segunda-feira, 21 de junho de 2010

Jornadas solsticiais na comarca do Barbança




Os dias 19,20,21 deste mes de Junho estivemos presentes na comarca do Barbança para o festejo do Solstício de Verão; jornadas às quais assistirom nom só os camaradas, também amizades dos respectivos.





A zona ofereceu-nos mil e um agasalhos tanto naturais como devedores dos nossos devanceiros: dende as emblemáticas dunas aos milenários monumentos megalíticos como o dólmen de Ageitos e o nosso prefirido Castro de Baronha, zona na qual acampamos. Já instalados na zona de Baronha, realizamos caminhadas pelo complexo dunar de Corrubedo e as Lagoas de Carregal, já quase no Luco-fusco fumos até o Castro da Cidá.




Num terreo perto deste derradeiro castro, à noite do 20 ao 21 realizamos o acto do Solstício de Verão:

Bem-vindos a nossa festividade do solstício de verão: camaradas, mulheres e amigos. Esta é a nossa indestructível comunidade de vida, luitadora e vitoriosa, vidos desde tudos os puntos cardinais da Gallaecia, aprestam-se para festejar o antigo rito do Sol, como vinham fazendo os nossos antergos desde há milénios atrâs.

Para entender-mos bem o sentido e significado desta festa solsticial, temos que trasladarnos interiormente dum mundo a outro, superando a mentalidade moderna e fazer espertar umha nova sensibilidade que nos ponha em contato com o tronco espiritual que deu vida a esta tradiçom solar.

Mirade com os olhos do espírito. Pensade que estamos ao mesmo tempo noutras em tudas partes: na terra, na mar e no ceu. Comprendei todos ao mesmo tempo. Polas centelhas que fluem através e por em baixo da matéria proporcionada polos sentidos corporais, chegaremos a vislumbrar a essência metafísica e o mundo suprasensível.

Assim, pois, sube acima de toda a altura; baixa mais fundo que toda a profundidade; concentra em ti todas as sensaçons das cousas criadas: do Auga, do Ar, da Terra e do Lume!

Irmãos no amor à Gallaecia
velha filha de Europa
de legendária história,
em pê! em pê dispostos
a nom morrer sem luita!

Já está ao vento a bandeira do trisquel! ,
berremos alto e forte: SANGUE E TERRA!



http://img256.imageshack.us/img256/1899/barbanca9.jpg


terça-feira, 8 de junho de 2010

Bardos velhos cujas palavras forom recolhidas polo primeiro alento do nosso renascer



"Nom lhe ensinedes à vossa prole brandos cantares, senom versos de épica à luita guerreira, sede feros e valentes meus filhos, afiar as fouces, hoje enferrujadas, que fulgiam ao sol com o sangue do nosso inimigo"

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Que nom te enganem!




Premer sobre a imagem para vê-la com melhor resoluçom

terça-feira, 4 de maio de 2010

Destruiçom do património

Oia permite desfazer um jazimento rupestre para a plantaçom de kiwis

O governo local (PP) despreza o interesse patrimonial e defende "mirar ao futuro" para justificar a destruiçom destes achados catalogados.

A condiçom de bem de interesse cultural do jazimento rupestre de Boa-Ventura, também chamado d'O Sobreiro, na paróquia de Burgueira, nom conmove a actuaçom do Concelho de Oia que optou por ignorar na prática a sua existência à hora de autorizar no lugar umha plantaçom massiva de kiwis. Catalogado desde há tres anos, trata-se dum conjunto rupestre que os expertos valoravam ademais especialmente pelas suas características, ja que é um gravado pouco habitual neste tipo de pedra louseira a pê de costa. A afectaçom da plantaçom kiweira chega também a um jazimento próximo que é evidência dum grande assentamento romano na zona.

O alcalde justifica a actuaçom
"Non hai queixa veciñal de ningún tipo", sublinha o alcalde de Oia, Alejandro Rodríguez (PPdeG). "Iso, sexa o que sexa, é algo que estaba por aí agochado atrás duns pinos e terra", insiste o regedor, para quem nom está claro que no lugar exista ou existise jazimento ou gravado nenhum protegido patrimonialmente. "Diso ninguén sabía", teima Rodríguez.

Interpelado ao respeito da existência dumha comunicaçom da delegaçom provincial da Junta para a paralizaçom das obras, Alejandro Rodríguez afirma-se profundo conhecedor do património do município que governa e reitera que "diso ninguén sabe se é ou non xacemento ningún". A continuaçom, Rodríguez, que esta quinta feira em declaraçons à prensa local já chamara a "mirar ao futuro" em defesa da autorizaçom à plantaçom de kiwis, afirma que se trata dumha grande extensom de térreo com potencial produtivo e chama a nom perder a geraçom de emprego no concelho por "algo que non está comprobado". "Asumirei as responsabilidade que tenha que assumir", resposta o regedor, "e dios queira que sexa mentira, porque haberá denuncia contra os que din que se destruíu igual que haberá denuncia a Patrimonio por non ter avisado o concello se se proba que si existía un xacemento".

Desde o IEM sublinham que a plantaçom podia ser perfeitamente compatível com a conservaçom de gravados e jazimento. "Poderíase conservar todo sen afectar a explotación" e criticam o proceder do governo local e em especial do alcalde. "Era para metelo no cárcere directamente", acusam.

Petróglifo antes de passar as máquinas

A rocha posteriormente desfeita

segunda-feira, 3 de maio de 2010

domingo, 2 de maio de 2010

Aniversário Führer / 1º de Maio / Homenagem Eugène Terre'Blanche / Dia da Nai

Por vários motivos, o M.R.A. Gallaecia tivo que fazer fronte às obrigas que como Nacional-Socialistas correspondem, no mesmo dia, o 1º Maio.

O acto começou cumha homenagem ao nosso Führer, cumha leitura por parte dos camaradas do "Testamento Político" do Führer e o derradeiro escrito do Doutor Goebbels "O nosso Hitler" .

Escritos do 121 Aniversário




Seguidamente deu-se começo à conferência explicativa sobre o festejo genuinamente Nacional-Socialista como é a "Festividade do Trabalho Nacional", usurpado na actualidade por Anarquistas, Comunistas, Capitalistas, Judeus e Religions várias.

Escrito da conferência sobre o 1º de Maio



Também rendimos o bem merecido homenagem ao guerreiro incansável Eugène Terre'Blanche, assassinado recentemente por dous pretos mentres durmia.

Escrito sobre a homenagem a Eugène Terre'Blanche



Aproveitando a homenagem ao Führer, leu-se poemas escritos polo próprio Führer,adicados à Nai. Separamo-la do nosso corpo aos 9 meses. Separamo-la da nossa mente aos 7 anos. Mas nom a separamos nunca dos nossos coraçons.

Escritos sobre o Dia da Nai



Aproveitamos também para debater sobre os recentes acontecementos ocorridos na Livraria Europa, os julgamentos aos camaradas Pedro Varela, Ramon Bau e Oscar Panadero, em Catalunya.

Escritos sobre a Liberdade de Expressom.




Já finalizado o acto, dirigimo-nos a desfrutar dumha boa cea de irmandade e camaradagem.