso país tendo um filho só ou nenhum em prol da vida cômoda. Nom se pode acusar de "descerebrados" a alguns elementos por cometer violência se nom se lhes assessoram e lhes educam, nom se pode amar a raça sem amar tua vizinhança, nom se pode ser anti-sionista e ter fundos de inversom, nom se pode ser N-S e usar nos pés sapatilhas fabricadas por nenos estourados, e assim até um milhom de incongruências.

Onde está a coerência para com os nossos princípios? Realmente somos Nacional-Socialistas? Vivemos como Nacional-Socialistas? Agimos como Nacional-Socialistas? Ou somos a ficçom dumha utopia? A Coragem, a Valentia, a Honra, a Fidelidade, a Sinceridade, a Justiça, o Arrojo som as qualidades que identificam um verdadeiro guerreiro Nacional-Socialista, isso dignifica-nos, torna-nos grandes e diferencia-nos.

Nom fiquemos como meros espectadores desta luita deixando que outros deixem os seus sangues nesta luita, sangue que se traduz em tempo, em dinheiro, em horas de trabalho nom remunerado, e em amor a nossa causa por conseguir restaurar a nossa EUROPA NACIONAL-SOCIALISTA

domingo, 29 de abril de 2012

Umha mentira repetida várias vezes, torna-se verdade



Pormenor do mapa elaborado por Modesto Lafuente para a sua obra "Historia General de España".

O autor primeiro transliterou do árabe o nome do reino ali representado como "JALIKIAH" e posteriormente traduziu-o para o castelám como "Reino de León". Isto ocorreu em Barcelona (Gothalaunia), no ano 1850.

Modesto Lafuente era de Palência (Castilla). Estudou em Lliom e Valladolid, foi condecorado com a Cruz de Isabel a Católica e foi nomeado membro da "Real Academia de la Historia".

A sua obra principal, aquela "Historia General de España" (1850-1867) em vinte e nove volumes é considerada a obra paradigmática da historiografia nacionalista espanhola liberal (progressista e contrária ao absolutismo) do século XIX. O seu objetivo foi a criaçom duma consciência nacional espanhola (sei-que nom existia) estando muitos dos seus mitos vigentes na atualidade.

Umha história inventada dende o começo, ao igual que o estado português fixo com o sul da Gallaecia. O triste é que nas escolas e licéus, as crianças andam a estudarem estes mapas e os discursos que há por baixo deles, enquanto os irmandinhos ou os reis da Gallaecia, por pôr somente dous exemplos, ficam reduzidos a meio parágrafo.


A maior parte do mal chamado nacionalismo galego “de esquerda” dos derradeiros 50 anos esqueceu ou preferiu nom dar a batalha neste terreo. Cecais entendendo muitas das vezes que já a Geraçom Nós fizera todo o trabalho e que havia pouco que descobrer ou desmentir. Mas também houve umha parte deste "galeguismo" que prefiriu deixar a umha beira a história galega e optarom de forma consciente, por subscrever os princípios historiográficos do nacional-espanholismo.

Estes "desmitificadores" que combatem supostos mitos do galeguismo sem mover um dedo contra os do espanholismo, estes okupas que se auto-proclamam “nacionalistas”, som parte responsável e muito responsável de que ainda hoje as mentiras do nacional-espanholismo sejam divulgadas sem mais no ensino académico galego e galaico.

Ainda assím, o espanholismo segue sendo consciente de que esta é umha parte muito importante para justificar e perpetuar a consciência nacional espanhola. É por isto que ainda estes dia vemos novas como a do actual ministro de interior que vai-se encarregar que “Se enseñe la misma historia de España en las diferentes CC.AA” história da sua Espanha centralista e liberal, logicamente. Mentres tanto para a maior parte dos professores, mestres e associaçons pedagogicas galegas, asturiana, leonesa e portuguesa; o tema da história, do ensino da história própria desde umha vissom historiogáfica galaica nom é prioritário.

Saim também no mapa em vermelho os “Campos Góticos”, que como saberedes eram chamados Campus Gallaeciae (campos galaicos), que foi primero topónimo documentado que alude a esta comarca campesinha. Documenta-o o Bispo de Chaves Hidacio Lemico no seu livro "Hydatii Lemici continuatio Chronicorum Hiero nymianorum" na página 30. Posteriormente também é nomeada assim por Sanchez Albornoz nos seus "Fuentes para el estudio de las Divisiones eclesiásticas Visigodas" na página 53 do número 1 no Boletín da Universidade de Santiago en 1930.

A paciência temos que pedir aos deuses quando o que supostamente é sempre reino de Asturias, logo de León resulta ser Gallaecia, Galizuland, Gallicea etc nas crónicas francas, britânicas, vaticanas, escandinavas etc. Quando nom mesmo a muitas testemunhas peninsulares da época. Pretender justificar a mentira e deturpaçom "noventayochista" em base a supostos pantasmas expansionistas galaicos é simplesmente ridículo. Nom é só que os muçulmans chamassem Gallaecia ao território cristam;é que os próprios reis do que a Historiografia espanhola denomina "reino de León" diziam-se eles mesmos serem REIS DA GALLAECIA.

Hoje Gallaecia é umha naçom dividida em dous estados peninsulares, e dentro do Espanhol em três CC.AA. Está a ser DESTRUIDA a consiência em todo âmbito: étnico, cultural, linguístico, económico, patrimonial, ecológico, populacional etc... inclusivamente a sua História a qual é distorcida,quando nom apagada direitamente. Está habitada por umha maioria de pessoas sem qualquer consciência nacional e os partidos políticos que se dim nacionais só pensam em termos eleitorais, tendo-se perdido muitos anos na imprescindível laboura de conscientizaçom e trabalho de base.