segunda-feira, 26 de março de 2012

Ataques indireitos do torrentismo

Dende o M.R.A. Gallaecia desvinculamo-nos do ataque contra a sede de Esquerda Unida de Vila-Garcia, e negamos toda implicaçom direita ou indireita em ditos feitos.

Nom é o nosso estilo amedrontar nem ameaçar a ninguém, e menos por meio dum vandalismo tam rastreiro e infantil, próprio do torrentismo. E é a estes a quenes sinalamos abertamente como os culpáveis, pois a organizaçon neo-franquista División Norte, cujos membros moram nesta mesma vila, tenhem um longo historial de provocaçons e insultos cara o Nacional-Socialismo e ao nosso clam.


A pintada com a legenda em castelám "Ladrones" nom faze mais que deixar em evidência aos autores; pois o M.R.A. Gallaecia nunca empregaria esse idioma em território nacional.
http://www.lavozdegalicia.es/noticia/arousa/2012/03/23/organizacion-neonazi-atenta-pintadas-contra-eu/0003_201203A23C3991.htm

O seitor neo-franquista na Galiza, aproveitando a perseguiçom do sistema aos camaradas com julgamentos políticos, e aproveitando o filom mediático pretendem afundir mais ao nosso clam com este tipo de acçons despreçáveis.


Foto da gentalha palheira autora das pintadas, subida por eles mesmos a umha conhecida rede social.

terça-feira, 20 de março de 2012

Dogmas do poder



Houvo um tempo na nossa Europa, que cada dia é menos nossa, no qual aqueles que vertessem opinions que nom concordassem cos dogmas religiosos que regiam a vida dos nossos povos tinham que fazer fronte a múltiplas penalidades, desde a exclusom social até a sua execuçom coma hereges. Incluso aqueles que a travesso do raçoamento da deduçom lógica e da constataçom empírica chegavam a verdades dificilmente refutáveis, eram vítimas do dogmatismo religioso, ou melhor dito do dogmatismo do poder, já que precisamente o poder que ostentavam assentava-se nuns dogmas de fé que conseguírom, dumha ou outra maneira, fossem aceitados polo povo ó que regiam. Polo tanto nom falamos de fanatismo religioso, se nom de fanatismo do poder, fanatismo radicalmente intransigente com aqueles que a travesso da raçom atentavam contra os cimentos mesmos sobre o cal se erige o poder imperante.

Se tomamos algum livro de texto sobre história que pululam polas aulas das nossas escolas e liceus, chegaremos á conclusom de que o descrito anteriormente é algo do passado, dum passado remoto e escuro, que como muito deixa reminiscências nesses “bárbaros talibans” que no seu cego ódio intolerante atentam contra as felizes e virtuosas gentes do edem capitalista americano, que coma pago á sua filantrópica obra a favor dum mundo unido na mescla racial, a multiculturalidade, e o consumo-produçom do homem-escravo ao serviço do dinheiro, recebe um bombardeio de avions de passagem sequestrados que som estrelados contra os centros financeiros e militares do império iankie-sionista.

Bem, esta poderia ser a liçom magistral do mestre medio democrata e progressista em qualquer das nossas escolas. Que alívio! Exclama-mos, afortunadamente a nossa sociedade democrata, capitalista, niilista e ateia longe está de aquelas épocas escuras de fanatismo religioso, e a aqueles que, coma os talibam, tratam de fazer regressar os tempos da obscuridade intransigente, que atentam contra o nosso, as vezes, pouco ponderado regimen de liberdades e tolerâncias som imediatamente exterminados pola nossa feroz maquinaria de guerra para a paz, que ademais de proporcionar-nos a paz, polo aniquilamento do inimigo, tem a propriedade de regenerar a nossa desacelerada economia graças ó engrassamento da indústria de guerra.

O problema de viver nuns determinados tempos históricos é que se carece de perspectiva sobor eles, no senso de que é difícil aceder, para o cidadam meio a umhas fontes de “verdade” que nom emanem do poder estabelecido, ponhamos um exemplo, um clássico, Galileu Galilei foi vítima da intoleráncia religiosa (do poder), isto é umha obviedade para qualquer pessoa que minimamente assistira á escola básica, mais nom o era para o paisano medio contemporáneo de Galileu, carecia de perspectiva, de acesso ás fontes de Galileu e estava totalmente submetido ao poder da propaganda e a coercitividade do poder governante.

Para o homem comum contemporâneo de Galileu, este era um herege coma bem haviam estabelecido os representantes da autoridade divina na terra.

Para o "democrata moderno", estas situaçons som cousas do passado, agora há “liberdade”, cada quatro anos metemos um papel numha caixa que nos fai reitores e comparticipes na direcçom da nossa sociedade de liberdades e tolerâncias. No nosso mundo perfeito, já nom ha Galileus, nem cidadans mediatizados pola propaganda do fanatismo religioso, dim-nos, todos somos livres de escolher e opinar o que nos venha em gana , já nom ha tribunais do santo oficio para nos condenar ao lume purificador da fogueira.

Mas verdade é bem distinta, certo é, já nom há tribunais do santo oficio, mais si há tribunais de justiça “laicos” que coma os primeiros tenhem a missom de salvaguardar, nom o dogma de fé religioso, se nom, o dogma de fé do poder, uns e outros servem ao poder estabelecido, que esse pode esteja revestido dum manto religioso ou nom, é algo meramente anedótico.

Mais os detentores do poder laico moderno, onde o deus judeu Yahvé foi substituído polo deus judeu Dinheiro, melhorarom as suas técnicas para o controlo social graças sobre todo á irrupçom primeiro da prensa escrita e já a partires da segunda metade do século XX dos mass-media em geral e da TV em particular.

Tanto se diferençam os nossos tempos dos de Galileu?, a resposta do observador superficial fixa-se só na forma externa das cousas sem afundar nem esquadrinhar na sua essência, na sua raiz, é clara, som radicalmente distintas, nada que verem os nossos luminosos tempos com aqueles escuros do passado. As formas variaram radicalmente, deus Yahvé já nom unge os nossos governantes, e os dogmas de fé da igreja deixaram de ter validez coma elementos de sustentaçom do poder (hoje atentar contra ditos dogmas pode-lhe ser merecedor dalgum democrático galardom), hoje cada 4 anos mudamos de dirigentes, gozamos de infinidade de meios de informaçom para eligir, nadamos na "liberdade".

Mais a essência nom variou, Yahvé foi trocado polo outro grande deus judeu, O Dinheiro, e os dogmas do judeu-cristianismo polos dogmas do materialismo-capitalista ou do seu gemelgo o materialismo-marxista.

Hoje em dia também temos os nossos Galileus, homes e mulheres os que desde a força com a aplicaçom sistemática e constante do método científico dá-lhes, mostram as falácias que cimentam o actual sistema, estes novos mártires da verdade som os revisionistas e os racistas como Pedro Varela, David Irving, Ramon Bau. Eles sofrem persecuçons policiais, judiciais, para-policiais, para-judiciais, exclusom social, despidos improcedentes, intimidaçons e humilhaçons psicológicas de toda classe, e todo elo pôr atentar com a razom contra dos dogmas do sistema de liberdades e tolerâncias, o holoconto e a suposta igualdade racial ou negaçom das raças.

Eu pergunto aos democratas que falam que os tribunais do santo ofício som cousas do passado por que os perseguirdes?; por que impedirdes a distribuiçom dos seus livros?; por que os agredirdes?; por que condenardes ó ostracismo?; por que nom podemos ouvir a sua verdade?; mais nom éramos ceives para elixir o nosso destino? Caros democratas antes de queimar-me na fogueira por ama-la minha raça e defenderem aqueles inocentes que foram executados por um crime que nunca cometeram aguardo que as anteriores perguntas foram respondidas.

As vítimas dos verdugos democráticos, tanto os que connosco seguem coma os que nos deixaram, aguardam vossas respostas, aí estam, os Irving, os Faurisson, os Garaday, os Remer, os Gönsik, os Graff, os Toben, os Lauck, os Küssel, os Jordan, os Hancock, os Varela, os Bau, e tantos outros apestados e perseguidos por defender e difundir as suas ideias, por defender e difundir os seus estudos científicos. Senhor memocrata, separa-nos realmente tanto da época histórica de Galileu?, senhor democrata, nom sente você que as oligarquias que rijem seu destino negam-lhe umha de informaçom vital para terem umha perspectiva real do tempo que tocou-lhe a viver?, senhor democrata, nom é você maior de idade para discernir se as teorias defendidas polas pessoas citadas antes som a obra dumha pandilha de tolos?; por que permite que o poder decida por você, ao igual com a oligarquia religiosa fazia com os coetâneos de Galileu?

Faga um esforço, trate de lembrar algumha coluna de jornal, algum comentário de tertúlia radiofónica, algum programa televisivo, onde alguém fale sobre os racistas e revisionistas sem ódio e desprezo. Nom sega a esforçar-se, nom os achará, acaba você de descobrir com a diversidade de informaçom, ca liberdade de prensa é um puro espelhismo no deserto da intolerância democrática, acaba você de descobrir a DITADURA DEMOCRÁTICA.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Livro do Pensamento NS Galaico






ÍNDICE

- M.R.A. Gallaecia
- Galiza, a naçom desconhecida
- NS Galaico
- O verdadeiro NS
- Reflexons dum NS Galaico
- Alvaro das Casas e os Ultreia
- NS Germanos e Gallaecia
- A Europa das Pátrias
- O Castelao que nom lembram
- Eládio e a revoluçom NS
- Estado Sionista Espanhol
- A bandeira "rojigualda"
- Portugal é Gallaecia
- Asturies é Gallaecia

- Kallaikia, a civilizaçom anterga a Roma
- Mudança da memória histórica na Gallaecia
- Gallaecia sem Galaicos
- A genética na Atlântia

- Que é, ou nom é NS?
- NS nom é Fascismo
- Fascismo, falangismo e NS
- NS ou White Power?
- A defesa do ideário NS
- Os ideais da Nova Geraçom
- Honra
- Innacçom ou Egoismo?
- O símbolo que vem da Alma
- A sútil ditadura do pensamento único
- Tolémias nazis?
- Teoria racial NS
- Racismo, as ideias malditas
- A negaçom das raças humanas
- O poder sionista nos EUA
- O mito da igualdade
- A luita contra o lobby gai

- Economia capitalista, comunista, fascista e NS
- Fundamentos económicos do NS
- O nosso socialismo
- A propriedade privada no NS


15€uros unidade, interessados ponham-se em contacto no email MRA_Gallaecia@hotmail.com

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Apoio dende o Brasil

Saudações camaradas galaicos. Como podem ver pelo meu "Português", eu sou oriundo do Brasil.

Eu tive o grande prazer de conhecer vosso site recentemente e, devo dizer, estou admirado com tamanha dedicação à causa.

Todavia, acho que o mais importante a se frisar é que estou especialmente contente em saber que ainda existem nacional-socialistas que se mantém fiéis à Doutrina Hitlerista histórica e que não se degeneraram em strasseritas como acontece, infelizmente, com frequência desse lado do Atlântico. Muitos acreditam (e as vezes são sinceros mesmo) que a salvação da Raça Ariana só pode ser alcançada com o uso de táticas bolcheviques de subversão e terrorismo anarquista. Vocês parecem seguir (creio eu) o estilo do CEDADE, ou seja, divulgação da doutrina, militância e coexistência pacífica com o resto da sociedade. Isso é muito bom! Certamente Goebbels ficaria orgulhoso se pudesse ver o ativismo das novas gerações da Europa nacional-socialista hitlerista!

A maioria dos verdadeiros nacional-socialistas (não neo-nazis hollywoodianos degenerados e decadentes!) brasileiros também buscam seguir o exemplo de nossos irmãos ibéricos. Focamos muitas vezes nas obras de Pedro Varela e Ramón Bau ("Ética Revolucionária" e "Nossas Idéias", por exemplo). Não nego, entretanto, que há uma considerável influência norte-americana, especialmente de políticos como George Lincoln Rockwell, William Luther Pierce e David Duke (este último não pode ser considerado hitlerista mas contribuiu consideravelmente para o avanço de nossa raça e ajudou a expor o Sionismo Internacional).

Vocês naturalmente perguntarão: "Se é assim, então por que vocês não organizam paradas e distribuem panfletos e cartazes? E a ação política?"

A resposta: O Brasil "livre e democrático" é um pesadelo orwelliano marxista-trotyskista de opressão e perseguição ideológica. Pior que o Canadá e a Alemanha Federal. Neste caldeirão infernal, você pode parar na mira da Polícia Secreta Ideológica ("DECRADI" - "DElegacia de Crimes RAciais e Delitos de Intolerância") não por "ofender" à alguma "minoria" (que nem são minorias...) protegida pelo Estado, mas apenas por tocar publicamente no assunto "raça" e apontar certos fatos históricos e estatísticos!

Imaginem ultra-liberais radicais corruptos, neo-conservadores corruptos, comunistas (nossa presidenta já foi uma guerrilheira) corruptos, franco-maçons, "gayzistas", feministas radicais, sionistas enrustidos corruptos, banqueiros, traficantes, mafiosos, maconheiros (como o ministro Carlos Minc...), negros vitimistas e supremacistas governando um país e gozando de poderes ditatoriais ilimitados e sem poderem, sob pena de prisão, serem criticados. Esse país é o Brasil.

Nós podemos falar mal do Sistema. Só não podemos expô-lo! Nossa "Liberdade de Expressão" é tão restrita que chega a ser uma piada de mau gosto!

O Brasil é o lugar onde as profecias distópicas de Huxley e Orwell se concretizaram em uma dura e amarga realidade.

Aqui vigora o "Pão e Circo". Aqui, vivemos na "Matrix". A propaganda de "Samba, Praia, Carnaval e Futebol" é apenas uma fachada, um disfarce, um engodo para turistas ricos, abarrotados de dinheiro, dispostos a se charfundarem em um lamaçal de degeneração, crime, imoralidade, vergonhas, violência, promiscuidade, sodomia, indolência, preguiça e mentiras.

O branco brasileiro, mesmo que não perceba, é um cidadão de segunda categoria no país que seus ancestrais construíram. Ou ele é um liberal filo-marxista da Esquerda corrupta, ou ele é um capitalista neo-conservador da Direita corrupta. Não há espaço para a consciência racial branca.

Você pode pregar o orgulho de ser negro, índio, judeu, muçulmano, homosexual, pardo (mestiço), comunista, capitalista, pacifista, militarista, separatista regional, integralista ufanista (nosso Integralismo é diferente do Integralismo Lusitano), espiritualista, niilista, etc... Você só está proibido de divulgar qualquer espécie de consciência racial ariana.

Aqui vigora o mito de que "não existem brancos brasileiros... somos todos misturados... Orgulho Branco é ódio, preconceito e racismo... brancos são os opressores e devem pagar aos povos de cor reparações caras e infindáveis... os europeus brancos malvados chegaram para nos explorar e escravizar... o único povo capaz de cometer genocídio é o povo branco... todo homem, mulher e criança brancas que não sentirem vergonha de sua raça, que não possuirem um complexo de culpa, que não idolatrarem e colocarem num pedestal outras raças, são nazi-fascistas-racistas-supremacistas-homofóbicos-preconceituosos-odiadores-da-diversidade- humana-e-da-"Democracia" que não merecem viver, que deverão sempre estar à margem da sociedade, que não merecem ser ouvidos, que devem ser liquidados, que não merecem gozar de direitos como um ser humano..."

O Brasil é o pior lugar do mundo para uma pessoa branca (não precisa ser nacional-socialista) com um mínimo de orgulho racial habitar. Somos a quintessência da expressão "República das Bananas"!

Aqui reclamam da falta de patriotismo. Mas é claro! Não há motivos para se ter orgulho desse pseudo-país. Aqui, ufanismo e patriotismo são a mesma coisa.

Agora vocês sabem porque não saímos às ruas: É porque estamos com medo! Muito medo de nosso país... medo de nosso Governo... medo de nossos políticos mafiosos... de nossas Forças Armadas (mais de 80% não-ariana)... de nossas selvas urbanas... de nossas leis draconianas... do terror do DECRADI... do lobby pró-Israel da CONIB... das medidas anti-"negacionismo" do "Holoconto"... medo da população não-ariana (cerca de 3/4 da população total)... medo de perder tudo: família, amigos, emprego, Liberdade, respeito, bens, dignidade... É POR ISSO QUE NÃO AVANÇAMOS NO PAÍS!!! É PORQUE SOMOS CAÇADOS E ABATIDOS COMO ANIMAIS!!! É PORQUE SOMOS PRISIONEIROS DE NOSSA COVARDIA E FALTA DE SENSO DE SACRIFÍCIO!!! É PORQUE ESTAMOS ESQUECENDO O QUE SIGNIFICA SER "ARIANO"!!! É PORQUE ESQUECEMOS O QUE É SER UM POVO GUERREIRO, ORGULHOSO, NOBRE, ALTIVO, CONQUISTADOR E INVENTIVO!!!

Por favor,

Por tudo que é mais sagrado,

Por tudo que é mais querido nesse mundo,

A Mãe Europa é nossa terra ancestral!

Nossa luz... Nosso raio de esperança... Nosso lar acolhedor... Nosso último refúgio em um mundo que desmorona em caos a nossa volta... Da Groelândia a Kamchatka reluz a estrela pulsante de nossa História, de nosso sangue, de nossa identidade: Nossa Fortaleza Europa!

Não sabemos quando a luta pela causa de nosso povo poderá ser retomada nessa parte da América Ibérica. Mas sei bem que ela está avançando a cada dia na Europa. A cada dia, mais de nossos irmãos europeus estão acordando, passando a perceber seus sentidos, seus arredores, sua situação... estão elevando a bandeira ao alto! NOSSAS ESPERANÇAS REPOUSAM NA MÃE EUROPA!!!

Peço que meus queridos irmãos da Heróica Gallaecia jamais sejam infectados pelo bacilo do derrotismo. Que a Mãe Europa jamais se torne um Brasil! Rogo ao Cristo Rei para que eu possa viver para ver o dia em que os tambores e trombetas de nossa raça voltem a ressoar ensurdecedores e indestrutíveis. Imploro, por favor, não desistam! Continuem! Tenham Fé! Sejam os melhores de nossa raça! Sejam nossos arquétipos! Dêem-nos a luz, o orgulho e a fé necessária para resurgirmos! Por uma Europa Ariana! Pela Europa das Nações e Etnias! Pelo Triunfo da Fé! Pelo Triunfo da Vontade! Avante Gallaecia!

HEIL HITLER!!!
HEIL GALLAECIA!!!
HEIL EUROPA!!!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O discutido mapa das SS



Muitos nazi-fascistas apelam a este mapa à hora criticar-nos a nós, os Nacional-Socialistas. Há que deixar bem claro que esse mapa étnico-regional das Waffen SS Charlemagne (nom das SS) tinha erros; ao ser eles Franceses e padecer nas suas próprias carnes o jacobinismo originário e mais fedorento, fixo-lhes esboçar umha moreia de etnias que nom existiam, ou que eram em muitos casos sub-etnias ou regions doutra. Mesmo assim este mapa era umha prova visual ao ideal étnico que promoviam nas Waffen SS, ainda que só fosse um esboço.


As Waffen SS Charlemagne certamente tinham umha etnia franca no sue estado francês, umha naçom francesa com a que contar no marco da Europa das Etnias. No caso do estado francês, as etnias a ter em conta seriam : Franceses, Bretons, Bascons, Catalans, Occitans. Nom ocorre o mesmo no caso de Hispânia (Península Ibérica); nos estados: espanhol, português, andorrano, britânico (gibraltar) nom existe a etnia/naçom espanhola/hispânica. Existem as etnias: Bascona, Galaica, Castelhana, Lusitana e Catalana. Todas elas Hispânicas e Europeias.

Hitler uniu no Reich, a toda a naçom germânica, nom às etnias germânicas como soem pensar alguns. Pois umha etnia (do grego έθνος ethnos, "povo" ou "naçom") é umha povoaçom humana na qual os membros identificam-se entre eles, normalmente com base numha genealogia e ascedência comúm, ou noutros laços históricos. As etnias estam também normalmente unidas por umhas prácticas culturais, de comportamento, linguísticas ou religiosas comuns.

Polo tanto ser de diferente etnia/naçom na Europa das Etnias, nom é ser diferente no aspeito numha simples olhada, como alguns pretendem erroeamente mostrar, pois somos dumha mesma raça, a ariana/branca.

Bascons: Bascons + Godos

Galaicos: Celtas + Romanos + Suevos

Castelans: Celtíberos + Romanos + Godos

Catalans: Iberos + Romanos + Godos




Mapa da Germânia do III Reich, onde som reconhecidas as etnias: galega, basca e catalana entre outras. A presença no caso galego devemos-lha a influência de Alvaro Cunqueiro.



Ou é que diferenciam numha simples olhada um Holandês dum Germano? Ou a um Sueco dum Finlandês? Um Russo dum Cosaco ou Ucraniano cecais? Um Escocês dum Inglês ou Irlandês ? O único que diferência aos Europeus é o fenotipo, e isso vira classificado no tipo de sub-raça da qual tenha mais características o indivíduo em questom. Um castelam diferencia-se dum galaico pola sua etnia (etnogénese), nom na sua RAÇA nem na sua SUB-RAÇA, nem fenotipo qualquer. Ou seja que nem hoje em dia, nem nunca diferenciou-se a um catalam dum castelam ou galaico à simples vista.

Todos os nacionalismos de Hispânia nascem a partires de gente afim ao tradicionalismo "carlismo", a este facto engade-se o anti-centralismo, o romanticismo, racismo , etnicismo e em muitos casos sem sabé-lo, o socialismo. Assim nascem os primeiros movimentos nacionalistas: galego, basco, catalam, castelam; e nom nascem a partires de lógias maçónicas marxistas como pretendem fazer-nos ver os nacionalistas espanhois. Quando falem de nacionalistas, falem de gente como Vicente Risco, Alfedro Brañas, Dr Robert ou Jon Mirande; e nom de Otegi, Carod Rovira, e demais imbéciles xarnegus, maketos, palheiros; marxistas ou liberais, que de nacionalistas nom tenhem nada.

O argumento de qualquer nacionalista estatal: espanhol, português, francês... é sempre dizer que o seu "País" é o mais homogêneo que existe, que nom podem existir outros nacionalismos porque nom existem diferenças étnicas, e sempre baseando-se em temas "genotípicos, linguísticos e culturais", sempre nessa orde.

Os governos democráticos e os seus "intrépidos" historiadores descreverom sempre, que a actuaçom das forças Nacional-Socialistas durante a 2ª guerra mundial como opressora, repressiva, quando realmente levou-se a cabo umha cruzada pola liberdade dos povos e naçons oprimidas e separadas.

E é que a política do III Reich alentou a muitos grupos e movimentos patrióticos de naçons oprimidas para que puideram alcançar os seus objectivos libertadores graças ao derrubamento do sistema de Estados capitalistas e comunistas. Se bem estes feitos som quase sempre evitados, têm-se inventado umha " escusa oficial " que sustem que o apoio respondeu únicamente a interesses geo-políticos, ignorando que a colaboraçom vinha existindo desde muito antes do ascenso ao poder no 1933.

O certo é que o Nacional-Socialismo serviu como fonte de inspiraçom e base teórica de muitos movimentos nacionalistas -tal é o caso da organizaçom flamenga Verdinaso-, de modo que o ideal da Nova Ordem Europeia deu-lhes cobertura ao alimentar as esperanças de umha Europa das Pátrias.

Já se vinham mantendo contactos desde os anos 20 com representantes e exilados de diversas nacionalidades, especialmente entre os pertencentes ao povos oprimidos pola URSS. Estes (Caucásicos, Tártaros, Arménios, Geórgicos...) estavam num princípio organizados em torno à revista Karkaz (París) e The Caucasian Quaterly finaciados por Japom e Itália.

Também este derradeiro estado levou a cabo umha política favorável às naçons oprimidas. Num primeiro lar articulara-se o grupo Anti-Europa de G.Volpe cum pensamento europeista semelhante ao da Nova Orde, e logo, quando Mussolini organizou a Internacional Fascista , naçons e regions como Croácia, Flandres, Ucrânia, Catalunya... fôrom admitidas como membros de pleno direito.

Trâ-lo ascenso Nacional-Socialista ao poder na Germânia, muitos líderes nacionalistas exiliados passarom a converter-se em conselheiros especializados em política exterior -tal é o caso dos assessores do balto-germano e teórico NS Alfred Rosenberg-. Também promoveu-se a criaçom de divisons da SS de diversas naçons que nom contavam, em princípio, com Estado de seu ( Arménios, Bretons, Bosnianos, Caucásicos, Cosacos, Checos, Croatas, Eslovenos, Estónios, Flamengos, Geórgicos, Kirguises, Letónios, Lituanos, Tártaros, Ucranianos, Uzbecos...) e tras 1941 formarom-se umha série de representaçons nacionais de distintas naçons que, ainda que dependendo financeiramente de organismos como o Ostministerium, as SS ou a Wehrmacht, jogaram um papel considerável nos órganos de decisom política do III Reich.


O contacto com as naçons oprimidas da Europa Ocidental foi mais intenso. Operavam tradiçons de intercámbio entre frisons do leste e do norte, baixo soberania germana; dos grupos de celtólogos germanos, com certo carácter esotérico e com ecos incluso na organizaçom Abnenerbe (Herança dos Antergos), adicada às labouras culturais, históricas e arqueológicas dependendo direitamente das SS, ou do interesse académico desenrolado entre amplos círculos de linguistas e etnólogos polos nacionalismos Basco, Galego, Català, Irlandês ou Escocês. De feito, convencidos da legitimidade da causa Nacional-Socialista, várias pessoas e organizaçons dos dous últimos paises chegárom a colaborar como espias ou propagandistas.

A continuaçom, e a modo de exemplos práticos do que se tem dito até o de agora, há umha série de resumos mui reduzidos, e que polo tanto deveriam-se ampliar separadamente, de cómo o Nacional-Socialismo fundiu-se com as luitas de libertaçom nacional numha série de povos e naçons europeias: Eslováquia, Ucrânia, Croácia, Bretanha, Flandres e Frísia.

Eslováquia

Trâ-lo derrubamento do Estado checo-eslovaco em Março de 1939 surgiu umha República Eslovaca impulsada polo movimento nacionalista SLS. Se bem em princípio esta organizaçom tinha um curte mais bem populista-católico, os sectores mais jovens, organizados em torno da revista Nástup, dinamizárom sua política cara o Nacional-Socialismo, até que se converteu em partido único baixo o nome de Unidade Nacional Eslovaca.



Entre os líderes Nacional-Socialistas eslovacos temos que mencionar a Vojtech Tuka, que chegou a ser primeiro ministro. Fora mestre de direito na Universidade Húngara de Bratislava i em 1923 já organizara umha milícia, inspirada no Fascismo Italiano, denominada Rodobrana (Defesa da Pátria) que ressurgiria no 39, actuando conjuntamente com a Garda Hlinka do UNE. Tuka e mais o mais o ministro do interior, A.Mach, foram responsáveis da nazilizaçom do partido, propugnando um racismo biológico como base da nacionalidade eslovaca e colaborando com o III Reich na deportaçom de judeus.



Com a ocupaçom comunista do país, que durou até 1990, Eslováquia perdeu sua liberdade e de novo converteu-se em umha naçom oprimida.

Ucrânia

O segundo exemplo é o de Ucrânia, onde existia umha organizaçom nacionalista, a UNO, que já vinha apoiando ao III Reich desde a sua constituçom.



Os ucranianos destacárom na 2ª guerra mundial polo seu apoio militar às forças Nacional-Socialistas (com um total de 30.000 efectivos). Este apoio centrou-se na fronte do leste, desde o começo da invasom à URSS em Junho de 1941, já que os nacionalistas da UNO vírom a oportunidade de restaurar um Estado ucraniano unificado e independente e, à vez, luitar contra o inimigo comunista. Assi, trá-la criaçom do Estado eslovaco, surgiu a República Cárpato-Ucraniana.



Pola sua parte, algumhas facçons da UNO, agrupadas em torno a Stepan Bandera, acompanharom à Wehrmacht no 1941 na sua entrada libertadora em território ocupado polos comunistas e proclamárom a independência de Ucrânia em Junho do mesmo ano na cidade de Lviv.


A Wehrmacht contou com tropas auxiliares ucranianas e, incluso nas SS, participárom voluntários ucranianos ocidentais (nas divisons Nachtigall e Roland), formando umha divisom própria (a divisom SS Galiza) reclutada em boa parte pola UNO.

Por outra banda, a componente anti-semita do nacionalismo ucraniano era inegável, já que considerava ao comerciantes judeus como opresores dos labregos e colaboradores com a Rússia Comunista.

Trá-la ocupaçom comunista, Ucrânia foi submetida ao Império Soviético a pesar que as actividades armadas do Exército Insurgente Ucraniano UPA perduraram até começos da década dos 50, confinadas à Ucrania ocidental.

Croácia

O terceiro exemplo é o de Croácia, onde o Nacional-Socialismo estivo estreitamente veiculado ao movimento dos ustachi (insurgentes), surgido no periodo de entre-guerras. O seu fundador, o advogado Ante Pavelic, procedia do Partido do Direito, de corte nacionalista tradicional e fundado no 1861, do qual era secretário geral. Em 1929, logo de que o rei Alexandre impusesse um régime autoritário, Pavelic, seguindo o modelo da ORIM macedónia, considerou que chegara a hora de fundar umha organizaçom partidária da acçom direita que supera-se o conformismo do Partido Campesinho Croata. Assim fundou-se a Organizaçom Insurgente Revolucionária Croata (Ustacha-Hrvatska Revolucionarna Organizacija), que adoitava o führerprinzip. Também surgiram paralelamente umhas milícias: Deiesa Croata (Hrvatski Domobran).



O partido Ustachi estabelecia nos seus princípios, publicados em 1932, o objectivo de fundar um Estado croata independente, baseado nas tradiçons comunitárias campesinhas e aposto ao capitalismo, afirmando a sua funçom de baluarte fronte ao comunismo. A derrota de Jugoslávia ante as forças da Wehrmacht em Abril de 1941 fixo possível a criaçom do Estado croata independente (Nezavisna Drzava Hrvatska), sendo o primeiro chefe de Estado Pavelic. Este e o Partido Ustachi constituírom um Estado de corte Nacional-Socialista que perdurou até a invasom soviética. Tampouco podemos esquecer a Divisom SS "Handschar", formada em 1943 por voluntários mussulmanos de Bósnia-Herzegovina. A sua totalidade, junto com outros 30.000 bósnios e croatas, fórom entregados polos británicos aos partisanos de Tito, perecendo na denominada "Marcha da Morte" ou em execuçons massivas.




Até aqui a história de três povos que com o Nacional-Socialismo ganharam a sua liberdade e que com comunismo perdero-na.

Flandres



Em Flandres operavam várias organizaçons regionalistas de aberto carácter Nacional-Socialista. É o caso do VNV (Vlaamsch Nationaal Verbond), fundado no 1933, e o Verdinaso. Ambos partidos vinham sendo apoiados financeiramente polo III Reich polo menos desde o 1937.



A Verdinaso tivo umha estreita colaboraçom com as SS, servindo de base de recrutamento da secçom SS flamenga (Allgemeine SS-flandern) e da Bandeira SS "flandres". Pola sua parte,a administraçom germana, depende da Wehrmacht, contou com a VNV para a organizaçom dum corpo de funcionários para o novo governo flamengo. Com a invasom ao Império Soviético em Abril de 1941, aumentou o entusiasmo dos nacionalistas. Paralelamente, membros do VNV tomarom postos nos ministérios belgas assim como na administraçom flamenga. De feito, este partido contava no 42 com 100.000 membros e várias organizaçons sectorais.



Os líderes do VNV, entre eles De Clercq e Hendrik Elias, apostaram decididamente por colaborar no eido militar com as forças Nacional-Socialistas. De este jeito criou-se umha unidade de voluntários dentro das SS, a Legiom Flandres, que combateu na fronte oriental como vanguarda da luita contra o comunismo, aderindo-se à Nova Orde. A VNV controlava direitamente a legiom nomeando os seus oficiais e formando companhias separadas. A partires do 44 tomam maior protagonismo o Partido Nacionalista Flamengo dos trabalhadores e as SS-Flandres.

Com a invasom das forças judeu-capitalistas, os nacionalistas flamengos viram-se obrigados a fugir a Hannover, onde se criou o Governo Flamengo no Exílio.

Por outro bando, temos que fazer referência à VVF, presente no Flandres Francês. Com a ajuda das forças Nacional-Socialistas sacaram adiante no 1941 a publicaçom do seu órgano oficial bilingue, Le Lion des Flandres-De Torrewachter , desde o qual difundiu-se umha mensagem ideológica racista e panneerlandista. Muitos regionalistas flamengos de França chegaram a ingressar nas Allgemeine SS mas a invasom de Normandia polas tropas norte-americanas impediu posteriores avanços. A finalidade regionalista tem como finalidade a uniom de Flandres a Holanda, formando a unidade de Diestland.



Bretanha



O nacionalismo bretom é um dos exemplos mais interessantes, sobre todo para nós, como naçom celta, polo que há de ser ampliado devidamente mais adiante.



Com a libertaçom de França polas forças Nacional-Socialistas , os líderes do PNB (Strollad Broadel Breiz), Olier Mordred e Debauvais, podem regressar à Bretanha, Mordred lançou em 1942 a revista Stur, de aberto carácter Nacional-Socialista, e Debauvais, junto Lainé, no 44 reeditou a revista Breiz Atao. Também organizou umha unidade de voluntários nacionalistas, a partires das milícias do PNB, as Bagadoú Stourm (Grupos de Combate), para luitar ao lado dos alemans e vingar aos militantes nacionalistas assassinados polas guerrilhas comunistas. Surgiu assim a Brigada Bezen Perrot que luitou baixo o nome de Bretonische Waffenverband der SS. No eido cultural, o Reich obrigou ao governo de Vichy a reconhecer o bretom como língua no ensino e deu-se-lhe certo grau de autonomia à regiom com a criaçom do Comité Consultatif de Bretagne. Tampouco se pode deixar de citar o Mouvement Ouvrier Social-National (Movimento Nacional-Socialista Obreiro Bretom) fundado no 1941 por T.Jeusset.



Em Junho de 1944, com a invasom das tropas judeu-capitalistas, as Bezen Perrot repregarom-se cara Alemanha ingressando nas SS ou mantiverom guerrilhas anticomunistas até finais do 44. Há muito mais que contar sobre a Bretanha que já contarei mais adiante.

Frísia

Os primeiros contactos entre nacionalistas frisons e nacional-socialistas alemans tiveram lugar como derivaçom dos antigos vínculos estabelecidos nos anos 20 e 30 entre os nacionalistas e os grupos regionalistas militantes de Frísia oriental (a Ostfriesische Landshaff), interessados em reavivar a comum parentela entre frisons ocidentais, orientais e setentrionais. Esses contactos materializavam-se nos Congressos Gramfrisons celebrados desde 1925, estando presentes no último deles (1937) representantes do NSDAP.

De feito,vários oficiais das SS porcedentes da Frísia oriental fizeram propostas de um amplo autogoverno aos nacionalistas frisons. Éstes constituirom um : triunviriato pouco depois, o Trijemanskip, integrado por Jaap Kalma, Sybesma e Folkerstma. O segundo éra próximo ao partido Nacional-Socialista NSDAP e fundou meses mais tarde umha organizaçom Nacional-Socialista Frisona, racista e anti-semita.

Himmler e a organizaçom das SS Abnenerme mostraram interesse pola causa frisona, e de feito, as SS fomentaram a literatura em idioma frisom, deram oportunidades para publicar e ganhar prémios aos escritores do movimento frisom, e incluso decretaram a anexiom das ilhas nordholandesas de Vlieland e Terschelling à província de Frísia.

Em fevereiro de 1941, partido nacional-socialista de Sybesma e o Partido Popular frisom uniram-se para formar conselho frisom (Fryske Rie), que logo passaria a formar parte da organizaçom Saxo-Frísia, promovida por Abnenerbe.

Conclusom

Eis aqui um breve resumo de parte da história de seis povos europeus. Seis naçons que no periodo 1938-1944 deram passos gigante cara a sua libertaçom obrigado ao Nacional-Socialismo. Três de estes povos acadarom o seu lugar próprio dentro da nova Ordem Europeia e os outros três fariam outro tanto se nom fora contra-ofensiva judea (comunista e capitalista). Meio século teria que passar para que Eslováquia, Ucrânia e Croácia recuperaram sua liberdade trás serem submetidos ao inferno vermelho. Flandres, Bretanha e Frísia seguem a luitar por ela.

A história da-nos a razom. O Nacional-Socialismo é a única esperança para os povos oprimidos que nom queiram ser assimilados pola cultura judeu-capitalista ou sucumbir ante a aniquilaçom comunista. Porque somos nós, os Nacional-Socialistas, os que defendemos a Nova Orde Europeia, os que devemos luitar por umha Europa das Pátrias, umha Europa unida e libertada.

Gallaecia

O legendário investigador germano Otto Rahn ,segundo revela recentemente a Orde Martinista, visitou Crunha em 1937 para seguires umha pista que levava à tumba do Apóstolo em Compostela. Rahn permaneceu vários meses na cidade herculina camuflado com a nutrida rede de assistentes militares N-S Germanos que o asesoravam entóm.



Sabe-se que o investigador germano visitou a casa natal do seu mestre martinista no número 13 da rua Olmos ,que ainda segue tal qual, e que rastreou lendas relacionadas com a ruta galaica do Graal. Rahn deixou constáncia num escrito que Gallaecia foi o reino europeu occidental mais antigo —antes que o visigodo com sede na Toulouse— tras a caida do Império Romano e o único país de sustrato céltico que ostenta o graal no seu escudo.



Outro mestre germano, Fritz Krüger estudou sobre a "Galiza vista por um estrangeiro", que conhecia através de longas viagens por terras galaicas. Este fundo conhecedor da linguística e etnografia galaica cobrou recentemente notoriedade a partires de investigaçons que provariam ter sido um agente da inteligência Nacional-Socialista antes e durante a guerra mundial, circunstância absolutamente desconhecida naqueles momentos, nom só pola colectividade galaica, senom também polos políticos republicanos ali presentes. O mestre Krüger era um firme defesor da unidade étnica e lingüística da naçom galaica "lucense, bracarense e asturicense".

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

sábado, 24 de dezembro de 2011

Imigraçom, arma do capitalismo

por Christian Bouchet

A denúncia mais lúcida que puidem ler, estes derradeiros meses, da política favorável à imigraçom, seguida, dende umha quarentena de anos, polos governos do estado francês, de direita ou de esquerda, nom saiu da esfera "nacionalista". Muito ao contrário, descobri-na num sitio web “de esquerda “, o do semanário Marianne.

Baixo o título “Imigraçom: por qué o empresariado sempre quer mais?” , o contribuidor anónimo da versom em linha deste jornal, nom vacila em escrever que a imigraçom é umha arma do grande empresariado para “pagar aos asalariados sempre menos” .

Esta explicaçom seria algo banal baixo a minha pluma, mas é, ao meu modo de ver, todo um acontecimento que se atope baixo a de um jornalista chamado de "esquerda". Isto demostra que alguns deles abrem os olhos por fim, ainda que seja tarde.

O mesmo artigo merece umha atenta leitura, e da-nos numerosas muniçons para o combate político diário.
Depois de ter lembrado que o presidente Pompidou reconheceu, pouco antes da sua morte, que abrira as portas da imigraçom em no estado francês a petiçom dos grandes patronos, desejosos de poder goçar dumha mam de obra numerosa, dócil e barata, ademais de reduzir os ardores reivindicativos dos trabalhadores do estado francês, entom mais sindicados que actualmente, o jornalista de Marianne exclama que “corenta anos mais tarde, nada semelha ter mudado” . E insiste no feito de que “as chamadas à imigraçom venhem sempre polo mesmo lado, e sempre polas mesmas razons”. A única diferença que sinala é que as cousas empioran e que todas as profissons estám agora concernidas, incluido aquelas que demandam longos estudos como os ingenheiros ou os informáticos.

O artigo insiste seguidamente no feito de que os informes da Comisom Europeia, do Medef ou do Business Europe (o Medef europeu) nom deixarom dende faze várias décadas de apelar à petiçom de cada vez mais imigraçom. O mesmo ocorre com o informe Attali de 2008, pedido por Nicolás Sarkozy, quem entre as 300 medidas que preconiça reclama umha aceleraçom da imigraçom.

Mais interessante ainda, o periodista de Marianne da-nos acesso a extractos do informe de finais de 2009 do Conselho de análise económica (umha estructura que informa ao Primeiro ministro em matéria económica, é dizer o seu estatuto oficial!), titulado “Imigraçom, calificaçons e mercado do trabalho” . Este informe explica primeiro que na economia, a noçom de “penúria” da mam de obra num sector de actividade determinado de trabalhadores extrangeiros nom tem sentido num período de desemprego, engadindo que o “facto de que alguns nativos rejeitam certos tipos de emprego simplesmente pode significar que os trabalhadores tenhem melhores oportunidades antes que ocupar estes empregos, e disso que os salários correspondentes deviam aumentar para que foram enchidos”. Dito claramente, umha penúria de mam de obra forma-se quando um sector oferece-nos os salários julgados suficientes para voltar-se atractivo. Neste caso, em lugar de aumentar as remuneraçons, o empresariado pom toda a sua interesse em criar umha penúria, que colmará indo a outro lugar a por umha mam de obra disposta a aceitar salarios menores. É a conclusom à qual o informe chega sem ambiguidade: “no caso do mercado do trabalho, isto significa que no sítio da imigraçom poderia-se contemplar umha subida do salário dos menos qualificados”.
Todo isto confirma-nos nas teses que defendemos neste sítio web dende faze muitos anos. Isto confirma-nos também o papel de auxiliares dos grandes empresariados das diversas organizaçons esquerdalhas e mendicantes que militam para facilitar a entrada e a acolhida dos imigrados no nosso país. Polo mesmo, isto permite-nos comprender e explicar claramente por que Sarkozy ou Besson, nesta matéria, jamais faram nada sobor o fundo – é dizer contra a imigraçom – e contentaram-se com actuar sobre a forma, por exemplo legislando sobre o burka ou denunciando a poligámia.

E quanto a nós, este artigo deve devolvernos a os nossos fundamentos: a luita contra a imigraçom e nom contra o Mundialismo, o combate contra o mal que nos roe e nom contra as suas manifestaçons accesórias. Os que nom o comprenderam e se deixaram levar na deriva islamófoba, chegaram a ser os colegas da direita, dos esquerdalhos e os mendicantes progressistas. Como esses, sejam os parvos úteis do grande capital, do Medef e do sistema Sarkozy.