sábado, 9 de outubro de 2010

A defesa do ideário Nacional-Socialista

Na versom digital do diário "El país" com data "17/08/2008" limos com grande estupor a nova da desarticulaçom em Meckelmburg, no estado alemam, dumha "colónia neo-nazi" na que polo visto levavam-se à prática tam vis e terroristas actividades como desfiles, acampamentos, cançons, leitura de textos Nacional-Socialistas, actividades desportivas ao ar livre ou festejos com fachos de ritos antergos Europeus. Todo isto envolto de bandeiras da época e demais simbologia indo-europeia.



Polo que se ve os "periolistos" deste estado ficarom enrabechados perante a clara e maquiavélica prova dos desejos de dominaçom mundial desses sanguinários. Claro está que esses novéis de periodismo, som os mesmos que cobrem com as suas câmeras macro-festas onde nom faltam drogas, alcool e o desenfreio mais absoluto e salvagem.

Estamos seguros de que se estes jovens germanos ensinaram nos seus acampamentos práticas de sodomia e lesbianismo ou a elaboraçom de porros com os olhos vendados e umha soa mam, baixo o ritmo de tamboriles e berridos africanos, a nova nom passaria de sere umha exaltaçom mais da "multiculturalidade" que tanto gosta hoje em dia.

De qualquer maneira, enche de orgulho e esperança que existam pessoas neste estado alemam, que tiveram realmente percebido o que significa ser Nacional-Socialista. A revoluçom N-S é umha revoluçom das almas, Das almas dos europeus primeiro e da alma de Europa depois. Nom basta com organizar actos, concertos, ou acampamentos, se a estes só acodem degenerados, borrachos e toxicómanos cheios de piercings, dilataçons ou outras modas africanas e anti-europeias. Nom basta com ter a vontade de cambiar as cousas que vemos, se antes nom temos a vontade de cambiar nós mesmos. Nom podemos defender umha doutrina de elites, de aristocrácia, de guerreiros, de super-homens, se só contamos com pailarocos e sub-humano.

Tampouco basta por muito decentes e honrados que sejamos (que neste estado já seria muito) com marchar a umha montanha a dous quilómetros de alto e organizar actos ou acampamentos se tam só ficamos nisto e nom fazemos actividades populares, pois a parte de caer num sectarismo absurdo, traicionariamos o espírito social e popular da nossa cosmovisom.

Faze-no os nossos camaradas germanos organizando colónias abertas a toda pessoa, homem ou mulher, livre e decente. Fizero-no Neerlandeses com comidas populares para compatriotas nos bairros mais marginados. Fizero-no búlgaros e russos com actos públicos de exaltaçom de antigas e patrióticas tradiçons. Fizero-no daneses, com sondagens de opiniom nas ruas ou institutos. Fizero-no franceses repartindo propaganda nas facultades, nas saidas dos cinemas, ou em centros comerciais. Fizero-no galaicos com conferências, actos, rituais antergos e repartindo propaganda em diferentes povos.

E no resto de Hispânia... Que se fixo no resto de Hispânia? Vendo a qualidade humana do pessoal que as fins de semana decide ponher-se umha suástica na bomber de 100€, de fazer-se algo nas terras castelans ou catalans umha "Colónia N-S" de contado desembocaria em pouco menos que umha orgia de violência, drogas e puteirio. Só há que botar-lhe umha olhada à gente que dize ser N-S nessas terras (som nazi-fachas), nada que ver com os poucos camaradas que temos ali, mas nom há material humano suficiente.

Perante estas novas um evoca na sua mente essas imagenes do genial "Triunfo da Vontade" onde ve-se a milheiros e milheiros de jovens sans, fortes como carvalhos, decididos como o raio, fanáticos completamente do ideário que os embebe e dessa forma de deuses gregos.

Ser Nacional-Socialista, hoje, ontem, faze setenta anos e dentro de cinco centos, é, mais aló do governo estabelecido, mais aló da época ou o entorno, comportar-se como um Nacional-Socialista. Muito mais aló de partidinhos políticos levados por papa-moscas ou organizaçons de recriaçom histórica do N-S que se fecham num local, ser Nacional-Socialista é sentir-se, pensar, defender e actuar como o que defendemos.

Defende-se o Nacional-Socialismo numha Colónia N-S no monte, como se defende o Nacional-Socialismo ensinando a um camarada que nom pode comprar livros, ou organizando actividades de propaganda nos nossos bairros. Nom se pode defender um ideário que ressuma honradez e nobreza e ser os matons do bairro. Nom se pode defender um ideário obreiro e socialista e gastar-se o dinheiro nas derradeiras rodas para o carro ou o model de celular mais inovador. Nom se pode defender um ideário aristocrático da natureza e o homem, e ser uns burgueses acomodados, alcoólicos e habituais do Mc Donalds. Em difinitiva, nom podemos considerarmo-nos herdeiros da luita do mais grande homem que houbo na face da terra, fechando-nos em espiritos reduzidos a miseráveis aspiraçons.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Morreu Siegfried Ellwanger Castan

Estou recebendo notícia na qual não queria acreditar. Não podia assimilar que figura tão forte, determinada, fidelíssima às suas convicções, exemplo de caráter e honradez, pudesse um dia baixar a guarda.

Ainda agora, quando do lançamento do meu livro, mencionei-o como grande e injustiçado batalhador, também brasileiro, que se empenhava e dava o melhor de si pela causa de outro povo, o dos seus ancestrais. Na ocasião não sabia que já não mais estava entre nós.

Tivemos um só contato pessoal, telefônico. Foi quando eu tentava lançar meu primeiro livro, na virada do milênio, procurando gráfica para imprimi-lo. Já então ele me dizia que estava enfrentando as mais sérias dificuldades, perseguido que vinha sendo pelos seus algozes. Era perseguido, acusado, caluniado, difamado simplesmente porque, em justa revolta contra injustiças, externava seus pensamentos e divulgava fatos contrários ao “politicamente correto”.

É coisa de jovem se engajar, se entusiasmar e lutar por um ideal. Também é normal que depois família, profissão e outras preocupações passem a ocupar e centralizar a atenção do individuo. Pois SIEGFRIED ELLWANGER CASTAN manteve seu ímpeto de idealista. Não mediu sacrifícios, nem mesmo materiais. Como lutador foi um jovem até o fim. Seus adversários não podem se vangloriar. Fizeram com que sofresse, sim, usaram dos meios mais desleais, sim, mas a eles Castan nunca se entregou. Este Siegfried encontrou agora o seu Hagen no ceifador inexorável, destino de todos nós.

Vai Castan! Realizastes um grande trabalho. Por mais que tenhas sido odiado, muito mais fostes admirado. Viel Feind, viel Ehr, era o que dizia um velho ditado alemão: muitos inimigos, muita honra. Muita honra é o que mereces.



http://www.toedter.com.br/2010/10/castan.html

As bases locais e estatais do poder sionista nos EUA

O esforço sério por compreender a extraordinária influência da configuraçom do poder sionista sobre a política exterior dos EUA deve examinar a presença de operadores chave em posiçons estratégicas no governo e as actividades de organizaçons sionistas locais filiadas a organizaçons judeas dominantes e ordens religiosas.

Há no mínimo 52 importantes organizaçons judeas estado-unidenses envolvidas activamente na promoçom da ordem do dia da política exterior, a economia e a tecnologia de Israel nos EUA . Os membros de base variam entre vários centos de milhares de militantes nas Federaçons Judeas de América do Norte (JFNA, polas suas siglas em inglês) e cem mil abastados doadores, activistas e traficantes de influências no Comité EUA-Israel de Assuntos Públicos (AIPAC). Além de numerosas fábricas de propaganda, denominadas think tanks, fôrom estabelecidas com subsídios de milhons de dólares de sionistas multimilionários, incluídos o Brookings Institute (Haim Saban) e o Hudson Institute entre outros. Numerosos comités de acçom política (PAC) financiados polos sionistas intervinhérom em todas as eleiçons "nacionais" e "regionais," controlando candidaturas e influenciando os resultados das eleiçons.

Fanáticos sionistas apoderárom-se literalmente de editoriais, incluídas imprensas universitárias; o exemplo mais indignante é Yale University, que publica os folhetos mais tendenciosos que repetem como loros paródias sionistas da história judea (secçom de crítica literária do Financial Times 28/29 de Agosto de 2010). Novos projectos sionistas com considerável financiamento, factos para capturar jovens judeus e convertê-los em instrumentos da política exterior israelense incluem “Taglit-Birthright” que gastou mais de 250 milhons de dólares durante a última década enviando a mais de um quarto de milhom de judeus (entre 18 e 26 anos) a Israel durante 10 dias de intensa lavagem de cérebro (Boston Globe, 26 de Agosto de 2010). Multimilionários judeus e o Estado israelense pagam a conta. Submete-se aos estudantes a umha forte dose de terrorismo ao estilo israelense já que som acompanhados por soldados israelenses como parte do seu adoutrinamento; em nengum momento visitam Cisjordânia, Gaza ou Jerusalém Este (Boston Globe, 26 de Agosto de 2010). Som instados a se converter em cidadans de dupla nacionalidade e mesmo som encorajados a servir nas forças armadas israelenses. Em resumo, as 52 organizaçons membros das Principais Organizaçons Judeas Estado-unidenses em questom constituem só a ponta do iceberg da Configuraçom Sionista do Poder: tomadas em conjunto com os PAC, as fábricas de propaganda, as editoriais comerciais e universitárias e os meios de massas, vemos-nos ante umha estrutura de poder para compreender a tremenda influência que tenhem na política exterior e interior dos EUA na medida em que afectam Israel e o sionismo estado-unidense.

Enquanto toda a sua actividade adica-se antes que nada a assegurar que a política dos EUA em Oriente Próximo sirva à expansom colonial de Israel em Palestina e os seus objectivos belicistas em Oriente Próximo, o que B’nai B’rth chama eufemisticamente “foco em Israel e o seu lugar no mundo”, muitos grupos “especializam-se” em diferentes esferas de actividade. Por exemplo, os “Amigos da Força de Defesa de Israel” [exército israelense, N. do T.] preocupam-se primordialmente, segundo as suas próprias palavras, “de velar polas FDI”, em outras palavras prover recursos financeiros e promover voluntários estado-unidenses para um exército estrangeiro (umha actividade ilegal, excepto quando se trata de Israel claro). Hillel é o braço estudantil da configuraçom do poder sionista que afirma que está presente em 500 colégios e universidades, com filiados que defendem todos e a cada um dos abusos contra os direitos humanos do Estado israelense e organizam giras com todos os gastos pagos para estudantes recrutas judeus para que viajem a Israel, onde som submetidos a umha forte propaganda e som encorajados a “migrar” ou a se converter em “cidadaos de dupla nacionalidade”.

Método: Estudando o poder sionista

Há diversos métodos para medir o poder do conjunto de organizaçons sionistas influentes que ocupam posiçons estratégicas no governo e a economia. Incluem (a) o método baseado na reputaçom, (b) as suas próprias afirmaçons, (c) a análise da tomada de decisons, (d) inferências estruturais. A maioria destes métodos fornecem algumhas pistas sobre o potencial poder sionista. Por exemplo, especialistas na imprensa e jornalistas baseiam-se frequentemente em pessoas informadas de Washington, pessoal do Congresso e notáveis para concluir que AIPAC tem a reputaçom de ser um dos grupos de pressom mais poderosos em Washington. Este método aponta à necessidade de examinar empiricamente as operaçons de AIPAC na influência de votos no Congresso, a apresentaçom de candidaturas, a derrota dos que ocupam cargos e nom apoiam incondicionalmente a linha israelense. Em outras palavras, a análise do processo de tomada de decisons do Congresso e do executivo é umha chave para medir o poder sionista. Mas nom é a única. O poder sionista é o produto de um contexto histórico, no qual a propriedade dos meios e a concentraçom da riqueza e outras palancas institucionais do poder tenhem um papel e conformam o actual quadro da tomada de decisons. O poder acumulativo com o transcurso do tempo e através das instituiçons cria um forte preconceito nos resultados políticos favoráveis aos agentes organizados de Israel nos EUA.

Umha vez mais, a mera presença de judeus ou sionistas em posiçons de poder económico, cultural e político nom nos di como utilizarám os seus recursos e se terám o efeito desejado. A análise estrutural, a localizaçom de sionistas na estrutura de classe, é necessário mas insuficiente para compreender o poder sionista. Há que proceder e analisar o conteúdo de decisons feitas e nom feitas com respeito à ordem do dia dos patrocinadores de Israel que operam nos EUA. As 52 principais organizaçons sionistas som muito francas com respeito às suas reivindicaçons de poder, a sua luita pola agenda de Israel e o seu servilismo com respeito a todos os regimes israelenses sem excepçom.

Os que negam o poder sionista sobre a política exterior em Oriente Próximo dos EUA som sionistas "de esquerda", como Noam Chomsky e os seus acólitos. Nunca analisam o processo legislativo, a tomada de decisons do poder executivo, as estruturas e actividade da base sionista de um milhom de membros, e os nomeamentos e antecedentes de responsáveis políticos chave que decidem políticas estratégicas em Oriente Próximo. No seu lugar percorrem a generalizaçons superficiais e a demagogia política, imputando a política ao “Grande Petróleo” e ao “complexo militar-industrial” ou ao “imperialismo dos EUA”. Categorias carentes de contexto empírico e de contexto histórico sobre a política realmente existente com respeito a Oriente Próximo.

A construçom do poder sionista no governo dos EUA

Para compreender a submissom estado-unidense às políticas belicistas israelenses em Oriente Próximo há que olhar para além do papel de lobbies que pressionam o Congresso e do papel de comités de acçom política e de doadoras sionistas abastadas nas campanhas eleitorais. Um fundamento muito descuidado, mas absolutamente essencial do poder sionista sobre a política exterior, económica, diplomática e militar dos EUA é a presença sionista em posiçons políticas cruciais, incluindo os Departamentos do Tesouro e de Estado, o Pentágono, o Conselho Nacional de Segurança e a Casa Branca.

Operando desde as máximas posiçons de decisom política, os servidores públicos sionistas mantivérom consistentemente políticas alineadas com as políticas terroristas de Israel, orientadas a debilitar e eliminar qualquer país que questione a ocupaçom colonial de Palestina polo Estado Judeu, o seu monopólio nuclear regional, a sua expansom de assentamentos só para judeus e sobretodo os seus estridentes esforços por seguir sendo a potência dominante no Oriente árabe. Os responsáveis políticos sionistas no governo estám em constantes consultas com o Estado israelense, assegurando a coordenaçom com o comando militar israelense (FDI), ministério de exteriores e a sua polícia secreta (MOSSAD) e o cumprimento da linha política do Estado Judeu. Durante os últimos 24 meses nem um sozinho responsável político sionista expressou algumha crítica dos mais horrendos crimes de Israel, que vam desde o feroz ataque contra Gaza ao massacre da flota da "vermelhada" e a expansom de novos assentamentos em Jerusalém e em Cisjordánia. Um recorde de lealdade a umha potência estrangeira que ultrapassa mesmo o servilismo dos colegas de rota estalinistas em Washington durante os anos trinta e quarenta.

Os responsáveis políticos sionistas em posiçons estratégicas dependem do respaldo político e do trabalho em estreita colaboraçom com as suas contrapartes nos lobbies (AIPAC) no Congresso e nas organizaçons judeas sionistas "nacionais" e "locais". Muitos dos principais responsáveis políticos sionistas chegárom ao poder mediante umha estratégia deliberada de infiltraçom no governo para conformar umha política que promove o interesse de Israel para além dos interesses da populaçom dos EUA. Ainda que um grau de coesom resultante de umha lealdade comum para Tel Aviv pode explicar um suposto nepotismo e selecçom, também resulta que os poderosos lobbies judeus podem jogar um papel na criaçom de posiçons chaves no governo e assegurar que um dos seus ocupe essas posiçons e impulsione a agenda israelense.

Stuart Levey: O principal operador de Israel no governo dos EUA

Em 2004, AIPAC pressionou exitosamente o governo de Bush para que criasse a oficina do Subsecretário para Terrorismo e Inteligência Financeira (UTFI) e que nomeasse o seu protegido, o graduado de Princeton Stuart Levey para esse posto. Antes, mas especialmente após a sua nomeaçom, Levey colaborou estreitamente com o Estado israelense e foi conhecido como um insuperável fanático sionista com ilimitada energia e umha adoraçom cega polo Estado israelense.

Dentro dos confins dos seus anteolhos ideológicos sionistas, Levey aplicou a sua inteligência à singular tarefa de converter a sua oficina em umha importante localizaçom para o estabelecimento da política estado-unidense para Irám. Levey, mais que qualquer outro servidor público nomeado no governo ou legislador eleito, formula e implementa políticas que influenciam profundamente as relaçons económicas dos EUA, da UE e da ONU com o Irám. Levey elaborou as políticas de sançons que Washington impujo à UE e ao Conselho de Segurança. Levey organiza todo o pessoal sob o seu controlo no Tesouro para pesquisar políticas comerciais e de investimento de todas as principais corporaçons manufactureiras, bancárias, navais, petroleiras e comerciais do mundo. Depois viaja por todos os EUA e pressiona exitosamente fundos de pensom, assinaturas de investimento, companhias petroleiras e instituiçons económicas para que desinvistam de qualquer companhia que tenha a ver com a economia civil de Irám. Tem globalizado as suas actividades, ameaçando com sançons e exclusons companhias dissidentes na Europa, Ásia, Oriente Próximo e América do Norte que se negam a renunciar a oportunidades económicas. Todas compreenderám que Levey opera por conta de Israel, serviços que Levey rendeu com orgulho.

Levey coordena a sua campanha com os dirigentes sionistas no Congresso. Obtenhem legislaçom de sançons em linha com as suas campanhas. As suas políticas violam evidentemente o direito internacional e a soberania nacional, pressionando os limites da imposiçom extraterritorial das suas ordens administrativas contra umha economia civil. A sua violaçom da soberania económica está num plano paralelo com o anúncio de Obama de que as Forças Especiais dos EUA operárom em violaçom da soberania política em quatro continentes. Desde todo ponto de vista, Levey formula a política dos EUA para Irám. Em cada caso estabelece a escalada de sançons e depois passa-a à Casa Branca, que a impom ao Conselho de Segurança. Umha vez que se fixam novas sançons aprovadas por Levey o seu pessoal está localizado para as impor: identificando os transgressores e implementando penalidades. O Tesouro converteu-se num posto avançado de Tel Aviv. Nengumha publicaçom esquerdista, liberal ou social-democrata destaca o papel de Levey ou mesmo a terrível dor económica que este fanático do Antigo Testamento inflige a 75 milhons de trabalhadores civis e consumidores iranianos.

Por certo, como os rabinos judeu-direitalhos de Israel que pregam umha “soluçom” para os inimigos de Israel, Levey anuncia novos e mais duros “castigos” contra o povo iraniano (Stuart Levey, “Iran´s New Deceptions at Seja Must bê Punished” [Os novos enganos de Irám no mar devem ser castigados] FT 16/08/2010, p. 9). Pode que o Estado Judeu baptize no momento apropriado umha importante avenida em Cisjordânia com o seu nome polos seus extraordinários serviços para esse Estado xenofovo extremamente perverso.

O papel estratégico do poder local

O Arquivo do Lobby de Israel publicou recentemente documentos desclassificados do Conselho Sionista Estado-unidense (AZC) obtidos por localizaçom legal durante umha investigaçom do Senado dos EUA entre 1962 e 1963. Os documentos revelam como o Estado israelense através dos seus condutos judeus estado-unidenses “as organizaçons sionistas dominantes” penetrou nos meios de massas dos EUA e propagou a sua linha política, sem conhecimento do público estado-unidense. Histórias escritas por um sem número de jornalistas e académicos judeus sionistas fôrom solicitadas e colocadas em meios nacionais como The Readers Digest, The Atlantic Monthly, Washington Post, entre outros, incluindo periódicos e estaçons de rádio regionais e locais (Israel Lobby Archive, 18 de Agosto de 2010). Enquanto as organizaçons sionistas nacionais tentavam os jornalistas e os escritores e editores académicos, os filiados locais transmitiam a mensagem e implementavam a linha. O nível de infiltraçom revelado polos documentos sionistas obtidos polo Senado na década de sessenta multiplicou-se por cem durante os últimos 50 anos em termos de financiamento, servidores públicos pagos e militantes comprometidos e sobretodo em poder estrutural e capacidade coercitiva.

Enquanto os dirigentes nacionais, em estreita consulta com servidores públicos israelenses, recebem instruçons sobre que temas som de alta prioridade, a implementaçom segue umha rota vertical para dirigentes regionais e locais, políticos, e notáveis que pola sua vez se dirigem aos meios locais e religiosos, académicos e a outros dirigentes da opiniom. Quando dirigentes nacionais asseguram a publicaçom de propaganda pró israelense, os locais reproduzem-na e circulam-na aos meios locais e a pessoas influentes nom sionistas na sua “periferia”. Campanhas de cartas, orquestradas desde acima, som implementadas por milhares de doutores, advogados e empresários sionistas militantes. Elogiam escritores pró israelenses e atacam os críticos; pressionam jornais, editoriais e revistas para que nom publiquem os dissidentes.

Os dirigentes "nacionais" e locais promovem resenhas hostis de livros que nom vam na linha israelense, influenciam decisons das bibliotecas para que encham os seus estantes com livros pró israelenses e censurem e excluam histórias mais equilibradas ou críticas. Militantes locais em coordenaçom com cônsules israelenses saturam o público com milhares de reunions públicas e oradores apontando a igrejas cristás, audiências académicas e grupos cívicos; ao mesmo tempo militantes sionistas locais e especialmente milionários influentes, pressionam lugares locais (administradores de universidades, autoridades eclesiásticas e associaçons cívicas) para que nom convidem nengum crítico de Israel nem os seus partidários para que falem. Em última instância, sionistas locais exigem que se outorgue o mesmo tempo a um propagandista pró israelense, algo inaudito quando se programa que fale um apologista de Israel.

Organizaçons sionistas locais fam valiosos esforços para recrutar alcaldes, governadores, celebridades locais, editores, eclesiásticos e promissórios jovens dirigentes étnicos e de minorias oferecendo-lhes giras de propaganda a Israel com todos os gastos pagos para que depois escrevam ou concedam entrevistas repetindo o que aprenderam dos servidores públicos israelenses. Dirigente locais mobilizam milhares de activistas sionistas militantes para que ataquem judeus anti-sionistas em público e em privado. Exigem que se lhes exclua de qualquer mesa redonda mediática sobre Oriente Próximo.

Servidores públicos sionistas locais formam comités de reacçom rápida para visitar e ameaçar qualquer editor local e pessoal editorial que publique editoriais ou artigos que questionem a linha oficial israelense, sobretudo com os revisionistas da farsa do holoconto. Dirigentes locais controlam (”monitoram”) todas as reunions locais, convites a oradores, bem como os discursos de comentaristas públicos, dirigentes religiosos e académicos para detectar qualquer “alusom anti-sionista” (que etiquetam de “anti-semitismo encoberto”). A maioria das principais ordens religiosas judeas estám alineadas como a espinha dorsal da recolecçom de fundos israelense local, incluindo o financiamento de novos assentamentos “só para judeus” na Cisjordánia palestina.

Servidores públicos locais estám na vanguarda de campanhas para negar académicos independentes especializados em Oriente Próximo e em política pública, titularidade ou promoçom, independentemente da sua erudiçom. Por outra parte, escritorzinhos académicos que acatam a linha pró israelense e publicam livros com ataques generalizados contra críticos de Israel entre cristiãs e mussulmans e países como Iraque, Irám ou quem quer seja um objectivo da política israelense, som promocionados, elogiados e colocados na lista de sucessos editoriais. Qualquer livro ou escritor crítico do poder sionista ou de Israel é colocado num “índice” local e "nacional" e submetido a umha inquisiçom meiante calúnias por umha manada de radicais sionistas judeus.

Conclusom

O poder de Israel nos EUA nom reside só na influência e liderança de poderosos “lobbies pró israelenses” baseados em Washington, como AIPAC. Sem os centos de milhares de dentistas, podólogos, corredores de carteira, agentes imobiliários, professores e outros, o lobby seria incapaz de sustentar e implementar a sua política entre centos de milhons de estado-unidenses fora das principais metrópoles. Como vimos nos documentos desclassificados do Senado, as organizaçons sionistas locais começárom há meio século umha campanha sistémica de penetraçom, controlo e intimidaçom que chegou ao seu apogeu tras rematar a 2GM na primeira década do Século XXI. Nom é por acidente ou mera coincidência que servidores públicos universitários no norte de Minnesota ou no norte do Estado de Nova York sejam objecto de campanhas para excluir oradores ou despedir membros da faculdade críticos de Israel e Revisionistas. Os sionistas locais tenhem bases de dados informatizadas que operam com um índice de oradores proibidos, como admitem e alardeiam os próprios sionistas "marxistas" em contraste com sionistas “liberais” que tendem a etiquetar como “anti-semitas” ou “teóricos da conspiraçom” escritores que citam documentos oficiais sionistas que demonstram a sua sistémica perversom das liberdades.

Durante decénios, desapareceu virtualmente a distinçom entre o poder sionista exercido por um lobby fora do governo e operadores “dentro” do governo. Como vimos na nossa análise, AIPAC obtivo o posto do subsecretário no Tesouro, ditou o nomeamento de um operador sionista chave (Stuart Levey) e acompanha a sua cruzada global para sancionar Irám até a fome e a pobreza. A colocaçom de operadores dentro de posiçons chaves para Oriente Próximo no governo nom é o simples resultado de decisons de carreira individuais. A ascensom de tantos sionistas pró Israel a postos no governo fai parte da sua missom de servir o interesse de Israel durante, no mínimo, nuns poucos anos das suas carreiras. A sua presença no governo obvia toda investigaçom polo Senado ou o Congresso de organizaçons sionistas que actuam como agentes dumha potência estrangeira como as que tiveram lugar na década de sessenta.

A oposiçom pública aumenta ante a acumulaçom de poder e o abuso do exercício do poder polas principais organizaçons e personagens influentes sionistas, por conta de um Estado xenófobo a cada vez mais ensanguentado que alardeia da sua dominaçom sobre as instituiçons públicas dos EUA. A campanha de Boicote, Desinvestimento e Sançons ganha força mesmo nos EUA (veja desinvestimento de Harvard em companhias israelenses). O apoio público a Israel nos EUA, desde todo ponto de vista, diminuiu a menos de 50%, enquanto as sondagens em Europa Ocidental mostram um pronunciado aumento da hostilidade para o regime de direita liberaloide de Israel. Os judeus anti-sionistas (que os há) aumentam a sua influência especialmente entre jovens judeus que estám horrorizados ante a matança israelense em Gaza e o ataque contra a flota da vermelhada. De igual importância é a presença de judeus anti-sionistas em painéis e foros que deu alento a numerosos nom judeus outrora intimidados quem até agora temiam que os qualificassem de “anti-semitas”.

O perigo é que o apoio sionista nos EUA para o regime liberaloide e xenofobo em Israel os leve a unir as suas forças com a extrema direita nos EUA. Actualmente os rústicos judeus e cristãos de Manhattan fam fermentar o ódio em massa contra outro cancro, os mussulmanos (a chamada “controvérsia pola mesquita”) como distracçom das crises económicas e do aumento do desemprego. A promoçom sionista da "islamofobia" em massa tam cerca de Wall Street, onde muitos dos seus ricachons se beneficiam com o saque dos activos dos EUA, é um jogo perigoso. Se as mesmas massas enfurecidas alçam a vista para os ricos e poderosos em lugar de olhar para abaixo os pretos e mussulmanos, poderiam ter lugar algumhas surpresas desagradáveis e imprevistas, nom só contra os operadores de Israel, senom contra todos a quem se identifique erroneamente como relacionados com umha pátria judea mal interpretada.

Apêndice

Conferência de presidentes das principais organizaçons judeas dos EUA

Organizaçons membro

1. Ameinu

2. American Friends of Likud

3. American Gathering/Federation of Jewish Holocaust Survivors

4. America-Israel Friendship League

5. American Israel Public Affairs Committee

6. American Jewish Committee

7. American Jewish Congress

8. American Jewish Joint Distribution Committee

9. American Sephardi Federation

10. American Zionist Movement

11. Americans for Peace Now

12. AMIT

13. Anti-Defamation League

14. Association of Reform Zionists of America

15. B’nai B’rith International

16. Bnai Zion

17. Central Conference of American Rabbis

18. Committee for Accuracy in Middle East Reporting in America

19. Development Corporation for Israel/State of Israel Bonds

20. Emunah of America

21. Friends of Israel Defense Forces

22. Hadassah, Women’s Zionist Organization of America

23. Hebrew Immigrant Aid Society

24. Hillel: The Foundation for Jewish Campus Life

25. Jewish Community Centers Association

26. Jewish Council for Public Affairs

27. The Jewish Federations of North America

28. Jewish Institute for National Security Affairs

29. Jewish Labor Committee

30. Jewish National Fund

31. Jewish Reconstructionist Federation

32. Jewish War Veterans of the USA

33. Jewish Women International

34. MERCAZ USA, Zionist Organization of the Conservative Movement

35. NA’AMAT USA

36. MCSK” Advocates on behalf of Jews in Russia, Ukraine, the Baltic States & Eurasia

37. National Council of Jewish Women

38. National Council of Young Israel

39. ORT America

40. Rabbinical Assembly

41. Rabbinical Council of America

42. Religious Zionists of America

43. Union for Reform Judaism

44. Union of Orthodox Jewish Congregations of America

45. United Synagogue of Conservative Judaism

46. WIZO

47. Women’s League for Conservative Judaism

48. Women of Reform Judaism

49. Workmen’s Circle

50. World ORT

51. World Zionist Executive, US

52. Zionist Organization of America

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Modas e Nacional-Socialismo

Tem relaçom o SER Nacional-Socialista com seguir umha ou outra moda ou o declararem-se partícipe duns e outros gostos?



À vista de tudos está o incessante abanico dos declarados membros dalgumhas “tribos urbanas”, que dizem defender umha visom Nacional-Socialista, como por exemplo, “Heavy N-S”, “Punk N-S”, “Pin Up N-S”... E sigam as milheiras de combinaçons possíveis..

Perguntamo-nos. É possível?

A resposta é NOM, e abordaremos a argumentaçom desde dous pontos bastante fáceis de entender.



PRIMEIRO, e começarei citando umha célebre cita do mesmíssimo Führer; “Quem nos veja como um simples movimento político e que nom percebeu nada em absoluto”. O Nacional-Socialismo nom é umha visom política mais, onde um pode estar mais ou menos certeiro cumha série de pontos políticos ou económicos. Neste sentido há que entender e ver o Nacional-Socialismo, como umha projecçom de determinados e bem definidos valores. Valores nom só nossos, se nom de todo o povo.

Há que vé-lo como um enaltecimento, umha defesa e umha CONTINUAÇOM dumha forma de ser, dumha indiossincrasia que só nos é própria aos arianos como povo e como raça. É levar, em parte, a política, esse fio de tradiçom milenário, de evoluçom e de ser que nos define como herdeiros da Europa Céltiga, Grega, Romana e Germânica. Nom se pode ser Nacional-Socialista e defender tudo o do mundo actual e contemporâneo, posto que como produtos capitalistas que som, sempre resultaram para nós contrários e extranos à nossa essência Europeia.

Música Heavy, Pop, Techno, modas de pantalons caidos, todo por nímio e insignifcante que poida parecer, supom um curte nessa tradiçom, posto que o capitalismo, como “ideologia” apátrida que é, nom entende de povos, de naçons, de raças e nem de culturas, se nom só de dinheiro. E o dinheiro nom tem fronteiras, é por isso que qualqueira pode ser Heavy, qualqueira pode escuitar bacalhao, e qualqueira pode ter umha cresta na cabeça. É a destrucçom da identidade por outros meios.

A música, sempre foi umha forma mais de expressom cultural dum povo, e provém dumha evoluçom a través dos séculos, dessa forma de expressar-se que temos. A música concretamente ainda que também polo geral o arte, sim que entende de fronteiras e de raças, e ao igual que há diferentes povos, há diferentes modos de ver o arte, e de expressar essas diferenças. Diferenças que som precisamente as que nos dam a nossa identidade, e o valor mais sagrado e valioso que temos que defender e respeitar. Igual que o bacalhao é música destrutora da identidade ariana, o rap, também é música destrutora da identidade negroide, já que umha das consequências do capitalismo nom só é a destrucçom do povo ariano, se nom a de tudos os povos do planeta.

Esses macro-festivais, financiados e promocionados até aburrir por grandes empresas capitalistas e sionistas, como Coca-cola ou MTV, nom som mais que outra prova, e ademais evidente, do processo globalizador e anti-identitário que vivemos. Jovens de todos os países, de diferentes culturas, “unidos” baixo umha mesma música... Realmente só fica que alcem bem no alto o punheiro esquerdo.

Em definitiva, alguem que defende o Nacional-Socialismo, defende a sua tradiçom, o seu ser europeu, a sua cultura e a cultura nom é o que nos gosta, se nom que nos define. Nom queremos ter que ensinar-lhe às geraçons vindeiras, que os que nos faze europeus como raça de milheiros de anos que somos, é umha “música” aparecida fai umhas poucas décadas, num sistema que o único que fomenta é a destrucçom dum mundo diverso e rico.



SEGUNDO ponto.

Como sempre dizemos, um Nacional-Socialista é o que defende o Nacional-Socialismo. A convulsom histórica, vivendo na era e mundo no que vivemos, no caso de que o Reich chega-se a alçar com a vitória, teria sida tam forte, terida provocado tal terremoto de acontecimentos totalmente inversos aos que ocorrerom, que é difícil prever como seria o mundo hoje em dia, mas o que sim é doado de esperar, é que seria completamente diferente. Todo o que vemos hoje em dia, desde o momento em que os nossos párpados abrem, o mundo que apalpamos, que cheiramos, que sentimos, as notícias, os sucessos, os problemas, absolutamente tudo, é umha consequência da hecatombe de 1945. Por isso, todas e cada umha das “modas” actuais, teriamo-nos que parar a cavilar se existiram realmente de ter-se provocado tal cámbio no suceder das cousas. Tampouco queremos promover um estancamento numha era já passada, mas os valores que moverom tudo aquilo, sim que seguem sendo os mesmos deviam movermo-nos no presente, e nom falamos de nada político.

O efeito “lastre” da Democracia de “deixar-se levar”, incluso também entre os círculos identitários carentes já de tudo sentido verdadeiramente revolucionário nas suas bases, contentando-se com manter mais ou menos estável o número de afiliados de ano em ano, remata por desembocar numha mentalidade num extremo final, totalmente burguesa e acomodada, com o que cada qual remata diluindo no enxame democrático das modas, dos gostos, do bem visto e nom fazer valer o seu Nacional-Socialismo, o seu ideal superior, como um quebra-mares contra o que toda imundície se estrela e que jamais supera.

É impossível erigir-se de entre o lixo como um mais. O povo segue ao excepcional e ao superior, nom ao medíocre que em nada se diferença da borregada maioritária e dize enfrontar-se a ella. As crestas, o “macarrismo”, as tatuagens ridículas e um longo etc, serviriam como um excelente referente para localizar de entre umha borregada a uns exponhentes do sistema actual, mas nunca jamais a exemplos de Nacional-Socialismo.

Toda essa escoura, que fique com ela esta democracia que a pariu.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Ataque à Livraria Europa



Os manifestantes destroçam o local e lançam o material à rua.

Um centenar de jovens encarapuçados aproveitarom a agitaçom que vive o centro da capital de Catalunya, pola folga geral para provocar graves incidentes numha jornada que, até o meio-dia, vivira-se com relativa calma.

Cara as 12.00 quando um centenar de jovens, com bandeiras negras, forçarom a entrada da Livraria Europa, saqueando-a posteriormente e destroçando o seu interior.

A livreria sufriu um ataque que finalizou com a destrucçom e abandono em plena rua de parte do material com o que trabalham entre livros, efígies, bandeiras e incluso algum electrodoméstico.

Os manifestantes abandonarom depois o lar em direcçom a Rambla Catalunya sem que ninguem lho impedira e perante a olhada estupefacta dos vizinhos. Denantes de marchar deixarom várias pintadas na porta do estabelecimento com os lemas 'fora feixistas' e 'hijos de puta'.

Outra mostra mais da violência esquerdalha consentida contra os Nacional-Socialistas, no estado de pandeireta espanhol, nom é a primeira vez nem será a derradeira.



terça-feira, 28 de setembro de 2010

O livro maldito de Risco

É lamentável e umha verdadeira mãgoa olhar que na Fundación Vicente Risco, censurem e agochem dentro da nusa web, umha das obra melhores obras do nosso melhor intelectual. http://www.fundacionvicenterisco.com/Biografia/obra_vicente_risco



É sintomático, é medo patológico essa censura efectuada na obra deste revolucionário nacionalista do seu tempo, incompreendido em mans da esquerda, num ambente onde o marxismo disfarçado de "necionalista" quer reescrever a história do nacionalismo galego desde a sua paupérrima visom.

Para aqueles camaradas interessados nesse livro maldito "Historia de los Judios desde la destrucción del Templo", na seguinte ligaçom poderam evitar a lamentável censura.

http://books.google.es/books?id=qpGJCYGwrSkC&lpg=PA428&ots=_L3k9y0Kbf&dq=citas%20de%20Vicente%20Risco&hl=en&pg=PA4#v=onepage&q&f=true





segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Atlântia


Segundo a teoria tradicional (a dos manuais de filologia românica), o galego é umha fala formada após a romanizaçom, isto é, depois da definitiva conquista de Augusto, entre 29 e 19 a. C., e diferenciada doutras por razons de substrato diferente (que segundo os diversos investigadores parece pré-céltigo, paracéltigo, lígure, ilírico, pré-indo-europeu, indo-europeu), de superstrato diferente (germânico), mas nom por razons socio-linguísticas. Em substância, umha língua formada e desenvolvida num raio de poucos séculos do primeiro milénio depois de Cristo.

Os elementos que originaram este ponto de vista tradicional som essencialmente dous:

1) A teoria tradicional sobre as origens indo-europeias, da qual esta é filha e consequência;

2) Um respeito feiticista pela dita «primeira atestaçom» (dum texto, dumha crença, dumha concepçom), que continua a ser vista como um simples terminus a quo, ao passo que –congregando os ganhos teóricos alcançados pela dialectologia e pela antropologia– devia ser avaliada nom como prova do primeiro aparecimento dum fenómeno, mas antes da preciosa vitalidade de tradiçons anteriores, de vestígios da existência desse mesmo fenómeno, isto é, nem mais nem menos, um autêntico terminus ante quem. Dacordo com a Teoria da Continuidade, a Gallaecia pertence a umha área linguística de instalaçom proto-céltiga, como demonstra, antes de mais, a presença do megalitismo céltico-atlântico, que remontando a umha época imediatamente posterior ao Mesolítico, é o mais antigo da Europa, depois do Bretom. Todos os indícios apresentados (toponomásticos, fonéticos, arqueológicos, religiosos, genéticos) descrevem, com
base numha indubitável cumulative evidence, um celtismo originário da Kallaikia/Gallaecia, bem mais antigo que o celtibérico e, provavelmente, mais arcaico do que o verificado no gálico da França actual.

Este dado nom é explicável dalgum modo no quadro tradicional. A única maneira de explicar as ligaçons céltico-atlânticas originárias da naçom galaica é identificando esta zona como umha propagaçom sul-ocidental da pátria originária dos povos de língua céltiga e de fazer recuar a dataçom da presença céltiga a umha época, polo menos, mesolítica. Deve acrescentar-se que, se foram os metais que originaram a ideia de terem sido os Celtas os primeiros dominadores da Europa, a Península Ibérica, e em particular a zona Galaica, é o único território céltigo
europeu onde atopamos o ouro, a prata, o estanho, o cobre e o bronze (Ballester, 2001, p. 385). Polo tanto, o que sabemos do Paleolítico ibérico norte-ocidental –com os seus vestígios dumha evidente continuidade desde a indústria paleolítica dos seixos afeiçoados até aos sítios neolíticos e às jazidas da época romana–, e dada a total ausência de vestígios de invasons na época mesolítica-neolítica, permite projectar a situaçom até agora descrita para a época do Paleolítico Superior, quando surgem as provas mais evidentes dumha presença do Homo sapiens
sapiens na faixa setentrional Galaica. A Península Ibérica meridional, nessa mesma época, é já hipoteticamente umha parte ibérico-occitálide (isto é, a área identificada com a cultura neolítica da Cerâmica Impressa/Cardeal, que no quadro da Teoria da Continuidade remonta ao Paleolítico Tardio); deve assim colocar-se a hipótese de ter havido umha simbiose, na Península, entre os grupos céltigos (originariamente no Atlântico Norte e no centro) e os grupos ibérico-occitálides (originariamente no centro e no Sul), cumha recíproca e forte presença ibero-occitálide, em direcçom ao Norte, e céltiga, em direcçom ao centro-Sul. O galaico seria de fundo céltigo cum superstrato ibérico-occitálide. A recente romanizaçom, a que teria provocado, dacordo com a teoria tradicional, o nascimento das falas hispânicas, nom fez mais do que acentuar essa situaçom milenar, completando a italianizaçom da parte norte-ocidental.

Assim, agora, quando regressarmos à Itália e deixarmos para trás esta belíssima terra atlântica, nom iremos senom repetir um pouco esse movimento de ocidente para oriente, a suposta direcçom dumha parte dos grupos céltigos históricos. Na realidade, e simplificando, iremos voar sobre o território europeu, onde as gentes indo-europeias estiveram desde sempre, sem terem percorrido milhares de direcçons e sem terem invadido milhares de vezes terra estrangeira: porque devemos colocar hipóteses diferentes para os Indo-Europeus das que admitimos, sem perturbaçons, para os outros continentes? Nom é realmente verdade que os Africanos estiveram sempre em África, os Chineses na China, os Aborígenes australianos na Austrália? Só os nossos Indo-Europeus, e entre eles, em particular, os belicosos Celtas, seriam a excepçom entre as populaçons do mundo, tendo incessantemente de mudar de sítio, ocupar, guerrear, através de milhares de quilómetros, de milhares de anos, a andar para a frente, a torto e a direito, numha eterna e volúvel instabilidade.

Nom será, na realidade e acima de qualquer outra cousa, este presumível nervosismo das gentes indo-europeias, esta ânsia esquizofrénica de migrar, invadir, combater, um reflexo da inquietaçom dos nossos estudos?

MARIO ALINEI E FRANCESCO BENOZZO

http://www.continuitas.org/texts/alinei_benozzo_origens.pdf
http://www.continuitas.org/texts/alinei_benozzo_alguns-aspectos.pdf
http://www.continuitas.org/workgroup.html