segunda-feira, 28 de maio de 2012

Insónia com Risco

A polémica que os políticamente correctos criam sobor a filiaçom ideológica do nosso intelectual reaparece periodicamente. Nos seus debates xordem problemas irresoltos na política do país.

Passou médio século da sua morte e quase cem anos da sua obra mais influínte, Teoria do nacionalismo galego. Sobor Dom Vicente Risco publicarom-se livros apologéticos, estudos críticos e ataques furibundos. Também adicouse-lhe o Día das Letras, em 1981, e a sua nouvelle satírica O porco de pé é leitura obrigatória em secundária. Mas a figura do intelectual ourensam, coraçom da Geración Nós nom descansa. O debate arredor das implicaçons ideológicas do seu pensamento rexorde periodicamente e adoito faze agromar problemas nom resoltos da cultura e a política do país. O derradeiro round começou a pé feito dum artigo do palhaço palheiro-judeu* Suso de Toro no jornal estatal “El País”.

"Na série Xente de aquí intento oferecer um imaginário para o nosso país cum sentido ideologicamente criativo", argui De Toro, "e a tese da mesma é a minha interpretaçom do país. Dentro desse propósito, considero que Risco ocupa demasiado espaço no discurso nacional galego e, dende logo, no discurso nacionalista". No texto “Vicente Risco, tráxico bufón, intruso perturbador” o judeu De Toro traçou um aberrante retrato do ourensam e criminalizou-no pola sua simpatia polos Nacional-Socialistas Germânicos logo de viaxar ao grandioso Berlin dos anos trinta.

Para surpresa nossa, o historiador Beramendi explica com certa indignaçom que "Isto está ja contado muitas vezes, o que passa é que neste país niguém le a ninguém". O historiador, prémio estatal por “De provincia a nación”, lembra que Risco "foi o teórico mais importante do nacionalismo de pre-guerra e todos bebem dele, começando por Castelao". Um dos pontos de fricçom nos mal chamados nacionalistas, justamente é decidir se há ou nom vários Riscos.

"Derivou cara à extrema direita, ainda dentro do nacionalismo galego, mas longe da Teoria do nacionalismo do ano 20", afirma com palavras suas o senhor Beramendi, "mas no fundo existe um só Risco com diferentes modulaçons". O ensaista progre Antón Baamonde situa a um dos cerebros indiscutíveis do primeiro galeguismo político no contexto cultural europeu no que se forma intelectualmente. "A começos do século XX, o nacionalismo em toda Europa é fondamente conservador", sinala como desculpando-o, "esse é o mar de fundo".

Nom só Vicente Risco mira-se no espelho dos movimentos genuinamente nacionalistas como de Maurras e Acçom Francesa ou de Nietzsche; assim como do movimento Nacional-Socialista Germânico. Também os seus companheiros de geraçom como Pedrayo e Cuevillas, faze-no justo no minuto antergo a se integrar nas Irmandades da Fala. "Mas quando Risco faze a conversom ao nacionalismo galego, segue a manejar esses mesmos códigos; há umha continuidade de fundo em todas as suas etapas" engade Baamonde.

Som as viagens pola Europa e a conmoçom do genocídio bolchevique o que atrapa a Risco no vendaval da história e faze-no reafirmar no nacionalismo genuino. "Decata-se do que sucede em Europa e oferece umha resposta ideológica a umha mutaçom radical do mundo", considera o filósofo Francisco Sampedro, outro, quanda a profesora Olivia Rodríguez, dos que entrarom em discusom a partires de “Tráxico bufón, intruso perturbador”. E essa reacçom consiste numha “Galiza idílica dominada pola Igrexa”, opina, “no que os labregos som o grupo social dominante, pero sempre supeditado a umha elite". Neste sentido de classe, a Olívia opina igual que o Beramendi e Sampedro, como a esquerdalha clássica, “O homem culto, erudito, ao tanto das vangaurdas artísticas, treme o combate obreiro e o que se deriva da Revoluçom francesa. Igual que todos os reaccionários", sinala Sampedro, "porque é a morte do rei, a morte de Deus feito carne". "A luita de classes agudísima que ve no continente asusta-o e vira à direita", dize Beramendi e continua “ao escolher essa banda da barricada que derregava Europa, Risco afasta-se dum partido, o galeguista, e o seu movimento, inequivocamente republicano e escorado cara ao centro esquerda”.

Beramendi auto-censura-se, pois Risco nunca foi de esquerdas para virar logo à direita, pois ao igual que o PG inicial era de pensamento de direita clássica tradicionalista e conservadora. Beramendi omite dizer isto na entrevista, pois conhecemos a sua interessante obra “De provincia a nación”, que pese a ter o seu toque tendencioso esquerdalho, é umha boa obra para qualquer interessado na política do páis e onde sinala ,sem outro remédio, as origens do PG e como vai virando à esquerda meiante as lógias marxistas, da mesma maneira que fixo Castelao.

É curioso como alguns persoeiros como o judeu Mendez Ferrín aproveitam para dizer que Risco, da mesma maneira que admirou o Nacional-Socialismo e optou polo bando Franquista na guerra , ao mesmo tempo também voltou-se um nacional-espanholista, e que abandonou o galeguismo para sempre, empregando argumentos tam ridículos como o de escrever alguns dos seus livros em castelám. Para eles a esquerda que apoiou a Fronte Popular (também espanholista), a genocida URSS, e em definitiva a ideologia mais centralista da história como é o comunismo também no estado espanhol, nom era para nada sínómo de traiçom ao galeguismo; algo com o que nós nom tragamos nem aceitamos, por nom falar dos livros escritos em castelam por esses mesmos esquerdalhos do PG incluido o Castelao, mas seria ridículo empregar o mesmos argumentos ridículos e sem sentido da esquerda. Mas os que lemos a história real e temos um pouco de objectividade sabemos bem o que é a manipulaçom.

É nesessário explicar porque um galeguista conservador da época apoia ao Franquismo na guerra? É necesário explicar porque no caso de ser traidores, seriam tanto os que apoiam ao Franquismo como à Fronte Popular? Risco apoia o Franquismo confiando na rama tradicionalista/foralista, católica e conservadora do Carlismo, pois era umha das ramas do bando Franquista, que de ser escolhido em matéria etno-cultural, conservaria as tradiçons galaicas sem entromisom do marxismo, que era: internacionalista, anti-nacionalista, apátrida, classista, anti-cristiam, urbanista, mesticista e no estado espanhol naquela altura significava “centralismo nacional-espanholista”.

Se a esquerda para-se um pouco a ler, mas como bem sinala Beramendi “ninguem le a ninguem”, comprenderiam melhor à figura e pensamento Risquiam, e conheceriam também que o intelectual apoia também num primeiro momento a Ditadura de Primo de Rivera, pois considera-a umha oportunidade para desmontar o sistema caciquil e aceita um posto de deputado provincial em Ourense, todo isto naquela altura pensando numha possível instauraçom dumha mancomunidade como na Catalunya.

Mas gente como Ferrín nom nos engana, e sabemos que logo de louvar ao Nacional-Socialismo na sua viagem polo centro de Europa, tam pronto chega a Galiza ,ainda dentro do PG, aceita certos pactúos com a esquerda para evitar o esgaçamento do próprio partido, algo que se faze insostenível mais adiante e remata junto com outros camaradas formando a Direita Galeguista em 1935.

Um dos melhores e censurados livros de Risco é “Historia de los judíos” onde descreve perfeitamente ao povo judeu e mostra o seu conhecido anti-semitismo, que já se entornava no Mitteleuropa, e que logicamente nom significou que tornara a espanholista polo mero feito de estar escrito em castelám. "É significativo que depois da guerra Risco nom se aproveita-se do franquismo, ao contrário que algúm colega seu da dereita galeguista como Filgueira Valverde", explica sem pelos na língua Beramendi, "ele recolhe-se em Ourense e adíca-se à literatura".

É entretido para nós, olhar como o escritor ourensano morto en 1963, e a sua trajectoria político-intelectual seguem a provocar certo confronto entre os galeguistas actuais. Para o judeu Suso de Toro, "toca o nervo da memória galeguista instituida".
Beramendi, mostra-se máis contundente, e lança um Zas! em toda a boca: "O caso Risco está perfeitamente estudado do ponto de vista historiográfico", expóm, "mas existe um problema cultural. Paco Rodríguez foi o primeiro em tentar negar a sua importáncia, porque a questom é como se usam as figuras do passado bem para ganhar uns dinheirinhos, bem como metáfora das liortas do presente".

Nesse ponto, Risco como síntoma, coincide Antón Baamonde. "Ao ser o nacionalismo contemporâneo unanimemente de esquerdas", aponta, "tratar con ele trai polémica porque lembra a possibilidade de que exista um nacionalismo de direitas" nós mais bem diriamos um nacionalismo genuino de sangue e terra., que era o que ele defendia na prática. Continua Baamonde contra a ignoráncia "tampouco muitos nacionalistas conhecem o primeiro Castelao, por exemplo"; certo! pois é Castelao o que passa de convervador a marxista, sendo ele quem vira realmente a camisola, e nom Risco. Conclui tendenciosamente dizendo que "mitologizar um país leva ao fascismo; esse foi o seu labor, ao cabo". É normal que a esquerda tome como mitologia a Risco, e mais quando a mitologia galaica foi confirmada pola genética e a historiografia recente; realmente eles vivem num conto de fadas permamente, o seu conto de fadas mesticista e igualitarista, por isso tomam a brincadeira a nossa mitologia.

*O apelido De Toro é de descendência judea; Touro. Para evitar mais perseguiçons foi cambiado a Toro. Estabelererom-se em Zamora e transformou-se em Del Toro e De Toro.

Escolma dalguns textos que criam insónia

- "Mística disertación na que se decrara o simbolismo y-espiritual significado que ten a vida groriosa do Santo apóstol San Yago, assí como a festa que hoxe principia a celebrare a nación galega". (A Nosa Terra, Julho de 1920)

- "Eu bendigo a endogamia, que se sole dar nos galegos que viven alén mar. Alédome cand'un galego casa c'unh'alemá, c'unha inglesa ou c'unha irlandesa. Dame tristura velo casar c'unha italiana ou c'unha turca. Creio na seleución e na euxenesia, e sei as propiedades dexencrativas do mestizaxe". (A Nosa Terra, Novembro de 1921)

- "É un feito que non se pode discutir seriamente, que no pobo galego hai un predominio marcado do elemento loiro centro europeo, como non sucede en ningún outro pobo da Península. Na poboación rural, nótese que tódolos rapaciños son brancos como a neve co cabelo loiro, case que albino. Logo, o sol, o aire, no traballo constante da terra vólvelles o coiro tostado e o cabelo escuro.
Non falo dos caracteres craneanos, porque non se teñen estudado ben". (Teoría do nacionalismo galego, 1920)

- "Outro desviamento do nacionalismo é o que chaman fascismo. Tampouco a idea fascista é ruín en si. [...] Coma movemento político é un movemento nacional contra das causas da descomposición interna dunha nación, e tende á concentración das forzas nacionais contra da dispersión e quebrantamnento delas, orixinados polos partidos políticos, loita de clases, manexos da alta finanza, relaxamento dos costumes, etc. etc. E neste senso non é cousa ruín". (Nacionalismo galego. Na revista Alento, 1934)

- "Temos, por tanto, esas dúas coincidencias coa doutrina do fascismo: 1. O pretendermos unha concentración das forzas galegas, contra das loitas políticas, de clase ou de intereses particulares, pondo por riba diso todo o ben comun. 2 O pretendermos que a organización e a lexislación que rixan en Galicia se acomoden ao modo de ser da nosa Terra". (Ibid.)

- "[A obra de Marx é] la de un enfermo con trastornos fisiológicos, con un rencor bilioso de psicópata y de temperamento hepático propio de la raza judía". (revista Misión)

- "[o marxismo como fe baseada no resentimento non é máis que] a envexa dos d'embaixo os d'enriba, do que non ten ao que ten, do que non pode ao que pode, do que non sabe ao que sabe". (Mitteleuropa, 1934)

- "[os obreiros] minados por las propagandas democráticos, que les predicaban la igualdad, la libertad, [las ciudades] destruían sus convicciones religiosas y su acatamiento a las instituciones". (Ensayos sobre el marxismo)

- "El híbrido envuelve siempre un equívoco, cuya expresión es a veces, el hermafrodita. El instinto(guía infalible para la vida) lo repugna. Incluso el híbrido humano, el mestizo es justamente sospechoso; se dice 'Dios hizo a los negros y a los blancos, y el diablo a los mulatos' [...] la limpieza de sangre es un bien, el mestizaje un regreso hacia el Caos". (Orden y caos, 1968)

- "...o nacionalismo moderno galego deriva máis de Faraldo que de Brañas. En troques hoxe, en doutriña política, resulta Brañas moito máis moderno que Faraldo, que Murguía, que Vicetto, que todol-os galeguistas do século XIX, un percursor de moitos antiparlamentarios do noso tempo. Posto a carón de Duguit, de Sorel, de Sardinha, de Maurras, dos mesmos comunistas, non somella Brañas tan anacrónico coma somellaría o propio Pi y Margall, de quen proceden, eiquí mesmo, moitos dos nosos nacionalistas de esquerdas". (A Nosa Terra, Julho de 1925)

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Coreia do Norte dende a óptica NS



E bem sabido que na 2GM houvo gente doutras raças que apoiarom à Germânia NS. Concretamente o Batalhom 43 da Wehrmacht que estava formado por orientais de diferentes etnias. E já que falamos de Coreia do Norte, temos que sinalar que os coreanos junto com os japoneses forom os mais fieis e leais do batalhom, devido ao código bushido e a sua religiom.

Tropas de origem asiático estudando o terreo baixo supervisom de oficiais germanos

"O curioso do caso, é a hipocresía dos comunistas europeus, que jamais aceitariam nada semelhante em Europa ao que é a RDPC"

Imos-vos pedir que imaginem umha Europa ou Gallaecia à imagem e semelhança da Coreia: soberana e autárquica, fondamente tradicionalista e de raigame religioso confucianista-chamanista (no nosso pagano-cristiam), uso e fomento da energia nuclear (limpa), poder herditário (nom nepotista), militarizaçom social e forte hierarquia de poder, mantimento de grandes áreas des-industrializadas, culto á raça ("danil minjok" - "um único sangue"), orgulho racial e pureza ("a raça mais limpa" um dos seus lemas), umha bio-política ativa (banco genético, fomento da natalidade) , proibiçom de fluxos migratórios, valores arcaicos orientais mongólido-japo-jōmom de: disciplina, austeridade, marcialidade, patriotismo, ritualidade (no nosso caso ariano-medievais: culto ao sol, patriarcado, eugenismo, aristocrácia), proibiçom das drogas, e um longo etcétera.

Alguém está pola laboura? Aquí os comunistas por normal geral, prefirem os contrários, respectivamente: internacionalismo, multiculturalidade e diversidade, ateísmo e gili-progressismo, pacifismo e des-nuclearizaçom, anti-militarizaçom e igualdade, urbanizaçom e modernizaçom, xenofilia, masoquismo racial, vergonha do passado europeu e galaico, despreço da identidade étnica e racial própria, aussência de vontade de poder e de destino, amor polo estrangeiro e a mestiçagem, abortismo, pro legalizaçom de drogas e valores pos-modernos ( nihilismo, egotismo, etc).

A hipócrita escusa é que os norte-coreanos tenhem "umha cultura diferente da nossa e é inaplicável em Europa" ou que "estám noutra situaçom". O caralho! Nós também tivemos sempre umha cultura muito similar nos pontos que expusemos, e regímenes assim, mas é bem sabido que Europa perdeu a sua identidade muito antes do que Oriente. De facto, um dos factores que ajudou nesta auto-destrucçom europeia foi o comunismo. Pois como vimos demostrando o comunismo em Europa nom tem nada a ver com o "comunismo" coreano. O comunismo norte-coreano é um revestimento de símbolos, umha máscara tra-la que se manifesta o ser antergo coreano. Pola contra, em Europa, o comunismo foi mais bem um jugo asiático, dirigido por elites nom-europeias, fondamente alheio ao ser antergo indo-europeu.

Por isso fracassou em Europa, mentres que polo carácter coleitivista, trabalhista e impersonal dos orientais, um sistema pseudo-comunista adaptado é compatível com o ser essencial mongoloide.

Tambén é de destacar que Coreia do Norte carece de Banco Central da rede Rothschild (os poucos estados que também careciam deel, forom destruidos nos derradeiros anos: Afganistám, Iraque, Líbia; algo muito raro de ver no comunismo judeo-europeu, que sempre protegiu a banca central dependente da finança internacional, caso por exemplo da URSS. Pola contra, a retirada do Banco Central Rothschild por Germânia nos anos 30 foi o motivo da 2GM, na que os bloques integrados em dita rede mundial, o capitalista e o comunista, alianarom-se na sua defesa. Em verbas de W. Churchill, a guerra liberou-se porque "Alemanha convertira-se numha ameaça à economia mundial", e que mesmas verbas dixo Sarkozy respeito a Líbia.


O homossexualismo é un rasgo típico da degeneraçom ocidental, já na sua vertente liberal-capitalista como denunciou o próprio Stalinismo ou o Castrismo, assim como na vertente troskt-comunista.

Este fenómeno nom existe na Coreia do Norte, nem em geral na Península da Coreia, ainda que, como denunciou a RDPC, na Coreia do Sul esta-se a começar a promover a homossexualidade, junto com o protestantismo e a imigraçom. Coreia do Norte NOM reconhece como válidos matrimónios entre pessoas do mesmo sexo. Nom há lar para mostras públicas de homossexualidade, nem para locais gais nem movimentos activistas gais.

Mas a homossexualidade nom só está alá socialmente condeada em base a princípios morais-religiosos, senom também a princípios SOCIALISTAS, pois a possessom dumha pessoa por outra do seu mesmo sexo, ao ser umha relaçom que nom produzirá filhos para a comunidade, está considerada como "propriedade privada dum médio de producçom" que é a definiçom do capitalismo.

Os comunistas europeus fazem pressom para que Coreia do Norte cámbie a percepçom da homossexalidade, mas o certo é que, mais aló da urbanizada capital (Pyongyang), obrigada a ter contato com o mundo exterior, no rural norte-coreano nom há lar para estes temas burgueses, pois um comunicado do seu governo definiu como "rejeitado pola RDPC polo seu consumismo, classismo e promiscuidade, que definem a cultura homossexualista ocidental". Em Pyongyang a RDPC afirmou que considerava à homossexualidade como "um rasgo genético que ia na contra da armonia social".

E o mesmo opinam doutras "desviaçons burguesas", Coreia do Norte é outro desses sítios nos que rapam aos punkies e travestis.  Como dize um capitam norte-coreano da Marinha na sua obra "Tormenta de neve em Pyongyang": "Este é o território da nossa república, onde a gente disfruta de vidas acordes ao ser humano. Neste cham, nenhuma actividade dessa classe será tolerada."

Coreia do Norte luita contra o narcotráfico com duras sançons como a pena de morte a aqueles que possuam ou trafiquem com qualquer tipo de droga. Nas ciudades principais da Coreia do Norte, estám colgados a pé da rua, decretos para que todos os habitantes poidam ler. Entre eles, atopam-se as medidas contra o narcotráfico. Neste decreto especificam-se obrigas de como: "avisar aos guardas oficiais no caso de descobrir um movimiento suspeitoso que tenha a ver com o narcotráfico". Penas a todos aqueles e ao seu entorno que possuam droga,

Também a aussência do accesso ao Internete é justificado polo RDPC como umha maneira de proteger ao povo de conteúdos inadequados para o próprio consumo de drogas. Na RDPC proibem as drogas porque: som contra-revolucionárias, destruem o proletariado convertendo-os em vagos, hedonistas e individualistas.

Coreanos aliados da Germânia NS, caturados polo bando aliado

Há que sinalar também, que as relaçons que tinha Coreia do Norte com a URSS e o seu falso socialismo, esse comunismo que protegia a banca central dependente da finança internacional, tivo consequências catastróficas para os norte-coreanos. Entre os anos 1995 e 1996 logo do colapso do Império Soviético desatou-se umha grande carestia que matou de fame ao 10% da povoaçom do estado, uns 2 milhons de habitantes, na sua maioria crianças e ancians.

sábado, 12 de maio de 2012

Deixe-mos os queixumes!


Nom sejamos choromicas!
Que é isso de queixar-se polas repressons e injustiças ou de solicitar liberdade. Fazendo-o o que provoca é a anulaçom da nossa luita. Nom podemos queixar-nos de que o sistema, que se sinte ferido quando certas pessoas que encarnam umha ideia de aparência funesta som capazes de chegar ao povo como gentes humildes e bondadosas que resultam ser Nacional-Socialistas. Esse é o seu ponto feble. Quando todo um sistema como o plutócrata exerce umha pressom descomunal criando umha corrente expressiva de rejeitamento a umha ideia que aparece perante o grande público como demoníaca, espera resultados.

Ao sistema nom lhe molestam as gentes que luzem Suásticas e som detidas protagonizando acçons violentas ou dirigidas num enfoque que afiança a imagem do NS que pretendem mostrar. O Sistema debilita-se realmente quando os cidadans dos que se nutre chupando-lhes o sangue vem como a iguais a um coletivo que se opom ao sistema. Quando este coletivo fala com o povo e o povo escuita sem temor a ser atacado ou ao desprezo é quando a ideia cala fundo; e é aí onde fazemos dano. Eles sabe-no e por isso condeam tam enérgicamente aos seus “agressores”. Nom devemos protestar por algo que resulta de recibo e lógico, pois está fundado dende o ponto de vista de sentirem-se agredido, na mais justa legítima defesa.

O sistema ve-se tremelicar fronte a postulados como os nossos e, ao atopar a gente capaz de fazer que estes cheguem a ouvidos populares, defende-se com todas as suas armas. Bem, pois resulta que o Sistema imperante possui todas as armas políticas, judiciais, económicas e mediáticas e aproveita-se da sua vantagem para calar as vozes dos insurretos. As nossas.

Pensade com seriedade, acaso Hitler e o NSDAP nom fizerom ajustiçar aos que tentarom atentar contra ele como golpistas? O nosso caso é pior pois o golpismo nom serve de nada sem um apoio popular. Umha toma de governo polas armas sem estar secundada pola massa, por justa que esta seja, carecerá de todo sentido num governo racial e artístico como propo-mos. Em troques, quando é sustituido o golpe de força com a força da razom e debate-se e profundiza em postulados revolucionários que fazem que o personaginho de “a pé” planeje-se o seu “eu existencial” e os seus “porquês vitais” , aí si fazemos dano. Dano social, dano intelectual, nom é pois a nossa via correcta a de dar expressom violenta das idéias, senom a de fazer chegar estas ao ouvido alheio.

Um anarquista nom é um inimigo, senom um branco confuso. Temos que ter aprendido a corrigir os nossos erros assi como temos que assimilar que toda revoluçom que se geste terá que estar assentada ideológicamente antes, e deve possuir um núcleo consistente de idealistas que preparem a revoluçom social por meio da revoluçom intelectual, precursora de todas as revoluçons.

Só fica engadir umha cousa: Formaçom integral! Um homem formado é capaz de bater-se no combate dialéctico com toda umha massa carragenta de adversários e re-conduzí-los em favor da justa luita que o orador professa. Carácter, Espírito e Formaçom som as tres pautas base dende as que poderemos sonhar com passar a testemunha, umha e outra vez até que, chegado o momento revolucionário que chegará (pois a vida é cíclica graças ao eterno retorno) tenha-mos umha elite preparada para guiar essa revoluçom polos eidos da vitória. Há edíficios que nom se podem restaurar e convem derrubá-los para edificar sobor os seus solares. Por isso é polo que somos revolucionários, nom reformistas. Mas o que de nenhum modo se pode fazer é dinamitar os cimentos dumha estrutura sem ter os planos doutra listos para serem interpretados e os peons e arquitetos preparados que levem o projecto a bom porto. Fazé-lo desembocaria somente numha postura que fazeria pensar à “plebe” que se bem a edificaçom existente (chame-se sistema) é mau, bem certo é que nada melhor há depois que oferecer polo que reforçariamos os laços de uniom entre os povos indo-europeus e o sistema capitalista estabelecido.

Obrigado a todos polo vosso apoio e indignacçom mas nom som necessários. A revoluçom necessita guias, nom mártires...

Camaradas, onde há vontade há um caminho! Saúde e Vitória!

domingo, 29 de abril de 2012

Umha mentira repetida várias vezes, torna-se verdade



Pormenor do mapa elaborado por Modesto Lafuente para a sua obra "Historia General de España".

O autor primeiro transliterou do árabe o nome do reino ali representado como "JALIKIAH" e posteriormente traduziu-o para o castelám como "Reino de León". Isto ocorreu em Barcelona (Gothalaunia), no ano 1850.

Modesto Lafuente era de Palência (Castilla). Estudou em Lliom e Valladolid, foi condecorado com a Cruz de Isabel a Católica e foi nomeado membro da "Real Academia de la Historia".

A sua obra principal, aquela "Historia General de España" (1850-1867) em vinte e nove volumes é considerada a obra paradigmática da historiografia nacionalista espanhola liberal (progressista e contrária ao absolutismo) do século XIX. O seu objetivo foi a criaçom duma consciência nacional espanhola (sei-que nom existia) estando muitos dos seus mitos vigentes na atualidade.

Umha história inventada dende o começo, ao igual que o estado português fixo com o sul da Gallaecia. O triste é que nas escolas e licéus, as crianças andam a estudarem estes mapas e os discursos que há por baixo deles, enquanto os irmandinhos ou os reis da Gallaecia, por pôr somente dous exemplos, ficam reduzidos a meio parágrafo.


A maior parte do mal chamado nacionalismo galego “de esquerda” dos derradeiros 50 anos esqueceu ou preferiu nom dar a batalha neste terreo. Cecais entendendo muitas das vezes que já a Geraçom Nós fizera todo o trabalho e que havia pouco que descobrer ou desmentir. Mas também houve umha parte deste "galeguismo" que prefiriu deixar a umha beira a história galega e optarom de forma consciente, por subscrever os princípios historiográficos do nacional-espanholismo.

Estes "desmitificadores" que combatem supostos mitos do galeguismo sem mover um dedo contra os do espanholismo, estes okupas que se auto-proclamam “nacionalistas”, som parte responsável e muito responsável de que ainda hoje as mentiras do nacional-espanholismo sejam divulgadas sem mais no ensino académico galego e galaico.

Ainda assím, o espanholismo segue sendo consciente de que esta é umha parte muito importante para justificar e perpetuar a consciência nacional espanhola. É por isto que ainda estes dia vemos novas como a do actual ministro de interior que vai-se encarregar que “Se enseñe la misma historia de España en las diferentes CC.AA” história da sua Espanha centralista e liberal, logicamente. Mentres tanto para a maior parte dos professores, mestres e associaçons pedagogicas galegas, asturiana, leonesa e portuguesa; o tema da história, do ensino da história própria desde umha vissom historiogáfica galaica nom é prioritário.

Saim também no mapa em vermelho os “Campos Góticos”, que como saberedes eram chamados Campus Gallaeciae (campos galaicos), que foi primero topónimo documentado que alude a esta comarca campesinha. Documenta-o o Bispo de Chaves Hidacio Lemico no seu livro "Hydatii Lemici continuatio Chronicorum Hiero nymianorum" na página 30. Posteriormente também é nomeada assim por Sanchez Albornoz nos seus "Fuentes para el estudio de las Divisiones eclesiásticas Visigodas" na página 53 do número 1 no Boletín da Universidade de Santiago en 1930.

A paciência temos que pedir aos deuses quando o que supostamente é sempre reino de Asturias, logo de León resulta ser Gallaecia, Galizuland, Gallicea etc nas crónicas francas, britânicas, vaticanas, escandinavas etc. Quando nom mesmo a muitas testemunhas peninsulares da época. Pretender justificar a mentira e deturpaçom "noventayochista" em base a supostos pantasmas expansionistas galaicos é simplesmente ridículo. Nom é só que os muçulmans chamassem Gallaecia ao território cristam;é que os próprios reis do que a Historiografia espanhola denomina "reino de León" diziam-se eles mesmos serem REIS DA GALLAECIA.

Hoje Gallaecia é umha naçom dividida em dous estados peninsulares, e dentro do Espanhol em três CC.AA. Está a ser DESTRUIDA a consiência em todo âmbito: étnico, cultural, linguístico, económico, patrimonial, ecológico, populacional etc... inclusivamente a sua História a qual é distorcida,quando nom apagada direitamente. Está habitada por umha maioria de pessoas sem qualquer consciência nacional e os partidos políticos que se dim nacionais só pensam em termos eleitorais, tendo-se perdido muitos anos na imprescindível laboura de conscientizaçom e trabalho de base. 


terça-feira, 24 de abril de 2012

CANHA!


O autêntico socialismo



    “A luita contra o capital financeiro e prestamista internacional chegou a ser o ponto programático mais importante do Nacional-Socialismo”

    Adolf Hitler - Mein Kampf
 


1. DEFINIÇONS

1.1. Socialismo é o convencimento ético de que o bem do povo, a sobrevivência da raça, é prioritário fronte aos interesses particulares e os desejos de qualquer grupo.

1.2. Deve-se entender como bem do povo tudo aquilo que leve aos seus integrantes umha melhor qualidade humana, tanto física, como ética e espiritual, a umha formaçom pessoal, artística e cultural superior.

1.3. O sentido do desenvolver que se considera “positivo” é aquele que é coincidente e adequado ao caráter popular, a sua idiossincrasia racial.

1.4. Ser socialista é, portanto, trabalhar para que este desenvolvimento positivo alcance a todo povo, sem que interesses particulares (os do dinheiro som os que mais poderosamente destacam) nem os de grupo (e nestes devemos enquadrar os interesses democráticos de partido, os das Finanças, ou os interesses doutras raças) se oponham a isto.

1.5. É necessário enfatizar que a base do socialismo é umha atitude ética fronte aos problemas, ou seja, um modo de se fazer as cousas, mais que umha lei matemática. Existem muitas formas práticas de ser socialistas, mas somente um sentimento socialista.



2. SOCIALISMO E ECONOMIA


2.1.Erros básicos

2.1.1. A mais grave corrupçom da idéia socialista é sua constriçom, sua limitaçom ao campo econômico. Este é o principal motivo de todos os mal-entendidos sobre o tema socialista.

2.1.2. A razom desta mistificaçom está na materializaçom imposta pela campanha mundial sionista (marxismo-capitalismo). Num mundo dominado por tais idéias é lógico confundir ética com interesse, bem com proveito, povo com classe e socialismo por marxismo. Nom se deve, desta forma, confundir em absoluto socialismo com umha discutível teoria econômica baseada na propriedade estatal, e muito menos com a repugnante idéia de que somente importa o econômico, o dinheiro e a economia para a ledícia, formaçom e elevaçom dos povos. E ainda menos com a lamentável teoria de que a ética, a cultura, som somente produtos (superestruturas) do poder econômico. É um erro próprio do materialismo democrático confundir o bem do povo com o seu bem estar material, com a procura do cômodo e doado, com a satisfaçom do egoísmo da maioria. O bem material é desejável entanto enquanto favorece, possibilita a ascensom ética e cultural do povo. É um erro crer serem totalmente independentes a economia e a elevaçom cultural e espiritual do povo. Umha carência dos elementos materiais conduz o homem à brutalidade, rebaixam-no a escravo do econômico, impede-no a cultura. Com fome e sono nom se pode pedir a um povo ser capaz física nem moralmente, por mais que em determinadas individualidades puidera-se dar este caso. A inter-relaçom cultura-economia existe, mas nom é determinante, nem unidimensional.

2.2. Socialismo na economia

2.2.1. O Socialismo aplica-se a todos os eidos da atividade humana, inclusive no econômico. Todo sistema econômico que cumpra com os requisitos éticos básicos, ou seja, que seja útil para levar o povo a umha meta de superior qualidade humana, é válido e considera-se socialista. Nom há entom um sistema econômico socialista, mas há vários sistemas econômicos que podem ser socialistas se som dirigidos e utilizados neste sentido. Os sistemas econômicos som ferramentas, meios, nom o fim dessa política. Portanto, os sistemas econômicos podem trocar-se e modificar-se, segundo as circunstâncias. Apenas os princípios éticos socialistas som imutáveis. Evidentemente existem elementos econômicos anti-socialistas em si mesmos, como todos aqueles que som contrários à ética: usura,
anonimato, luita de classes, igualitarismo, exploraçom, etc.

2.3. Socialismo e finança

2.3.1. Finança é propriamente tudo o que está relacionado com o uso do dinheiro. O dinheiro é um instrumento de troca no sistema econômico. Portanto, os meios financeiros deveriam estar a serviço da economia, e esta ao serviço da política do povo. A base do socialismo econômico é que a economia e a finança som apenas ferramentas dos princípios inspiradores da política socialista. O dinheiro e a economia nom podem, portanto, controlar nem determinar a política nem os fins que se propom um povo.

2.3.2. No capitalismo democrático, o dinheiro se converte num bem, umha mercadoria imprescindível, monopolizada por umhas poucas “fábricas” e “lojas” que especulam com ele, fazendo-o escasso e caro. Este mercado do dinheiro é o que chamamos politicamente de “Finança”, e suas fábricas que monopolizam a criaçom do dinheiro som os Bancos, mediante ao crédito.

2.3.3. É umha demonstraçom de total desconhecimento econômico crer que o dinheiro é “fabricado” pelo Estado ou pela Fábrica de Moeda. O Estado capitalista nom é mais que um cliente dos bancos, que criam o dinheiro por meio dos créditos. Embora parte deles sejam oficiais (estatais, no sentido que o seu proprietário é o Estado), atuam neste termo como os demais Bancos, criando dinheiro creditício a alto interesse. Para esclarecer mais toda esta montagem é imprescindível a leitura dos livros “Finanza y Poder” e “Enigma capitalista” do camarada Joaquin Bochaca.

2.3.4. O poder político e a influência no destino do povo, que obteve a Finança por meio do controle do dinheiro, som os principais inimigos do socialismo. Este poder político do dinheiro dirige-se de forma predeterminada em direçom à obtençom dumha sociedade materialista na qual o dinheiro já nom é, portanto, um bem necessário, mas o único desejado. Com isto, o poder do dinheiro faz-se total. O marxismo é a “elevaçom” em nível de ideologia, a divinizaçom do poder econômico.

2.3.5. O interesse da “Finança” numha sociedade materialista é até certo ponto lógico, desde o momento em que deixou de ser umha ferramenta ao serviço do povo, emancipou-se e tomou o controle do povo. Isto passou sempre, que o povo deixou de dar o poder político aos melhores, aos homens honrados.

2.3.6. No Estado Socialista somente o trabalho será fonte de riqueza, do dinheiro. O dinheiro nom pode gerar dinheiro: detém-se, portanto, proibidas a especulaçom, o interesse, as mais valias, a criaçom do dinheiro por meio de crédito a bancos privados. O dinheiro criara-se, logo, em funçom dos bens reais existentes, de forma que sirvam a sua funçom de meio de câmbio para comprá-los e vendê-los. Desta forma, para criar o dinheiro nom é preciso ouro nem bancos, apenas um povo trabalhador, um país com riqueza natural, e um Estado socialista que tome as cadeias da finança ao serviço do povo.

2.3.7. O crédito deverá ser funçom do Estado, posto que a criaçom de dinheiro esta-lhe reservada. Sendo assim, elimina-se o domínio dos bancos privados de dirigir o crédito em direçom a onde convém os seus interesses, chantageando as empresas e até mesmo ao Estado, obtendo graças a isto o poder político.

2.3.8. A Finança é o verdadeiro inimigo atual. Fronte à tática marxista de apresentar o trabalhador como oprimido pelo empresário, fronte à idéia da luita de classes, o Nacional-Socialismo apresenta a realidade: a Finança oprime tanto a trabalhadores como empresários; é ela a responsável pela criaçom do ambiente burguês que posteriormente causa as tensons na empresa.

2.4. Socialismo e propriedade

2.4.1. A desigualdade natural, tanto física quanto psíquica e ética entre os homens e as raças é um feito, umha realidade, nom umha opiniom. Opor-se a isto é inútil, além de negativo, conduzindo somente a utopias impossíveis por serem antinaturais, ou à nivelaçom pelo inferior.

2.4.2. O nosso socialismo nom tende a esta nivelaçom pelo inferior, nem pretende umha impossível nivelaçom pelo superior. Procuramos assim, a seleçom dos melhores, eticamente falando, para os cargos dirigentes da sociedade, evitando que outros princípios (como o dinheiro, as influências, a pertinência a partidos, etc.) sejam os que imponham à seleçom. Neste sentido, o nosso socialismo é hierárquico e anti-igualitário.

2.4.3. As diferenças econômicas entre as pessoas apenas devem estar em funçom do seu trabalho, responsabilidade e iniciativa. Mesmo o mais simples trabalho deve estar suficientemente remunerado para levar umha vida digna. Enquanto o Estado nom poida garantir este mínimo a todos os elementos do povo, toda atividade estatal deve estar dirigida a isto.

2.4.4. Nas sociedades brancas a obtençom deste mínimo é totalmente possível, sem mais problemas que apartar pequenas minorias de desempregados e delinqüentes.

2.4.5. A propriedade privada é perfeitamente compatível com o socialismo. O nosso apoio aos princípios de responsabilidade pessoal favorece a propriedade privada. Mas nom é um principio inalterável, e sim apenas umha possibilidade interessante, contanto que nom se oponha ao desenvolvimento positivo do povo. Por isto, a propriedade é limitada e está a todo o momento sujeita a ser empregrada em prol do bem comum.

2.4.6. Os bens de produçom podem também ser privados, coletivos, coorporativos, etc., dependendo das circunstâncias. Quando os bens nom podem ser controlados pelo dono mediante o seu próprio trabalho, a propriedade privada perde grande parte de sua funçom de apoio à personalidade, e periga em cair numha monopolizaçom de meios inútil para o povo.

2.4.7. O anonimato na propriedade é contrário ao socialismo. Os proprietários som sempre responsáveis de suas possessons e do seu uso. O sistema de “acçons” em sociedades anônimas, a onde a responsabilidade esta limitada a umha participaçom na propriedade e um voto é inadmissível. Pode-se participar somente com o dinheiro (inversom) numha empresa, mas só se tem assim direito a participar nos benefícios, nunca na direçom e menos na propriedade.

2.5. Socialismo agrário

2.5.1. O princípio de que a terra deve ser daquele que a trabalha é, no socialismo que propomos, umha exigência completa. Nós nos opomos à propriedade privada de quem nom trabalha nela (nos bens de produçom), e, do mesmo modo, somos contrários à propriedade anônima do Estado como padrom burocrático. Mas, no campo, a propriedade da terra tem, além disso, a característica de ser ao mesmo tempo a do seu habitat familiar.

2.5.2. O problema atual da agricultura nom é econômico, é político. O marxismo e a "democracia parlamentar" tem imposto como escala de valores: (de maior a menor)

Sistema/Banco – Administraçom pública – Comércio – Indústria –Mineraçom/Agricultura.

O Estado socialista tomará as opostas: A Agricultura tem de ser umha das bases do país, das suas decisons políticas, dos seus comandos. Quantos agricultores existem no governo? Nenhum. No estado francês a chamada “socialista” o ministro da Agricultura é umha milionária que jamais saiu da cidade. O campo nom existe nas sociedades burguesas.

2.5.3. O poder de decisom deve deslocar-se das grandes macro-cidades ao campo e a pequena cidade. O poder do dinheiro e a igualdade de voto têm dado o poder à cidade e os seus bancos. O subúrbio domina ao campo. Para voltar a umha agricultura, ao campesinhado, deve rematar com a democracia e o poder político do dinheiro.

2.5.4. É utópico, e um engano comum, apoiar o campo sem que se pense em levar-lhe a cultura, o desenvolvimento e fazer pagar à cidade um preço aos produtos do campo que permitam ao labrego viver honestamente. Mas, enquanto isso, o Estado somente se preocupa com o voto, os dispersos labregos nom receberam mais do que promessas e abandono.

2.5.5. Os sistemas marxistas e liberais para regular os preços agrícolas som absurdos. Destruir colheitas é nom querer solucionar nada. Promover a propriedade estatal do campo é eliminar o labrego e sua vida independente. A soluçom é política: dar prioridade à vida labrega pola sua qualidade, e fazer a cidade pagar os produtos do campo, de forma que nom sejam os comerciantes da cidade os que vivam bem a custa dos labregos e os seus produtos.



3. SOCIALISMO E SINDICATOS

3.1. Por Sindicato deve-se entender toda agrupaçom de indivíduos com interesses profissionais comuns, que se organizam para a defesa desses interesses.

3.2. A primeira grande falha dos Sindicatos é que a de que estes estam criados para “defender os interesses dos seus associados”, nom para defender a justiça, favoreça esta ou nom os seus associados. Isso marca umha diferença fundamental entre os sindicatos marxistas ou empresariais e a idéia Nacional-Socialista de sindicato. O conceito de luita de classes, de que cada umha deve tentar conseguir o máximo de benefício sobre as outras, independente de onde se esteja, é o que envelena a base do sindicato atual.

3.3. O segundo problema vem dado pelo feito de que os Sindicatos apenas luitam por aquilo que afeta aos seus afiliados no sentido material ou profissional. O Sindicato elimina a participaçom da força do trabalho em outras faces e aspectos. Centra todo o esforço do trabalhador em ganhar mais profissionalmente, mas quita a sua luita por valores exteriores aos das suas margens profissionais.

3.4. Como soluçom ao problema criado pela luita de classes, os “fascismos” tentaram criar a soluçom a partir de “Sindicatos Verticais”, que, em teoria, deveriam julgar os temas laborais e abordá-los com base à justiça de alguns Tribunais Laborais, sem atender à luita de classes. No estado espanhol é notório o fracasso desta tentativa. A razom básica do seu fracasso é que ao estarem os Sindicatos Verticais sob o domínio do Estado que os criava e fomentava, era impossível separar a política estatal daquela do sindicato. Desta forma, somente com umha política estatal socialista teria sido possível que alguns Sindicatos Verticais fossem medianamente efetivos. Por isto, toda a idéia sindicalista baseada no verticalismo deve compreender que somente pode ser útil dentro dum Estado socialista, que atue como juiz entre os interesses, de forma justa e socialista. O Nacional-Socialismo criou a Fronte do Trabalho, autêntica
revoluçom no mundo do trabalho, que remata dumha vez por todas com o conceito de “Sindicato” e suas limitaçons, dando ao mundo trabalhador algumhas perspectivas infinitamente maiores. A Fronte do Trabalho nom apenas agrupa todas as classes trabalhadoras, mas é a ponta da lança da luita Nacional-Socialista. A Fronte de Trabalho nom apenas abrange a acçom no mundo laboral, mas pretende ser a manifestaçom dos trabalhadores em todos os aspectos da vida popular. Assim, os trabalhadores dessa fronte formarom agrupaçons ecológicas de ajuda ao campo, de apoio a nais jovens, de serviços de limpeza popular, de embelezamento de empresas, de concertos em dois nas fabricas, de Arte no trabalho, etc.

3.5. O conceito de Fronte do Trabalho é umha superaçom total do conceito de Sindicato e implica na intervençom organizada dos trabalhadores na sociedade.

3.6. A Greve e o Fechamento patronal som os métodos de agressom à comunidade a que recorrem os sindicatos nas sociedades burguesas. Ambas estam legalizadas, pois em todas as sociedades burguesas está legalizada a luita de classes definida como, de principio, pelo marxismo. A Constituiçom espanhola legaliza a luita de classes totalmente; o Nacional-Socialismo, pola contra vez, repudia totalmente estes métodos. Durante a etapa de luita pelo poder tampouco empregara-se em geral da greve como meio de chantagem ou pressom, à exceçom de casos especiais. Nesta etapa, umha greve poderia ser aceitável sempre que os trabalhadores a façam para obter melhorias em toda a comunidade, nom apenas a si próprios.



4. SOCIALISMO ÉTICO


4.1. Os atos econômicos injustos devem ser considerados delitos comuns. Nom existe diferença entre furtar ou enganar na questom econômica, e fazê-lo em outras questons.

4.2. É tam anti-socialista um empresário sem escrúpulos, ou um banqueiro, quanto um trabalhador irresponsável. Pertencer a umha classe nom dá licença para a injustiça. O Socialismo é patrimônio dumha soa classe: a dos homens honrados.

4.3. Nom devem considerar-se luxos nem atitudes anti-sociais aquelas que levam a umha maior elevaçom espiritual do homem: A Arte, o bom gosto, os concertos ou os desportos, etc. O fato de que certos meios culturais tem estado até agora fechados às pessoas sem meios econômicos nom quer dizer que devam está-lo, nem que para estes a arte deva ser negada. A negaçom é a política elitista e antipopular que tem se seguido na Arte. Luxo é tudo aquilo que é inútil para o desenvolvimento positivo do homem.

4.4. Num Estado Socialista devem tender a desaparecer os impostos indiretos generalizados, aqueles que se imprime nas cousas independentemente de para que, e por quem se usem. Hoje em dia um cego que deseje comprar um equipamento de alta fidelidade vai pagar 40% de imposto de “luxo”. Nos países comunistas nom existe este problema: nom há equipamentos de alta fidelidade para o poder aquisitivo dos cegos, nem dos nom cegos.

4.5. A política está enquadrada pelo possível. As idéias impossíveis nom somente som inúteis, som também errôneas na política. As medidas econômicas que se tomem devem ser desta forma, possíveis, isto é, adaptadas aos meios disponíveis. Por isso nom é possível pedir melhoras e mais melhoras sem pensar na sua possibilidade. O que deve pedir-se é um modo, com ética e honestidade, boa vontade. Os êxitos viram depois, tarde ou cedo.

4.6. É produto da mentalidade materialista atual a reduçom de todos os serviços dos cidadans a pagarem impostos, ao dinheiro. O Exército, que é o único serviço nom pagável, está -e substituir pelo profissionalismo. A criaçom da Fronte do Trabalho, de Serviços de embelezamento popular, acçons civis, etc., luitam contra esta tendência.

4.7. Todo membro do povo tem direito a um posto de trabalho. Este princípio está escrito em todas as constituiçons burguesas para desdém e escárnio da democracia e dos seus milhons de desempregados. O Estado Socialista nom pode tolerar o desemprego, nem a mendicidade. Desde que nom demonstre umha má intençom, umha vagância, etc., todo mendigo ou desempregado deverá ter um trabalho ou um soldo digno. Isto é prioritário a toda consideraçom. Se um povo nom pode dar trabalho a todos os seus membros, deve ser apoiado pelos demais povos arianos, e em último termo deve implantar-se a necessidade dum maior espaço vital para permitir este mínimo.

4.8. Se o destituído de emprego nom é procedente na justiça, de modo algum pode-se considerar lógico que, pelo pagamento dumha quantidade de dinheiro, aceite-se a legalidade deste demitido, tal como ocorre atualmente no mundo capitalista.
As baixas numha empresa por causa de necessidades de produçom, nova tecnologia, ou perda de mercado som as mais duras de enfrontar, pois lamentavelmente estes casos som muitas vezes impossíveis de solucionar de outra forma. Mas o problema do desemprego perde, sem embargo, o seu rigor quando o Estado Socialista se compromete a dar trabalho e pagar um soldo decente a quem o solicite. Certamente a delinqüência, a má vontade no trabalho, o nom cumprimento dos deveres que implica o trabalhar, faz com que se perca este direito ao trabalho.

4.9. Este sentido ético socialista deve ser aplicado em todos os âmbitos da vida e nom apenas na economia. O Socialismo na Arte implica na tomada de consciência por parte do artista de que, mediante sua obra, devem-se expressar sentimentos que elevem ao povo, nom apenas a umha elite a qual lhe paga. O Socialismo é, desta forma, a vontade de trabalho à comunidade racial em todos os seus aspectos. A luita revolucionária a favor dos oprimidos pela finança ou pelo amo estatal é umha obriga ética socialista. Apoiamos os movimentos de liberaçom de todos os oprimidos pela injustiça. Nom luitamos a favor da debilidade, mas sim contra a injustiça. Devemos usar a força, ser fortes, para evitar a opressom.



5. SOCIALISMO E INTERVENÇOM ESTATAL

5.1. No mundo atual identifica o socialismo econômico com a intervençom estatal nos bens de produçom e em toda a vida econômica em geral, até chegar pedir a onipotência estatal em toda a vida humana. Aparece como ideal um Estado onipresente, com milhons de funcionários e muitos mais milhons de súditos dentro de si.

5.2. O socialismo nom implica numha burocratizaçom da vida, mas se exclui a idéia liberal dum Estado “neutro”, dum “mal necessário” que mantém o livre “jogo” econômico. Para a política socialista precisa-se um Estado popular, capaz de intervir firmemente contra qualquer intento anti-socialista, capaz de marcar um ambiente ético, umha honradez geral. Para tudo isso, o Estado precisa contar com o apoio e a vigilância dos elementos mais honrados e íntegros do povo. A missom do movimento Nacional-Socialista é, precisamente, formar estes quadros dispostos a servir ao socialismo. O êxito da política socialista está TOTALMENTE em contar com estes homens nos postos de direçom. Por isto, o Estado socialista deve mudar a idéia de funcionários e burocratas superabundantes, por umha minoria seleta. A corrupçom dum funcionário deve ser, desta forma, um delito gravíssimo, penado com os máximos castigos, e pola sua vez, as infraçons contra o Tesouro Público, contra qualquer Lei devem ser também fortemente reprimida, ali onde existia a má vontade, mais do que onde haja a oposiçom à “letra” da Lei.

5.3. O Estado deve garantir umha aposentadoria igual e digna para todos que trabalharam durante a sua vida laboral, independente de qual fora o seu salário. Sendo todos trabalhos de igual dignidade do Estado, todos merecem umha mesma aposentadoria, umha vez que as diferenças de responsabilidade, dedicaçom e trabalho chegam ao seu fim com a aposentadoria. O trabalho do Estado é desta forma, importante em todo o sistema socialista, mas o é mais, enquanto à direçom ética do que enquanto à intervençom material e burocrática.

"Bem vale mais um varredor do meu povo, do que qualquer monarca ou chefe de estado estrangeiro"
Adolf Hitler

5.4. Consideramos a propriedade privada como atributo inalienável da pessoa humana. Todos devem ter acesso à propriedade, e nom apenas alguns. Para os casos convintes, a propriedade comunal compartilhada dos meios de produçom é ideal. Esta meta nom deve impor-se imediatamente. Todos aqueles que trabalham numha empresa seriam – segundo sua capacidade, interesse, etc. – co-proprietários. Incluindo um recém chegado que se iria convertendo em co-proprietário a base de deduçons parciais do seu salário. Estas formas de co-propriedade som ideais para grandes empresas.



    “A verdadeira força da S.A. está naquilo que a compom em sua essência: o elemento proletário. Mas este feito também constitui numha garantia de que com ela, todo o Movimento Nacional-Socialista nom se deslizará nunca rumo a umha corrente de compromisso burguês. O proletariado, e em especial dentro da S.A., dá sempre ao Movimento o ímpeto revolucionário. Joseph Goebbles - 'A Conquista de Berlim'

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O Derradeiro Filho da Luz , 123 Aniversário



O Derradeiro Filho da Luz

(Por SAVITRI DEVI - "The Lightning and The Sun")


Foi em 1889, durante o primeiro ano do reinado do Kaiser Guilherme II.

Bismarck, o chanceler de ferro, o criador do Segundo Reich alemam estava, todavia, no poder, ainda que nom por muito tempo. As forças ocultas anti-germanas que de pronto iriam posteriormente causar a sua queda, de forma gradual, rompendo desta forma o ímpeto que ele tivo dado aos acontecimentos, já estavam em plena atividade; há tempos presenciava-se o trabalho na procura deste objetivo o qual visava vê-lo em ruínas. Além disso, existiam outros fatores imponderáveis – forças morais e místicas – ao lado e inclusive atrás delas: as mesmas forças de desintegraçom que tiveram estado, durante mais de dous milênios¹, guerreando a conduzir a raça ariana para a sua perdiçom. Portanto, necessitava-se um gênio mais-que-político, umha personalidade sobre-humana, para se impor àquele caminho.

Especialmente durante os passados cem anos, concretos desde a eclosom da Revoluçom francesa, a Europa esteve submergindo mais depressa que nunca, sob influência do judaísmo internacional e seus hábeis agentes: a maçonaria e os diversos corpos supostamente “espirituais”, direta ou indiretamente ligados a ela. Séculos de errônea explicaçom do cristianismo – umha crença essencialmente extraterrena – aos assuntos mundanos. Tiveram preparado a base para o triunfo das mais perigosas superstiçons; a crença na “ledícia” e a “igualdade de direitos” para “todos os homens”; a crença na cidadania e na “cultura” como algo separado e inclusive mais importante que a raça em si; a crença em um progresso ilimitado através dumha suposta receptividade à “educaçom” e na possibilidade dumha paz e “ledícia” universal como resultado do “progresso” – os maravilhosos descobrimentos da ciência postos ao serviço do “homem”; a crença no direito do “homem” e a conseqüente crença deste mesmo homem trabalhando contra o espírito da natureza e a favor de seu próprio prazer e benefício. Tivera sido incrementado o acentuado, exaltado e popularizado nauseabundo amor ao “homem” como algo distinto e oposto a todas as demais criaturas, ou, sendo mais exato, o “para além do bem e mal”, mas deficiente, medíocre – tam debilitado e, de certo modo, distante de toda a idéia milenar de homem guerreiro, comum aos povos arianos, integrantes dumha humanidade superior, expressada na concepçom de que “o herói assemelha-se aos deuses”, empregando as palavras de Homero.

E o colonialismo estava no seu ponto culminante e a atividade missioneira cristiã também. O que vem a significar ter cedido ela mesmo diante das forças de desintegraçom, fazendo com que a Europa, o continente invadido, estivesse conduzindo essas atividades cristiãs, de forma veloz, ao resto do mundo. Preparava, desta forma, o epílogo da Idade Média: o estado de caos biológico que representava a condiçom preliminar para o domínio de inferiores e a conseqüente aniquilaçom sistemática de qualquer elite humana supervivente de sangue e caráter.

Naquela época entom, um digno e honesto trabalhador oficial de aduanas vivia junto da sua família em Braunau, umha bonita e pequena cidade sobre o rio Inn, na fronteira entre o Estado Austriaco e Alemam; A cidade, com a sua praça principal, onde num dos seus lados presencia-se umha velha fonte ocupada por umha estátua de Cristo feita em pedra; com as suas velhas casas e igrejas, com antigas vias – limpas e estreitas – e a “torre” de quatro andares – Salzburger Turm – que já entom separava a praça principal de suas imediaçons², que eram um pouco diferentes das outras numerosas e pequenas cidades da regiom germana. Provavelmente tinha o mesmo aspecto que a tem dos dias de hoje: as cidades menores transformam-se com menos intensidade se comparadas às maiores. E o oficial de aduanas, cujo nome era Alois Hitler, vivia e se relacionava com a vida como tantos outros funcionários do governo. Agraciado com enorme vontade de potência e perseverança, desde a sua mocidade teve formaçom autodidata, promovendo a si mesmo desde a posiçom dum rapaz do povo ao notável público do cargo governamental que ocupara, o qual se lhe manifestava acima do respeito. E agora, após todos estes anos, cujos dias foram tam desesperadamente iguais, a sua vida monótona nom semelhava de facto ser assim diante de seus olhos, posto que nom dispusesse de tempo para refletir a o seu respeito. Meticulosamente rigoroso, trabalhou e trabalhou. E os dias e anos se passaram. E deste modo, chegaria o tempo em que o honesto funcionário retiraria-se a umha pequena pensom.

Para tanto, vivia nas imediaçons, a alguns passos da Salzburger Turm, em uma velha casa de dous andares, com patamares pitorescos curvados sobre os degraus da escada, além de espaçosas habitaçons. Sua esposa Clara era bela: loira, com magníficos olhos azuis. Com apenas vinte e nove anos (era ela sua terceira esposa), era dotada de apaixonada natureza, sendo pensativa e serena; tam imaginativa e intuitiva, ao passo que seu marido nom dotava de romantismo; tam agarimosa como respeitoso ele o era; e capaz dum contínuo e interminável sacrifício. Ela respeitava-o fondamente: ele era o seu marido e, sobretudo, ela amava a suas crianças – e o Deus que tinha dentro delas. E ela desconhecia o quanto estava certa, de forma tam concreta quanto o espírito divino – a divina personalidade da humanidade ariana, cuja manifestaçom aparece agora e entom na forma dum ser humano extraordinário – e que vivia nela como o bebê que estava a amamentar: o seu quarto filho.

Recém acabava de tê-lo em 20 de Abril, às seis e dezoito da noite, nesta longa e arejado quarto do segundo andar – encontrava-se ela no derradeiro cômodo à mão direita – no qual estava agora recostada, sentindo-se fraca, cansa, porém imensamente leda. As três janelas davam vista à rua. Através de límpidos cristais e brancas persianas, ardentes raios de sol penetravam na abundância. O bebê dormia. A nai, pola sua vez, descansava – Nom tinha noçom de que acabava de ser o instrumento dum tremendo poder cósmico.

A algumhas poucas centenas de jardas mais adiante – atrás da Salzburger Turm e a ampla praça rodeada de casas relativamente altas – fluía o azulado rio Inn, afluente do Danúbio. Havia umha ponte sobre ele, tal como existe ainda nos dias de hoje. A paisagem – suaves colinas, com bosques aqui e ali; e bem casas de telhado vermelho bem conservadas, aconchegantes por si só, além de, ocasionalmente, um campanário de uma igreja localizado entre a borda do rio e as preciosas pendentes verdes à distância – era, pois, o mesmo a ambos os lados da ponte. As pessoas que ali residiam também eram a mesma: Bávaros – germanos, portanto. Porém este lado, de onde se encontrava a praça principal com sua velha fonte, a Salzburger Turm e as imediaçons, era chamado Áustria. O outro lado, Alemanha.

Dormia o bebê; a nai, por sua vez, serenava, estando grata pelos brilhantes raios de sol já próximos daqueles emitidos durante o verão. Tendo sua criança ao seu lado, poderia vê-la sempre que pudesse. Contudo rezaria de forma intensa ao reino dos céus para que pudesse ele viver: os seus três primeiros filhos teriam morrido, um em seqüência doutro.

A criança fora batizada com o nome de Adolf.

Trinta e cinco anos mais tarde, o homem em que se teria convertido escreveu: “Hoje parece-me que o destino me dispôs, de forma leda, Branau como o lar do meu nascimento. Esta pequena cidade situa-se justamente à borda dos estados germânicos e sua conseqüente unificaçom representa, para os nossos homens que integram umha nova geraçom, um trabalho vital que bem merece realizar-se por todos os meios”³.

Refere-se ele ao “destino”. Se nom o fora pela singularidade de tal afirmaçom num livro escrito para milhons de europeus, dificilmente preocupados ou interessados com a idéia do nascimento ou o renascimento, poderia ele ter dito, com igual ou maior exatidom, de “a sua própria eleiçom”. Pois dacordo com a antiga sabedoria, homens dotados de tanta qualidade como a sua escolhem nascer, sem a obrigaçom de sê-los, e, do mesmo modo, escolhem ao lugar de nascimento.

Invisível sobre o céu da pequena cidade de fronteira, as estradas formavam, em 20 de Abril de 1889, às seis e dezoito da noite, um claro desenho marcando o retorno à terra daquele que retorna; o homem divino “contra o tempo” – a encarnada personalidade coletiva da humanidade superior – aquele que, umha vez ou outra, e cada vez mais heroicamente, interpom-se de forma solitária contra a permanente e acelerada onda de decadência universal e prepara, através de uma árdua e sangrenta luta, o amanhecer do seguinte ciclo do tempo, ainda reconhecendo-se aparentemente estar, durante anos ou décadas, propício ao fracasso.

Pois o recém nascido nom era outrem senom Ele.

Nunca as circunstâncias teriam sido mais desfavoráveis ao seu reconhecimento. Difícil era a possibilidade da tomada de consciência de sua missom no hábito dum soberano predestinado. Nom tinha somente, como qualquer um que está disposto a reconhecer, um longo caminho desde o humilde status da criança a aquele que teria de alcançar para inserir-se, na história do ocidente, na parte política que lhe fora destinada, sem que nada parecesse apropriado para preparar-lhe a execuçom da sua grandiosa tarefa, sabendo que viria a ser a de despertar a alma ariana ocidental à sua própria sabedoria natural. A sabedoria ariana, na sua forma consciente e guerreira, em oposiçom a todos os valores tradicionais do cristianismo, era desconhecida no mundo ocidental da época – sobretudo entre Braunau – Desconhecida à exceçom dalguns poucos pensadores como Nietzsche. Os poderes celestiais, sem dúvida alguma, deram à criança divina, pois, grandiosos privilégios através dos quais ele iria, estando surpreendentemente pronto, a ter consciência; a reinventar o poder com que fora presenteado, segundo o seu próprio entender: primeiro, umha pura e saudável herança, contendo o melhor tanto do sangue nórdico como de celta – a imaginaçom apaixonada e a intuiçom mística dos celtas, aliada à vontade de potência, minúcias, eficiência e senso de justiça (e também perspicácia) nórdica; e, tempo junto dele, um amor apaixonado, ilimitado e insondável por essa terra germana que se estende a ambos os lados do Danúbio e mais adiante; e por seu povo, seus irmãos de sangue: nom àqueles caracterizados como espécies perfeitas da humanidade superior (pois, contudo, não há evidências de seres perfeitos nesta Era Obscura), mas o seu amor direcionava-se àqueles que puderam e chegaram a ser como tais, ainda que possuam seu elemento fundamental.

Através desse amor – e somente através dele – iria elevar-se à intuitiva certeza da verdade eterna sobre a qual iria construir a doutrina nacional-socialista, forma moderna da perene religiom de vida; essa certeza que a separa dos maiores políticos e o estabelece diretamente dentro da categoria dos guerreiros, profetas, fundadores das mais sábias civilizaçons que conhecemos; dentro da categoria dos homens “contra o tempo”, cuja visom alcança algo para além de nosso enfermo mundo, condenado a umha rápida destruiçom. Homens contra o tempo cujo mundo encontra-se próximo da Idade Dourada, na qual som eles profetas e deuses.


Notas:

¹ Digo “mais de dous milênios” significando isto que a influência degradante do judaísmo sobre a raça ariana concretizou-se antes do advento do cristianismo. A desastrosa nova escala de valores delineada pela errônea aplicaçom da religiom extraterrena, assim como a extensom do seu culto, foram as conseqüências da influência do judaísmo e, portanto, nom as suas causas.


² Die Vorstadt.


³ HITLER, Adolf. Mein Kampf.