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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Judeus falsificaram documentos do Holoconto




Judeus falsificaram documentos do suposto Holocausto e cobraram US$ 42 milhons


Uns 5.500 judeus receberam fraudulentamente 42 milhons de dólares nos E.U.A. pagados polo estado alemanam, fazendo-se passar por vítimas do suposto "Holocausto", revelou esta Terça Feira a fiscal de New York.

Um total de 17 pessoas foram inculpadas pola estafa de longa data a través dum fundo destinado a ajudar a vítimas da suposta da II Guerra Mundial, precisou num comunicado da fiscal.

Os presuntos estafadores, na sua maoria nascidos no estado russo, aprovaram "mais de 5.500 candidaturas fraudulentas, que resultaram no pago a candidatos que nom qualificavam para os programas", engade.

"Se há umha causa que um poderia supor inmune à codícia e o fraude criminal é a Conferência de Reclamos" dixo o fiscal do distrito sul de New York, Preet Bharara.

Uns dos fundos estafados entregava num pago único 3.600 dólares a judeus que supostamente tinham sido evacuados das suas cidades de origem a causa da suposta "persecuçom dos nazis".

"Muitos dos que receberam os fundos fraudulentos nascerom depois da II Guerra Mundial e polo menos um deles nem sequera era judeu", indica o fiscal.

Logo de receber os cheques de compensaçom, os beneficiários pagavam umha comissom aos que organizavam a estafa. Um total de 4.957 pessoas receberam assim indemnizaçons fraudulentas entre 2000 e 2009, por 18 milhons de dólares.

Noutra estafa entregava-se mensualmente 411 dólares "aos que viverom em guetos durante 18 meses ou mais ou durante seis meses em campos de de trabalho".

Meiante documentos e testemunhos falsos, umhas 658 pessoas que pretendiam ter sido vítimas da suposta persecuçom cobraram assim un total de 24,5 milhons de dólares pagados polos contribuintes do estado alemam.

Once dos suspeitosos foram detidos a Terça Feira e contra todos os inculpados pesam cargos por estafa passíveis de até 20 anos de cárcere e umha multa de 250.000 dólares, precisou o fiscal.

domingo, 17 de outubro de 2010

Os terroristas de AGAI editam revista

A associaçom terrorista sionista na Galiza (A.G.A.I.), edita umha revista titulada "De Compostela a Ierushalhaim"

O primeiro número desta revista cuio nome, em palavras dos seus impulsores, "pretende ser puente pétreo ebtre estas dos capitales", e a vez marcar um antes e um depois das supostas relaçons culturais entre a Galiza e Israel.

Destacamos a colaboraçom de sionistas aficandos na Galiza como Xoan Bernárdez Vilar , Eduardo Martínez, Alfredo Conde, Alfonso Vázquez-Monxardín, Breogán Cohen,os quais escrevem orgulhosos sobre as suas raizes judeas; este derradeiro é sociolinguista da Universidade de Vigo, tem a "cara dura" de falar da recuperaçom do hebreu como língua de uso cotiá na nossa pátria, com a ajuda de Moncho Iglesias, outro sionista traductor de Hebreu.

Neste fanzine propagandístico sionista também inclui colaboraçons de sionistas tam conhecidos como Pilar Rahola, Marcos Aguinis, Gustavo D.Perednik ou Jaume Renier.


Caricatura de Pedro Gómez-Valadés
(presidente da associaçom terrorista sionista A.G.A.I.)

A propaganda anti-nazista hollywoodiana chega a Galiza



http://labirintoario.blogspot.com/

Por se nom tiveramos bastante com as películas de Hollywood, com as suas grandes obras de cinema fantástico como "A lista de Schindler, O pianista, O cativo do pijama a raias , Walkiria, Malditos Bastardos, Zombies Nazis" e outras peças de propaganda sionista. Chegou à nossa pátria "O labirinto ario", umha lixeira de curta-metragem que trata do seguinte guiom fantástico:



O LABIRINTO ARIO pode ser considerada a primeira curtametraxe sobre a trama conspiracionista do esoterismo nazi, o caso da man cortada e os alieníxenas ummitas rodada en Galiza. Hitler morre en 1946 e a tumba está na parroquia de Nogueira. Os seus lugartenentes o doutor Manfred e Helmuth auspiciados polo Xeneralísimo Franco que intercede coa Marquesa de Tor para seguiren traballando no advimento dunha raza aria, o rexurdir do IV Reich e o espertar dun novo Mesías. A procura do Santo Graal no Monte do Faro, experimentos nas bases subterráneas nazis de Belesar, rituais satánicos na cripta romana de Sta. Eulalia de Bóveda e os contactos co planeta Ummo conforman este labiríntico filme.

Mãos curtadas, alienígenas ummitas, rituais satânicos... tuda umha aberraçom de propaganda genuinamente sionista para deixar mais afundido o nosso sagrado ideário, algo ao que já estavamos acostumados a ver, mas nunca de feiçom galaica, que é o mais lamentável.



Os "amigos" da "Asociación Galega de Amizade con Israel" tenhem que estar bem ledos.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

As bases locais e estatais do poder sionista nos EUA

O esforço sério por compreender a extraordinária influência da configuraçom do poder sionista sobre a política exterior dos EUA deve examinar a presença de operadores chave em posiçons estratégicas no governo e as actividades de organizaçons sionistas locais filiadas a organizaçons judeas dominantes e ordens religiosas.

Há no mínimo 52 importantes organizaçons judeas estado-unidenses envolvidas activamente na promoçom da ordem do dia da política exterior, a economia e a tecnologia de Israel nos EUA . Os membros de base variam entre vários centos de milhares de militantes nas Federaçons Judeas de América do Norte (JFNA, polas suas siglas em inglês) e cem mil abastados doadores, activistas e traficantes de influências no Comité EUA-Israel de Assuntos Públicos (AIPAC). Além de numerosas fábricas de propaganda, denominadas think tanks, fôrom estabelecidas com subsídios de milhons de dólares de sionistas multimilionários, incluídos o Brookings Institute (Haim Saban) e o Hudson Institute entre outros. Numerosos comités de acçom política (PAC) financiados polos sionistas intervinhérom em todas as eleiçons "nacionais" e "regionais," controlando candidaturas e influenciando os resultados das eleiçons.

Fanáticos sionistas apoderárom-se literalmente de editoriais, incluídas imprensas universitárias; o exemplo mais indignante é Yale University, que publica os folhetos mais tendenciosos que repetem como loros paródias sionistas da história judea (secçom de crítica literária do Financial Times 28/29 de Agosto de 2010). Novos projectos sionistas com considerável financiamento, factos para capturar jovens judeus e convertê-los em instrumentos da política exterior israelense incluem “Taglit-Birthright” que gastou mais de 250 milhons de dólares durante a última década enviando a mais de um quarto de milhom de judeus (entre 18 e 26 anos) a Israel durante 10 dias de intensa lavagem de cérebro (Boston Globe, 26 de Agosto de 2010). Multimilionários judeus e o Estado israelense pagam a conta. Submete-se aos estudantes a umha forte dose de terrorismo ao estilo israelense já que som acompanhados por soldados israelenses como parte do seu adoutrinamento; em nengum momento visitam Cisjordânia, Gaza ou Jerusalém Este (Boston Globe, 26 de Agosto de 2010). Som instados a se converter em cidadans de dupla nacionalidade e mesmo som encorajados a servir nas forças armadas israelenses. Em resumo, as 52 organizaçons membros das Principais Organizaçons Judeas Estado-unidenses em questom constituem só a ponta do iceberg da Configuraçom Sionista do Poder: tomadas em conjunto com os PAC, as fábricas de propaganda, as editoriais comerciais e universitárias e os meios de massas, vemos-nos ante umha estrutura de poder para compreender a tremenda influência que tenhem na política exterior e interior dos EUA na medida em que afectam Israel e o sionismo estado-unidense.

Enquanto toda a sua actividade adica-se antes que nada a assegurar que a política dos EUA em Oriente Próximo sirva à expansom colonial de Israel em Palestina e os seus objectivos belicistas em Oriente Próximo, o que B’nai B’rth chama eufemisticamente “foco em Israel e o seu lugar no mundo”, muitos grupos “especializam-se” em diferentes esferas de actividade. Por exemplo, os “Amigos da Força de Defesa de Israel” [exército israelense, N. do T.] preocupam-se primordialmente, segundo as suas próprias palavras, “de velar polas FDI”, em outras palavras prover recursos financeiros e promover voluntários estado-unidenses para um exército estrangeiro (umha actividade ilegal, excepto quando se trata de Israel claro). Hillel é o braço estudantil da configuraçom do poder sionista que afirma que está presente em 500 colégios e universidades, com filiados que defendem todos e a cada um dos abusos contra os direitos humanos do Estado israelense e organizam giras com todos os gastos pagos para estudantes recrutas judeus para que viajem a Israel, onde som submetidos a umha forte propaganda e som encorajados a “migrar” ou a se converter em “cidadaos de dupla nacionalidade”.

Método: Estudando o poder sionista

Há diversos métodos para medir o poder do conjunto de organizaçons sionistas influentes que ocupam posiçons estratégicas no governo e a economia. Incluem (a) o método baseado na reputaçom, (b) as suas próprias afirmaçons, (c) a análise da tomada de decisons, (d) inferências estruturais. A maioria destes métodos fornecem algumhas pistas sobre o potencial poder sionista. Por exemplo, especialistas na imprensa e jornalistas baseiam-se frequentemente em pessoas informadas de Washington, pessoal do Congresso e notáveis para concluir que AIPAC tem a reputaçom de ser um dos grupos de pressom mais poderosos em Washington. Este método aponta à necessidade de examinar empiricamente as operaçons de AIPAC na influência de votos no Congresso, a apresentaçom de candidaturas, a derrota dos que ocupam cargos e nom apoiam incondicionalmente a linha israelense. Em outras palavras, a análise do processo de tomada de decisons do Congresso e do executivo é umha chave para medir o poder sionista. Mas nom é a única. O poder sionista é o produto de um contexto histórico, no qual a propriedade dos meios e a concentraçom da riqueza e outras palancas institucionais do poder tenhem um papel e conformam o actual quadro da tomada de decisons. O poder acumulativo com o transcurso do tempo e através das instituiçons cria um forte preconceito nos resultados políticos favoráveis aos agentes organizados de Israel nos EUA.

Umha vez mais, a mera presença de judeus ou sionistas em posiçons de poder económico, cultural e político nom nos di como utilizarám os seus recursos e se terám o efeito desejado. A análise estrutural, a localizaçom de sionistas na estrutura de classe, é necessário mas insuficiente para compreender o poder sionista. Há que proceder e analisar o conteúdo de decisons feitas e nom feitas com respeito à ordem do dia dos patrocinadores de Israel que operam nos EUA. As 52 principais organizaçons sionistas som muito francas com respeito às suas reivindicaçons de poder, a sua luita pola agenda de Israel e o seu servilismo com respeito a todos os regimes israelenses sem excepçom.

Os que negam o poder sionista sobre a política exterior em Oriente Próximo dos EUA som sionistas "de esquerda", como Noam Chomsky e os seus acólitos. Nunca analisam o processo legislativo, a tomada de decisons do poder executivo, as estruturas e actividade da base sionista de um milhom de membros, e os nomeamentos e antecedentes de responsáveis políticos chave que decidem políticas estratégicas em Oriente Próximo. No seu lugar percorrem a generalizaçons superficiais e a demagogia política, imputando a política ao “Grande Petróleo” e ao “complexo militar-industrial” ou ao “imperialismo dos EUA”. Categorias carentes de contexto empírico e de contexto histórico sobre a política realmente existente com respeito a Oriente Próximo.

A construçom do poder sionista no governo dos EUA

Para compreender a submissom estado-unidense às políticas belicistas israelenses em Oriente Próximo há que olhar para além do papel de lobbies que pressionam o Congresso e do papel de comités de acçom política e de doadoras sionistas abastadas nas campanhas eleitorais. Um fundamento muito descuidado, mas absolutamente essencial do poder sionista sobre a política exterior, económica, diplomática e militar dos EUA é a presença sionista em posiçons políticas cruciais, incluindo os Departamentos do Tesouro e de Estado, o Pentágono, o Conselho Nacional de Segurança e a Casa Branca.

Operando desde as máximas posiçons de decisom política, os servidores públicos sionistas mantivérom consistentemente políticas alineadas com as políticas terroristas de Israel, orientadas a debilitar e eliminar qualquer país que questione a ocupaçom colonial de Palestina polo Estado Judeu, o seu monopólio nuclear regional, a sua expansom de assentamentos só para judeus e sobretodo os seus estridentes esforços por seguir sendo a potência dominante no Oriente árabe. Os responsáveis políticos sionistas no governo estám em constantes consultas com o Estado israelense, assegurando a coordenaçom com o comando militar israelense (FDI), ministério de exteriores e a sua polícia secreta (MOSSAD) e o cumprimento da linha política do Estado Judeu. Durante os últimos 24 meses nem um sozinho responsável político sionista expressou algumha crítica dos mais horrendos crimes de Israel, que vam desde o feroz ataque contra Gaza ao massacre da flota da "vermelhada" e a expansom de novos assentamentos em Jerusalém e em Cisjordánia. Um recorde de lealdade a umha potência estrangeira que ultrapassa mesmo o servilismo dos colegas de rota estalinistas em Washington durante os anos trinta e quarenta.

Os responsáveis políticos sionistas em posiçons estratégicas dependem do respaldo político e do trabalho em estreita colaboraçom com as suas contrapartes nos lobbies (AIPAC) no Congresso e nas organizaçons judeas sionistas "nacionais" e "locais". Muitos dos principais responsáveis políticos sionistas chegárom ao poder mediante umha estratégia deliberada de infiltraçom no governo para conformar umha política que promove o interesse de Israel para além dos interesses da populaçom dos EUA. Ainda que um grau de coesom resultante de umha lealdade comum para Tel Aviv pode explicar um suposto nepotismo e selecçom, também resulta que os poderosos lobbies judeus podem jogar um papel na criaçom de posiçons chaves no governo e assegurar que um dos seus ocupe essas posiçons e impulsione a agenda israelense.

Stuart Levey: O principal operador de Israel no governo dos EUA

Em 2004, AIPAC pressionou exitosamente o governo de Bush para que criasse a oficina do Subsecretário para Terrorismo e Inteligência Financeira (UTFI) e que nomeasse o seu protegido, o graduado de Princeton Stuart Levey para esse posto. Antes, mas especialmente após a sua nomeaçom, Levey colaborou estreitamente com o Estado israelense e foi conhecido como um insuperável fanático sionista com ilimitada energia e umha adoraçom cega polo Estado israelense.

Dentro dos confins dos seus anteolhos ideológicos sionistas, Levey aplicou a sua inteligência à singular tarefa de converter a sua oficina em umha importante localizaçom para o estabelecimento da política estado-unidense para Irám. Levey, mais que qualquer outro servidor público nomeado no governo ou legislador eleito, formula e implementa políticas que influenciam profundamente as relaçons económicas dos EUA, da UE e da ONU com o Irám. Levey elaborou as políticas de sançons que Washington impujo à UE e ao Conselho de Segurança. Levey organiza todo o pessoal sob o seu controlo no Tesouro para pesquisar políticas comerciais e de investimento de todas as principais corporaçons manufactureiras, bancárias, navais, petroleiras e comerciais do mundo. Depois viaja por todos os EUA e pressiona exitosamente fundos de pensom, assinaturas de investimento, companhias petroleiras e instituiçons económicas para que desinvistam de qualquer companhia que tenha a ver com a economia civil de Irám. Tem globalizado as suas actividades, ameaçando com sançons e exclusons companhias dissidentes na Europa, Ásia, Oriente Próximo e América do Norte que se negam a renunciar a oportunidades económicas. Todas compreenderám que Levey opera por conta de Israel, serviços que Levey rendeu com orgulho.

Levey coordena a sua campanha com os dirigentes sionistas no Congresso. Obtenhem legislaçom de sançons em linha com as suas campanhas. As suas políticas violam evidentemente o direito internacional e a soberania nacional, pressionando os limites da imposiçom extraterritorial das suas ordens administrativas contra umha economia civil. A sua violaçom da soberania económica está num plano paralelo com o anúncio de Obama de que as Forças Especiais dos EUA operárom em violaçom da soberania política em quatro continentes. Desde todo ponto de vista, Levey formula a política dos EUA para Irám. Em cada caso estabelece a escalada de sançons e depois passa-a à Casa Branca, que a impom ao Conselho de Segurança. Umha vez que se fixam novas sançons aprovadas por Levey o seu pessoal está localizado para as impor: identificando os transgressores e implementando penalidades. O Tesouro converteu-se num posto avançado de Tel Aviv. Nengumha publicaçom esquerdista, liberal ou social-democrata destaca o papel de Levey ou mesmo a terrível dor económica que este fanático do Antigo Testamento inflige a 75 milhons de trabalhadores civis e consumidores iranianos.

Por certo, como os rabinos judeu-direitalhos de Israel que pregam umha “soluçom” para os inimigos de Israel, Levey anuncia novos e mais duros “castigos” contra o povo iraniano (Stuart Levey, “Iran´s New Deceptions at Seja Must bê Punished” [Os novos enganos de Irám no mar devem ser castigados] FT 16/08/2010, p. 9). Pode que o Estado Judeu baptize no momento apropriado umha importante avenida em Cisjordânia com o seu nome polos seus extraordinários serviços para esse Estado xenofovo extremamente perverso.

O papel estratégico do poder local

O Arquivo do Lobby de Israel publicou recentemente documentos desclassificados do Conselho Sionista Estado-unidense (AZC) obtidos por localizaçom legal durante umha investigaçom do Senado dos EUA entre 1962 e 1963. Os documentos revelam como o Estado israelense através dos seus condutos judeus estado-unidenses “as organizaçons sionistas dominantes” penetrou nos meios de massas dos EUA e propagou a sua linha política, sem conhecimento do público estado-unidense. Histórias escritas por um sem número de jornalistas e académicos judeus sionistas fôrom solicitadas e colocadas em meios nacionais como The Readers Digest, The Atlantic Monthly, Washington Post, entre outros, incluindo periódicos e estaçons de rádio regionais e locais (Israel Lobby Archive, 18 de Agosto de 2010). Enquanto as organizaçons sionistas nacionais tentavam os jornalistas e os escritores e editores académicos, os filiados locais transmitiam a mensagem e implementavam a linha. O nível de infiltraçom revelado polos documentos sionistas obtidos polo Senado na década de sessenta multiplicou-se por cem durante os últimos 50 anos em termos de financiamento, servidores públicos pagos e militantes comprometidos e sobretodo em poder estrutural e capacidade coercitiva.

Enquanto os dirigentes nacionais, em estreita consulta com servidores públicos israelenses, recebem instruçons sobre que temas som de alta prioridade, a implementaçom segue umha rota vertical para dirigentes regionais e locais, políticos, e notáveis que pola sua vez se dirigem aos meios locais e religiosos, académicos e a outros dirigentes da opiniom. Quando dirigentes nacionais asseguram a publicaçom de propaganda pró israelense, os locais reproduzem-na e circulam-na aos meios locais e a pessoas influentes nom sionistas na sua “periferia”. Campanhas de cartas, orquestradas desde acima, som implementadas por milhares de doutores, advogados e empresários sionistas militantes. Elogiam escritores pró israelenses e atacam os críticos; pressionam jornais, editoriais e revistas para que nom publiquem os dissidentes.

Os dirigentes "nacionais" e locais promovem resenhas hostis de livros que nom vam na linha israelense, influenciam decisons das bibliotecas para que encham os seus estantes com livros pró israelenses e censurem e excluam histórias mais equilibradas ou críticas. Militantes locais em coordenaçom com cônsules israelenses saturam o público com milhares de reunions públicas e oradores apontando a igrejas cristás, audiências académicas e grupos cívicos; ao mesmo tempo militantes sionistas locais e especialmente milionários influentes, pressionam lugares locais (administradores de universidades, autoridades eclesiásticas e associaçons cívicas) para que nom convidem nengum crítico de Israel nem os seus partidários para que falem. Em última instância, sionistas locais exigem que se outorgue o mesmo tempo a um propagandista pró israelense, algo inaudito quando se programa que fale um apologista de Israel.

Organizaçons sionistas locais fam valiosos esforços para recrutar alcaldes, governadores, celebridades locais, editores, eclesiásticos e promissórios jovens dirigentes étnicos e de minorias oferecendo-lhes giras de propaganda a Israel com todos os gastos pagos para que depois escrevam ou concedam entrevistas repetindo o que aprenderam dos servidores públicos israelenses. Dirigente locais mobilizam milhares de activistas sionistas militantes para que ataquem judeus anti-sionistas em público e em privado. Exigem que se lhes exclua de qualquer mesa redonda mediática sobre Oriente Próximo.

Servidores públicos sionistas locais formam comités de reacçom rápida para visitar e ameaçar qualquer editor local e pessoal editorial que publique editoriais ou artigos que questionem a linha oficial israelense, sobretudo com os revisionistas da farsa do holoconto. Dirigentes locais controlam (”monitoram”) todas as reunions locais, convites a oradores, bem como os discursos de comentaristas públicos, dirigentes religiosos e académicos para detectar qualquer “alusom anti-sionista” (que etiquetam de “anti-semitismo encoberto”). A maioria das principais ordens religiosas judeas estám alineadas como a espinha dorsal da recolecçom de fundos israelense local, incluindo o financiamento de novos assentamentos “só para judeus” na Cisjordánia palestina.

Servidores públicos locais estám na vanguarda de campanhas para negar académicos independentes especializados em Oriente Próximo e em política pública, titularidade ou promoçom, independentemente da sua erudiçom. Por outra parte, escritorzinhos académicos que acatam a linha pró israelense e publicam livros com ataques generalizados contra críticos de Israel entre cristiãs e mussulmans e países como Iraque, Irám ou quem quer seja um objectivo da política israelense, som promocionados, elogiados e colocados na lista de sucessos editoriais. Qualquer livro ou escritor crítico do poder sionista ou de Israel é colocado num “índice” local e "nacional" e submetido a umha inquisiçom meiante calúnias por umha manada de radicais sionistas judeus.

Conclusom

O poder de Israel nos EUA nom reside só na influência e liderança de poderosos “lobbies pró israelenses” baseados em Washington, como AIPAC. Sem os centos de milhares de dentistas, podólogos, corredores de carteira, agentes imobiliários, professores e outros, o lobby seria incapaz de sustentar e implementar a sua política entre centos de milhons de estado-unidenses fora das principais metrópoles. Como vimos nos documentos desclassificados do Senado, as organizaçons sionistas locais começárom há meio século umha campanha sistémica de penetraçom, controlo e intimidaçom que chegou ao seu apogeu tras rematar a 2GM na primeira década do Século XXI. Nom é por acidente ou mera coincidência que servidores públicos universitários no norte de Minnesota ou no norte do Estado de Nova York sejam objecto de campanhas para excluir oradores ou despedir membros da faculdade críticos de Israel e Revisionistas. Os sionistas locais tenhem bases de dados informatizadas que operam com um índice de oradores proibidos, como admitem e alardeiam os próprios sionistas "marxistas" em contraste com sionistas “liberais” que tendem a etiquetar como “anti-semitas” ou “teóricos da conspiraçom” escritores que citam documentos oficiais sionistas que demonstram a sua sistémica perversom das liberdades.

Durante decénios, desapareceu virtualmente a distinçom entre o poder sionista exercido por um lobby fora do governo e operadores “dentro” do governo. Como vimos na nossa análise, AIPAC obtivo o posto do subsecretário no Tesouro, ditou o nomeamento de um operador sionista chave (Stuart Levey) e acompanha a sua cruzada global para sancionar Irám até a fome e a pobreza. A colocaçom de operadores dentro de posiçons chaves para Oriente Próximo no governo nom é o simples resultado de decisons de carreira individuais. A ascensom de tantos sionistas pró Israel a postos no governo fai parte da sua missom de servir o interesse de Israel durante, no mínimo, nuns poucos anos das suas carreiras. A sua presença no governo obvia toda investigaçom polo Senado ou o Congresso de organizaçons sionistas que actuam como agentes dumha potência estrangeira como as que tiveram lugar na década de sessenta.

A oposiçom pública aumenta ante a acumulaçom de poder e o abuso do exercício do poder polas principais organizaçons e personagens influentes sionistas, por conta de um Estado xenófobo a cada vez mais ensanguentado que alardeia da sua dominaçom sobre as instituiçons públicas dos EUA. A campanha de Boicote, Desinvestimento e Sançons ganha força mesmo nos EUA (veja desinvestimento de Harvard em companhias israelenses). O apoio público a Israel nos EUA, desde todo ponto de vista, diminuiu a menos de 50%, enquanto as sondagens em Europa Ocidental mostram um pronunciado aumento da hostilidade para o regime de direita liberaloide de Israel. Os judeus anti-sionistas (que os há) aumentam a sua influência especialmente entre jovens judeus que estám horrorizados ante a matança israelense em Gaza e o ataque contra a flota da vermelhada. De igual importância é a presença de judeus anti-sionistas em painéis e foros que deu alento a numerosos nom judeus outrora intimidados quem até agora temiam que os qualificassem de “anti-semitas”.

O perigo é que o apoio sionista nos EUA para o regime liberaloide e xenofobo em Israel os leve a unir as suas forças com a extrema direita nos EUA. Actualmente os rústicos judeus e cristãos de Manhattan fam fermentar o ódio em massa contra outro cancro, os mussulmanos (a chamada “controvérsia pola mesquita”) como distracçom das crises económicas e do aumento do desemprego. A promoçom sionista da "islamofobia" em massa tam cerca de Wall Street, onde muitos dos seus ricachons se beneficiam com o saque dos activos dos EUA, é um jogo perigoso. Se as mesmas massas enfurecidas alçam a vista para os ricos e poderosos em lugar de olhar para abaixo os pretos e mussulmanos, poderiam ter lugar algumhas surpresas desagradáveis e imprevistas, nom só contra os operadores de Israel, senom contra todos a quem se identifique erroneamente como relacionados com umha pátria judea mal interpretada.

Apêndice

Conferência de presidentes das principais organizaçons judeas dos EUA

Organizaçons membro

1. Ameinu

2. American Friends of Likud

3. American Gathering/Federation of Jewish Holocaust Survivors

4. America-Israel Friendship League

5. American Israel Public Affairs Committee

6. American Jewish Committee

7. American Jewish Congress

8. American Jewish Joint Distribution Committee

9. American Sephardi Federation

10. American Zionist Movement

11. Americans for Peace Now

12. AMIT

13. Anti-Defamation League

14. Association of Reform Zionists of America

15. B’nai B’rith International

16. Bnai Zion

17. Central Conference of American Rabbis

18. Committee for Accuracy in Middle East Reporting in America

19. Development Corporation for Israel/State of Israel Bonds

20. Emunah of America

21. Friends of Israel Defense Forces

22. Hadassah, Women’s Zionist Organization of America

23. Hebrew Immigrant Aid Society

24. Hillel: The Foundation for Jewish Campus Life

25. Jewish Community Centers Association

26. Jewish Council for Public Affairs

27. The Jewish Federations of North America

28. Jewish Institute for National Security Affairs

29. Jewish Labor Committee

30. Jewish National Fund

31. Jewish Reconstructionist Federation

32. Jewish War Veterans of the USA

33. Jewish Women International

34. MERCAZ USA, Zionist Organization of the Conservative Movement

35. NA’AMAT USA

36. MCSK” Advocates on behalf of Jews in Russia, Ukraine, the Baltic States & Eurasia

37. National Council of Jewish Women

38. National Council of Young Israel

39. ORT America

40. Rabbinical Assembly

41. Rabbinical Council of America

42. Religious Zionists of America

43. Union for Reform Judaism

44. Union of Orthodox Jewish Congregations of America

45. United Synagogue of Conservative Judaism

46. WIZO

47. Women’s League for Conservative Judaism

48. Women of Reform Judaism

49. Workmen’s Circle

50. World ORT

51. World Zionist Executive, US

52. Zionist Organization of America

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O livro maldito de Risco

É lamentável e umha verdadeira mãgoa olhar que na Fundación Vicente Risco, censurem e agochem dentro da nusa web, umha das obra melhores obras do nosso melhor intelectual. http://www.fundacionvicenterisco.com/Biografia/obra_vicente_risco



É sintomático, é medo patológico essa censura efectuada na obra deste revolucionário nacionalista do seu tempo, incompreendido em mans da esquerda, num ambente onde o marxismo disfarçado de "necionalista" quer reescrever a história do nacionalismo galego desde a sua paupérrima visom.

Para aqueles camaradas interessados nesse livro maldito "Historia de los Judios desde la destrucción del Templo", na seguinte ligaçom poderam evitar a lamentável censura.

http://books.google.es/books?id=qpGJCYGwrSkC&lpg=PA428&ots=_L3k9y0Kbf&dq=citas%20de%20Vicente%20Risco&hl=en&pg=PA4#v=onepage&q&f=true





sábado, 24 de abril de 2010

Franco e a sua ajuda aos Marranos



A ajuda de Franco aos judeus

“O povo judeu e o Estado de Israel recordam a atitude humanitária adoitada pelo estado espanhol durante a era Hitleriana, quando deron ajuda e protecçom a muitas vítimas do nazismo”
Golda Meir no Parlamento israelita, Knesset, o 10 de Fevereiro de 1959.

“Ao regime de Franco, nom lhe comprazia as violentas perseguiçons anti-judeas. O estado espanhol deu refúgio a numerosas famílias judeas, que fugiam do regime N-S durante a Segunda Guerra Mundial. O estado espanhol chegou inclusive mais longe: Madrid tinha autorizado aos cônsules do estado espanhol em Europa oriental e central a conceder passaportes espanhois aos judeus cujos apelidos tivesem umha "identidade histórica espanhola" segundo o Franquismo, como Toledano, Bejarano, Castro, … o que salvou a centos de judeus, sobre todo em Romania, da deportaçom cara os campos de trabalho”.
Declaraçons ao jornal El País (1989) de Isser Harel, antigo chefe do Shin Beth e do Mossad, os dous principais serviços secretos do estado israelita.

“O poder judeu nom foi capaz de cambiar a política de Rooselvetl cara os judeus ao longo da II Guerra Mundial. O único estado de Europa que de verdade botou umha mão aos judeus foi um estado no que nom havia nenhuma influença judea: o estado espanhol, que salvou mais judeus que todas as democracias juntas. É todo muito complexo”.
Shlomo Ben Ami, Ministro de Assuntos Exteriores Israelita e primeiro embaixador do estado israelita no estado espanhol, entrevista na revista Época, 1991.

“O Franquismo foi um refúgio importante de judeus que se arriscarom a vir, fugindo do estado francês da liberdade, a fraternidade e a igualdade. Nom quero defender a Franco, mas na II Guerra Mundial muitoos judeus salvarom-se no estado espanhol e ignorá-lo é ignorar a história”.
Israel Singer, Presidente do Congresso Mundial Judeu, entrevista no jornal El Mundo, 2005.

A verdade sobre a ajuda do sefardi Franco aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

O 18 de junho de 1940 as divisons germanas alcançarem a fronteira do estado espanhol, depois de derrotar ao Exército francês. Milheiros de judeus residentes no estado francês empreendem a fugida cara o sul, carregando com as suas pertenenças, e pronto formaram-se grandes colas nos passos fronteiriços de Hendaya e Port Bou. Dende aquele momento, as autoridades do estado espanhol deixarom passar a todos os judeus que se apresentarom, inclusive os que careciam de documentaçom e iam em grupos com outros judeus, sem devolver um só deles a território do estado francês. No transcurso da Guerra, por ali ajudarom polo menos a 30.000 deles, segundo o cálculo do historiador britânico Martín Gilbert.

Quando a partires de 1942 começava a perseguiçom dos judeus, o Governo espanhol autorizou às suas representaçons diplomáticas na Europa baixo domínio Nacional-Socialista a extender visados e passaportes a judeus de origem sefardi, que se extendeu a outros muitos, por razons supostamente "humanitárias". As representaçons diplomáticas do Franquismo em Berlín, Budapest, Copenhague, Paris, Marselha, Sofia, Viena, Bucarest, Atenas, Salônica e Belgrado poderiam ter ajudado a uns 50.000 judeus.

Segunda etapa: A ajuda do franquismo no rescate de judeus marroquies.

Quando o estado marroqui logra a indepêndencia no 1956, há perto de 200.000 judeus, que tinham proibida a saida do estado e forom ajudados polo Franquismo a emigrar clandestinamente ao estado israelita a través da entom província do Sahara, Ceuta e Melilla. Segundo Isser Harel, encarregado de organizar esta via de escape que usaram mais de 25.000 judeus do estado marroqui, “A acolhida [das autoridades franquistas] era incluso calorosa. Tinhamos preparado centros de alojamento provisionais e desde ali, depois dumha noite em Ceuta ou Melilla, estes judeus colhiam o barco para dirigirem-se a Algeciras."

Outro ejemplo da ajuda do sefardi Franco aos judeus foi a concessom em 1968 de visados do estado espanhol a 110 judeus de Egipto que ficaram bloqueados pelo governo de Nasser trá-la Guerra dos 6 dias.