Mostrar mensagens com a etiqueta europa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta europa. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Olegario de las Eras sobor do poema de Risco e Pedraio


O escritor castelam Olegario de las Eras traduze correctamente a curiosa poesia de Risco e Pedraio, assim como como as suas anotaçons e esboços.

1Sobor desta montanha, vizinha do ceu
onde o mestre Parga Pondal
Como as Valkirias da voltas e canta
os duros dentes de granito
5 mordem o corpo famientos
e só a alma livre e vivente
como bolboreta baila e voa.
(ao longe) o Océano solitário,
no ceu só viaxam as nuvens
10 Quando no cerebro vive o marxismo
E o futuro da humanidade tece,
Linha apagada
Linha apagada
Mas quando a noite e as estrelas cantam
14 Deve o marxismo também desaparecer.

Notas:
A traducçom é literal, nom poetizada como fizo o Sr. Vidal Romaní.

O problema sobor o sentido real centra-se na “valoraçom” do marxismo. E tal e como entendera é umha clara crítica ao marxismo, dizendo (parafraseo o verso para que se veja o sentido mais nítido) que “no ceu há nuvens quando no cerebro vive o marxismo e o marxismo tece o futuro da humanidade”.

Nesses versos o uso dos verbos leben, “viver” e weben “tecer” poderia incluso respostar também a um jogo de palavras que a mim escapa porque poéticamente esses verbos unidos significa “existir”, “ser”, mas este em todo caso seria umha questom estilística secundária. O que me parece um completo abuso é que na sua traducçom o mestre galego invente-se um ponto detrás das nuvens (é possível que se acolha a que o seguinte verso começa por maiúsculo, mas é que em vários versos do poema, como o terceiro e o derradeiro, empregam-se maiúsculos sem ter por qué fazé-lo, poderiam-se ter empregado no início de todos ou só usá-las como no alemám: limitando-as aos sustantivos, mas o autor nom segue nenhum desses critérios. Polo tanto nom há base para supor un ponto tras “wandern” para separar na sua traducçom os dos versos 8 e 9.

Assim que tem que forçar “poéticamente” esses versos 8 e 9 para dotá-los dum sentido autônomo, quando resulta evidente que som umha metáfora do que ocorre quando o cerebro e a humanidade vivem e som tezidos polo marxismo, estando ligados aos versos 10 e 11. Igualmente, estes dous versos 10 e 11 ficam soltos e sem sentido, como justapostos e sem vir a conto, ao separá-los dos dous precedentes. Todo parece-me um jogo do traductor para eliminar o sentido pejorativo cara o marxismo. Um sentido lógico e que fai-se evidente nos dous derradeirs versos que som absolutamente diáfanos e unívocos, verschwinden é “desaparecer”, “disiparse”, etc. e ademais emprega-se o verbo müssen que possue um sentido de dever imperativo.

Vidal Romaní aproveitou a “poetizaçom” da traducçom para transformar o sentido, polo menos nos versos 10 e 11.

Só tenho umha dúvida na traducçom exacta do verso 8: nom sei se a palavra inicial é Zu e por tanto Zu ferne é claramente “demasiado lonjano” ou “demasiado longe”, ou é In e por tanto In ferne poderia ser “ao longe”: em alemam existe a perifrase in Ferne, “em lontananza” mas require, segundo tenho entendido, um Ferne com maiúsculo. Assim que nom sei bem por quê soluçom decantar-me (inclino-me mais por “em lontananza” ou “ao longe”), ainda que em todo caso, creio que o sentido do verso seria ou umha mera “ubicaçom do poeta em relaçom ao mar” ou, mais provavelmente, umha metáfora (a soidade do mar) paralela à metáfora (as nuvens viaxam polo ceu, é dizer, o ceu está nuveado) para referer-se à situaçom do cerebro e a humanidade sujeitos ao marxismo).

Olegario de las Eras

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Poema Anti-Marxista de Risco e Pedraio em Alemám



É nova estes días a recuperaçom dum poema escrito em alemán, da autoria conjunta de Vicente Risco e Outeiro Pedraio. O original conserva-se em perfeito estado pois trata-se dumha carta dirigida a Isidro Parga Pondal ilustre geólogo e literato galego, que hoje reca-la no arquivo do Instituto homónimo, polo que também disponhe-mos do sobre original assim como um esboço do punheiro e letra de Vicente Risco e Ramom Otero Pedraio cando contaban con 51 e 48 anos, respectivamente, o que multiplica o valor do achádego. Estaapoesia inédita e en alemán dos ilustres autores galegos Ramon Outeiro Pedraio e Vicente Risco foi escrita durante umha excursom polo Monte Pindo feita com o mítico Seminário de Estudos Galegosno mes de Junho de 1936.

A interpretaçom sobor a referência ao marxismo, dende os cúmios sagrados do monte Pindo, da mam de dous intelectuais reconhecidos como Anti-Marxistas, já afastados do novo Partido Galeguista e vencelhados à Direita Galeguista, serám presa para os manipuladores do galeguismo histórico.





ORIGINAL EM ALEMÁM
TRADUÇOM AO GALEGO
Auf diesem Berg, des Himmels Nachbar
Wo Professor Parga-Pondal
Wie die Walkirien rollt und sang,
die härte Zähnen des Granits
bissen den Körper hungerlich
und nur die Seele frei nud lebend
wie Schmetterling tauzt und fliegt.
Ju ferne der Ozean allein,
in Himmel nur die Wolken wandern
Wenn ins Gehirn der Marxismus lebt
und das Zukunft derc Meuschheit webt,
Aber wenn Nacht unf Gestirne singen
Must der Marxismus auch verschwinden.
Aqui estamos, sobor estes altos cumios, vizinhos do Ceu
onde o Profesor Parga Pondal
como as Walkirias corre e canta
Mentres, os duros dentes do granito mordem,
famentos, os nossos corpos,
deixando só ceive e viva a alma
que dança e voa qual Bolboreta.
Na lonjania a soidade do océano,
as nuves viaxeiras, cruçando o ceu.
No nosso cerebro o Marxismo aninha,
tecendo o futuro da Humanidade.
Mais em chegando a noite, com o canto das estrelas,
até o Marxismo tem de acougar co solpor.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Galiza, como Europa



GALIZA, COMO EUROPA por Vintilă Horia Iucal
“Espanha e outros mundos”
Ed. Plaza&Janés, Barcelona 1970 Págs. 31-34


Escuitando cair a chúvia, cantando dende as goteiras antigas de Santa Maria a Real de Osseira, passando como cortinas fantasmais e como saias da aurora boreal por cima das fachadas ilustres da praça do Obradoiro, de Compostela; martelando as folhas das altas camélias do pátio do mosteiro dos mercedários de Poio, dim-me conta de que a chave de Europa esteja cecais nos dous pontos extremos e menos conconhecidos de Europa: Rumania e Galiza. Dizer que os dous foram unidos pola linha migratória dos visigodos, os quais passarom quase dous séculos na Dácia trajana; que Santo Vintila Solitório (soterrado em Punxim, perto de Ourense) é um santo galego de nome rumano, que os celtas deixarom pegadas na toponímia e na raça destes dous límites do nosso mundo e continente, resulta conhecidíssimo, mas há que voltar a dizer certas cousas para que a ideia da nossa unidade se torne realidade em marcha.

Cheguei dumha viagem à Galiza e de descobrir, como depois dumha pesca milagreira, os baixos fundos da nossa existência europeia, e parece-me que ninguém pode falar de Europa, tratar de sintetizá-la dalgum jeito e de fazá-la habitável para um só povo, sem estar em Compostela, em Ponte Vedra, na ria de Vigo (que deve de ter inspirado aos paisagistas flamencos, sedentos de mares azuis e de montanha espelhando-se no oceano), em Osseira e noutros sítios menos conhecidos, mas imbuidos de mágia étnica, de poesia ancestral e de rumbos futuristas. O nome mesmo da Galiza indica umha antiguidade que representa no fundo toda umha época pre-rromânica e pre-helênica, por cima da qual nom se pode conceber nem Europa nem o que somos todos; quero dizer, os povos da Europa de hoje e a maneira de ser de todos os povos do mundo em trance de voltar-se europeus.

No povo de Santo Salvador de Poio, nom longe do famoso mosteiro, vim umhas ruinas às que a gente chama ainda “a casa de Colombo”. Segundo umha tradiçom local, estourada logo por vários historiadores de Ponte Vedra, Cristobo Colombo nasceu ali e o seu apelido sobrevive ainda naquele lar. Feitos da epopeia colombina venhem a apoiar esta tradiçom. Em efeito, o descobridor de América deu o nome do seu povo (Santo Salvador) à primeira terra ocidental que vislumbrou mais aló das augas e foi a Galiza onde enviou à "Pinta" para anunciar aos seus o descobrimento da nova terra. Como é sabido, o primeiro povo do mundo a cujo porto chegou a nova de que o oceano nom rematava num abismo, senom num novo mundo terrenal, foi Baiona, perto de Vigo.

Mas esta justificaçom galega do descobrimento é menos importante que a sua hispanidade em geral; quero dizer que a sua posibilidade engendradora de europeidade. Hispânia fizo possível o descobrimento de América por cima da nacionalidade originária de Colombo. Este puido ser genovês, grego ou galego; a suas vinculaçons administrativas interessam hoje menos que a façanha em si. Importante é o facto de que Galiza, como terra de navegantes, esteja também, junto a Génova, em plena mitologia colombina.

Pola janela da biblioteca do convento viam-se as augas da ria e a chúvia caindo sobor os eucaliptos. Alguem, ao meu lado, dizo-me: “Ali vinham a invernar as naves dos vikingos”. Deseguido imaginei-me a aquela gente do Norte, durmindo e comendo nas suas casas itinerantes e fedorentos, cercado pelo ódio e o medo, como umhas alimárias perigosas. Abandonavam aos seus familiares na neve e frio do septentrióm, e vinham aqui a gozar o sol e a calor de Janeiro, mentres os pescadores das costas –celtas romanizados, mesturados com visigodos e com algúm dácio da minha terra- vigilavam dia e noite as embarcaçons ancoradas no médio da ria. Porque o dia no que rematavam a sua cerveja e a sua carne, os vikingos iam à terra na procura de comida e vinho, de lenha para os seus lumes, de mulheres para as suas noites solitárias. E entom acendiam-se nas praias e nos bosques o rumor da antiga sangria humana. “Era da alta noite- o som perpétuo”, como dize nos seus versos de paixom galega o poeta Ramón González Alegre. Cecais algum daqueles bárbaros emprendera um dia, vistindo-se de peregrino, o Caminho de Santiago, atraiçoando aos seus, beneficiando à Humanidade. Na realidade, os vikingos desaparecerom nos Evangelhos como umhas embarcaçons diminutas polos meandros de bosque e auga das rias baixas.

Na minha vida vim um conjunto mais impresionante, mais evocador de mistérios e de tempo carcomido por si mesmo, como em Osseira. O mosteiro está situado no fundo dum val, ao lado dum povo pequeno, como colgado entre pedras e nubes. O conjunto arquitectônico é majestoso, talhada a nave da igreja em românico puro, a fachada da mesma e a do convento em plateresco vegetal, prefiguraçom do barroco. Aquele grande conjunto semelhava abandonado. Os vidros das janelas estavam rotos, caidos os balcons, molhadas as torres verdes de musgo. Mas entrei, e desde o gris escuro e acuático da pedra exterior atopei-me de súpeto no calor apaixonado da misa, cantada em latím por um coro de monges invisíveis e oficiada por dous sacerdotes vestidos de branco e que semelhavam dous anjos movemdo-se no médio dumha luz sobrenatural que envolvia o altar. Era como se nom tocaram terra. Quando diziam: Dominus vobiscum, e no coro respostava: et com espiritu tuo, sentia atopar-me em Asis, mais longe cecais no tempo, como desprendido do espaço, liberado por aquela misa maravilhosa dita no seu idioma originário, deixando ao fiel a liberdade de orar, de arrepender-se, de adorar, que a misa perfeitamente entendida, dita no idioma dum, permite menos, porque impom umha participaçom permanente e coletiva. Dende fora chegaba o ruido sem cesar da chúvia e a igreja semelhava como envolta numha capa de auga, como umha campã de exploraçom submarina. Um só instante, um raio de sol venceu as nubes e posou-se numha parede, logo fora tragado pola masa marinha prendida nos aires. Trás minha soarom as botas com solas de cravos dalgúm pastor dos arredores, e naquel recuncho da Galiza, na sombra daquela igreja atormentada por umha chúvia que se me antojava eterna, nom havia mais que aquele desconhecido, a minha mulher e eu, de geonlhos perante o mistério maior, mentres o coro susurrava em latín o seu cántico de graça e de glória, como contradizendo docemente a melodia exterior da Natureza, com o só repetir das palavras sagradas.

Eu nom sei o que passou em Osseira, nem quem edificou aquele templo gigantesco, nem que reis o visitarom, nem por que jace quase abandonado no meio das castinheiras e dos prados. Nom sei nada acerca desta maestria criada e afogada pela História, porque quando saim e toquei a campã da entrada era ja hora proibida e ninguem saiu para contar-mo. E foi melhor assim, porque nunca vim tanta imensidade de pedra labrada no meio de tanta soidade e chúvia, e porque nunca atopei numha igreja tam soa e tam havitada polo sopro do espírito como na desconhecida profundidade de Osseira.

Na rústica taberna campesinha onde comeramos, melhor que no melhor restaurante de Paris, decatei-me de que Europa é antes que todo misterio de igrejas e conventos e que detrás deles –como em Chartres, Asis, Compostela, Osseira e tantos outros- está como soterrada desde séculos, lista para resurgir, o alma antiga da nossa nova Pátria, esta Europa esculpida em antiguidades que formam como un laço de uniom vivente entre o que desgarradamente somos e o que fumos em som de unidade sem sabé-lo.

Sala capitular de Osseira, sala das Palmeiras…”Obra alquímica”

Nota: este texto foi “rescatado” no Mosteiro de Oseira el 24.04.10

É evidente que o autor desconhece que o Reino da Gallaecia de Dinastia Visigoda, foi antes disso por quase 200 anos, de Dinastia Sueva.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O nosso verdadeiro inimigo



O nosso inimigo primordial nom é sionismo. Nom é a perda de valores nem tampouco som os antinazistas.

O nosso inimigo é a alternativa a luitar. O viver, ou melhor dito, desviver.

Levar umha vida prácida, tranquila, sem preocupaçons.

Agatunhar pola escada do “progresso” que é tendido polo inimigo.

O reconhecimento, o soldo, a casa, o carro, a mulher, os filhos e ass “merenda” no campo..

Mentres isso ocorre, o sistema sionista pratica umha política de extermínio com a nossa naçom, com a nossa raça, com as nossas gentes e com os nossos costumes.

Rematada militarmente a segunda guerra mundial com a batalha de Berlin, continua a luita por outros meios. Nom a nossa, se nom a do sionismo internacional. Nom polas armas, se nom pola falsa democracia, o “falso bem-estar”, a televisom-lixo, ou o dinheiro.

Mais que os resultados, importa só a batalha, luitar quando está todo em favor é de cobardes, luitar quando está todo perdido é romanticismo heroico.

A falta de compromisso auténtico, de fanatismo, de luitar sem importar as consequências, de fidelidade aos nossos caídos..

Esse é o verdadeiro problema, esse é o inimigo que está dentro, o cavalo de Troia que sagazmente o sionismo colocou no taboeiro.

A nossa luita é perante todo espiritual e olhamos mais cara estupidezes materiais.

É doado encher-se a boca de soluçons e marchar a fim de semana junto da moça ou ir ver umha película de cinema o sábado à noche mentras Europa morre.

Seria como se os derradeiros Waffen SS combatentes do Reich, deixassem as armas no cham e fossem sorintes às suas casas asuviando mentras ao longe na mar representada polo bolchevismo, escachifava todo quanto ama-mos e defende-mos.

Nom devemos ter piedade com as atitudes que anteponhem valores pessoais e egoistas ao ideário da raça e da liberdade.

Como dize o nosso Führer na sua obra “Mein Kampf”:

“Quando é o futuro da raça o que está em jogo, toda consideraçom pessoal carece de valor.“

Lembremos a aqueles guerreiros que forom mortos e deixavam-se matar nos seus postos entoando cançons guerreiras e berrando “Europa vivirá ainda que nós devamos morrer!”.

Esse é o exemplo. Obremos em consequência.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Honra?



Nímia palavra para descrever o mais grande dos sentimentos humanos. Como defini-lo? A nobreza de espírito, a bondade do carácter, a rectitude, a virtude como expressom máxima da pessoa...

Existe algúm outro sentimento mais ligado ao Nacional-Socialismo? Mas, Onde atoparemos hoje tais cousas? O tempo da Honra, como de todo o belo e fermoso passou já.

A sua destruiçom consumou-se junto à de maior génio da história humana, há já mais de médio século. Quando a genial figura de Adolf Hitler foi finalmente destruida para sempre, apagada da face da terra pelos seus inimigos, os nossos inimigos, os inimigos de tudo quanto amamos, os mesmos que hoje regem e governam o nosso mundo. O mundo da servidume, do extermínio cultural das naçons (em termos do sistema “igualdade” ou “multiculturalidade”), da degradaçom, do triunfo do baixo, pobre e miserável…

Em definitiva, o mundo no que “vivemos”, perdeu-se a derradeira oportunidade da humanidade de salvarem-se a si mesma. Já nom fica outra cousa que fazer aos poucos de espírito livre que tivemos a desgraça de nascer num mundo morto e condenado, que tem que manter viva a chama da luz, da razóm e da Swástica para num futuro que seguramente nós nom olharemos, mas si os nosso descendentes polos que luitamos, poidam ser içados novamente as bandeiras do Sangre e da Liberdade. Mas quando isto ocorra, já nom será um homem saido do povo, um homem amante da natureza e dos animais, um homem sempre ao redor das crianças, sempre amável e singelo, amado e seguido pela sua pátria até o fim…

Quem encabece a batalha final da que todos os textos sagrados, arianos ou nom, falam e narram com tudo detalhe. Será esse Hitler criado pelo sistema, esse homem desapiedado, sem escrúpulos, e sem piedade, o que lidere a batalha final na que decidira-se a existência ou a morte. Nom se pode ter piedad com quem nos condea a desaparecer, com quem leva milheiros de anos planejando o nosso extermínio e o seu messiânico renascer como amo e senhor do mundo.

Nom se pode falar de ética, de estilo nem de honra com o cancro das naçons. Tam só a sua desapariçom ou a nossa. Nada importam as consideraçons pessoais quando é a mesma raça a que está em jogo. Todo passa a um segundo plano nesta luita que tem de ser desapiedada e cruel. O nosso Führer intentou por todos os meios devolver à sua naçom, Germania, a liberdade, ou mais bem, o direito a existir em liberdade. Intentou-no primeiro pola paz. Assinou tratados, concedeu entrevistas, tendeu a sua mam milheiros de vezes, juntanças, viagens, concílios. Incluso no final quando foi levado à guerra, quando os seus exércitos que nem sequera estavan preparados para um conflicto de semelhante envergadura, humilhavan a todos os estados Europeus em todas as batalhas, nom cedeu no seu compromisso de assinar a paz.. Até o seu melhor homem, o mais leal germânico e europeu, voou jogando-se a vida à Alba por esse belo ideário de paz entre as naçons irmãs… onde foi batido, encarcerado e finalmente assassinado lodo de mais de 40 anos entre relhas.

A ninguem convenceremos já, e nom creio que a este povo de alcoólicos e prostitutas da fim de semana tiver-se que convencer de algo. Ja passou o tempo da paz, ja passou o tempo das estratégias electorais, e mais ainda nesta Europa, que mais de médio século depois da rematada a guerra continua ocupada por essa besta que estrangula, carcome e corrói a seiva vital das naçons.

Somos poucos, carecemos de meios, somos perseguidos, reprimidos, batidos, encarcerados e incluso assassinados. Mas somos Nacional-Socialistas. É a nossa missom, a nossa obriga o fazer dos nossos ideais, as facheiras que sinalem o caminho na noite aos nossos irmans vindouros. O caminho da honradez, do trabalho, dos valores, da ética, do respeito, do arte, da cultura, a música, a saúde, o desporto, a natureza... Em definitiva, do Nacional-Socialismo. Essa doutrina que procura a elevaçom do espírito popular, da comunidade racial da que somos parte, do nosso sangue e a nossa terra e a que aos nossos inimigos, que som muitos, tanto aterra. Nom servem pois renegos nem “estratégias”. Somos Nacional-Socialistas e polo tanto aceitamos e defendemos quanto dele se desprende. Ante todos aqueles que renegam e polo tanto traicionam aos seus sagrados símbolos e líderes, nós erguemos orgulhosos a bandeira do sangue e enchidos os peitos berramos, Heil Hitler! Porque que a nossa honra chama-se fidelidade.

sábado, 9 de outubro de 2010

A mudança da memória histórica na Gallaecia

“Ignorar a história é permanecer sempre sendo crianças”

0- A importância da História para os "Estado/Naçons" actuais

Imaginemos um caçador paleolítico a seguir umhas pegadas dum veado. Ele sabe que num tempo passado mais ou menos distante ou próximo que por aquele lugar transitou um animal. Pelo conhecimento das pegadas, o nosso caçador pode reconhecer o tipo de animal e as condiçons nas que ele está para poder ser caçado. A inteligência do nosso homem junto com a sua experiência passada e a trabalhada técnica de caça fazem com que continue o rasto e consiga dar com a peça para poder dar-lhe captura e poder assim alimentar à sua família que teria assegurada a sobrevivência durante umha boa tempada.

O caçador soubo pelos restos dum passado manifestado numhas pegadas que havia umha peça de caça e puido completar o seu labor.

Isto nom aconteceria se o caçador fosse um leom, um cam-codrilo ou qualquer outro depredador. Eles só respostariam ao estímulo de verem ou cheirarem à presa, nunca por terem conhecimento dum passado reconhecido por uns sinais ou marcas no cham a partires dos quais reconstruír umha realidade com a qual pudessem prever um futuro provisor. Eis aqui a importância do conhecimento do passado, sempre por meio dos restos que deixa e que som interpretados no presente para nos ajudarem a garantir o nosso futuro.

Também o conhecimento do passado para os estado/naçons é umha necessidade para a sua sobrevivência do mesmo jeito que é para o nosso caçador paleolítico ou para qualquer de nós individualmente. Podemos dar algumhas provas: o tratado de Nanquim de 1842 foi de utilidade para a China para poder reivindicar com total legitimidade a devoluçom do Hong-Kong por parte do Reino Unido; o tratado de Utreque serve de utilidade para o próprio Reino Unido nom ter de ver qualquer legitimidade por parte do Estado Espanhol na sua reivindicaçom de Gibraltar ou o a legislaçom saída do Congresso de Viena faz reconhecer que Olivença legalmente é o Estado Português embora nom seja de facto.

01 – Compreender o presente

O conhecimento do passado ajuda-nos a compreender o presente e isto permite mexer-nos no mundo no que estamos de forma prática, útil e de forma que o conjunto funcione sob critérios de saúde social que favorecem a estabilidade, a paz e a harmonia do grupo e com outros grupos.

Essa compreensom do presente leva-nos a tolerância por conhecimento da dinâmica social. Assim poderemos compreender as razons que levaram a exercer a moral vitoriana e compreenderemos igualmente a falta de pudor dum ameríndio da Amazónia ou um nativo da polinésia e ver o absurdo da imposiçom do primeiro sobre os segundos.

Teremos umha ideia clara de porque a Generalitat de Catalunya é umha instituiçom ao serviço da liberdade do seu país mas poderemos reconhecer como a instituiçom da Junta da Galiza (Xunta de Galicia) tem conotaçons que derivam dumha ideia de dependência e anti-autonomismo na Galiza (por isso a razom do “Conselho da Galiza” presidido por parte dos Galeguistas).

Haveremos de compreender porque o Samhain, o Halloween e o Magusto têm a mesma origem e as mesmas feiçons básicas mas nem som exactamente o mesmo, nem nos corresponde aos galegos a identificaçom com o Samhain por muito que se lhe queira dar Bilhete de Identidade galaica. O nosso é o Magusto com castanhas, meigas, mortos que saem do Além, cabaças, etc... e nom por isso é menos céltigo. É igualmente céltigo e ainda é a expressom da nossa celticidade galaica.

Poderemos perceber porque nas Castillas do Sul “Andaluzia” existe o tratamento de “desrespeito cordial” insultando às nais dos amigos com um bom afam de “colegueo”(1) enquanto essa prática na Gallaecia ou no Estado Português seja impensável por ofensiva.

Haveremos de perceber porque nas construçons galaicas há soportais e no entanto nom há em Castilla ou no Algarve...

02 – O conhecimento do passado orienta-nos de cara o futuro

É este um ponto importante e de grande utilidade. O conhecimento do passado ajuda a assegurar a sobrevivência do grupo e nom só a individual. O exemplo mais próximo que temos é o pensamento e sobre tudo a prática reintegracionista surgida na Galiza nos últimos trinta anos. A ideia de as falas galaicas fazerem parte dum conjunto linguístico mais amplo conhecido internacionalmente com o nome de “português (sendo galego)” leva a implementar para as falas galegas medidas que nom só garantiriam a sobrevivência das falas galaicas mas mesmo ajudariam a ver a Galiza como elemento importantíssimo da galaicofonia gerando umha mudança nas consciências dos galegos e das galegas que passariam dum conceito dumha Galiza regional e periférica a umha Gallaecia central e importadora de modelos a seguir por umha civilizaçom que visa atingir num futuro próximo níveis de importância e de influência internacionais de carácter político, social, moral, económico, cultural e linguístico que a dia de hoje possui o mundo anglófono, por exemplo.

03 – O conhecimento do passado favorece o relacionamento com outros grupos humanos (próximos no tempo e/ou no espaço).

É fácil pensar como a Galiza pode se relacionar fluidamente com as naçons atlânticas europeias pela sua proximidade física e pelos seus vínculos étnicos, ao igual que o relacionamento com os nossos descendentes europeus em Brasil (As Américas), mas também é fácil pensar que embora nom haja a mesma distância física ou genética, o relacionamento com os países africanos terceiro-mundistas como Moçambique ou Cabo Verde ou outras mais longínquas como o Timor som viáveis e possíveis por termos umha língua comum, sem por isso defender umha mestiçagem genética. Esse pensamento vem dado pelo nosso conhecimento do passado e pela compreensom do presente.

04 – O conhecimento do passado tem um forte componente anto-identificativo

As naçons nom existem sem memória e é essa a razom pela qual os Estado-Naçons investem muito dinheiro no ensino do seu suposto passado “nacional” e nos seus planos de estudo assim como para a sua construçom “nacional” do mesmo jeito que conhecem perfeitamente com quais outros países se devem relacionar para defenderem os seus interesses.

1 – Que História se ensina no Reino da Espanha

1.1 – O paradigma da historiografia castelam-espanholista

Primeiramente temos que dizer que por Paradigma entendemos o sistema ou modelo conceptual que orienta o desenvolvimento posterior das pesquisas, estando na base da evoluçom científica. Se o paradigma está errado, tudo o que se construa a partires dele também vai estar errado e dentro da historiografia peninsular é base conceptual a ideologia castelam-espanholista, quer dizer, o pensamento nacionalitário centrado em Castilla a partires da qual se exprime e exemplifica todo o anterior e todo o posterior.
Castilla é o centro geográfico da península pelo qual também se exprime a periferia também nom só geográfica.

Para o paradigma castelam-espanholista há umha série de dogmas irrenunciáveis que exprimem o que é a península, e som os seguintes:

Espanha é Hispânia

Durante a Idade Média foi-se construindo um jogo de hegemonias que tinham por finalidade o domínio e controlo da península. Houve a tentativa muçulmana e a tentativa cristiã. Esta última começou sendo um projeto galaico mas após o século XIII, Castilla começa a apanhar poder e visa unificar a Hispânia sob projeto linguístico e nacionalitário castelám. Como elemento estratégico, o nome de Castilla ou Gran Castilla pareceria pouco acaído, pelo qual a adopçom de “Espanha” como herdeira da “Hispânia” pode semelhar mais inteligente e mais viável para conseguir adesons e evitar resistências. É por isso pelo que o nome de Espanha foi o nome desse projeto que tentava, e tenta, como indica o seu nome, a unificaçom da península, de toda a península, mas sobre chefia castelã. Esta dirigência de Castilla nunca teve vontade de partilhar poder com as outras naçons hespéricas. Quis, em troca, impor e dominar sobre elas, eliminando-as ou reduzindo-as a regions satélites ou mesmo absorvendo-as.

“Portugal” é um erro histórico

Na península houve desde tempos antigos vários polos ou centros etno-culturais e/ou comunidades étnicas. Som estes:

1. Um polo mediterrânico ou ibérico que se pode corresponder com Gothalaunia (Catalunya, València, Balears) e mesmo um anaco da actual CC.AA. Aragoa e Murcia.

2. Um polo Nortenho-Pirenáico que se corresponderia com o povo Vascón, Aragoa, Aquitánia e a actual Euzkadi.

3. Um polo Atlântico ou Galaico que viria corresponder com a velha Gallaecia (actual Galiza, Asturies e Llion mais o Norte de actual do Estado Português)

4. A Lusitânia (Final de Mondego para Sul e aproximadamente a actual Estremadura do Estado Espanhol)

5. E o Centro peninsular mesetenho centro Celtíbero e o sul Celtíbero “Tartéssico”.

Todos esses povos em maior ou menor medida caíram posteriormente, da Idade Média até hoje na órbita de Castilla e todos foram mais um menos castelanizados no planejamento lingüístico. Uns mais (Aragoa, Murcia, Leom, Estremaura e Astúrias) e outros menos (Catalunya, València, Balears, Euzkadi e Galiza). Mas de todos eles houve um território que ofereceu umha grande resistência apesares de ficar incluído dentro da Monarquia Hispânica (Goda e Muçulmana) durante um tempo, e esse foi o Reino de Portugal.

Castilla nom conseguiu a sua anexaçom e ainda menos a sua assimilaçom. É por isso porque o domínio castelám-espanholista da península nom é total e graças a ele outros territórios podem pensar em se livrar dessa hegemonia e ideário centralista ao saber que isso é possível. Mas nós como Nacional-Socialistas sabemos que isso só é possíbel num Império Europeu soberano, nom fazendo um estado capitalista mais dentro da C.E.E.

O estado português é portanto para o castelam-espanholismo um erro histórico, um fracasso, e na narraçom oficial dos factos históricos apresenta-se sempre como algo que quase nem existe no melhor dos casos ou algo que há que desprezar no pior, mas que sempre apareceu nos mapas do domínio castelam-espanholista da península como algo estrano que nem era o Estado Espanhol nem deixava de sê-lo.

É difícil achar um mapa do Estado Espanhol sem o Estado Português.

Um claro exemplo do que o Castelam-Espanholismo pretendia, cum mapa da época: "España Uniforme", "España Asimilada", "España Foral" e como nom, apagando do mapa à Gallaecia como já uniformada com Castilla e Portugal.

Para o castelám-espanholismo historiográfico o Estado Espanhol é umha criaçom de Castilla

Para o castelam-espanholismo, a Espanha é umha criaçom de Castilla e do seu génio, nom deixando outra possibilidade. A partires daí as outras “regions” ou som apêndices da própria Castilla ou aderiram o projeto castelam-espanholista.

Vandalia, foi conquistada aos muçulmanos, mas foi sempre definida em com “Castilla-La-novísima”. Assim diz no livro “A que llamamos España” tendo em conta que o velho Reino de Toledo foi desde muito tempo atrás “Castilla la Nueva” ou a dia de hoje segundo a nomenclatura “autonômica” Castilla la Mancha. Se a Mancha seria “a nova”, Vandalia seria “a novíssima”.

Asturies e Llion foram as origens do projeto unificador peninsular esquecendo que se correspondem com a Gallaecia Asturicense, Atlântica, Céltiga e Sueva. A dia de hoje Asturies está separada de Llion e da actual Galiza e é umha regiom que nada tem a ver com a “Espanha” taurina, flamenca e de fala castelã (sem ter que ver esta língua com a tauromáquia e o flamenco) que se vende no exterior como ícone. Asturies é muito próxima em cultura, estética e sentir à Galiza actual, embora o sentimento asturianista cresça como oposiçom ao galaico, construindo-se a partires dum anti-galeguismo contrário à história, absurdo e inútil que obstrui tanto o desenvolvimento identitário tanto asturicense (Asturies) como o lucense (Galiza).

A regiom de Llion, Sul da Gallaecia asturicense simplesmente foi absorvida por Castilla numha regiom autónoma comum denominada Castilla-Llion mas onde os leoneses som identificados e nomeados facilmente pelo resto dos Hispânicos de castelans. Muitos leonesistas opoenhem-se a isto, mas o achegamento a Astúrias nom se sente como necessário e muito menos o achegamento à Galiza. É por isso que o sentimento nacional galaico está muito mais dificil nesta regiom galaica, mas nom por isso imos deixar de reclamâ-la, pois com tudo se pode fazer justiça histórica.

As regions mediterrânicas de Aragoa e València som também territórios em grande parte castelanizados e desenvolvidos num anti-catalanismo forte e visceral, já que Catalunya é o único território hispânico que é capaz de fazer fronte ao castelanismo com um sentimento e umha praxe eficaz que poderia derivar numha ruptura que faria fracassar pela segunda vez (a primeira foi o Estado Português) a ideia da Hispânia-Castelanista e centralista. Nós prefiriamos que o nacionalismo impartido nestas terras fosse o genuino que nós defendemos, mas por desgraça está afundido no marxismo e liberalismo.

Por outra banda Euzkadi cuja parte mais ocidental deu origem à primitiva Castela é um país de fortes contrastes. Por um lado onde a resistência anti-castelam-espanholista é mais forte incluso dum ponto de vista físico mas por outra onde o castelam-espanholismo tem apoios mais extremos, de tal jeito que poderiam chegar a inviabilizar o projeto nacional vascon fora do contexto hispânico.

Finalmente o caso galego é um caso muito especial, com avanço importante do projeto nacional-espanholista mas também com mais possibilidades de futuro se este depender da consciencializaçom a partires do seu passado anti-castelám nalguns momentos, e anti centralista e uniformador. A Galiza em potência é um autêntico perigo para o castelam-espanholista porque ela partilha língua e cultura com o Estado Português, o grande insucesso de Castilla. Galiza foi históricamente quem criou o projeto unionista hispânico nom castelam, em épocas medievais e quem a dia de hoje pode olhar para o Estado Português e o mundo céltigo e galaicófono como via de saída para evitar a sua castelhanizaçom completa e forçosa e a consequente desgaleguizaçom.

Como vemos, a hegemonia castelã chega a quase todos os pontos da península, e isso é traduzido numha forma de contar os factos passados, isto é, a história da península e de descrever as origens das diferentes culturas e línguas da Hispânia. Esse poder faz pensar a esse castelam-espanholismo que ele tem direito para impor a sua forma de perceber a realidade e sente que deve ser obriga de todos os povos hespéricos seguirem os mesmos objectivos e verem-se satisfeitos com os mesmos interesses, forem estes povos atlânticos ou mediterrânicos; forem estes nortenhos e verdes com as conseguintes implicaçons económico-sociais ou mediterrânicos e quase desérticos; forem estes mesetenhos ou montanhosos... e o mérito é todo, sempre de Castilla que foi a que se diz criadora e construtora da Espanha, faltaria mais.

Espanha surge com Roma e os Visigodos

Como Castilla tem de justificar o seu protagonismo e tem de possuir razons para cumprir com o seu destino unificador, deve haver umha realidade anterior que legitime, explique, fundamente e prove que as cousas som como ela diz que som.

A unidade “nacional” da península deve ter umha origem e umha razom e esta vai estar baseada em unidades anteriores. A Espanha castelã surge em Covadonga (Asturies) , onde um pequeno e valoroso grupo de rebeldes cristans luita numha batalha contra os invasores muçulmanos que curiosamente também queriam unificar a península. Os, já, “espanhóis” de Covadonga, umha vez consolidados com um poder político alternativo ao cordovês botam mam dum ideologema -o “goticismo”- que lhes dá umha razom para luitar contra os ilegítimos ocupantes muçulmanos da península até despejá-los da mesma e recuperarem o reino visigodo tal qual era anteriormente do ponto de vista territorial.

A cousa nom ficar aqui, porque anteriormente aos visigodos a Hispânia já estava unificada sob domínio romano de forma que a península devia estar unida porque assim o esteve sempre. O pensamento castelam-espanholista quereria conseguir manter e preservar essa “unidade” e banir do jogo político qualquer derivaçom que atentasse contra esse ideal centralista o qual seria um erro grave ou mesmo um pecado. Para isso estava destinada Castilla.

Os conceitos de Reconquista e Repovoaçom

A ideia paradigmática que dá o castelam-espanholismo para “reconquistar” Hispânia é por meio do avanço cristiã sobre o território muçulmano limpando de islamitas as regions ocupadas e repovoando-as com gente procedente do Norte. Esse jeito de limpeza étnica levaria à “uniom de todos os espanhóis” e sempre Castilla a protagonista do projeto.

Reconquista é porque nunca foi legítima a entrada e ocupaçom da península por parte do islam e porque ainda havia a obriga moral e mesmo religiosa de recuperar, daí o termo, os territórios hispânicos anteriormente visigodos e cristans. A Reconquista obrigava à expulsom dos invasores e a repovoaçom com cristiãs ou como mal menor a reconversom de elementos islâmicos ao cristianismo.

A Gallaecia nem existe nem tem importância nenhuma.

Em todo este “avatar histórico” a Gallaecia nom é nada, quase nem existe nem tem a menor importância nem protagonismo para a construçom da futura Espanha. Desde o 711 em adiante quase de forma repentina a Gallaecia deixa de ser o país que ocupa as actuais terras nortenhas do Estado Português, Asturies e Llion para passar a ser umha triste regionzinha cujos limites já som os que conhecemos hoje, que se vê ocupada pelos muçulmanos e que há que repovoar novamente com elementos humanos que se supom provintes irremediavelmente de Asturies. Ovedo já nom é Gallaecia, Llión é um reino desde o 910 quando esta cidade passa-se a ser o lugar da Corte e Portucale era Galiza “ma non tropo”.

1.2 Qual é a metodologia para ensinar a História de Espanha

A História que se estuda no ensino primário, secundário e universitário no Estado Espanhol atende a programas elaborados até certo ponto pelo Ministério de Educaçom mas em boa parte pelas Conselharias de Educaçom das Comunidades Autónomas. Aquelas Comunidades Autónomas com competências em educaçom, que a dia de hoje som todas, elaboram um temário com matéria relacionada com a Comunidade Autónoma correspondente mas exceptuando Catalunya e Euzkadi que aplicam um paradigma diferente do castelam-espanholista, todas as outras seguem fielmente os ditados do arquétipo centralista. Foi por isso pelo qual estas duas Comunidades Autónomas tiveram problemas nos média durante os anos 90: por, segundo os média, manipularem a história de Espanha e inventarem umhas histórias de Euzkadi ou de Catalunya que nom se ajustavam ao passado real.

A Galiza teve problemas ultimamente (nomeadamente durante o governo do bipartido PSOE-BNG) embora os autores que defendiam o que chamaremos mais adiante “paradigma galeguista” já tivessem publicado as suas bibliografias anteriormente. O ataque foi mais do que nada político. Embora isto seja assim, os programas de estudo seguem umha história da Galiza bastante pouco séria do ponto de vista científico, que nom atende às fontes documentais e que aprofunda pouco no passado do País partindo dos conceitos inamovíveis do padrom elaborado por Castilla.

A metodologia no que diz respeito à história que se estuda no Reino da Espanha está baseada em dous pontos fundamentais:

1. A filosofia arquetípica castelanizante da qual vimos falando e que será tanto mais extremista na medida na que o regime ou o partido do governo em Madrid tiver menor vocaçom democrática. Filosofia, esta, que na prática é indiscutível, inamovível, falsamente científica e dogmática. Conhecemos casos de perseguiçom e acosso laboral de pessoas vinculadas à Universidade até o ponto de perderem o seu trabalho e a sua saúde por defenderem posicionamentos científicos discrepantes com a filosofia oficial, mesmo em época democrática (como nas repúblicas e nos anos 90 do século XX) e protagonizadas em alguns casos por professores ou professoras que nada teriam a ver com posicionamentos políticos galeguistas. Simplesmente por honradez e honestidade científica.

2. O presentismo cartográfico que nos faz entrar pelos olhos configuraçons territoriais próprias do tempo presente aplicadas a épocas históricas nas que nom se correspondiam as realidades em questom.

2 – Que se ensina na Galiza

A Galiza é politicamente um apêndice dessa Espanha Centralista-Castelanista, e isto é assim do ponto de vista legal-institucional como até o dia de hoje também é Euzkadi ou a Catalunya. A Galiza também é um apêndice da Espanha Centralista no seguimento oficial da ideologia, muitas vezes, anti-galaica, cousa que nom acontece nos dous países antes nomeados que sabem defender os seus interesses políticos e económicos por acima do poder estatal. Assim, a Galiza reproduz o paradigma castelanista tanto no ensino como maioritariamente na investigaçom, exceptuando honradíssimos casos como os de Nogueira, Carreira,Vilar, Teixeiro, Pena Granha, Martins Esteves ou os históricos nacionalistas genuinos nom esquedalhos como Risco, Vicetto, Murguía, Eladio, Figueira Valverde, Otero Pedrayo, Cuevillas,Cabanillas, etc.

Nos estudos oficiais na Galiza ensina-se o seguinte:

* A Cultura chamada Castreja e os Celtas têm pouco ou nada a ver, de forma que qualquer elemento civilizacional galaico se diz de origem mediterrânico. Na época romana a Gallaecia quase nom existe. Tudo é latino do ponto de vista cultural e latim do ponto de vista linguístico. O elemento indígena nom achega nada útil à formaçom da futura Gallaecia e Roma é quem a inventa. Antes de Roma nom há nada. É o valeiro.

* Os suevos som um povo bárbaro, no senso pejorativo da palavra, que nom deixa pegada nenhuma e o seu Reino é anedótico. Os suevos som bárbaros e os visigodos estam romanizados, o que significa que som mais civilizados. Som estes últimos os que marcam a personalidade de toda a península incluída a Gallaecia. Nom há elementos importantes e interessantes a salientar para a historiografia europeia no Reino da Gallaecia Sueva, nunca Reino de Gallaecia ou Gallaeciense Regnum.

* Os muçulmanos ocupam também a Gallaecia (porque ocupam “Hispania tota”) que já nesta altura se identificava territorialmente com a Galiza actual. Asturiess é um Reino que “reconquista” e “repovoa” Galiza para a causa cristiã e a importância do País do apóstolo Sam Tiago descoberto por um Rei asturiano é mínima. Gallaecia é um ninguém, nom tendo qualquer protagonismo nem militar, nem social, nem económico, nem quaisquer outros. Nesta altura é o Reino de Asturies o importante que lhe passa a testemunha a Llion e esta finalmente a Castilla. Durante toda a Idade Média a Gallaecia é um objecto passivo nos acontecimentos da parte cristiã da península, e passa a ser um “Reino” pontualmente duas ou três vezes por acidentes políticos que se reencaminham da mam de Reis com interesses llioneses ou castelans (que finalmente vinha a ser o mesmo). Ser Rei de Galiza (a Galiza entendida territorialmente como a de hoje, nom como a real daquela altura) é como nom ser nada e normalmente nem se nomeia na historiografia geral peninsular porque os Reis da Galiza som Reis muito pontualmente ou som segundons sem transcendência histórica. Tudo em funçom de Castilla (ou Castilla-Llión), é mesmo o termo “Reino da Galiza” um título noviliário como chegarom a dizer

* A independência do Portucalense conta-se como um acontecimento que tem “algo” a ver com a Gallaecia.

* Algum Rei chamado o Sábio deu-se-lhe curiosamente por escrever em galego porque era esta umha língua muito linda e poética mas esse rei era castelam e a língua por excelência de toda a historiografia oficial é a de Castilla falada pelos personagens realmente importantes como o Cid, ou o Rei do qual era bom vassalo como Afonso VI, também castelam, mas mal Senhor porque nom defendia os interesses castelans.

* Os séculos XIII e XIV som séculos de luitas dinásticas entre Reis e revoluçons sociais, mas nada se diz do lugar que ocupa a Gallaecia em tudo isto, as autênticas motivaçons, interesses, apoios e projectos da Galiza nestes séculos. Também nada se diz do que o Reino Portugal faz a respeito do Reino da Gallaecia.

* Os Reis chamados Católicos, Isabel e Fernando, foram os que “domaram e castraram” Galiza mas também som os que lhe dam glória e “unidade a Espanha”. Há alguns que mesmo defendem na Galiza a conversom da Isabel I Trastâmara de Castilla em beata como primeiro passo para a sua ascensom a Santa.

* Nos chamados Séculos Escuros (de final do S. XV até a chegada de Napoleom à península) só há história económica, a história política está reservada para a Coroa de Castilla ou o Reino da Espanha que vinha ser o mesmo. Galiza era um país de labregos e marinheiros sem qualquer poder político e por algum personagem mais conspícuo do que os outros porque serve à Coroa.

* Durante os séculos XIX e XX Galiza só achegou escritores e galeguistas que nom andavam metidos na política e por isso foram importantes. Todos eles sentiram-se muito”espanhois” e o galeguismo é um pensamento mais do que nada cultural embora tivesse umha expressom regionalista que o espanholismo assume com normalidade. Mesmo o galeguismo nacionalista tinha disto último só o nome, porque todos os galeguistas defendiam a ideia da “Nación Española”.

3 – Qual é o paradigma galeguista?

Diz-se habitualmente que a história é contada sempre pelos vencedores. Neste caso, o paradigma galeguista é o que nom triunfou e é por isso pelo que para além de nom ser oficial, nem se ensina, nem se acredita nele. Mesmo as provas, as evidências, os documentos, os textos e as pessoas que os exponhem tenham da sua parte toda a autoridade e a veracidade.

* Antes de Roma o N.W. peninsular estava habitado por um povo proto-celta matriz dos celtas do mundo Atlântico. Assim é como no-lo demostram os estudos de várias universidades britânicas seguindo estudos genéticos e mesmo a moderna Teoria da Continuidade Paleolítica de Mário Alinei, Francesco Benozzo e ainda o anteriormente o Professor galego André Pena Granha que já expus esta teoria, polo menos no que diz respeita ao Noroeste peninsular vários anos antes do que fosse exposto polos professores italianos, mas como na Galiza tudo passa pela peneira centralista nacional-espanhola nom houve forma de que transcendesse.

* A língua dos chamados galaicos era a mesma e ocupava todo o Norte e o Oeste da península até o Tejo aproximadamente. Portanto, o galaico era já anterior a Roma. Roma só dividiu pelo Douro com o fim de dividir para vencer aos Galaicos. Prova importante para isto é que nas guerras lusitanas participassem tropas galaicas. Se os galaicos forem outro povo muito distante aos que estavam no território que os romanos chamarom Lusitânia essas guerras não seriam da sua incumbência e portanto nom participariam.

* Durante a ocupaçom romana, a Gallaecia foi umha das províncias do império mais sucedidas economicamente, culturalmente e do ponto de vista artístico sendo o elemento indígena fulcral. Figuras como Prisciliano, Egéria, Paulo Orósio, e Idácio Lémico foram prova da importância da Nossa Terra. A figura de Prisciliano poderia equiparar-se a outras paralelas dentro do mundo céltigo e atlântico como Sam Patrício, Sam Davide ou Santo André. Aliás, Prisciliano, pode dar pistas a respeito do fenómeno Jacobeu já que há quem assegura que quem realmente está (ou estava) em Compostela nom era Sam Tiago, mas Prisciliano. As provas nom som determinantes, mas a lógica leva por esse caminho.

* Os suevos, um povo germânico dos mais evoluídos e “romanizados”, constituíram na Gallaecia, a zona mais rica e desejável para eles da península, o primeiro Reino independente de Roma com um projeto militar e político de unificaçom peninsular com capital em Braga e com o apoio, colaboraçom e implicaçom dos galaicos que o sentiam como seu. A importância dos mesmos é grande: Com eles a Gallaecia constituiu-se no primeiro Reino medieval da Europa; foram os primeiros em emitirem moeda, o Sólidus suevo; os primeiros em legislar, administrar e construir um Estado; o primeiro Reino cristiã após Roma; os criadores da mal chamada “letra visigótica” já que na realidade começou a existir na Gallaecia antes da chegada dos godos; os criadores da primeira arte pré-românica com elementos, como o chamado arco de ferradura que na historiografia castelam-espanholista diz-se visigodo; os primeiros em assumirem o cristianismo católico antes do que qualquer outro povo germânico, por isso a sua aceitaçom pelos galaicos. Na historiografia castelam-espanholista diz-se que foram os visigodos os primeiros em aceitarem o catolicismo...

* Durante a unificaçom suevo-visigótica a Gallaecia manteve a sua personalidade política e administrativa, cultural, social e económica, contrariamente à ideia castelam-espanholista dum Reino unificado visigótico com capitalidade centralista em Toledo e primeira amostra de Estado Espanhol que eles queriam. Os Reis tinham o título de “Reis de Hispania, Gallaecia e a Galia” entendendo que a Gallaecia e a Hispania eram realidades monárquicas diferentes (ainda que colhendo partes étnicas diferentes). A Gália num princípio ocupava a actual Ocitânia para posteriormente ficar só na Septimánia ou Narbonense.

* A entrada dos muçulmanos na península deve-se à chamada dos vitizanos galaicos. O domínio muçulmano do Reino de Hispania excluía por definição a Gallaecia fazendo desnecessária qualquer intervençom militar por parte destes por contarem com o apoio dos seus aliados vitizanos que eram quem tinham o poder na Gallaecia. Posteriormente a Gallaecia manteve um valeiro de poder no conjunto do País, mas governado por régulos de entre os que haveria que salientar os das Primórias, nome que se lhe dava naquela altura às comarcas do actual oriente astur e que levaram a iniciativa na posterior unificaçom de toda a Gallaecia. Da territorialidade da Gallaecia suevo-visigótica, só a regiom conimbriguense fez parte da Spânia Regnum (ou Al-Ândalus) para posteriormente ser recuperada e volta a perder por várias vezes por e para o Reino de Gallaecia.

* O nome do “Reino de Asturias” ou “Reino de León” nom é o que está recolhido nos documentos andalusis, carolíngios, papais, germânicos, anglo-saxónicos, bizantinos e escandinavos. O nome que figura neles é o de “Reino de Gallaecia” ou mais justamente em latim “Gallaeciense Regnum”. Dentro dos textos peninsulares, só uns poucos safaram da manipulaçom posterior do século XIII e posteriores. Os outros, redigidos muito posteriormente aos eventos que narram nom som fiáveis.

Segundo Anselmo López Carreira, autor do livro “O Reino Medieval de Galicia” editado por “A Nosa Terra” em 2005 diz-nos nas páginas 131-133 que autores como Barrau-Dihigo consideram fiáveis muito poucos documentos da época chamada asturiana (711-910). De 68 diplomas, só 19 são autênticos “ou le paraissent”, dos quais só 5 som originais, os outros 14 parecendo fiáveis chegaram até os nossos dias em cópias antigas ou modernas, portanto susceptíveis de serem alterados. O professor Floriano, sendo considerado menos crítico considera 5 documentos autênticos de 15 estudados desde 711 ate o ano 799; de 800 até 866 recolheu 69 dos quais só lhe pareceriam autênticos 44, de 867 até 910 estudou 120 dos quais só 92 seriam autênticos. Posteriormente o Professor Floriano num segundo estudo chega a considerar que só 7 originais nos chegam do período astur depois de afirmar que “no llegan a medio centenar los conservados”. Diz-nos também o Professor Carreira que dos investigados por ele e dos 313 documentos apanhados da Catedral de Compostela, só 12 se transmitiram independentemente dalgum cartulário e menos do 2% são originais. As crónicas nom saem melhor qualificadas. O seu aproveitamento só é aceitável após umha grande poda. Inclusivamente as bases historiográficas nas que se baseia o castelam-espanholismo centralista como som as “Crónicas Asturianas” e chamada “Crónica de Afonso III” questionam o denominado “Reino Astur” e o seu valor fica relativizado pela intencionalidade política com a que foram redigidas. O seu fim era legitimar a autoridade monárquica exercida desde Ovedo. Mesmo o episódio de Covadonga só se pode interpretar em chave mítica.

* Os conceitos de “Reconquista” e “Repovoaçom” nom som interpretados igualmente pela historiografia galaica e a castelã. Para a castelã é a recuperaçom do território supostamente “nacional” perdido por conquista e invasom muçulmana, mas para a historiografia galaica nunca existiu um programa consciente durante a Idade Média de ocupaçom da Espanha muçulmana, nem um processo cronológico continuado de conquista. Desde a reunificaçom da Gallaecia após a entrada muçulmana até o século XI nom houve variaçons importantes de limites territoriais. Contrariamente houve variaçons desde a anexaçom de Toledo, momento desde o que começa realmente o avanço cristiã desde o Norte. Por outra parte “Repovoar” é interpretado para o castelam-espanholista como “tornar a povoar o que antes estava valeiro ou povoado com outras pessoas alheias dum ponto de visto étnico e que houve de expulsar para manter a uniformidade nacional”. No entanto, segundo a versom galaica a palavra “Repovoar” vem do latim originário REPOPULARE que vem sendo tornar a organizar um território, nom do ponto de vista demográfico mas do administrativo e do político.

* Segundo o paradigma galaico, o Reino de Gallaecia foi o protagonista da maior parte da Idade Média e o projecto de unificaçom hispânica, sem que isso signifique centralismo. Castilla surgiu quando esse projecto já estava encaminhado fazendo-se com ele e manipulando a historiografia. Para Castilla, a Gallaecia simplesmente nom existe, nem antes nem depois. Durante o Século XIII em adiante se vai levar a cabo por meio de determinadas pessoas com nomes e apelidos a eliminaçom do nome da Gallaecia dos documentos e o processo histórico leva a eventos que consolidam Castilla como a construtora do actual Estado Espanhol (8). A separaçom do Portucalense, a castelanizaçom de Llion e a uniom de Castilla com a Coroa de Aragoa, fecham o processo.

O Bispo Pelayo de Ovedo, Rodrigo Ximénez de Rada e Lucas de Tui foram os que levaram a cabo durante o século XIII o movimento de eliminaçom da palavra “Galiza e Gallaecia” dos documentos, refazendo-os, manipulando-os, destruindo-os, etc... A razom era o privilegiar Toledo como cidade principal tanto do ponto de vista religioso como político em detrimento de Compostela e ainda fortalecer o poder castelam-espanholista na península e debilitar o projecto nacional pan-peninsular dos galaicos.

* Os chamados “Séculos Escuros” enquadrados dentro da Idade Moderna para o nosso paradigma nom som tam escuros. Na Gallaecia houve vida política embora dependente e com vontade de recuperaçom em alguns casos. O maior e mais importante episódio desta época é o seu final, quer dizer, a guerra contra os franceses no que a Gallaecia de facto agiu com total independência, com o seu governo, o seu exército, a sua política fiscal e diplomática e de facto quem conseguiu com ajuda do exército aliado britânico a expulsom dos franceses de Espanha e a derrota de Napoleom. O nosso País foi o primeiro da Europa em ficar livre de tropas francesass. Infelizmente a ideia de fidelidade a um Rei fez com que essa independência de facto fosse cedida a umha monarquia quem poucos anos depois (em 1833) eliminaria o “Reino da Gallaecia” da cartografia, da legalidade, da diplomática e da nomenclatura para criar quatro províncias sem mais conexom entre elas do que pudesse haver com outras do novo “Reino da Espanha”.

* No que diz respeito da língua, o paradigma galeguista sempre defendeu a unidade linguística galaica e a necessidade da unificaçom e confluência entre as falas galaicas do Occidente hispânico. Há hoje um galeguismo que isso nom aceita, mas é o “galeguismo” oficial e dependente chefiado pela mesma ideia que gere o paradigma centralista. A origem da nossa língua está naquele “Gallaeciense Regnum” medieval que se quer negar desde Castilla e ainda naquele “Galaico” ou “Proto-Galaico” do século X do que nos falam Bouza Brey, Risco, Carvalho Calero ou Rodrigues Lapa está mesmo a origem do castelám que nom é mais do que umha variante oriental extrema do galaico-oriental (Astur-llionês) em contacto com o substrato basconço. O termo inventado “galego-português” nom é mais que a variante que os nossos vultos denominam como galaico-ocidental “Galego”. O famoso “Mio Cid” nom está redigido originalmente em castelám medieval porque este nom existia, mas em navarro-aragonês (vascom do sul) como nos dizem mesmo prestigiosos autores “Espanholistas” como Rafael Lapesa ou Alonso Zamora Vicente. As chamadas “glosas emilianenses” e “glosas silenses” origem do castelám segundo nos contam na escola, no liceu e na universidade nom estam em castelám, é em navarro-aragonês, dialecto basconço e catalám. O castelám originário (dialeto cántabru) antes de mesturar-se com as línguas morarábigas e hebraicas, é umha língua que se elabora a partires das falas de contacto entre o galaico-oriental (ou astur-leonês), o basco e o navarro-aragonês que era umha fala emparentada com o vascom e o catalam. No tema da língua o castelam-espanholista agiu do mesmo jeito: destruindo documentaçom, manipulando informaçom e reduzindo o protagonismo da Gallaecia e do Galaico.

4 – Porque isto é assim?

Para o espanholismo construidos polo castelam, a funcionalidade deste paradigma é político-ideológico. Com esta forma de contar as cousas, o histórico imperialismo castelám procura justificar a sua hegemonia na península e para isso nom lhe é obstáculo falsificar a história, tanto mais se a Gallaecia foi quem chefiou originariamente o projecto de unificaçom hispânica que hoje leva sobre si a própria Castilla com o nome de Espanha.

Fomos concorrentes e mesmo, acreditam, ainda poderíamos sê-lo se nos identificarmos com o mundo galaicófono chefiado polo Reino de Portugal, já que por aí viria um acréscimo de forças que como mínimo fariam que os nacional-espanholistas visse em perigo a sua hegemonia centralista peninsular.

Essa manipulaçom de factos históricos, essa forma de fazer da Gallaecia um ninguém é umha maneira de desidentificaçom com ela própria e com a sua família etno-linguística para debilitâ-la e mesmo anulâ-la.

A cultura castelã hoje é forte na península e nunca por parte dum “cidadam português” devia haver um ideia iberista, porque tenhem a teima de que Castela como foi na história continuaria o seu labor assimilador. A força do Estado Português, o que ainda fica daquele projecto nacional galaico, estaria em debilitar o actual ideário Castelám centralista, e essa debilidade está na aliança com a Galiza e o galeguismo. Isto, juntamente com estreitar laços de amizade e colaboraçom com as outras naçons da península, incluido a dos Castelanistas de bem (A Castilla assassinada em Villalar que dixo Castelao), es os ainda nom castelanizados fariam com que o hegemonismo castelam centralista nom chegasse muito para além

5 – Conclusom

Se a Galiza se identificar linguísticamente e mesmo históricamente com os povos que conformam a sua família faria com que as forças tornassem a ela. Isto só nos ia trazer benefícios de todo tipo: políticos, económicos, sociais, culturais... por isso devemos saber agir cumha estratégia ajeitada mesmo sem poder político galeguista na Galiza que poderia tornar às nossas mans mercê a essa inércia e sinergia. Qual seria essa estratégia?

1. Ligaçons com o mundo céltigo que reforçassem a ideia de Pátria da mesma e partilhando interesses atlânticos. Isso ligar-nos-ia com as Ilhas Britânicas e nom só o mundo céltigo, mas também o mundo anglosaxon, curmãos germânicos. Assim como com o resto de naçons europeias, mas sempre as afinidades por diante. Da mesma maneira que tentariamos a unificaçom do território antergo de estirpe celto-galaico, a Kallaikia/Gallaecia, sem que isso signifique o apagamento dos irmans Asturicenses (Llion,Asturies,Miranda) ou dos Bracarenses (Portucale, Aveiro, Mondego...)


2. Ligaçons com o mundo galaicófono, com a galeguia, da qual também somos Matriz. Também isto achegaria benefícios já que pela nossa língua e os nossos recursos humanos estaríamos muito bem situados em relaçom a outros povos em vias de desenvolvimento. O nosso relacionamento nom seria o dumha regiom periférica, mas de ônfalon à par do Estado Português e Brasileiro com a força suficiente para evitarmos agressons culturais às que hoje estamos expostos. A relaçom seria possível para fazer nós com a nossa política o retorno dos arianos do Brasil ao seu lar natural, Europa. Se queremos que no futuro Gallaecia e Lusitânia sejam duas províncias/naçons do Império bem diferenciadas, necessitamos ter contacto e relaçons com os mesmos, aproveitando o idioma que tenhem que é o nosso.


Neste vídeo visualiza-se claramente o exemplo de ETNOCÍDIO pacífico,
a teima em uniformizar-nos (quer dizer fazer castelanizar), e por mala fe ou desleixo TODOS SOMOS CÓMPLICES.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Ataque à Livraria Europa



Os manifestantes destroçam o local e lançam o material à rua.

Um centenar de jovens encarapuçados aproveitarom a agitaçom que vive o centro da capital de Catalunya, pola folga geral para provocar graves incidentes numha jornada que, até o meio-dia, vivira-se com relativa calma.

Cara as 12.00 quando um centenar de jovens, com bandeiras negras, forçarom a entrada da Livraria Europa, saqueando-a posteriormente e destroçando o seu interior.

A livreria sufriu um ataque que finalizou com a destrucçom e abandono em plena rua de parte do material com o que trabalham entre livros, efígies, bandeiras e incluso algum electrodoméstico.

Os manifestantes abandonarom depois o lar em direcçom a Rambla Catalunya sem que ninguem lho impedira e perante a olhada estupefacta dos vizinhos. Denantes de marchar deixarom várias pintadas na porta do estabelecimento com os lemas 'fora feixistas' e 'hijos de puta'.

Outra mostra mais da violência esquerdalha consentida contra os Nacional-Socialistas, no estado de pandeireta espanhol, nom é a primeira vez nem será a derradeira.



segunda-feira, 3 de maio de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

A Europa das etnias de CEDADE

Prólogo

Este texto, muito conciso, foi escrito nos anos 70, muito antes das concepçons etnicistas estarem na moda, quando a ideia de Naçom ainda nom tinha sido manchada por este negócio bairrista das autonomias, que nom tem nada de etnicista e muito de interesseiro. Porque umha cousa é apoiar esse amor à Naçom, às suas raízes, à alegre unidade entre naçons, unidade de amor e compreensom que nom deve evitar a sua diferenciaçom, a sua riqueza em variedade de línguas e culturas, a sua liberdade de formas de vida, e outra é o egoísmo do dinheiro que usa a máscara dos “naçons”, quando nom é mais do que mundialismo do dinheiro dividido por zonas.
Por isso ao publicá-lo agora temos de advertir que o nosso amor às etnias, às naçons, às suas diferenças, nada tem a ver com esse afã de gerir dinheiros ou orçamentos locais.

No estado espanhol sofríamos entom um centralismo genocida da diferença, das línguas e culturas, para agora termos umha democracia igualmente mortal pelo seu mundialismo, a sua uniformizaçom do dinheiro, a destruiçom de toda a naçom numha globalizaçom do euro-dólar.

Amemos às naçons do mundo, admiremos e respeitemos as suas diferenças, sem imperialismo do dinheiro, é o mais uniforme, o mais diferente à cultura e às naçons.

Ramón Baú, 26 de Janeiro de 2001

1. GENERALIDADES

1.1. É preciso recordar que a base do Nacional-Socialismo é a doutrina racialista, de modo que esta deve ser considerada o princípio fundamental. Assim, os problemas da Naçom, do Estado e da Europa devem ser analisados totalmente a partires do ponto de vista racialista.

1.2. O conceito de nacionalidade sofreu enormes mudanças ao longo da História. O nacionalismo actual baseia-se fundamentalmente nas ideias democráticas nascidas da Revoluçom Francesa. Esta nacionalidade legalista e igualitária contém alguns erros básicos:

a) A nacionalidade é concedida por lei, sem atender a consideraçons de pertença ou nom à naçom (um preto, cigano ou um mouro podem ser "galaicos" se tiverem o passaporte);

b) Tendência para o igualitarismo de todas as partes do conjunto “nacional” marcado por fronteiras históricas totalmente discutíveis, produto de manobras dinásticas, guerras, alianças ou tratados realizados sem pensar na comunidade popular e só na ambiçom territorial;

c) Concepçom do Estado como centro da Naçom, de forma que o Estado substitui a naçom na formaçom da nacionalidade.

1.3. Esta tendência legalista e igualitarista tem a sua sublimaçom nas ideias superdemocráticas do marxismo: internacionalismo, igualitarismo, pátria igual ao mundo, etc.

2. NACIONALIDADE

2.1. O racialismo parte do princípio anti-igualitário de que a diferenciaçom, a variedade, é um facto positivo e natural que se deve respeitar.

É através da manutençom desta diferenciaçom, assegurando que cada conjunto popular se mantém dentro da sua própria idiossincrasia, que se pode alcançar o maior grau de elevaçom espiritual e de estabilidade nacional.

2.2. Assim, como racialistas desejamos a identificaçom entre o conceito de nacionalidade e a pertença ao naçom-etnia correspondente. Por isso, de modo algum se deve entender o nosso nacionalismo no sentido “fascista” de nacionalismo estatizado.

2.3. Só podem ser membros dumha Naçom aqueles que pertencem à naçom que a conforma. Entende-se por naçom o conjunto de homens com umha origem étnica comum, ou seja, que tenham formas caracterológicas, culturais, linguísticas, costumeiras, religiosas, etc., mais ou menos comuns.

2.4. O Nacional-Socialismo proclama a sua intençom de que se conceda a cada naçom o direito a formar a sua própria comunidade dentro da unidade racial de todos as naçons arianas.

2.5. Assim, propugnamos a total identidade dos conceitos “Pátria” (como conceito sentimental da nacionalidade), “Naçom” ou “Povo”.

2.6. Dados os pontos anteriores fica clara a rotunda vontade anti-económico-imperialista do Nacional-Socialismo. A nossa concepçom de Naçom é contrária ao domínio de várias naçons por outra, e portanto contrária ao imperialismo económico, ao colonialismo e ao internacionalismo.

3. ESTADO

3.1. Hitler afirmava em “A Minha Luita”: “É a raça e nom o Estado que constitui a condiçom prévia para a existência dumha sociedade”.

O Nacional-Socialismo considera o Estado somente um instrumento da Naçom no seu afã de auto governar-se e sobreviver.

3.2. Assim, todo o pretenso “direito” do Estado que tenda a justificar por “destinos históricos” a submissom doutras naçons a um igualitarismo estatista é totalmente contrário à nossa ideologia europeia nacional-socialista.

4. EUROPA

4.1. Ideia racial

4.1.1. A comunidade das naçons arianas chama-se Europa. Assim, ao chamarmo-nos europeus estamos designando a futura organizaçom das naços arianas.

4.1.2. Ideologicamente falando, toda a ideia geográfica de Europa, como comunidade dalgumhas naçons arianas fixadas numha zona geográfica concreta, ou toda a ideia restritiva em relaçom a algumha naçom ariana, é contrária ao racialismo, e por tanto à mesma Europa.

4.1.3. Na URSS e nos EUA existem amplas maiorias arianas que, ainda que dominadas pelo sionismo, fazem portanto parte da Europa. De modo algum se deve confundir o poder sionista, que os tornou opressores, com as populaçons arianas que um dia se integraram na Europa.

4.1.4. A Europa deve ser entendida como umha confederaçom harmoniosa de naçons auto-governadas, e nom como umha nova forma de rígida unidade imperial.

Só deve existir umha unidade centralizada nas questons que dizem respeito à sobrevivência da naçom ariana no seu conjunto. Por exemplo, a defesa, relaçons externas, política demográfica, espaço vital, combate à delinquência, planificaçom macroeconómica, etc.

4.2. Ideia geopolítica

4.2.1. É evidente que por óbvios motivos geopolíticos a confederaçom europeia deve começar a realizar-se por aquelas naçons mais próximas geográfica e culturalmente. Neste sentido a unidade geográfica europeia actual é um passo prévio iniludível para umha posterior integraçom de todas as naçons arianas.

4.2.2. Pelas mesmas razons geopolíticas deve evitar-se umha atomizaçom política da Europa em micro estados, que debilite a sua unidade, especialmente enquanto as circunstâncias actuais de luta pela sobrevivência permanecerem. Por isso a unidade defensiva europeia é fundamental.

4.2.3. O Mercado Comum Europeu, o COMECON, a OTAN ou o Pacto de Varsóvia nom som mais do que a antítese do Ideal Europeu. Nem a uniom dos interesses económicos da finança mundialista, nem o império colonialista do comunismo poderam ser a base da unidade europeia.

5. CAMINHO A SEGUIR

5.1. Ainda que os pontos anteriores tenham tratado da meta a atingir e dos princípios ideológicos da concepçom europeia nacional-socialista, a actuaçom política é condicionada pela realidade.

5.2. A realidade, ponto fundamental e decisivo no mundo da política, indica que o caminho para chegar a esta Europa das naçons é longo e exige passos intermédios muito ponderados.

A mutaçom do actual nacionalismo em racialismo, a curto prazo, é impensável.

5.3. A substituiçom das fronteiras actuais por umha uniom de etnias autónomas passa por um prévio entendimento entre os estados actuais, um esbatimento do actual nacionalismo estreito de fronteiras, umha concepçom da realidade das naçons que componhem a Europa, e tudo isto só será possível no âmbito dumha revoluçom total racialista na Europa.

5.4. Portanto, neste caminho iniciado respeitamos a situaçom actual dos estados, trabalhando para que se vaiam impondo pouco a pouco os conceitos étnico-nacionais, através de autonomias parciais, consciencializaçom racial, etc., fundamentalmente, e nesta primeira etapa, nos aspectos culturais, administrativos e educativos.

5.5. Além do mais, a História, como gestora da realidade, faz com que em alguns casos as nacionalidades originais sejam difusas e se tenham criado identificaçons já permanentes entre nacionalidade histórica e nacionalidade racial em algumhas zonas.

Nestes casos é tam absurdo negar-se a aceitar a lógica da realidade das nacionalidades raciais para naçons que as mantêm como negar as realidades históricas que tomaram força na naçom confundindo-se no seu próprio conceito racial.

6. BANDEIRAS E IDIOMAS

6.1. O uso de bandeiras de base racial-étnica de cada naçom, assim como a manutençom, uso e difusom dos idiomas populares devem ser apoiados e fomentados pelo Nacional-Socialismo.

6.2. Isto nom impede que de forma confederal se estabeleçam idiomas base para relaçons intereuropeias, ou umha bandeira confederal, política, etc., segundo as circunstâncias o exijam.

6.3. CEDADE nom usa a bandeira vermelha e amarela borbónica do estado espanhol, promove o uso de bandeiras étnicas populares dentro da nossa política favorável à Europa das Etnias.

Há zonas do estado espanhol nas quais a bandeira vermelha e amarela é ao mesmo tempo um símbolo estreitamente ligado ao povo e inclusivamente ao ser racial ariano (por exemplo, nas Canárias, Ceuta ou Melilla, onde chega a simbolizar o europeísmo face às tendências africanistas dos terroristas pagos pela Líbia ou Argélia).

Noutras zonas, por outro lado, pode significar exactamente o contrário, um rejeitamento à naçom e umha tendência para o imperialismo material (como pode ser o caso da Catalunya, Gallaecia ou Baskonia, por exemplo).

7. A EMIGRAÇOM INTER-EUROPEIA

7.1. O Nacional-Socialismo nom se opom a um contacto próximo e ao intercâmbio entre as naçons arianas, apoiando a total liberdade de movimentos entre eles e aceitando os matrimónios mistos, embora nom os fomente.

7.2. Tudo isto desde que nom se produzam de forma maciça, pondo assim em perigo a vida cultural, a idiossincrasia das naçons receptor ou emissor da emigraçom.

7.3. Opomo-nos, portanto, às emigraçons maciças. Os problemas de falta de recursos dumha naçom ariana devem ser solucionados pela ajuda incondicional e total da confederaçom europeia, mas nom fomentando a emigraçom maciça.

Em caso de excesso de populaçom ou falta de recursos a soluçom deve vir dumha política de espaço vital conjunta.

7.4. Consideramos separatismo precisamente a falta de vontade de apoio entre as naçons europeias. Nom se pode considerar separatismo os desejos à autodeterminaçom das naçons europeias, mas sim o ódio, o rancor ou a falta de ajuda entre elas.

8. ESPAÇO VITAL

8.1. A falta de espaço vital das naçosn arianas é um problema comum à confederaçom europeia. Mas nas circunstâncias actuais o problema nom é a falta de espaço ou de recursos, mas sim a baixíssima taxa de natalidade das nossas naçons.

As zonas que actualmente som controladas pelas naçons arianas poderiam receber sem grandes problemas umha populaçom dez vezes maior.

8.2. Actualmente o problema mais grave é evitar que as massas doutras raças invadam a Europa e os territórios arianos, nom pelas margens, mas pela invasom demográfica fomentada pelo sionismo.

Na luita pela sobrevivência e desenvolvimento das nossas naçons nom devemos descartar a necessidade ou a possibilidade, infelizmente, dum confronto bélico com naçons nom-arianas.

Por isso, difundir e alimentar ideias pacifistas nas circunstâncias actuais, quando o mundo nom-araino se prepara para nos invadir sob a pressom da sua incapacidade para se alimentar, é umha flagrante traiçom à Europa.

8.3. Devem-se evitar, por todos os meios, as situaçons semelhantes com as do Brasil ou EUA, onde o caos racial ameaça totalmente a sobrevivências da nossa raça. A presença maciça de outras raças entre as naçons arianas deve ser evitada custe o que custar.



quarta-feira, 10 de março de 2010

Pedro Varela LIBERDADE!





Umha juíza de Gothalaunia condenou a dous anos e nove meses de prisom ao camarada Pedro Varela, proprietario da livraria Europa, a sentença condena-o também ao pago dumha multa de quase 3.000 euros e ordea a destrucçom de todos os livros e objectos incautados na livraria, como o busto do Führer, umha esvástica de ferro, cascos militares, fotografias e carteis de temática Nacional-Socialista.