Nímia palavra para descrever o mais grande dos sentimentos humanos. Como defini-lo? A nobreza de espírito, a bondade do carácter, a rectitude, a virtude como expressom máxima da pessoa...
Existe algúm outro sentimento mais ligado ao Nacional-Socialismo? Mas, Onde atoparemos hoje tais cousas? O tempo da Honra, como de todo o belo e fermoso passou já.
A sua destruiçom consumou-se junto à de maior génio da história humana, há já mais de médio século. Quando a genial figura de Adolf Hitler foi finalmente destruida para sempre, apagada da face da terra pelos seus inimigos, os nossos inimigos, os inimigos de tudo quanto amamos, os mesmos que hoje regem e governam o nosso mundo. O mundo da servidume, do extermínio cultural das naçons (em termos do sistema “igualdade” ou “multiculturalidade”), da degradaçom, do triunfo do baixo, pobre e miserável…
Em definitiva, o mundo no que “vivemos”, perdeu-se a derradeira oportunidade da humanidade de salvarem-se a si mesma. Já nom fica outra cousa que fazer aos poucos de espírito livre que tivemos a desgraça de nascer num mundo morto e condenado, que tem que manter viva a chama da luz, da razóm e da Swástica para num futuro que seguramente nós nom olharemos, mas si os nosso descendentes polos que luitamos, poidam ser içados novamente as bandeiras do Sangre e da Liberdade. Mas quando isto ocorra, já nom será um homem saido do povo, um homem amante da natureza e dos animais, um homem sempre ao redor das crianças, sempre amável e singelo, amado e seguido pela sua pátria até o fim…
Quem encabece a batalha final da que todos os textos sagrados, arianos ou nom, falam e narram com tudo detalhe. Será esse Hitler criado pelo sistema, esse homem desapiedado, sem escrúpulos, e sem piedade, o que lidere a batalha final na que decidira-se a existência ou a morte. Nom se pode ter piedad com quem nos condea a desaparecer, com quem leva milheiros de anos planejando o nosso extermínio e o seu messiânico renascer como amo e senhor do mundo.
Nom se pode falar de ética, de estilo nem de honra com o cancro das naçons. Tam só a sua desapariçom ou a nossa. Nada importam as consideraçons pessoais quando é a mesma raça a que está em jogo. Todo passa a um segundo plano nesta luita que tem de ser desapiedada e cruel. O nosso Führer intentou por todos os meios devolver à sua naçom, Germania, a liberdade, ou mais bem, o direito a existir em liberdade. Intentou-no primeiro pola paz. Assinou tratados, concedeu entrevistas, tendeu a sua mam milheiros de vezes, juntanças, viagens, concílios. Incluso no final quando foi levado à guerra, quando os seus exércitos que nem sequera estavan preparados para um conflicto de semelhante envergadura, humilhavan a todos os estados Europeus em todas as batalhas, nom cedeu no seu compromisso de assinar a paz.. Até o seu melhor homem, o mais leal germânico e europeu, voou jogando-se a vida à Alba por esse belo ideário de paz entre as naçons irmãs… onde foi batido, encarcerado e finalmente assassinado lodo de mais de 40 anos entre relhas.
A ninguem convenceremos já, e nom creio que a este povo de alcoólicos e prostitutas da fim de semana tiver-se que convencer de algo. Ja passou o tempo da paz, ja passou o tempo das estratégias electorais, e mais ainda nesta Europa, que mais de médio século depois da rematada a guerra continua ocupada por essa besta que estrangula, carcome e corrói a seiva vital das naçons.
Somos poucos, carecemos de meios, somos perseguidos, reprimidos, batidos, encarcerados e incluso assassinados. Mas somos Nacional-Socialistas. É a nossa missom, a nossa obriga o fazer dos nossos ideais, as facheiras que sinalem o caminho na noite aos nossos irmans vindouros. O caminho da honradez, do trabalho, dos valores, da ética, do respeito, do arte, da cultura, a música, a saúde, o desporto, a natureza... Em definitiva, do Nacional-Socialismo. Essa doutrina que procura a elevaçom do espírito popular, da comunidade racial da que somos parte, do nosso sangue e a nossa terra e a que aos nossos inimigos, que som muitos, tanto aterra. Nom servem pois renegos nem “estratégias”. Somos Nacional-Socialistas e polo tanto aceitamos e defendemos quanto dele se desprende. Ante todos aqueles que renegam e polo tanto traicionam aos seus sagrados símbolos e líderes, nós erguemos orgulhosos a bandeira do sangue e enchidos os peitos berramos, Heil Hitler! Porque que a nossa honra chama-se fidelidade.
Travar a propaganda Nacional-Socialista na Internete é o principal objetivo da campanha lançada pelo Governo alemam. Google e MySpace aderiram mas o Facebook ficou à margem da iniciativa.
O governo sionista alemam lançou ontem umha campanha para retirar conteúdos Nacional-Socialistas da Internete, e exortou os gestores das redes sociais, como o Facebook, a fazerem uso do seu direito de propriedade para travar a nossa propaganda.
O direito de propriedade é "um meio adequado" contra conteúdos "Neo-Nazista" na Internete, dixo ontem, em Berlim, a ministra da defesa do consumidor, Ilse Aigner, durante a apresentaçom da campanha.
A iniciativa, que partiu do semanário "Die Zeit" e da Fundaçom Amadeu António, criada em homenagem a um imigrante angolano assassinado por um grupo de "neonazistas de Hollywood" em 1990 no leste do estado alemam, conta também com o apoio de redes sociais como o MySpace, e do principal motor de procura na Internete, o Google.
Facebook fica fora
Da listagem de 20 entidades apoiantes nom faz parte, no entanto, o Facebook, principal rede social, com mais de 500 milhons de utilizadores em todo o mundo.
Segundo os serviços de informaçom alemans, existem perto de mil páginas de "Neo-nazistas" germânicos na Internete, utilizadas sobretudo para anunciar manifestaçons e como foruns de debate.
A ministra acrescentou que o recurso dos grupos Nacional-Socialistas na Internete tem aumentado, que estes aproveitam a rede para procurar adeptos e fazer a sua propaganda contra o Estado de Direito.
"É importante fazer alguma cousa contra estas actividades anti-constitucionais, que nom devem ter lugar numha plataforma como a Internete", dixo Aigner.
Anneta Kahane, presidente da Fundaçom Amadeu António, enumerou várias formas de utilizaçom da Internete pelos N-S, sublinhando, particularmente, a existência de muitos vídeos com mensagens N-S na plataforma YouTube.
Nada novo baixo o sol, tudo um alarde de liberdade de expressom no estado mais sionista da C.E.E.
“Ignorar a história é permanecer sempre sendo crianças”
0- A importância da História para os "Estado/Naçons"actuais
Imaginemos um caçador paleolítico a seguir umhas pegadas dum veado. Ele sabe que num tempo passado mais ou menos distante ou próximo que por aquele lugar transitou um animal. Pelo conhecimento das pegadas, o nosso caçador pode reconhecer o tipo de animal e as condiçons nas que ele está para poder ser caçado. A inteligência do nosso homem junto com a sua experiência passada e a trabalhada técnica de caça fazem com que continue o rasto e consiga dar com a peça para poder dar-lhe captura e poder assim alimentar à sua família que teria assegurada a sobrevivência durante umha boa tempada.
O caçador soubo pelos restos dum passado manifestado numhas pegadas que havia umha peça de caça e puido completar o seu labor.
Isto nom aconteceria se o caçador fosse um leom, um cam-codrilo ou qualquer outro depredador. Eles só respostariam ao estímulo de verem ou cheirarem à presa, nunca por terem conhecimento dum passado reconhecido por uns sinais ou marcas no cham a partires dos quais reconstruír umha realidade com a qual pudessem prever um futuro provisor. Eis aqui a importância do conhecimento do passado, sempre por meio dos restos que deixa e que som interpretados no presente para nos ajudarem a garantir o nosso futuro.
Também o conhecimento do passado para os estado/naçons é umha necessidade para a sua sobrevivência do mesmo jeito que é para o nosso caçador paleolítico ou para qualquer de nós individualmente. Podemos dar algumhas provas: o tratado de Nanquim de 1842 foi de utilidade para a China para poder reivindicar com total legitimidade a devoluçom do Hong-Kong por parte do Reino Unido; o tratado de Utreque serve de utilidade para o próprio Reino Unido nom ter de ver qualquer legitimidade por parte do Estado Espanhol na sua reivindicaçom de Gibraltar ou o a legislaçom saída do Congresso de Viena faz reconhecer que Olivença legalmente é o Estado Português embora nom seja de facto.
01 – Compreender o presente
O conhecimento do passado ajuda-nos a compreender o presente e isto permite mexer-nos no mundo no que estamos de forma prática, útil e de forma que o conjunto funcione sob critérios de saúde social que favorecem a estabilidade, a paz e a harmonia do grupo e com outros grupos.
Essa compreensom do presente leva-nos a tolerância por conhecimento da dinâmica social. Assim poderemos compreender as razons que levaram a exercer a moral vitoriana e compreenderemos igualmente a falta de pudor dum ameríndio da Amazónia ou um nativo da polinésia e ver o absurdo da imposiçom do primeiro sobre os segundos.
Teremos umha ideia clara de porque a Generalitat de Catalunya é umha instituiçom ao serviço da liberdade do seu país mas poderemos reconhecer como a instituiçom da Junta da Galiza (Xunta de Galicia) tem conotaçons que derivam dumha ideia de dependência e anti-autonomismo na Galiza (por isso a razom do “Conselho da Galiza” presidido por parte dos Galeguistas).
Haveremos de compreender porque o Samhain, o Halloween e o Magusto têm a mesma origem e as mesmas feiçons básicas mas nem som exactamente o mesmo, nem nos corresponde aos galegos a identificaçom com o Samhain por muito que se lhe queira dar Bilhete de Identidade galaica. O nosso é o Magusto com castanhas, meigas, mortos que saem do Além, cabaças, etc... e nom por isso é menos céltigo. É igualmente céltigo e ainda é a expressom da nossa celticidade galaica.
Poderemos perceber porque nas Castillas do Sul “Andaluzia” existe o tratamento de “desrespeito cordial” insultando às nais dos amigos com um bom afam de “colegueo”(1) enquanto essa prática na Gallaecia ou no Estado Português seja impensável por ofensiva.
Haveremos de perceber porque nas construçons galaicas há soportais e no entanto nom há em Castilla ou no Algarve...
02 – O conhecimento do passado orienta-nos de cara o futuro
É este um ponto importante e de grande utilidade. O conhecimento do passado ajuda a assegurar a sobrevivência do grupo e nom só a individual. O exemplo mais próximo que temos é o pensamento e sobre tudo a prática reintegracionista surgida na Galiza nos últimos trinta anos. A ideia de as falas galaicas fazerem parte dum conjunto linguístico mais amplo conhecido internacionalmente com o nome de “português (sendo galego)” leva a implementar para as falas galegas medidas que nom só garantiriam a sobrevivência das falas galaicas mas mesmo ajudariam a ver a Galiza como elemento importantíssimo da galaicofonia gerando umha mudança nas consciências dos galegos e das galegas que passariam dum conceito dumha Galiza regional e periférica a umha Gallaecia central e importadora de modelos a seguir por umha civilizaçom que visa atingir num futuro próximo níveis de importância e de influência internacionais de carácter político, social, moral, económico, cultural e linguístico que a dia de hoje possui o mundo anglófono, por exemplo.
03 – O conhecimento do passado favorece o relacionamento com outros grupos humanos (próximos no tempo e/ou no espaço).
É fácil pensar como a Galiza pode se relacionar fluidamente com as naçons atlânticas europeias pela sua proximidade física e pelos seus vínculos étnicos, ao igual que o relacionamento com os nossos descendentes europeus em Brasil (As Américas), mas também é fácil pensar que embora nom haja a mesma distância física ou genética, o relacionamento com os países africanos terceiro-mundistas como Moçambique ou Cabo Verde ou outras mais longínquas como o Timor som viáveis e possíveis por termos umha língua comum, sem por isso defender umha mestiçagem genética. Esse pensamento vem dado pelo nosso conhecimento do passado e pela compreensom do presente.
04 – O conhecimento do passado tem um forte componente anto-identificativo
As naçons nom existem sem memória e é essa a razom pela qual os Estado-Naçons investem muito dinheiro no ensino do seu suposto passado “nacional” e nos seus planos de estudo assim como para a sua construçom “nacional” do mesmo jeito que conhecem perfeitamente com quais outros países se devem relacionar para defenderem os seus interesses.
1 – Que História se ensina no Reino da Espanha
1.1 – O paradigma da historiografia castelam-espanholista
Primeiramente temos que dizer que por Paradigma entendemos o sistema ou modelo conceptual que orienta o desenvolvimento posterior das pesquisas, estando na base da evoluçom científica. Se o paradigma está errado, tudo o que se construa a partires dele também vai estar errado e dentro da historiografia peninsular é base conceptual a ideologia castelam-espanholista, quer dizer, o pensamento nacionalitário centrado em Castilla a partires da qual se exprime e exemplifica todo o anterior e todo o posterior. Castilla é o centro geográfico da península pelo qual também se exprime a periferia também nom só geográfica.
Para o paradigma castelam-espanholista há umha série de dogmas irrenunciáveis que exprimem o que é a península, e som os seguintes:
Espanha é Hispânia
Durante a Idade Média foi-se construindo um jogo de hegemonias que tinham por finalidade o domínio e controlo da península. Houve a tentativa muçulmana e a tentativa cristiã. Esta última começou sendo um projeto galaico mas após o século XIII, Castilla começa a apanhar poder e visa unificar a Hispânia sob projeto linguístico e nacionalitário castelám. Como elemento estratégico, o nome de Castilla ou Gran Castilla pareceria pouco acaído, pelo qual a adopçom de “Espanha” como herdeira da “Hispânia” pode semelhar mais inteligente e mais viável para conseguir adesons e evitar resistências. É por isso pelo que o nome de Espanha foi o nome desse projeto que tentava, e tenta, como indica o seu nome, a unificaçom da península, de toda a península, mas sobre chefia castelã. Esta dirigência de Castilla nunca teve vontade de partilhar poder com as outras naçons hespéricas. Quis, em troca, impor e dominar sobre elas, eliminando-as ou reduzindo-as a regions satélites ou mesmo absorvendo-as.
“Portugal” é um erro histórico
Na península houve desde tempos antigos vários polos ou centros etno-culturais e/oucomunidades étnicas. Som estes:
1. Um polo mediterrânico ou ibérico que se pode corresponder com Gothalaunia (Catalunya, València, Balears) e mesmo um anaco da actual CC.AA. Aragoa e Murcia.
2. Um polo Nortenho-Pirenáico que se corresponderia com o povo Vascón, Aragoa, Aquitánia e a actual Euzkadi.
3. Um polo Atlântico ou Galaico que viria corresponder com a velha Gallaecia (actual Galiza, Asturies e Llion mais o Norte de actual do Estado Português)
4. A Lusitânia (Final de Mondegopara Sul e aproximadamente a actual Estremadura do Estado Espanhol)
5. E o Centro peninsular mesetenho centro Celtíbero e o sul Celtíbero “Tartéssico”.
Todos esses povos em maior ou menor medida caíram posteriormente, da Idade Média até hoje na órbita de Castilla e todos foram mais um menos castelanizados no planejamento lingüístico. Uns mais (Aragoa, Murcia, Leom, Estremaura e Astúrias) e outros menos (Catalunya, València, Balears, Euzkadi e Galiza). Mas de todos eles houve um território que ofereceu umha grande resistência apesares de ficar incluído dentro da Monarquia Hispânica (Goda e Muçulmana) durante um tempo, e esse foi o Reino de Portugal.
Castilla nom conseguiu a sua anexaçom e ainda menos a sua assimilaçom. É por isso porque o domínio castelám-espanholista da península nom é total e graças a ele outros territórios podem pensar em se livrar dessa hegemonia e ideário centralista ao saber que isso é possível. Mas nós como Nacional-Socialistas sabemos que isso só é possíbel num Império Europeu soberano, nom fazendo um estado capitalista mais dentro da C.E.E.
O estado português é portanto para o castelam-espanholismo um erro histórico, um fracasso, e na narraçom oficial dos factos históricos apresenta-se sempre como algo que quase nem existe no melhor dos casos ou algo que há que desprezar no pior, mas que sempre apareceu nos mapas do domínio castelam-espanholista da península como algo estrano que nem era o Estado Espanhol nem deixava de sê-lo.
É difícil achar um mapa do Estado Espanhol semo Estado Português.
Um claro exemplo do que o Castelam-Espanholismo pretendia, cum mapa da época: "España Uniforme", "España Asimilada", "España Foral" e como nom, apagando do mapa à Gallaecia como já uniformada com Castilla e Portugal.
Para o castelám-espanholismo historiográfico o Estado Espanhol é umha criaçom de Castilla
Para o castelam-espanholismo, a Espanha é umha criaçom de Castilla e do seu génio, nom deixando outra possibilidade. A partires daí as outras “regions” ou som apêndices da própria Castilla ou aderiram o projeto castelam-espanholista.
Vandalia, foi conquistada aos muçulmanos, mas foisempre definida em com “Castilla-La-novísima”. Assim diz no livro “A que llamamos España” tendo em conta que o velho Reino de Toledo foi desde muito tempo atrás “Castilla la Nueva” ou a dia de hoje segundo a nomenclatura “autonômica” Castilla la Mancha. Se a Mancha seria “a nova”, Vandalia seria “a novíssima”.
Asturies e Llion foram as origens do projeto unificador peninsular esquecendo que se correspondem com a Gallaecia Asturicense, Atlântica, Céltiga e Sueva. A dia de hoje Asturies está separada de Llion e da actual Galiza e é umha regiom que nada tem a ver com a “Espanha” taurina, flamenca e de fala castelã (sem ter que ver esta língua com a tauromáquia e o flamenco) que se vende no exterior como ícone. Asturies é muito próxima em cultura, estética e sentir à Galiza actual, embora o sentimento asturianista cresça como oposiçom ao galaico, construindo-se a partires dum anti-galeguismo contrário à história, absurdo e inútil que obstrui tanto o desenvolvimento identitário tanto asturicense (Asturies) como o lucense (Galiza).
A regiom de Llion, Sul da Gallaecia asturicense simplesmente foi absorvida por Castilla numha regiom autónoma comum denominada Castilla-Llion mas onde os leoneses som identificados e nomeados facilmente pelo resto dos Hispânicos de castelans. Muitos leonesistas opoenhem-se a isto, mas o achegamento a Astúrias nom se sente como necessário e muito menos o achegamento à Galiza. É por isso que o sentimento nacional galaico está muito mais dificil nesta regiom galaica, mas nom por isso imos deixar de reclamâ-la, pois com tudo se pode fazer justiça histórica.
As regions mediterrânicas de Aragoa e València som também territórios em grande parte castelanizados e desenvolvidos num anti-catalanismo forte e visceral, já que Catalunya é o único território hispânico que é capaz de fazer fronte ao castelanismo com um sentimento e umha praxe eficaz que poderia derivar numha ruptura que faria fracassar pela segunda vez (a primeira foi o Estado Português) a ideia da Hispânia-Castelanista e centralista. Nós prefiriamos que o nacionalismo impartido nestas terras fosse o genuino que nós defendemos, mas por desgraça está afundido no marxismo e liberalismo.
Por outra banda Euzkadi cuja parte mais ocidental deu origem à primitiva Castela é um país de fortes contrastes. Por um lado onde a resistência anti-castelam-espanholista é mais forte incluso dum ponto de vista físico mas por outra onde o castelam-espanholismo tem apoios mais extremos, de tal jeito que poderiam chegar a inviabilizar o projeto nacional vascon fora do contexto hispânico.
Finalmente o caso galego é um caso muito especial, com avanço importante do projeto nacional-espanholista mas também com mais possibilidades de futuro se este depender da consciencializaçom a partires do seu passado anti-castelám nalguns momentos, e anti centralista e uniformador. A Galiza em potência é um autêntico perigo para o castelam-espanholista porque ela partilha língua e cultura com o Estado Português, o grande insucesso de Castilla. Galiza foi históricamente quem criou o projeto unionista hispânico nom castelam, em épocas medievais e quem a dia de hoje pode olhar para o Estado Português e o mundo céltigo e galaicófono como via de saída para evitar a sua castelhanizaçom completa e forçosa e a consequente desgaleguizaçom.
Como vemos, a hegemonia castelã chega a quase todos os pontos da península, e isso é traduzido numha forma de contar os factos passados, isto é, a história da península e de descrever as origens das diferentes culturas e línguas da Hispânia. Esse poder faz pensar a esse castelam-espanholismo que ele tem direito para impor a sua forma de perceber a realidade e sente que deve ser obriga de todos os povos hespéricos seguirem os mesmos objectivos e verem-se satisfeitos com os mesmos interesses, forem estes povos atlânticos ou mediterrânicos; forem estes nortenhos e verdes com as conseguintes implicaçons económico-sociais ou mediterrânicos e quase desérticos; forem estes mesetenhos ou montanhosos... e o mérito é todo, sempre de Castilla que foi a que se diz criadora e construtora da Espanha, faltaria mais.
Espanha surge com Roma e os Visigodos
Como Castilla tem de justificar o seu protagonismo e tem de possuir razons para cumprir com o seu destino unificador, deve haver umha realidade anterior que legitime, explique, fundamente e prove que as cousas som como ela diz que som.
A unidade “nacional” da península deve ter umha origem e umha razom e esta vai estar baseada em unidades anteriores. A Espanha castelã surge em Covadonga (Asturies) , onde um pequeno e valoroso grupo de rebeldes cristans luita numha batalha contra os invasores muçulmanos que curiosamente também queriam unificar a península. Os, já, “espanhóis” de Covadonga, umha vez consolidados com um poder político alternativo ao cordovês botam mam dum ideologema -o “goticismo”- que lhes dá umha razom para luitar contra os ilegítimos ocupantes muçulmanos da península até despejá-los da mesma e recuperarem o reino visigodo tal qual era anteriormente do ponto de vista territorial.
A cousa nom ficar aqui, porque anteriormente aos visigodos a Hispânia já estava unificada sob domínio romano de forma que a península devia estar unida porque assim o esteve sempre. O pensamento castelam-espanholista quereria conseguir manter e preservar essa “unidade” e banir do jogo político qualquer derivaçom que atentasse contra esse ideal centralista o qual seria um erro grave ou mesmo um pecado. Para isso estava destinada Castilla.
Os conceitos de Reconquista e Repovoaçom
A ideia paradigmática que dá o castelam-espanholismo para “reconquistar” Hispânia é por meio do avanço cristiã sobre o território muçulmano limpando de islamitas as regions ocupadas e repovoando-as com gente procedente do Norte. Esse jeito de limpeza étnica levaria à “uniom de todos os espanhóis” e sempre Castilla a protagonista do projeto.
Reconquista é porque nunca foi legítima a entrada e ocupaçom da península por parte do islam e porque ainda havia a obriga moral e mesmo religiosa de recuperar, daí o termo, os territórios hispânicos anteriormente visigodos e cristans. A Reconquista obrigava à expulsom dos invasores e a repovoaçom com cristiãs ou como mal menor a reconversom de elementos islâmicos ao cristianismo.
A Gallaecia nem existe nem tem importância nenhuma.
Em todo este “avatar histórico” a Gallaecia nom é nada, quase nem existe nem tem a menor importância nem protagonismo para a construçom da futura Espanha. Desde o 711 em adiante quase de forma repentina a Gallaecia deixa de ser o país que ocupa as actuais terras nortenhas do Estado Português, Asturies e Llion para passar a ser umha triste regionzinha cujos limites já som os que conhecemos hoje, que se vê ocupada pelos muçulmanos e que há que repovoar novamente com elementos humanos que se supom provintes irremediavelmente de Asturies. Ovedo já nom é Gallaecia, Llión é um reino desde o 910 quando esta cidade passa-se a ser o lugar da Corte e Portucale era Galiza “ma non tropo”.
1.2 Qual é a metodologia para ensinar a História de Espanha
A História que se estuda no ensino primário, secundário e universitário no Estado Espanhol atende a programas elaborados até certo ponto pelo Ministério de Educaçom mas em boa parte pelas Conselharias de Educaçom das Comunidades Autónomas. Aquelas Comunidades Autónomas com competências em educaçom, que a dia de hoje som todas, elaboram um temário com matéria relacionada com a Comunidade Autónoma correspondente mas exceptuando Catalunya e Euzkadi que aplicam um paradigma diferente do castelam-espanholista, todas as outras seguem fielmente os ditados do arquétipo centralista. Foi por isso pelo qual estas duas Comunidades Autónomas tiveram problemas nos média durante os anos 90: por, segundo os média, manipularem a história de Espanha e inventarem umhas histórias de Euzkadi ou de Catalunya que nom se ajustavam ao passado real.
A Galiza teve problemas ultimamente (nomeadamente durante o governo do bipartido PSOE-BNG) embora os autores que defendiam o que chamaremos mais adiante “paradigma galeguista” já tivessem publicado as suas bibliografias anteriormente. O ataque foi mais do que nada político. Embora isto seja assim, os programas de estudo seguem umha história da Galiza bastante pouco séria do ponto de vista científico, que nom atende às fontes documentais e que aprofunda pouco no passado do País partindo dos conceitos inamovíveis do padrom elaborado por Castilla.
A metodologia no que diz respeito à história que se estuda no Reino da Espanha está baseada em dous pontos fundamentais:
1. A filosofia arquetípica castelanizante da qual vimos falando e que será tanto mais extremista na medida na que o regime ou o partido do governo em Madrid tiver menor vocaçom democrática. Filosofia, esta, que na prática é indiscutível, inamovível, falsamente científica e dogmática. Conhecemos casos de perseguiçom e acosso laboral de pessoas vinculadas à Universidade até o ponto de perderem o seu trabalho e a sua saúde por defenderem posicionamentos científicos discrepantes com a filosofia oficial, mesmo em época democrática (como nas repúblicas e nos anos 90 do século XX) e protagonizadas em alguns casos por professores ou professoras que nada teriam a ver com posicionamentos políticos galeguistas. Simplesmente por honradez e honestidade científica.
2. O presentismo cartográfico que nos faz entrar pelos olhos configuraçons territoriais próprias do tempo presente aplicadas a épocas históricas nas que nom se correspondiam as realidades em questom.
2 – Que se ensina na Galiza
A Galiza é politicamente um apêndice dessa Espanha Centralista-Castelanista, e isto é assim do ponto de vista legal-institucional como até o dia de hoje também é Euzkadi ou a Catalunya. A Galiza também é um apêndice da Espanha Centralista no seguimento oficial da ideologia, muitas vezes, anti-galaica, cousa que nom acontece nos dous países antes nomeados que sabem defender os seus interesses políticos e económicos por acima do poder estatal. Assim, a Galiza reproduz o paradigma castelanista tanto no ensino como maioritariamente na investigaçom, exceptuando honradíssimos casos como os de Nogueira, Carreira,Vilar, Teixeiro, Pena Granha, Martins Esteves ou os históricos nacionalistas genuinos nom esquedalhos como Risco, Vicetto, Murguía, Eladio, Figueira Valverde, Otero Pedrayo, Cuevillas,Cabanillas, etc.
Nos estudos oficiais na Galiza ensina-se o seguinte:
* A Cultura chamada Castreja e os Celtas têm pouco ou nada a ver, de forma que qualquer elemento civilizacional galaico se diz de origem mediterrânico. Na época romana a Gallaecia quase nom existe. Tudo é latino do ponto de vista cultural e latim do ponto de vista linguístico. O elemento indígena nom achega nada útil à formaçom da futura Gallaecia e Roma é quem a inventa. Antes de Roma nom há nada. É o valeiro.
* Os suevos som um povo bárbaro, no senso pejorativo da palavra, que nom deixa pegada nenhuma e o seu Reino é anedótico. Os suevos som bárbaros e os visigodos estam romanizados, o que significa que som mais civilizados. Som estes últimos os que marcam a personalidade de toda a península incluída a Gallaecia. Nom há elementos importantes e interessantes a salientar para a historiografia europeia no Reino da Gallaecia Sueva, nunca Reino de Gallaecia ou Gallaeciense Regnum.
* Os muçulmanos ocupam também a Gallaecia (porque ocupam “Hispania tota”) que já nesta altura se identificava territorialmente com a Galiza actual. Asturiess é um Reino que “reconquista” e “repovoa” Galizapara a causa cristiã e a importância do País do apóstolo Sam Tiago descoberto por um Rei asturiano é mínima. Gallaecia é um ninguém, nom tendo qualquer protagonismo nem militar, nem social, nem económico, nem quaisquer outros. Nesta altura éo Reino de Asturies o importante que lhe passa a testemunha a Llion e esta finalmente a Castilla. Durante toda a Idade Média a Gallaecia é um objecto passivo nos acontecimentos da parte cristiã da península, e passa a ser um “Reino” pontualmente duas ou três vezes por acidentes políticos que se reencaminham da mam de Reis com interesses llioneses ou castelans (que finalmente vinha a ser o mesmo). Ser Rei de Galiza (a Galiza entendida territorialmente como a de hoje, nom como a real daquela altura) é como nom ser nada e normalmente nem se nomeia na historiografia geral peninsular porque os Reis da Galiza som Reis muito pontualmente ou som segundons sem transcendência histórica. Tudo em funçom de Castilla (ou Castilla-Llión), é mesmo o termo “Reino da Galiza” um título noviliário como chegarom a dizer
* A independência do Portucalense conta-se como um acontecimento que tem “algo” a ver com a Gallaecia.
* Algum Rei chamado o Sábio deu-se-lhe curiosamente por escrever em galego porque era esta umha língua muito linda e poética mas esse rei era castelam e a língua por excelência de toda a historiografia oficial é a de Castilla falada pelos personagens realmente importantes como o Cid, ou o Rei do qual era bom vassalo como Afonso VI, também castelam, mas mal Senhor porque nom defendia os interesses castelans.
* Os séculos XIII e XIV som séculos de luitas dinásticas entre Reis e revoluçons sociais, mas nada se diz do lugar que ocupa a Gallaecia em tudo isto, as autênticas motivaçons, interesses, apoios e projectos da Galiza nestes séculos. Também nada se diz do que o Reino Portugal faz a respeito do Reino da Gallaecia.
* Os Reis chamados Católicos, Isabel e Fernando, foram os que “domaram e castraram” Galiza mas também som os que lhe dam glória e “unidade a Espanha”. Há alguns que mesmo defendem na Galiza a conversom da Isabel I Trastâmara de Castilla em beata como primeiro passo para a sua ascensom a Santa.
* Nos chamados Séculos Escuros (de final do S. XV até a chegada de Napoleom à península) só há história económica, a história política está reservada para a Coroa de Castilla ou o Reino da Espanha que vinha ser o mesmo. Galiza era um país de labregos e marinheiros sem qualquer poder político e por algum personagem mais conspícuo do que os outros porque serve à Coroa.
* Durante os séculos XIX e XX Galiza só achegou escritores e galeguistas que nom andavam metidos na política e por isso foram importantes. Todos eles sentiram-se muito”espanhois” e o galeguismo é um pensamento mais do que nada cultural embora tivesse umha expressom regionalista que o espanholismo assume com normalidade. Mesmo o galeguismo nacionalista tinha disto último só o nome, porque todos os galeguistas defendiam a ideia da “Nación Española”.
3 – Qual é o paradigma galeguista?
Diz-se habitualmente que a história é contada sempre pelos vencedores. Neste caso, o paradigma galeguista é o que nom triunfou e é por isso pelo que para além de nom ser oficial, nem se ensina, nem se acredita nele. Mesmo as provas, as evidências, os documentos, os textos e as pessoas que os exponhem tenham da sua parte toda a autoridade e a veracidade.
* Antes de Roma o N.W. peninsular estava habitado por um povo proto-celta matriz dos celtas do mundo Atlântico. Assim é como no-lo demostram os estudos de várias universidades britânicas seguindo estudos genéticos e mesmo a moderna Teoria da Continuidade Paleolítica de Mário Alinei, Francesco Benozzo e ainda o anteriormente o Professor galego André Pena Granha que já expus esta teoria, polo menos no que diz respeita ao Noroeste peninsular vários anos antes do que fosse exposto polos professores italianos, mas como na Galiza tudo passa pela peneira centralista nacional-espanhola nom houve forma de que transcendesse.
* A língua dos chamados galaicos era a mesma e ocupava todo o Norte e o Oeste da península até o Tejo aproximadamente. Portanto, o galaico era já anterior a Roma. Roma só dividiu pelo Douro com o fim de dividir para vencer aos Galaicos. Prova importante para isto é que nas guerras lusitanas participassem tropas galaicas. Se os galaicos forem outro povo muito distante aos que estavam no território que os romanos chamarom Lusitânia essas guerras não seriam da sua incumbência e portanto nom participariam.
* Durante a ocupaçom romana, a Gallaecia foi umha das províncias do império mais sucedidas economicamente, culturalmente e do ponto de vista artístico sendo o elemento indígena fulcral. Figuras como Prisciliano, Egéria, Paulo Orósio, e Idácio Lémico foram prova da importância da Nossa Terra. A figura de Prisciliano poderia equiparar-se a outras paralelas dentro do mundo céltigo e atlântico como Sam Patrício, Sam Davide ou Santo André. Aliás, Prisciliano, pode dar pistas a respeito do fenómeno Jacobeu já que há quem assegura que quem realmente está (ou estava) em Compostela nom era Sam Tiago, mas Prisciliano. As provas nom som determinantes, mas a lógica leva por esse caminho.
* Os suevos, um povo germânico dos mais evoluídos e “romanizados”, constituíram na Gallaecia, a zona mais rica e desejável para eles da península, o primeiro Reino independente de Roma com um projeto militar e político de unificaçom peninsular com capital em Braga e com o apoio, colaboraçom e implicaçom dos galaicos que o sentiam como seu. A importância dos mesmos é grande: Com eles a Gallaecia constituiu-se no primeiro Reino medieval da Europa; foram os primeiros em emitirem moeda, o Sólidus suevo; os primeiros em legislar, administrar e construir um Estado; o primeiro Reino cristiã após Roma; os criadores da mal chamada “letra visigótica” já que na realidade começou a existir na Gallaecia antes da chegada dos godos; os criadores da primeira arte pré-românica com elementos, como o chamado arco de ferradura que na historiografia castelam-espanholista diz-se visigodo; os primeiros em assumirem o cristianismo católico antes do que qualquer outro povo germânico, por isso a sua aceitaçom pelos galaicos. Na historiografia castelam-espanholista diz-se que foram os visigodos os primeiros em aceitarem o catolicismo...
* Durante a unificaçom suevo-visigótica a Gallaecia manteve a sua personalidade política e administrativa, cultural, social e económica, contrariamente à ideia castelam-espanholista dum Reino unificado visigótico com capitalidade centralista em Toledo e primeira amostra de Estado Espanhol que eles queriam. Os Reis tinham o título de “Reis de Hispania, Gallaecia e a Galia” entendendo que a Gallaecia e a Hispania eram realidades monárquicas diferentes (ainda que colhendo partes étnicas diferentes). A Gália num princípio ocupava a actual Ocitânia para posteriormente ficar só na Septimánia ou Narbonense.
* A entrada dos muçulmanos na península deve-se à chamada dos vitizanos galaicos. O domínio muçulmano do Reino de Hispania excluía por definição a Gallaecia fazendo desnecessária qualquer intervençom militar por parte destes por contarem com o apoio dos seus aliados vitizanos que eram quem tinham o poder na Gallaecia. Posteriormente a Gallaecia manteve um valeiro de poder no conjunto do País, mas governado por régulos de entre os que haveria que salientar os das Primórias, nome que se lhe dava naquela altura às comarcas do actual oriente astur e que levaram a iniciativa na posterior unificaçom de toda a Gallaecia. Da territorialidade da Gallaecia suevo-visigótica, só a regiom conimbriguense fez parte da Spânia Regnum (ou Al-Ândalus) para posteriormente ser recuperada e volta a perder por várias vezes por e para o Reino de Gallaecia.
* O nome do “Reino de Asturias” ou “Reino de León” nom é o que está recolhido nos documentos andalusis, carolíngios, papais, germânicos, anglo-saxónicos, bizantinos e escandinavos. O nome que figura neles é o de “Reino de Gallaecia” ou mais justamente em latim “Gallaeciense Regnum”. Dentro dos textos peninsulares, só uns poucos safaram da manipulaçom posterior do século XIII e posteriores. Os outros, redigidos muito posteriormente aos eventos que narram nom som fiáveis.
Segundo Anselmo López Carreira, autor do livro “O Reino Medieval de Galicia” editado por “A Nosa Terra” em 2005 diz-nos nas páginas 131-133 que autores como Barrau-Dihigo consideram fiáveis muito poucos documentos da época chamada asturiana (711-910). De 68 diplomas, só 19 são autênticos “ou le paraissent”, dos quais só 5 som originais, os outros 14 parecendo fiáveis chegaram até os nossos dias em cópias antigas ou modernas, portanto susceptíveis de serem alterados. O professor Floriano, sendo considerado menos crítico considera 5 documentos autênticos de 15 estudados desde 711 ate o ano 799; de 800 até 866 recolheu 69 dos quais só lhe pareceriam autênticos 44, de 867 até 910 estudou 120 dos quais só 92 seriam autênticos. Posteriormente o Professor Floriano num segundo estudo chega a considerar que só 7 originais nos chegam do período astur depois de afirmar que “no llegan a medio centenar los conservados”. Diz-nos também o Professor Carreira que dos investigados por ele e dos 313 documentos apanhados da Catedral de Compostela, só 12 se transmitiram independentemente dalgum cartulário e menos do 2% são originais. As crónicas nom saem melhor qualificadas. O seu aproveitamento só é aceitável após umha grande poda. Inclusivamente as bases historiográficas nas que se baseia o castelam-espanholismo centralista como som as “Crónicas Asturianas” e chamada “Crónica de Afonso III” questionam o denominado “Reino Astur” e o seu valor fica relativizado pela intencionalidade política com a que foram redigidas. O seu fim era legitimar a autoridade monárquica exercida desde Ovedo. Mesmo o episódio de Covadonga só se pode interpretar em chave mítica.
* Os conceitos de “Reconquista” e “Repovoaçom” nom som interpretados igualmente pela historiografia galaica e a castelã. Para a castelã é a recuperaçom do território supostamente “nacional” perdido por conquista e invasom muçulmana, mas para a historiografia galaica nunca existiu um programa consciente durante a Idade Média de ocupaçom da Espanha muçulmana, nem um processo cronológico continuado de conquista. Desde a reunificaçom da Gallaecia após a entrada muçulmana até o século XI nom houve variaçons importantes de limites territoriais. Contrariamente houve variaçons desde a anexaçom de Toledo, momento desde o que começa realmente o avanço cristiã desde o Norte. Por outra parte “Repovoar” é interpretado para o castelam-espanholista como “tornar a povoar o que antes estava valeiro ou povoado com outras pessoas alheias dum ponto de visto étnico e que houve de expulsar para manter a uniformidade nacional”. No entanto, segundo a versom galaica a palavra “Repovoar” vem do latim originário REPOPULARE que vem sendo tornar a organizar um território, nom do ponto de vista demográfico mas do administrativo e do político.
* Segundo o paradigma galaico, o Reino de Gallaecia foi o protagonista da maior parte da Idade Média e o projecto de unificaçom hispânica, sem que isso signifique centralismo. Castilla surgiu quando esse projecto já estava encaminhado fazendo-se com ele e manipulando a historiografia. Para Castilla, a Gallaecia simplesmente nom existe, nem antes nem depois. Durante o Século XIII em adiante se vai levar a cabo por meio de determinadas pessoas com nomes e apelidos a eliminaçom do nome da Gallaecia dos documentos e o processo histórico leva a eventos que consolidam Castilla como a construtora do actual Estado Espanhol (8). A separaçom do Portucalense, a castelanizaçom de Llion e a uniom de Castilla com a Coroa de Aragoa, fecham o processo.
O Bispo Pelayo de Ovedo, Rodrigo Ximénez de Rada e Lucas de Tui foram os que levaram a cabo durante o século XIII o movimento de eliminaçom da palavra “Galiza e Gallaecia” dos documentos, refazendo-os, manipulando-os, destruindo-os, etc... A razom era o privilegiar Toledo como cidade principal tanto do ponto de vista religioso como político em detrimento de Compostela e ainda fortalecer o poder castelam-espanholista na península e debilitar o projecto nacional pan-peninsular dos galaicos.
* Os chamados “Séculos Escuros” enquadrados dentro da Idade Moderna para o nosso paradigma nom som tam escuros. Na Gallaecia houve vida política embora dependente e com vontade de recuperaçom em alguns casos. O maior e mais importante episódio desta época é o seu final, quer dizer, a guerra contra os franceses no que a Gallaecia de facto agiu com total independência, com o seu governo, o seu exército, a sua política fiscal e diplomática e de facto quem conseguiu com ajuda do exército aliado britânico a expulsom dos franceses de Espanha e a derrota de Napoleom. O nosso País foi o primeiro da Europa em ficar livre de tropas francesass. Infelizmente a ideia de fidelidade a um Rei fez com que essa independência de facto fosse cedida a umha monarquia quem poucos anos depois (em 1833) eliminaria o “Reino da Gallaecia” da cartografia, da legalidade, da diplomática e da nomenclatura para criar quatro províncias sem mais conexom entre elas do que pudesse haver com outras do novo “Reino da Espanha”.
* No que diz respeito da língua, o paradigma galeguista sempre defendeu a unidade linguística galaica e a necessidade da unificaçom e confluência entre as falas galaicasdo Occidente hispânico. Há hoje um galeguismo que isso nom aceita, mas é o “galeguismo” oficial e dependente chefiado pela mesma ideia que gere o paradigma centralista. A origem da nossa língua está naquele “Gallaeciense Regnum” medieval que se quer negar desde Castilla e ainda naquele “Galaico” ou “Proto-Galaico” do século X do que nos falam Bouza Brey, Risco, Carvalho Calero ouRodrigues Lapa está mesmo a origem do castelám que nom é mais do que umha variante oriental extrema do galaico-oriental (Astur-llionês) em contacto com o substrato basconço. O termo inventado “galego-português” nom é mais que a variante que os nossos vultos denominam como galaico-ocidental “Galego”. O famoso “Mio Cid” nom está redigido originalmente em castelám medieval porque este nom existia, mas em navarro-aragonês (vascom do sul) como nos dizem mesmo prestigiosos autores “Espanholistas” como Rafael Lapesa ou Alonso Zamora Vicente. As chamadas “glosas emilianenses” e “glosas silenses” origem do castelám segundo nos contam na escola, no liceu e na universidade nomestam em castelám, é em navarro-aragonês, dialecto basconço e catalám. O castelám originário (dialeto cántabru) antes de mesturar-se com as línguas morarábigas e hebraicas,é umha língua que se elabora a partires das falas de contacto entre o galaico-oriental (ou astur-leonês), o basco e o navarro-aragonês que era umha fala emparentada com o vascom e o catalam. No tema da língua o castelam-espanholista agiu do mesmo jeito: destruindo documentaçom, manipulando informaçom e reduzindo o protagonismo da Gallaecia e do Galaico.
4 – Porque isto é assim?
Para o espanholismo construidos polo castelam, a funcionalidade deste paradigma é político-ideológico. Com esta forma de contar as cousas, o histórico imperialismo castelám procura justificar a sua hegemonia na península e para isso nomlhe é obstáculo falsificar a história, tanto mais se a Gallaecia foi quem chefiou originariamente o projecto de unificaçom hispânica que hoje leva sobre si a própria Castilla com o nome de Espanha.
Fomos concorrentes e mesmo, acreditam, ainda poderíamos sê-lo se nos identificarmos com o mundo galaicófono chefiado polo Reino de Portugal, já que por aí viria um acréscimo de forças que como mínimo fariam que os nacional-espanholistas visse em perigo a sua hegemonia centralista peninsular.
Essa manipulaçom de factos históricos, essa forma de fazer da Gallaecia um ninguém é umha maneira de desidentificaçom com ela própria e com a sua família etno-linguística para debilitâ-la e mesmo anulâ-la.
A cultura castelã hoje é forte na península e nunca por parte dum “cidadam português” devia haver um ideia iberista, porque tenhem a teima de que Castela como foi na história continuaria o seu labor assimilador. A força do Estado Português, o que ainda fica daquele projecto nacional galaico, estaria em debilitar o actual ideário Castelám centralista, e essa debilidade está na aliança com a Galiza e o galeguismo. Isto, juntamente com estreitar laços de amizade e colaboraçom com as outras naçons da península, incluido a dos Castelanistas de bem (A Castilla assassinada em Villalar que dixo Castelao),es os ainda nom castelanizados fariam com que o hegemonismo castelam centralista nom chegasse muito para além
5 – Conclusom
Se a Galiza se identificar linguísticamente e mesmo históricamente com os povos que conformam a sua família faria com que as forças tornassem a ela. Isto só nos ia trazer benefícios de todo tipo: políticos, económicos, sociais, culturais... por isso devemos saber agir cumha estratégia ajeitada mesmo sem poder político galeguista na Galiza que poderia tornar às nossas mans mercê a essa inércia e sinergia. Qual seria essa estratégia?
1. Ligaçons com o mundo céltigo que reforçassem a ideia de Pátria da mesma e partilhando interesses atlânticos. Isso ligar-nos-ia com as Ilhas Britânicas e nom só o mundo céltigo, mas também o mundo anglosaxon, curmãos germânicos. Assim como com o resto de naçons europeias, mas sempre as afinidades por diante. Da mesma maneira que tentariamos a unificaçom do território antergo de estirpe celto-galaico, a Kallaikia/Gallaecia, sem que isso signifique o apagamento dos irmans Asturicenses (Llion,Asturies,Miranda) ou dos Bracarenses (Portucale, Aveiro, Mondego...)
2. Ligaçons com o mundo galaicófono, com a galeguia, da qual também somos Matriz. Também isto achegaria benefícios já que pela nossa língua e os nossos recursos humanos estaríamos muito bem situados em relaçom a outros povos em vias de desenvolvimento. O nosso relacionamento nom seria o dumha regiom periférica, mas de ônfalon à par do Estado Português e Brasileiro com a força suficiente para evitarmos agressons culturais às que hoje estamos expostos. A relaçom seria possível para fazer nós com a nossa política o retorno dos arianos do Brasil ao seu lar natural, Europa. Se queremos que no futuro Gallaecia e Lusitânia sejam duas províncias/naçons do Império bem diferenciadas, necessitamos ter contacto e relaçons com os mesmos, aproveitando o idioma que tenhem que é o nosso.
Neste vídeo visualiza-se claramente o exemplo de ETNOCÍDIO pacífico, a teima em uniformizar-nos (quer dizer fazer castelanizar), e por mala fe ou desleixo TODOS SOMOS CÓMPLICES.
Na versom digital do diário "El país" com data "17/08/2008" limos com grande estupor a nova da desarticulaçom em Meckelmburg, no estado alemam, dumha "colónia neo-nazi" na que polo visto levavam-se à prática tam vis e terroristas actividades como desfiles, acampamentos, cançons, leitura de textos Nacional-Socialistas, actividades desportivas ao ar livre ou festejos com fachos de ritos antergos Europeus. Todo isto envolto de bandeiras da época e demais simbologia indo-europeia.
Polo que se ve os "periolistos" deste estado ficarom enrabechados perante a clara e maquiavélica prova dos desejos de dominaçom mundial desses sanguinários. Claro está que esses novéis de periodismo, som os mesmos que cobrem com as suas câmeras macro-festas onde nom faltam drogas, alcool e o desenfreio mais absoluto e salvagem.
Estamos seguros de que se estes jovens germanos ensinaram nos seus acampamentos práticas de sodomia e lesbianismo ou a elaboraçom de porros com os olhos vendados e umha soa mam, baixo o ritmo de tamboriles e berridos africanos, a nova nom passaria de sere umha exaltaçom mais da "multiculturalidade" que tanto gosta hoje em dia.
De qualquer maneira, enche de orgulho e esperança que existam pessoas neste estado alemam, que tiveram realmente percebido o que significa ser Nacional-Socialista. A revoluçom N-S é umha revoluçom das almas, Das almas dos europeus primeiro e da alma de Europa depois. Nom basta com organizar actos, concertos, ou acampamentos, se a estes só acodem degenerados, borrachos e toxicómanos cheios de piercings, dilataçons ou outras modas africanas e anti-europeias. Nom basta com ter a vontade de cambiar as cousas que vemos, se antes nom temos a vontade de cambiar nós mesmos. Nom podemos defender umha doutrina de elites, de aristocrácia, de guerreiros, de super-homens, se só contamos com pailarocos e sub-humano.
Tampouco basta por muito decentes e honrados que sejamos (que neste estado já seria muito) com marchar a umha montanha a dous quilómetros de alto e organizar actos ou acampamentos se tam só ficamos nisto e nom fazemos actividades populares, pois a parte de caer num sectarismo absurdo, traicionariamos o espírito social e popular da nossa cosmovisom.
Faze-no os nossos camaradas germanos organizando colónias abertas a toda pessoa, homem ou mulher, livre e decente. Fizero-no Neerlandeses com comidas populares para compatriotas nos bairros mais marginados. Fizero-no búlgaros e russos com actos públicos de exaltaçom de antigas e patrióticas tradiçons. Fizero-no daneses, com sondagens de opiniom nas ruas ou institutos. Fizero-no franceses repartindo propaganda nas facultades, nas saidas dos cinemas, ou em centros comerciais. Fizero-no galaicos com conferências, actos, rituais antergos e repartindo propaganda em diferentes povos.
E no resto de Hispânia... Que se fixo no resto de Hispânia? Vendo a qualidade humana do pessoal que as fins de semana decide ponher-se umha suástica na bomber de 100€, de fazer-se algo nas terras castelans ou catalans umha "Colónia N-S" de contado desembocaria em pouco menos que umha orgia de violência, drogas e puteirio. Só há que botar-lhe umha olhada à gente que dize ser N-S nessas terras (som nazi-fachas), nada que ver com os poucos camaradas que temos ali, mas nom há material humano suficiente.
Perante estas novas um evoca na sua mente essas imagenes do genial "Triunfo da Vontade" ondeve-se a milheiros e milheiros de jovens sans, fortes como carvalhos, decididos como o raio, fanáticos completamente do ideário que os embebe e dessa forma de deuses gregos.
Ser Nacional-Socialista, hoje, ontem, faze setenta anos e dentro de cinco centos, é, mais aló do governo estabelecido, mais aló da época ou o entorno, comportar-se como um Nacional-Socialista. Muito mais aló de partidinhos políticos levados por papa-moscas ou organizaçons de recriaçom histórica do N-S que se fecham num local, ser Nacional-Socialista é sentir-se, pensar, defender e actuar como o que defendemos.
Defende-se o Nacional-Socialismo numha Colónia N-S no monte, como se defende o Nacional-Socialismo ensinando a um camarada que nom pode comprar livros, ou organizando actividades de propaganda nos nossos bairros. Nom se pode defender um ideário que ressuma honradez e nobreza e ser os matons do bairro. Nom se pode defender um ideário obreiro e socialista e gastar-se o dinheiro nas derradeiras rodas para o carro ou o model de celular mais inovador. Nom se pode defender um ideário aristocrático da natureza e o homem, e ser uns burgueses acomodados, alcoólicos e habituais do Mc Donalds. Em difinitiva, nom podemos considerarmo-nos herdeiros da luita do mais grande homem que houbo na face da terra, fechando-nos em espiritos reduzidos a miseráveis aspiraçons.
Estou recebendo notícia na qual não queria acreditar. Não podia assimilar que figura tão forte, determinada, fidelíssima às suas convicções, exemplo de caráter e honradez, pudesse um dia baixar a guarda.
Ainda agora, quando do lançamento do meu livro, mencionei-o como grande e injustiçado batalhador, também brasileiro, que se empenhava e dava o melhor de si pela causa de outro povo, o dos seus ancestrais. Na ocasião não sabia que já não mais estava entre nós.
Tivemos um só contato pessoal, telefônico. Foi quando eu tentava lançar meu primeiro livro, na virada do milênio, procurando gráfica para imprimi-lo. Já então ele me dizia que estava enfrentando as mais sérias dificuldades, perseguido que vinha sendo pelos seus algozes. Era perseguido, acusado, caluniado, difamado simplesmente porque, em justa revolta contra injustiças, externava seus pensamentos e divulgava fatos contrários ao “politicamente correto”.
É coisa de jovem se engajar, se entusiasmar e lutar por um ideal. Também é normal que depois família, profissão e outras preocupações passem a ocupar e centralizar a atenção do individuo. Pois SIEGFRIED ELLWANGER CASTAN manteve seu ímpeto de idealista. Não mediu sacrifícios, nem mesmo materiais. Como lutador foi um jovem até o fim. Seus adversários não podem se vangloriar. Fizeram com que sofresse, sim, usaram dos meios mais desleais, sim, mas a eles Castan nunca se entregou. Este Siegfried encontrou agora o seu Hagen no ceifador inexorável, destino de todos nós.
Vai Castan! Realizastes um grande trabalho. Por mais que tenhas sido odiado, muito mais fostes admirado. Viel Feind, viel Ehr, era o que dizia um velho ditado alemão: muitos inimigos, muita honra. Muita honra é o que mereces.
O esforço sério por compreender a extraordinária influência da configuraçom do poder sionista sobre a política exterior dos EUA deve examinar a presença de operadores chave em posiçons estratégicas no governo e as actividades de organizaçons sionistas locais filiadas a organizaçons judeas dominantes e ordens religiosas.
Há no mínimo 52 importantes organizaçons judeas estado-unidenses envolvidas activamente na promoçom da ordem do dia da política exterior, a economia e a tecnologia de Israel nos EUA . Os membros de base variam entre vários centos de milhares de militantes nas Federaçons Judeas de América do Norte (JFNA, polas suas siglas em inglês) e cem mil abastados doadores, activistas e traficantes de influências no Comité EUA-Israel de Assuntos Públicos (AIPAC). Além de numerosas fábricas de propaganda, denominadas think tanks, fôrom estabelecidas com subsídios de milhons de dólares de sionistas multimilionários, incluídos o Brookings Institute (Haim Saban) e o Hudson Institute entre outros. Numerosos comités de acçom política (PAC) financiados polos sionistas intervinhérom em todas as eleiçons "nacionais" e "regionais," controlando candidaturas e influenciando os resultados das eleiçons.
Fanáticos sionistas apoderárom-se literalmente de editoriais, incluídas imprensas universitárias; o exemplo mais indignante é Yale University, que publica os folhetos mais tendenciosos que repetem como loros paródias sionistas da história judea (secçom de crítica literária do Financial Times 28/29 de Agosto de 2010). Novos projectos sionistas com considerável financiamento, factos para capturar jovens judeus e convertê-los em instrumentos da política exterior israelense incluem “Taglit-Birthright” que gastou mais de 250 milhons de dólares durante a última década enviando a mais de um quarto de milhom de judeus (entre 18 e 26 anos) a Israel durante 10 dias de intensa lavagem de cérebro (Boston Globe, 26 de Agosto de 2010). Multimilionários judeus e o Estado israelense pagam a conta. Submete-se aos estudantes a umha forte dose de terrorismo ao estilo israelense já que som acompanhados por soldados israelenses como parte do seu adoutrinamento; em nengum momento visitam Cisjordânia, Gaza ou Jerusalém Este (Boston Globe, 26 de Agosto de 2010). Som instados a se converter em cidadans de dupla nacionalidade e mesmo som encorajados a servir nas forças armadas israelenses. Em resumo, as 52 organizaçons membros das Principais Organizaçons Judeas Estado-unidenses em questom constituem só a ponta do iceberg da Configuraçom Sionista do Poder: tomadas em conjunto com os PAC, as fábricas de propaganda, as editoriais comerciais e universitárias e os meios de massas, vemos-nos ante umha estrutura de poder para compreender a tremenda influência que tenhem na política exterior e interior dos EUA na medida em que afectam Israel e o sionismo estado-unidense.
Enquanto toda a sua actividade adica-se antes que nada a assegurar que a política dos EUA em Oriente Próximo sirva à expansom colonial de Israel em Palestina e os seus objectivos belicistas em Oriente Próximo, o que B’nai B’rth chama eufemisticamente “foco em Israel e o seu lugar no mundo”, muitos grupos “especializam-se” em diferentes esferas de actividade. Por exemplo, os “Amigos da Força de Defesa de Israel” [exército israelense, N. do T.] preocupam-se primordialmente, segundo as suas próprias palavras, “de velar polas FDI”, em outras palavras prover recursos financeiros e promover voluntários estado-unidenses para um exército estrangeiro (umha actividade ilegal, excepto quando se trata de Israel claro). Hillel é o braço estudantil da configuraçom do poder sionista que afirma que está presente em 500 colégios e universidades, com filiados que defendem todos e a cada um dos abusos contra os direitos humanos do Estado israelense e organizam giras com todos os gastos pagos para estudantes recrutas judeus para que viajem a Israel, onde som submetidos a umha forte propaganda e som encorajados a “migrar” ou a se converter em “cidadaos de dupla nacionalidade”.
Método: Estudando o poder sionista
Há diversos métodos para medir o poder do conjunto de organizaçons sionistas influentes que ocupam posiçons estratégicas no governo e a economia. Incluem (a) o método baseado na reputaçom, (b) as suas próprias afirmaçons, (c) a análise da tomada de decisons, (d) inferências estruturais. A maioria destes métodos fornecem algumhas pistas sobre o potencial poder sionista. Por exemplo, especialistas na imprensa e jornalistas baseiam-se frequentemente em pessoas informadas de Washington, pessoal do Congresso e notáveis para concluir que AIPAC tem a reputaçom de ser um dos grupos de pressom mais poderosos em Washington. Este método aponta à necessidade de examinar empiricamente as operaçons de AIPAC na influência de votos no Congresso, a apresentaçom de candidaturas, a derrota dos que ocupam cargos e nom apoiam incondicionalmente a linha israelense. Em outras palavras, a análise do processo de tomada de decisons do Congresso e do executivo é umha chave para medir o poder sionista. Mas nom é a única. O poder sionista é o produto de um contexto histórico, no qual a propriedade dos meios e a concentraçom da riqueza e outras palancas institucionais do poder tenhem um papel e conformam o actual quadro da tomada de decisons. O poder acumulativo com o transcurso do tempo e através das instituiçons cria um forte preconceito nos resultados políticos favoráveis aos agentes organizados de Israel nos EUA.
Umha vez mais, a mera presença de judeus ou sionistas em posiçons de poder económico, cultural e político nom nos di como utilizarám os seus recursos e se terám o efeito desejado. A análise estrutural, a localizaçom de sionistas na estrutura de classe, é necessário mas insuficiente para compreender o poder sionista. Há que proceder e analisar o conteúdo de decisons feitas e nom feitas com respeito à ordem do dia dos patrocinadores de Israel que operam nos EUA. As 52 principais organizaçons sionistas som muito francas com respeito às suas reivindicaçons de poder, a sua luita pola agenda de Israel e o seu servilismo com respeito a todos os regimes israelenses sem excepçom.
Os que negam o poder sionista sobre a política exterior em Oriente Próximo dos EUA som sionistas "de esquerda", como Noam Chomsky e os seus acólitos. Nunca analisam o processo legislativo, a tomada de decisons do poder executivo, as estruturas e actividade da base sionista de um milhom de membros, e os nomeamentos e antecedentes de responsáveis políticos chave que decidem políticas estratégicas em Oriente Próximo. No seu lugar percorrem a generalizaçons superficiais e a demagogia política, imputando a política ao “Grande Petróleo” e ao “complexo militar-industrial” ou ao “imperialismo dos EUA”. Categorias carentes de contexto empírico e de contexto histórico sobre a política realmente existente com respeito a Oriente Próximo.
A construçom do poder sionista no governo dos EUA
Para compreender a submissom estado-unidense às políticas belicistas israelenses em Oriente Próximo há que olhar para além do papel de lobbies que pressionam o Congresso e do papel de comités de acçom política e de doadoras sionistas abastadas nas campanhas eleitorais. Um fundamento muito descuidado, mas absolutamente essencial do poder sionista sobre a política exterior, económica, diplomática e militar dos EUA é a presença sionista em posiçons políticas cruciais, incluindo os Departamentos do Tesouro e de Estado, o Pentágono, o Conselho Nacional de Segurança e a Casa Branca.
Operando desde as máximas posiçons de decisom política, os servidores públicos sionistas mantivérom consistentemente políticas alineadas com as políticas terroristas de Israel, orientadas a debilitar e eliminar qualquer país que questione a ocupaçom colonial de Palestina polo Estado Judeu, o seu monopólio nuclear regional, a sua expansom de assentamentos só para judeus e sobretodo os seus estridentes esforços por seguir sendo a potência dominante no Oriente árabe. Os responsáveis políticos sionistas no governo estám em constantes consultas com o Estado israelense, assegurando a coordenaçom com o comando militar israelense (FDI), ministério de exteriores e a sua polícia secreta (MOSSAD) e o cumprimento da linha política do Estado Judeu. Durante os últimos 24 meses nem um sozinho responsável político sionista expressou algumha crítica dos mais horrendos crimes de Israel, que vam desde o feroz ataque contra Gaza ao massacre da flota da "vermelhada" e a expansom de novos assentamentos em Jerusalém e em Cisjordánia. Um recorde de lealdade a umha potência estrangeira que ultrapassa mesmo o servilismo dos colegas de rota estalinistas em Washington durante os anos trinta e quarenta.
Os responsáveis políticos sionistas em posiçons estratégicas dependem do respaldo político e do trabalho em estreita colaboraçom com as suas contrapartes nos lobbies (AIPAC) no Congresso e nas organizaçons judeas sionistas "nacionais" e "locais". Muitos dos principais responsáveis políticos sionistas chegárom ao poder mediante umha estratégia deliberada de infiltraçom no governo para conformar umha política que promove o interesse de Israel para além dos interesses da populaçom dos EUA. Ainda que um grau de coesom resultante de umha lealdade comum para Tel Aviv pode explicar um suposto nepotismo e selecçom, também resulta que os poderosos lobbies judeus podem jogar um papel na criaçom de posiçons chaves no governo e assegurar que um dos seus ocupe essas posiçons e impulsione a agenda israelense.
Stuart Levey: O principal operador de Israel no governo dos EUA
Em 2004, AIPAC pressionou exitosamente o governo de Bush para que criasse a oficina do Subsecretário para Terrorismo e Inteligência Financeira (UTFI) e que nomeasse o seu protegido, o graduado de Princeton Stuart Levey para esse posto. Antes, mas especialmente após a sua nomeaçom, Levey colaborou estreitamente com o Estado israelense e foi conhecido como um insuperável fanático sionista com ilimitada energia e umha adoraçom cega polo Estado israelense.
Dentro dos confins dos seus anteolhos ideológicos sionistas, Levey aplicou a sua inteligência à singular tarefa de converter a sua oficina em umha importante localizaçom para o estabelecimento da política estado-unidense para Irám. Levey, mais que qualquer outro servidor público nomeado no governo ou legislador eleito, formula e implementa políticas que influenciam profundamente as relaçons económicas dos EUA, da UE e da ONU com o Irám. Levey elaborou as políticas de sançons que Washington impujo à UE e ao Conselho de Segurança. Levey organiza todo o pessoal sob o seu controlo no Tesouro para pesquisar políticas comerciais e de investimento de todas as principais corporaçons manufactureiras, bancárias, navais, petroleiras e comerciais do mundo. Depois viaja por todos os EUA e pressiona exitosamente fundos de pensom, assinaturas de investimento, companhias petroleiras e instituiçons económicas para que desinvistam de qualquer companhia que tenha a ver com a economia civil de Irám. Tem globalizado as suas actividades, ameaçando com sançons e exclusons companhias dissidentes na Europa, Ásia, Oriente Próximo e América do Norte que se negam a renunciar a oportunidades económicas. Todas compreenderám que Levey opera por conta de Israel, serviços que Levey rendeu com orgulho.
Levey coordena a sua campanha com os dirigentes sionistas no Congresso. Obtenhem legislaçom de sançons em linha com as suas campanhas. As suas políticas violam evidentemente o direito internacional e a soberania nacional, pressionando os limites da imposiçom extraterritorial das suas ordens administrativas contra umha economia civil. A sua violaçom da soberania económica está num plano paralelo com o anúncio de Obama de que as Forças Especiais dos EUA operárom em violaçom da soberania política em quatro continentes. Desde todo ponto de vista, Levey formula a política dos EUA para Irám. Em cada caso estabelece a escalada de sançons e depois passa-a à Casa Branca, que a impom ao Conselho de Segurança. Umha vez que se fixam novas sançons aprovadas por Levey o seu pessoal está localizado para as impor: identificando os transgressores e implementando penalidades. O Tesouro converteu-se num posto avançado de Tel Aviv. Nengumha publicaçom esquerdista, liberal ou social-democrata destaca o papel de Levey ou mesmo a terrível dor económica que este fanático do Antigo Testamento inflige a 75 milhons de trabalhadores civis e consumidores iranianos.
Por certo, como os rabinos judeu-direitalhos de Israel que pregam umha “soluçom” para os inimigos de Israel, Levey anuncia novos e mais duros “castigos” contra o povo iraniano (Stuart Levey, “Iran´s New Deceptions at Seja Must bê Punished” [Os novos enganos de Irám no mar devem ser castigados] FT 16/08/2010, p. 9). Pode que o Estado Judeu baptize no momento apropriado umha importante avenida em Cisjordânia com o seu nome polos seus extraordinários serviços para esse Estado xenofovo extremamente perverso.
O papel estratégico do poder local
O Arquivo do Lobby de Israel publicou recentemente documentos desclassificados do Conselho Sionista Estado-unidense (AZC) obtidos por localizaçom legal durante umha investigaçom do Senado dos EUA entre 1962 e 1963. Os documentos revelam como o Estado israelense através dos seus condutos judeus estado-unidenses “as organizaçons sionistas dominantes” penetrou nos meios de massas dos EUA e propagou a sua linha política, sem conhecimento do público estado-unidense. Histórias escritas por um sem número de jornalistas e académicos judeus sionistas fôrom solicitadas e colocadas em meios nacionais como The Readers Digest, The Atlantic Monthly, Washington Post, entre outros, incluindo periódicos e estaçons de rádio regionais e locais (Israel Lobby Archive, 18 de Agosto de 2010). Enquanto as organizaçons sionistas nacionais tentavam os jornalistas e os escritores e editores académicos, os filiados locais transmitiam a mensagem e implementavam a linha. O nível de infiltraçom revelado polos documentos sionistas obtidos polo Senado na década de sessenta multiplicou-se por cem durante os últimos 50 anos em termos de financiamento, servidores públicos pagos e militantes comprometidos e sobretodo em poder estrutural e capacidade coercitiva.
Enquanto os dirigentes nacionais, em estreita consulta com servidores públicos israelenses, recebem instruçons sobre que temas som de alta prioridade, a implementaçom segue umha rota vertical para dirigentes regionais e locais, políticos, e notáveis que pola sua vez se dirigem aos meios locais e religiosos, académicos e a outros dirigentes da opiniom. Quando dirigentes nacionais asseguram a publicaçom de propaganda pró israelense, os locais reproduzem-na e circulam-na aos meios locais e a pessoas influentes nom sionistas na sua “periferia”. Campanhas de cartas, orquestradas desde acima, som implementadas por milhares de doutores, advogados e empresários sionistas militantes. Elogiam escritores pró israelenses e atacam os críticos; pressionam jornais, editoriais e revistas para que nom publiquem os dissidentes.
Os dirigentes "nacionais" e locais promovem resenhas hostis de livros que nom vam na linha israelense, influenciam decisons das bibliotecas para que encham os seus estantes com livros pró israelenses e censurem e excluam histórias mais equilibradas ou críticas. Militantes locais em coordenaçom com cônsules israelenses saturam o público com milhares de reunions públicas e oradores apontando a igrejas cristás, audiências académicas e grupos cívicos; ao mesmo tempo militantes sionistas locais e especialmente milionários influentes, pressionam lugares locais (administradores de universidades, autoridades eclesiásticas e associaçons cívicas) para que nom convidem nengum crítico de Israel nem os seus partidários para que falem. Em última instância, sionistas locais exigem que se outorgue o mesmo tempo a um propagandista pró israelense, algo inaudito quando se programa que fale um apologista de Israel.
Organizaçons sionistas locais fam valiosos esforços para recrutar alcaldes, governadores, celebridades locais, editores, eclesiásticos e promissórios jovens dirigentes étnicos e de minorias oferecendo-lhes giras de propaganda a Israel com todos os gastos pagos para que depois escrevam ou concedam entrevistas repetindo o que aprenderam dos servidores públicos israelenses. Dirigente locais mobilizam milhares de activistas sionistas militantes para que ataquem judeus anti-sionistas em público e em privado. Exigem que se lhes exclua de qualquer mesa redonda mediática sobre Oriente Próximo.
Servidores públicos sionistas locais formam comités de reacçom rápida para visitar e ameaçar qualquer editor local e pessoal editorial que publique editoriais ou artigos que questionem a linha oficial israelense, sobretudo com os revisionistas da farsa do holoconto. Dirigentes locais controlam (”monitoram”) todas as reunions locais, convites a oradores, bem como os discursos de comentaristas públicos, dirigentes religiosos e académicos para detectar qualquer “alusom anti-sionista” (que etiquetam de “anti-semitismo encoberto”). A maioria das principais ordens religiosas judeas estám alineadas como a espinha dorsal da recolecçom de fundos israelense local, incluindo o financiamento de novos assentamentos “só para judeus” na Cisjordánia palestina.
Servidores públicos locais estám na vanguarda de campanhas para negar académicos independentes especializados em Oriente Próximo e em política pública, titularidade ou promoçom, independentemente da sua erudiçom. Por outra parte, escritorzinhos académicos que acatam a linha pró israelense e publicam livros com ataques generalizados contra críticos de Israel entre cristiãs e mussulmans e países como Iraque, Irám ou quem quer seja um objectivo da política israelense, som promocionados, elogiados e colocados na lista de sucessos editoriais. Qualquer livro ou escritor crítico do poder sionista ou de Israel é colocado num “índice” local e "nacional" e submetido a umha inquisiçom meiante calúnias por umha manada de radicais sionistas judeus.
Conclusom
O poder de Israel nos EUA nom reside só na influência e liderança de poderosos “lobbies pró israelenses” baseados em Washington, como AIPAC. Sem os centos de milhares de dentistas, podólogos, corredores de carteira, agentes imobiliários, professores e outros, o lobby seria incapaz de sustentar e implementar a sua política entre centos de milhons de estado-unidenses fora das principais metrópoles. Como vimos nos documentos desclassificados do Senado, as organizaçons sionistas locais começárom há meio século umha campanha sistémica de penetraçom, controlo e intimidaçom que chegou ao seu apogeu tras rematar a 2GM na primeira década do Século XXI. Nom é por acidente ou mera coincidência que servidores públicos universitários no norte de Minnesota ou no norte do Estado de Nova York sejam objecto de campanhas para excluir oradores ou despedir membros da faculdade críticos de Israel e Revisionistas. Os sionistas locais tenhem bases de dados informatizadas que operam com um índice de oradores proibidos, como admitem e alardeiam os próprios sionistas "marxistas" em contraste com sionistas “liberais” que tendem a etiquetar como “anti-semitas” ou “teóricos da conspiraçom” escritores que citam documentos oficiais sionistas que demonstram a sua sistémica perversom das liberdades.
Durante decénios, desapareceu virtualmente a distinçom entre o poder sionista exercido por um lobby fora do governo e operadores “dentro” do governo. Como vimos na nossa análise, AIPAC obtivo o posto do subsecretário no Tesouro, ditou o nomeamento de um operador sionista chave (Stuart Levey) e acompanha a sua cruzada global para sancionar Irám até a fome e a pobreza. A colocaçom de operadores dentro de posiçons chaves para Oriente Próximo no governo nom é o simples resultado de decisons de carreira individuais. A ascensom de tantos sionistas pró Israel a postos no governo fai parte da sua missom de servir o interesse de Israel durante, no mínimo, nuns poucos anos das suas carreiras. A sua presença no governo obvia toda investigaçom polo Senado ou o Congresso de organizaçons sionistas que actuam como agentes dumha potência estrangeira como as que tiveram lugar na década de sessenta.
A oposiçom pública aumenta ante a acumulaçom de poder e o abuso do exercício do poder polas principais organizaçons e personagens influentes sionistas, por conta de um Estado xenófobo a cada vez mais ensanguentado que alardeia da sua dominaçom sobre as instituiçons públicas dos EUA. A campanha de Boicote, Desinvestimento e Sançons ganha força mesmo nos EUA (veja desinvestimento de Harvard em companhias israelenses). O apoio público a Israel nos EUA, desde todo ponto de vista, diminuiu a menos de 50%, enquanto as sondagens em Europa Ocidental mostram um pronunciado aumento da hostilidade para o regime de direita liberaloide de Israel. Os judeus anti-sionistas (que os há) aumentam a sua influência especialmente entre jovens judeus que estám horrorizados ante a matança israelense em Gaza e o ataque contra a flota da vermelhada. De igual importância é a presença de judeus anti-sionistas em painéis e foros que deu alento a numerosos nom judeus outrora intimidados quem até agora temiam que os qualificassem de “anti-semitas”.
O perigo é que o apoio sionista nos EUA para o regime liberaloide e xenofobo em Israel os leve a unir as suas forças com a extrema direita nos EUA. Actualmente os rústicos judeus e cristãos de Manhattan fam fermentar o ódio em massa contra outro cancro, os mussulmanos (a chamada “controvérsia pola mesquita”) como distracçom das crises económicas e do aumento do desemprego. A promoçom sionista da "islamofobia" em massa tam cerca de Wall Street, onde muitos dos seus ricachons se beneficiam com o saque dos activos dos EUA, é um jogo perigoso. Se as mesmas massas enfurecidas alçam a vista para os ricos e poderosos em lugar de olhar para abaixo os pretos e mussulmanos, poderiam ter lugar algumhas surpresas desagradáveis e imprevistas, nom só contra os operadores de Israel, senom contra todos a quem se identifique erroneamente como relacionados com umha pátria judea mal interpretada.
Apêndice
Conferência de presidentes das principais organizaçons judeas dos EUA
Organizaçons membro
1. Ameinu
2. American Friends of Likud
3. American Gathering/Federation of Jewish Holocaust Survivors
4. America-Israel Friendship League
5. American Israel Public Affairs Committee
6. American Jewish Committee
7. American Jewish Congress
8. American Jewish Joint Distribution Committee
9. American Sephardi Federation
10. American Zionist Movement
11. Americans for Peace Now
12. AMIT
13. Anti-Defamation League
14. Association of Reform Zionists of America
15. B’nai B’rith International
16. Bnai Zion
17. Central Conference of American Rabbis
18. Committee for Accuracy in Middle East Reporting in America
19. Development Corporation for Israel/State of Israel Bonds
20. Emunah of America
21. Friends of Israel Defense Forces
22. Hadassah, Women’s Zionist Organization of America
23. Hebrew Immigrant Aid Society
24. Hillel: The Foundation for Jewish Campus Life
25. Jewish Community Centers Association
26. Jewish Council for Public Affairs
27. The Jewish Federations of North America
28. Jewish Institute for National Security Affairs
29. Jewish Labor Committee
30. Jewish National Fund
31. Jewish Reconstructionist Federation
32. Jewish War Veterans of the USA
33. Jewish Women International
34. MERCAZ USA, Zionist Organization of the Conservative Movement
35. NA’AMAT USA
36. MCSK” Advocates on behalf of Jews in Russia, Ukraine, the Baltic States & Eurasia
37. National Council of Jewish Women
38. National Council of Young Israel
39. ORT America
40. Rabbinical Assembly
41. Rabbinical Council of America
42. Religious Zionists of America
43. Union for Reform Judaism
44. Union of Orthodox Jewish Congregations of America
Tem relaçom o SER Nacional-Socialista com seguir umha ou outra moda ou o declararem-se partícipe duns e outros gostos?
À vista de tudos está o incessante abanico dos declarados membros dalgumhas “tribos urbanas”, que dizem defender umha visom Nacional-Socialista, como por exemplo, “Heavy N-S”, “Punk N-S”, “Pin Up N-S”... E sigam as milheiras de combinaçons possíveis..
Perguntamo-nos. É possível?
A resposta é NOM, e abordaremos a argumentaçom desde dous pontos bastante fáceis de entender.
PRIMEIRO, e começarei citando umha célebre cita do mesmíssimo Führer; “Quem nos veja como um simples movimento político e que nom percebeu nada em absoluto”. O Nacional-Socialismo nom é umha visom política mais, onde um pode estar mais ou menos certeiro cumha série de pontos políticos ou económicos. Neste sentido há que entender e ver o Nacional-Socialismo, como umha projecçom de determinados e bem definidos valores. Valores nom só nossos, se nom de todo o povo.
Há que vé-lo como um enaltecimento, umha defesa e umha CONTINUAÇOM dumha forma de ser, dumha indiossincrasia que só nos é própria aos arianos como povo e como raça. É levar, em parte, a política, esse fio de tradiçom milenário, de evoluçom e de ser que nos define como herdeiros da Europa Céltiga, Grega, Romana e Germânica. Nom se pode ser Nacional-Socialista e defender tudo o do mundo actual e contemporâneo, posto que como produtos capitalistas que som, sempre resultaram para nós contrários e extranos à nossa essência Europeia.
Música Heavy, Pop, Techno, modas de pantalons caidos, todo por nímio e insignifcante que poida parecer, supom um curte nessa tradiçom, posto que o capitalismo, como “ideologia” apátrida que é, nom entende de povos, de naçons, de raças e nem de culturas, se nom só de dinheiro. E o dinheiro nom tem fronteiras, é por isso que qualqueira pode ser Heavy, qualqueira pode escuitar bacalhao, e qualqueira pode ter umha cresta na cabeça. É a destrucçom da identidade por outros meios.
A música, sempre foi umha forma mais de expressom cultural dum povo, e provém dumha evoluçom a través dos séculos, dessa forma de expressar-se que temos. A música concretamente ainda que também polo geral o arte, sim que entende de fronteiras e de raças, e ao igual que há diferentes povos, há diferentes modos de ver o arte, e de expressar essas diferenças. Diferenças que som precisamente as que nos dam a nossa identidade, e o valor mais sagrado e valioso que temos que defender e respeitar. Igual que o bacalhao é música destrutora da identidade ariana, o rap, também é música destrutora da identidade negroide, já que umha das consequências do capitalismo nom só é a destrucçom do povo ariano, se nom a de tudos os povos do planeta.
Esses macro-festivais, financiados e promocionados até aburrir por grandes empresas capitalistas e sionistas, como Coca-cola ou MTV, nom som mais que outra prova, e ademais evidente, do processo globalizador e anti-identitário que vivemos. Jovens de todos os países, de diferentes culturas, “unidos” baixo umha mesma música... Realmente só fica que alcem bem no alto o punheiro esquerdo.
Em definitiva, alguem que defende o Nacional-Socialismo, defende a sua tradiçom, o seu ser europeu, a sua cultura e a cultura nom é o que nos gosta, se nom que nos define. Nom queremos ter que ensinar-lhe às geraçons vindeiras, que os que nos faze europeus como raça de milheiros de anos que somos, é umha “música” aparecida fai umhas poucas décadas, num sistema que o único que fomenta é a destrucçom dum mundo diverso e rico.
SEGUNDO ponto.
Como sempre dizemos, um Nacional-Socialista é o que defende o Nacional-Socialismo. A convulsom histórica, vivendo na era e mundo no que vivemos, no caso de que o Reich chega-se a alçar com a vitória, teria sida tam forte, terida provocado tal terremoto de acontecimentos totalmente inversos aos que ocorrerom, que é difícil prever como seria o mundo hoje em dia, mas o que sim é doado de esperar, é que seria completamente diferente. Todo o que vemos hoje em dia, desde o momento em que os nossos párpados abrem, o mundo que apalpamos, que cheiramos, que sentimos, as notícias, os sucessos, os problemas, absolutamente tudo, é umha consequência da hecatombe de 1945. Por isso, todas e cada umha das “modas” actuais, teriamo-nos que parar a cavilar se existiram realmente de ter-se provocado tal cámbio no suceder das cousas. Tampouco queremos promover um estancamento numha era já passada, mas os valores que moverom tudo aquilo, sim que seguem sendo os mesmos deviam movermo-nos no presente, e nom falamos de nada político.
O efeito “lastre” da Democracia de “deixar-se levar”, incluso também entre os círculos identitários carentes já de tudo sentido verdadeiramente revolucionário nas suas bases, contentando-se com manter mais ou menos estável o número de afiliados de ano em ano, remata por desembocar numha mentalidade num extremo final, totalmente burguesa e acomodada, com o que cada qual remata diluindo no enxame democrático das modas, dos gostos, do bem visto e nom fazer valer o seu Nacional-Socialismo, o seu ideal superior, como um quebra-mares contra o que toda imundície se estrela e que jamais supera.
É impossível erigir-se de entre o lixo como um mais. O povo segue ao excepcional e ao superior, nom ao medíocre que em nada se diferença da borregada maioritária e dize enfrontar-se a ella. As crestas, o “macarrismo”, as tatuagens ridículas e um longo etc, serviriam como um excelente referente para localizar de entre umha borregada a uns exponhentes do sistema actual, mas nunca jamais a exemplos de Nacional-Socialismo.
Toda essa escoura, que fique com ela esta democracia que a pariu.