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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Mais do nosso Socialismo

Quais forom as conquistas do Nacional-Socialismo na área de política social, além da eliminaçom do desemprego?

Em primeiro lar ele eliminou a luita de classes, deu ao termo Socialismo um novo conteúdo e substituiu palavras e promessas por acçons.

E por isso que mesmo ele é combatido até hoje. Tentam confundir as pessoas em torno da questom racial demonizando-a, desviando as atençons deste evento único na história, onde um grande povo procurou eliminar duas parasitas: a luita de classes e a escravizaçom dos juros.

A 2 de maio de 1933, o NSBO (Nationalsozialistische Betriebszellenorganisation = Organizaçom Nacional-Socialista das câmaras trabalhistas) assume os sindicatos. A 3 de maio de 1933, a Fronte de Trabalho Germano ocupa o lugar dos sindicatos, umha grande fronte unida de todas as forças produtivas germanas, a primeira e maior organizaçom do mundo, onde empregador e empregado forom incorporados numha unidade trabalhista comunitária.


"Esta empresa está unida à Fronte de Trabalho Germana"

Após meses de intenso trabalho, é aprovado a 20 de janeiro de 1934 a Lei para regulamentaçom do trabalho nacional, a base para criaçom dumha política social Nacional-Socialista, sem contrapartida em qualquer lar do mundo. Pela primeira vez, os termos “honra social” e “utilidade pública” (soziale Ehre e Gemeinnutz) forom fixados por meio de lei. Ele baseava-se nos três pilares Nacional-Socialistas: princípio da liderança, uso comunitário e honra.

A lei tinha sete subdivisons, onde as cinco mais importantes som:

- Líder do Conselho da fábrica e da confiança mútua
- Representante trabalhista do Reich
- Regulamentaçom trabalhista e tarifária
- Justiça da honra social
- Proteçom contra demissom

Com a promulgaçom destas diretrizes, o trabalhador germano daquela época conquistou:

1. Justiça

Anteriormente, as relaçons trabalhistas estavam submetidas aos chamados “livres” contratos de trabalho e ao regateio do sindicato e associaçons do trabalho.

Com a lei, acima das livres decisons do diretor da fábrica está o poder do Estado, que através do Representante trabalhista do Reich pode fiscalizar se justiça e uso público prevalecem ante despotismo e interesse pessoal.

2. Eliminaçom da exploraçom

Anteriormente, o abuso de poder por parte do empresário, exploraçom perversa da força produtiva e condiçons insalubres, eram combatidas através do longo caminho da acçom judicial particular, que nom estava ao alcance da maioria dos trabalhadores alemans.

Com a lei, os Representantes trabalhistas do Reich faziam como procuradores do Estado para dirimir problemas também relacionados quanto à honra social. Um diretor que abusa na empresa de sua posiçom sobor os empregados ou viola a honra destes, coloca-se sobor as penas do tribunal social da honra (Ehrengericht). Casos particularmente mais graves podem destituir o diretor de sua funçom na empresa. Umha vez imposta a lei, culminou em 1935 na absolviçom de somente 4 casos dentre os 156 processos de honra social.

3. fim da pressom sobre o salário

Obrigaçons e benefícios nom som mais negociados agora no contrato de trabalho entre associaçons de classe em luita e conformados segundo a relaçom de força entre as partes, mas sim de forma razoável, onde o Representante trabalhista do Reich promove como órgao estatal a remuneraçom justa dos trabalhadores. Caso seja exigida a proteçom do empregado, ele estipula condiçons mínimas trabalhistas para regulamentaçom das condiçons de trabalho, que nom podem ser ignoradas. Peritos juramentados som convocados. Um diretor que nom cumpre as condiçons mínimas fica sujeito às penalidades jurídicas. Os colaboradores podem exigir a qualquer momento o pagamento da diferença entre remuneraçom paga e o mínimo estipulado. Umha renúncia à remuneraçom mínima, por princípio, nom tem efeito.

4. Pagamento do salário em caso de incapacidade

Anteriormente, em casos de doença ou acidente de trabalho, o pagamento ao trabalhador era raramente feito além dos primeiros três dias.
Com a nova lei, a continuaçom do pagamento continuava na maioria dos casos. Perto de 25% dos casos, já existia em 1937 até o pagamento de auxílio aos dependentes em caso de morte do empregado.

5. Proteçom contra demissons

Grande esforço para manter o lugar de trabalho através de longos prazos de demissom. Até 1933, os trabalhadores tinham um prazo de 1 dia, em casos especiais, umha semana. Após 1933, em inúmero casos o prazo era de 2,3,4 e 6 semanas, até o fechamento do trimestre e no caso de longas relaçons trabalhistas, prazo de demissom de três meses.

6. Dentro do possível, supressom da demissom em massa

O Representante trabalhista do Reich tem poder procurador para alterar o prazo de demissom. Dentro deste prazo, as demissons só poderão ocorrer com a permissom do Representante trabalhista. Com isso o colaborador tem umha ampla proteçom diante de fechamentos.

7. Proteçons extras para os trabalhadores germanos

Anteriormente existia a exploraçom desmedida e o despotismo nas regras para remuneraçom. Após a lei, fixaçom da remuneraçom através do Representante trabalhista do Reich. Mais de 400 classes salariais. Os Representantes especialistas fixam umha justa remuneraçom do trabalhador nacional.

8. Regulamentaçom das férias

Anteriormente: as férias do trabalhador eram totalmente ignoradas. Em contrapartida, desde 1934, em toda relaçom trabalhista as férias som consideradas. O prazo de direito às férias foi do anterior um ano, ou mais, reduzido em seis meses.

9. Gratificaçons de Nadal, ajuda de férias e outros

Antes: o comum somente para funcionários mais graduados
Após a lei: em muitas empresas, introduzido também para todos os colaboradores da empresa.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Judeus falsificaram documentos do Holoconto




Judeus falsificaram documentos do suposto Holocausto e cobraram US$ 42 milhons


Uns 5.500 judeus receberam fraudulentamente 42 milhons de dólares nos E.U.A. pagados polo estado alemanam, fazendo-se passar por vítimas do suposto "Holocausto", revelou esta Terça Feira a fiscal de New York.

Um total de 17 pessoas foram inculpadas pola estafa de longa data a través dum fundo destinado a ajudar a vítimas da suposta da II Guerra Mundial, precisou num comunicado da fiscal.

Os presuntos estafadores, na sua maoria nascidos no estado russo, aprovaram "mais de 5.500 candidaturas fraudulentas, que resultaram no pago a candidatos que nom qualificavam para os programas", engade.

"Se há umha causa que um poderia supor inmune à codícia e o fraude criminal é a Conferência de Reclamos" dixo o fiscal do distrito sul de New York, Preet Bharara.

Uns dos fundos estafados entregava num pago único 3.600 dólares a judeus que supostamente tinham sido evacuados das suas cidades de origem a causa da suposta "persecuçom dos nazis".

"Muitos dos que receberam os fundos fraudulentos nascerom depois da II Guerra Mundial e polo menos um deles nem sequera era judeu", indica o fiscal.

Logo de receber os cheques de compensaçom, os beneficiários pagavam umha comissom aos que organizavam a estafa. Um total de 4.957 pessoas receberam assim indemnizaçons fraudulentas entre 2000 e 2009, por 18 milhons de dólares.

Noutra estafa entregava-se mensualmente 411 dólares "aos que viverom em guetos durante 18 meses ou mais ou durante seis meses em campos de de trabalho".

Meiante documentos e testemunhos falsos, umhas 658 pessoas que pretendiam ter sido vítimas da suposta persecuçom cobraram assim un total de 24,5 milhons de dólares pagados polos contribuintes do estado alemam.

Once dos suspeitosos foram detidos a Terça Feira e contra todos os inculpados pesam cargos por estafa passíveis de até 20 anos de cárcere e umha multa de 250.000 dólares, precisou o fiscal.

sábado, 25 de setembro de 2010

É o Nacional-Socialismo Fascista?

Há umha grande desinformaçom quando a questom do Fascismo, e a causa disso é que a maioria das pessoas que falam sobre o assunto nom tem a mínima ideia sobre o que ele realmente trata. O termo é frequentemente utilizado para definir os movimentos europeus de carácter nacionalista e anti-comunista , principalmente os da primeira metade do século XX.


Na verdade, o termo “fascismo” parece nom ter umha explicaçom única, já que as pessoas o utilizam para o que elas bem entendem, seja para catalogar movimentos nacionalistas ou para qualquer vertente política da qual sejam contrários ,de maneira pejorativa.

O Nacional-Socialismo é quase sempre relacionado ao movimento fascista dos anos 20 e, também por muitos, considerado como uma “ideologia fascista”. Costuma-se dizer que o N-S é umha vertente do movimento de Mussolini, ou que de alguma forma fora influenciado por este, ou mesmo que seja um Fascismo com os princípios raciais aplicados. Todas as falsas afirmaçons som resultado de difamaçom e especulaçom.

O Nacional-Socialismo tem origem no Fascismo? NOM

Tanto o Partido Fascista como o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemans (NSDAP) datam do ano 1919. Assim sendo, os dous movimentos surgiram na mesma época, havendo pouco, senom nenhum, contacto entre eles. O motivo de haver certas semelhanças é simplesmente por terem nascido num contexto histórico fértil para grupos nacionalistas e anti-comunistas.

Enquanto o Nacional-Socialismo surgiu da formaçom dumha visom do mundo, o Fascismo surgiu como um movimento anti-ideológico, possuía como base apenas o sindicalismo pós-marxista. Apareceu como um regime de circunstância, umha reacçom ao avanço comunista e anarquista na Itália.

O Fascismo nom apresentava umha doutrina concreta como o Nacional-Socialismo, apenas um plano contra-revolucionário em relaçom aos movimentos vermelhos. No seu manifesto nom havia nenhum ponto ou qualquer traço de inspiraçom doutrinária ou espiritual, apenas reivindicaçons políticas como: o voto feminino, reorganizaçom do sector de transportes, reduçom da idade mínima para aposentaçom, aboliçom do Senado, etc... Medidas quase nada revolucionárias se comparadas às do movimento Nacional-Socialista.

No ano de 1922, ocorre a Marcha sobre Roma, quando milhares de Camisas Negras conseguem colocar a Mussolini no poder. A 9 de Novembro de 1923, os Nacional-Socialistas tentam a mesma cousa em Munique, e falham, resultando em prisons em massa, inclusive do próprio Adolf Hitler. Se, de qualquer forma, o Fascismo inspirou o Nacional-Socialismo foi na ideia de um golpe de Estado e da formaçom de milícias paramilitares como os Camisas Negras e as SA, ideias com as que nunca triunfarom no povo. Isto nom incflui no plano ideológico.

Em 1920, Gottfried Feder e Adolf Hitler já tinham formulado os 25 pontos do NSDAP e, em 1925, o livro Mein Kampf fora publicado na Alemanha, enquanto Mussolini nom tinha nada além de um simples discurso nacionalista e anti-comunista. As realizaçons do Partido Fascista eram meramente políticas e administrativas, carecendo dumha doutrina ou dumha visom do mundo completa como o Nacional-Socialismo.

Entom, em 1932, aparece o termo “fascismo” na Enciclopédia Italiana, num espaço de 37 páginas cheio de fotos e ilustraçons. Fora essa a tentativa do Mussolini, dez anos depois de subir ao poder , de incluir um aspecto doutrinário e filosófico no seu movimento. Embora o texto seja assinado pelo Duce, sabe-se que fora escrito quase inteiramente por Giovanni Gentile. Este mesmo texto depois é publicado em formato de livro em 1935, dez anos após o lançamento de Mein Kampf.

Embora Hitler cultivasse umha amizade sincera por Mussolini durante anos, de maneira nenhuma se deixou levar pelas suas ideias, que eram quase apenas políticas e económicas, enquanto defendia umha visom de mundo completamente nova. Se Adolf Hitler admirava o Duce foi por ter liderado a Itália como o primeiro país europeu a combater ao comunismo, nunca pelas suas ideias.

É muito mais provável que a ideologia Nacional-Socialista tenha inspirado a tentativa Fascista para a criaçom dumha doutrina. Como por exemplo os Fascistas Irladeses, que sumando-lhe a sua consicência étnica e racial, bem podiam ser uns Nacional-Socialistas sem problemas.

A filosofia Fascista nunca apresentou qualquer carácter racial antes do contacto com o Nacional-Socialismo. Na realidade, as primeiras correntes Fascistas anti-sionistas só surgiram após 1938, cinco anos após a chegada de Hitler ao poder e dezasseis após Mussolini. O mais surpreendente é que havia umha quantidade razoável de Judeus no movimento Fascista e, muitas vezes, ocupando cargos importantes e, mesmo depois de 1938, pouquíssimos destes hebreus perderam as suas posiçons no Estado “italiano”.

O Estado Fascista declarou que os Judeus estrangeiros com mais de 65 anos, e que antes de 1938 contraíram matrimónio com italianos, a mesma miscigenaçom que os Nacional-Socialistas tentavam impedir , eram agora considerados italianos. Os Judeus nom se assimilam, criam um Estado dentro de outro e se conservam através da parasitagem de outros povos, nunca podem ser considerados como europeus. Apenas a visom meramente política e estatal do Fascismo e outras “democracias” actuais podem aceitar sionistas na sua pátria e ainda chamá-los de nacionais.


Os Blue Shirts (Fascistas Irlandeses), foi promovido pelo general O'Duffy, um inicial membro do IRA, lugar-tenente de Michel Collins e destituído do seu cargo militar por De Varela por pressons da facçom esquerdista do IRA que nom aceitavam as suas simpatias com Hitler. Aceitarom ajudar ao Franquismo pontualmente para combater o comunismo na guerra civil, mas nom para luitar em favor da "unidade" da suposta "naçom espanhola", pois como é lógico viam similitudes com a luita étnica das naçons hispânicas.

É Possível ser Fascista e Nacional-Socialista? Pode-se dar o caso, em certos estados que só colhem umha etnia, como a ilha de Irlanda, no que se dam casos fascistas com consciência étnica e racial, mas na práctica isso já seria mesmo Nacional-Socialismo, nom seriam mestura nenhuma como acontece nos estados espanhol, português, francês ou italiano.

“O Estado é um meio para um fim. A sua finalidade consiste na conservaçom e no progresso dumha colectividade sob o ponto de vista físico e espiritual”.

“O direito humano anula o direito do Estado”.

Adolf Hitler

Para o Nacional-Socialismo, o Estado é um meio de conservar a Raça, de melhorar o Homem, é um instrumento orgânico criado pelo Homem para o Homem. O Estado na concepçom Nacional-Socialista só existe enquanto o Povo o aceitar, pois ele existe para eles.

Som as raças humanas as que criam cultura, valores e civilizaçom. O Estado apenas os conserva e colabora no seu progresso. O Estado é a aplicaçom administrativa e política dumha série de valores desenvolvidos naturalmente durante o tempo pelo próprio Povo.

“Nada fora do Estado, nada contra o Estado, tudo para o Estado”.
Benito Mussolini

Para o Fascismo, o Estado é tudo. O Estado formula e pom em prática a vida do Homem. As necessidades individuais som suprimidas, enquanto a finalidade é SEMPRE o Estado. O Estado nom existe para o Homem, mas o Homem para o Estado. O Estado produz, o Estado cria a Naçom e as pessoas.

O Fascismo nunca acreditou numha Comunidade natural e orgânica, nom possuía a ideia do Sangue, ou mesmo de Povo, era apenas um modelo de Estado político num espaço geográfico demarcado por mapas.

Nesse aspeito o Fascismo nom difere muito das actuais “democracias”, que se constituem apenas como Estados políticos sem conservar a Raça e a Cultura e sem nenhuma moral ou valor. Assim como os governos europeus hoje aceitam imigrantes nom-europeus, o Estado Fascista também os aceitava e ainda os considerava como nacionais.

A concepçom Fascista de Estado é, por princípio, puramente política e administrativa. Assim sendo, totalmente anti-natural e, consequentemente, anti-Nacional-Socialista. A sua visom do mundo está em permanente conflito com a nossa, portanto nunca existiria um Estado que fosse simultaneamente Fascista e Nacional-Socialista.

É absolutamente impossível ser Fascista e Nacional-Socialista ao mesmo tempo por se tratarem de ideologias e doutrinas radicalmente contrárias em pontos essenciais. O Nacional-Socialismo apresenta umha visom de mundo fundamentada nas Leis Naturais e movida por nobre ideais onde a conservaçom e o progresso da Naçom é o objectivo da vida e, através do Estado, esta finalidade é alcançada. Enquanto para o Fascismo a Naçom nom é nada, o Estado é tudo e as pessoas nom passam de súbditos do governo.

Nada temos a ver com o movimento ou com a “doutrina” fascista. Um Nacional-Socialista é somente um Nacional-Socialista.

sábado, 18 de setembro de 2010

Porque Estado "Sionista" Espanhol?

PORQUE ESTADO "SIONISTA" ESPANHOL?

O que os liberais, marxistas, anarquistas, e outras escumalhas ideológicas levam ao planejamento da nom existência das diferentes raças no mundo, os nacionalistas espanhois/hispânicos leva-no ao planejamento da nom existência das diferentes etnias/naçons na peninsula ibérica (Hispânia)

 
Umha etnia (go grego έθνος ethnos, “povo” ou “naçom”) é umha povoaçom humana na qual os membros identificam-se entre eles, normalmente com base numha real ou presunta genealogia e ascendência comum, ou noutros laços históricos. As etnias estam também normalmente unidas por práticas culturais, de comportamento, linguística, ou religiosas comuns.
Ditas comunidades normalmente reclamam para si umha estructura social, política e um território. 



Nacionalismo étnico VS Nacionalismo cívico
O nacionalismo étnico define a naçom em termos de etnicidade, o qual sempre inclui alguns elementos descendentes das geraçons prévias. Também inclui ideias dumha conexom cultural entre os membros da naçom e os seus antergos, e frequentemente umha linguagem comum. A nacionalidade é herditária. O Estado deriva à legitimidade política do seu status como fogar do grupo étnico, e da sua funçom de protecçom do grupo nacional e a facilitaçom dumha vida social e cultural para o grupo. As ideias sobre etnicidade som antigas, mas também o nacionalismo étnico moderno está fortemente influido por Johann Gottfried von Herder, quem promoviu o conceito de Volk, e Johann Gottlied Fichte. Volkque significa "naçom" ou "gente", que se pode traduzir como "cultura da naçom", "folklore étnico" ou "essência natural", o que como galaicos chama-mos Enxebre.

Sumamente expressivas e controvertidas som as palavras do político Aleix Vidal-Quadras em “Os intelectuais orgánicos do nacionalismo” : “o conceito étnico de naçom implica, segundo ele, um colectivo humano essencial e primigênio definido selectiva e arbitráriamente pola raça, a língua, a religiom, determinadas tradiçons, ou costumes, en que o sentimento nacionalista identitário de substrato étnico é um feixe de instintos primitivos e preracionais que potenciam o ódio ao estrano, a identidade individual indistinguível da grupal, ou a incapacidade de compartir derivada da luita pola subsistência num meio natural hostil.”

Em contraposiçom ao nacionalismo étnico, o nacionalismo cívico -dize Aleix Vidal-Quadras- pacífica, harmoniza e integra as diferenças baixo o manto de valores morais superiores como a liberdade, a igualdade, a solidariedade e a justiça. Nos chamamos-lhe o manto do genocídio de tudas as naçons com palavras bonitinhas.

O nacionalismo cívico (tamén chamado Nacionalismo Civil ou Nacionalismo político) é a forma do nacionalismo segundo a qual o estado deriva a sua legitimidade política da participaçom activa dos seus cidadans, a "vontade do povo"; representaçom política. Um indivíduo em tal naçom deve crer que as acçons do estado, em maior ou menor medida, reflictem a sua vontade, até quando certas acçons vam em contra dos seus próprios princípios. Jean-Jacques Rousseau, quem desenvolveu esta teoria por primeira vez, ideou o conceito de Vontade Geral para explicar como poderia funcionar. Rousseau anotou as suas teorias em vários dos seus escritos, particularmente em "Sobre o Contrato Social".
O nacionalismo cívico jaze dentro das tradiçons de racionalismo e liberalismo. É a teoria na que se baseam as democracias constitucionais. Tendo tudo isto claro, podemos já entrar no assunto do título deste artigo

OS COMEÇOS
Començaremos tratando a natureza do Estado Espanhol dende a sua unificaçom, com os chamados Reis Católicos “universais” Isabel e Fernando da Coroa de Castilla e Aragón. Tras a derrota dos Muçulmans em 1492, iniciam-se as "expulsons" de judeus e mouros desde umha óptica integralista e cristiã. Permitiase-lhes morar na península aos que se converteram à religiom católica, sem importares a sua prodecência racial, com tal de que realmente o fizeram. Nom resulta raro entom, esse "anti-semitismo" suave se atendemos a origem racial do Rei Fernando, pois ele mesmo era um marranos de avoa sefardita, Dona Poloma, e apoderados judeus respaldara-no monetariamente para o seu casamento. A pesares disto milhares de hereges foram expulsos por nom querer converter-se, mas os especuladores e usureiros tivero-no tam doado como simplesmente abraçar a doutrina de Cristo, polo menos públicamente.

Centos de "novos cristiãs" dessa última categoria atopariam-se frequentemente nos altos cargos da igreja, banca, comércio e financeiros dos Reis. Por exemplo o Inquisidor geral na época destes reis foi o converso Torquemada, tam laureado pelos nacionalistas espanhois. Como também seria um deles o navegante Cristobal Colón, amparado economicamente por Isabel e Fernando para umha suposta viagem às Índias que remataria com o "descobrimento casual" das Américas. É surpreendente que numha viagem comercial seja descoberto um novo continente na direcçom contrária ao destino original, mas o mais seguro é que tudo estive-se preparado polo manhoso Colón. As velas das suas “caravelas” levavam estampada umha insígnia templária. Há indícios que relacionam a essa forte sociedade do medievo com América, como representaçons de indígenas americanos dessas latitudes em Catedrais da sua propriedade, ou testemunhos de frotas enteiras que iam até ala com destino comercial, todo isto antes do suposto descobrimento em 1492. Polo tanto o navegante poderia ser custódio desse segredo, revelado a ele por fontes neo-templárias dalguns círculos elitistas da sociedade, já que ele mesmo tinha conhecimentos cabalísticos como deixara mostrado na sua assinatura.

Em primeira instância a chegada à América fora beneficiosa para os prestamistas e comerciantes marranos que fariam negócio com isso, mas posteriormente voltariam-se na contra das colónias hispânicas das américas por meio de seitas subversivas como a maçonaria, ao ser o império um forte escudo autárquico contra as forças judaicas dos estados inglês e francês.

Com estes reis começaria o que se entende hoje por " Reino ou Estado de Espanha", cum mini-imperialismo da coroa de Castela sobre as distintas naçons hispânicas, impondo o seu idioma e nobreza às demais pátrias. Assim exterminariam praticamente à nobreza galaica para por no seu lugar a castelãs.

Pouco mais há que contar deste período, agás detalhes como os magos cabalistas ao serviço de Felipe II, até a chamada era da Ilustraçom onde as forças Judeu-Maçónicas voltam saltar violentamente à palestra.

As primeiras lojas da maçonaria “actual” especulativa, tendente a captar pessoas poderosas e influenciá-las, mostram-se abertamente no século XVII no Reino Inglês, onde pouco depois passaria ao estado Francês por meio de imigrantes ingleses em 1725. Em menos de 70 anos a infiltraçom e poder desta sociedade chegaria a ser tal de organizar umha revolta capaz de liquidar à própria monarquia e instaurar as bases do sistema liberal, a revoluçom francesa de 1789. Ao estado espanhol chegaria esta organizaçom destrutiva polo século XVIII, atraindo a nobres e militares às suas redes.

O primeiro Borbón abertamente maçónico nas suas obras, foi Carlos III, apodado “O Político”. Este monarca destacou polas suas polítcas abertamente universalizadoras e anti-étnico, promovendo a mestiçagem cultural, étnica e racial com elementos hostis à maioria hispânica. Nom seria estrana tuda essa "tolerância" do ilustríssimo Rei, se atendemos a diversas fontes que nos asseguram que foi membro da maçonaria. Estas forom algumhas das leis abertamente universalistas impulsadas polo monarca:

Em 1783 Carlos III promulgou a Pragmática que recolhe os seguintes aspeitos:
1. Os ciganos som cidadans espanhois. 2. Deve-se deixar de dizer “cigano”, já que todos os cidadans som iguais. Sustitue-se a palavra «cigano» por «castelám novo». 3. As crianças devem ir à escola a partires dos 4 anos. 4. Os ciganos som livres de fixar a sua residência. 5. Os ciganos podem-se empregar ou trabalhar em qualquer actividade. 6. Os ciganos tenhem direito ao asilo e atençom aos seus enfermos. 7. Os grémios que impidam a entrada ou oponham-se à residência dos ciganos serám penalizados. 8. Impom-se penas aos que obstaculizem a integraçom dos ciganos. Sem embargo, para que o cigano poida desfrutar destas igualdades, deve cumprir umhas condiçons: * Abandoar a sua maneira de vestir. * Nom usar a sua língua (o caló) em público. * Assentar-se e abandoar a vida errante.
L E Y V I
D. Carlos III. en Aranjuez por céd. del 13 de Abril de 1788, con inserción de otras dos de 10 de Dic. de 782, y 9 de Oct. de 85.Tratamiento de los individuos cristianos de estirpe judaica residentes en Mallorca;y su actitud para el Real servicio, exercicio de las artes y labranza. He tenido a bien resolver y mandar, que a los individuos del barrio de la calle no solo no se les impida habitar en cualquier otro sitio de la ciudad de Palma o isla de Mallorca, sino que se les incline, favorezca y conceda toda mi proteccion para que así lo executen; derribándose qualquier arco, puerta y otra señal que los haya distinguido de lo restante del pueblo, de modo que no quede vestigio alguno: que se prohiba insultar y maltratar a dichos individuos, ni llamarlos con voces odiosas y de menosprecio, y mucho menos judíos, o hebreos y chuetas, o usar de apodos de cualquiera manera ofensivos, baxo la pena a los que contravinieren, de quatro años de presidio, si fueren nobles, de otros tantos de arsenales, si no lo fueren, y de ocho al servicio de la marina, si fueren de corta edad; publicándose la cédula, que se expidiere en la forma acostumbrada; y que en quanto a los exentos, recibida la justificacion, me de cuenta el Consejo de las contravenciones para la debida corrección. * Asimismo he venido en declarar a los referidos individuos aptos al servicio de mar y tierra en el exército y armada Real, y para otro qualquier servicio del Estado. * Y deseando ademas de estas gracias concederles mi proteccion, persuadido de su fidelidad y amor a mi Real servicio, y con el objeto de que sean útiles al Estado; he venido en declararlos igualmente idóneos para exercer las artes, oficios y labranza, del mismo modo que a los demas vasallos del estado general del reyno de Mallorca, sin que por ningún motivo se les impida emplearse en estas ocupaciones.”

Como bem observamos nestas duas leis propugnadas por Carlos III, chama-se a mesturar e livrar da sua idiossincrasia a três raças diferentes como som os judeos, ciganos e os arianos “hispânicos”.

Com estas radicais leis o que pretendia o monarca era instaurar um estado universalista e centralista sem diferenças raciais, étnicas ou culturais, um estado Espanhol mediocre unido baixo a "rojigualda". A parte dos textos mencionados, o Rei também queria à força separar aos ciganos e casá-los com Hispânicos. Vendo o panorama do bairros como as 3000 vivendas de Sevilla (Castilla) e outros lares de casas sociais povoadas por ciganos e mestiços na própria Gallaecia, nom faze falha ser muito listo para decatar-se do desastre racial, étnico, cultural e social que acarrearia esse sinárquico planejamento.



Pola outra banda, os chuetas eram os judeus de Mallorca (Gothalaunia), que como os demais da península, tentavam por todo os meios fazer-se com o poder económico, religioso e penal ali onde se assentaram. Ponher-lhe mam dura às represálias e actos contra a sua dominaçom por parte dos autóctones, o único que se conseguiria seria que estes aumentassem o seu poder sem trava nenhuma.
A Carlos III sucederia-lhe Carlos IV e pouco depois Fernando VII, Rei absolutista e fortemente centralista, olhando com certa desconfiança e ressentimento polo povo.
Com a 1º Guerra Carlista produziria-se um conflito contra o bando liberal-maçónico Isabelino que remataria por ganhar a batalha. Dos vencedores sairiam posteriormente personagens como Mendizabal, de família materna sefardita e notável maçom da Lógia de Cádiz, que levaria a cabo umha desamortizaçom dos bens da Igreja, um dos estamentos mais fortes do antigo regime.

Também maçónicos e universalistas seriam o Triênio Liberal do anteriormente mencionado político (1820-1823), e a 1º República Espanhola de 1873, promovida por liberais e maçons. Esta última na sua simbologia dos cantons e desenhos mostraria-se quase abertamente maçónica, mas pouco se puido saber das intençons reais deste governo que durou só um ano.

Logo destes instáveis governos, reinaria uns poucos anos Alfonso XII, seguido por Alfonso XIII, quem logo da instabilidade da sua política, poria as rendas do poder nas mans de Miguel Primo de Rivera, ditador Judeu-Cristiã que respaldado pela burguesia constuiu um estado Espanhol fortemente nacional-estatalista (jacobino) e claramente centralista, proibindo-se os distintos idiomas nacionais no uso público, assim como a chamada mancomunidade de Catalunya. O desgastamento deste regime militar conduziria à "dicta-branda" de Berenguer. Pouco depois, em 1931 daria-se um plebiscito de eligir monarquia ou república, que daria como resultado outro cortelho, chamado 2º Republica Espanhola.
SÉCULOS XX E XXI

A 2º Republica Espanhola tivo três governos durante a sua curta vida (1931-1939): O Azañista-Radical, Ceda-Radical e Frontista Popular. Já desde os seus começos era centro-esquerdistas e tendeu-se abertamente ao laicismo, e jacobinismo universalista nacional-espanholista do que eram herdeiros. Azaña ocupou um alto cargo na maçonaria, como era bem corrente na época entre os partidos como Izquierda Republicana, PSOE, ERC e demais esquerdistas. É neste período, quando depois de nom fazer cumprir a lei e logo do seu processo de sovietizaçom por parte da Fronte Popular , quando sai à palestra “a direitona burguesa” e a primeira tentativa de golpe de estado por parte do General Sanjurjo, de ideiais claramente liberal-burgueses, clericais e anti-étnico/nacionais.
Já com o ensino escolar da república produzira-se umha tendência à castelanizaçom das vilas galaicas, basconas e catalanas, deixando de lado à língua natural no ensino, assim foi em tudos os seus mandatos, ainda que os republicanos actuais a defendam como a maior “êxtase de liberdade” para as naçons peninsulares. Nos derradeiros anos alguns filo-marxistas como Castelao aproveitando que a “direita burguesa” era exageradamente centralista, decatarom-se que falar de nacionalismo e defesa das identidades próprias venderia muito dentro da esquerda, ainda que fosse mero escaparate, como na URSS.

Com a chegada da direita clerigalha, sai de prisom Sanjurjo, indultado polos seus partidários. Esta coaliçom seguiria na linha nacional-estatalista marcada por Azaña ou Sanchez Albornoz (esquerdistas), com a negaçom entre brinquedos das distintas identidades nacionais da Península Ibérica. Mas já nesta etapa (finais da II república) estarám presentes partidos e organizaçons genuinamente nacionalistas como as mocidades Ultreia, círculo nacionalista liderado por Álvaro das Casas, tomam umhas formas e umha ideologia muito semelhante às mocidades da Germania Nacional-Socialista, com uniforme branco com trisquele no peito, e exaltaçom da naçom e da raça
; ou o Partido Galeguista de tradiçom conservadora, católica e etnicista, antes da infiltraçom dos filo-marxistas. Fora da Galiza, atopariamos daquela movimentos próximos ao N-S como Estat Catalá, e alguns sectores do PNV nom contaminados pelo liberalismo igualitarista, grandes N-S abertzales como Mikel Epalza ou Jon Mirande.

O Partido Galeguista, num primeiro momento seria como comentava-mos, antes da sua posterior Judeu-Bolchevizaçom, muito diferente. A sua primeira linha de ideólogos seriam, entre outros, Vicente Risco, Otero Pedrayo, Filgueira, Villar Ponte ou Castelao. Este derradeiro, verdadeiramente galeguista e tradicionalista, nos seus começos caminharia até a farsa do "nacionalismo de esquerdas" marxista, fazendo abertamente apologia do mesticismo e mundialismo maçónico do que estaria gravemente influído e contaminado como membro da lógia em questom. É provável que essa sociedade subversiva ao vé-lo como bom orador e polifacético noutros eidos, via nele um guia perfeito para “Nacional-Marxismo”, captaro-no como membro para inculcar-lhe discretamente o universalismo do que fazem gala.
Até 1935 duraria o PG íntegro, quando a derradeira facçom nacionalista cria a Direita Galeguista, liderada pelo mestre Vicente Risco. Se bem esse nome hoje em dia é empregado pelos “nacionalistas” neo-liberis e burgueses, mas Risco fixo gala sempre dum ideal próximo ao Nacional-Socialismo Germânico de Hitler: etnicismo, nacionalismo, celtismo, defesa dumha economia nacional, luita contra a plutocracia e supra-capitalismo, catolicismo tradicionalista, anti-semitismo, anti-judaismo etc. Poderia-se dizer que foi um nacionalista à par que socialista genuíno (N-S), pois por aquela época “socialismo” era um termo associado à esquerda, e para ele mesmo ao nacional-espanholismo, mas como tradicionalista que foi, sentiu-se identificado com o termo de "direita", associada ao conservadorismo, e as chamadas “leis velhas” do nacionalismo.
Nesse período Ceda-Radicalista produziríam-se altercados de obreiros próximos a organizaçons anarquistas Filo-Marxistas, como o levantamento de Casas Velhas ou a chamada Revoluçom de Astúrias, cum grande transfundo ideológico comunista. Nesta segunda revolta estaria como general de grande parte do exército republicano mandado à repelar a revolta, o sefardita Francisco Franco.
Actos como esses som os que provocariam umha radicalizaçom e tensom entre a direita liberal burguesa e a esquerda marxista.

Nas eleiçons de 1936 forma-se umha coaliçom de formaçons esquerdistas. Nesse cúmulo de partidos teria um enorme peso o Bolchevismo Soviético do que seriam partidários os comunistas do PCE, como os “socialistas” do PSOE de Largo Caballero, ERC e alguns membros de Izquierda Republicana. Numerosos dirigentes comunistas forom Cripto-Judeus: a Pasionaria, Andreu Nin, Negrín, e outros maçons como Caballero.
O que ficava desse Partido Galeguista, liderado por Castelao (já abertamente marxista), uniria-se ao bloco da Fronte Popular, com a sua traiçom prestando colaboraçom aos genocidas comunistas, assassinos de muitas naçons/étnicas e nacionalistas de Ucránia, Rússia, Cosáquia, etc...
Trá-lo fraude das eleiçons vidas dumha revoluçom Neo-Soviética, sublevaria-se umha parte do exército republicano ao mando do General Franco, oferecendo umha péssima altenativa ao Judeu-Bolchevismo. Falamos de Clerigalhos, burgueses e liberais, que forom o eixo principal dos sublevados, ou o bando mal chamado "nacional". A mesma borralhada vividora que em Germánia atentaria contra Hitler na chamada operaçom Walkiria, com o planejamento ideado polo ex-nobre prussiano Stauffenberg.

Como bom oportunista que foi, Franco sempre quixo jogar ao cavalo ganhador na guerra civil e na 2ªGM. Com o golpe de estado procurou tanto apoio dos Fascistas Italianos e Nacional-Socialistas germânicos, como da finança israelita-marroquina e do banqueiro chueta Juan March. O bando franquista apoderaria-se das insignias, siglas e algumhas ideias de organizaçons fascistoides como F.E. de las JONS ou os tradicionalistas monárquicos Carlistas, para modelar a sua nova imagem e apresentar-se ao público.

FE-JONS era mesmo a uniom de duas organizaçons Fascistoides: a Falange Española de Jose Antonio Primo de Rivera, reaccionária, Judeo-Cristiã, Jacobina e Universalista. "Una nación no es una raza, ni una lengua, ni una tierra,… es una unidad de destino en lo universal" dizia Jose Antonio, um anti-racista declarado, era inimigo do N-S e considerava-o a este como um movimento "Anti-Facista". Há que ter em conta que o Fascismo Italiano adaptou lividamente o Racialismo e Anti-Sionismo nos seus derradeiros anos, nom foi mais que por influência do Nacional-Socialismo Germânico.
Por outra banda as Juntas de Ofensiva Nacional Sindicalistas (JONS), estavam mais achegadas ao denominado "Fascismo Vermelho" e ao N-S Strasserista (esquerdista), sendo o seu fundador Ramiro Ledesma, reclamado por alguns grupúsculos NR e NB como um precursor da sua nova "ideologia". Igual que Rivera, Ledesma ainda que um bom revolucionário, era um enfermiço nacional-estatalista e anti-etnicista, chegando a propugnar que teriam que assaltar Catalunya com as tropas marroquinas se esta quixera reconhecer-se como naçom.

Os carlistas, eram algo mais respeitosos com as distintas identidades nacionais, falando de "Las Españas", mas sem ser claramente definitórios com as distintas naçons hispânicas, nem denominá-las como tais, pois nom chegavam a ser etnicistas nem racistas, simplesmente defendiam “los Fueros” e estavam contra uniformaçom liberaloide-centralista do Estado, evoluindo o seu ideário anti-revolucionário num socialismo autogestionado. Nas naçons hispânicas tiverom muita influência cultural nos naconalismos ”étnicos”, influindo muito no nosso caso no apoio e simpatia do movimento Galeguista de Alfredo Branhas, o seu homólogo no estado português seria o Miguelismo. Muito mais peso tivo nos nacionalismos étnicos em “Gothalaunia” e “Baskonia” (València, Catalunya, Aragoa, Euzkadi, Nafarroa)

Dessas 3 organizaçons o franquismo faria as siglas FET-JONS (Falange Española Tradicionalista y de las JONS) para denominar ao partido do sistema, a pesares de que muitas dessas ideias pouco teriam que ver com a realidade da política burguesa e oportunista de Franco. Por exemplo nada se faria do pensamento social Jonsista de Ledesma, nem da propugnaçom de nacionalizar a Banca de Rivera, nem se levaria a cabo o Tradicionalismo, Anti-Liberalismo, Anti-Maçonismo e Anti-Judaismo dos Carlistas.

Já entrada a 2ºGM, o Führer desejoso de ter um aliado no Estado Espanhol, a penas conseguiu que Franco manda-se umha Divisom de voluntários a luitar contra o Judeu-Bolchevismo da URSS, a chamada Divisom Azul, dende 1941 a 1943. O repentino desmembramento da Divisom deveu-se a "neutralidade" que o Caudillo tinha aceitado, como lacaio das democracias ocidentais, traicionando a quenes lhes devia a sua vitória contra o bando republicano, que em palavras do Führer “estavam longe de ser vermes todos”.
Para o Führer, Franco era um repugnante católico charlateiro, o que derivou na seu arrepentimento de tê-lo apoiado na Guerra Civil Espanhola, e de preferir ter umha dor de dentes antes de voltar entrevistar-se com ele.
“Franco parece-me um judeu, nom tem reparos em fazer negócios com os valores mais sagrados para a humanidade”
“Trabucamos de bando na Espanha. Teria-mos feito melhor apoiando aos republicanos. Eles representam ao povo. Sempre poderíamos converter a esses socialistas em bons Nacional-Socialistas. Franco rodeia-se de clérigos, aristocratas e ricachons, em definitiva, gente que nada tem a ver com nós os Nacional-Socialistas”
Adolf Hitler
O que o Führer nom sabia é que apoiando aos republicanos trabucaria igualmente, pois estes na sua maioria eram marxistas e anarquistas, poucos nacionalistas e socialistas genuínos poderiam ter como para ganhar umha guerra vencendo essa vertente.
Franco ajudou aos judeus a ficar no Estado Espanhol, graças ao seu apoio incondicional conseguiu evitar o seu reassentamento fora de Europa, assim o conta o escritor Pedro Schwartz no seu “Franco y los Judíos”.
Já em 1943, vendo o safardita de Franco que os capitalistas pouca atençom prestavam à ameaça comunista, estando em primeiro lugar aliados com estes para derrotar a Hitler, visualizou umha pronta derrota do N-S e posicionou-se com o mundialismo Liberal-Maçónico. Nesse ano já o famoso NODO dos cinemas tinha mudado a sua propaganda de imagens de Hitler por outras de Churchill saudando. Também pactuara-se com os EUA encher a península de bases ianquies para quando a contenda finaliza-se.

É curioso como Franco é laureado por alguns que se dizem em chamar “Nazis” (mais bem nazi-fachas) como um verdadeiro fascista e aliado de Hitler. Se isso fosse certo, ele teria morto fuzilado como Antonescu, Mussolini, Monsenhor Tiso, Quisling ou Pétain, ou polo menos o seu regime desaparecido com a queda de Hitler.

Rematada a IIºGM o franquismo fixo de sim umha ditadura burgessa títere do sionismo ianquie, como logo seria também o regime de Pinochet. É nestes anos quando o Estado Espanhol começa a receber ajudas dos EUA, do chamado Planejamento Marshall, em benefício ao seu servilismo à plutocracia norte-americana e traiçom ao bando do Eixo.

Nos anos 40 e 50 estenderiam-se duas velenosas ideias do Franquismo (que já anteriormente apresentara) e que chegam até os nosso dias.
Com o propósito de fazer do Estado Espanhol umha "naçom" homogênea desde umha visom Judeu-Cristiã universalista, tentarom minimizar às diferentes línguas e culturas Hispânicas proibindo-as, reduzindo os idiomas que nom fossem o castelam a meros dialectos do que eles chamavam idioma "Espanhol" sem consideraçom pública ou social algumha nas suas respectivas áreas étnico-nacionais.
O segundo errado facto foi a procura dum nexo cultural e folklórico comum a toda a sua "Naçom Espanhola". Assim como na Gallaecia tinham-se gaitas e muinheiras; em Castilla Chotis; impom-se e apologiza-se continuamente com o mestiço e nom europeio "cultura" Cigano-Mourisca, que como um corpo estrano leva séculos nas Castillas do Sul (Vandália), e estendeu-se sem freio pelo mediterrâneo e partes do sul de Hispânia. Rumba e flamenco foi o foklore principal para o regime, assi como artistas ciganos e aciganados que levarom ao estrelato como Lola Flores ou El Fary.

Na década de 1960 começaria a etapa dos tecnocratas, onde se viu a perfeiçom que o discurso "Anti-Judeu-Maçónico" do Franquismo era mesmo um escaparate . Numerosos altos cargos da governaçom forom pertencentes à seita Judeo-Cristiã Ultra-Sionista do Opus Dei, ligada com a finança israelita internacional e seus planejamentos de dominaçom e destruiçom.
Apareceriam também nos 60, oportunistas marxistas que aproveitando-se da situaçom de asobalhamento das disntintas naçons hispânicas para fazer eco dumha suposta defesa destas. Esta perigosa estratégia deu lugar a que os nacionalismos, antes étnicos, tradicionais e conservadores em grande parte passaram a ser praticamente monopólio do comunismo, ideologia antagónica ao nacionalismo, pois é internacionalista e cosmopolita. Grupúsculos como a UPG na Galiza ou a Esquerda Abertzale em Euzkadi , sairiam destas fornadas entre nacionalismo e marxismo
Nestes derradeiros anos, chamados de aperturismo, o sistema tentou dar umha imagem cara o exterior de liberal e democrático e forom-se fazendo pequenas mudanças até 1975, quando a morte do "Caudillo".

Pese ao assassinato de Carrero Blanco, suposto sucessor de Franco, é quase seguro que o governante sentaria intencionadamente as bases para o sistema "democratico parlamentário" tal e como quixo Franco.
Chegada a democracia, assim vimos como muitos jerarcas e vividores do regime mudaram a camisola da noite à manhã e apresentarom-se como liberais de centro, a evoluçom lógica do Franquismo. Resistiria por uns anos umha facçom fascistoide Neo-Franquista, com algo de peso nos 70 e 80, mas que iria desaparecendo. Destes ambientes sairiam pessoas como Adolfo Suarez, primeiro presidente da “democracia” parlamentária, ou Manuel Fraga, presidente da Xunta da Galiza por mais de 15 anos.
Na actualidade, o franquismo é representado pola COPE, LD, PP, os neocon espanholistas, e grandes amigos da liga antidifamaçom e congresso mundial judeu como Cesar Vidal, Losantos ou Aznar.
No caso galego actual os mal-chamados “nacionalistas” som herdeiros ideológicos da UPG, misturados também com elementos liberais dentro do BNG, o que fazem deles uns defesores únicamente da língua galega, nacionalistas linguísticos galegos confrontados com o nacionalismo linguístico espanhol, o qual escolhe o castelám como arma de guerra centralista.
Perante tudo isto, na actualidade temos que dar as graças aos Liberais Espanholistas, pois som os únicos que conseguem sacar-lhe as cores aos Nacional-Marxistas galegos, bascos e catalans, simplesmente olhando cara as origens dos nossos nacionalismos antigos e os seus ideólogos: “Etnicistas, Racistas, Anti-Semitas, Anti-Marxistas e Anti-Liberais”.
Daniel Breogám de Seselhe e
Breixo Bouza das Chairas

terça-feira, 17 de agosto de 2010

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

TINHA EU UM CAMARADA



TINHA EU UM CAMARADA

Tinha eu um camarada
nom o atoparei melhor
a luitar juntos marchava-mos
a luitar, nós, avançava-mos
à chamada do tambor. (bis)

Umha bala véu voando
vem por mim ou vem por ti?
ela tem-lhe alcançado
aos meus pés está deitado
como umha parte de mim.(bis)

Ainda a mam quixo acadar-me
com a que o fuzil carreguei
Eu nom podo dar-te a mam,
fica eterno camarada,
sempre eu te lembrarei (bis)

Por Gallaecia eu luitarei !!
Por Europa eu luitarei !!
fica eterno camarada
voltarei ver-te em Ávalom
Pola Raça eu luitarei !! (bis)

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Reflexons dum N-S Galaico

Saúdos camaradas.

Farto de ler cousas sobre o Nacional-Socialismo galaico, decicim escrever-vos isto, já que ao ler tanta ignorância nom puidem reprimir algumhas reflexons que, humildemente, gostaria de aportar.

Som galaico, e som ademais nacionalista galaico. Um nacionalista contrário ao materialismo burguês e ao marxista, membro orgulhoso da raça branca europeia, mas sempre as minhas reservas com os que diziam em chamar-se nacional-socialistas, pois botando umha olhada à meseta central quenes o vinham defendendo no meu estado espanhol actual sobre o inmenso valor das culturas brancas europeias no lhes impedia defender a extinçom ou residualizaçom da minha, nunca entendim se era por nom considerâ-la europeia ou porque as culturas brancas perdem o seu valor se sobre elas podes imponher a tua. Na minha opiniom supeditar qualquer cultura branca europeia a outras, subjugâ-la ou ponher em perigo a sua supervivência é um crime contra o sagrado património cultural europeu.

Para mim a apariçom do M.R.A. Gallaecia nom cambiou em grande cousa; é óbvio que som poucos, e ainda que esse feito nom da nem quita razons, sim demostra que a sensibilidade política de quenes se definem Nacional-Socialistas (quando mesturam isto com o fascismo "espanholista") vai mais na linha da "Doma y castración del Reyno de Galizia" que da glorificaçom da rica cultura galaica; tam digna e tam europeia como as restantes identidades culturais da península.

Vim que se discutiu muitas vezes das diferências entre o caso hispânico e o germânico... É certo que há sub-raças mais remarcadas dependendo da zona na Germánia, por descontado, mas em Hispânia há diferentes etnias, ademais a dia de hoje nom me consta que dessas sub-raças que habitam na Germánia nasceram etnias diferenciadas como para que desse grupo humano nasceram: diferentes idiomas, culturas, tradiçons, enxebreças ou sentires. O estado alemam no ocupa nem sequer toda a comunidade nacional-germânica; na Hispánia é justamente ao revês... e "revês" nunca é um bom começo para umha equiparaçom.

Nom é a minha intençom criar enfrontamento com estes senhores nazi-fascistoides, mas custa-me entender como a alguem que dize defender algo do Nacional-Socialismo nom lhe ferva o sangue ao ver como a cultura galaica, branca e europeia -repito-, vê acelerada a sua desapariçom ante um avalanche de imigrantes que falam castelám e que só mostram despreço e sobervia cara a cultura autóctona. Encantaria-e que algúm destes me explicara por quê nom sinte o dever de fazer valer esse património dos nossos antergos em particular.

A minha ideia de Europa nom é a dos grandes estados criados ao amparo do ideal jacobino, senom o ideal de que cada pequena (ou grande) identidade nacional e cultural branca europeia é um tesouro patrimonial de todos e que por todos tem que ser defendido. Dos jacobinos foi a bochornal práctica de agochar as identidades nacionais de Bretanha, Occitánia ou Córcega baixo umha única bandeira e um único idioma pelas necessidades que o seu ideal liberal de mercaderes implicava, e como consequência lógica desse mesmo ideal a nacionalidade deixou de ser umha questom de sangue, de cultura, de língua... e passou a ser um cartom de identidade ou um estátus de "cidadania".

Hoje em dia Bretanha nom tem nem sequer leis que defendam a sua milenária cultura branca, mas um bretóm é tam "francês" como um chino que conseguira ali um permisso de trabalho. Que por certo e ja que falo dos bretons, segundo tenho entendido para que se deixa-se de zoupar às crianças bretõas por falar bretom na escola e o nacionalismo bretóm puidera expressar-se públicamente tivo que suceder um episódio tam relevante no tema que nos ocupa como a chegada dos nacional-socialistas germânicos ao estado francês.

Naçons europeias como Eslováquia ou Croácia só puiderom conseguir a sua autodeterminaçom com respeito aos estados jacobinos dos que faziam parte graças ao apoio germano, o que em princípio semelhava invalidar a tese de que o Reich nom apoiava os movimentos etnicistas de naçons sem estado.

E é que o que eu nunca entendim es porquê um colectivo político que presuntamente estabelece o feito nacional em base a critérios fundos e sólidos (tais como a raça, o território, a língua, a cultura...) pode entender que o facto de que a nobreza galaica perdera umhas batalhas no século XV, ou que tal ou qual rei cede-se uns territórios ou conquista-se é o que determina onde há ou nom naçom. Essa práctica jacobina deriva da sua concepçom materialista, mas nom o entendo desde outras posiçons N-S. Desde o meu humilde ponto de vista o meu nacionalismo seria umha brincadeira se na minh "naçom" incluise naçons que (se bem sendo da minha raça e continente) falam outros idiomas, e tenhem costumes e identidades que nom me resultam menos exóticas e alheias que as eslavas, por ponher um exemplo.

Nom se pode pedir patriotismo espanhol nos indivíduos culturalmente formados numha comunidade nacional (étnica, linguística, cultural...) à que durante quatro séculos castigou-se do modo mais ruim e humilhante, decapitando a sua nobreza própria e importando-a dende fora, proibindo que o seu idioma fosse empregado em qualquer documento público, explotando a sua riqueza em matéria prima do modo mais colonial e vil. Já à margem dos numerosos conceitos científicos, políticos e sociais que poderiamos debatir para determinar o que é ou nom umha naçom, deviam entender vocês o complicado que é sentir-se parte dalgo quando os nossos séculos escuros coincidem com o seu século de ouro (por outra banda tam prolífico em burdos chistes de galegos de maneira poética). Suponho que poucos de vocês afundarom na história da Galiza dende a decapitaçom do Mariscal Pardo de Cela por orde dos reis católicos e a "doma y castración...", mas podo-lhes garantir que nom é umha história nem de felicidade nem de fraternidade. Convido a quem de verdade esteja interessado no tema a documentar-se ao respeito e a debater com sinceridade se desde a dignidade e a honra poderia aceitar que em nome do que seja humilhe-se a sua identidade e seja patejada a cultura dos seus antergos.


A unidade é um fermoso conceito, com certeza. Há milheiros de cousas polas que luitar e um mundialismo por combater, e nom só podemos senom que devemos fazê-lo juntos. Mas que tem que ver isso com que nos sintamos parte dumha naçom inventada pelas necessidades históricas da burguesia?. Para que as naçons de Europa poidam defender-se juntas, poidam unir-se de verdade, devem também libertar-se do jacobinismo que a humilhou, negou, e intentou extinguir a muitas delas... Isso de "únete conmigo aquí debajo de mi bota, gracioso galleguiño" nom vai comigo nem com nenhum de nós, obrigado!.

Também pela internete adiante dizia-se que os vermes nom boicoteavam nem se enojavam com o M.R.A. Gallaecia ou com a ideia dum Nacional-Socialismo Galaico, o qual podo garantir que é falso. Aos vermes de por aqui pode molestar-lhes que haja nazi-fachas "espanholistas", mas considera-no normal e polo tanto pouco molesto, é mais, isso permite-lhes estabelecer o discurso de que se se quer defender a identidade galaica há que fazê-lo desde o internacionalismo marxista. Que haja nacionalistas galaicos nas coordenadas N-S e polo tanto lógicas, rompe-lhes o monopólio, ressuscitam-lhes as pantasmas da original política nacionalista histórica galega: racista, etnicista, anti-marxista e anti-liberal. Imposibilita-lhes esse discurso demagógico e po-nos absolutamente frenéticos... Polo momento como o M.R.A. Gallaecia son poucos (N-S autênticos há poucos na Iberia), tentam fazer que nom existe, mas como essa ou outra expressom de nacionalismo galaico etnicista faga-se relevante, isto vai-se ponher muito interessante.

domingo, 15 de novembro de 2009

Nacional-Socialismo ou White Power?

Nacional-Socialismo ou White Power?



White Power, há décadas, é um dos slogans mais utilizados por grande parte do movimento Nacional-Socialista. O primeiro a usá-lo foi o americano George Lincoln Rockwell, em reaçom ao movimento “Black Power” que era patrocinado pela judiaria através da mídia e cada vez mais ameaçava a sociedade branca anglo-saxona protestante de seu país. Rockwell entóm adaptou o Nacional-Socialismo original ao way of life americano, criando umha vertente ideológica essencialmente yankee. Numha época de grandes mudanças com relaçom à questom racial nos Estados Unidos, com luitas manipuladoras como a de Martin Luther King e umha grande tensom racial, esse ódio poderia até ser entendido como umha reaçom natural e sensata, como foi na Alemanha pós–Versalhes, em que o judeu desarmou e manipulou a naçom alemã em todos os campos que podia. A reaçom nem sempre é proporcional à ofensa, ainda mais, quando estám sendo ofendidos valores nacionais.

Todavia, esta justificaçom foi resultado da época a que pertencia, e nom da doutrina em si, que nom expressa ódio a qualquer etnia. Após os anos 60, com a morte de Rockwell, a idéia hitlerista foi transformada, por muitos, numha guerra às outras raças: um combate contra negros e judeus e todo o diferente. O racismo transmudou-se em xenofobia. O Nacional-Socialismo nom só foi deturpado polos seus inimigos, como também, em grande parte, por aqueles que diziam defendê-lo. A Cosmovisom Nacional-Socialista, que tem por base as Leis Naturais e os princípios nobres e honrados, tornou-se para alguns um estandarte para umha guerra contra os que som diferentes. Se o Nacional-Socialismo se fundamenta nas eternas Leis Naturais, como pode luitar contra as outras raças, que também som manifestaçom da Natureza?

O lema White Power está hoje em todos os lugares no movimento - músicas, camisetas, etc - e tornou-se umha nomenclatura do movimento Nacional-Socialista moderno. Mas o que este slogan realmente significa? O que as palavras de Poder Branco realmente representam? Aqueles que tanto pregam esse lema já pararam para refletir se ele realmente faz sentido? Nom podemos esquecer-nos que a raça branca pussue o poder no Ocidente nos últimos três mil anos e ainda o possue – em que pese a manipulaçom sionista - e o resultado que percebemos é que a mesma está desaparecendo, mostrando-se umha raça fraca, em franca decadência. Os valores morais e os nobres princípios que antes corporificavam-se em um honrado código de conduta e ética, desaparecem dia a dia. Nem mesmo entre aqueles a quem chamamos de camaradas, deixamos de encontrar indivíduos que nom demonstram qualquer sinal de Honra pessoal ou de espírito moral e atacam gratuitamente a outras raças, agindo com a mesma selvageria que condenam nas raças que intitulam “inferiores”.

O simples fato de ser Branco nom garante o direito de se agir como bem entender contra aqueles que nom som da mesma raça. Se defendemos o nosso direito de cultuar nossas raízes e nossas culturas étnicas, como podemos negá-lo às outras raças? Todas as raças têm esse direito. Mais do que direito, é um DEVER de todos os seres humanos cultuarem seus antepassados, pois é esse auto-respeito que impede a miscigenaçom. Umha guerra entre raças é umha guerra contra a própria Natureza e, além disso, os resultados nom podem nos trazer qualquer vantagem. A Natureza criou um mundo de diversidade, e o nosso Dever é preservá-lo.

E compreendam que, ao falar que temos que preservar ou aceitar as manifestaçons das outras raças, nom estamos defendendo a libertinagem ou o comportamento desviante dessas, por influência externa. Quando a conduta alienígena tem proximidade suficiente para prejudicar o povo a ser defendido (o nosso), essa conduta e sua provável influência deve ser desaprovada, repelida, combatida

SER MAIS DO QUE PARECER

Há camaradas sinceiros e valorosos que acham que podem considerar a outrem como camarada simplesmente por adotarem os mesmos símbolos, vestirem-se da mesma maneira, ou pertencerem à mesma raça, sem levar em conta a índole e os valores Arianos de honra pessoal, lealdade, camaradagem, coragem, disciplina e dedicaçom à causa. Acabam, assim, fazendo amizade e trazendo para o seio de nossa doutrina, pessoas que deveríamos repudiar e que demonstram ter atitudes piores do que dos negros, judeus e pardos que tanto condenam, muitas vezes, irracionalmente. Por vezes, nem mesmo os valores e princípios som semelhantes.

Antes de se intitular Nacional-Socialista, é imprescindível conhecer profundamente a doutrina de Adolf Hitler e possuir a fé verdadeira, o sentimento sinceiro. Aqueles que som “nazistas” da boca para fora, que procuram um grupo pra extravasar as suas frustraçons ou medos, nom estam enganando somente aos seus “camaradas”, mas também a si próprios. Se um alerta nom resolver, deve-se, literalmente, segregar, procurar a convivência somente com aqueles que estam ao nível da nossa camaradagem e envolvimento.

Transcrevo um trecho do texto “Serei eu um NS?” publicado no boletim Triunfo da Vontade:

Outras pessoas ostentam umha aparência de Nacional-Socialistas e, aos olhos dos camaradas, até mesmo agem como se o fossem. Porém, escondem na alma algum vício terrível que nom querem manifestar perante os outros. Neste caso, a atuaçom Nacional-Socialista é umha forma de compensaçom, de aliviar a consciência e pagar pelos “desvios” que cometem fora da comunidade.

A partires do momento que se age de maneira desonrosa com pessoas honradas, se está renunciando à conduta e aos nobres valores do Nacional-Socialismo e rendendo-se à bestialidade. Nom importa a ancestralidade, a carga genética nom dá a ninguém o direito de agir como um louco. Prejudicar as outras raças sem um motivo justo, agindo como um delinqüente, nom garantirá a vitória. Violência gratuita é um sinal de umha limitaçom extrema de visom ideológica, um sintoma de mau caráter e, às vezes, o prenúncio de um distúrbio mental. Além de ser um risco para os demais camaradas.

A escolha pessoal é entre ser um odiador ou ser um Nacional-Socialista. Ódio imbecil e Nacional-Socialismo som incompatíveis. Tentar camuflar sob a bandeira Nacional-Socialista sentimentos tam negativos e destrutivos nom chega nem mesmo a ser um “neonazismo”, mas sim, configura a verdadeira antítese de nosso ideal. O Hitlerismo é umha doutrina de criaçom, de renovaçom espiritual para algo bom e positivo. Amar a sua raça nom significa odiar as outras.

O IDEAL DEVE GUIAR A SUA CONDUTA

Umha Cosmovisom baseada em nobres valores como Honra, Dever e Lealdade, este é o nosso código de conduta. A cada ano, a pergunta que se deve fazer é: “Isso é certo ou nom?”. Os fins nem sempre justificam os meios, pois estes devem ser orientados pelo caminho da Honra pessoal. Qualquer um que discorde pode se enquadrar em qualquer outra doutrina que nom seja a nossa, e este fato, quase um dogma, nom está aberto a interpretaçons.

Olhem ao redor! as pessoas que detém o poder som Brancas, a maioria dos políticos no mundo ocidental é Branca. Até quando vamos usar o simplório argumento de que os judeus controlam a mídia e manipulam os políticos, para nos livrarmos da culpa pela decadência de nossa Raça? Nom existe corrupto sem corruptor.

É claro que os judeus detêm o poder da mídia e de umha grande parte do dinheiro mundial e fazem dos políticos as suas marionetes. Mas em que momento eles conseguiram tamanho poder sobre nós? Se eles o fazem é porque boa parte da raça branca deixou-se e vendeu-se. Hoje estamos ainda mais enfraquecidos e facilmente controlados, a nossa chama guerreira deu apagada e o único deus cultuado é o Deus Dinheiro. Está em voga o “cada um por si” e o “salve-se quem poida”.

A luita Nacional-Socialista nom é umha luita contra as outras raças de maneira nenhuma, mas sim umha luita contra a decadência da sua própria. Se o judeu hoje possui o poder que possui foi porque o Ariano distanciou-se da sua própria comunidade, rendeu-se ao egoísmo, à ganância, ao capitalismo; renunciou à sua própria cultura, a sua estirpe, ao seu povo e aos valores que, um dia, lhe foram sagrados e superiores à sua própria existência e que lhe fizeram da raça a mais criativa e mais forte. O judeu nom foi o primeiro a dividir o Ariano de seu povo, mas este mesmo, que quebrou todos aqueles vínculos que o fizeram senhor do mundo e criador de todas as maravilhas. Nom devemos simplesmente condenar o inimigo por nossas derrotas e fraquezas, devemos nos lembrar da sentença de Nietzsche que diz: “o que nom mata, fortalece”. Devemos aprender com nossas derrotas e erros, a “tornarmo-nos quem nós somos”. Dessa situaçom de extrema dificuldade e quase extermínio, a raça Ariana pode sair mais forte e consolidar seu domínio, para o bem de toda a Natureza, e nom de uns pobres odiadores que, cedo ou tarde, procurarám, no seio do próprio povo, novo alvo para seu ódio.

O primeiro passo para a maturidade do ativismo é livrarmo-nos dos preconceitos, do comodismo e da dificuldade em assumir os nossos próprios erros. De seguido, a raça Ariana deve erguer-se e procurar desenvolver ao máximo o seu potencial. O Poder Branco está aí. Sempre esteve. A raça branca ainda é a mais poderosa do globo e o judeu nunca venceria o Ariano em um combate em que estivessemos realmente estejam do lado certo, entretanto, devido à decadência espiritual e a inversom dos valores, este está direcionado ao lucro pessoal e ao egoísmo. Som muitos os Brancos que tem conhecimento do poder sionista, porém, estám tam distantes do sentimento de Comunidade, de identificaçom com seu próprio Povo, de se importar devidamente com a sua própria família, que o sentimento se foi, a preocupaçom se foi, nom existe mais o vínculo. O Ariano rendeu-se ao seu próprio egoísmo, às conquistas materiais e ao vazio espiritual. Apenas com a decadência de um povo forte como o nosso, o judeu pôde possuir esse poder.

Revivemos umha Idade das Trevas, à semelhança da Era Medieval, pois o progresso tecnológico nom significa progresso espiritual. Como já dizia Rudolf Hess: “Há muitos problemas no mundo a serem solucionados mais importantes do que a viagem à Lua”. O Nacional-Socialismo é a única luz, boa e positiva, que pode nos salvar dessa Era de Escuridade. É umha doutrina de criaçom e de orde. Faze-se necessário que haja umha destruiçom física e, principalmente, espiritual destes valores modernos, para vivenciarmos o fenômeno da recriaçom. É a transvaloraçom de todos os valores. A destruiçom de valores decadentes é um processo depurador para a criaçom, como na velha fórmula alquímica: Igni Natura Renovatur Integra (Toda a natureza é renovada pelo fogo). .

A idéia de supremacia deve ser substituída pela da SOBERANIA. O objetivo da comunidade de sangue nom é reinar ou governar sobre outras raças, ser superior aos outros, e sim dona de seu próprio destino. Nom se trata de comandar os outros, mas sim da independência da nossa própria e das outras. A liderança natural é conseqüência disso. O Ariano deve se renovar espiritualmente, pois a partir daí, a verdadeira Comunidade racial renascerá. Os espíritos uniram-se novamente e o sentimento de naçom crescerá. Este é o caminho natural.

CONSIDERAÇONS


Ariano significa nobre. Será que todos os indivíduos Brancos ainda podem se considerar como Arianos se grande parte nom possui absolutamente nada de nobre? Parece que renunciaram ao significado do seu próprio nome. O sentido da vida no Mundo Moderno passou a ser a felicidade pessoal. Entretanto, nom é disso que se trata a vida. Trata-se de compreender as Leis Naturais, de possuir o sentimento comunitário, na qual pessoas têm os mesmos valores, mesmas origens e compartilham umha história e umha ancestralidade comum. Essas pessoas importam-se umhas com as outras porque som umha grande família, tenhem vínculo espiritual, trabalham para o melhor, para o bem comum, nom o bem pessoal. Disso se trata o verdadeiro socialismo. É o sentimento natural que existiu em todas as antigas comunidades, em todas as raças. Se hoje isso nom existe mais, é devido à negaçom espiritual que gerou o capitalismo. O egoísmo abriu as nossas defesas e nesse momento o parasita se infiltrou.

Fala-se tanto em revoluçom branca, mas que seria isso? A primeira revoluçom é a revoluçom pessoal, é o Triunfo da Vontade, a libertaçom da própria mente, pela destruiçom de valores decadentes e preconceitos infundados. A Liberdade que conta é a Liberdade Mental: liberte a sua mente e estará libertando a si mesmo. Renuncie à imbecilidade, alcance um nível de consciência maior, isso é a Cosmovisom. É entender os princípios nos quais o Nacional-Socialismo é fundado e ver tudo a partir deste ponto de vista. Muito do que acreditamos ser produto de nosso próprio Povo, nom passa de valores judaico-cristans que devem ser extirpados!

Liberte e trabalhe sua mente, este é o caminho para a auto-superaçom. Somente assim teremos o Homem Novo, quando as possibilidades humanas seram infinitas e alcançaremos um estágio de consciência maior.

Quando o homem conhece-se a si mesmo, terá autoridade moral para incentivar as pessoas ao seu redor pelo seu próprio exemplo. Você pode ajudar, mas é algo pessoal. Nom é revoluçom branca, é revoluçom mental. Já que muitos de nós consideram-se os melhores, devem agir como tal. Com a multiplicaçom das células pensantes, o povo se renovará e experimentará a revoluçom em si mesmo. E entom o que é certo virá à tona, a orde restabelecera-se.

Essa é umha luita do sangue contra o ouro, da espiritualidade contra materialismo. É tempo de observar a realidade com outros olhos, mais sensatos e maduros. Culpar aos outros é mais fácil e também mais cômodo. Revolucione-se, revolucione a sua mente, essa é umha tarefa pessoal.

As idéias simplórias de alguns movimentos yankees nom som sensatas e em grande parte, nom som Nacional-Socialistas. Muitas vezes apenas odiosas e supremacistas. Encare os fatos como eles som, esqueça slogans vazios, enxergue a atual decadência e as falhas na nossa própria raça... E saiba o quam grande ela era e pode voltar a ser, de grande força e criatividade. A raça branca é um gigante adormecido, esteja você entre os primeiros a despertar. Temos umha doutrina que é completa e simples de ser compreendida, pois manifesta as Leis Naturais e a ordem cósmica, orientada pelos mais nobres valores. Quando estaremos dispostos a renunciar às concepçons de ódio e de racismo burro, que vêm orientando umha grande parte do nosso movimento, e realmente entendermos do que o Nacional-Socialismo se trata, de fato? Até onde estamos dispostos a ir?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

NS Germanos e Gallaecia

Otto Wilhelm Rahn

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Na procura do Santo Graal

A história que o judeu Steven Spielberg levou ao cinema com o título de "A procura do arca perdida" a procura do graal pelos N-S germanos, que supunha um enorme poder, e que tivo para "Hollywood" o exitoso nascimiento da saga do Indiana Jones, é real. E passa pola Gallaecia. Especialmente na Crunha.

Esta história feita mistério, despertou últimamente umha verdadeira febre editorial no estado espanhol. Até tres livros recreiam em clave de cinema "fantástico" o affaire e um deles aventura que a personagem central da trama histórica, o investigador germano Otto Rahn, nom se suicidou no 1939 na montanha sagrada dos cátaros, Montsegur, como estabelece a versom oficial das Waffen SS, às que pertenceu, baixo a batuta pessoal de Himmler, se nom que viviu no estado espanhol baixo um nome falso e faleceu em Vigo. Outros sostenhem que murreu em Madrid no 1975 ou o disparate de que foi assassinado pelos sicários de Himmler pela sua presunta origem judea.

O dato mais relevante sobre esta história nada tem pois de fictício: um documento da Orde Martinista, sociedade secreta esotérica fundada no século XIX em París pelo doutor Papus, crunhés afincado no estado francês que foi médico do Zar nos tempos de Rasputím, na que também militou o próprio Otto Rahn, revela que o "caçador" do gral estivo na Crunha no 1937. A notícia aparesceu numha web martinista quando todos os focos do periodismo centravam-se meses atrás na extrana sociedade depois dumhas polêmicas declaraçons nas que o historiador De la Cierva afirmou numha conversa radiofónica que oito ministros do gabinete de Zapatero eram maçons e que um deles, Bono, “pertencia à oscura Orde Martinista”.

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Imagem inédita, cedida por um coleccionista particular, mostra umha homenagem rendido nos 40 a militares N-S germanos soterrados no cemitério crunhés de Sam Amaro, probavelmente víctimas dos encontros navais o aéreos com os ingleses durante a II Guerra Mundial. As tumbas seriam posteriormente repatriadas a Germania.

As claves mitológicas crunhesas

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O legendário investigador germano Otto Rahn ,segundo revela recentemente a Orde Martinista, visitou Crunha em 1937 para seguires umha pista que levava à tumba do Apóstolo em Compostela. Rahn permaneceu vários meses na cidade herculina camuflado com a nutrida rede de assistentes militares N-S Germanos que o asesoravam entóm.

Sabe-se que o investigador germano visitou a casa natal do seu mestre martinista no número 13 da rua Olmos ,que ainda segue tal qual, e que rastreou lendas relacionadas com a ruta galaica do Graal. Rahn deixou constáncia num escrito que Gallaecia foi o reino europeu occidental mais antigo —antes que o visigodo com sede na Toulouse— tras a caida do Império Romano e o único país de sustrato céltico que ostenta o graal no seu escudo.

Segundo os martinistas, Rahn interesou-se muito especialmente polas bases etnográficas que sustentam o mito da Piedra do Destino ,a pedra mágica que segundo a lenda foi transportada de Brigantium à Coroa Britânica, sobre a que se coronarom os monarcas ingleses, entre eles a actual Isabel II, e que os estudios esotéricos identificam como Pedra de Enoch ou de Jacob ,o patriarca da estirpe ariana segundo Himmler,. Rahn escribeu esse ano ao chefe das SS um informe no que mostrava a segurança de que era o herege Prisciliano ,decapitado em Tréveris o ano 385 acusado de mago, e nom o apóstolo Santiago quem estava enterrado verdadeiramente no sepulcro da catedral compostelana. Os priscilianistas ,entre eles obispos, constituirom-se na sociedade secreta na Gallaecia a sua morte. Para o ocultista germano, ambos episodios mitológicos crunheses formavam parte do secrego rompe-cabeças do verdadeiro Graal simbólico: isto é, a pista borrada pelos primigénios seguidores cátaros da suposta linhagem humana de Cristo traida a Europa.

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Trono da coroaçom británica com a Pedra do Destino levada desde Brigantium

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Otto Wilhelm Rahn num acto ritual das Waffen SS

Fritz Krüger

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Outro mestre germano, Fritz Krüger estudou sobre a "Galiza vista por um estrangeiro", que conhecia através de longas viagens por terras galaicas. Este fundo conhecedor da linguística e etnografia galaica cobrou recentemente notoriedade a partires de investigaçons que provariam ter sido um agente da inteligência Nacional-Socialista antes e durante a guerra mundial, circunstância absolutamente desconhecida naqueles momentos, nom só pola colectividade galaica, senom também polos políticos republicanos ali presentes. O mestre Krüger era um firme defesor da unidade étnica e lingüística da naçom galaica "lucense, bracarense e asturicense".


Fotografias etnográficas galaicas de Krüger na Gallaecia Asturicense


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Sonande, Cangas del Narcea "Arquivo Krüger"

Umha vez mais mostra-se o contacto com as naçons sem reconhecimento, por parte do N-S e sobre tudo pelas Waffen SS. Operavam tradiçons de intercámbio dos grupos de celtólogos alemans, com certo carácter esotérico e com ecos incluso na organizaçom Abnenerbe (Herança dos Antergos), adicada às labores culturais, históricas e arqueológicas dependendo direitamente das SS, ou do interese académico desenrolado entre amplos círculos de lingüistas e etnólogos pelos nacionalismos Euskera, Galego, Catalam, Irlandês ,Escocês...

VIVA GALLAECIA ! VIVA EUROPA !