quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

sábado, 1 de dezembro de 2012

CC.AA Catalana VS. Reino da Espanha

Como bem o explicava um camarada, o tema "CCAA Catalana VS Reino de Espanha" em realidade é um tema de nacionalismo espanhol económico contra nacionalismo catalám económico, que som os dous únicos tipos de 'patriotismo' que podem manexar os capitalistas do PP e de CiU.

O exemplo do que acontece em Catalunya deve fazer-nos pensar, fundamentalmente no que tem de consistir o Nacionalismo. Em realidade os pretendidos nacionalismos aos que este maldito tempo de injúria veu chamar periféricos, nom som outra cousa que estatalismos. O que haxa de ser umha Naçom, e polo tanto um auténtico Nacionalismo, estará referido a umha vontade natural: E isso nom soa muito, e que muito, a Volksgeist? Nom podemos ler hoje a Tönnies a falar, no lugar de vontade natural de Espírito da Naçom? É este e nom o outro o caminho do Nacionalismo.

Como deva de configurar-se o Estado é muito secundário: o básico consiste em ser umha comunidade, é dizer em o ser umha Naçom, nom no querer sé-lo. Nenhum processo de normalizaçom vai converter-nos em catalám ainda que me fagam estudar um doutorado em Filologia catalana, e de igual maneira nom serei catalám porque queira ainque que me ponha um barrufet e me saque o cartom de sócio do Barça.

Certamente existem Estados-Naçom, é dizer, naçons constituidas como estados, mas em realidade som poucos. Para chegar a isso, umha comunidade tem que dotar-se dumha associaçom. Nom soe passar, bem porque nom o prantexe, como a maior parte das tribos africanas, ou o povo cigano, ou os quechuas, bem porque nom o consiga, como Alemanha, que, a pesares da reunificaçom segue a ter grande parte da sua comunidade no estado Austriaco, a Republica Checa, França e Polónia. Doutra banda, há muitos casos nos que várias comunidades conformam um Estado. Se há um exemplo deste tipo sera a Grande Bretanha, formada por ingleses, galeses e escoceses.

Catalunya/Gothalaunia é umha naçom étnica, nom um estado-naçom. E está repartida entre as CCAA: Catalana, Valenciana, Balear, Aragonesa e presente está nos estados Andorrano e Francês.

Definir a Catalunha como Naçom está na vontade natural, e esta nom se lhe pode convocar nas eleiçons: ali a que responde é a sacralizada vontade popular (nom o decidimos nós, dize-no eles).

A Nossa tese como N-S é que estes temas tal e como se tratam estám de mais, nom vam com nós, porque o que neles se questiona nada tem a ver com o que significa o verdadeiro nacionalismo.

"2.4. O Nacional-Socialismo proclama a sua intençom de que se conceda a cada naçom o direito a formar a sua própria comunidade dentro da unidade racial de todos as naçons arianas.

7.4. Consideramos separatismo precisamente a falta de vontade de apoio entre as naçons europeias. Nom se pode considerar separatismo os desejos à autodeterminaçom das naçons europeias, mas sim o ódio, o rancor ou a falta de ajuda entre elas.

A Europa das Etnias de CEDADE"


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Galiza sem filhos

O derradeiro ano no que a taxa de nascimento na Galiza foi de mais de dous filhos por mulher foi no ano 1981, mentres que entre 1991 e 2011 só nascerom entre 0,9 e 1,1, o pior resultado da UE, que tem umha taxa de entre 1,5 e 1,6 filhos por mulher.

Esta situaçom será analisada no forum sobor a "Natalidade e velhez na Galiza", organizado polo Liceu de Estudos das Identidades do Museu do Povo Galego e que foi apresentado este mes, no Ateneo de Ponte Vedra.

Os organizadores avançam na convocatória que na Galiza dende faze mais de 20 anos morrem pessoas das que nascem, cumha média diária de 20 mortes mais.

Também apontam que nas derradeiras décadas vivirom-se etapas de bonança e recesom económicas, sem que a situaçom tivera cambiado, apesares da melhora geral dos indicadores económicos respeito aos anos 80 do século passado.

Em quanto a pirámide da idade, sinalam que no 2010 a medida de idade galega era de 44,9 anos, mentres que na UE era de 40,9 anos.

Ademais, a porcentagem de povoaçom comprendida entre os 65 e os 79 anos era na Galiza do 15,1, quando na UE era do 12,7%, mentres que os maiores de 80, eram o 6,7 na Galiza e o 4,7 no conjunto da UE.

Analisam asimesmo a taxa de dependência, que relaciona a porcentagem de maiores de 65 com a povoaçom comprendida entre 15 e 64. O estado sinala que em 2010 esta taxa era do 32,7 na Galiza por um 25,9 na UE e que, em 2020 situara-se no 39,3 e o 31,4 por cento respeitivamente.

Os organizadores do forum consideram que "tendo uns indicadores demográficos nefastos, complicados de atopar noutros países europeus, semelha que a sociedade galega nom é consciente do que isto implica para o seu futuro colectivo em todos os eidos".

MAIS BERCES E MENOS CADALEITOS!


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O Samain


Compreender nom significa entender. Compreender é integrar-se numha cosmologia que nos achega, neste caso à maior Festividade do mundo celta. Nunca compreenderemos aos nossos devanceiros senom tentamos achegarmos a eles conhecendo, integrando as suas estruturas ideológicas às nossas do século XX. Porque o passado nom existe ilhado do presente e muito menos do futuro. Samain pode ser ou nom assimilado por nós, mas seguirá existindo, porque as tradiçons nom morrem. Formam parte do Mito. E lá onde vaia o homem estará o Mito. Este artigo tentara-nos aproximar ao mistério.

Nom é doado à mentalidade  actual, esquemática e racionalista,, explicar em 1987 o que era e o que é a principal Festa do mundo céltigo: e nom só isso: materialismo, escepticismo e agnosticismo sumam-se para fazer do homem de hoje um ser desligado da sua origem e identidade e polo tanto da Natureza... e os Deuses que lhe som próprios.

Cada Deus, cada Festa sempre simboliza e simbolizará  o estado espiritual (e polo tanto, externo, traduçom do interno) dum indivíduo e por extensom dumha comunidade. Se no primeiro de Fevereiro, a purificaçom e a preparaçom para o verám (luz, sol) chama-se Imbole é por algo, por um objectivo: para purificar-se, para manter o equilíbrio Deuses-Homem-Natureza necessário para a boa marcha da vida. Assim podemos dizer do Baltaine (1 de Maio) ou Lughasad (1 de Agosto). Porém, por cima de todas as festividades estava o Samain (hoje em gaélico irlandês, o mês de Novembro). As fontes das que nos valemos para poder falar disto, nom som abondosas e os riscis ceremoniais e rituais da Festividade perdem-se na memória dos tempos, sempre esperando que alguém  "sonhe" o que os devanceiros sonharom: um calendário descoberto em Coligny em 1987 (cujo escudo lingüístico ainda está sem completar) e as sempre ricas sagas irlandesas. É o único que temos mais coido que suficiente para afinar a importância que estudosos de Religions e arqueólogos estám a dar ao calendário céltigo.

A religiom celta é umha mitologia destinada à classe guerreira. A guerra é o rito sagrado e a comunhom com os Deuses e a terra de Tiv Már. Só há outra via alternativa: a ordem druida, em directo conhecimentos da Natureza e a sua magia. Mais a ela só se achegam os mais iniciados. E todo é retorno, sem princípio nem fim, desde a própria vida humana até as construcçons circulares das suas vivendas, como o Sol, como o Eterno retorno das almas dos guerreiros. Só neste contexto poderemos captar (e ainda assim parcialmente) o que o Samain nos di.

Diziamos antes as quatro Festividades célticas. Resumindo, os celtas dividiam às suas datas maiores em Metade Escura ou Samain e Metade Clara ou Beltaine (isto explica o contar os temos por noites e a divisom do calendário em dias fastos e nefastos).

Com o 1º de Novembro (hoje cristinizado em Festa de Todos os Santos Defuntos), o estio remata na sua totalidade e era tempo de recapitulaçom: Fim de contratos, Finais de guerra ou princípio delas. Tinha por tanto um valor dual, de fronteira, no sentido mais amplo da verba: estava fora do tempo, num tempo nom-terreal.

Chegamos ao segundo obstáculo a vencer para os nacionalistas: existem estados multiplos do Ser, existem vários mundos aos que se achegar, desde aqui e agora, sem ter que morrer. A alma é imortal para os celtas e o tempo terreal tem umha importáncia (de aí o ardor dos celtas nas batalhas, pois nom lhes importava morrer, se eram conscientes da sua missom sagrada).

Dito isto, no Samain as portas do "Sidh" (ou partes dos "Outros mundos", nos quais os mortais podiam viver alternativamente, graças ao Samain, ter filhos, mulheres, terras, etc) estavam abertas e aos "mundos" confundiam-se num tempo neutro.

Geralmente, os homens de além do Sidh nom eram beneficiosos, agás os Tuatha De Dannnan. Deuses e povoadores de Irlanda, antigos habitantes da Hiperbórea, que tiverom que fugir do troco e desviaçom do Polo, Tuatha era Dagda, Lug, Nuada, Ogme e outros.

Assim, todos os principais relatos míticos irlandeses ocorrem no Samain, festa controlada polos Druidas, devido à sua importância, festa guerreira e também umha justificaçom para borracheiras, que às vezes eram causa de que esta festa de goço rematara numha batalha literal.
Juntança (traduçom crimológica de "Samain", dia de portas abertas, para o Sidh, dia dos grandes acontecimentos e de precauçom para os druidas. Alguns feitos mitológicos acaecidos no Samain podem ilustrar a modo de exemplo e explicado.

1. Dia de negócios importantes, límite do ano, quando os filhos de Nemed tenhem que entregar o seu tributo aos Fomorianos.
2. Cita entra Dagda e Morrigam (segunda batalha de Moytura) para que este ajude aos Tuatha contra os Formorianos.
3. Começo da derradeira batalha de Cuchulainn (do Samain ao Imbole).

4. Festa das caveiras portadoras de fachos, para alumiar as muralhas o dia do Samain.
Hoje, o Dia de Todos os Santos e Dia de Defuntos ocupam o lugar que os Tuatha Dé e os guerreiros e povo celta ocupavam, cumha nota de melancolia e tristura que coidamos antes nom existia.
Aguardando as nossas festas iremos reconstruindo o Universo Céltigo. "Nation detita religionibus": assim definia César aos celtas: e por algo, na Gallaecia o dia dos mortos é das festas mais importantes no calendário cristiam, importância dificil de topar ao longo da geografia ibérica. O ano começa no Samain e nom era Janeiro.

Bibliografia:
- Rober Place. Los celtas. Edit. Molino
- Henri-Charles Pucch (direcçom), Las religiones antiguas III. Edit S.XXI
- Anne Ross. Druidas y Heroes de la mitologia celta. Edit. Anaya.
- M. Frntodona. Los celtas y sus mitos. Edit Bruguera-Libro ameno.
- Norman- Taylor. Los celtos. Edit. Time-Life.


domingo, 30 de setembro de 2012

Nacional-Socialistas de Adesivo



Resulta evidente que na Comunidade Nacional-Socialista como em qualquer outra comunidade de indivíduos agrupados em torno de umha ideologia, há pessoas pertencentes a todos os grupos sociais e profissons que funcionam dia-a-dia imersos no sistema na qual vivem, existem, se movem... Dende o estudante, o trabalhador, o licenciado, o aposentado, o engenheiro, a dona da casa (algumha terá)

Mas, perguntamo-nos, esses conhecimentos, essa profissionalidade, essa atividade útil para a sociedade, remunerada polos empresários, pelos clientes, ou polo próprio estado a pomos, nalgum momento, à serviço da nossa ideologia? Somos coerentes com as nossas idéias ajudando e aplicando-as com os nossos camaradas e polo crescimento e desenvolvimento do nosso movimento na qual parece que acreditamos? Evidentemente, muitos (que Deuses o queiram!) responderam afirmativamente a esta pergunta, sim assim é, este artigo nom está adicado à vocês, senom aos quais neles surgiu a reflexom: fazemos algo pola causa na que cremos? Ou prefirimos estar na nossa casa, numcomputador pensando ou criticando, o que devia ser sem mover um dedo? Som capaz de abandonar por um instante o meu aburguesamento e adicar os meus conhecimentos, as minhas habilidades, a minha experiência na dura e árdua luita Nacional Socialista?

Nom é de estranar que alguns grupos ativos ou urbanos chamem estes assíduos de fóruns e chats de "Nacional-Socialistas de Salom ou Adesivo". A teoria é umha parte importante em qualquer atividade, o exemplo, o ideal e a análise necessárias para levar adiante qualquer empresa que nos proponhamos, mas deixa-la no plano das idéias nom deixa de cair no idealismo e na utopia fazendo dos pensadores críticos sangüinários e destruidores dos ânimos e das atividades dos atores (dizemos atores aos ativistas realizadores de açons) muitas vezes impulsionados impulsivamente, mas sem prévia reflexom dos actos.

É curioso, que num movimento político como o nosso os legistas, os advogados estejam ausentes. Onde estám? "Entrincheirado" por trás dum nick? Agochados por trás dum pseudônimo? Falando em jantares de camaradagem da Alemanha dos anos 30 ou da derrota de 45 ou da mocidade dentre as nostálgicas lembranças? Pois sim, precisamos de advogados que embora estejam por trás dum pseudônimo denunciem com consciência como está a justiça de nosso país. Precisamos de advogados que defendam as nossas causas justas neste sistema injusto, que assessorem aos nossos camaradas nas suas condutas que, às vezes, por ignorância, nom cumprem a lei. E nom só falaremos dos advogados, senom de qualquer outro profissional que seja especialista no que for que seja e que possa contribuir e levar adiante este movimento.

Mas realmente é necessário o valor e a coragem para nos tirarmos das nossas cômodas cadeiras o medo de perder o pam diário, ou simplesmente de ter menos.

Perdoem-nos, mas essa nom é a atitude dum Nacional-Socialista. Onde está o espírito de sacrifício pela comunidade? O sistema pode tanto assim conosco? Cremos que da poltrona olha-se melhor o espetáculo? Um texto teatral nom está rematado enquanto nom se é representado sobor um palco com atores, luzes, cenários e um trabalho duro. Imos deixar esta grande obra escrita por um grande autor nom rematada por preguiça ou medo?

Há muitas formas de luitar e de ser ativo, cada um no seu posto, dando o melhor de cada um, nom simplesmente observando. Quem observa também tem sua missom, mas nom devemos ser todos observadores, e quem observa que analise, alente e coopere. Nom se pode amar a raça e querer que nom venham imigrantes ao nosso país tendo um filho só ou nenhum em prol da vida cômoda. Nom se pode acusar de "descerebrados" a alguns elementos por cometer violência se nom se lhes assessoram e lhes educam, nom se pode amar a raça sem amar tua vizinhança, nom se pode ser anti-sionista e ter fundos de inversom, nom se pode ser N-S e usar nos pés sapatilhas fabricadas por nenos estourados, e assim até um milhom de incongruências.

Onde está a coerência para com os nossos princípios? Realmente somos Nacional-Socialistas? Vivemos como Nacional-Socialistas? Agimos como Nacional-Socialistas? Ou somos a ficçom dumha utopia? A Coragem, a Valentia, a Honra, a Fidelidade, a Sinceridade, a Justiça, o Arrojo som as qualidades que identificam um verdadeiro guerreiro Nacional-Socialista, isso dignifica-nos, torna-nos grandes e diferencia-nos.

Nom fiquemos como meros espectadores desta luita deixando que outros deixem os seus sangues nesta luita, sangue que se traduz em tempo, em dinheiro, em horas de trabalho nom remunerado, e em amor a nossa causa por conseguir restaurar a nossa EUROPA NACIONAL-SOCIALISTA