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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O nosso verdadeiro inimigo



O nosso inimigo primordial nom é sionismo. Nom é a perda de valores nem tampouco som os antinazistas.

O nosso inimigo é a alternativa a luitar. O viver, ou melhor dito, desviver.

Levar umha vida prácida, tranquila, sem preocupaçons.

Agatunhar pola escada do “progresso” que é tendido polo inimigo.

O reconhecimento, o soldo, a casa, o carro, a mulher, os filhos e ass “merenda” no campo..

Mentres isso ocorre, o sistema sionista pratica umha política de extermínio com a nossa naçom, com a nossa raça, com as nossas gentes e com os nossos costumes.

Rematada militarmente a segunda guerra mundial com a batalha de Berlin, continua a luita por outros meios. Nom a nossa, se nom a do sionismo internacional. Nom polas armas, se nom pola falsa democracia, o “falso bem-estar”, a televisom-lixo, ou o dinheiro.

Mais que os resultados, importa só a batalha, luitar quando está todo em favor é de cobardes, luitar quando está todo perdido é romanticismo heroico.

A falta de compromisso auténtico, de fanatismo, de luitar sem importar as consequências, de fidelidade aos nossos caídos..

Esse é o verdadeiro problema, esse é o inimigo que está dentro, o cavalo de Troia que sagazmente o sionismo colocou no taboeiro.

A nossa luita é perante todo espiritual e olhamos mais cara estupidezes materiais.

É doado encher-se a boca de soluçons e marchar a fim de semana junto da moça ou ir ver umha película de cinema o sábado à noche mentras Europa morre.

Seria como se os derradeiros Waffen SS combatentes do Reich, deixassem as armas no cham e fossem sorintes às suas casas asuviando mentras ao longe na mar representada polo bolchevismo, escachifava todo quanto ama-mos e defende-mos.

Nom devemos ter piedade com as atitudes que anteponhem valores pessoais e egoistas ao ideário da raça e da liberdade.

Como dize o nosso Führer na sua obra “Mein Kampf”:

“Quando é o futuro da raça o que está em jogo, toda consideraçom pessoal carece de valor.“

Lembremos a aqueles guerreiros que forom mortos e deixavam-se matar nos seus postos entoando cançons guerreiras e berrando “Europa vivirá ainda que nós devamos morrer!”.

Esse é o exemplo. Obremos em consequência.