Mostrar mensagens com a etiqueta nacional.socialista. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta nacional.socialista. Mostrar todas as mensagens

sábado, 12 de maio de 2012

Deixe-mos os queixumes!


Nom sejamos choromicas!
Que é isso de queixar-se polas repressons e injustiças ou de solicitar liberdade. Fazendo-o o que provoca é a anulaçom da nossa luita. Nom podemos queixar-nos de que o sistema, que se sinte ferido quando certas pessoas que encarnam umha ideia de aparência funesta som capazes de chegar ao povo como gentes humildes e bondadosas que resultam ser Nacional-Socialistas. Esse é o seu ponto feble. Quando todo um sistema como o plutócrata exerce umha pressom descomunal criando umha corrente expressiva de rejeitamento a umha ideia que aparece perante o grande público como demoníaca, espera resultados.

Ao sistema nom lhe molestam as gentes que luzem Suásticas e som detidas protagonizando acçons violentas ou dirigidas num enfoque que afiança a imagem do NS que pretendem mostrar. O Sistema debilita-se realmente quando os cidadans dos que se nutre chupando-lhes o sangue vem como a iguais a um coletivo que se opom ao sistema. Quando este coletivo fala com o povo e o povo escuita sem temor a ser atacado ou ao desprezo é quando a ideia cala fundo; e é aí onde fazemos dano. Eles sabe-no e por isso condeam tam enérgicamente aos seus “agressores”. Nom devemos protestar por algo que resulta de recibo e lógico, pois está fundado dende o ponto de vista de sentirem-se agredido, na mais justa legítima defesa.

O sistema ve-se tremelicar fronte a postulados como os nossos e, ao atopar a gente capaz de fazer que estes cheguem a ouvidos populares, defende-se com todas as suas armas. Bem, pois resulta que o Sistema imperante possui todas as armas políticas, judiciais, económicas e mediáticas e aproveita-se da sua vantagem para calar as vozes dos insurretos. As nossas.

Pensade com seriedade, acaso Hitler e o NSDAP nom fizerom ajustiçar aos que tentarom atentar contra ele como golpistas? O nosso caso é pior pois o golpismo nom serve de nada sem um apoio popular. Umha toma de governo polas armas sem estar secundada pola massa, por justa que esta seja, carecerá de todo sentido num governo racial e artístico como propo-mos. Em troques, quando é sustituido o golpe de força com a força da razom e debate-se e profundiza em postulados revolucionários que fazem que o personaginho de “a pé” planeje-se o seu “eu existencial” e os seus “porquês vitais” , aí si fazemos dano. Dano social, dano intelectual, nom é pois a nossa via correcta a de dar expressom violenta das idéias, senom a de fazer chegar estas ao ouvido alheio.

Um anarquista nom é um inimigo, senom um branco confuso. Temos que ter aprendido a corrigir os nossos erros assi como temos que assimilar que toda revoluçom que se geste terá que estar assentada ideológicamente antes, e deve possuir um núcleo consistente de idealistas que preparem a revoluçom social por meio da revoluçom intelectual, precursora de todas as revoluçons.

Só fica engadir umha cousa: Formaçom integral! Um homem formado é capaz de bater-se no combate dialéctico com toda umha massa carragenta de adversários e re-conduzí-los em favor da justa luita que o orador professa. Carácter, Espírito e Formaçom som as tres pautas base dende as que poderemos sonhar com passar a testemunha, umha e outra vez até que, chegado o momento revolucionário que chegará (pois a vida é cíclica graças ao eterno retorno) tenha-mos umha elite preparada para guiar essa revoluçom polos eidos da vitória. Há edíficios que nom se podem restaurar e convem derrubá-los para edificar sobor os seus solares. Por isso é polo que somos revolucionários, nom reformistas. Mas o que de nenhum modo se pode fazer é dinamitar os cimentos dumha estrutura sem ter os planos doutra listos para serem interpretados e os peons e arquitetos preparados que levem o projecto a bom porto. Fazé-lo desembocaria somente numha postura que fazeria pensar à “plebe” que se bem a edificaçom existente (chame-se sistema) é mau, bem certo é que nada melhor há depois que oferecer polo que reforçariamos os laços de uniom entre os povos indo-europeus e o sistema capitalista estabelecido.

Obrigado a todos polo vosso apoio e indignacçom mas nom som necessários. A revoluçom necessita guias, nom mártires...

Camaradas, onde há vontade há um caminho! Saúde e Vitória!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Economia Capitalista, Comunista, Fascista e Nacional-Socialista

Referente ao tema especifico com o que se titula este artigo, se ponhemos os modelos económicos por orde histórica, seria como exponhemos a continuaçom:

1. Capitalismo: É a forma económica da burguesia. Isto é "laisser faire" que quere dizer: "deixar fazer", isto é: Liberalismo. A sua forma política é a partitocracia (Governo dos partidos), o que para o vulgo é "democracia" , mas em realidade nom é tal. O sistema de partidos nom representa ao povo, jamais o representou, senom que representa à burguesia, que é o estamento que derribou à nobreza, e hoje menos que nunca representa a partitocracia os interesses nacionais e populares, já que noutro tempo a burguesia estava nalgo ligada ao devir nacional, mas hoje nom lhe interessa nada a naçom e os povos, já que derivou em universal, polo qual o governo burguês partitocrático nom é máis que umha tirania global, tirania que no nosso ambente soemos definir como "PODER MUNDIAL".O autêntico governo exerce-se nas lojas, bancos, e lobbies e logo passaram às direitivas do parlamento. A lojas maçónicas ou do Opus Dei, estám estreitamente unidas à burguesia, o feito é que som unha e carne, o governo toma-o cara fins do século XVIII à burguesia meiante o seu intrumento segredo, chamado maçonaria. Hoje em dia segue completamente activo o sistema de governo maçónico, sendo umha pirámide onde as lojas mais importantes, como a judaica B´nai Br´rith dominam outras que som subsidiarias, assim até chegar à cúspide, que é o assento do governo mundial.

Mas baseando-nos no puramente económico, e farto resumido, que o que procura o capitalismo é a libertaçom total da economia do Estado, o que em realidade significa separar a economia do povo, e ponhe-la em mans da alta burguesia. A burguesia é umha classe que é siamesa do fenomeno histórico capitalista. Burguesia sem capitalismo é incocevível. A economia capitalista basea-se na liberdade absoluta para o tráfico de dinheiro, liberdade absoluta para a especulaçom e a criaçom monetaria privada (literalmente: criaçom de dinheiro) meiante o crédito (sem rapazes, o dinherio fabrica-se da nada, despois os trabalhadores dam-lhe o valor), o liberalismo (capitalismo) considera que o Estado só deve de existir para exercer umha funçom policiaca, para todo o demais considera-o de interesse nulo, o capitalismo cosmovisionalmente é filosoficamente individualista e utilitarista, também espiritualmente cosmopolita, considera que o único válido no mundo é o individuo e que, como tal, nom esta atado a tradiçom algumha, nem naçom, pátria ou religiom, e menos ainda, a raça... isto quer dizer, que considera-se "cidadám do mundo" e como tal pretende as mesmas regras de jogo em todo o mundo (globalizaçom)

2. Comunismo: Stalin, depois de entrevistarem-se com o multimilionário Averell Harriman, conselheiro de Roosevelt e embaixador na USSR em juho de 1944, dixo:

"Dous terços da nossa indústria devemos-lha à ajuda americana"

"O 1 de maio de 1918, quando os bolcheviques controlavam só umha pequena fracçom de Rússia (e quando iam perder incluso essa fracçom no veram de 1918), a Liga Americana para a Ajuda e Cooperaçom com Russia, organizou-se em Washington DC para apoiar aos bolcheviques. Nom se tratava dum comité do tipo "Hands off Rusia" formado polo Partido Comunista de EE.UU ou dos seus aliados. Tratou-se dum comité criado por Wall Street, com George P. Whalen da Vacuum Oil Company como Tesoreiro e Coffin e Oudin da General Electric, junto con Thompson, da Reserva Federal, Willard da Baltimore & Ohio Railroad".

“Wall Street e a Revoluçom Bolchevique”

No " Washington Post" do 2 de fevereiro de 1918 aparece a seguinte nota:

"W.B. Thompson , depositou pessoalmente 1 milhom de dólares aos bolcheviques (a través da Cruz Vermelha) para ajudar a propagar as suas doutrinas em Alemanha e Austria".

Enciclopédia soviética de 1928, menciona-se a ajuda recebida por parte de ARA (Organizaçom Americana da Ajuda) em forma de 2 mil milhons de razons alimentícias para 10 milhons pessoas durante 2 anos.

Simultaneamente as empresas, durante um par de anos invertirom na URSS 63 mil milhons de dólares.

A economia soviética podia-se reorganizar, podia-se ponher em marcha, podia realizar o primeiro quinquênio porque esse planejamento puxo-se em marcha graças aos fundos das empresas norte-americanas e de Alemanha. Assim seria até 1934.

O comunismo é o extremo ideologicista da mesma corrente filosófica rousseauniana que levou à burguesia ao poder, mas a burguesia fai-no todo com sentido prático e desde logo nom cria nos delírios filosóficos que clamava com o fim de erguer à masa... os jacobinos, em troques, forom-se-lhes das mans e dali puidemos dizer que segue o seu curso até o comunismo, que foi empregado polos judeus para derrubar os absolutismos russo e alemam que nom lhes davam cabida algumha, por isso é que a maioria do chefiado dos soviet eram judeus. O comunismo no eido económico o que pretende é suplantar ao capitalismo burguês polo proletariado no seu conjunto, o qual por lógica é impossível, mas nom era assim para o comunismo, ou polo menos isso era o que predicava, assim que suplantarom o capitalismo burguês polo capitalismo de Estado, sendo assim que toda a economia era planificada, mas pedindo créditos à banca privada judaica (como Jacob Schiff, Warburg, Armand Hammer, e outros grandes amigos dos bolcheviques), é dizer, o capitalismo financeiro jamais foi socializado realmente, e por outra banda, em realidade, se sabemos ver as cousas como realmente som (ou forom) o capital produtivo ,jamais foi socializado tampouco, foi estatizado, que é distinto, e nunca se deu participaçom real ao operário nesse capital, que estava nas mans dos dirigentes do partido, e aí a famosa "nomenklatura" soviética que, Oh casualidade!, na sua maioria eram todos do povo eleito.

E rematando, a economia comunista é um delírio que aos feitos significa a economia do fomigueiro, garante-se ao cidadam umha vida exactamente igual que à dos escravos, comida e casa, mas nengumha possibilidade de mudar o próprio destino, todos iguais e nivelados, à suposta socializaçom nom passa dum sofisma ao dizer "o Estado somos todos" sim "o estado somos todos mas é manejado pelos chefes do partido" ergo "O Estado nom somos todos senom os chefes do partido exclusivamente, quenes nos dizem que devemos fazer" e é que, justamente, a economia comunista dize-che o que deves fazer, quanto deves produzir, mas também que deves consumir e quanto deves consumir, no comunismo tens que comer sempre o que o Estado dize que deves comer, o estado dize que nom tens direito a empregar automóvel, que deves viajar em autocarro, também dize como vestir, etc... a vida completamente digitada, isso é a economia comunista, a economía do formigueiro, totalmente manejada pela burocracia partidária ou estatal, economia que ao final torna-se impossível, ancilosa-se e estoura ou, melhor dito, derrubasse.

3: Fascismo: O fascinante do fascismo é a sua doutrina corporativa, a sua economia baseia-se no corporativismo, isto é: apagar o parlamento e ponher no seu lar aos representantes dos trabalhadores, isto é, os sindicatos. Entre todos eles exercera-se o poder legislativo. O executivo e exterior ficará em mans do Duce. É um sistema económico e político verdadeiramente revolucionário e socialmente justo, mas que nos feitos fixo-se realidade em todo o seu alcance logo da traiçom monárquica e a instauraçom da república de Saló ou RSI. Dito governo, o Duce diu participaçom direita aos trabalhadores no pacote accionário e directriz das fábricas, por exemplo. Foi completamente revolucionária, e deixou como verdadeiros idiotas aos partisans e demais lacra comunista que pelajavam polas palavras e nada mais que palavras. Os tarbalhadores amavam ao Duce e assim demostraro-no no seu derradeiro acto de Milano, mas já era tarde. Em resumo, a economia fascista e a economia nacional-sindicalista (esta nunca se levou à prática ) é o poder legislativo em mans dos trabalhadores, participaçom do operário no pacote accionário das fábricas e empresas grandes, ponher a Comunidade sobor o indivíduo sem escravizar ao cidadam, nem someté-lo a economias de formigueiro nem ancilosar a vida e economia pessoal e nacional.

4. Nacionalsocialismo: Sem dúvida é a forma económico-política que mais resultados espectaculares deu. O seu carácter mais revolucionário é a verdadeira socializaçom da banca mediante um Estado completamente conectado e compenetrado com a sua funçom comunitária. O Estado cria metas produtivas e cria o dinheiro necessário para levá-las a cabo, assim cria-se trabalho que a fim de contas, da valor a esse dinheiro posto em circulaçom... a gente ganha mais e por ende gasta mais, o qual frea em grande parte processos inflacionários, os quais som evitados meiante a destrucçom de excedente monetário por parte do Estado. O seu axioma financeiro é "mais dinheiro-mais capital- mais trabalho". Com respeito aos trabalhadores, criam-se os "conselhos de honra" que garantiam co-participaçom nas empresas por parte de patrons e trabalhadores, garantindo a estes derradeiros: vivenda, direitos de todo tipo, vacaçons, soldos elevados, etc. A milagre económica germana é indiscutível até para os mais acérrimos inimigos, que ainda queiram ou nom, sabem como mentir ao respeito. O keynesianimo está baseado em grande parte, no Nacional-Socialismo germano, ainda que nunca admitiu isto Keynes. A economia de producçom, por exemplo, foi umha ideia germânica N-S posta em marcha antes de que Keynes escrivira o seu famoso livro. O feito é que poderia-se dizer que Keynes roubou muitas ideias do N-S e de Hjalmar Schacht.
E com respeito a Shacht, recomendavel sua leitura, sobre todo seu livro "mais dinheiro, mais capital, mais trabalho", os outros é melhor nom lé-los, já que som "memórias" falsificadas, é dizer, mentiras que escriviu para salvar a sua cabeça em Nuremberg. Pois é que este nom sabia nada da Honra, mas si de muito de números e é recomendável a sua leitura para quem se interesse neste apaixonante e fundamental tema.

Também primordial dentro da teoria economicista N-S, é Gottfried Feder, com a sua obra “Quebrantamento para o servidume do interesse do dinheiro”, tambem chamado “Manifesto contra a Usura”, onde planeja sem miramentos a defesa dumha economia nacional e social, livre da usura e encadeamentos a escuros interesses plutocráticos. Ao rematar a 2ªGM e separada a Germânia, na GDR começou-se as mescolar N-S com Fascismo, para esquecer o ideário socialista e obreiro do Nacional-Socialismo.