sexta-feira, 13 de abril de 2012

A teoria racial NS

A Teoria Racial Nacional-Socialista seguiu no tempo o mesmo caminho que toda teoria toma:

1. ELIGE MODELOS
2. TIRA AS CONCLUSONS DAS SUAS PREMISAS

3. ACHA AS SUAS CONTRADIÇONS INTERNAS

4. FAZE AS MODIFICAÇONS NECESSÁRIAS PARA SOLUCIONÁ-LAS E MANTER A COERÊNCIA COM O MUNDO REAL


É importante que se entenda que a partires do derradeiro ponto mencionado, o Nacional-Socialismo terminou por comprender que a medida do valor das raças nom é fronte a um ARQUETIPO ABSOLUTO, senom que cada umha delas leva em si a sua própria escada de medida. Por isso DESCARTOU ABSOLUTAMENTE o conceito de RAÇAS SUPERIORES E INFERIORES.

O pensamiento racial Nacional-Socialista evolucionou finalmente cara umha etapa pam-europeia, na que as famílias Germana, Romana e Eslava (assim referian eles aos Nórdicos, Mediterrâneos e Alpinos) conformariam umha soa família com o seu espaço vital próprio numha EUROPA ETNICO-FEDERAL.

Para um observador qualqueira é doado comprovar isto se se fixa na composiçom das Waffen SS durante os períodos do 44-45, força que contava com aprox. 1 milhar de membros de 30 nacionalidades diferentes, todos VOLUNTÁRIOS e em muitos casos representantes das elites socio-culturais dos seus respeitivos países.

Respeito deste derradeiro párrafo, Himmler (que evolucionou no seu pensamento muitísimo, demorou-se, mas ele foi o grande impulsor dos cámbios definitivos, post 1940) declarava (textual): “...é de grande imporatáncia que cada Oficial da Waffen SS obedeça a orde dum oficial doutra nacionalidade, assim como o Oficial doutra nacionalidade obedeça a orde do oficial alemam...”; “...é de grande importáncia que cada oficial da Waffen SS tenha o sentimento de ser igual a oficiais doutras nacionalidades...”

O Nacional-Socialismo através de Himmler também declarava dentro do contexto da Teoria Racial Nacional-Socialista: “...depois da unificaçom, as naçons Romanas (mediterrâneas) serán tam capazes de perseverar como as Germanas. Esta FAMÍLIA ampliada da RAÇA BRANCA terá entom a misom de incluir às naciones eslavas (alpinas), já que eles também som de raça branca.”

Outro exemplo deste novo pensamento é sintetiçado no caso do Tenhente Primeiro das Waffen SS, o castelám Rufino Luis García Valdajos, o qual em Fevereiro do 1945 solicitou à Oficina Central de Raça e reasentamento das SS autorizaçom para contraer matrimónio cumha jovem alemana de Berlím. Depois de verificar que nem a jovem alemana nem o Teniente castelam tinham antergos judeus, a autorizaçom foi concedida.

Esta situaçom na primeira época da Teoria Racial Nacional-Socialista (elecçom e evaliaçom de modelos, umha época de vaguedade ideológica onde afirma-se o nordicismo de Günther), tivera sido inaceitável.

Cabe sinalar que Günther caiu no descrédito a partires de 1936 e actualmente as suas teorias só tenhem cavida em ambentes Hollyjudenses.

Citarei algumha das joias que inspirarom as teorias de Günther (dum talKarl Weinlander): “Todas as raças nom Germánicas som simplesmente os bastardos da cruça anti-natural do homem nórdico com as raças inferiores”.

Logo começarom a INTERPRETAR o mundo (a sua história e feitos sociais) baixo o prisma desta nova teoria. Mas AS CONCLUSONS NOM CALÇAROM COM A REALIDADE.

Assim passou-se a etapa de evaluaçom das CONTRADIÇONS INTERNAS da Teoria (sobretudo quando se derom conta que as civilizaçons clássicas forom criadas por mediterrâneos [sic] e nom por nórdicos).

Umha anécdota agraçosa foi quando interpretarom que a grandeza do “Duce” (quem era relativamente baixo, de olhos café, braquicéfalo, triguenho e de corpo barril), é declarado nórdico de pigmento escuro, e inventam que descendia dum cavaleiro nórdico medieval chamado “Muslin”, quem supostamente teria herdado o seu potencial (sic!!!).

Em fim, depois dumha primeira onda de entusiasmo (propaganda incluida), os hierarcas Nacional-Socialistas olharom-se a si mesmos, olharom ao povo alemam e perguntarom-se ONDE ESTAM? esses modelos nórdicos.... Derom-se perfeita conta que o 95% da povoaçom alemana, assim como quase toda a dirigência do NSDAP, calificavam-se como “bastardos”segúndo as premisas da teoria de Günther.

DECLAROU-SE que essa teoria estava contribuindo a gerar divisons ou criar distinçons falsas nom só a interior de Germânia senom que também com outros países.

Començou assim a TERCEIRA ETAPA, desmontar o tinglado construido pola teoría de Günther nom foi doado, durou muitoos anos, ainda Himmler ficou influenciado polos bons anos, até que o seu pensamento evolucionou.....
Assim, o mesmo Hitler declarou em relaçom a esta nova postura: “Nós nom concluimos do tipo físico dum homem a sua capacidade, senom dos logros da sua raça”.

O NORDICISMO DE GÜNTHER ESTAVA A SER REJEITADO (olho que só subsiste em Hollyjud)

Um antropólogo Nacional-Socialista, Weinert, refiriu-se assim à segunda etapa (a de Günther) numha espécie de MEA CULPA:
“O entusiamo com que as ideias de Günther tinham sido aceitadas produxo conclusons precipitadas para as que nom teria nenhúm fundamento biológico... A consequência era a miúdo que um orgulho racial infundado ameaçou com separar aos alemans”.

Houvo muitísimas outras declaraçons nesse sentido, de firme rejeitamento do racismo nordicista à Günther, o qual é agochado sistemáticamente polo SISTEMA, o qual estoura só os aspeitos negativos da primeira etapa.

Um jornal oficial do sistema NS (Nationalsocialitsche Korrespondanz) declarava: “Polos seus feitos um pode reconhecer a raça dum homem, nom pola longitude do seu nariz e a cor dos seus olhos”.

Concordante com isto a raça mongoloide lhe é “devolto” o seu rol de criadora da cultura asiática (lembre-mos que Günther tinha “germanizado” incluso a Confúcio) e a sub-raça mediterrânea é reconhecida como a criadora das grandes culturas del homem branco.
Umha cita com a que estou TOTALMENTE DACORDO e que nom deixa de ser FERMOSA (Eichenauer, teórico racial nacional-socialista): “..as raças nom se distinguem a través das suas características; porque as mesmas características podem atonpar-se em diferentes raças... (refere-se às europoides). Por exemplo, um mediterrâneo pode ser tan valeroso como um nórdico, um alpino tam musical como um dinárico; um balto oriental tam hábil como um nórdico... Por outro lado nom todos os mediterrâneos som valerosos, nem todos os nórdicos. Mas quando um mediterrâneo é valeroso, ele é valeroso numha “forma” mediterrânea, como um nórdico sería valeroso numha “forma” nórdica”.

ESTE DESENROLO TEÓRICO FOI DA MAIOR TRASCENDÊNCIA DOUTRINÁRIA, JÁ QUE PRESCINDIU DUM ESTÁNDAR (OU ARQUETIPO) COM O QUAL MEDIR DIFERENÇAS RACIAIS.

Walter Gross, membro do Reichstag, experto na pureza racial e no seu momento Chefe da Oficina Racial do III Reich declarou públicamente:

“Nós apreçamos o feito de que aqueles doutras raças sejam diferentes de nós... Se essa outra raça é “melhor” ou “pior”, nom é possível para nós juzgá-lo (note-se que ele está falar desde um ponto de vista ontológico). Este exigiria que nós trascendamos as nossas própias limitaçons raciais durante o veredicto e que asumamos umha actitude sobre-humana, incluso divina...”

No 1940 o mismo Gross dize: “Umha situaçom séria gerou-se polo feito que outras pessoas e Estados, devido às Leies alemanas da raça, sintem-se atacados e difamados... Por exemplo todo o mundo no Lonxano Oriente permaneceu longo tempo baixo a impresom de que os alemanes tinha-nos designado como nom-arianos, e como nom-arianos, membros dumha canalha inferior; que os alemans tinha-nos designado como humanidade de segunda classe; e que os alemanes imaginavam-se los únicos portadores de cultura...QUÉ LHE PODEMOS DIZER A AQUELES QUE VEM NO RACISMO ALEMÁM UUMHA DIFAMAÇOM FUNDAMENTAL DOS HOMENS DOUTRAS RAÇAS?

Nom podemos fazer mais que, com paciência e conviçom, repetir que O RACISMO ALEMÁM NOM EVALUA OU DESPREÇA A OUTROS GRUPOS RACIAIS... Só reconhece,científicamente, que existem diferenças. Tivemos sido perturbados frequentemente pola indiscreçom ou pior ainda, pola estupidez na nossa própria terra quando, depois de ter posto em claro coidadosamente a umha ou outra pessoa que respeitamos e honramos as suas qualidades raciais, algum nécio (velada referência a Günther e Cia.) manufatura as suas próprias ideias sobor a raça e declara que essa mesma pessoa é racialmente inferior e que está nalgum lar em baixo da vaca o do asno, e que as suas características estavam degradadas ou impuras e Deus sabe que mais!!!!

Com tais aseveraçons idiotas rejetiou-se e ofendeu, nom só a povos extrangeiros em partes distintas do mundo, senom incluso aos nossos PRÓPRIOS VIZINHOS EM EUROPA, muitas vezes incluso amigos da Germânia Nacional-Socialista unidos a nós históricamente e no destino.”

Assim finaliza a terceira etapa da Teoria Racial Nacional-Socialista

Da-se começoo à QUARTA ETAPA: A TEORIA RACIAL PAN-EUROPEISTA. Da qual o seu principal impulsor foi o mesmo Himmler. Post 1940.

Esta Teoria atopa-se em pleno desenrolo. Ampliando-se ao mundo enteiro, onde seja que existam europeus e colónias europoides.

DEPOIS DA DERROTA MILITAR O SISTEMA SÓ ESTOUROU OS FEITOS DA PRIMEIRA ETAPA. ABSOLUTAMENTE SUPERADA. OBVIANDO SISTEMÁTICAMENTE O GRANDE DESENROLO QUE TIVO A VISOM RACIAL DO NACIONAL-SOCIALISMO HISTÓRICO.

DATAS:
1.- Primeira etapa. 1930 Adopçom plena do modelo del Güntherismo. Günther publica em Munich "Rassenkunde des Jüdisches Volkes"

2.-Segunda etapa. 1930 -1934 Formalizaçom e ejecuçom da teoría de Günther a través da ditaçom de políticas e diversas medidas de orde racial. Este derradeiro a partires da asunçom do poder em 1933. Aceita-se sem crítica algumha a tese de Günther.

3.-Terceira etapa. 1936. O rejeite à tese de Günther faze-se patente. Existirom momentos de "volta atrás". O reemplazo por umha visom racial mais evolucionada e concordante com a REALIDADE, foi lenta. Coexistirom até época avançada ambas visons, existindo hierarcas mais ou menos influidos cumha ou outra tendência.

4.- Quarta etapa.1940 e mais. Himmler, cumha certeira visom e em vista da evidência antropológica, arqueológica, paleontológica e histórica disponíbeis até essa época, reformula a Teoria. Deserrolando-se umha ideia pam-europeista. Actualmente também existe umha visom mundial, onde seja que existam colónias de europoides.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Soluçom ao problema cigano! JÁ!



Uns 50 ciganos do povoado de Penamoa ocupam, dende fai dias, os andares dum edifício de nova construcçom situado no bairro crunhês d'A Moura. Trata-se de 150 vivendas que ainda nom forom entregadas aos sus proprietários galaicos que pagarom com o seu suor e trabalho. A promotora encarregada da obra entrou num concurso de credores antes de habilitar serviços básicos como o auga ou a electricidade, e nas que agora residem várias famílias de ciganos procedentes do campamento de Penamoa, que será desalojado por completo o vindeiro Venres 20 de Abril. Afirmam os hipócritas dos ciganos que nom tenhem «otro lugar a donde ir».



Quando se deixa a comunidades ciganas que nom paguem os edifícios que ocupam mentres que se bota a galaicos que nom os pagam, damo-nos de conta que é outro atalho mais do sistema capitalista para rematar com nós. Há que dizé-lo bem claro, nom queremos na nossa pátria: Droguistas, Traficantes, Extorsionistas, Contrabandistas, Ladrons, Contistas, Usureiros, Hipócritas... e um longo etcétera com o que poderiamos denominar ao 90% dos ciganos.

Quem nom sabe das fazanhas desta raça? Por citar algumhas: A venda de drogas e o correspondente envelenamento das nossas crianças e jovens, O roubo de material qualquer para a extracçom do cobre, A extorsom de empresários para o pago da seguridade para as suas naves, locais e obras, Os acidentes simulados para cobrar do seguro, A contaminaçom e criadoiro de lixo nos seus povoados chabolistas, As liortas com outras raças polo domínio drogueiro, etc. O ocupamento de andares novos indigna-nos igualmente, mas era algo que quase já esperavamos pola incompetência dos nossos governantes à hora de fazer fronte à problemática cigana.

Na defesa do mesmos, sempre teremos aos nossos conhecidos que sempre nos diram que os brancos também fam essas cousas (curiosamente esses delinquentes sempre som os aciganados da cidade que tenhem boa relaçom com ciganos); mas som gente que nom é crítica e que está vacinada pola propaganda do sistema, pois com botar umha simples olhada aos porcentagens de delinquência da nossa raça e à da raça cigana, chegaria à mesma conclusom que nós.

Os alcaldes que falam de "integraçom racial" levam aos seus filhos a colégios sem imigrantes e ciganos, os senhores diputados que aprovam um assentamento de ciganos num bairro obreiro para a sua reinserçom, nom iriam a viver naquela zona nem tolos.

Drogados, degenerados, ladrons e aproveitados, essa é a gente que dirige o anti-racismo "nom governamental"...e gosta-mos de que assim seja. Se SOS Racismo nom recebera um só €uro das instituçons nem multi-nacionais ou grandes empresas que devem justificar a sua "política correta", se vivera das quotas de gentes normais, isso seria mais grave para nós, significaria que a gente normal assume o anti-racismo agressivo e direito como algo positivo e próprio... mas nom é assim. A gente normal "aceita" o que lhes dizem nos meios mas nom assume na sua vida esse anti-racismo. Ninguem quere na sua casa 40 ciganos de vizinhos. Nom som "racistas", isso nom pode ser, nom o som, seria terrível para eles enfrontar-se à propaganda, mas... E se som racistas realmente?

O cigano é errante e nom obedece mais que ao seu clam, algo do que nós erramos. Que estejam alguns “ocidentalizados e civilizados” (polo menos em apariência) nom pode dizer-se que sejam integradores ou integrados numha sociedade ou comunidade alheia, muito mais na Gallaecia que em qualquer ponto da Ibéria. Polo tanto considera-mos que o cigano es um hospede na nossa cultura e raça, que nada aporta, mais que alguns costumes igual de alheios e malignos para a nossa.

Que se mantenha um certo marge racial é bom, também graças a que eles nom nos consideram aptos para o seu clam. O seu ligeiro ilhamento racial ou hermetismo, mantivo-os diferenciados durante muitos séculos de convivência, ainda que isto com o tempo vera-se corrompido pola era moderna multi-culturalista, como já está acontecer.



<< Os galegos escorrentaremos do nosso país a “praga de Egipto” ainda que se apresentara com recomendaçons..., porque somos a antítese da golferáncia e do senhoritismo da gitaneria e do toureirismo >> Alfonso Daniel Rodrigues Castelão


sábado, 7 de abril de 2012

A pátria feita cinzas



Há uns dias, as chamas dum incêndio intencionado devorarom um dos espaços naturais mais antigos e melhor conservados de Europa. 2000 das 9000 hectares do "Parque Natural" e "Lar de Importancia Comunitária"-uns títulos que puoco servirom para a sua salvaguarda- das Fragas do Eume forom calcinadas por este criminal atentado contra o nosso património. Fragas de Eume eram ontem um pequeno paraiso alonjado do ruido e a suciedade da sociedade moderna, que albergava milheiros de exemplares de carvalhos, ameneiros, choupos, bétulas, castinheiras e felgos, assim como gatos-bravos, raposos, algárias e martas. Milheiros de hectares de superfície de lagos e vales onde se atopava um dos bosques atlânticos melhor conservados da nossa Europa, um lar em definitiva que tinha cambiado bem pouco dende o Neolítico, e que foi testemunha da nossa história e dos avatares de muitas geraçons de galaicos, salva-guardando no seu interior a memória passada e espiritual dos nossos antergos e oturas ricas expressons do nosso património artístico como cruzeiros, pontes, santuários e dos milenários mosteiros como Caaveiro e Monfero.

Umha parte desta preciosa zona já desapareceu, e o resto atopa-se em grave perigo. Sórdidas intenços especulativas de interese económico adivinham-se como em tantas outras agressons à nossa castigada pátria, detrás deste atentado. Por isso é necessário sinalar que um povo que permite que lhe roubem e destruam o seu património, o seu habitat e com isso a sua memória e raizes atopa-se na antessala de perder também a sua essência, a sua dignidade e razom de ser.

Um primeiro elemento a termos em conta no caso das fragas do Eume é que o incêndio parece ter-se originado na zona da Capela onde está projetada a exploraçom mineira de andaluzita do Pico Velho, contra o critério dos movimentos sociais que tenhem feito umha intensa campanha contra essa possibilidade, em funçom da riqueza natural da zona. Com a floresta autóctone calcinada, os planos de espólio natural tenhem mais fácil concreçom.

Por isso sinalamos àss autoridades galegas e estatais como responsábeis indireitas deste desastre com a complicidade de todos aqueles que lhes derom a sua confiança nas urnas. A política forestal e de defesa da natureza devem ser umha prioridade para qualquer autoridade política, e este como todos os demais incêndios que assolam a península ibérica, som froito dumhas medidas completamente insuficientes assim como da ausência de medidas punitivas contra os responsábeis direitos deste terrível terrorismo.

A regeneraçom do bosque das Fragas do Eume podem custar séculos, e grande parte das suas perdas som insustituíbeis. Os efeitos sobor o méio ambente e a vida seram terríbeis, e a perda cultural e espiritual inqualificável. Por isso as medidas de protecçom da nossa natureza assim como dumha legislaçom de castigo para os responsábeis dos incêndios devem renovar-se à magnitude deste tipo de terrorismo; a pena de morte pedimos sem miramentos.

Os incêndios e agressons conscientes contra a nossa pátria e a natureza podem ser calificados como terrorismo, precisamente porque é um dos piores terrorismos, a pesares da indiferença com a que se trata dende as oligarquias que nos governam.

Atentar contra o méio natural é atentar contra a nossa comunidade popular e contra a vida no seu conjunto. Um dano que inevitabelmente perdurará durante muitas geraçons.
O nosso dever como galaicos e europeus é criar e apoiar alternativas políticas que fagam fronte à oligarquia e a casta política que permitiu que a nossa pátria esteja-se a converter em cinzas e à vez luitem para a sua conservaçom e restituçom. Gallecia e Europa devem viver.


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Gallaecia: a Galtia, berço dos celtas



Segundo o Lebhar Ghabála Érenn (Livro das invasons de Irlanda, S II) a última vaga chegou a Irlanda desde o reino de Brigántia, a terra de Breogan e dos Milesianos, a atual Gallaecia. Foi Ith, filho de Breogan, quem alviscou a ilha desde umha Torre. Ith embarcou-se de cara aquela ilha, mas os nobres nativos decidiram assassiná-lo. Os Milesianos, celtas goidélicos de Brigántia (Bergantinhos), embarcaram-se rumo a Ilha para vingar a morte de Ith. Após chegar a Irlanda, encaminhar-se-ia a Tara para reclamar a soberania da ilha. Durante o caminho aparecem-se Banba, Fodla e Ériu; tríade divina que representa as deusa-nai da soberania, a mulher do rei celta. Os Milesianos, com a ajuda do seu druida Amergin, vencem finalmente aos Tuatha Dé Dannan. Por causa disto, os Irlandeses sempre acreditaram ser descendentes de galaicos.

Em 2006, Bryan Sykes ex-professor de Genética humana da Universidade de Oxford publicou o livro com o título de “The blood of the Isles”. O livro é o resultado dum estudo genético com o fim de pesquisar a origem da populaçom das Ilhas Britânicas. Os resultados avaliaram o dito pelo Lebhar Ghabála; os Irlandeses descem de “Galaicos”. Umha história conservada durante milénios pôde ser avaliada. Mas nom só isso.. A identidade de Breogan existiu entre os galaicos, tal e como evidenciaram os jazigos do Facho de Donom (Cangas do Morraço). Era o deus dos mortos, o hospedeiro do Além, o Dis Pater do que diziam descer os galos.



Faz mais de 2500 anos, um nobre da “viril” Treba ou Teuta (Tribo) galaica dos Nérios morreu em Tartessos. Lá se achou a sua lápide, e no epígrafe está a mençom mais antiga á Galalecia; a Gáltia. Quer dizer, a Céltia, o povo céltico genuíno, o berço dos celtas. Um povo que tinha umha “consciência nacional” e que tinha umha estruturaçom complexa comum aos outros povos celtas.

Mas este nome também têm a ver com a origem da sua linhagem de heróis fundadores da estirpe. É por isso que os galaicos se nomeavam a si próprios de Célticos, e é por isso que os autores do mundo clássico os identificaram como tais. Damos começo a umha viagem à génese mesma do nosso povo, da nossa origem; a “linhagem de celtiato”.



A Europa do Paleolítico final faz 20.000 anos apresentava um panorama muito distinto ao de hoje. O Último Máximo Glacial supus que as populaçons se vissem forçadas a ir para o sul pelo avanço do gelo. Isso fez com que procurassem refúgios glaciais, lugares onde o clima fosse mais benigno e permitisse a vida humana. O NW Peninsular foi um importante refúgio glacial que deu acolhimento a estas populaçons. Pelo outro lado da Europa, os Balcans e o Mar negro também foram refúgios glaciais similares mas os três estavam isolados e afastados. A populaçom do NW da P. Ibérica passa-se por um gargalo de garrafa demográfico, quer dizer, a populaçom sofre umha importante descida. É neste refúgio onde se origina o gene R1B do que falaremos a continuaçom. Ao Norte, a Europa estava sob umha grossa capa de gelo, e o nível do mar era 120m inferior ao atual, o que o mantinha afastado 12 km da costa atual.. Irlanda estava coberta pelo chamado Manto Fito-escandinavo, o qual empecia a vida humana. As capas de gelo puderam supor que o NW da P. Ibérica esteve unida as Ilhas Britânicas neste período.



Ao NW Peninsular chega umha populaçom procedente da actual Baskonia com o marcador genético Rox. Após milhares de anos produz-se umha mutaçom e surge o marcador Rory que só umha parte dos galaicos possuem. Portanto, nesta altura existiriam dous haplotipos: o Rox e o Rory. Deste último gene, o chamado “Haplotipo Modal Gaélico” é do que fala Oppenheimer no livro “The origins of the British”. Este gene está fortemente vinculado a homens irlandeses com nomes gaélicos.



18.000 anos atrás chega a fim este máximo glacial, o gelo começa a fundir-se e o nível do mar vai em aumento. A populaçom do NW Peninsular dá começo a repovoamento dos territórios do N.

Parte desta populaçom desloca-se às Ilhas Britânicas por via marítima. A colonizaçom pelo continente nom é possível por umha razom simples: Citando ao professor Manuel Díaz Regueiro (In Labirinto. Revista galega de divulgaçom científica) “A história, ainda na atualidade, está contada de tal jeito que se obvia a climatologia, determinante nos movimentos das populaçons europeias. Os grandes rios Europeus do noroeste de Europa confluíram num super-rio no Canal da Mancha há 20.000 anos, segundo nos contam na Universidade de Cambridge”. É por isto que as populaçons teriam grandes dificuldades para atravessarem a pé este rio por via continental.

Também por via fluvial, já que a corrente e a amplitude do rio faria impossível o seu trânsito com tecnologia da época. Temos de ter também em conta que a corrente marítima chamada hoje Gulf Stream favorecia esse trânsito da península às Ilhas. Esta migraçom está portanto bem definida como resultado dos estudos genéticos Acrescentamos ao dito o resultado do projecto National Geographic/IBM Genographic Project dirigido por Spencer Wells: “DNA analysis shows that the ancestors of most Irish people came from the Iberian Peninsula, who moved north after the last Ice Age, which had depopulated Ireland”. Portanto, esta populaçom do NW Peninsular levou até as Ilhas a sua cultura, a sua língua céltica (precedente do gaélico) e a sua religiom. Sendo esta a origem dos povos que denominamos de celtas cuja populaçom foi-se expandindo desde o nosso Fisterra até o N e L de Europa.



A recente Teoria da Continuidade Paleolítica aponta a esta evidência. Citando novamente ao Professor Manuel Díaz Regueiro (Labirinto. Revista galega de divulgaçom científica p. 41-40): ”Nos anos 90, três arqueólogos e três linguistas, apresentaram independentemente uns dos outros, umha nova teoria das origens do indo-europeu -semelhante á Teoria da Continuidade Urálica-, na que se reclama a ininterrupta continuidade paleolítica também dos povos e das línguas indo-europeias. Os três arqueólogos e pré-historiadores som: o americano Homer L. Thomas, o belga Marcel Otte, um dos maiores expertos do mundo do Paleolítico Meio e Superior, e o germano Alexander Haurler, um especialista na pré-história da Europa Central. Os linguistas som: Mário Alinei, Gabriele Costa e Cicerone Poghirc. “A ‘misteriosa chegada’ dos Celtas ao ocidente de Europa, obrigatória tanto do ponto de vista da Teoria Tradicional como da Teoria da Discontinuidade Neolítica (TDN), é substituída pelo panorama dumha mais primitiva diferenciaçom dos celtas, entendido como grupo indo-europeu mais ocidental da Europa. É evidente que a Europa Ocidental deve ter sido sempre celta e a recente pré-história do Ocidente Europeu -desde a cultura megalítica, atravessando pela cultura do vaso campaniforme, até colonizar La Téne- deveu ser celta. Em consequência, a duraçom da expansom colonial dos celtas foi muito mais alargada do que se tem pensado e cresceu de oeste para leste, e nom ao invés”.



Durante milhares de anos as populaçons dos países celto-atlânticos continuariam interagindo após a migraçom por causa do seu posicionamento “geo-estratégico”. Esta evidencia é salientável no transcurso dos milénios, o qual deu lugar ao que o prof. André Pena Granha denomina Direito Celta Comum ou “Celtic Common Law”.

Temos de salientar o facto de os Irlandeses conservarem em forma de lenda esta realidade histórica. Mas nom só isso, pois em certo modo os galaicos viviam na genuína céltica: a Gáltia. Temos a prova num epígrafe Tartéssico da Idade do Bronze.

O linguista e especialista em estudos celtas John T. Koch decifrou a língua tartéssica como língua celta. Um interessante epígrafe pertencente a umha lápide, decifrado por Koch diz o seguinte:
“A invocaçom dos Lúgoves da gente Néria, por um nobre da Kaltai/Galtai(=Celtia =Gal(i)tia) descansa ainda dentro. Invocando todos os heróis, o sepulcro de Tasionos recebeu-o”

Com curiosidade sinala o Professor Moralejo "...que Callaecia tendría sus allegados etimológicos en latín callus ‘callo” y collis ‘colina, en el (pre)griego colofón… Y Celtae también podría entrar en la opción etimológica *kel-. Serían algo así como los ‘altivos’(…)”. (Juan J. Moralejo Álvarez. In Callaica Nomina)



Os Nérios, etimologicamente “os viris” eram umha treba galaica. Plínio IV,111” Celtici cognomine Nerii et Supertamarci, quorum in paeninsula tres arae Sestianae Augusto dedicatae” (Os célticos ditos de Nérios e Além-Tamâricos, em cuja península há três aras Sestianas dedicadas a Augusto). Mela III,11. “Cetera Supertamarici Nerique incolunt in eo tractu ultimi” (aliás, Além-Tamáricos e Nérios moram nessa regiom última). Para o professor Higino Martins, Nérios e Supertamâricos eram os mesmos.



Todo isto quer dizer que nesta altura já existia umha complexa estruturaçom na sociedade galaica, a qual tinha portanto umha “consciência nacional”. As relaçons eram próprias dumha sociedade estratificada, partindo desde os castros que se agrupavam em filiaçons de reinos tribais até grandes reinos ou confederaçons, chegando a ter um centro real como em Irlanda. Em certas datas do ano, principalmente Samhain (Sâmanos galaico), Beltaine (Beltónios), Imbolc (Ambíwolka) e Lughnasad (Lugunastada) reuniam-se nas Óenach (Oinaikoi); assembleias políticas, religiosas, judiciarias mas também com características festivas. Estas assembleias realizavam-se em lugares com carácter sacro e nom habitado onde confluíam distintas tribos ou até grandes reinos. A mais importante, o umbigo da Gáltia, a qual poderia estar vinculada o Rei Supremo era Nemetóbriga. O equivalente galaico de Tara.

Um ônfalon (umbigo) é um centro desde o qual se acha que foi criado o mundo. Neste caso o mundo dos Galaicos: a Gáltia. Este lugar, este Axis Mundi, era um eixo de comunicaçom entre o mundo dos homens e o mundo superior dos deuses. Mas também era umha volta ao centro, às origens, ao vínculo com os devanceiros e aliás por que isso, neste ponto central celebrava-se o grande Óenach, Oinaikos em galaico) da Gáltia. Citando a Manuel Almendro: “A Óenach representava assim o retorno à unidade original e à recriaçom da orde. Servia para manter os simbolismos e o “Status quo”(…).” Era um regresso às origens, ao principio de todas as cousas, umha comemoraçom e umha representaçom do acontecimento mitológico que deu origem á sacralidade do lugar. Era um velório ao defunto fundador e as carreiras e competiçons de jogos funerários. Na Óenach, em presença de reis, nobres e povo em geral, o completo passado mitológico e cronológico da naçom era conjurado ao presente pelos druidas (na Gáltia chamados de Durbedes”. Este Ómphalos era Nemetóbriga (Situado em Trives) onde à sua vez convergiam as três grandes confederaçons: Os Oinaikos dos Ártabroi, dos Gróbioi e dos Austúroi que com a chegada do Império Romano deram lugar aos Conventos (=Oinaikos/Óenach) Lucense, Bracarense e Asturicense.



Em Nemetóbriga deveu existir umha mâmoa fundacional, ao igual do que em muitos campos sacros da nossa terra. Estas mâmoas puderam pertencer a famílias das elites dirigentes. Eram umha referência para justificar o seu poder proveniente legitimamente do devanceiro ou herói fundador. É o caso dumha mâmoa fundacional calcolítica de Cela-Nova cuja estela dizia “Aqui jaze Lateron, filho de celtiato” ou mesmo um epígrafe provavelmente vinculado ao guerreiro de Rubians que diz “Latronus Veroti Filius”: ”Ladron (de Lateronus, que anda ao par do príncipe da treba), filho de Veroto, c.f Proto-celta *U(P)ERO>UERO>VERO “alto”, ”elevado”, ”importante mais o sufixo latino –tus- veja-se comparativamente Uero Breo “Senhor da Alta Casa”( André Pena Granha: Narom, um concelho com história de seu I. pág 38). Temos de ter em conta que as magníficas estátuas galaicas estiveram originalmente sobre grandes mâmoas dizendo: Esta é a nossa terra porque aqui descansam os nossos devanceiros.

E quem será o “herói fundacional” da Gáltia (=Céltia) e dos Celtas (os altivos)? Qual será a origem da linhagem galaica?. Os gauleses diziam ser descendentes de “Dis Pater”. E se os celtas eram os altivos e a Gáltia era a altiva…todos seriam filhos do “Altíssimo”, do “Dis Pater” do senhor da elevada fortaleça, da Bero-Briga da que falam as aras do Facho de Donom. Como diriam os cristãs “todos somos filhos de Deus”.



No Facho de Donom (Cangas do Morraço) acharam-se mais de 170 aras votivas dedicadas a um Deo Lari Bero-Breo ou Bero Breogoco, quer dizer, “O Senhor da Alta Casa (dos mortos)”, o senhor de Bero-briga…a elevada fortaleça. É o deus Hospedeiro, relacionado com a palavra Irlandesa Briugú e que aparece num epígrafe galaico como “Vestio Allonieco” (O Hospedeiro do Além(?)). Mas este deus têm outros epítetos, entre eles Cernunnos. O deus cornudo, soberano do Além. A cornamenta, como a do cervo, é também umha promessa de regeneraçom, de nova vida.



É, como sustém o prof. André Pena Granha, “O deus do terceiro passo (do sol)”. Mora lá onde se oculta o Astro-Rei, na ilha paradisíaca a onde se dirigem as almas: Tír na nÓg, Tir Na Ambam, Ávalon, Beróbriga...

Lateron dizia ser filho de Celtiato (o altivo) para justificar a sua linhagem e Latronus dizia ser filho de Veroto (o alto, elevado ou importante). É por isso que os celtas, entre eles os gauleses que diziam descer do Dis Pater, eram filhos do “Senhor da Alta Fortaleça” criador da estirpe, da linhagem da Gáltia.

E esse Senhor…Bero-Breo ou Bero Breogoco nom é outro que ao que o Lebhar Gabhála Érenn é que se refere como Breogan.

Com razom o Hino galego, escrito por Eduardo Pondal, é que se refere à Nossa Terra como “Fogar de Breogan” ou “Nazón de Breogan”.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Ataques indireitos do torrentismo

Dende o M.R.A. Gallaecia desvinculamo-nos do ataque contra a sede de Esquerda Unida de Vila-Garcia, e negamos toda implicaçom direita ou indireita em ditos feitos.

Nom é o nosso estilo amedrontar nem ameaçar a ninguém, e menos por meio dum vandalismo tam rastreiro e infantil, próprio do torrentismo. E é a estes a quenes sinalamos abertamente como os culpáveis, pois a organizaçon neo-franquista División Norte, cujos membros moram nesta mesma vila, tenhem um longo historial de provocaçons e insultos cara o Nacional-Socialismo e ao nosso clam.


A pintada com a legenda em castelám "Ladrones" nom faze mais que deixar em evidência aos autores; pois o M.R.A. Gallaecia nunca empregaria esse idioma em território nacional.
http://www.lavozdegalicia.es/noticia/arousa/2012/03/23/organizacion-neonazi-atenta-pintadas-contra-eu/0003_201203A23C3991.htm

O seitor neo-franquista na Galiza, aproveitando a perseguiçom do sistema aos camaradas com julgamentos políticos, e aproveitando o filom mediático pretendem afundir mais ao nosso clam com este tipo de acçons despreçáveis.


Foto da gentalha palheira autora das pintadas, subida por eles mesmos a umha conhecida rede social.

terça-feira, 20 de março de 2012

Dogmas do poder



Houvo um tempo na nossa Europa, que cada dia é menos nossa, no qual aqueles que vertessem opinions que nom concordassem cos dogmas religiosos que regiam a vida dos nossos povos tinham que fazer fronte a múltiplas penalidades, desde a exclusom social até a sua execuçom coma hereges. Incluso aqueles que a travesso do raçoamento da deduçom lógica e da constataçom empírica chegavam a verdades dificilmente refutáveis, eram vítimas do dogmatismo religioso, ou melhor dito do dogmatismo do poder, já que precisamente o poder que ostentavam assentava-se nuns dogmas de fé que conseguírom, dumha ou outra maneira, fossem aceitados polo povo ó que regiam. Polo tanto nom falamos de fanatismo religioso, se nom de fanatismo do poder, fanatismo radicalmente intransigente com aqueles que a travesso da raçom atentavam contra os cimentos mesmos sobre o cal se erige o poder imperante.

Se tomamos algum livro de texto sobre história que pululam polas aulas das nossas escolas e liceus, chegaremos á conclusom de que o descrito anteriormente é algo do passado, dum passado remoto e escuro, que como muito deixa reminiscências nesses “bárbaros talibans” que no seu cego ódio intolerante atentam contra as felizes e virtuosas gentes do edem capitalista americano, que coma pago á sua filantrópica obra a favor dum mundo unido na mescla racial, a multiculturalidade, e o consumo-produçom do homem-escravo ao serviço do dinheiro, recebe um bombardeio de avions de passagem sequestrados que som estrelados contra os centros financeiros e militares do império iankie-sionista.

Bem, esta poderia ser a liçom magistral do mestre medio democrata e progressista em qualquer das nossas escolas. Que alívio! Exclama-mos, afortunadamente a nossa sociedade democrata, capitalista, niilista e ateia longe está de aquelas épocas escuras de fanatismo religioso, e a aqueles que, coma os talibam, tratam de fazer regressar os tempos da obscuridade intransigente, que atentam contra o nosso, as vezes, pouco ponderado regimen de liberdades e tolerâncias som imediatamente exterminados pola nossa feroz maquinaria de guerra para a paz, que ademais de proporcionar-nos a paz, polo aniquilamento do inimigo, tem a propriedade de regenerar a nossa desacelerada economia graças ó engrassamento da indústria de guerra.

O problema de viver nuns determinados tempos históricos é que se carece de perspectiva sobor eles, no senso de que é difícil aceder, para o cidadam meio a umhas fontes de “verdade” que nom emanem do poder estabelecido, ponhamos um exemplo, um clássico, Galileu Galilei foi vítima da intoleráncia religiosa (do poder), isto é umha obviedade para qualquer pessoa que minimamente assistira á escola básica, mais nom o era para o paisano medio contemporáneo de Galileu, carecia de perspectiva, de acesso ás fontes de Galileu e estava totalmente submetido ao poder da propaganda e a coercitividade do poder governante.

Para o homem comum contemporâneo de Galileu, este era um herege coma bem haviam estabelecido os representantes da autoridade divina na terra.

Para o "democrata moderno", estas situaçons som cousas do passado, agora há “liberdade”, cada quatro anos metemos um papel numha caixa que nos fai reitores e comparticipes na direcçom da nossa sociedade de liberdades e tolerâncias. No nosso mundo perfeito, já nom ha Galileus, nem cidadans mediatizados pola propaganda do fanatismo religioso, dim-nos, todos somos livres de escolher e opinar o que nos venha em gana , já nom ha tribunais do santo oficio para nos condenar ao lume purificador da fogueira.

Mas verdade é bem distinta, certo é, já nom há tribunais do santo oficio, mais si há tribunais de justiça “laicos” que coma os primeiros tenhem a missom de salvaguardar, nom o dogma de fé religioso, se nom, o dogma de fé do poder, uns e outros servem ao poder estabelecido, que esse pode esteja revestido dum manto religioso ou nom, é algo meramente anedótico.

Mais os detentores do poder laico moderno, onde o deus judeu Yahvé foi substituído polo deus judeu Dinheiro, melhorarom as suas técnicas para o controlo social graças sobre todo á irrupçom primeiro da prensa escrita e já a partires da segunda metade do século XX dos mass-media em geral e da TV em particular.

Tanto se diferençam os nossos tempos dos de Galileu?, a resposta do observador superficial fixa-se só na forma externa das cousas sem afundar nem esquadrinhar na sua essência, na sua raiz, é clara, som radicalmente distintas, nada que verem os nossos luminosos tempos com aqueles escuros do passado. As formas variaram radicalmente, deus Yahvé já nom unge os nossos governantes, e os dogmas de fé da igreja deixaram de ter validez coma elementos de sustentaçom do poder (hoje atentar contra ditos dogmas pode-lhe ser merecedor dalgum democrático galardom), hoje cada 4 anos mudamos de dirigentes, gozamos de infinidade de meios de informaçom para eligir, nadamos na "liberdade".

Mais a essência nom variou, Yahvé foi trocado polo outro grande deus judeu, O Dinheiro, e os dogmas do judeu-cristianismo polos dogmas do materialismo-capitalista ou do seu gemelgo o materialismo-marxista.

Hoje em dia também temos os nossos Galileus, homes e mulheres os que desde a força com a aplicaçom sistemática e constante do método científico dá-lhes, mostram as falácias que cimentam o actual sistema, estes novos mártires da verdade som os revisionistas e os racistas como Pedro Varela, David Irving, Ramon Bau. Eles sofrem persecuçons policiais, judiciais, para-policiais, para-judiciais, exclusom social, despidos improcedentes, intimidaçons e humilhaçons psicológicas de toda classe, e todo elo pôr atentar com a razom contra dos dogmas do sistema de liberdades e tolerâncias, o holoconto e a suposta igualdade racial ou negaçom das raças.

Eu pergunto aos democratas que falam que os tribunais do santo ofício som cousas do passado por que os perseguirdes?; por que impedirdes a distribuiçom dos seus livros?; por que os agredirdes?; por que condenardes ó ostracismo?; por que nom podemos ouvir a sua verdade?; mais nom éramos ceives para elixir o nosso destino? Caros democratas antes de queimar-me na fogueira por ama-la minha raça e defenderem aqueles inocentes que foram executados por um crime que nunca cometeram aguardo que as anteriores perguntas foram respondidas.

As vítimas dos verdugos democráticos, tanto os que connosco seguem coma os que nos deixaram, aguardam vossas respostas, aí estam, os Irving, os Faurisson, os Garaday, os Remer, os Gönsik, os Graff, os Toben, os Lauck, os Küssel, os Jordan, os Hancock, os Varela, os Bau, e tantos outros apestados e perseguidos por defender e difundir as suas ideias, por defender e difundir os seus estudos científicos. Senhor memocrata, separa-nos realmente tanto da época histórica de Galileu?, senhor democrata, nom sente você que as oligarquias que rijem seu destino negam-lhe umha de informaçom vital para terem umha perspectiva real do tempo que tocou-lhe a viver?, senhor democrata, nom é você maior de idade para discernir se as teorias defendidas polas pessoas citadas antes som a obra dumha pandilha de tolos?; por que permite que o poder decida por você, ao igual com a oligarquia religiosa fazia com os coetâneos de Galileu?

Faga um esforço, trate de lembrar algumha coluna de jornal, algum comentário de tertúlia radiofónica, algum programa televisivo, onde alguém fale sobre os racistas e revisionistas sem ódio e desprezo. Nom sega a esforçar-se, nom os achará, acaba você de descobrir com a diversidade de informaçom, ca liberdade de prensa é um puro espelhismo no deserto da intolerância democrática, acaba você de descobrir a DITADURA DEMOCRÁTICA.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Livro do Pensamento NS Galaico






ÍNDICE

- M.R.A. Gallaecia
- Galiza, a naçom desconhecida
- NS Galaico
- O verdadeiro NS
- Reflexons dum NS Galaico
- Alvaro das Casas e os Ultreia
- NS Germanos e Gallaecia
- A Europa das Pátrias
- O Castelao que nom lembram
- Eládio e a revoluçom NS
- Estado Sionista Espanhol
- A bandeira "rojigualda"
- Portugal é Gallaecia
- Asturies é Gallaecia

- Kallaikia, a civilizaçom anterga a Roma
- Mudança da memória histórica na Gallaecia
- Gallaecia sem Galaicos
- A genética na Atlântia

- Que é, ou nom é NS?
- NS nom é Fascismo
- Fascismo, falangismo e NS
- NS ou White Power?
- A defesa do ideário NS
- Os ideais da Nova Geraçom
- Honra
- Innacçom ou Egoismo?
- O símbolo que vem da Alma
- A sútil ditadura do pensamento único
- Tolémias nazis?
- Teoria racial NS
- Racismo, as ideias malditas
- A negaçom das raças humanas
- O poder sionista nos EUA
- O mito da igualdade
- A luita contra o lobby gai

- Economia capitalista, comunista, fascista e NS
- Fundamentos económicos do NS
- O nosso socialismo
- A propriedade privada no NS


15€uros unidade, interessados ponham-se em contacto no email MRA_Gallaecia@hotmail.com