Dende o M.R.A. Gallaecia queremos transmitir as nossas condolências às famílias e amizades das vítimas mortais do duro sinistro ocorrido no dia 24 de Julho no caminho do comboio no trajecto de Madrid-Ferrol em Angrois, perto de Compostela. A funda dor e mágoa que atravessam tantos galegos nestes momentos é sentida por nós.
Consideramos exemplar o trabalho tanto da vizinhança da comarca de Compostela e de toda Galiza colapsando massivamente a doaçom de sangue de pessoas nos diferentes hospitais.
Sinalar também com orgulho, que pese aos recurtes do governo sionista do Pp, nesta naçom contamos cuns meios de emergência e bombeiros realmente profissionais. Parabens polo trabalho que estades a realizar.
Denunciar o repugnante sensacionalismo e judiaria dalguns meios de "informaçom" com a publicaçom de fotos das vítimas. Sinalamos aos jornais "la voz de Galicia" e "El correo gallego" de autênticos carronheiros.
Finalmente reiteramos as condolências às tantas pessoas afetadas. Galiza enteira está de loito.
Sabia-mos que os mísseis, os foguetes
intercontinentais, os avions a reaçom, o cinema em cor, a
televisom, a "fanta" e muitísimos outros avanços tecnológicos desenrolarom-se
na Germânia durante os anos trinta e quarenta. Mas a
listagem semelha nom ter fim. Agora tocou-lhe o turno aos computadores.
Tradicionalmente, na maioria dos textos de
informática dixo-se-nos que o primeiro computadore da História,
entendendo como computador umha máquina electrónica capaz de processar
informaçom a través dumha programaçom que é executada por uns
circuitos lógicos, era o ENIAC criado no 1946 polos americanos John
Mauckly e J. Eckert. Sem embargo na Conferência Internacional da
História da Computaçom festejada do 14 ao 18 de Agosto de 1998,
discutiu-se sobor este aspeito e tras ser revisado por vários
científicos, quase com unanimidade, declarou-se que Konrad Zuse
(1910-1995)
foi verdadeiramente quem desenrolou e levou à prática os
postulados nos que hoje em dia basea-se a arquitetura dos computadores
actuais.
Konrad Zuse primeiramente aplicou as suas idéis numha
máquina programável feita com láminas metálicas que denominou Z1
entre 1936 e 1938 e posteriormente evolucionou este modelo primitivo
que,
polas suas características internas, nom pode ser considerado coma um
computador, cara um modelo fabricado no 1941 chamado Z3. O Z3 estava
fabricado com relés e estava composto por umha unidade de controlo, umha
unidade aritmética, unidade de entrada/saída, memória direcionável, e um
processadore que trabalhva em binário com coma flutuante. O Z3 foi
apresentado na comunidade científica germana em Berlín o 12 de Maio de
1941 e a sau apresentaçom foi um éxito. Esta máquina pode ser sem
discussom algumha considerada como o primeiro computador do mundo, por
ter umha arquitetura que cumpre com os postulados que em 1946 John
Von Neumann estabeleceu e que serviu de modelo para a construcçom
dos caomputadores desde entóm.
O problema que tivo Konrad Zuse
nom foi outro que o desenrolar ditas máquinas durante a 2ª Guerra
Mundial. Todos os modelos que tinha construidos (Z1,Z2,Z3 e Z4) forom
destruidos (a excepçom do Z4) num bombardeio de Berlin de 1943, os
aliados franceses e americanos estiverom na procura dos inventos que
Zuse tinha fabricados no seu talher. O Z4 foi agochado num pequeno povo
da regiom germana de Bayern onde foi reparado no 1947-1948.
Pese a
isso, o ENIAC finalizado em 1946 e cumha tecnologia menos desenrolada
que o Z3 foi considerado como o primeiro computadore da história.
Ademais da criaçom de ditos modelos a Konrad Zure atribue-se-lhe, entre outras, na actualidade as seguintes inovaçons:
- O uso dum sistema binário para codificaçom dos números num circuito. - O uso dum sistema de coma flutuante para realizar as conversons de binário a decimal.
- Diversos algoritmos assim como ténicas de funcionamento dum
processador na execuçom de instrucçons, que hoje em seguem a
empregar-se. -A criaçom da primeira linguagem de programaçom de alto nível: o Plabkalkül em 1946. - O 31 de Agosto do 200 propuxo-se a patente do Z3 para o programa de registro histórico da UNESCO.
O nacionalismo espanhol pseudo N-S, contra-ataca num derradeiro intento por passar por genuinos N-S. A façanha passaria inadvertida de ser nós, os autênticos N-S, imbéciles.
O autêntico falangismo ou nacional-sindicalismo é claramente anti-racista, mas estas idéias defendidas polo chamado "El movimiento" em 1938 som simples posicionamentos em favor dos que ainda se mantinham ganhando na 2GM, Hitler e o Nacional-Socialismo, de aí esses escritos.
Na Itália Fascista fanzines como "La difessa della razza" ou as leis anti-judaicas e étnicas, que nom tinha a ver com que a doutrina de Mussolini fosse racista, foi umha simples consequência do seu alinhamento com a grandiosa Germânia N-S, antes disso eram questons às que nom davam demasiada importância.
Antes do Pacto de Aceiro, Mussolini dizera que Hitler tinha convertida a Alemanha num "manicómio racial". Fundamente crítico com Hitler e o Nacional-Socialismo, dizia que o fascismo olhava com mágoa o racismo N-S como "cousa de bárbaros, de loiros" e que os italianos podiam-se dizer heredeiros da antiga Roma. mentres que na Alemanha viviam em covas. Logo aparentemente cambiou de opiniom, mas tam só era umha táctica para conservar e conseguir mais território em Europa, nacionalismo de escola francesa jacobina.
"Il nazismo. Razzismo al cento per cento. Contro tutto e contro tutti: ieri contro la
civiltà cristiana, oggi contro la civiltà latina; domani, chissà,
contro la civiltà di tutto il mondo!"
"Razza: questo è un sentimento, non una realtà. Il 95% è sentimento. [...] L'orgoglio nazionale non ha affatto bisogno dei deliri di razza."
Benito Mussolini
"FET-JONS" forom efímeros posicionamentos estratégicos que um N-S nom deve tomar a sério, tendo em conta que aos poucos anos (1943) já estava esse mesmo movimento do lado do sionismo, dando o seu apoio aos EUA. Pois de ter sido escritos dos Utasha, Cruces Flechadas, Nasjonal, Samling, PNB ou outros movimentos leais ao N-S seriam tidos em conta, como já temos presente. Vindo do próprio Franquismo, na vida.
Pois tanto o Franquismo, como o Jonsismo, como o Falangismo ou Carlismo nunca postulariam isso. Passando por alto o irrisório facto de que exista umha suposta "raça espanhola". Estes movimentos nacionalistas e patriotas espanhois forom vilmente manipulados e amputados polo sefardismo franquista.
O falangismo autêntico vai acorde ao nacionalismo espanhol histórico, um imperialismo hispânico que nom entende de raças nem racismo.
FET-JONS (Franquismo) Esse movimento que nom reconhecia a Israel, e que posteriormente fixo-o; esse movimento que dizia luitar contra o judeo-capitalismo, e que logo apoiou firmemente, esse movimiento que falava dumha suposta raza española livre de mestiçagem, e que posteriormente mestiçou com a cultura cigano-mourisca-semítico-indígena, esse movimiento clericalho, esse movimiento pro-borbônico, centralista, de ricachons, que como bem apontava o Führer no mesmo ano desse projecto de lei , um movimento que nada tinha a ver con nós os NACIONAL-SOCIALISTAS.
"Proclamo la personalidad de Franco como gregario entre los personajes comprendidos en Los Protocolos de los Sabios de Sión. Tanto en su formación, servicio incondicional, cuanto en el convenio de permanencia en el poder en beneficio de los más ocultos programas del GOBIERNO UNIVERSAL, Franco fue un instrumento voluntario de afinidad sanguínea al servicio de su raza, ya en la verticalidad triunfal hacia el imperio mesiánico cuya capital será la arcaica Imperial Toledo, aunque el imperio, como otrora lo fue, ahora no será hispano autóctono. Bueno, lo de hispano es un decir porque el Emperador de aquel Imperio, Carlos I, fue austroteutón y lo hispánico entonces sólo fue un cuño. ¿Patriota Franco? Sí y no o al revés, no y sí. Fue el más criminal de cuantos poderosos ha habido contra el español indígena y, por el contrario, el más fiel conservador, en tanto que judío sefardita consciente de serlo. En otras palabras: patriota para los judíos y Torquemada para el autóctono."
Ángel Alcázar de Velasco, falangista e espia da Germânia N-S.
TV Franquista ignorante e mesticista. Alejo Carpentier um completo analfabeto na antropologia, genética de povoaçons e história, dando cátedra precisamente sobor dum dos temas que desconhece por completo.
"Solución religiosa: el recobro de la inarmonía del hombre y su entorno en vista de un fin trascendente. Este fin no es la patria, ni la raza, que no pueden ser fines en sí mismos: tienen que ser un fin de unificación del mundo, a cuyo servicio puede ser la patria un instrumento; es decir, un fin religioso. ¿Católico? Desde luego, de sentido cristiano."
"Una nación no es una lengua, ni una raza, ni un territorio. Es una unidad de destino en lo universal. Esa unidad de destino se llamó y se llama España."
"El hitlerismo no es fascismo. Es antifascismo, la contrafigura del fascismo. el hitlerismo es la última consecuencia de la democracia, una expresión turbulenta del romanticismo alemán."