terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O discutido mapa das SS



Muitos nazi-fascistas apelam a este mapa à hora criticar-nos a nós, os Nacional-Socialistas. Há que deixar bem claro que esse mapa étnico-regional das Waffen SS Charlemagne (nom das SS) tinha erros; ao ser eles Franceses e padecer nas suas próprias carnes o jacobinismo originário e mais fedorento, fixo-lhes esboçar umha moreia de etnias que nom existiam, ou que eram em muitos casos sub-etnias ou regions doutra. Mesmo assim este mapa era umha prova visual ao ideal étnico que promoviam nas Waffen SS, ainda que só fosse um esboço.


As Waffen SS Charlemagne certamente tinham umha etnia franca no sue estado francês, umha naçom francesa com a que contar no marco da Europa das Etnias. No caso do estado francês, as etnias a ter em conta seriam : Franceses, Bretons, Bascons, Catalans, Occitans. Nom ocorre o mesmo no caso de Hispânia (Península Ibérica); nos estados: espanhol, português, andorrano, britânico (gibraltar) nom existe a etnia/naçom espanhola/hispânica. Existem as etnias: Bascona, Galaica, Castelhana, Lusitana e Catalana. Todas elas Hispânicas e Europeias.

Hitler uniu no Reich, a toda a naçom germânica, nom às etnias germânicas como soem pensar alguns. Pois umha etnia (do grego έθνος ethnos, "povo" ou "naçom") é umha povoaçom humana na qual os membros identificam-se entre eles, normalmente com base numha genealogia e ascedência comúm, ou noutros laços históricos. As etnias estam também normalmente unidas por umhas prácticas culturais, de comportamento, linguísticas ou religiosas comuns.

Polo tanto ser de diferente etnia/naçom na Europa das Etnias, nom é ser diferente no aspeito numha simples olhada, como alguns pretendem erroeamente mostrar, pois somos dumha mesma raça, a ariana/branca.

Bascons: Bascons + Godos

Galaicos: Celtas + Romanos + Suevos

Castelans: Celtíberos + Romanos + Godos

Catalans: Iberos + Romanos + Godos




Mapa da Germânia do III Reich, onde som reconhecidas as etnias: galega, basca e catalana entre outras. A presença no caso galego devemos-lha a influência de Alvaro Cunqueiro.



Ou é que diferenciam numha simples olhada um Holandês dum Germano? Ou a um Sueco dum Finlandês? Um Russo dum Cosaco ou Ucraniano cecais? Um Escocês dum Inglês ou Irlandês ? O único que diferência aos Europeus é o fenotipo, e isso vira classificado no tipo de sub-raça da qual tenha mais características o indivíduo em questom. Um castelam diferencia-se dum galaico pola sua etnia (etnogénese), nom na sua RAÇA nem na sua SUB-RAÇA, nem fenotipo qualquer. Ou seja que nem hoje em dia, nem nunca diferenciou-se a um catalam dum castelam ou galaico à simples vista.

Todos os nacionalismos de Hispânia nascem a partires de gente afim ao tradicionalismo "carlismo", a este facto engade-se o anti-centralismo, o romanticismo, racismo , etnicismo e em muitos casos sem sabé-lo, o socialismo. Assim nascem os primeiros movimentos nacionalistas: galego, basco, catalam, castelam; e nom nascem a partires de lógias maçónicas marxistas como pretendem fazer-nos ver os nacionalistas espanhois. Quando falem de nacionalistas, falem de gente como Vicente Risco, Alfedro Brañas, Dr Robert ou Jon Mirande; e nom de Otegi, Carod Rovira, e demais imbéciles xarnegus, maketos, palheiros; marxistas ou liberais, que de nacionalistas nom tenhem nada.

O argumento de qualquer nacionalista estatal: espanhol, português, francês... é sempre dizer que o seu "País" é o mais homogêneo que existe, que nom podem existir outros nacionalismos porque nom existem diferenças étnicas, e sempre baseando-se em temas "genotípicos, linguísticos e culturais", sempre nessa orde.

Os governos democráticos e os seus "intrépidos" historiadores descreverom sempre, que a actuaçom das forças Nacional-Socialistas durante a 2ª guerra mundial como opressora, repressiva, quando realmente levou-se a cabo umha cruzada pola liberdade dos povos e naçons oprimidas e separadas.

E é que a política do III Reich alentou a muitos grupos e movimentos patrióticos de naçons oprimidas para que puideram alcançar os seus objectivos libertadores graças ao derrubamento do sistema de Estados capitalistas e comunistas. Se bem estes feitos som quase sempre evitados, têm-se inventado umha " escusa oficial " que sustem que o apoio respondeu únicamente a interesses geo-políticos, ignorando que a colaboraçom vinha existindo desde muito antes do ascenso ao poder no 1933.

O certo é que o Nacional-Socialismo serviu como fonte de inspiraçom e base teórica de muitos movimentos nacionalistas -tal é o caso da organizaçom flamenga Verdinaso-, de modo que o ideal da Nova Ordem Europeia deu-lhes cobertura ao alimentar as esperanças de umha Europa das Pátrias.

Já se vinham mantendo contactos desde os anos 20 com representantes e exilados de diversas nacionalidades, especialmente entre os pertencentes ao povos oprimidos pola URSS. Estes (Caucásicos, Tártaros, Arménios, Geórgicos...) estavam num princípio organizados em torno à revista Karkaz (París) e The Caucasian Quaterly finaciados por Japom e Itália.

Também este derradeiro estado levou a cabo umha política favorável às naçons oprimidas. Num primeiro lar articulara-se o grupo Anti-Europa de G.Volpe cum pensamento europeista semelhante ao da Nova Orde, e logo, quando Mussolini organizou a Internacional Fascista , naçons e regions como Croácia, Flandres, Ucrânia, Catalunya... fôrom admitidas como membros de pleno direito.

Trâ-lo ascenso Nacional-Socialista ao poder na Germânia, muitos líderes nacionalistas exiliados passarom a converter-se em conselheiros especializados em política exterior -tal é o caso dos assessores do balto-germano e teórico NS Alfred Rosenberg-. Também promoveu-se a criaçom de divisons da SS de diversas naçons que nom contavam, em princípio, com Estado de seu ( Arménios, Bretons, Bosnianos, Caucásicos, Cosacos, Checos, Croatas, Eslovenos, Estónios, Flamengos, Geórgicos, Kirguises, Letónios, Lituanos, Tártaros, Ucranianos, Uzbecos...) e tras 1941 formarom-se umha série de representaçons nacionais de distintas naçons que, ainda que dependendo financeiramente de organismos como o Ostministerium, as SS ou a Wehrmacht, jogaram um papel considerável nos órganos de decisom política do III Reich.


O contacto com as naçons oprimidas da Europa Ocidental foi mais intenso. Operavam tradiçons de intercámbio entre frisons do leste e do norte, baixo soberania germana; dos grupos de celtólogos germanos, com certo carácter esotérico e com ecos incluso na organizaçom Abnenerbe (Herança dos Antergos), adicada às labouras culturais, históricas e arqueológicas dependendo direitamente das SS, ou do interesse académico desenrolado entre amplos círculos de linguistas e etnólogos polos nacionalismos Basco, Galego, Català, Irlandês ou Escocês. De feito, convencidos da legitimidade da causa Nacional-Socialista, várias pessoas e organizaçons dos dous últimos paises chegárom a colaborar como espias ou propagandistas.

A continuaçom, e a modo de exemplos práticos do que se tem dito até o de agora, há umha série de resumos mui reduzidos, e que polo tanto deveriam-se ampliar separadamente, de cómo o Nacional-Socialismo fundiu-se com as luitas de libertaçom nacional numha série de povos e naçons europeias: Eslováquia, Ucrânia, Croácia, Bretanha, Flandres e Frísia.

Eslováquia

Trâ-lo derrubamento do Estado checo-eslovaco em Março de 1939 surgiu umha República Eslovaca impulsada polo movimento nacionalista SLS. Se bem em princípio esta organizaçom tinha um curte mais bem populista-católico, os sectores mais jovens, organizados em torno da revista Nástup, dinamizárom sua política cara o Nacional-Socialismo, até que se converteu em partido único baixo o nome de Unidade Nacional Eslovaca.



Entre os líderes Nacional-Socialistas eslovacos temos que mencionar a Vojtech Tuka, que chegou a ser primeiro ministro. Fora mestre de direito na Universidade Húngara de Bratislava i em 1923 já organizara umha milícia, inspirada no Fascismo Italiano, denominada Rodobrana (Defesa da Pátria) que ressurgiria no 39, actuando conjuntamente com a Garda Hlinka do UNE. Tuka e mais o mais o ministro do interior, A.Mach, foram responsáveis da nazilizaçom do partido, propugnando um racismo biológico como base da nacionalidade eslovaca e colaborando com o III Reich na deportaçom de judeus.



Com a ocupaçom comunista do país, que durou até 1990, Eslováquia perdeu sua liberdade e de novo converteu-se em umha naçom oprimida.

Ucrânia

O segundo exemplo é o de Ucrânia, onde existia umha organizaçom nacionalista, a UNO, que já vinha apoiando ao III Reich desde a sua constituçom.



Os ucranianos destacárom na 2ª guerra mundial polo seu apoio militar às forças Nacional-Socialistas (com um total de 30.000 efectivos). Este apoio centrou-se na fronte do leste, desde o começo da invasom à URSS em Junho de 1941, já que os nacionalistas da UNO vírom a oportunidade de restaurar um Estado ucraniano unificado e independente e, à vez, luitar contra o inimigo comunista. Assi, trá-la criaçom do Estado eslovaco, surgiu a República Cárpato-Ucraniana.



Pola sua parte, algumhas facçons da UNO, agrupadas em torno a Stepan Bandera, acompanharom à Wehrmacht no 1941 na sua entrada libertadora em território ocupado polos comunistas e proclamárom a independência de Ucrânia em Junho do mesmo ano na cidade de Lviv.


A Wehrmacht contou com tropas auxiliares ucranianas e, incluso nas SS, participárom voluntários ucranianos ocidentais (nas divisons Nachtigall e Roland), formando umha divisom própria (a divisom SS Galiza) reclutada em boa parte pola UNO.

Por outra banda, a componente anti-semita do nacionalismo ucraniano era inegável, já que considerava ao comerciantes judeus como opresores dos labregos e colaboradores com a Rússia Comunista.

Trá-la ocupaçom comunista, Ucrânia foi submetida ao Império Soviético a pesar que as actividades armadas do Exército Insurgente Ucraniano UPA perduraram até começos da década dos 50, confinadas à Ucrania ocidental.

Croácia

O terceiro exemplo é o de Croácia, onde o Nacional-Socialismo estivo estreitamente veiculado ao movimento dos ustachi (insurgentes), surgido no periodo de entre-guerras. O seu fundador, o advogado Ante Pavelic, procedia do Partido do Direito, de corte nacionalista tradicional e fundado no 1861, do qual era secretário geral. Em 1929, logo de que o rei Alexandre impusesse um régime autoritário, Pavelic, seguindo o modelo da ORIM macedónia, considerou que chegara a hora de fundar umha organizaçom partidária da acçom direita que supera-se o conformismo do Partido Campesinho Croata. Assim fundou-se a Organizaçom Insurgente Revolucionária Croata (Ustacha-Hrvatska Revolucionarna Organizacija), que adoitava o führerprinzip. Também surgiram paralelamente umhas milícias: Deiesa Croata (Hrvatski Domobran).



O partido Ustachi estabelecia nos seus princípios, publicados em 1932, o objectivo de fundar um Estado croata independente, baseado nas tradiçons comunitárias campesinhas e aposto ao capitalismo, afirmando a sua funçom de baluarte fronte ao comunismo. A derrota de Jugoslávia ante as forças da Wehrmacht em Abril de 1941 fixo possível a criaçom do Estado croata independente (Nezavisna Drzava Hrvatska), sendo o primeiro chefe de Estado Pavelic. Este e o Partido Ustachi constituírom um Estado de corte Nacional-Socialista que perdurou até a invasom soviética. Tampouco podemos esquecer a Divisom SS "Handschar", formada em 1943 por voluntários mussulmanos de Bósnia-Herzegovina. A sua totalidade, junto com outros 30.000 bósnios e croatas, fórom entregados polos británicos aos partisanos de Tito, perecendo na denominada "Marcha da Morte" ou em execuçons massivas.




Até aqui a história de três povos que com o Nacional-Socialismo ganharam a sua liberdade e que com comunismo perdero-na.

Flandres



Em Flandres operavam várias organizaçons regionalistas de aberto carácter Nacional-Socialista. É o caso do VNV (Vlaamsch Nationaal Verbond), fundado no 1933, e o Verdinaso. Ambos partidos vinham sendo apoiados financeiramente polo III Reich polo menos desde o 1937.



A Verdinaso tivo umha estreita colaboraçom com as SS, servindo de base de recrutamento da secçom SS flamenga (Allgemeine SS-flandern) e da Bandeira SS "flandres". Pola sua parte,a administraçom germana, depende da Wehrmacht, contou com a VNV para a organizaçom dum corpo de funcionários para o novo governo flamengo. Com a invasom ao Império Soviético em Abril de 1941, aumentou o entusiasmo dos nacionalistas. Paralelamente, membros do VNV tomarom postos nos ministérios belgas assim como na administraçom flamenga. De feito, este partido contava no 42 com 100.000 membros e várias organizaçons sectorais.



Os líderes do VNV, entre eles De Clercq e Hendrik Elias, apostaram decididamente por colaborar no eido militar com as forças Nacional-Socialistas. De este jeito criou-se umha unidade de voluntários dentro das SS, a Legiom Flandres, que combateu na fronte oriental como vanguarda da luita contra o comunismo, aderindo-se à Nova Orde. A VNV controlava direitamente a legiom nomeando os seus oficiais e formando companhias separadas. A partires do 44 tomam maior protagonismo o Partido Nacionalista Flamengo dos trabalhadores e as SS-Flandres.

Com a invasom das forças judeu-capitalistas, os nacionalistas flamengos viram-se obrigados a fugir a Hannover, onde se criou o Governo Flamengo no Exílio.

Por outro bando, temos que fazer referência à VVF, presente no Flandres Francês. Com a ajuda das forças Nacional-Socialistas sacaram adiante no 1941 a publicaçom do seu órgano oficial bilingue, Le Lion des Flandres-De Torrewachter , desde o qual difundiu-se umha mensagem ideológica racista e panneerlandista. Muitos regionalistas flamengos de França chegaram a ingressar nas Allgemeine SS mas a invasom de Normandia polas tropas norte-americanas impediu posteriores avanços. A finalidade regionalista tem como finalidade a uniom de Flandres a Holanda, formando a unidade de Diestland.



Bretanha



O nacionalismo bretom é um dos exemplos mais interessantes, sobre todo para nós, como naçom celta, polo que há de ser ampliado devidamente mais adiante.



Com a libertaçom de França polas forças Nacional-Socialistas , os líderes do PNB (Strollad Broadel Breiz), Olier Mordred e Debauvais, podem regressar à Bretanha, Mordred lançou em 1942 a revista Stur, de aberto carácter Nacional-Socialista, e Debauvais, junto Lainé, no 44 reeditou a revista Breiz Atao. Também organizou umha unidade de voluntários nacionalistas, a partires das milícias do PNB, as Bagadoú Stourm (Grupos de Combate), para luitar ao lado dos alemans e vingar aos militantes nacionalistas assassinados polas guerrilhas comunistas. Surgiu assim a Brigada Bezen Perrot que luitou baixo o nome de Bretonische Waffenverband der SS. No eido cultural, o Reich obrigou ao governo de Vichy a reconhecer o bretom como língua no ensino e deu-se-lhe certo grau de autonomia à regiom com a criaçom do Comité Consultatif de Bretagne. Tampouco se pode deixar de citar o Mouvement Ouvrier Social-National (Movimento Nacional-Socialista Obreiro Bretom) fundado no 1941 por T.Jeusset.



Em Junho de 1944, com a invasom das tropas judeu-capitalistas, as Bezen Perrot repregarom-se cara Alemanha ingressando nas SS ou mantiverom guerrilhas anticomunistas até finais do 44. Há muito mais que contar sobre a Bretanha que já contarei mais adiante.

Frísia

Os primeiros contactos entre nacionalistas frisons e nacional-socialistas alemans tiveram lugar como derivaçom dos antigos vínculos estabelecidos nos anos 20 e 30 entre os nacionalistas e os grupos regionalistas militantes de Frísia oriental (a Ostfriesische Landshaff), interessados em reavivar a comum parentela entre frisons ocidentais, orientais e setentrionais. Esses contactos materializavam-se nos Congressos Gramfrisons celebrados desde 1925, estando presentes no último deles (1937) representantes do NSDAP.

De feito,vários oficiais das SS porcedentes da Frísia oriental fizeram propostas de um amplo autogoverno aos nacionalistas frisons. Éstes constituirom um : triunviriato pouco depois, o Trijemanskip, integrado por Jaap Kalma, Sybesma e Folkerstma. O segundo éra próximo ao partido Nacional-Socialista NSDAP e fundou meses mais tarde umha organizaçom Nacional-Socialista Frisona, racista e anti-semita.

Himmler e a organizaçom das SS Abnenerme mostraram interesse pola causa frisona, e de feito, as SS fomentaram a literatura em idioma frisom, deram oportunidades para publicar e ganhar prémios aos escritores do movimento frisom, e incluso decretaram a anexiom das ilhas nordholandesas de Vlieland e Terschelling à província de Frísia.

Em fevereiro de 1941, partido nacional-socialista de Sybesma e o Partido Popular frisom uniram-se para formar conselho frisom (Fryske Rie), que logo passaria a formar parte da organizaçom Saxo-Frísia, promovida por Abnenerbe.

Conclusom

Eis aqui um breve resumo de parte da história de seis povos europeus. Seis naçons que no periodo 1938-1944 deram passos gigante cara a sua libertaçom obrigado ao Nacional-Socialismo. Três de estes povos acadarom o seu lugar próprio dentro da nova Ordem Europeia e os outros três fariam outro tanto se nom fora contra-ofensiva judea (comunista e capitalista). Meio século teria que passar para que Eslováquia, Ucrânia e Croácia recuperaram sua liberdade trás serem submetidos ao inferno vermelho. Flandres, Bretanha e Frísia seguem a luitar por ela.

A história da-nos a razom. O Nacional-Socialismo é a única esperança para os povos oprimidos que nom queiram ser assimilados pola cultura judeu-capitalista ou sucumbir ante a aniquilaçom comunista. Porque somos nós, os Nacional-Socialistas, os que defendemos a Nova Orde Europeia, os que devemos luitar por umha Europa das Pátrias, umha Europa unida e libertada.

Gallaecia

O legendário investigador germano Otto Rahn ,segundo revela recentemente a Orde Martinista, visitou Crunha em 1937 para seguires umha pista que levava à tumba do Apóstolo em Compostela. Rahn permaneceu vários meses na cidade herculina camuflado com a nutrida rede de assistentes militares N-S Germanos que o asesoravam entóm.



Sabe-se que o investigador germano visitou a casa natal do seu mestre martinista no número 13 da rua Olmos ,que ainda segue tal qual, e que rastreou lendas relacionadas com a ruta galaica do Graal. Rahn deixou constáncia num escrito que Gallaecia foi o reino europeu occidental mais antigo —antes que o visigodo com sede na Toulouse— tras a caida do Império Romano e o único país de sustrato céltico que ostenta o graal no seu escudo.



Outro mestre germano, Fritz Krüger estudou sobre a "Galiza vista por um estrangeiro", que conhecia através de longas viagens por terras galaicas. Este fundo conhecedor da linguística e etnografia galaica cobrou recentemente notoriedade a partires de investigaçons que provariam ter sido um agente da inteligência Nacional-Socialista antes e durante a guerra mundial, circunstância absolutamente desconhecida naqueles momentos, nom só pola colectividade galaica, senom também polos políticos republicanos ali presentes. O mestre Krüger era um firme defesor da unidade étnica e lingüística da naçom galaica "lucense, bracarense e asturicense".

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

sábado, 24 de dezembro de 2011

Imigraçom, arma do capitalismo

por Christian Bouchet

A denúncia mais lúcida que puidem ler, estes derradeiros meses, da política favorável à imigraçom, seguida, dende umha quarentena de anos, polos governos do estado francês, de direita ou de esquerda, nom saiu da esfera "nacionalista". Muito ao contrário, descobri-na num sitio web “de esquerda “, o do semanário Marianne.

Baixo o título “Imigraçom: por qué o empresariado sempre quer mais?” , o contribuidor anónimo da versom em linha deste jornal, nom vacila em escrever que a imigraçom é umha arma do grande empresariado para “pagar aos asalariados sempre menos” .

Esta explicaçom seria algo banal baixo a minha pluma, mas é, ao meu modo de ver, todo um acontecimento que se atope baixo a de um jornalista chamado de "esquerda". Isto demostra que alguns deles abrem os olhos por fim, ainda que seja tarde.

O mesmo artigo merece umha atenta leitura, e da-nos numerosas muniçons para o combate político diário.
Depois de ter lembrado que o presidente Pompidou reconheceu, pouco antes da sua morte, que abrira as portas da imigraçom em no estado francês a petiçom dos grandes patronos, desejosos de poder goçar dumha mam de obra numerosa, dócil e barata, ademais de reduzir os ardores reivindicativos dos trabalhadores do estado francês, entom mais sindicados que actualmente, o jornalista de Marianne exclama que “corenta anos mais tarde, nada semelha ter mudado” . E insiste no feito de que “as chamadas à imigraçom venhem sempre polo mesmo lado, e sempre polas mesmas razons”. A única diferença que sinala é que as cousas empioran e que todas as profissons estám agora concernidas, incluido aquelas que demandam longos estudos como os ingenheiros ou os informáticos.

O artigo insiste seguidamente no feito de que os informes da Comisom Europeia, do Medef ou do Business Europe (o Medef europeu) nom deixarom dende faze várias décadas de apelar à petiçom de cada vez mais imigraçom. O mesmo ocorre com o informe Attali de 2008, pedido por Nicolás Sarkozy, quem entre as 300 medidas que preconiça reclama umha aceleraçom da imigraçom.

Mais interessante ainda, o periodista de Marianne da-nos acesso a extractos do informe de finais de 2009 do Conselho de análise económica (umha estructura que informa ao Primeiro ministro em matéria económica, é dizer o seu estatuto oficial!), titulado “Imigraçom, calificaçons e mercado do trabalho” . Este informe explica primeiro que na economia, a noçom de “penúria” da mam de obra num sector de actividade determinado de trabalhadores extrangeiros nom tem sentido num período de desemprego, engadindo que o “facto de que alguns nativos rejeitam certos tipos de emprego simplesmente pode significar que os trabalhadores tenhem melhores oportunidades antes que ocupar estes empregos, e disso que os salários correspondentes deviam aumentar para que foram enchidos”. Dito claramente, umha penúria de mam de obra forma-se quando um sector oferece-nos os salários julgados suficientes para voltar-se atractivo. Neste caso, em lugar de aumentar as remuneraçons, o empresariado pom toda a sua interesse em criar umha penúria, que colmará indo a outro lugar a por umha mam de obra disposta a aceitar salarios menores. É a conclusom à qual o informe chega sem ambiguidade: “no caso do mercado do trabalho, isto significa que no sítio da imigraçom poderia-se contemplar umha subida do salário dos menos qualificados”.
Todo isto confirma-nos nas teses que defendemos neste sítio web dende faze muitos anos. Isto confirma-nos também o papel de auxiliares dos grandes empresariados das diversas organizaçons esquerdalhas e mendicantes que militam para facilitar a entrada e a acolhida dos imigrados no nosso país. Polo mesmo, isto permite-nos comprender e explicar claramente por que Sarkozy ou Besson, nesta matéria, jamais faram nada sobor o fundo – é dizer contra a imigraçom – e contentaram-se com actuar sobre a forma, por exemplo legislando sobre o burka ou denunciando a poligámia.

E quanto a nós, este artigo deve devolvernos a os nossos fundamentos: a luita contra a imigraçom e nom contra o Mundialismo, o combate contra o mal que nos roe e nom contra as suas manifestaçons accesórias. Os que nom o comprenderam e se deixaram levar na deriva islamófoba, chegaram a ser os colegas da direita, dos esquerdalhos e os mendicantes progressistas. Como esses, sejam os parvos úteis do grande capital, do Medef e do sistema Sarkozy.

Remate-mos com isto...



LEMBRA QUE É MUITO BONITO TER UM CACHORRINHO NA CASA, MAS LEMBRA QUE ELES MEDRAM. ELES ESTAM CONNOSCO QUANDO MAIS NINGUÉM ESTÁ E QUE NOM SOM COMO OS JOGUETES QUE A GENTE COMPRA E DEPOIS PODEM BOTAR AO LIXO

NOM ABANDONES AO TEU ANIMAL!

Liberdade de expressom?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O caminho - Eládio Rodrigues

O CAMINHO

Terra minha, meiga terra,
terra mansa;
deixat-e de mansedume;
volta-te brava,
verás como entóm
ninguem te asobalha.


Nom todo ha de ser morrinha,
nem ha de ser todo mãgoas,
nem has d’estar pidinchando
como pidinchan os que andam
sempre à esmola dos favores
que abichornam e rebaixam.


Passou o tempo dos choros
e das bãgoas,
e ja é hora de que saibas
ter-te forte com os que mandam,
pois é melhor que che treman
que nom que che tenham lástima.


Quanto mais chores pidindo
mais te verás aldraxada,
que as naçons que choram
som naçons sem alma.


Terra meiga, doce terra,
minha pátria…
Fia-te dos teus esforços
e tem fé cega na raça.


Segue sem medo o caminho
do progresso e das espranças;
caminho seguro,
nom limpo de lama,
que as novas naçons emprendem
e os teus destinos che marcam.


Terás n’él muitos tropeços,
darás muitas cotenhadas,
mais anque tripes espinhas
e sangue che fagam,
e saques os pês feridos
se vas descalça,
nom desconfíes
da redentora jornada,
que à derradeira está o trunfo
dos que podem e os que mandam.


Com a consciência do que vales,
mostra-te brava,
verás como entóm
ninguém te asobalha.


Luita polo teu adianto
com a vontade forte e santa,
que as naçons que luitam
som naçons com alma.


Terra minha, meiga terra,
terra mansa…


Fai que nos teus eidos ermos
cantem de cote as aixadas
o hino trunfal do trabalho;
que fumeguem as tuas fábricas
como os incensários
que nunca se apagam;
que no amor ao cham nativo
comulguem todas as almas;
que n’este espertar glorioso
de redençom e juntança
nom faltem os teus bons filhos,
e que se abram
as fenestras do futuro
cara à nova vida atlântica…


Segue por esse caminho,
se queres ir na companha
das naçons que pensam
e sabem ter alma



Eládio Rodrigues (Raça e Terra, 1922)